FMO janeiro 2020

26/01


2020

Regina afinada com o governo Bolsonaro

Regina Duarte com Fabio Wajngarten

A atriz com o sorriso que é sua marca registrada, busca saber qual será sua autonomia na | Reprodução

O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
Por Gabriel Mascarenhas

Regina Duarte demonstra a cada movimento estar afinada com o governo Bolsonaro.

Numa conversa privada, Regina disse que a imprensa está perseguindo Fabio Wajngarten, o chefe da Secom acusado de conflito de interesses entre suas empresas e o cargo que exerce.


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Governo de PE - Redução nos Homicídios

26/01


2020

E a apuração do vazamento de óleo nas praias do NE, Ricardo Salles?

Como ficou a apuração do vazamento de óleo nas praias do Nordeste, Ricardo Salles?

Foto: Marcos Corrêa/PR/09.07.2019

Por Ancelmo Gois


Como ficou a apuração dos responsáveis pelo vazamento de óleo em mais de 2 mil quilômetros do litoral das praias do Nordeste, em setembro? E o navio grego Bouboulina, acusado de ser o responsável pelo vazamento? Esse ministro Ricardo Salles produz mais espuma do que chope.


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acolher

25/01


2020

Nota baixa em corrupção: Moro insiste na prisão em 2ª instância

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Por Estadão Conteúdo

A nota ruim do Brasil no ranking da corrupção fez o ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) retomar um tema que considera fundamental no combate a malfeitos - a prisão em segunda instância, enterrada em novembro pelo Supremo Tribunal Federal

"Combater a corrupção é agenda de País, não só de Governo", postou Moro em sua conta no Twitter.

Segundo o ministro, 'um primeiro passo fundamental é retomar a execução da condenação em segunda instância por emenda constitucional ou por lei ou por ambos'.

"Só assim condenados por corrupção podem ser, na prática, punidos", alerta.

Moro fez referência aos indicadores da Transparência Internacional, segundo os quais o Brasil ficou em 106.º lugar e teve os mesmos 35 pontos de 2018 - a pior desde o início da série histórica -, apesar da Operação Lava Jato e de tantas outras de combate a fraudes e desvios de recursos públicos promovidas pela Polícia Federal e pela Procuradoria da República.

O Brasil se iguala à Costa do Marfim, Macedônia, Mongólia, Albânia, Egito e Argélia.

"Indicadores da Transparência Internacional mostram como é difícil mudar a percepção sobre corrupção", escreveu o ministro. "Nota no Brasil não melhorou nos últimos anos apesar dos avanços da Lava Jato e de 2019. Isso significa que precisamos fazer muito mais, inclusive no Congresso."


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Prefeitura de Serra Talhada

25/01


2020

Queiroz vai explorar suposta ilegalidade na colheta de provas

Ex-assessor pretende afirmar que mensagens de celular apreendido não podem ser consideradas.

Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro Foto: Reprodução/SBT

Época - Por Guilherme Amado

Fabrício Queiroz pretende expor o que considera uma ilegalidade na colheita de provas do Ministério Público (MP) no inquérito que o investiga.

Queiroz avalia que o pedido do MP para a busca e apreensão de dezembro traz a senha para um futuro pedido de prisão contra ele: o celular de outra ex-assessora de Flávio Bolsonaro, Danielle Mendonça.

Apreendido durante a operação Os Intocáveis, que investigou a atuação de milicianos na Zona Oeste do Rio, o aparelho trazia mensagens em que ela diz a uma amiga que há muito tempo vinha “incomodada com a origem desse dinheiro”, referindo-se ao que recebia do gabinete.

Com outra amiga, ela confirmava a ilegalidade dos pagamentos que recebia.

Entretanto, segundo Queiroz, a Polícia Civil não tinha autorização para apreender o celular de Danielle, apenas o de seu marido, Adriano Nóbrega, acusado de pertencer a um grupo de extermínio, que está foragido.

Portanto, na avaliação do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, nada que consta do celular poderia ser usado como prova.

Em resposta à coluna, o MP do Rio afirmou que na operação Intocáveis "foram expedidos pelo Judiciário três mandados de busca e apreensão em endereços vinculados ao capitão Adriano, com autorização expressa para apreender qualquer bem, inclusive celulares, que tivessem relação com o crime".

O órgão afirmou também ter "verificado um encontro fortuito de provas" na análise dos celulares encontrados na residência do capitão e que, por isso, "solicitou ao Juízo da operação Intocáveis o compartilhamento de provas, tendo sido adotado o procedimento normativo regular".


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25/01


2020

MG: Defesa Civil confirma 30 mortes por causa de temporal

Ainda de acordo com a Defesa Civil, há sete feridos, 2.620 desalojados e 911 desabrigados em Minas Gerais.

Corpo de adolescente é resgatado no bairro Jardim Teresópolis, em Betim — Foto: Danilo Girundi/TV Globo

Por G1 Minas


A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais informou, neste sábado (25), que 30 pessoas morreram em decorrência das chuvas que atingem o estado nos últimos dias. O número foi atualizado em um boletim divulgado às 18h30.

Ainda de acordo com a Defesa Civil, há 7 feridos, 17 desaparecidos, 2.620 desalojados e 911 desabrigados em Minas Gerais. De acordo com o coordenador adjunto do órgão, tenente-coronel Flávio Godinho, os locais de cada morte serão divulgados ainda nesta noite.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Edgar Estevo, afirmou que houve mortes em Belo Horizonte, Ibirité e Betim. Ele não detalhou, entretanto, o número de mortes por cidade. Ainda de acordo com o coronel, os óbitos ocorreram em deslizamentos de terra e soterramentos.

Confira a íntegra aqui: Defesa Civil confirma 30 mortes em MG por causa da chuva


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Prefeitura de Limoeiro

25/01


2020

Presidente do BNDES vai falar

Montezano vai falar

Adriano MachadoAdriano Machado | Reuters

O Globo - Coluna de Lauro Jardim
Por Gabriel Mascarenhas

À distância, Gustavo Montezano já percebeu o tamanho do problema criado pela auditoria de R$ 48 milhões responsável por tentar abrir a célebre caixa-preta do BNDES.

Montezano vai convocar um entrevista coletiva assim que chegar de Davos, neste fim de semana, para dar suas explicações sobre os milhões atirados ao ralo.


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Banner de Arcoverde

25/01


2020

Construção civil deve fechar 2020 com saldo positivo em PE

Foto Leo Caldas/ Titular/Site:observatoriodorecife.org.br

Do Diario de Pernambuco - Por Luciana Morosini

As perspectivas para a construção civil são positivas para este ano, puxadas principalmente pela melhora na economia brasileira e pelo cenário de juros baixos. Segundo expectativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o setor deve apresentar crescimento de 3% em 2020, com potencial de gerar entre 150 mil e 200 mil postos de trabalho formais até dezembro. As estimativas positivas, inclusive, englobam também o mercado de luxo, que já tiveram um desempenho bom em 2019 e que deve fechar este ano em alta em Pernambuco.

Segundo José Maria Miranda, diretor da imobiliária Paulo Miranda Exclusive, braço de luxo da empresa, o ano passado foi positivo, fechando na casa dos dois dígitos, inclusive com novos lançamentos. "Os produtos se valorizam mais com a escassez deles e a gente consegue perceber que o mercado de luxo sempre continuou se valorizando. Ele sofre menos com as intempéries da economia porque os clientes deste tipo de imóvel são menos impactados. Tivemos lançamentos de imóveis com mais de 300 metros quadrados e com rápida absorção, teve opção na avenida Boa Viagem, local bastante valorizado", explica.

Confira a íntegra aqui:


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25/01


2020

Eduardo Bolsonaro ataca O Antagonista e a Jovem Pan

Deputado Eduardo Bolsonaro usou o Twitter para atacar veículos. Parao o parlamentar, os veículos são identificados com a direita.
"Isso não é jornalismo, é canalhice", disse em um dos tweets. 
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Do JC Online

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), utilizou rede social para atacar o site O Antagonista e a Jovem Pan, veículos de imprensa identificados com a direita. 

Em postagem feita pelo deputado, Eduardo critica O Antagonista e os chama de "canalhas" devido à matéria do site que afirma que Eduardo diz que Moro é "o nome preferido" da "extrema imprensa. O deputado se defende afirmando que não havia citado o ministro Sergio Moro. 

Em outra publicação, Eduardo Bolsonaro cita a Jovem Pan em resposta a tweet do Ministro da Educação, Abraham Weintraub, que diz ter ouvido à Jovem Pan e que a Rádio "não consegue mais disfarçar" o tratamento de "tapete vermelho" para o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). 

Eduardo respondeu ao tweet do ministro mencionando a Jovem Pan e jornalista, afirmando que "a lista só cresce". 


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25/01


2020

Bloco reúne multidão na Zona Norte do Recife

Prévia começou às 13h, com o anúncio da apresentação do artista, Wesley Safadão, que estava com a perna imobilizada. Trio elétrico arrastou foliões por Casa Forte.

Foto: Luna Markman/TV Globo

Por Luna Markman e Beatriz Castro, TV Globo

Uma multidão lotou a Rua Igarassu, em Casa Forte, na Zona Norte do Recife, para acompanhar a quarta edição do Bloco de Seu Antônio, neste sábado (25). A festa começou às 13h, com o anúncio da atração surpresa, que este ano foi o cantor Wesley Safadão.

O artista começou a apresentação em cima de um trio elétrico na Rua Igarassu, onde ocorreu a concentração do bloco. O cantor, que fez uma homenagem a Gabriel Diniz no Segura a Seringa, estava com uma tala no pé devido a um problema no músculo. Ainda assim, não parou de pular e cantar os hits da carreira.

O desfile tinha entrada gratuita e foi até as proximidades do Parque Santana. Teve gente que criou até camarote para conferir o show da varanda do apartamento ou da área comum dos prédios. Mas apenas as oito mil pessoas que compraram os ingressos participam da festa dentro da arena montada em frente ao parque público.

De acordo com a organização do evento, todos os ingressos disponibilizados foram vendidos. Também se apresentam neste sábado Henrique e Juliano, Saulo Fernandes e Latino.

Confira a íntegra da reportagem aqui: Com show surpresa de Wesley Safadãobloco reúne ...


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25/01


2020

Ministério da Justiça libera 14% de fundo para Estados

Ministério da Justiça liberou apenas 14% de fundo para Estados. 

Foto: site do Ministério da Justiça

Por Bruno Ribeiro e Vinicius Passarelli, do Estadão Conteúdo

A gestão do ministro Sérgio Moro foi a primeira a contar com recursos vindos das Loterias da Caixa para o enfrentamento à criminalidade. Mas dos cerca de R$ 1,8 bilhão previstos para o Fundo Nacional da Segurança Pública (FNSP), apenas R$ 248 milhões, 14% da previsão total, foram destinados aos Estados no ano passado, e com liberação feita apenas em dezembro.

Alguns dos repasses já liberados nem chegaram a ser recebidos pelas unidades da federação. Para o Mato Grosso, por exemplo, foram enviados R$ 10,5 milhões no fim de dezembro. No entanto, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado, o recurso ainda não está acessível. A pasta carimbou a verba para ser utilizada em serviços de reestruturação de órgãos de inteligência e da Polícia Científica do Estado.

Segundo o governo mato-grossense, sem os recursos do fundo, o Estado buscou verba de outras origens, como emendas parlamentares e receitas da Secretaria Nacional de Políticas contra Crogas (Senad) e do Fundo Penitenciário Nacional.

A liberação de recursos do FNSP foi uma das demandas levadas pelos secretários de segurança estaduais ao presidente Jair Bolsonaro em uma reunião ocorrida na quarta-feira. O fundo existe desde 2001, mas só foi turbinado com a receita dos jogos da Caixa a partir do ano passado. Da previsão original bilionária, o Ministério da Economia determinou um contingenciamento de R$ 1,1 bilhão ainda no começo do ano ( 65% do total). Por nota, o ministério informou que tinha um total liberado de R$ 262,8 milhões para ser repassado a fundos estaduais, e que empenhou (liberou para gasto) a totalidade daqueles recursos. A pasta não informou porque os repasses se concentraram em dezembro.

Os Estados já haviam recorrido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ter acesso ao recurso. Decisão de dezembro do ministro Dias Toffoli determinou que 50% do valor contingenciado fosse liberado. "A União aguarda o STF definir como deverá ser operacionalizado este repasse" , informou o Ministério da Justiça, por nota, calculando a verba disponível em R$ 546 milhões.

Da reunião de quarta-feira, o presidente Bolsonaro saiu encampando outra demanda dos secretários, a recriação do Ministério da Segurança Pública como resposta às demandas por mais atenção federal ao tema - o presidente recuou da proposta ontem.

O secretário de Minas Gerais, general Mario Lucio Alves de Araujo, que havia se posicionado contra a mudança, disse que o repasse baixo se deve ao contingenciamento de despesas e por entraves burocráticos próprios da gestão pública. "Não é porque tinha um ministério ou dois". Também pesou o apoio que diz receber do ministro Moro e a defesa de seu governo de um estado enxuto.

A socióloga Carolina Ricardo, diretora executiva do Instituto Sou da Paz, que acompanha o orçamento da segurança pública, destaca a falta de transparência no acompanhamento dos gastos do fundo. "Tem a informação do contingenciamento, mas não tem clareza." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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