20/02


2021

Antônio Campos vira sócio efetivo do Pen Clube Brasil

O advogado, escritor, poeta, editor, colunista de imprensa e presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Antônio Campos,  ocupante da cadeira de número 25 da Academia Pernambucana de Letras, foi eleito como sócio efetivo do Pen Clube do Brasil, coma sede no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Fundado em Londres, em 1921, o Pen Clube chegou ao Brasil em 1936. Seu primeiro presidente foi o dramaturgo Claudio de Souza, que presidiu a Academia Brasileira de Letras por duas vezes. Também presidiram a entidade os jornalistas Barbosa Lima Sobrinho, Celso Kelly, Elmano Cardim, a arqueóloga Maria Beltrão e o embaixador Geraldo Holanda Cavalcanti, Claudio Aguiar, que marcou a sua presença com marcantes realizações e grande prestigio nos meios culturais do Rio de Janeiro.

Hoje, ela é presidida pelo escritor Ricardo Cravo Alvim que, em carta, congratulou-se com o novo sócio pernambucano. Atualmente, o Pen Clube está presente em mais de cem países e é órgão consultivo da Unesco para assuntos relacionados à cultura.

A sua missão é zelar pelos direitos dos escritores e promover a diversidade linguística, a literatura e a liberdade de expressão. O Pen Clube é a única instituição internacional de escritores no Brasil, com sede em Londres, criada por intelectuais ingleses em 1921, logo depois da 1ª Grande Guerra, com duas finalidades específicas: a primeira, estimular a criação de filiais espalhadas pelos cinco continentes. A segunda essência principal, a defesa da liberdade de expressão para a livre veiculação de textos e obras de qualquer escritor ou jornalista, bem como sua integridade física quando encarcerado, vítima de qualquer censura intelectual.

Antônio Campos teve o seu nome aprovado pela Comissão de Admissão do Pen no ano passado. Depois disso, seu nome foi levado à apreciação da Assembleia Geral da entidade, quando foi eleito à unanimidade.


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Cabo 2021

20/02


2021

Lógica do governo com Petrobras passa longe do mercado

Por Fernando Castilho*

Há uma certa ingenuidade dos analistas da cena política em achar que, em algum momento, um governo como o de Jair Bolsonaro pensa na Petrobras como uma empresa estratégica para o País.

Não pensa nisso. Nunca pensou. Nem mesmo no governo Lula, quando ela decidiu apostar em tudo quanto era negócio próximo de energia ou derivado de petróleo que aparecesse na porta da companhia. 

Para muita gente dentro do governo, a Petrobras é para fazer o que Bolsonaro fez porque não está interessado na rentabilidade da companhia, nos seus dividendos e no seu papel estratégico. Porque o governo do Brasil, como acionista controlador da companhia, não tem interesse em vender nenhuma ação da empresa. 

Isso leva a um outro comportamento meio estranho como investidor. 

Certo, por achar que a ação vai sempre render um bom dividendo no longo prazo e, portanto, não haveria nenhuma razão para se preocupar com o curto prazo quando ela cai. E errado porque, exatamente, por não haver nenhuma chance de vender as ações, acreditar que o prejuízo, no curto prazo, será compensado de alguma forma no longo prazo. 

Pode parecer meio insano esse tipo de raciocínio, mas Bolsonaro faz uma pergunta simplória e lógica: Eu vou vender essas ações aí do governo amanhã? Não! Então tanto faz perder valor de mercado hoje ou até segunda-feira. Dando prejuízo ou lucro, elas vão continuar com o Estado brasileiro? Então, está tudo certo. Responderia o presidente. 

Isso pode ser interessante para os objetivos de um governo como o atual. Como também foi para o governo Dilma, que usou a Petrobras para tentar influir na alta da inflação. A diferença de Bolsonaro para Dilma é que ele acredita que pode mexer na política de preços. Ou seja, uma coisa bem menor em termos estratégicos.

É claro que isso é uma estultice do ponto de vista do mercado. Onde já se viu um investidor atacar sua empresa porque pode aguentar prejuízos. Por que não ter intenção de vender suas ações? Mas do ponto de vista da lógica rasa de Bolsonaro, importa pouco se a Petrobras tem prejuízo hoje, se seu valor de mercado no Brasil cai num dia, R$ 28 bilhões. Ele não tem a menor ideia do que seja isso e nem quer saber. 

Esse é o problema de um governo que não sabe se é liberal como diz no público, mas que é estatista até a medula como se confessa em privado. A única instituição que achou que era liberal foi o próprio mercado, em algum momento.  

Repito. Pode parecer, e de fato é, absurdo. Mas tem muita gente no governo que tem certeza de que a Petrobras é igual à Caixa Econômica Federal, que é uma empresa 100% estatal. Que sua função é ajudar o governo. Se ela tiver lucro ótimo. Se der prejuízo, não tem muita importância já que o governo não vai vender nenhuma ação mesmo.

É isso que torna ingênua a avaliação que parta do princípio de que a rentabilidade da companhia deve ser o norte do governo. Não é. E muito menos num governo como esse. 

Bolsonaro não está preocupado com a cotação das ações da empresa na NYSE ou na B3, não considera importante sua gestão ou a qualidade do seu Conselho de Administração. Ele quer que a Petrobras encontre um jeito de não subir mais os preços. Isso é o que interessa porque nas redes sociais seus apoiadores reclamam da autonomia do presidente da companhia. 

Importa pouco se o novo presidente é o general Joaquim Silva e Luna, que foi mandando para Itaipu cumprir tarefa, ou alguém que ele encontre para o cargo. Silva Luna não está indo para a empresa pelas suas qualidades de gestor. Vai cumprir uma missão. 

Por isso é que muita gente não compra Petrobras. Ela até paga bons dividendos, mas que de vez em quando, cai de um jeito que anula todo o ganho. Não dá para confiar num sócio que, por não tem interesse de vender suas ações, acha que a empresa aguenta desaforo. 
Não aguenta, mas nessa briga só quem perde é o acionista minoritário.  

*Jornalista titular da coluna JC Negócios, do Jornal do Commercio.


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20/02


2021

Diário do Nordeste encerra o ciclo no papel

Fundado em 1981 pelo empresário Edson Queiroz, um dos mais ricos do País, morto num acidente aéreo, com a intenção deliberada de bater a hegemonia do Diário de Pernambuco, na época o maior do Nordeste, o Diário do Nordeste, com sede em Fortaleza, está chegando ao fim. Será impresso pela última vez no próximo dia 28.

Seguindo tendência mundial, consequência dos ventos da Internet, vira um jornal digital. Nas redes sociais, aliás, o jornal já é um sucesso. Só o seu Instagram é seguido por mais de um milhão de leitores. Na última quinta-feira, o comando do DN oficializou o silêncio das suas máquinas de impressão que colocaram nas ruas o jornal por 39 anos.

A mudança do impresso para o digital provocou mais de 100 demissões na redação. O Ceará, Estado pujante do Nordeste, tendo sua capital passado Salvador e Recife no crescimento do seu PIB, fica agora com apenas um jornal mandando notícias pelo papel: O Povo.

O Ceará, entretanto, não é o primeiro nem será o único na vanguarda do impresso para o digital. A Paraíba não tem mais nenhum jornal em papel. Até o Correio da Paraíba, o maior do Estado, hoje é lido apenas nas plataformas digitais. Em Alagoas, a Gazeta, do Grupo Collor, sai em papel apenas uma vez por semana.

 Veja abaixo a nota da Associação Cearense de Imprensa:

"O fim da edição impressa do jornal Diário do Nordeste, anunciado para o dia 28 de fevereiro próximo, representa grande perda para a imprensa cearense. Ao longo de 39 anos de existência, gerações de jornalistas, gráficos e outros profissionais construíram a história do veículo, dentre os quais nomes que integram a Associação Cearense de Imprensa. Para além do encerramento da edição impressa, as demissões de jornalistas e gráficos são a face mais preocupante desta data. No momento gravíssimo vivido pelo mundo, o desemprego é a pior situação a ser vivida por profissionais que dedicaram suas vidas ao jornal. Ficam aqui nossa solidariedade e apoio aos colegas demitidos.

Fortaleza, 18 de fevereiro de 2021
Diretoria da Associação Cearense de Imprensa"


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20/02


2021

O que levou o TRE a cassar o prefeito de Arcoverde?

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) foi categórico ao decidir, por unanimidade, manter a cassação do prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, e do vice, Israel Rubis (PP), bem como a suspensão dos direitos políticos da dupla e da ex-prefeita Madalena Britto (PSB), aliada do emedebista, por oito anos. Os sete desembargadores referendaram a sentença do juiz eleitoral Draulternani Melo Pantaleão.

Com a decisão do TRE-PE, na última quinta-feira (18), prefeito e vice serão afastados dos cargos e novas eleições serão realizadas na cidade. Até a conclusão do novo pleito, quem assume a Prefeitura é o presidente da Câmara Municipal, Wevertton Siqueira (PSB). Para muitas pessoas, contudo, não ficou claro o que levou à cassação de Wellington Maciel, que concorreu com o nome Wellington da LW nas urnas, e do vice Rubis.

Para a Justiça Eleitoral, não houve dúvida de que a chapa encabeçada pelo empresário se valeu sistematicamente da máquina pública, utilizada pela então prefeita Madalena a favor dos aliados. Foram listados vários crimes, ferindo a Lei Eleitoral.

Na ação de investigação, foram apontadas 15 irregularidades, das quais seis caracterizaram abuso de poder econômico e político na visão do TRE-PE:

- Utilização da logomarca da Prefeitura de Arcoverde em postagem de anúncio da entrevista do pré-candidato Wellington da LW;

- Gravação de áudio de promessa de manutenção de emprego feita pela prefeita Madalena Britto a uma contratada se ela ficasse com o seu grupo (Madalena/Wellington/Israel);

- Desfile de veículos da Secretaria de Saúde com o locutor da Prefeitura proferindo palavras de ordem de cunho político em ataque aos opositores da prefeita Madalena Britto;

- Uso das Secretarias de Saúde e Ação Social para distribuição de benesses;

- Utilização da TV LW, de propriedade do candidato Wellington e do irmão, para evento de candidatos a vereador do MDB, partido ao qual o prefeito está filiado, em manifesta afronta ao princípio da igualdade de condições, contrariando a Lei Eleitoral.

- Interdição de via pública com gelo baiano e cimento para impedir evento político do candidato concorrente à Prefeitura Zeca Cavalcanti (PTB), utilizando a força da máquina pública para beneficiar o aliado Wellington da LW e seu vice.


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20/02


2021

Casal influente

Por Germano Oliveira, da IstoÉ

A deputada Tábata Amaral e o prefeito do Recife, João Campos, pensam até em se casar, mas, antes disso, querem influir na política nacional. Como os dois fazem parte do RenovaBR, onde também Luciano Huck atua, eles articulam o ingresso do apresentador de TV no PSB, partido de Campos. Querem, assim, que Huck dispute a presidência pela legenda.


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Petrolina 2021

20/02


2021

Os 15 anos do Blog são tema no programa Hora H

Em abril, este Blog completa 15 anos de existência. O amigo jornalista Heron Cid, da Rede Mais, me convidou para falar sobre este momento especial no programa Hora H, de grande audiência na Paraíba. Também entrou como assunto a grande campanha em outdoors espalhados por Brasília e Pernambuco. Ouça a entrevista!


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Serra Talhada 2021

20/02


2021

Sicredi do Vale do São Francisco com nova diretoria

Com a perspectiva de chegar a R$ 500 milhões de ativos totais em 2023, a cooperativa de crédito Sicredi Vale do São Francisco empossou, ontem, a nova diretoria executiva para o quadriênio 2021/2024. Obedecendo os protocolos de saúde para prevenção à Covid-19, a solenidade começou com os pronunciamentos dos representantes da nova diretoria, Albérico Pena (diretor-executivo), Benedyto Sávio (diretor de Negócios) e Edson Cavalcanti (diretor de Operações).

De acordo com o presidente do Conselho de Administração da entidade, Antonio Vinicius Ramalho Leite, os novos diretores têm pela frente o desafio de ampliar os horizontes da cooperativa, que vem obtendo um dos melhores desempenhos entre as 108 unidades do Sistema Sicredi em todo País. “Além do crescimento dos ativos totais, vamos trabalhar para obtenção de sobras da ordem de R$ 15 milhões e uma carteira de crédito de R$ 150 milhões, além de chegar em 2024 com 9 mil associados”, ressaltou. Hoje o Sicredi Vale do São Francisco tem 4.450 associados.

Para o diretor de Operações, Edson Cavalcanti, as metas da nova diretoria executiva refletem o potencial de desenvolvimento do Vale do São Francisco. “Vamos potencializar as vocações da região, maximizando o trabalho a partir de Petrolina-PE e Juazeiro-BA com metas financeiras e físicas realizáveis”, pontuou.

Edson Cavalcanti acrescentou também que, até o final do ano, o Sicredi Vale do São Francisco entregará a agência da avenida da Integração (próximo ao Hospital da Unimed) em Petrolina, em fase final de construção. “Temos ainda como meta a expansão dos negócios e ações sociais para cidades circunvizinhas com um projeto itinerante que vai levar atividades educativas de cooperativismo de crédito e de capacitação, além da difusão dos nossos 305 produtos com destaque para o empréstimo consignado, de veículos, energia solar, para capital de giro e aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas e médicos”, concluiu.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

20/02


2021

Governo anuncia abertura da Barragem do Muquém

Ainda durante o acionamento das comportas do Ramal do Agreste, em Sertânia, ontem, o Governo Federal anunciou outras ações. Uma delas diz respeito à abertura da Barragem do Muquém, em Floresta. Os ministros do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e do Turismo, Gilson Machado Neto, além do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), divulgaram a liberação de 3,5 milhões de metros cúbicos de água do Muquém para alimentar a Barragem do Juá, também em Floresta.

A ação vai permitir com que o Riacho do Navio volte a ter água depois de muito tempo, abastecendo centenas de famílias do Sertão de Itaparica.


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Jornao O Poder

20/02


2021

Governo Bolsonaro massifica presença no Nordeste

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem feito diversas visitas ao Nordeste, na tentativa de massificar sua imagem. O acionamento das comportas no primeiro trecho do Ramal do Agreste, em Sertânia, na manhã de ontem, se soma a outras ações na região, onde o chefe do Executivo tem priorizado a conclusão de obras paradas há algum tempo.


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20/02


2021

Eriberto debate prioridades com Paulo Câmara

O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Eriberto Medeiros (PP), se reuniu com o governador Paulo Câmara (PSB), ontem, para tratar das prioridades do Estado na pauta legislativa de 2021. Combate à pandemia, retomada econômica e fortalecimento dos serviços públicos estavam entre os assuntos do encontro entre os chefes dos poderes.

Hoje a Alepe analisa projetos importantes do Governo do Estado, como a autorização para empréstimo no valor de R$ 1 bilhão para obras de infraestrutura, o auxílio emergencial para artistas do período carnavalesco devido à pandemia, entre outros temas. Os deputados estaduais também estão atuando de maneira proativa, dando apoio às ações do Governo nos 184 municípios, através da escuta e da articulação política.


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