FMO janeiro 2020

27/01


2020

Aliados e desafetos de Bolsonaro disputam eleitores do presidente em SP

Nomes como Joice Hasselmann (PSL) e Marco Feliciano (sem partido) disputam eleitorado de direita na capital paulista.

A deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) em depoimento à Comissão das Fake News
Foto: Geraldo Magela / Agência Senado

O Globo - Por Silvia Amorim

A falta de um candidato do presidente Jair Bolsonaro na eleição municipal de São Paulo está levando a uma pulverização de pretendentes a prefeito no campo conservador da capital paulista. Eles estão de olho no espólio eleitoral de Bolsonaro — o partido do presidente, o Aliança pelo Brasil, não deverá lançar candidatos. Três milhões de eleitores (44%) votaram no presidente no primeiro turno na cidade e agora, dois anos depois, passam a ser alvo da cobiça de candidaturas de direita.

Já são quatro os nomes desse campo político que se colocaram na disputa para prefeito: a deputada Joice Hasselmann (PSL), o ex-secretário municipal Filipe Sabará (Novo), o deputado Marco Feliciano (sem partido) e o deputado estadual Arthur do Val, Mamãe Falei (sem partido).


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Governo de PE - Redução nos Homicídios

27/01


2020

Espírito Santo: quase 9 mil pessoas estão fora de casa após chuvas

Nove pessoas, incluindo duas crianças, morreram desde que as fortes chuvas começaram, no dia 17 de janeiro. Cidades mais prejudicadas estão no Sul do Estado.

Marechal Floriano neste domingo, 26 de janeiro de 2020 — Foto: Roberto Pratti/TV Gazeta

Por G1 - ES

Quase 9 mil pessoas ainda estão fora de casa no Espírito Santo em consequência das fortes chuvas que atingem o Estado desde o dia 17 de janeiro. A informação está no Boletim da Defesa Civil Estadual divulgado no início da noite de ontem. O número vem aumentando de acordo com as apurações do Corpo de Bombeiros nas localidade afetadas.

Na atualização do boletim consta ainda que 18 municípios estão em alerta máximo para alagamentos e deslizamentos de terra. Quarenta e três estão em alerta moderado. No total, 49 estão com algum tipo de alerta vigente, o que representa 62% das cidades do Espírito Santo.

Desde que as chuvas começaram, nove pessoas morreram, incluindo duas crianças. Três vítimas que estavam desaparecidas em Castelo foram encontradas com vida neste domingo, segundo a Defesa Civil. No total, 5.668 pessoas estão desalojadas e 3.246 estão desabrigadas em todo o Estado.

Alegre é o município com mais pessoas desabrigadas, com 2.372 moradores que não têm condições de ficar em suas casas e também não têm para onde ir. Eles estão acomodadas em abrigos na igreja da comunidade de Rive e no ginásio de Rive.

Isso aconteceu após o alerta de risco de rompimento de barragem Francisco Gros, mais conhecida como barragem São João, válido para as comunidades de Rive e Placa, que precisaram deixar suas casas. O volume de água é grande. 

O governo federal reconheceu o decreto de estado de calamidade pública para quatro municípios: Iconha, Alfredo Chaves, Vargem Alta e Rio Novo do Sul. Neste sábado, um mutirão de voluntários convocado pelo governo do estado esteve em Iconha para fazer a limpeza da cidade.

Das nove mortes registradas desde o dia 17, duas aconteceram no sábado (25), quando duas crianças morreram soterradas, sendo uma em Conceição do Castelo e a outra em Iúna. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil informaram que ainda não têm mais detalhes sobre esses casos.

Há diversos pontos de interdição parcial e total em estradas e rodovias que cortam o Estado, o que dificulta a operação de resgate e a comunicação das equipes, em alguns casos.

Abastecimento interrompido

A Cesan precisou suspender o abastecimento de água nos municípios de Marechal Floriano, Domingos Martins e no distrito de Santa Isabel devido ao alagamento da estação de captação.

"Os técnicos da Cesan estão atuando para implantar uma captação de água alternativa para os municípios, mas ainda não há previsão para restabelecimento do sistema", informou a Companhia.

Norte e Noroeste

Chove também nas cidades do Norte e Noroeste do Espírito Santo, mas o maior alerta para essas regiões é sobre o aumento dos níveis dos rio Guandu e Doce. A Defesa Civil Estadual já emitiu um alerta para a população.

Em Baixo Guandu, a situação é mais grave porque toda a água que desce do município de Afonso Cláudio deságua no Rio Guandu. A Defesa Civil Municipal até abriu as comportas da represa que fica no Centro da cidade para que a água escoe mais rápido.

As cidades às margens do Rio Doce também estão em alerta. Nesse caso, por causa das chuvas em Minas Gerais. O nível de água já tem subido e pode chegar à cota de inundação nos próximos dias.


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acolher

27/01


2020

TRF-3 mantém suspensa divulgação do resultado do Sisu

Desembargadora disse que governo ainda precisa dar posicionamento 'seguro e transparente' sobre correção do Enem. Advocacia-Geral da União pode recorrer ao STJ ou ao STF.

Imagem G1/TV Globo

Por Mariana Oliveira, TV Globo

A presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), desembargadora Therezinha Cazerta, rejeitou na noite de ontem pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para derrubar a decisão que suspende a divulgação do resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) após o encerramento das inscrições – às 23h59 de ontem.

O governo ainda pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Procurada pela TV Globo, a AGU disse que recorrerá da decisão da desembargadora, mas ainda avalia se o recurso será apresentado ao STJ ou ao STF.

Com a decisão do TRF-3, segue em vigor a liminar (decisão provisória) concedida pela Justiça Federal de São Paulo – que impede que os resultados sejam divulgados na terça-feira (28), data estimada pelo governo.

Para a presidente do TRF-3, os entendimentos da Justiça Federal de São Paulo "nada mais fizeram do que proteger o direito individual dos candidatos do Enem a obterem, da administração pública, um posicionamento seguro e transparente a respeito da prova que fizeram".

"Dar prosseguimento ao cronograma, nessa direção, sem enfrentar adequadamente as consequências de algo ocasionado pela própria União Federal é que é um risco à política educacional do país, e não o contrário, porque implica, como fica claro do que consta nestes autos, validar os resultados de um exame, utilizando-o para definir o futuro das pessoas e balizar políticas públicas, sem que houvesse um grau mínimo de transparência a respeito dos pedidos apresentados pelos candidatos e uma reavaliação do impacto que o equívoco teve para os demais candidatos", afirma Therezinha Cazerta na decisão.

A 8ª Vara Cível de SP ordenou que o governo comprove que o erro na correção das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi totalmente solucionado.

Para a AGU, a decisão de São Paulo representa "prejuízo a todos os estudantes que obtiveram nota necessária e que não poderão ingressar desde logo e mais brevemente em instituição pública de ensino superior".

O que diz a desembargadora

Na decisão de 24 páginas, a desembargadora destacou que a suspensão de liminar é "um mecanismo processual excepcional", que não pode servir para corrigir uma decisão da instância inferior. Para ser concedida, deve afetar valores como saúde, segurança e economia pública.

Por isso, na avaliação dela, o argumento do governo de que um juiz de São Paulo não poderia ter decidido, porque uma ação parecida chegou primeiro na Justiça em Brasília, não serve para suspender a liminar. Conforme a desembargadora, cabe ao governo recorrer nas vias próprias para tentar enviar o processo para Brasília.

Therezinha Cazerta afirmou também que, segundo a Defensoria Pública da União em SP, "houve um equívoco na correção das provas" do Enem.

Segundo a desembargadora, há um problema "evidente" porque quase 6 mil candidatos tiveram as provas novamente corrigidas e também é preciso atentar para a metodologia aplicada aos demais candidatos.

"Assim, mais do que apenas corrigir as provas em que havia o erro gráfico – primeiro aspecto do problema – seria necessário colher uma nova amostra – fazendo-o de um universo em que todas as provas estivessem corretamente corrigidas –, calibrando os itens do exame novamente e produzindo, por consequência, uma nova correção de todas as provas, em que aplicados esses novos parâmetros."

Por essa razão, segundo Therezinha Cazerta, a Justiça de São Paulo pediu que o governo comprovasse que a situação foi resolvida. A desembargadora afirmou ainda que o governo não conseguiu comprovar que haverá prejuízo com a suspensão do processo do Sisu até uma averiguação detalhada.

Ela afirmou ainda que a situação provocou uma "crise" de "confiabilidade" em relação ao Enem. E que o governo não pode se recusar a dar uma "satisfação transparente".

"Os efeitos decorrentes da decisão do juízo de primeiro grau – a exigência de que o Estado forneça uma resposta transparente e adequada, mesmo que ausente mudança de nota, àqueles que o solicitaram – não são inócuos, mas, pelo contrário, traduzem-se na proteção aos direitos dos concorrentes ao exame de terem os esforços que despenderam na realização da prova respeitados pelo ente público", diz trecho da decisão.

Conforme a desembargadora, a decisão de primeira instância "exige, em síntese, que a União Federal aja com um mínimo de responsabilidade em relação à situação por ela própria criada, fornecendo uma resposta".

Para ela, o governo precisa responder se o erro "prejudicou ou beneficiou" alguém. "Nesse sentido, ao contrário do que consta na nota, a pergunta que incumbe à União Federal responder, de forma clara e direta é se a utilização de uma amostra em que contidas provas corrigidas equivocadamente prejudicou ou beneficiou algum candidato do Exame Nacional do Ensino Médio relativamente aos demais – algo que, reitere-se, não está claro dos autos", declarou Therezinha Cazerta.

O que diz o governo

No recurso de 60 páginas apresentado ao TRF-3, a AGU informou que não foi formalmente notificada da decisão da Justiça de São Paulo, mas que recorreu antes disso "diante do grave risco de lesão para todos os programas do Ministério da Educação de acesso à educação superior". Isso porque, ao suspender o Sisu após o prazo de inscrições, também podem ficar comprometidos o Prouni e o Fies.

O governo disse ao TRF-3 que, assim que os problemas foram detectados, tomou "todas as medidas administrativas necessárias para solução dos problemas" e que há diversas ações protocoladas no país, inclusive antes da que chegou em São Paulo, e por isso o juízo do estado não deveria ser responsável pelas ações. Para o governo, a Justiça do Distrito Federal recebeu antes um processo e, portanto, deveria ser a único responsável por analisar ações sobre o tema.

A AGU diz ainda que a Defensoria Pública, autora da ação que gerou a decisão, tem competência apenas para interesses de pessoas necessitadas. "A DPU não apresenta legitimidade para a defesa dos interesses específicos desse grupo de alunos sem que tenha sido feita uma avaliação do real estado da hipossuficiente desses alunos", afirma o recurso.

Falha no Enem

Na última segunda-feira (20), o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, disse que um erro na gráfica Valid Soluções S.A. provocou falha na correção de gabaritos.

Lopes afirmou que a gráfica imprime o caderno de questões do candidato, que é identificado com um código de barras do aluno. Depois, imprime o cartão de respostas (gabarito), que também tem um código. Outra máquina une estes dois documentos. O erro ocorreu nesta união e na geração do código de barras.

"O que acontece? A gráfica imprimiu a prova e um cartão resposta. Tem um código de barras do aluno. Uma outra máquina pega essa prova e faz a associação com o gabarito e grampeia. Neste momento, temos o código de barras da prova e o código de barras do cartão resposta. Há um casamento: a associação entre a prova e o participante. Neste processamento da gráfica foi onde ocorreram estas inconsistências", disse Lopes.

Segundo o Inep, órgão responsável pelo exame, após a revisão, foram identificados problemas em cerca de seis mil provas. Ao todo, 3,9 milhões de pessoas fizeram o Enem 2019.


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Prefeitura de Serra Talhada

27/01


2020

Embaixada confirma suspeita de brasileiros com coronavírus nas Filipinas

Ministério diz que os possíveis contaminados seriam um casal e uma criança de dez anos com histórico de viagem recente à China.

Médico atende paciente com pneumonia causada por novo coronavírus no hospital da Universidade de Wuhan
22/01/2020 cnsphoto via REUTERS

Do Portal Terra - Por Reuters

A embaixada brasileira em Manila, nas Filipinas, confirmou notícia de que há brasileiros naquele país com suspeita de terem contraído o novo coronavírus, informou ontem o Ministério de Relações Exteriores. 

Citando informações de portais de notícias filipinos, o Ministério diz que os possíveis contaminados seriam um casal e uma criança de dez anos com histórico de viagem recente à região foco na China, mas que o diagnóstico ainda não foi confirmado.

Citando informações de portais de notícias filipinos, o Ministério diz que os possíveis contaminados seriam um casal e uma criança de dez anos com histórico de viagem recente à região foco na China, mas que o diagnóstico ainda não foi confirmado.

A família estaria num hospital de Palawan, a cerca de 800km da capital, Manila.

O coronavírus já matou 56 pessoas e contaminou outras 2 mil na China. Autoridades de saúde ao redor do mundo correm para evitar uma pandemia, depois que alguns casos foram relatados em países como Tailândia, Austrália, Estados Unidos e França.

A maioria dos casos aconteceu em Wuhan, na região central da China, onde se acredita que o vírus tenha se originado em um mercado que comercializava ilegalmente animais silvestres.


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27/01


2020

Boca de urna aponta derrota da extrema-direita de Salvini

Eleições na Itália

Matteo Salvini durante comício com a candidata Lucia Borgonzoni, em 18 de janeiro em Maranello - AFP/Arquivos

Da ISTOÉ - Por AFP

A candidata de extrema-direita da Liga de Matteo Salvini teria perdido nas eleições regionais cruciais de Emília-Romanha (norte), consideradas um teste nacional na Itália, segundo pesquisas de boca de urna divulgadas ontem.

O atual presidente da região, Stefano Bonaccini, do Partido Democrático (esquerda), teria ganhado com entre 48% e 52% dos votos de Lucia Borgonzoni da Liga, que teria obtido entre 43% e 47%.

O resultado em Emília-Romanha é crucial para a frágil coalizão que governa a Itália, formada pelo PD e o Movimento 5 Estrelas (M5E, antissistema), que temia que uma vitória da extrema-direita neste bastião de esquerda desatasse a queda do governo.

A taxa de participação na região foi recorde, de 67,1%, quase o dobro em relação a 2014. Se mobilizaram sobretudo os eleitores das cidades, entre elas Bolonha e Reggio Emilia.

Salvini, que lidera as pesquisas a nivel nacional, com 30%, sonhava em voltar ao poder e conquistar, com sua política nacionalista e xenofóbica, essa próspera região do norte da península, governada desde a queda do fascismo pela esquerda, orgulho de todo o país por seu modelo econômico e seu estilo de vida.

“A Emília-Romanha continua vermelha”, afirmou o jornal local de Bolonha.

A derrota da Liga vai ter repercussões políticas, mas já representa um alívio à coalizão governamental.

Para analistas e cientistas políticos, essas eleições regionais tinham se tornado um “referendo” a favor ou contra Salvini e a favor ou contra o governo de coalizão no poder.


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Prefeitura de Limoeiro

27/01


2020

Estrela do basquete e filha morrem em queda de helicóptero nos EUA

Acidente perto de Los Angeles deixou 9 mortos.

Kobe Bryant e a filha de 13 anos Gianna Maria, em foto de julho de 2018 — Foto: Harry How/Getty Images via AFP/Arquivo

Do G1

O ex-jogador da NBA Kobe Bryant, astro do Los Angeles Lakers, morreu aos 41 anos ontem, vítima de um acidente de helicóptero nos arredores de Los Angeles, na Califórnia, nos EUA. Além de Bryant, morreram ainda outras oito pessoas que também estavam no helicóptero – entre elas, a filha de 13 anos do ex-jogador da NBA, Gianna Maria. A informação foi publicada originalmente pelo site americano "TVZ" e foi confirmada posteriormente.

Nenhum tripulante do helicóptero sobreviveu. Entre os outros tripulantes mortos, além de Bryant e da filha Gianna, estão o piloto do helicóptero, uma colega do time de Gianna e um parente dessa colega. Eles estavam a caminho de um centro de treinamento, no Norte de Los Angeles. Bryant tinha quatro filhas.

A informação de que nove pessoas estavam no helicóptero, incluindo Kobe Bryant, é da polícia local. Anteriormente, a informação era que cinco pessoas estavam na aeronave. A polícia local ainda falou na coletiva de imprensa que a equipe encontrou destroços do helicóptero e agiu para acabar com o incêndio no local, além de preservar o ambiente para as investigações. A identificação por DNA ainda será feita para ter uma confirmação oficial da identidade das pessoas.

A mulher de Bryant, Vanessa, não está na lista de vítimas. O modelo do helicóptero era Sikorsky S-76, do ano de 1991, segundo o porta-voz da Administração Federal de Aviação, Allen Kenitzer. O acidente foi às 9h47 da manhã no fuso horário local (14h47 em Brasília). Havia nuvens e nevoeiros naquele momento, mas ainda não está claro se o tempo teve alguma relação com o acidente. O fogo na aeronave só foi apagado aproximadamente uma hora depois, já que houve dificuldade em razão do elemento químico magnésio.

"Nós estamos agora investigando esse acidente. Vamos transferir essa investigação para a agência federal responsável por aeronaves. Vamos recuperar tudo que resta. Não tivemos sobreviventes. Nove pessoas estavam a bordo: o piloto e mais oito [pessoas]. Não podemos identificar ninguém neste momento. Não seria adequado fazer isso agora, seria desrespeitoso", disse Alex Villanueva, xerife do Condado de Los Angeles, em coletiva de imprensa no domingo (26).

"É com tristeza que nós descobrimos a morte de Kobe Bryant e outras quatro pessoas em um acidente de helicóptero em Calabasas [arredores de Los Angeles]. A aeronave caiu em um campo remoto perto de Las Virgenes por volta das 10h desta manhã. Ninguém no chão se feriu. A FAA e a NTSB estão investigando", diz uma nota oficial do município de Calabasas.

Bryant começou a carreira de jogador de basquete profissional em 1996 e foi campeão da NBA cinco vezes (2000, 2001, 2002, 2009 e 2010). O ex-jogador da NBA também chegou a conquistar duas medalhas olímpicas (2008 e 2012) e se aposentou das quadras em 2016.

Ontem, Bryant parabenizou nas redes sociais o jogador de basquete LeBron James por tê-lo ultrapassado e assumido o terceiro lugar na lista de maiores pontuadores da história da NBA no sábado (25), durante uma partida contra o Philadelphia 76ers.

"Kobe Bryant foi um ícone no basquete mundial, é um atleta de nível superior. A gente tinha um orgulho muito grande. Quando eu ficava em frente à televisão vendo ele jogar era um colírio muito grande para os nossos olhos. Ele tinha uma visão de quadra, uma leitura de jogo maravilhosa, ele tinha as assistências. Para falar a verdade, ele era bom em tudo. Ele era maravilhoso. Foi uma perda irreparável", disse Hortência em entrevista ao vivo para a GloboNews


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26/01


2020

Consumidor ainda não tirou proveito da redução do preço da gasolina

Redução do preço da gasolina: tem alguém tirando proveito, e não é o consumidor

O Globo - Por Ancelmo Gois

A Petrobras diminuiu duas vezes o preço do combustível este mês, a primeira delas no dia 14. 

Mas nos postos a queda não é sentida pelos motoristas. Pelo contrário. A ANP divulga segunda (27), que o preço médio de revenda da gasolina apresentou, na última semana, uma variação positiva de 0,17% na comparação com a semana anterior. No caso do etanol, a elevação foi de 0,19%, e do diesel, de 0,24%.


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26/01


2020

E-readers deve ficar restrito a nicho

Leitor eletrônico deve ficar restrito a nicho dos fascinados por tecnologias antiquadas. Mesmo com o impulso da varejista americana Amazon, os e-readers nunca chegaram a ser um dispositivo de massa.

Por Estadão Conteúdo

Lançados em meados da década de 2000, os leitores eletrônicos (ou e-readers) fizeram muita gente questionar se o livro de papel estava com os dias contados. Em seu auge, disputavam com os tablets um espaço nas lojas e nos bolsos dos consumidores. Hoje, porém, seu destino parece ainda mais cruel que o previsto para iPads e seus similares. "Tem gente que ainda compra telefones de flip e leitores de DVD. Por que não teria gente que compra e-readers?", brinca a analista Mikako Kitagawa, da consultoria Gartner.

Na visão dela e de outros analistas, os leitores eletrônicos estão fadados a entrar para o nicho dos fascinados por tecnologias antiquadas. A principal delas é o e-ink, nome dado às telas dos e-readers: uma inovação que tentava imitar o livro de papel, sem cansar a vista como fazem as luzes azuis emitidas por PCs e smartphones. Quem primeiro trouxe a tendência ao mercado foi a Sony, em 2006, mas quem melhor representou esse ideal foi o Kindle, da Amazon.

Mesmo com o impulso da varejista americana, os e-readers nunca chegaram a ser um dispositivo de massa. No ápice, em 2011, a líder de mercado Amazon chegou a vender 23,2 milhões de unidades. Cinco anos depois, a marca era de apenas 7,1 milhões, em um declínio que pode ser sentido em toda a categoria. E a queda pode aumentar: segundo projeções do portal de informações Statista, a receita com a venda de leitores eletrônicos pode cair para US$ 160 milhões em 2025 - em 2018, foi de US$ 460 milhões.

No Brasil, o volume é muito pequeno: apenas 18 mil unidades foram vendidas em 2019, segundo consultoria de mercado Euromonitor. A projeção da empresa é que esse número caia para 14 mil em 2024.

Mas há quem acredite que a categoria não vá sumir por completo. "Mesmo com o declínio, o e-reader vai continuar existindo por conta da Amazon, que é a maior vendedora de e-books do mundo", explica Gustavo Camargo, analista de marketing do instituto de tecnologia Sidi. Faz sentido: em um ambiente tecnológico em que o hardware está perdendo protagonismo para os serviços, contar com um dispositivo com jeitão de ultrapassado é detalhe. O que importa é o que ele permite consumir.


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26/01


2020

Brigas no governo Bolsonaro

Crédito: Reprodução

Por Carlso Brickmann

Carluxo, filho 02 de Bolsonaro, já acusou Fábio Wajngarten de trabalhar mal – e foi ele que indicou o titular da Secom. Regina Duarte fez uma declaração de que gostaria de selar a paz entre o Governo e os artistas – é justo o que Bolsonaro não quer ouvir, ele que prefere a espada à paz. Logo surgiram ataques a Regina – de um IPTU que ela estaria devendo hoje numa casa vendida há cinco anos. Já o diretor da Secom, além de ser atacado pelo 02, não é defendido por Moro. Mas Bolsonaro disse que ele fica e mais tarde, estudando   melhor o assunto, talvez mude.

O ministro do Turismo, acusado de chefiar um laranjal, está bem, sem que ninguém o toque. Aliás, nem Moro.

 


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26/01


2020

Após crise, Sérgio Moro indica alinhamento com Bolsonaro

Moro também defendeu transferência de chefes de facções a presídios federais

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil (17/6/2019) / Estadão Conteúdo

Por Estadão Conteúdo

O Ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, apresentou ontem, mais números relacionados ao combate ao crime organizado e sugeriu alinhamento com o presidente Jair Bolsonaro. A manifestação, feita em seu perfil do Twitter, veio depois de uma crise envolvendo ele e o mandatário sobre a possibilidade de remoção da área de Segurança de suas atribuições.

Nos posts da rede social, Moro também defendeu a transferência de chefes de facções a presídios federais - uma medida tomada em sua gestão que desagrada alguns governadores de Estado e seus respectivos secretários de Segurança Pública.

"Seguindo a orientação do PR Jair Bolsonaro, estamos sendo firmes com o crime organizado, isolando as lideranças em presídios federais. Em 2019, ingressaram mais criminosos nos presídios do que saíram. Em 2018, havia sido o oposto...", escreveu.

"342 criminosos perigosos foram transferidos aos presídios federais em 2019. Ao final do ano, eram 624, recorde histórico. Pela lei anticrime, todas as conversas com visitantes são gravadas, o que reduz a possibilidade do envio de ordens para a prática de crimes lá fora", acrescentou, citando a norma que entou em vigor na quinta-feira.

A crise entre Moro e Bolsonaro foi chegou ao fim na última sexta-feira, quando o presidente recuou da ideia de desmembrar o Ministério da Justiça e Segurança Pública, depois de uma forte reação contrária de quem interpretou a medida como uma forma de esvaziar a atuação do ex-juiz da Lava Jato no governo.

Para aliados de Moro, Bolsonaro quis dar uma "alfinetada" nele por sua participação no programa Roda Vida, da TV Cultura, na segunda-feira. Para assessores do presidente, o ministro não defendeu Bolsonaro com a "ênfase esperada" durante o programa. O nome de Alberto Fraga - ex-deputado federal, amigo e interlocutor do presidente - apareceu em primeiro lugar na bolsa de apostas para assumir a nova pasta

A possibilidade de desmembrar o ministério foi levantada na quarta-feira, quando os secretários estaduais de Segurança conseguiram uma reunião com o presidente e apresentaram uma série de demandas, inclusive a recriação de um ministério exclusivamente para cuidar da área de segurança.

Após a reunião, Bolsonaro anunciou publicamente apenas essa sugestão - a mais polêmica - o que foi interpretada pelos secretários como um endosso do presidente à ideia.

A ação de Moro de transferir presos perigosos a presídios federais é uma medida que causa descontentamento de alguns governadores. O chefe da administração do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), critica desde março a transferência de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, para Brasília.

"Soubemos da compra de casas, terrenos e comércios por integrantes de facções criminosas para morar no DF e proximidades. É inadmissível aceitar a instalação do crime organizado na capital da República", escreveu Ibaneis na época.


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Comentários

Fernandes

Apesar de trégua, crise entre Bolsonaro e Moro continua. Dinâmica da relação entre presidente e ministro é pautada por desconfiança. É um casamento de conveniência, no qual o sócio maioritário tem certeza que será traído pelo minoritário, dai o regime de contenção de tempo em tempo. Moro está com os dias contados.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Crise envolvendo ele e o mandatário sobre a possibilidade de remoção da área de Segurança de suas atribuições? Mais um Fake da grande imprensa corrupta e desacreditada. Não tem acesso ao Planalto como vem publicar uma asneira dessa. Pior, a Folha de São Paulo ter como fonte o Bebiano que foi expulso do poder em razão de estar querendo fazer lobby para a Globo. A imprensa está tão desacreditada que até quando publica verdade, não se acredita.



26/01


2020

Gilson diz que Bolsonaro fará conferência

Embora uma fonte bem próxima ao presidente da Embratur, Gilson Neto, tenha confirmado a presença do presidente no Recife, próximo sábado, para o ato de assinaturas pela criação do partido Aliança pelo Brasil, o próprio Gilson disse que a participação de Bolsonaro se dará por conferência. "Infelizmente, sua presença física não será possível. Ele fará uma vídeo conferência", explicou.


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26/01


2020

Metade das famílias brasileiras são chefiadas por mulheres

Imagem do stie observatório do 3ª Setor

O Globo - Coluna de Ancelmo Gois

Por Tiago Rogero

Nos últimos oito anos, aumentou em mais de 11 milhões o número de domicílios chefiados por mulheres no Brasil: no 3º trimestre de 2019 (dados recém-divulgados), eram 34,4 milhões, ante 23 milhões no mesmo período de 2012, segundo levantamento da consultoria IDados.

E não é só o número total que está crescendo, mas a proporção em relação aos homens. Em 2012, 36,7% dos domicílios eram chefiados por mulheres. Em 2019, já são nada menos do que 47,5%, ou seja: praticamente metade das casas.
Segue...

Em 2012, menos de um terço (31%) dessas mulheres que chefiavam domicílios moravam com cônjuge. Em 2019, o índice passou para quase a metade: 44%.
A maioria de chefes de casa mulheres segue sendo negra: 55,5% do total (em 2012, as pretas e pardas eram 51%).


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