FMO janeiro 2020

16/02


2020

Concursos públicos: 17.486 vagas em várias regiões do país

Do UOL

Concursos públicos oferecem pelo menos 17.486 vagas em várias regiões do país. Esse número se refere a concursos selecionados (nacionais, com mais vagas e salários melhores). Se forem considerados todos os concursos, há mais de 25 mil vagas. Existem oportunidades em diversos cargos, destinadas a candidatos de todos os níveis de escolaridade. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 33,7 mil, dependendo da função desejada. C

lique aqui para ver a lista completa de concursos disponíveis nesta semana e com inscrições abertas nos próximos dias, com todas as opções. 

Veja aqui as vagas: Concursos públicos oferecem 17.486 vagas com salários de ...


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IPTU Cabo

16/02


2020

Volta a ideia de supermercados venderem medicamentos sem prescrição

O Globo - Por Ancelmo Gois

Com o número de farmácias crescendo mais do que o de templos evangélicos — entre 2013 e 2018, as drogarias saltaram 38,5% —, volta com força na Câmara a ideia de permitir que os supermercados possam vender medicamentos isentos de prescrição (MIPs). Na verdade, é uma novela antiga, que se arrasta há uns 30 anos, mas que agora voltou a esquentar.

Aliás, a turma da saúde privada está tão otimista com 2020 que a Confederação Nacional de Saúde projeta que o setor possa criar em média 111 mil novos postos de trabalho. Seria um salto em relação aos 88.400 gerados em 2019. No ano passado, o nicho respondeu por 14% de todas as vagas abertas no Brasil.


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Governo de PE - Decimo Terceiro

16/02


2020

Ministros do STJ irritados com o STF

Ministros do STF Foto: Divulgação

Época - Por Guilherme Amado

É grande a irritação entre ministros do STJ com seus colegas de STF.

A razão é a homologação da delação de Sergio Cabral, feita por Edson Fachin, sem que os ministros envolvidos — Napoleão Nunes Maia Filho e Humberto Martins — tenham sido ouvidos.

Diz um ministro do STJ:

"O Gilmar (Mendes) está certo. Tem que haver limite. É a imagem do tribunal que está indo para o lixo".


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acolher

16/02


2020

Por que não te calas?

Por Carlos Brickmann

É uma frase simples mas imortal: foi dita pelo rei da Espanha, Juan Carlos, ao dirigente venezuelano Hugo Chávez, que insistia em interromper o primeiro-ministro espanhol numa conferência. Paulo Guedes deveria saber que quem cuida de política econômica não fala: qualquer coisa que diga tem influência em preços, juros, câmbio. Se uma empresa listada em Bolsa fizer um comunicado, tem horário para isso: após o fechamento do pregão.

Paulo Guedes tem todo o direito de achar que o dólar mais alto é melhor (facilita exportações, dificulta importações, desestimula viagens ao Exterior, estimula estrangeiros a visitar o país). Tem todo o direito de preferir o dólar mais baixo (40% do valor de um automóvel, por exemplo, é importação; é mais fácil trazer equipamentos de última geração). Mas não tem o direito de se expor fora de hora, ainda mais com uma frase tão infeliz, segundo a qual, com o dólar baixo, “até domésticas estão voando para a Disney”. Tomara fosse verdade. Mas não é: e ele ou não sabe disso, o que prejudica seu desempenho, ou sabe, e prejudica quem acredita no que ele diz. O custo do linguassoltismo de Sua Excelência é de no mínimo US$ 2 bilhões, que o Banco Central teve de leiloar para evitar que o dólar disparasse no mercado.

Há fatores externos puxando o dólar para cima. Mas é preciso lembrar que, no ano passado, quase US$ 45 bilhões saíram do país, desesperançados. E os dólares que choveriam com a reforma da Previdência nem garoaram.

O Governo previa também que, com a inflação em baixa (efeito de Temer) e as expectativas de crescimento de até 2% do PIB, as exportações subiriam. Esperanças vazias: em janeiro, o déficit brasileiro na balança comercial foi de algo como US$ 1,7 bilhão. As medidas oficiais, até agora, tiveram muito apoio mas pouco resultado. Se os dólares só saem, o câmbio só vai subir.


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16/02


2020

Em entrevista, Moro critica Democracia em Vertigem

Foto: Reprodução/YouTube / Estadão

Por Estadão Conteúdo

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afastou a relação da Lava Jato com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, e a eleição de Jair Bolsonaro para a presidência da República, dois anos depois. "São movimentos que foram distintos. Claro que existe um contexto no qual o presidente foi eleito. Mas, assim, o impeachment não teve a nada a ver com a eleição do presidente Jair Bolsonaro. São coisas dissociadas", disse o ex-juiz federal de Curitiba.

A declaração de Moro foi feita em entrevista ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar estreou na última sexta-feira um programa de entrevistas em seu canal no YouTube, chamado de  O Brasil precisa saber. Antes da exibição, Eduardo divulgou o anúncio da gravação, chamando seus seguidores para acompanhar o programa. Moro fez referência ao impeachment e à eleição presidencial ao criticar o documentário Democracia em Vertigem, da diretora Petra Costa, indicado ao Oscar. "Para um documentário, acho que presta um desserviço aos fatos porque é uma visão deturpada daqueles acontecimentos."

A atuação de Moro na Lava Jato é contestada pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Supremo Tribunal Federal (STF). Os advogados do petista acusam o ex-juiz de agir com parcialidade ao condenar Lula no caso do tríplex do Guarujá e depois assumir um cargo no primeiro escalão do governo Bolsonaro. O julgamento da suspeição de Moro deve ser concluído ainda neste semestre na Segunda Turma do STF.

Custódia. Na entrevista, Moro elogiou o ministro Luiz Fux, do STF, por derrubar um item da lei anticrime que obrigava presos a serem submetidos à audiência de custódia em 24 horas. O dispositivo foi incluído no pacote proposto por Moro na tramitação do projeto no Congresso.

Ao ser questionado sobre futuros projetos a serem encaminhados ao Legislativo, destacou a intenção de deixar a Força Nacional de Segurança expressa na Constituição. A intenção é dar segurança a uma nova modelagem para o órgão, que atualmente reúne policiais estaduais em operações especiais. O ministro também se manifestou favorável à diminuição da idade penal para 16 anos em caso de crimes gravíssimos.  


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Cúpula Hemisférica

16/02


2020

Caso Hans River: mentiras demais

Por Carlos Brickmann

Hans River do Rio Nascimento, um ex-funcionário da Yacows, empresa de marketing digital que trabalhou para Bolsonaro em 2018, tenta se livrar de problemas na Comissão Parlamentar Mista de Inquéritos sobre Fake News inventando histórias sobre a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S. Paulo. Depois de passar informações sobre a empresa (confirmados por processo que tramitava na Justiça do Trabalho), para a jornalista, a Folha publicou reportagem mostrando que muitas firmas, entre elas a Yacows, usavam irregularmente nome e CPF de idosos para registrar chips de celular a partir dos quais disparavam mais mensagens em favor de seus candidatos. Logo depois de chegar a um acordo com a Yacows, River do Rio enviou mensagem de texto a Patrícia Campos Mello, dizendo: “Pensei melhor, estou pedindo pra você retirar tudo que falei até agora, não contem mais comigo”.

Até aí, tudo bem: mas, na CPMI, acusou Patrícia de ter “se insinuado sexualmente em troca de informações”. Só que as conversas foram gravadas. E mentir à CPMI pode render-lhe um indiciamento O deputado Eduardo Bolsonaro disse que não duvida que a jornalista tenha “se insinuado sexualmente em troca de informações para tentar prejudicar a campanha do presidente Bolsonaro”. Talvez acredite que mulheres não tenham capacidade para apurar uma reportagem. Só que não havia como: em dezembro, quando a história do assédio surgiu, as eleições já tinham se realizado.


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Prefeitura de Serra Talhada

16/02


2020

Evento no Rio contou com presença de Bolsonaro

Do Último Segundo

Ao mesmo tempo em que milhares de foliões se espalhavam pelas ruas do Rio para curtir os blocos de Carnaval, na enseada de Botafogo, o Ano da Unção Dobrada, evento promovido pela Igreja Internacional da Graça de Deus, reuniu cerca de 100 mil fiéis, segundo a organização. A festa marcou os 40 anos da congregação e contou com a presença de autoridades, entre elas, o presidente Jair Bolsonaro e o prefeito do Rio, Marcelo Crivella .

Logo às 6h, o Aterro do Flamengo, na Zona Sul da cidade, foi fechado ao trânsito de veículos. Cerca de mil ônibus de viagem foram fretados pelas igrejas para o transporte do público, que veio de diversas regiões do país. O evento começou por volta de 15h30, com apresentações de cantores gospel. Em um dos momentos mais aguardados pelos fiéis, o missionário R.R. Soares levantou um clamor a favor de Bolsonaro e de sua família.

"A Bíblia manda que oremos pelas autoridades. Temos que orar por ele", disse. Já Bolsonaro, agradeceu o apoio dos evangélicos. "Quero agradecer a todos vocês que acreditam na mudança. O Brasil tem um presidente evangélico ", afirmou.


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Prefeitura de Limoeiro

16/02


2020

"Moro e Bolsonaro: vejo uma coisa só", diz Rosângela

Do Terra, por Estadão Conteúdo

Em 2016, no auge da Operação Lava Jato, a advogada Rosângela Wolff Moro criou uma página no Facebook chamada "Eu moro com ele". O objetivo era reunir as homenagens feitas às investigações e, especialmente, os elogios direcionados ao seu marido, o então juiz federal Sérgio Moro, que cuidava dos casos em Curitiba. A página acabou desativada com a proximidade das eleições de 2018, mas o casal continua com forte presença nas redes sociais. No mês passado, após a mulher "pegar no pé", Moro abriu uma conta no Instagram, onde já é seguido por 1,1 milhão de pessoas.

Rosângela tem 305 mil seguidores no seu perfil. Lá, publica fotos de viagens e registros de encontros com o marido, e tece comentários sobre questões que abalaram o Judiciário, como a criação do juiz de garantias e o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

Também já simulou estar atrás das grades, espaço para onde foram despachados investigados por decisões de Moro. "Sensação de estar presa é estarrecedora. Não façamos nada de errado. Basta seguir o conselho de nossos pais", escreveu Rosângela.

Especializada em Direito Tributário, a advogada rejeita o rótulo de "digital influencer", mas abraça a alcunha de "fã número 1" do marido. Ela recebeu o Estado na última quarta-feira para uma rara conversa em Brasília, no escritório da Federação Nacional das Apaes, entidade voltada para a ajuda às pessoas com deficiência intelectual, uma de suas bandeiras pessoais.

Diante do clima de radicalização política no País, Rosângela acha que não dá para levar tudo "a ferro e fogo" na internet. "Tem pessoas (nas redes sociais) que respondem com vocabulário mais pesado, num tom mais de 'vamos comprar uma briga', mas não é o meu objetivo perder energia nisso", disse.

Abstinência. Católica, ela carrega na carteira um medalhão com a imagem de duas santas: Terezinha das Rosas e Rita de Cássia. Tenta se manter alheia às guerras políticas de Brasília, marcada na última semana por mudanças no ministério de Bolsonaro e pelo avanço militar na equipe. Sobre o governo, Rosângela é só elogios, inclusive à campanha da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que traz a abstinência sexual como uma das formas de evitar a gravidez precoce.

Confira a íntegra aqui: 'Moro e Bolsonarovejo uma coisa só', diz mulher do ministro


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Banner de Arcoverde

16/02


2020

Delação de Cabral atinge senadores

O Globo - Por Lauro Jardim

A delação de Sérgio Cabral não deixou de fora alguns ex-companheiros de Senado — mais precisamente o ex-senador Romero Jucá e os senadores Valdir Raupp, Renan Calheiros e Rose de Freitas.

Quando deputada, a capixaba Rose, de acordo com Cabral, recebia uma mesada que ele próprio mandava pagar.


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16/02


2020

Pesquisa: Moro, de novo

Por Carlos Brickmann

 

A pesquisa do portal jurídico Jota sobre as eleições presidenciais (calma: só ocorrerão em 2022) mostra Sérgio Moro em primeiro lugar, com 48,5%, Jair Bolsonaro em segundo (45,4%- praticamente empatado com Moro) e Lula (40,9%). Uma pesquisa tão longe das eleições está sujeita a todas as chuvas e trovoadas: uma campanha bem feita, o clima eleitoral, surpresas em geral. Não quer dizer rigorosamente nada. Vale apenas para acompanhar os acontecimentos e avaliar a movimentação dos candidatos. Pois a posição no grid de largada influi no ânimo de todos os presidenciáveis. Como estará a cabeça de Moro, por exemplo, sentindo que pode ser presidente e não vice?


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