Jaboatão dos Guararapes

12/09


2021

Arthur Mamãe Falei, do MBL, “lamenta” fracasso de ato

Um dos organizadores do ato pela saída do presidente Jair Bolsonaro em São Paulo, o deputado estadual Arthur do Val (Patriota-SP), conhecido como Mamãe Falei, tentou brincar com a baixíssima adesão ao evento: "Hoje é um dia muito triste aqui. A gente organizou esse caminhão, fez toda essa manifestação e acabou não vindo ninguém", disse em tom irônico o parlamentar, que integra o Movimento Brasil Livre (MBL).

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a manifestação contra o presidente Bolsonaro realizada na Avenida Paulista, hoje, reuniu cerca de 6 mil pessoas. O próprio MBL, contudo, estima 2 mil.


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Cabo Agosto 2021

12/09


2021

Carnaíba: vaquejada reúne mais de 2 mil pessoas

Blog do Nill Júnior

Mais de duas mil pessoas, a maioria jovens, sem uso de máscara ou distanciamento participaram de uma vaquejada em Carnaíba, no Sertão do Pajeú. Os eventos como shows dessa natureza estão proibidos pelo decreto estadual. 

Apenas eventos teste rigorosamente liberados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico estão autorizados. Já vaquejadas podem acontecer, sem público.

Pelas imagens, não houve interrupção por parte da Vigilância Sanitária. O evento aconteceu no Parque São Francisco, zona rural de Carnaíba.

Assim como ocorreu em Jabitacá, houve presença de pessoas de outras cidades, mostrando que aconteceu farta publicidade nas redes sociais.

Prefeitura de Carnaíba promete punição

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância em Saúde, esclareceu ao blog que a Vaquejada realizada ontem no sitio Santa Rosa não foi autorizada com presença de público, conforme termo de responsabilidade assinado pelo organizador do evento com a Vigilância Sanitária.

Ele se comprometeu a manter o espaço fechado para um público específico de competidores, com número limitado de pessoas. “Uma vez descumprido, o organizador será penalizado de acordo com o que fora acordado de antemão”.

“Ressaltamos que a Vigilância Sanitária esteve no local orientando sobre a seriedade em manter os protocolos, porém não conseguiu realizar interdição por questões que forje a sua governabilidade”, segue.

“No entanto, o descumprimento não passará impune. Desse modo, serão aplicadas rigorosamente as penalidades previstas pelas leis de proteção a saúde pública, uma vez que houve descumprimento dos protocolos, quando foi realizado o acordo de liberação mediante termo de compromisso com a Vigilância Sanitária Municipal”, conclui.


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Petrolina Julho 2

12/09


2021

Militares que comandam estatais ganham até R$ 260 mil

À frente de um terço das estatais com controle direto da União, militares de Exército, Marinha e Aeronáutica acumulam as remunerações recebidas por integrarem as Forças Armadas e os salários ou benefícios pagos pelas empresas. No governo de Jair Bolsonaro (sem partido), oficiais das três Forças ganharam cargos estratégicos e benefícios na administração pública federal, o que se estendeu às estatais, com salários altos e controle de orçamentos bilionários.

De 46 estatais com controle direto da União, 16 (34,8%) são presididas por oficiais de Exército, Marinha e Aeronáutica. A grande maioria deles está na reserva, e uma pequena parte está aposentada (reformada). Um levantamento feito pela Folha revela que em 15 das 16 estatais há acúmulos de remunerações. O oficial recebe tanto o valor equivalente ao exercício militar quanto a remuneração paga pela estatal.

Esses militares, assim, estão recebendo remunerações brutas que variam de R$ 43 mil a R$ 260 mil. Todos esses valores excedem o teto do funcionalismo público federal, de R$ 39,3 mil, que é o salário de um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). No levantamento feito pela reportagem, uma única estatal informou ter aplicado um abate teto, para limitar os ganhos a R$ 39,3 mil: a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), responsável por 40 hospitais universitários federais e vinculada ao Ministério da Educação.

General de Exército da reserva, Oswaldo Ferreira auxiliou Bolsonaro desde a campanha eleitoral em 2018. Ele preside a EBSERH desde o início do governo, em 2019. Como general quatro estrelas, a remuneração bruta é de R$ 31,1 mil. Como presidente da EBSERH, são mais R$ 28,6 mil brutos.

Até abril, havia a aplicação de um abate teto de R$ 25 mil. Isto deixou de ocorrer em razão da edição de uma portaria pelo Ministério da Economia, naquele mês, que permitiu o acúmulo de remunerações por militares da reserva que ocupam cargos no governo. Assim, o teto passou a ser aplicado individualmente, em cada remuneração, o que levou ao acúmulo de ganhos.

A canetada beneficia diretamente Bolsonaro, o vice Hamilton Mourão e ministros que são militares, como Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Walter Braga Netto (Defesa) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral da Presidência). No caso do presidente da EBSERH, o acúmulo também passou a ocorrer.

“A portaria está alinhada ao que já preconizavam decisões do STF e acórdãos do TCU [Tribunal de Contas da União]”, afirmou a estatal, em nota. Antes da portaria, o acúmulo já era uma regra nas estatais comandadas por militares.  A medida do Ministério da Economia passou a ser usada como justificativa formal para essa sobreposição de remunerações. Das estatais que responderam aos questionamentos da reportagem, seis apontaram a medida como um dos instrumentos legais usados para os pagamentos duplicados.

Outros instrumentos legais que garantem os salários acima do teto, conforme as empresas, são a própria Constituição Federal e decisões do STF e do TCU, além de um decreto de 2019 e um parecer da AGU (Advocacia-Geral da União) de 2020. As remunerações mais expressivas são pagas ao presidente da Petrobras, o general de Exército Joaquim Silva e Luna.

O militar chegou ao cargo em abril deste ano, após uma intervenção direta de Bolsonaro na estatal. Por estar na reserva, no topo da hierarquia militar, Silva e Luna recebe R$ 32,2 mil brutos. Já na Petrobras, conforme o formulário de referência divulgado pela estatal aos investidores, a remuneração média mensal chega a R$ 228,2 mil, levando em conta ganhos fixos e variáveis referentes ao ano de 2020.

Os ganhos fixos, na prática, correspondem a uma remuneração mensal de R$ 83 mil ao presidente da estatal. Os variáveis ficam para o fim do ano. Para 2021, os ganhos variáveis previstos são maiores, em comparação com 2020, conforme o formulário. Assim, somando todos os ganhos, o general ganharia pelo menos R$ 260,4 mil brutos por mês, incluída a remuneração de militar.

As informações sobre os pagamentos recebidos como militar da reserva estão no Portal da Transparência do governo federal, com dados atualizados até junho. Questionada sobre o acúmulo, a Petrobras afirmou, em nota:

“O cargo de presidente da Petrobras está enquadrado como administrador. Em decorrência disso, sua relação com a companhia é institucional, com perfil estatutário, e decorre do estatuto social da companhia, motivo pelo qual não se aplicam as restrições legais previstas quanto à remuneração dessa atividade”.

Presidente dos Correios, que passa por um processo de privatização, o general de Divisão Floriano Peixoto Vieira Neto tem um salário bruto de R$ 46,7 mil. Como militar da reserva, são mais R$ 30,6 mil, o que soma R$ 77,3 mil.

A matéria completa está no Jornal de Brasília.


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Comentários

Joao

Isso é a austeridade do posto Ipiranga Paulo Guedes, só funciona para os pobres trabalhadores desse país, que a cada sobrevivem com menos direitos e menores salários, enquanto isso militares fazem a festa!


CABO

12/09


2021

Collor faz chacota de atos pela saída de Bolsonaro

O ex-presidente Fernando Collor fez piada com os atos pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro hoje. O senador alagoano é aliado de Bolsonaro e escreveu uma série de tuítes debochando do número de pessoas que participaram dos protestos, convocados por MBL, Livres e Vem Pra Rua.

"O que está acontecendo hoje em Brasília? Fazia tempo que não via o trânsito tão bom”, escreveu. “Acabei de escutar no rádio… tem mais vendedor ambulante que manifestante, no momento”, ironizou.

Os protestos de hoje não tiveram o apoio de partidos da esquerda, como PT e PSOL, e reuniram número bem inferior de pessoas na comparação com o registrado no feriado da Independência. A esquerda convocou para 2 de outubro e 15 de novembro novos atos contra o presidente Bolsonaro.

*Com informações do Congresso em Foco


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Joao

Picareta, Sua hora chegará novamente, lambe-botas Bozolóide!



12/09


2021

SP: cinco presidenciáveis dividem trio pró-impeachment

Cinco nomes apontados como candidatos à Presidência em 2022 participaram, hoje, de atos a favor do impeachment do presidente Jair Bolsonaro em São Paulo. Ciro Gomes (PDT), João Doria (PSDB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) compareceram à manifestação organizada pelo Movimento Brasil Livre (MBL), que pressiona pela destituição do presidente. Em outro trio, os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Simone Tebet (MDB-MS) também fizeram discursos. 

Ciro Gomes chamou Bolsonaro de "projeto de tiranete" e "o mais covarde que já vi na minha vida". "Ele agora não é só um traidor da nação brasileira, mas é um traidor dos seus soldados feridos, e os abandonou na luta para fazer um conchavo vergonhoso e humilhante", disse Ciro aos manifestantes. "Frouxo e covarde."

Governador de São Paulo, João Doria foi o único chefe estadual a comparecer em manifestações deste tipo, neste domingo. O governador paulista, que se elegeu em 2018 colando-se na imagem de Jair Bolsonaro, buscou defender os méritos próprios contra seu hoje desafeto.

"É a vacina que salva, que foi São Paulo que foi buscar vacina. Ao invés de comprar cloroquina, São Paulo comprou vacina para salvar o Brasil, e não apenas os moradores do seu estado", disse Doria aos manifestantes. "Mais de 96 milhões de brasileiros, como eu, em a vacina do Butantan no braço."

Ex-ministro da Saúde do próprio Jair Bolsonaro, Luiz Henrique Mandetta também subiu ao palanque contra seu ex-chefe por quase um ano e meio. Mandetta, ex-deputado federal e nome cotado pelo partido para concorrer ao Planalto pelo Democratas em 2022, disse que Jair Bolsonaro teria dito a ele que a doença não poderia parar a economia, uma vez que até então atingia os mais ricos.

"Ele disse: 'só vai morrer quem tem que morrer'", declarou Mandetta, apresentando sua versão da conversa, antes de apelar ao público local: "E eu disse: e quando chegar no povão, no mais pobre, na Brasilândia, em Paraisópolis, o que vai acontecer?".

Senador por Sergipe, Alessandro Vieira é o pré-candidato do Cidadania para as eleições presidenciais do ano que vem. Com um foco diferente, Vieira acusou o presidente de destruir investigações no país. "A corrupção ela não começou com o PT e ela não começou com o Bolsonaro. A corrupção está enraizada no Brasil há muito tempo. E muito trabalho feito para combater este mal foi jogado fora no governo Bolsonaro", criticou Alessandro, sob palmas.

"Ele jogou fora a Lava Jato. E ele jogou fora todos aqueles que colocaram a cabeça em risco - mas a gente vem aqui  e coloca nossa cara e nossa voz, a gente lembra essa turma toda que este caminho do Brasil não tem volta, a gente não tá condenado a viver escolhendo entre o corrupto da esquerda e o corrupto da direita. A gente merece mais", continuou.

Também vestindo branco, Simone Tebet compareceu à manifestação. Ela é pré-candidata do MDB ao Planalto. A manifestação em São Paulo, que contou com a participação do movimento Vem Pra Rua (VPR) e do Livres, acabou tendo uma pauta mais forte de críticas ao PT e ao ex-presidente Lula.

O partido, assim como outras legendas de esquerda como o PSOL, anunciou que não participaria dos atos de hoje, marcados por uma baixa adesão.

*Com informações do Congresso em Foco


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Caruaru volta as aulas 2021

12/09


2021

Pacheco vai à celebração dos 40 anos do Memorial JK

O presidente do Senado Rodrigo Pacheco participou, hoje, da celebração dos 40 anos de fundação do Memorial JK e do 119° aniversário de nascimento de Juscelino Kubitschek, falecido em 1976 num acidente automobilístico. O senador foi recebido pelos familiares do ex-presidente da República e em seu discurso apontou o conterrâneo de Minas Gerais como uma “verdadeira inspiração”.

"Uma pessoa com alma pública rara, que soube como poucos liderar esta nação em favor do bem comum, da estabilidade política e do desenvolvimento econômico", disse Pacheco ao se referir a Juscelino. O presidente do Senado também destacou a trajetória política de JK como deputado federal, prefeito de Belo Horizonte e governador de Minas Gerais, antes de “mudar definitivamente o rumo da história do país”, que era essencialmente agrário e voltado para o mar, passando a nação industrializada e integrada, com a abertura de quase 18 mil quilômetros de rodovias.

Para Pacheco, o maior legado do ex-presidente foi o “ânimo conciliador”, a disposição para o diálogo e para a composição de forças e perspectivas: "Juscelino Kubitschek colocou o Brasil acima de qualquer sentimento pessoal e pôde, assim, liderar um projeto de otimismo e confiança no coração dos brasileiros, um verdadeiro projeto de país."    

O bisneto de JK, André Octávio Kubitschek, que é vice-presidente do Memorial, classificou o governo do ex-presidente como “um dos momentos mais férteis da história política do Brasil”. "Foi o primeiro presidente eleito a traçar um plano de metas. Um programa que visava engrandecer o Brasil em cinco frentes: energia, educação, transporte, alimentação e indústria de base; além da mudança da capital [federal]. Homem de diálogo, soube conversar com todas as instâncias da República, honrando as regras democráticas e respeitando as letras da Constituição", ressaltou.

O evento ainda contou com a presença do governador do Distrito Federal, que também destacou o caráter democrático e conciliador de JK. "É um dia de muita alegria, rememorar tudo aquilo que JK significou para o Brasil, rememorar esta cidade, que foi construída pela força de vontade do nosso presidente Juscelino Kubitschek", afirmou Ibaneis Rocha (MDB).

O senador Irajá (PSD-TO), que é 1º secretário da Mesa do Senado, salientou o espirito desbravador de JK: "Enquanto alguns sonhavam que a capital federal pudesse induzir o desenvolvimento econômico na região Centro-Oeste, JK o fez, com atitudes, com convicções, através da sua articulação e do seu prestígio."

Durante a solenidade, os parentes do ex-presidente e as autoridades presentes depositaram uma coroa de flores na câmara mortuária, em homenagem a JK.

Livros

Para marcar a data, também foram lançadas duas obras literárias como parte do evento. A primeira é voltada ao público infantil, e tem como título “De Nonô a JK”. O livro infantil é fruto de parceria entre o Memorial JK e a Secretaria de Cultura do Distrito Federal, comandada pelo jornalista Bartolomeu Rodrigues. A obra é composta ainda por um livro de colorir e uma pasta, e faz alusão ao apelido de infância de JK.

O outro livro é o terceiro volume da coletânea “Memórias do Brasil — Discursos de Juscelino Kubitschek”, uma compilação dos pronunciamentos feitos por ele em 1958. A publicação é do Conselho Editorial do Senado Federal (Cedit), presidido pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

*As informações são da Agência Senado


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Pousada da Paixão

12/09


2021

Alepe concede voto de aplauso para gestor do HJP

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) concedeu um voto de aplauso para o diretor-geral do Hospital Jaboatão Prazeres (HJP), Alfredo Costa, pelo trabalho desenvolvido na unidade de saúde. O requerimento de autoria do deputado estadual Isaltino Nascimento (PSB) foi aprovado pelo plenário da Casa Legislativa.

Alfredo Costa é médico sanitarista e está à frente do Hospital Jaboatão Prazeres desde 2019.


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Serra Talhada 2021

12/09


2021

Paulo nomeia concursados da Adagro após decisão judicial

O governador Paulo Câmara (PSB) nomeou mais 92 profissionais aprovados no concurso público da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro). Com esta nomeação, publicada no Diário Oficial ontem, e que ocorre um mês após a primeira convocação, a Adagro atesta que preenche todas as vagas disponibilizadas no último certame, totalizando 140 novos servidores em seu quadro funcional.

Foram contemplados 65 assistentes de defesa agropecuária (nível médio) e 27 fiscais agropecuários, sendo 21 médicos veterinários e seis engenheiros agrônomos. Os novos profissionais chegam para repor o quadro funcional e otimizar as atividades administrativas, de defesa e fiscalização agropecuária em Pernambuco.

Devem assumir também em caráter de urgência assim como os primeiros convocados, que assumem as suas funções amanhã (13) nas unidades de todo o Estado. Foram nomeados em agosto, 25 assistentes de defesa agropecuária (nível médio) e 24 fiscais estaduais agropecuários, sendo 20 médicos veterinários e quatro agrônomos.

O concurso homologado em julho de 2020 tem como objetivo a reposição de pessoal, visando à otimização das atividades administrativas, de defesa e fiscalização agropecuária. Os novos profissionais, conforme escolha de lotação no ato da inscrição, irão atuar nas regionais da Adagro de Caruaru, Garanhuns, Ouricuri, Palmares, Petrolina, Recife, Salgueiro, Sanharó, Serra Talhada, Sertânia e Surubim.

“Desde que entrei na SDA recebi os concursados na sede do órgão, e em reunião me comprometi a colocar essa pauta como prioridade. Junto com o governador Paulo Câmara conseguimos colocar pra frente a nomeação destes profissionais. Esse é um passo importantíssimo para a melhoria no trabalho realizado pela Adagro”, enfatiza o secretário de Desenvolvimento Agrário, Claudiano Martins Filho.

Os nomeados serão comunicados oficialmente pela Adagro e terão 30 dias para apresentar a documentação requerida no edital. Na sequência serão submetidos a perícia médica e tomarão posse. A contratação é imediata, com jornada semanal de 40 horas. 

No último mês de junho, o juiz Djalma Andrelino Nogueira Júnior, da 4ª Vara da Fazenda Pública do Recife, determinou que o Governo de Pernambuco convocasse, em um prazo de 60 dias, os aprovados em concurso público para a Adagro em 2019.


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SESC Agosto 2021

12/09


2021

Monteiro celebra hospital nos 93 anos de Ribeirão

Lançamentos de uma série de projetos estruturadores, visitas a obras em andamento e conversas com prefeitos e lideranças fizeram parte de mais uma passagem do deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) pelo interior do Estado. Em Ribeirão, na Mata Sul, dia em que a cidade celebrou seus 93 anos de emancipação, o deputado comemorou, junto ao prefeito Marcello Maranhão (PSB) e à vice-prefeita, Carol Jordão, a entrega definitiva do Hospital Geral ao município. A unidade de saúde, antes privada e totalmente abandonada, foi reformada e, agora, pertence, de fato, a Ribeirão.

O deputado endossa que encampou a luta pelo hospital. “É uma alegria imensa poder ter contribuído com mais esta conquista. Em 2017, o prefeito me buscou com este pleito, o de abraçar junto com ele os esforços para desapropriar um hospital que se encontrava fechado e abandonado, para que o mesmo pudesse servir à população. Desde então, partimos na busca pela resposta concreta a esta necessidade tão urgente, e finalmente conseguimos. A unidade foi totalmente reformada, ainda no período do ápice da primeira onda da pandemia e reforçou o atendimento à população em um período tão difícil. Hoje, o hospital é, de fato e de direito, de Ribeirão”, comemorou Fernando.

Mais cedo, o deputado pernambucano encerrou sua passagem pelo Agreste na cidade de Jurema, onde acompanhou as celebrações dos 93 anos de emancipação política da cidade junto ao prefeito Branco de Geraldo (PDT) e do vice-prefeito, José Osmar Vilela. O grupo, acompanhado também pelo presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Eriberto Medeiros, visitou as instalações reformadas da prefeitura municipal.

ALAGOINHA – Em Alagoinha, no Agreste Central, município para o qual Fernando Monteiro já destinou mais de R$ 1 milhão em recursos, além de destravar projetos considerados essenciais, o deputado acompanhou, na noite da última sexta-feira (10), a autorização, pelo governador Paulo Câmara (PSB), para o lançamento da licitação que irá escolher a empresa responsável pelo projeto de implantação da Rodovia VPE-211. A estrada, que terá extensão de 12,5 km, seguirá até o distrito do Perpétuo Socorro.

A demanda do município foi pauta constante das agendas entre o parlamentar com o prefeito Uilas Leal (PSB) e contou com o compromisso do deputado para a sua execução. “Na minha última passagem aqui, há cerca de 15 dias, assumi a palavra de que em breve voltaria para acompanhar esta estrada tão sonhada começando a se tornar realidade. Fiz isso com coragem, por comprometimento e por confiar na persistência e no trabalho do governador Paulo Câmara e da secretária de Infraestrutura, Fernandha Batista”, ressaltou Fernando Monteiro.


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Bandeirantes Agosto 2021

12/09


2021

Marília visita cidades do Agreste em novo giro por PE

A deputada federal Marília Arraes (PT-PE) participou de uma série de compromissos políticos no Agreste de Pernambuco neste final de semana. A parlamentar cumpriu agenda nas cidades de Angelim, Palmeirina e Venturosa.

A primeira parada de Marília foi na cidade de Angelim, onde foi recebida pelo ex-prefeito Samuel Salgado e lideranças da cidade. Em seguida, a deputada participou de um ato em apoio a Marili Catão, candidata a prefeita na eleição suplementar de Palmeirina.

A vereadora de Garanhuns Fany Bernal e uma série de lideranças políticas da região, também participaram do evento. Já em Venturosa, a deputada foi recebida pelo vereador Ricardo Galindo.

Na cidade, Marília participou de um encontro com apoiadores e várias representações políticas do Agreste. O ex-prefeito de Serra Talhada Luciano Duque também esteve no encontro.


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12/09


2021

Protestos contra Bolsonaro em seis capitais têm baixa adesão

Estadão

Os atos que ocorreram na manhã deste domingo (12), em defesa do impeachment do presidente Jair Bolsonaro, foram marcados por baixa adesão do público. Organizados pelos grupos de centro-direita Movimento Brasil Livre (MBL), Vem Pra Rua (VPR) e Livres, os protestos foram realizados em seis capitais brasileiras, sem atrair grandes setores da esquerda. À tarde, estão previstas manifestações em outras dez capitais.

Belo Horizonte e Rio reuniram os maiores contingentes até agora. Na capital fluminense, o grupo começou a se concentrar em Copacabana às 10h. No carro do VPR, um cartaz mostrava o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula (PT) atrás das grades, rompendo a trégua declarada para atrair representantes da esquerda. Organizadores haviam deixado de lado o mote "Nem Bolsonaro, nem Lula" e decidido focar somente no impeachment do presidente da República.

O PDT declarou apoio ao ato, mas o movimento não teve adesão formal de outras das principais siglas de esquerda, como PT e PSOL. Tampouco essa trégua parece ter sido assumida por parte dos ativistas presentes nos atos, como ficou claro em Copacabana.

Os poucos manifestantes de partidos de esquerda presentes na manifestação contra o presidente Bolsonaro no Rio se colocaram ao lado do carro do MBL. Bandeiras do movimento da centro-direita e dos partidos foram balançadas lado a lado na orla. Mais perto do carro do VPR, uma faixa grande reforçava a rejeição ao presidente e ao petista.

Candidato à Presidência pelo Novo em 2018, o empresário João Amoêdo esteve no ato do Rio. Questionado pelo Estadão sobre o embate entre os dois carros de som, que vinham defendendo causas diferentes, ele se colocou ao lado do MBL, que "esqueceu" Lula e se concentrou na bandeira do impeachment.

"A pauta dos brasileiros não é eleição, ‘terceira via’, nada disso", disse. "A gente tem de entender que qualquer construção de um Brasil melhor passa pela saída do Bolsonaro. Se a gente não tiver prioridade total nisso, vai ter ainda mais dificuldade nessa tarefa, que já não é fácil."

"Nosso movimento é de direita"

Em Belo Horizonte, o ato na Praça da Liberdade ganhou força por volta das 11h. Imagens compartilhadas pelo MBL nas redes sociais mostram o público vestido majoritariamente de branco, como pedido pelos organizadores, no intuito de evitar a contraposição entre o vermelho associado à esquerda e o verde e amarelo das manifestações bolsonaristas. 

"Não estou nem aí para a participação da esquerda. O nosso movimento é de direita", afirmou o piloto de avião Cláudio Costa Pereira, um dos coordenadores do ato na capital mineira. O estudante de direito César Peret, também parte da coordenação, disse que a participação dos movimentos e partidos de esquerda ficou “no ar”, mas os grupos não apareceram.

O PDT, a Rede e o movimento Acredito optaram por apoiar o protesto na capital mineira, mas somente representantes do primeiro apareceram no evento. Por volta de 10h40, um grupo de cerca de 20 pessoas do PDT chegou ao ato, portando bandeiras da legenda e cartazes do ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato do partido à Presidência que também deve participar do ato na Avenida Paulista, em São Paulo.

Em Salvador, partidários do PDT, Novo e do Livres se uniram no protesto contra o presidente Jair Bolsonaro no Farol da Barra. Fora do foco planejado para as manifestações pelo Brasil, apenas algumas dezenas de pessoas compareceram.

Alguns transeuntes passaram pelo ponto turístico gritando "fora, Bolsonaro". Apesar do esforço pela união suprapartidária, no microfone aberto, quando militantes do Novo falavam, pedetistas saíam, e vice-versa.

Em São Luís, manifestantes se reuniram na Praça do Pescador a partir das 9h para pedir o impeachment do presidente Bolsonaro. Com faixas e cartazes “Fora, Bolsonaro”, o movimento uniu o MBL a representantes do Novo, PDT, Cidadania e Rede, além de integrantes de igrejas evangélicas, em críticas ao presidente.

Para o presidente estadual do Novo no Maranhão, Leonardo Arruda, "Bolsonaro é o maior estelionatário eleitoral do século 21": "Ele enganou todos os seus eleitores e grande parcela da população. Crime de responsabilidade fiscal é carta marcada de seu governo. O impeachment é a saída”.  

Na capital do Espírito Santo, a manifestação começou às 9h30, na Praça do Papa. Após a concentração, os manifestantes saíram em carreata pela Terceira Ponte até chegar à Prainha, em Vila Velha. Segundo a PM, cerca de 80 veículos participaram do ato, que foi encerrado sem ocorrências.

Diferentemente do que foi decidido em alguns Estados, no Espírito Santo a manifestação manteve o lema "nem Lula, nem Bolsonaro". Por isso, partidos como o PT e o PSOL não aderiram aos atos. O PSB e o PDT convocaram a militância para os protestos, mas não houve grande adesão. 

"Querem dizer que só existe Lula e Bolsonaro, mas não é verdade. Temos tempo hábil de buscar um outro nome que respeite a democracia, que respeite as instituições e que, fundamentalmente, tenha condições de fazer a gestão do Brasil", afirmou Gustavo Peixoto, um dos líderes do movimento Vem Pra Rua ES.

Em Manaus, a manifestação contra o governo federal reuniu cerca de 100 pessoas na Praça São Sebastião, em frente ao Teatro Amazonas, no Centro Comercial da capital amazonense. A manifestação contou com a presença de representantes de partidos de esquerda como o PCdoB. 

Um dos participantes foi Yan Ivanovich, que disse que o ato deste domingo inaugura um ciclo de manifestações. “O ato de hoje inaugura um ciclo em que amplos setores da sociedade já começam a mobilizar com maior tempo para 2 de outubro, em que estarão todos juntos pelo impeachment do Bolsonaro. O presidente já demonstrou que não tem compromisso nenhum com o País, apenas com seus filhos. Ele é responsável pelo botijão de gás por mais de R$ 100, da gasolina acima de R$ 7 e por a população não poder mais comprar carne”, afirmou.


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12/09


2021

O fiasco do MBL no Recife

No Recife, o Movimento Brasil Livre (MBL) escolheu o Marco Zero para realizar um protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) hoje. Houve baixíssima adesão ao ato, assim como em outras capitais.

Também havia apoiadores dos movimentos Vem Pra Rua e Livres. Além de Bolsonaro, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), foi alvo de crítica dos manifestantes.


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