Faculdade de Medicina de Olinda 2

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2019

Augusto Aras tem atuação afinada com Bolsonaro

Em 1 mês e meio na PGR, Aras tem atuação afinada com Bolsonaro. Procurador-geral da República arquiva pedido de indenização a uma comunidade indígena e abre espaço a procuradores bolsonaristas.

JBolsonaro cumprimenta o procurador-geral da República, Augusto Aras, Foto: Jorge William / Agência O Globo

O Globo - Vinicius Sassine

 

Em um mês e meio como procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras tem tido uma atuação sem atritos com o presidente da República, Jair Bolsonaro. Escolhido para o cargo fora da lista tríplice votada pela categoria, Aras já arquivou um pedido de indenização a comunidades indígenas. No caso Marielle Franco , descartou abrir investigação sobre a suposta citação ao nome de Bolsonaro por um dos acusados do crime, e determinou abertura de inquérito sobre o porteiro que citou o nome do presidente. Aras também abriu espaço a procuradores considerados bolsonaristas em seu gabinete.

Dentro do Ministério Público Federal (MPF) , os primeiros atos de Aras foram vistos como esperados, dado o contexto de sua indicação ao cargo. Quando escolheu Aras para chefiar a PGR, Bolsonaro explicou que o principal critério foi a busca por um procurador-geral que não fosse “xiita” em áreas como a ambiental.

Neste tema, Aras já mudou uma posição adotada por sua antecessora, Raquel Dodge.


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Prefeitura de Abreu e Lima

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2019

Emprego: presidente lança hoje Programa Verde Amarelo

Bolsonaro lança Programa Verde Amarelo para estimular a contratação de jovens entre 18 e 29 anos e pessoas acima de 55. Saiba o que está previsto no pacote do emprego que será anunciado nesta segunda.

Foto: José Cruz/Agência Brasil

O Globo

 

O presidente Jair Bolsonaro lança nesta segunda-feira, às 17h, o  Programa Verde Amarelo para estimular a geração de emprego. O conjunto de ações — implementado por meio de medida provisória (MP) — será  restrito a jovens entre 18 anos e 29 anos  e pessoas acima de 55 anos de baixa renda, com remuneração de até 1,5 salário mínimo.

Os contratos de trabalho terão duração de dois  anos,  a serem assinados a partir de janeiro de 2020, sendo permitidas contratações até o fim de 2021.

A estimativa é que o programa contemple um universo de três milhões de jovens no primeiro emprego.

Para os empregadores, a vantagem é a redução dos  encargos trabalhistas. Segundo estimativa do economista José Pastore, o pacote de medidas vai resultar em uma desoneração da folha de 50%.  

Os únicos encargos que vão sobrar são a contribuição do FGTS, reduzida de 8% para 2%, e o Seguro de Acidente de Trabalho (SAT). Todos os demais, como recolhimentos para Previdência, Sistema S e salário-educação, serão zerados.

Além disso, a multa do FGTS nas demissões sem justa causa cairá de 40% para 20%.

As empresas não poderão substituir trabalhadores atuais por outros que tenham um custo menor.  Elas  só poderão contratar na nova modalidade empregados que excedam o montante existente quando do envio da MP ao Congresso.

Para compensar a perda de arrecadação com a desoneração da folha, o governo pretende usar os recursos que serão poupados a partir do pente-fino nos benefícios do INSS, que devem atingir R$ 9,8 bilhões este ano. Para 2020, espera-se uma redução de gastos graças ao pente-fino da ordem de R$ 20 bilhões.

Segundo fontes a par das discussões, o programa  será acompanhado de outras medidas na área trabalhista, como a redução da burocracia nos acordos entre empresas e funcionários sobre temas como banco de horas, horas extras e acordos judiciais.

A ideia é liberar totalmente os patrões das negociações com sindicatos quanto a banco de horas, por exemplo. Hoje, as empresas só podem negociar individualmente bancos de horas com duração de até seis meses.

Para Pastore, o programa do emprego deverá ter maior adesão de empresas de médio porte. São elas que geralmente se mostram mais cautelosas em momentos de retomada da atividade, preferindo trabalhar com informais. Com o programa, estes empregados poderão ser formalizados, comenta Pastore.

— Haverá uma forte desoneração, e o programa tem um nicho crítico importante — destaca Pastore, lembrando que um dos objetivos é beneficiar os trabalhadores mais vulneráveis.


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Prefeitura de Paulista

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2019

Câmara discute mudanças na constituição para 2ª instância

Discurssão é neste segunda (11), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

Antonio Cruz/ Agência Brasil

 

Do G1 

 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara tem sessão marcada nesta segunda (11) para discutir mudanças da Constituição que viabilizariam a prisão de condenados na 2ª instância. 

O debate ganhou força após o STF derrubar, na semana passada, uma decisão do próprio tribunal que permitia o cumprimento antecipado da pena.


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Prefeitura de Serra Talhada

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2019

Enem: 2º dia exigiu muito cálculo dos candidatos

Provas do segundo dia do Enem 2019 — Foto: Ana Carolina Moreno/G1

Do G1

 

O 2º dia do Enem exigiu muitos cálculos, segundo professores professores ouvidos. Foram 90 questões de matemática, física, química e biologia.

Entre os temas, questões cotidianas como aplicativos de paquera, o esporte slackline e receitas para remover o excesso de sal do feijão e tirar o cheio de alho da mão. Saiba mais.

O MEC diz que a abstenção foi de 27,2%, a menor já registrada.

Fotos da prova

Mais uma vez, imagens do caderno de questões circularam nas redes sociais. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse que não se trata de um vazamento. Segundo ele, foram casos isolados que ocorreram após o início da prova, sem prejuízo para os candidatos.


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2019

Bolívia: senadora reivindica direito de assumir presidência

A senadora da oposição, Jeanine Añez considera que deve assumir governo provisoriamente com o vácuo pelas renúncias de Evo Morales e outros da linha de sucessão.

Foto: Jeanine Añez (Twitter/Reprodução)

Da Veja - Por AFP

 

A senadora da oposição Jeanine Añez, segunda vice-presidente da Câmara dos Senadores, revindicou neste domingo 10 o direito de assumir a Presidência da Bolívia, após existir um vácuo de poder pelas renúncias do presidente Evo Morales e outras autoridades da cadeia de sucessão constitucional.

A Constituição boliviana prevê que o sucessor do presidente é o vice-presidente ou na falta deles, os titulares de senadores ou deputados por ordem de prelação. Hoje todos eles renunciaram aos seus cargos.

O primeiro vice-presidente do Senado, Rubén Medinacelli, das fileiras da situação, também renunciou, de forma que Añez crê que lhe corresponde assumir o cargo deixado vácuo com a renúncia de Morales.

“Estou na segunda vice-presidência e na ordem constitucional me corresponderia assumir este desafio (da presidência) com o único objetivo de convocar novas eleições”, disse Añez, entrevistada pela emissora de TV privada Unitel.

Morales demitiu-se do cargo neste domingo, pressionado por militares, policiais e comitês civis que exigiram que deixasse o cargo que ocupava desde 2006, a fim de “pacificar o país”.

Seguiram-no seu vice, Alvaro García, e os presidentes Adriana Salvatierra (Senado) e Víctor Borda (Deputados), que formam a cadeia de sucessão constitucional, ante a saída do primeiro mandatário, segundo a Carta Magna.

Um governo de transição, insistiu Añez, será para renovar o Tribunal Supremo Eleitoral e convocar eleições, em um prazo de 90 dias, segundo a Constituição.

A senadora também defendeu a convocação de sessões do Congresso bicameral, o mais rapidamente possível, “para considerar a renúncia dos primeiros mandatários”. También se necessita – de forma prévia – uma sessão de senadores para elegê-la no cargo de presidente.

Para isso, Añez deverá obter um “consenso dos movimentos cívicos” que pediram nas ruas a renúncia de Morales. A sorte do ex-mandatário foi definida com a solicitação de militares e de policiais amotinados para que deixasse o cargo.

Morales e grande parte de seu governo renunciaram neste domingo, após um relatório da auditoria da OEA que apontou irregularidades nas eleições de domingo, 20 de outubro.


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Prefeitura de Limoeiro

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2019

Bolsonaro comenta renúncia de Evo Morales

Bolsonaro voltou a comentar a renúncia de Evo Morales e publicou "grande dia" nas redes sociais. "A palavra golpe é usada quando a esquerda perde", acrescentou Bolsonaro.

Jair Bolsonaro e Evo Morales (Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil/ Pedro Ugarte/ AFP/VEJA)

Por Da Redação da Veja

 

Horas após defender a instauração do voto impresso no Brasil para evitar processos eleitorais conturbados como o que culminou com a renúncia de Evo Morales, Jair Bolsonaro voltou a comentar a queda do chefe de Estado boliviano desde 2006. Em entrevista ao jornal O Globo, questionado se a saída de Evo foi um golpe, o presidente brasileiro declarou que a palavra golpe é usada pela esquerda “quando perdem”.

“A palavra golpe é usada muito quando a esquerda perde, né? Quando eles ganham, é legítimo. Quando eles perdem, é golpe. Eu não vou entrar nessa narrativa deles aí. A esquerda vai falar que houve golpe agora”, disse Bolsonaro.

O presidente brasileiro também foi às redes sociais durante a noite para publicar que o domingo foi um “grande dia”.

No cargo desde 2006, Evo Morales renunciou neste domingo à presidência da Bolívia. O anúncio foi feito pela televisão, em rede nacional, após as forças armadas do país pedirem publicamente a saída do mandatário. Mais cedo, o agora ex-presidente havia anunciado que as eleições do último dia 20, na qual fora reeleito, foram anuladas e que convocaria nova votação. A OEA apontou fraudes no pleito.

Bolsonaro já havia declarado anteriormente que considerava o resultado das eleições bolivianas – que a princípio reelegeram Evo em primeiro turno – como “suspeito”. Embora tenha feito críticas à esquerda latino-americana de forma geral, o presidente brasileiro chegou a ponderar e dizer que “não queria problema” com o presidente boliviano.

Após a renúncia de Evo, o Itamaraty emitiu nota dizendo que “o Brasil considera pertinente a convocação de novas eleições gerais em resposta às legítimas manifestações do povo e às recomendações da OEA, após a constatação das graves irregularidades”. O ministério afirmou, ainda que os brasileiros confiam que a transição “será inteiramente constitucional”.


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Comentários

marcos

Seria a penteicostal? Kkk

marcos

Desculpem. Mobral Fake

marcos

Que igreja é essa pentecostais? Kkkkk Ui moral Fake

Fernandes

Áudios envolvem Bolsonaro e igrejas brasileiras no golpe na Bolívia. Matéria públicada pelo site Brasil 247 envolvem o governo Bolsonaro e igrejas pentecostais do Brasil no Golpe na Bolívia.


Capacitação de Candidatos

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2019

Joice Hassellmann prepara ataque a Bolsonaro

Valter Campanato/Agência Brasi

O Dia

 

A deputada federal e ex-líder do governo no Congresso, Joice Hasellmann (PSL-SP), promete causar polêmica em seu depoimento na CPMI das Fake News, esta semana. 

Segundo a coluna de Lauro Jardim (O Globo), ela prepara ataque ao presidente Jair Bolsonaro. 

De acordo com as informações, Joice reuniu perfis falsos usados pelos bolsonaristas e vai pedir a quebra do sigilo de endereços de IP. Ainda segundo a coluna, Bolsonaro tenta, nos bastidores, acalmar Joice.


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Magno coloca pimenta folha

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2019

Denúncia de suborno no caso Marielle

Foto: Renan Olaz/ Câmara Municipal do Rio

O Dia

 

Um relatório da Polícia Federal, enviado ao Ministério Público do Rio, afirma que o delegado da Polícia Civil Rivaldo Barbosa deve ser investigado no caso Marielle Franco. Na denúncia, Barbosa é apontado por receber R$ 400 mil em propina para evitar que os culpados pela morte da vereadora e do motorista Anderson Gomes fossem descobertos. Ele nega as acusações.

Rivaldo Barbosa, que já chefiou a Polícia Civil do Rio, teria sido citado numa conversa telefônica entre o miliciano Jorge Alberto Moreth, o Beto Bomba, e o vereador Marcello Sicilliano (PHS). Moreth teria dito que Barbosa recebeu dois pagamentos de R$ 200 mil, cada, por meio de um inspetor da DH da Capital identificado como Marcos.

O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do MPRJ confirmou, em nota, que os áudios telefônicos foram obtidos em ações de busca e apreensão e as “informações estão sendo investigadas sob sigilo”.


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