FMO janeiro 2020

19/02


2020

Eduardo "dá banana" a deputadas que defendiam jornalista

Do Estadão

Após a líder do PSOL, Fernanda Melchiona (RS), ler uma nota de repúdio, em nome das mulheres da Câmara, às críticas do presidente Jair Bolsonaro ao trabalho da jornalista Patrícia Campos Mello, repórter do jornal Folha de S.Paulo, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, subiu ao plenário e acirrou ainda mais os ânimos.

"Esse tipo de discurso também revolta, a deputada diz que fala em nome das mulheres. Calma aí, será que não tem mulher aqui comigo não? Uma banana, em nome das mulheres. Uma banana! Quero saber onde elas estavam quando o Lula falou em mulheres de grelo duro. Onde vocês estavam? Estavam perdendo dinheiro enquanto isso, estavam roubando?"

Enquanto Eduardo falava, acompanhado de homens e mulheres do PSL, começou um tumulto no plenário, com vaias de um lado e gritos de apoio ao deputado de outro.

"Isso daqui não passa de discurso político, isso aqui é a imposição do politicamente correto para tentar calar a boca do presidente Jair Bolsonaro", gritou Eduardo. "Eu quero saber qual outro presidente machista deixou sua mulher discursar na posse? A mulher do Lula só serviu para levar a culpa da roubalheira", continuou ele.

A oposição, no plenário, gritava "Fascista! Fascista!". Eduardo, por sua vez, rebatia: "Raspa o suvaco, hein? Senão dá um mau cheiro do caramba, hein?"


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IPTU Cabo

19/02


2020

Governadores de três estados propõem "trégua" a Bolsonaro

Do Último Segundo

Um dia depois de um grupo de governadores divulgar uma carta aberta cobrando respeito ao pacto federativo, ignorada pelo presidente Jair Bolsonaro , os mandatários dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul fizeram um apelo por uma trégua  entre governo federal e os estados .

Os três governadores — João Doria , Wilson Witzel e Eduardo Leite — estiveram juntos ontem em um evento na capital paulista e convidaram Bolsonaro a participar da próxima reunião do Fórum de Governadores, marcada para abril.

"Se ele não puder ir, que nos convide. Os governadores irão até o Planalto sempre com altivez e equilíbrio para o diálogo", disse Doria. Ao lado do paulista, Leite endossou o discurso de que governadores estão prontos para conversar com o presidente.

"Tanto é que, não tendo sido chamados, nós convidamos o presidente para que participe da próxima reunião dos governadores em abril. Se ele tiver disposição para que ela aconteça antes, estaremos prontos", afirmou o gaúcho.

Witzel reforçou que o distanciamento da relação entre governadores e Bolsonaro não é bom para ninguém. "É juntos que vamos resolver os graves problemas do país.Vamos acabar com esse diálogo que não é bom, essas afirmações inadequadas", disse.

Críticas

Os três se encontraram ontem em um evento organizado pelo banco BTG Pactual. Apesar do pedido de trégua, eles repetiram ascríticas feitas nos últimos dias ao presidente. Gincana e bravata foram algumasdas expressões usadas por eles ao se referir às atitudes de Bolsonaro.

Na última segunda-feira, os governadores divulgaram uma carta aberta contra o presidente pelas declarações feitas por ele sobre as investigações da morte domiliciano Adriano da Nóbrega pela Polícia Civil da Bahia. No início deste mês, um grupo maior — de 24 mandatários estaduais — publicou outra carta protestandocontra as acusações de Bolsonaro no debate sobre a redução de impostos doscombustíveis.

Ontem, o presidente voltou à carga e colocou sob suspeita a imparcialidade da polícia baiana na apuração da morte de Nóbrega. "Se existe alguma desconfiança é interesse de todo oBrasil que ela seja trazida à tona e trabalhada. Mas não por simples desafio a governadores. A nossa disposição é sentar e conversar", afirmou Leite.


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19/02


2020

Marina chama Bolsonaro de "desprezível" e "machista"

Do Último Segundo

A ex-ministra do Meio Ambiente durante o governo Lula, Marina Silva (Rede), afirmou que Jair Bolsonaro "insiste em se comportar de maneira abjeta, desprezível e completamente incompatível com a função que ocupa", após o presidente ter insinuado, ontem, que a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S. Paulo , teria trocado informações por sexo. 

Marina Silva publicou no Twitter a crítica à insinuação de Bolsonaro. "Tem gente que aplaude esse tipo de baixaria machista", disse a ex-ministra sobre a fala do presidente. O mandatário afirmou que a jornalista "queria dar o furo a qualquer preço contra mim".

A declaração de Bolsonaro se refere a um depoimento Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário da empresa de marketing digital Yacows, que afirmou durante a CPMI das Fake News que a repórter "queria sair" com ele em troca de informações para uma reportagem. A jornalista, no entanto, comprovou que o depoimento é falso. 

Sobre o caso e a fala do presidente, Marina Silva afirmou que "sobra desrespeito e falta civilidade".


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acolher

18/02


2020

China: número de mortes por coronavírus sobe para 2.004

Por Estadão Contéudo

A Comissão Nacional de Saúde da China informou nesta terça-feira que o número de casos de coronavírus no país subiu para 74.185 e o total de mortes aumentou para 2.004.

No comunicado, a Comissão afirmou ainda que há 5.248 casos suspeitos na China e que 14.376 pessoas já foram curadas. O documento informou, também, que há 62 casos da doença confirmados em Hong Kong, com um óbito, dez casos em Macau e 22 em Taiwan.


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18/02


2020

INSS ainda não iniciou pente-fino para combater fraudes

Por Jornal Nacional

No INSS, mais de um ano depois de publicar a medida provisória do pente-fino, o governo ainda não conseguiu fazer as perícias médicas para identificar possíveis irregularidades em benefícios. A estimativa era gerar uma economia de cerca de R$ 10 bilhões.

A promessa do governo era fazer uma varredura nos benefícios pagos pelo INSS, combater as fraudes. No fim de 2019, ao fazer uma auditoria na área, o Tribunal de Contas da União questionou o Ministério da Economia sobre o andamento das perícias médicas do pente-fino do INSS e descobriu que elas ainda nem começaram a ser feitas.

Ao TCU, o ministério informou que “no momento, ainda não foram selecionados pelo INSS os benefícios que deverão ser convocados para fins de realização do processo de revisão, consequentemente, ainda não foram desenvolvidas atividades periciais relacionadas ao programa de revisão”. Ou seja, as perícias estão paradas porque o INSS ainda não entregou a lista com os benefícios que devem ser revistos.

Quando o presidente Jair Bolsonaro assinou a medida provisória em janeiro de 2019, a estimativa do governo era gerar uma economia de quase R$ 10 bilhões em um ano, com o pente-fino em pagamento de benefícios suspeitos de irregularidades ou que estavam há mais de seis meses sem perícia.

Mas, até dezembro, o governo não atingiu nem metade dessa meta. Segundo o balanço mais recente do INSS, a economia foi de R$ 4,3 bilhões, 261 mil benefícios foram cancelados – nenhum dependia de perícia. Foram encontrados casos de pessoas já falecidas e até de funcionários públicos que recebiam indevidamente.

O Ministério da Economia afirma que no caso da lista de benefícios de prestação continuada, pagos a idosos e a deficientes de baixa renda, quer fazer todas as partes do processo ao mesmo tempo, e que “a implementação dessa mudança depende de alteração normativa, que precisa ser aprovada por diferentes ministérios”.

Já em relação a outros benefícios por incapacidade, o ministério informou que “o INSS disponibilizou seleção preliminar daqueles passíveis de revisão. Porém, a revisão ainda não pôde ser iniciada, pois há um último sistema operacional a ser finalizado” e que “até o final do ano seja concluída a revisão dos cerca de 170 mil benefícios identificados pelo INSS”.


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Cúpula Hemisférica

18/02


2020

Justiça autoriza nova perícia no corpo de Adriano Nóbrega

Por Agência Brasil

Justiça da Bahia determinou hoje que uma nova perícia necroscópica complementar seja realizada no corpo do ex-policial militar Adriano Nóbrega, morto no dia 9 de fevereiro, em Esplanada, interior do estado, em uma operação da Polícia Militar e da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Na decisão, o Augusto Yuzo Jouti proibiu que o corpo seja cremado antes da realização da perícia, que deverá ser realizada pelo Instituto Médico-Legal do Rio de Janeiro (IML-RJ), para onde o corpo foi levado.

Além disso, o magistrado determinou que a Secretaria de Segurança da Bahia disponibilize os áudios dos rádios usados pelos policiais no dia da operação e realize a perícia nas munições não deflagradas da arma encontrada com Adriano Nóbrega.

O pedido para nova perícia foi feito nesta amanhã pelo Ministério Público da Bahia (MPBA). No pedido, os promotores afirmaram que é necessário esclarecer dados até então “obscuros” sobre o momento em que o ex-policial foi morto.

A partir do novo exame, o MP quer saber a direção que os projéteis percorreram no corpo de Adriano; o calibre das armas utilizadas; a distância dos tiros e outras informações que os peritos acharem relevantes para a elucidação da morte do ex-policial.

Nesta manhã, a defesa de Adriano Nóbrega pediu autorização à Justiça para realizar uma perícia independente no corpo do ex-policial militar, com o objetivo de esclarecer as circunstâncias de sua morte.

Em entrevista, o advogado da família de Nóbrega, Paulo Emílio Catta Preta, confirmou a jornalistas que a família suspeita da primeira versão dada pela Polícia Militar da Bahia, de que ele foi morto ao reagir e trocar tiros durante uma operação policial que visava prendê-lo.

Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria de Segurança Pública da Bahia informou que não vai comentar o assunto.


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Prefeitura de Serra Talhada

18/02


2020

Entidades repudiam insinuações de Bolsonaro a jornalista

Por Jornal Nacional

Uma declaração do presidente Jair Bolsonaro com insinuações sexuais sobre uma repórter do jornal “Folha de S.Paulo” provocou duras críticas da sociedade e de entidades ligadas ao jornalismo.

A declaração foi feita quando o presidente respondia a uma pergunta sobre um outro assunto. Jair Bolsonaro fez insinuações sexuais para colocar em dúvida a atuação da jornalista Patrícia Campos Mello, da “Folha de S.Paulo”. Em 2018, ela denunciou em reportagens o uso fraudulento de nomes e CPFs para habilitar celulares e enviar ilegalmente mensagens em massa por redes sociais durante a campanha eleitoral para presidente.

“O depoimento do Hans River foi no final de 2018 para o MP, ele diz do assédio da jornalista em cima dele. Ela queria um furo, ela quer dar um furo (risos) a qualquer preço contra mim. Lá em 2018 ele já dizia que ela chegava e ia perguntando: ‘O Bolsonaro pagou para você divulgar pelo WhatsApp informações?’”.

Hans River do Nascimento é ex-funcionário da empresa de marketing digital Yacows, citada pela jornalista como uma das empresas que dispararam ilegalmente as mensagens em nome de políticos. Ele depôs na semana passada na CPMI das Fake News, formada por deputados e senadores, que apura a disseminação de conteúdo falso na internet.

Segundo integrantes da CPMI, ele não prestou os esclarecimentos que deveria sobre o caso e, sem apresentar provas, Hans River afirmou que a repórter da “Folha” havia se insinuado sexualmente para ele na tentativa de conseguir informações.

Na ocasião, a “Folha de S.Paulo” publicou mensagens trocadas entre a jornalista Patrícia Campos Mello e Hans River do Nascimento que desmentiram as afirmações dele feitas à comissão. Por isso, Hans River deve ser convocado novamente para depor à CPMI das Fake News.

A relatora da comissão, deputada Lídice da Mata, do PSB, também fez uma representação contra ele na Procuradoria-Geral da República, em que o acusa de prestar informações falsas. Mentir a uma CPI na condição de testemunha é crime passível de prisão e outras punições.

Sobre as declarações de Bolsonaro, a “Folha de S.Paulo” disse em nota que “o presidente da República agride a repórter Patrícia Campos Mello e todo o jornalismo profissional com sua atitude. Vilipendia também a dignidade, a honra e o decoro que a lei exige do exercício da Presidência”.

Entidades ligadas ao jornalismo reagiram fortemente.

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) consideraram lamentáveis as declarações do presidente Jair Bolsonaro. As entidades afirmaram que “as insinuações do presidente buscam desqualificar o livre exercício do jornalismo e confundir a opinião pública”, e que “o presidente se aproveita da presença de uma claque para atacar jornalistas, cujo trabalho é essencial para a sociedade e a preservação da democracia”.

Em nota conjunta, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e o Observatório de Liberdade de Imprensa da OAB afirmaram que: “Os ataques aos jornalistas empreendidos pelo presidente são incompatíveis com os princípios da democracia, cuja saúde depende da livre circulação de informações e da fiscalização das autoridades pelos cidadãos”.

As entidades disseram também que “as agressões cotidianas aos repórteres são incompatíveis com o equilíbrio esperado de um presidente”.

“Nós vemos como um dos mais graves ataques na série que já vem sendo feita pelo presidente contra veículos, contra profissionais, contra indivíduos e contra a liberdade de imprensa. O que nos parece claro é que não estamos mais na esfera da ofensa, já se trata de um caso de difamação”, disse Daniel Bramatti, conselheiro e ex-presidente da Abraji.

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) afirmou que, “mais uma vez, para vergonha dos brasileiros, o presidente Jair Bolsonaro é ofensivo e agride, de forma covarde, a jornalista Patrícia Campos Mello. Este comportamento misógino desmerece o cargo de presidente da República e afronta a Constituição federal”.

A ABI pediu que a Procuradoria-Geral da República adote as medidas cabíveis no caso.

“Conclamamos a PGR, a Comissão de Ética da Presidência para tentar segurar esse presidente porque não é possível que ele desça a esse nível tão grosseiro, tão rasteiro para um presidente da República, que envergonha não só a Presidência como a toda nação brasileira”, disse o presidente da ABI, Paulo Jerônimo de Sousa.

Depois da repercussão negativa, no início da tarde, em nova declaração em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro reagiu com ironia:

“Alguém da ‘Folha de S.Paulo’ aí? Eu agredi sexualmente uma repórter hoje? Parabéns à mídia, hein. Não quero conversa, valeu. Parabéns para a mídia. Eu cometi violência sexual a uma repórter hoje?”.

As declarações do presidente repercutiram no Congresso. Muitos parlamentares criticaram Jair Bolsonaro em plenário. Alguns aliados saíram em defesa do presidente.

O discurso contra o presidente Bolsonaro é o mesmo, mais uma vez a esquerda e a imprensa extremista acusam Bolsonaro de atacar mulheres, nesse caso, a repórter da ‘Folha’”, disse o deputado Otoni de Paula (PSL-RJ)

Vinte mulheres parlamentares divulgaram uma carta no fim do dia de repúdio à declaração de Bolsonaro. A maioria das parlamentares, especialmente da oposição, foi à tribuna para também defender a jornalista.

“Quando alguém fica com raiva de homem, de jornalista, ninguém fala da moral, ninguém fala da sua vida sexual, ninguém fala das suas coisas íntimas. Por que com a mulher todo mundo se vê no direito de poder ofender as questões pessoais de uma mulher?”, perguntou a senadora Kátia Abre (PDT-TO).


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Comentários

Fernandes

BENEFICIÁRIOS FORAM EXCLUÍDOS Cortes no Bolsa Família impulsionam aumento da extrema pobreza no Brasil Entre 2014 e 2018, renda dos 5% mais pobres caiu 39%, aponta estudo da FGV


Prefeitura de Limoeiro

18/02


2020

O imóvel mais caro e mais polêmico do Recife

A Prefeitura do Recife comprou um imóvel na Avenida Norte por R$ 38 milhões, alvo de questionamentos de supervalorização pela justiça federal e o Ministerio Público de Contas, que em levantamentos tem como valor de referência pouco mais de R$ 7 milhões. 

Em uma manifestação de desrespeito à transparência, o secretário de Educação do Recife desqualificou uma solicitação da deputada federal Marília Arraes, única  a questionar  formalmente o fato. 

Na resposta, recebida hoje por Marília, o secretário alega que a explicação não cabe ser dada a ela, por não se tratar de assunto em que não há interesse da União. A pergunta é se uma deputada federal não pode fazer um questionamento sobre um tema investigado pela justiça federal imagine o povo do Recife!


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Banner de Arcoverde

18/02


2020

Refinaria e Jeep puxaram para cima o PIB per capita de Pernambuco

Do JC Online

Durante a apresentação do Boletim Regional apresentado nesta terça-feira (18) pelo Banco Central no Recife, Pernambuco teve um capítulo especial. A implantação dos grandes empreendimentos no Estado, a exemplo da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), do Estaleiro Atlântico Sul (hoje em processo de recuperação judicial) e da montadora da Jeep fizeram com que o Estado comemorasse mudanças estruturais. Fábio Silva destaca que uma delas foi o aumento da participação do Estado na composição do PIB do Nordeste. “Em 2010, Pernambuco tinha participação de 18,6% no PIB da região, mas essa fatia sobe para 19% em 2017 (ano mais recente do PIB oficial fechado). O Ceará também apresentou um aumento de 15,2% para 15,5%, enquanto quem perdeu foi a Bahia, com um recuo de 29,5% para 28,2%”, detalha.

Retomada do crescimento econômico é lenta no Nordeste

Pernambuco também registrou um forte avanço no PIB per capita no mesmo período analisado pelo BC. Em 2010 o PIB per capita do Estado ocupava a 5ª colocação no Nordeste, com valor de R$ 11 mil. Já em 2017, o valor saltou para R$ 19,2 mil e alçou o Estado à primeira posição no PIB per capita da região. “Esse avanço fica claro quando se observa o aumento da participação de setores de alto valor agregado como veículos e derivados de petróleo e biocombustíveis, revelando a importância da montadora da Jeep, em Goiana, e da Rnest, em Suape”, diz Silva.

REFINARIA E JEEP

Em 2010, a participação de veículos na indústria de transformação não chegava a 1% (0,3%), enquanto em 2017 disparou para 10,9%. No caso dos derivados de petróleo e biocombustíveis, o peso do setor passou de 0,5% em 2010 para 11,8% em 2017. Por outro lado, perderam participação alimentos, bebidas e produtos químicos.

Um indicador que ainda preocupa em Pernambuco é a taxa de desemprego (14%) que, embora venha registrando queda nos últimos trimestres, permanece acima da média nacional (11%) e do Nordeste (13,6%). Outro agravante é a elevação da informalidade no Estado, que encerrou 2019 em 48,8%, também acima da média brasileira (41,1%) e da região.


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18/02


2020

Janguiê Diniz arremata mansão de ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira

Por Forbes

O bilionário Janguiê Diniz, nome conhecido no setor brasileiro de ensino superior, deu o start na realização de um novo sonho: a instalação de uma escola de alto padrão na cidade de São Paulo. O projeto é direcionado ao ensino básico (do infantil ao médio) com uma proposta pedagógica disruptiva. 

Para concretizar o objetivo, Diniz arrematou em leilão a mansão do ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira, do Banco Santos, por R$ 27,5 milhões, e transformará o local em um centro de ensino básico de excelência, focado no desenvolvimento da criatividade, da inovação e do empreendedorismo. Para ele, o foco é ensinar “além das habilidades cognitivas do currículo tradicional estabelecido pelo Ministério da Educação”. Muito de seu direcionamento é inspirado nos moldes da escola Ad Astra School, desenvolvida pelo bilionário fundador da Tesla e da SpaceX Elon Musk.

O desejo de instalar uma escola de ensino básico no coração de São Paulo já se manifestava no empreendedor há alguns anos. Após ter fundado a Ser Educacional, com mais de 60 faculdades, centros universitários e universidades que atendem cerca de 200 mil alunos, Diniz se consolidou como responsável pelo  maior grupo de ensino superior privado do país e o maior do Norte-Nordeste.

Após avaliar diversos imóveis, o bilionário chegou à mansão leiloada, parte da massa falida do Banco Santos. A casa, com 8.180 metros quadrados de terreno e 7.880 metros quadrados de área construída, fica no tradicional bairro do Morumbi, Zona Sul da capital paulista, parecia perfeita para colocar seu projeto finalmente em prática.

A ideia de Diniz é trazer uma proposta educacional além da convencional, que permita aos estudantes traçarem seu caminho entre o agora e o futuro – afinal as pessoas vivem para o amanhã, como ele mesmo aponta. “Eu tive uma base educacional diferente do modelo das famílias de classe média ou alta, pois precisei enxergar no empreendedorismo a saída para a minha mudança de vida. Hoje, após o resultado que a educação e o empreendedorismo me deram, eu quero ir além. E isso só será possível começando pela educação de base”, explica. “O que antes era um templo de ostentação, agora se tornará um templo de educação que por meio do seu legado irá transformar vidas, histórias e destinos do povo brasileiro.”


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18/02


2020

Sindicalismo em rede social vira desafio de dirigente analógico

Do JC Online 

No final do governo Temer, quando a reforma trabalhista foi aprovada, a extinção da contribuição sindical foi vista como o tiro de morte do sindicalismo brasileiro que perdeu  a fonte de financiamento e capacidade de mobilização. Isso é verdade e, na onda, o sindicalismo empresarial também perdeu capacidade operacional a ponto de hoje as federações terem virado birô de cursos e seminários pagos enquanto os sindicatos patronais passaram a ter pool de serviços e depender do sistema S.

Mas o desafio do sindicalismo mundial não é apenas a questão financeira. O maior desafio hoje é como se apresentar à classe trabalhadora digital com os mesmos instrumentos de 1917. Com bandeiras, carros de sons, panfletos e assembleias onde o discurso inflamado terminava como velho e surrado “Trabalhadores do mundo uni-vos” .

Trabalhadores estão perdendo dinheiro e capacidade de organização porque o futuro do emprego é incerto e nesse mundo o sindicalismo continua analógico. Eles já sabem que se  radicalizarem contra a população as redes sociais se tornarão implacáveis com os seus dirigentes e não sabem como se comportar.

Dito de outra forma:

Greve ou interrupções sem um suporte de mídias sociais e discursos consistentes tendem se tornar o caminho mais rápido para a desmoralização digital. Claro que a oposição se tiver articulação digital pode ganhar sindicato. Mas o desafio depois da posse não e ter apoio da categoria na contenda patrimonial, mas não perder o apoio da população se o movimento tiver que ir as ruas e interromper a rotina das pessoas. Mas qual sindicato tem idade mental para isso?

Na verdade, o perfil do dirigente sindical atual revela que, no máximo, tem uma conta no WhatsApp o no Instagram. Mas o que eles fazem com isso? Se tiverem dinheiro não tem mais capacidade de mobilizar gente o problema é que sindicalismo brasileiro é analógico. Não sabe o que é redes sociais e, no máximo, o que podem conseguir é travar a atividade na força se tiverem a abrigados no guarda-chuva do setor público.

A críticas que os dirigentes do sindicato de enfermeiros sofreram por interromper as Avenida Agamenon Magalhães na semanapassada são um bom exemplo. As que os dirigentes do Sinpol também receberam vão nessa direção o que deve ter feito refletir sobre suas pautas e do recuo de propor uma greve no Carnaval.  Tudo isso ensina uma nova lição de que é bom começar a saber que, agora, quando o movimento sindical de trabalhadores atrapalhar a vida das pessoas, as redes sociais vão linchá-los em tempo real. Aliás, já tem gente sofrendo quando ameaça greve que prejudica a quem não tem nada a ver com as reinvidicações salariais.


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18/02


2020

O desatino de um presidente

O presidente da República, Jair Bolsonaro, ao agredir com ironias grosseiras a jornalista Patrícia Campos Mello, hoje pela manhã, mais uma vez demonstra o seu desrespeito à liturgia do cargo, às mulheres, às famílias e aos direitos consagrados na Constituição de 1988, sem esquecer as recorrentes afrontas a imprensa livre do nosso País. Com sua atitude, rasga o senso e usa o mandato para alimentar o ódio e conflitos desnecessários entre os cidadãos.

Por estar no vértice do poder republicano, a presidência deve ser referência moral e comportamental para toda a sociedade e não trincheira ideológica para aprofundar desarmonias sociais, de gênero e de brasilidade.

Com a suas declarações, além do mais, o presidente confronta a luta histórica e a conquista de direitos pelas mulheres, afirmando posturas sexistas e misóginas, não mais toleráveis em nossa democracia.

As declarações desastradas do presidente tornam-se também condenáveis se levarmos em consideração que que estamos às vésperas das comemorações do Dia Internacional da Mulher, no próximo 8 de março.

O Cidadania manifesta a sua solidariedade à jornalista vilipendiada a todas às mulheres e também a família brasileira.
 
Brasília., 18 de fevereiro de 2020

Roberto Freire
Presidente Nacional

Eliziane Gama
Líder no Senado

Arnaldo Jardim
Líder na Câmara


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