FMO janeiro 2020

26/03


2020

Eduardo defende discurso do pai

Por Estadão Conteúdo

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, aproveitou ontem a primeira sessão virtual da Câmara, para defender o pronunciamento feito por seu pai na véspera, no qual o chefe do Executivo criticou o isolamento social. "O que o presidente quis alertar no seu pronunciamento de ontem foi exatamente esse ponto. O ponto da alimentação, se todos nós ficarmos confinados por tempo indeterminado, qual será o caminhoneiro que vai levar essa comida para escola ou para as cidades? Esse que é o temor maior", disse, por videoconferência. A Câmara votou nesta quarta projeto que garante a entrega de merenda para estudantes, mesmo sem aulas durante o período de calamidade pública.

Para Eduardo, não é preciso ser uma "pessoa superdotada" para conseguir prever o "futuro catastrófico" com a quarentena. "Então, nós temos a certeza de que é impossível ficar confinado durante um longo período, e isso vai de encontro ao que líderes mundiais estão falando. A OMS (Organização Mundial de Saúde), no dia 16 de março, seu presidente falou que o ideal é que você faça o diagnóstico e, que os casos suspeitos fiquem isolados da sociedade, mas não a sociedade inteira isolada dentro de suas casas, seus apartamentos", disse. O deputado ressaltou ainda que, para ele, não se trata de se separar e priorizar o que é vida e o que economia. "São coisas que convergem no final das contas", disse.

Na mesma sessão virtual, o discurso presidencial foi alvo de ataques. Infectado com o coronavírus, o deputado Luis Tibé (Avante-MG) criticou Bolsonaro por minimizar os efeitos da doença. "O que estou passando enfrentando esse vírus é tudo menos uma gripezinha. Precisamos estar unidos contra o vírus, e a fala do presidente é muito preocupante", afirmou.

O deputado fez ainda uma sugestão: "É que tenhamos nos prontuários, nas situações em que infelizmente ocorrem as mortes, para saber se a morte foi exclusivamente por conta do coronavírus ou se também teve aí no meio alguma doença pré-existente para que fique às informações as claras e possa nortear as politicas de saúde, não só federais bem como estaduais e municipais", afirmou.

No começo da semana, o guru bolsonarista Olavo de Carvalho divulgou informações falsas e inseriu a pandemia do novo coronavírus numa teoria conspiratória em uma transmissão ao vivo no Youtube. Na transmissão, ele afirmou que não há nenhum caso confirmado de morte por coronavírus no mundo - uma mentira - e que a pandemia, em sua opinião, seria "a mais vasta manipulação de opinião pública que já aconteceu na história humana".

Além do novo coronavírus, Eduardo Bolsonaro disse que não iria se pronunciar sobre a China. "Aproveito a oportunidade para dizer aqui que não farei considerações sobre a China. Como forma de união e foco naquilo que é necessário nesse momento que é o combate ao coronavírus. Até porque eu estou prestes a ser demandado no Conselho de Ética. Se isso se configurar, aí sim será o momento oportuno para eu falar dessa questão", disse.

Na quarta-feira, 18, Eduardo publicou um tuíte em que acusou a China de ter escondido informações sobre o início da pandemia do coronavírus. "A culpa é da China e liberdade seria a solução", escreveu o deputado. O embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, respondeu as acusações de Eduardo e exigiu a retirada imediata das palavras do deputado e um pedido de desculpas ao povo chinês.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Abreu e Lima

26/03


2020

Paulo Guedes despacha de casa

Por Estadão Conteúdo

Com 70 anos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, passou a despachar temporariamente da sua residência no Rio de Janeiro. No grupo de risco da pandemia do novo coronavírus, o ministro seguiu a orientação do colega, Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde, para fazer home office. Desde sexta-feira da semana passada, despacha de sua casa.

Do Rio, Guedes participou ao longo do dia de conferências virtuais com a sua equipe direta, os presidentes dos bancos públicos (Banco Central, Banco do Brasil, BNDES, e Banco do Brasil) e o Palácio do Planalto.

A ausência de Brasília, onde o presidente Jair Bolsonaro continua despachando presencialmente no seu local de trabalho, o Palácio do Planalto, tem alimentado especulações sobre o seu distanciamento, justamente nesse momento mais crítico de contenção do alastramento do novo coronavírus e de medidas para atenuar as consequências na economia.

Segundo auxiliares, o ministro continua trabalhando "loucamente" em contatos também com governadores, investidores, economistas e membros do governo. Guedes tem sido representado nas reuniões presenciais pelos secretários especiais de Fazenda, Waldery Rodrigues, e Executivo, Marcelo Guaranys.

A ausência de Brasília vêm porém, alimentado rumores sobre sua saída do cargo e desentendimentos com o presidente. Todos desmentidos por ele via ligações diretas pelo WhatsApp ou mensagens diretas para quem, de fora da equipe, consegue uma atenção na sua agenda. Depois que teve o telefone clonado, o ministro não faz ligações pelo número do seu celular.

As críticas ao seu "sumiço" aumentaram depois que o presidente Bolsonaro passou a defender o fim do confinando em massa da população em contraponto à posição dos governadores. Um assessor direto ressalta que ele é do grupo de risco e diz que é injusta a crítica por ele estar tendo a cautela. A demora de efetivação das medidas de mitigação da crise, já anunciadas, também é atribuída a falta de coordenação no Ministério da Economia.

Como apurou o Estado, o ministro é um dos integrantes do governo a alertar o presidente Bolsonaro sobre o risco da paralisação brusca da economia.

Nos bastidores de Brasília, o comandante da política econômica tem sido um contraponto à continuidade de um bloqueio generalizado e às medidas de fechamento do comércio. Publicamente, porém, diz que não é médico para falar sobre ações de saúde. A interlocutores, confidenciou que não tem conhecimento na área de saúde para "ousar" aconselhar o presidente, mas disse que explicou que há uma defesa crescente do isolamento vertical (para pessoas do grupo de risco, incluindo idosos e pessoas com outras doenças) em vez do horizontal (para toda a população). "Me limito a observar que o confinamento horizontal prolongado pode ter um enorme impacto na economia", diz ele a quem pergunta.

As ações de isolamento para todos sem distinção são recomendações de autoridades sanitárias, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), como a única forma de evitar a disseminação da doença em estado de transmissão sustentada, ou seja, quando não se sabe a origem da contaminação.

Oficialmente, em entrevista ao Estado, na segunda-feira, 23, Guedes deu uma resposta curta quando foi questionado sobre o confinamento para conter o alastramento da pandemia: "Eu tenho que seguir, por enquanto, o Mandetta. Ele é o médico".

Os argumentos dos que defendem o isolamento mais brando, inclusive da equipe econômica, é que o bloqueio do comércio desconsidera o enorme impacto humanitário e social de uma recessão econômica profunda, que afeta principalmente os segmentos mais vulneráveis da população.

Nesse cenário, para eles, o custo no pós-crise epidêmica seria mais prejudicial para a população. Circulam previsões na Esplanada que o Brasil pode demorar mais de quatro anos para se recuperar do baque econômico, portanto, depois das próximas eleições presidenciais marcadas para 2022.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


26/03


2020

Presidente da OAB: "Entre ignorância e ciência, não hesite"

Por Estadão Conteúdo

Após pronunciamento em que o presidente Jair Bolsonaro, em rede nacional, voltou a falar em histeria em torno da pandemia da covid-19 - que deixa mais de 16,3 mil mortos no mundo -, o presidente da Ordem dos Advogados (OAB) do Brasil, Felipe Santa Cruz, reforçou a orientação sobre o isolamento social para conter o novo coronavírus e criticou a atitude do presidente.

Entre a ignorância e a ciência, não hesite. Não quebre a quarentena por conta deste que será reconhecido como um dos pronunciamentos políticos mais desonestos da história", afirmou o chefe da maior entidade da advocacia no País em seu perfil no Twitter na noite de ontem.

O Brasil contava até a noite de terça com 48 mortes e 2.201 casos confirmados em todas as unidades federativas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o aumento do número de casos confirmados da covid-19 foi de 16,4% entre esta segunda, 23 e terça, 24.

Em meio a esse cenário, o presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento em que defendeu o fim do "confinamento em massa", afirmou que a imprensa "espalha a sensação de pavor" e disse que não há motivo para fechar escolas, uma vez que o grupo de risco é composto por, também, pessoas com mais de 60 anos. "São raros os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos", disse.

O discurso gerou diferentes críticas. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que a fala de Bolsonaro foi grave e cobrou uma liderança "séria, responsável e comprometida com a vida e a saúde da sua população". O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), considerou "equivocado" o pronunciamento e criticou o fato de Bolsonaro usar a estrutura de transmissão para distribuir ataques.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes também se pronunciou após a fala de Bolsonaro e voltou a pedir que os brasileiros fiquem em casa. "As agruras da crise, por mais árduas que sejam, não sustentam o luxo da insensatez", afirmou o ministro.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Postura de Bolsonaro afasta empresários aliados, que veem vácuo no poder.Trocando em miúdos. Bozonaro é um cagalhão.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Esse imbecil, tenho certeza que não mandou o porteiro do seu prédio e os zeladores para casa. É muito bom dizer para ficar no conforto de casa tendo outras pessoas se expondo. Não, não é a ignorância desse hipócrita, é ser aproveitador da miséria do povo.


Prefeitura de Serra Talhada

25/03


2020

Mourão contraria Bolsonaro e defende quarentena

Do Terra

O vice-presidente Hamilton Mourão causou desconforto no governo e contrariou o polêmico pronunciamento de presidente Jair Bolsonaro, que pedia a "volta à normalidade" em meio à pandemia do coronavírus. Após um evento do conselho do Conselho Nacional da Amazônia Legal, na tarde desta quarta-feira (25) o general foi questionado sobre a fala de Bolsonaro, e foi na contramão da opinião do presidente.

Os militares não são os únicos que não gostaram da postura do presidente. Os governadores, que se reuniram por teleconferência com Bolsonaro na manhã desta quarta-feira, também discordaram do posicionamento do governo federal. Além disso, os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, foram outros que, assim como dezenas de parlamentares, lamentaram a fala do capitão da reserva.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


25/03


2020

Maia: "Acionistas da Bolsa pressionam por fim de quarentena"

Por Reuters

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (25) que investidores da Bolsa de Valores de São Paulo não podem impor, em razão das perdas financeiras que têm sofrido em razão dos desdobramentos da pandemia de coronavírus no país, a antecipação do fim de medidas de isolamento social.

Segundo Maia, nas últimas semanas tem havido uma pressão muito grande de parte de investidores que colocaram recursos na Bolsa brasileira, esperando o que chamou de "prosperidade" com a expectativa de o índice que poderia alcançar 150 mil pontos este ano.

O Ibovespa --que teve a segunda forte seguida após semanas de forte queda -- fechou nesta quarta-feira próximo dos 75 mil pontos.

O presidente da Câmara disse que não se pode ouvir --neste momento da crise sanitária do coronavírus-- investidores que perderam dinheiro. "Risco é assim, ganha ou perde", afirmou.  "Não podemos colocar vidas em risco", completou.

Para Maia, é preciso seguir as recomendações do Ministério da Saúde que tem advogado a manutenção do isolamento social para conter o avanço do coronavírus no país.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

O Jornal do Poder

25/03


2020

Bem-te-vi faz doação a famílias carentes

Engajada no combate ao coronavírus, a marca Bem te vi está doando sabão em barra para compor o kit que será entregue pela Prefeitura do Recife a famílias carentes da cidade. A ação será realizada nesta quinta-feira (26) e vai beneficiar a população vulnerável que faz parte da rede de atendimento da Prefeitura.

O objetivo é dar condições para que as pessoas possam fazer a higienização correta com o uso do sabão em barra, evitando a disseminação do coronavírus, já que lavar as mãos é o ponto principal no combate ao vírus.

Em outra ação para ajudar na prevenção  à doença, a Bem te vi está com uma campanha educativa onde ensina a forma correta de lavar as mãos. Os posts estão nas redes sociais da empresa. 

Com imagens ilustrativas, mostram os cinco passos para higienizar as mãos: passar sabão nas mãos, molhar e esfregar a palma de cada mão, lavar bem entre os dedos e também os punhos, retirar o sabão com água corrente, secar bem as mãos. Confira em @bemtevi.limpeza.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banner de Arcoverde

25/03


2020

Bolsonaro é alvo de panelaços nesta quarta-feira

Por G1

Cidades brasileiras registraram panelaços contra o presidente Jair Bolsonaro pelo nono dia seguido na nesta quarta-feira (25).

São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Recife tiveram gritos de "fora, Bolsonaro!". Cidades da Grande São Paulo, como Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo e Taboão da Serra, também registraram panelaços.

Na Lagoa, no Rio, e em Niterói, foi possível ouvir o som do "Hino nacional" sendo executado em algumas residências.

As primeiras manifestações contrárias a Bolsonaro presidente ocorreram na terça-feira (17) da semana passada.

Confira aqui: Cidades brasileiras registram panelaços contra Bolsonaro ...


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

A RENÚNCIA DO MILICIANO JÁ ESTÁ PRONTA.


Prefeitura de Limoeiro

25/03


2020

FBC quer isolamento com medidas econômicas

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), defendeu, há pouco, que o isolamento social seja mantido nas próximas semanas para diminuir a propagação do coronavírus no Brasil. Ele ponderou, contudo, que os impactos na economia devem ser considerados em caso de isolamento por um período maior. 

“Acho que tudo recomenda para que a gente possa sim manter o isolamento social pelas próximas duas, três semanas no sentido de achatarmos a curva dessa epidemia. É recomendável que o isolamento social indicado por governadores e prefeitos possa ser acatado", afirmou.

E acrescentou: "Mas acho que a fala do presidente [Jair Bolsonaro] vai na direção que todos nós temos que refletir. Qual é o período de isolamento social que a gente pode suportar do ponto de vista das repercussões econômicas?”

Os desdobramentos de uma recessão aguda, de uma depressão econômica, segundo ele, são muito graves do ponto de vista das atividades produtivas, da geração de emprego. "Então, não acho que estamos diante de uma matéria simples, de uma escolha simples”.

O líder citou o Japão, a Rússia e o México como exemplos de países que não adotaram o isolamento social como medida para conter a transmissão da Covid-19. “Não é um tema fácil. Não é um tema que é unanimidade em nível internacional.”

Ele também ressaltou o papel do Congresso Nacional para que o “equilíbrio das posições” seja alcançado e pediu a união de todos no enfrentamento da pandemia do coronavírus.

 “O Congresso está presente, está atuando, está debatendo e, sempre que possível, será um ponto de unidade da federação brasileira. Unir a todos: o presidente da República, governadores de estado, prefeitos e sociedade civil. Todos nós temos que estar unidos para que o Brasil possa superar esse momento muito difícil.”

FBC negou que tenha havido uma disputa entre o Governo Federal e o governo de Pernambuco em torno de respiradores importados pela Prefeitura do Recife por meio do Porto de Suape. Segundo ele, o Governo Federal fez uma requisição administrativa para que os respiradores pudessem atender os hospitais do País. “O próprio prefeito Geraldo Julio, após decisão judicial, abriu mão da ação porque foi informado que aquela requisição administrativa era para atender todos os hospitais espalhados pelo Brasil”, explicou o senador.

O Senado aprovou dois projetos relacionados ao combate a Covid-19. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 232, de 2019, dá mais flexibilidade a estados e municípios no uso dos recursos destinados à saúde. Isso significa a realocação das verbas repassadas em anos anteriores pelo Ministério da Saúde para ações de combate ao coronavírus. 

Já o PLP 668, de 2020, proíbe a exportação de produtos médicos, hospitalares e de higiene essenciais ao combate à epidemia de coronavírus no Brasil, como máscaras, luvas, óculos de proteção e ventiladores, enquanto durar a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Shopping Aragão

25/03


2020

Bolsonaro: lotéricas na lista de serviços essenciais

Por G1

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (25), em redes sociais, que incluirá as casas lotéricas na lista de "serviços públicos e atividades essenciais" que podem permanecer abertos, mesmo quando houver restrição ou quarentena em razão do novo coronavírus.

Na publicação, Bolsonaro afirmou que há 12.956 casas lotéricas no Brasil, e que "2.463 se encontram fechadas por decretos estaduais ou municipais". E disse que a mudança na regra permitirá que as lotéricas "possam funcionar em sua plenitude".

Até a publicação desta reportagem, a mudança ainda não tinha sido efetivada no "Diário Oficial da União".

A lista de serviços que podem funcionar durante a quarentena, por serem considerados essenciais, foi publicada pelo governo federal em um decreto na última sexta (20). No domingo, o texto foi atualizado para incluir atividades e serviços relacionados à imprensa.

Também fazem parte da lista, entre outras atividades:

. assistência à saúde;
. atividades de segurança e defesa nacional;
. transporte intermunicipal, interestadual e internacional de passageiros;
. transporte por táxi e por aplicativos;
. serviços de telecomunicações, energia elétrica e gás;
. produção e venda de produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas;
. serviços bancários e postais;
. produção e venda de combustíveis;
. transporte e entrega de cargas.

A alteração do decreto, anunciada por Bolsonaro, pode não resolver o fechamento das lotéricas de forma imediata. Isso porque, na terça (24), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello decidiu que tanto o presidente, quanto governadores e prefeitos podem editar regras sobre isolamento, quarentena e restrições de transporte.

Na sexta – junto com a publicação da lista de serviços essenciais –, o presidente Jair Bolsonaro editou medida provisória que concentrava esse poder nas mãos da União. Com isso, ficou definido que os governos estaduais e municipais não poderiam, por exemplo, paralisar um serviço incluído na lista federal.

O PDT recorreu ao Supremo e conseguiu reverter essa regra. Marco Aurélio Mello acatou o argumento do partido de que a Constituição define "competência concorrente" de União, estados e municípios para estabelecer políticas de saúde.

Quando as regras da União e dos estados entram em conflito, nestes casos, não há uma definição clara de qual norma prevalece. Apesar da decisão liminar (provisória) de Marco Aurélio Mello, o STF deve avaliar o tema em plenário na próxima sessão, marcada para 1º de abril.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


25/03


2020

Solidária com Afogados, Aline apela a governador

Vereadora no Recife, sendo majoritária como candidata a deputada estadual na eleição passada em Afogados da Ingazeira, Aline Mariano se solidarizou, há pouco, com o municipio, fortemente atingido pelas cheias provocadas pelas últimas chuvas sob o leito do Rio Pajeú. Na íntegra, a sua nota:

Num momento tão dramático que o mundo vive hoje, especialmente nosso País com a disseminação da Covid-19, o vírus que já tirou a vida milhares de pessoas com preocupante preocupante incidência em território nacional, Afogados da Ingazeira se vê ameaçada duplamente pelo coronavirus e as enchentes no Rio Pajeú.

Por meio desta, me solidarizo com meus irmãos sertanejos. Chuva, a gente pede no Pajeú e no Sertão em geral como súplica, para banir os efeitos da seca, drama secular que persiste ano após ano, incessantemente, de forma inclemente.

Mas, quando cai além da conta, como agora, ao invés de devolver alegria, felicidade e esperança, causa aflição e temor. É o caso de Afogados da Ingazeira, com chuvas acima da média prevista. 

A cidade já contabiliza muitas perdas, com pontes destruídas, açudes estourando e famílias desabrigadas às margens do Rio Pajeú. Rogo a Deus que a situação não fuja do controle e apelo ao governador Paulo Câmara para que providências urgentes sejam tomadas para atender de imediato  e em caráter de urgência as famílias atingidas.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


25/03


2020

Economistas criticam posicionamento de Bolsonaro

Por G1

Economistas, ex-presidentes e diretores do Banco Central e ex-ministros condenaram o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro sobre a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Em pronunciamento em rede nacional na noite de terça-feira (24), Bolsonaro fez um apelo pela "volta à normalidade" e á reabertura do comércio e das escolas. Na fala, ele chamou a doença de "resfriadinho", contrariou especialistas, pediu o fim do "confinamento em massa" e culpou a imprensa por "espalhar pavor".

Economistas afirmam, no entanto, que se a epidemia sair de controle, as consequências econômicas podem ser até mais graves, e que salvar vidas deve ter prioridade sobre a economia.

Confira a íntegra aqui: Economistas criticam posicionamento do governo Bolsonaro ...


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha