Faculdade de Medicina de Olinda

17/09


2019

Deputado quer idosos de volta ao trabalho

Conhecendo um pouco da trajetória surpreendente do deputado Ossesio Silva, do ex-PRB e agora Republicanos. Projetado na vida pública pela Igreja Universal, saiu das urnas com mais de 65 mil votos, depois de exercer o mandato de deputado estadual.

Foi convertido aos 26 anos no Rio, depois de passar pelo mundo das drogas e bebidas. Natural da carioca Belfort Roxo, pousou em Pernambuco há 12 anos, já vindo de missão evangélica no Maranhão.

Me falou que um dos primeiros projetos que apresentou na Casa foi no sentido de reabsorver a mão de obra dos idosos no mercado de trabalho. Tivemos no almoço a companhia do embaixador pernambucano em Brasília, Aristeu Plácido Junior.


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Governo de PE

17/09


2019

Julgamento polêmico no TJPE será hoje

Depois de ser adiado duas vezes, deve ser concluído, na tarde de hoje, no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o polêmico julgamento que envolve a disputa de um terreno entre a Indústria de Confecções Icosa/MotoMais, do empresário e cônsul da Suíça, Rodolfo Fehr, e o grupo Ferreira Pinto.

A área em questão tem 7 mil metros quadrados, localizada às margens da PE-15, na cidade Tabajara, em Olinda, e está em litígio desde 2014, devido a uma liminar de Justiça de 1ª Instância. O processo será julgado pelos integrantes da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Pernambuco, desembargadores Eduardo Augusto Paurá Peres (presidente), Antônio Fernando Araújo Martins, e José Carlos Patriota Malta.


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Governo de PE

17/09


2019

Uma explicação necessária

Nota do Conselho Editorial do Grupo Globo

“Como toda atividade humana, o jornalismo não é imune a erros. Os controles existem, são eficientes na maior parte das vezes, mas há casos em que uma sucessão de eventos na cadeia que vai da pauta à publicação de uma reportagem produz um equívoco.

Foi o que aconteceu com a reportagem “O coaching on-line de Heloisa Bolsonaro: as lições que podem ajudar Eduardo a ser embaixador”, publicada na última sexta-feira. ÉPOCA se norteia pelos Princípios Editoriais do Grupo Globo, de conhecimento dos leitores e de suas fontes desde 2011. Mas, ao decidir publicar a reportagem, a revista errou, sem dolo, na interpretação de uma série deles.

É certo que em sua seção II, item 2, letra “h”, está dito: “A privacidade das pessoas será respeitada, especialmente em seu lar e em seu lugar de trabalho. A menos que esteja agindo contra a lei, ninguém será obrigado a participar de reportagens”. A letra “i” da mesma seção abre a seguinte exceção: “Pessoas públicas – celebridades, artistas, políticos, autoridades religiosas, servidores públicos em cargos de direção, atletas e líderes empresariais, entre outros – por definição abdicam em larga medida de seu direito à privacidade. Além disso, aspectos de suas vidas privadas podem ser relevantes para o julgamento de suas vidas públicas e para a definição de suas personalidades e estilos de vida e, por isso, merecem atenção. Cada caso é um caso, e a decisão a respeito, como sempre, deve ser tomada após reflexão, de preferência que envolva o maior número possível de pessoas”.

O erro da revista foi tomar Heloisa Bolsonaro como pessoa pública ao participar de seu coaching on-line. Heloisa leva, porém, uma vida discreta, não participa de atividades públicas e desempenha sua profissão de acordo com a lei. Não pode, portanto, ser considerada uma figura pública. Foi um erro de interpretação que só com a repercussão negativa da reportagem se tornou evidente para a revista.

Em sua seção 1, item 1, letra “r”, os Princípios Editoriais do Grupo Globo determinam: “Quando uma decisão editorial provocar questionamentos relevantes, abrangentes e legítimos, os motivos que levaram a tal decisão devem ser esclarecidos”. E o preâmbulo da mesma seção estabelece com clareza: “Não há fórmula, e nem jamais haverá, que torne o jornalismo imune a erros. Quando eles acontecem, é obrigação do veículo corrigi-los de maneira transparente”.

É ao que visa esta Carta aos Leitores. Explicar o que levou à decisão editorial equivocada, reconhecer publicamente o erro e pedir desculpas a Heloisa Bolsonaro e aos leitores de ÉPOCA.”


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Prefeitura do cabo

17/09


2019

Embratur afunda navios na costa de Tamandaré

Blog do Mário Flávio

A Embratur, de olho no ecoturismo, afundou dois navios na costa de Tamandaré (PE), ontem. A ação, realizada com a Secretaria de Ecoturismo do Ministério do Meio Ambiente, o ICMBio, o Ibama e a Marinha do Brasil, faz parte Programa Nacional de Revitalização do Ecoturismo Náutico.

O afundamento de vagões, aeronaves, embarcações de diversos tamanhos, estátuas gigantes e viaturas blindadas em áreas propicias para o mergulho e o desenvolvimento de pousadas, hotéis e resorts, é uma das prioridades da parceria entre Embratur, Ministério do Meio Ambiente e a Marinha do Brasil.

Os navios, Riobaldo e Natureza, passaram por um processo de remoção de tinta para evitar intoxicação da água. Todo o preparo é acompanhado pelo ICMBio, que desenvolve estudos de impacto ambiental.

“O presidente Jair Bolsonaro determinou ao presidente da Embratur e ao ministro do Meio Ambiente que coordenem todas as atividades que envolvam projetos e ações que ajudem a desenvolver os diversos tipos de turismo náutico”, informou o diretor de Marketing e Relações Públicas da Embratur, Osvaldo Matos de Melo Júnior.


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17/09


2019

Prefeito tira roupa e cai na farra

O prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro (MDB), exagerou nas comemorações do seu aniversário, domingo passado. Acompanhou pelas ruas o trio elétrico contratado por ele para a festa, se empolgou e tirou a camisa para dançar no meio do povo sem largar a latinha de cerveja na mão.


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Comentários

arnaldo luciano da luz alencar ferreira

O Prefeito CLEBEL é um folião como qualquer outro cidadão que gosta de trio, era seu aniversário estava ladeado da Esposa, filho e amigos e com muita tranquilidade tirou a camisa e foi para a galera pulando atrás do trio, essas críticas vem de pessoas mal informadas e que não conhece Clebel pois toda sua vida ele foi alegre irreverente é muito brincalhão, nada mais que isso.


Prefeitura de Abreu e Lima

17/09


2019

O filho de Jair e o marido de Verdevaldo

Por José Nêumanne*

Ainda em 2018, o Estado publicou informação exclusiva de que Fabrício Queiroz, ex-motorista do então deputado estadual fluminense Flávio Bolsonaro, teve movimentações financeiras atípicas de R$ 1,2 milhão flagradas pelo órgão de inteligência financeira, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Logo de saída, argumentou-se que não fora R$ 1,2 milhão, mas R$ 600 mil, pois a transação implicava depósito e saque. Tudo bem. E daí? Segue sendo quantia inusitada considerando a renda do investigado.

Muita água suja já passou debaixo dessa ponte. O pai do ex-deputado e agora senador, com faixa presidencial e tudo, teve de explicar R$ 24 mil depositados na conta da primeira-dama, Michelle. Disse que emprestou R$ 40 mil e aquilo era parte do pagamento. Quase um ano se passou e a versão de Queiroz, dita “plausível” por Flávio, mudou mais do que o tempo em São Paulo: ganhava dinheiro vendendo carros usados, essa foi sua pálida desculpa amarela. Nada que justificasse R$ 130 mil pagos em dinheiro vivo por tratamento de saúde que o obriga a morar no bairro do hospital mais caro do Brasil, o Albert Einstein: o Morumbi, em São Paulo. É o mesmo onde vive Marcelo Odebrecht, ora libertado em cumprimento de penas sempre piedosas aplicadas a corruptos e ricaços no Brasil. Seria mais comum encontrar policiais militares aposentados, caso de Queiroz, na favela de Paraisópolis, a uma distância também curta do centro médico de excelência. Mas, definitivamente, não é o caso.

Nem por isso o nobre senador teria motivos para tentar interromper o inquérito do Ministério Público (MP) do Rio sobre a gestão financeira do gabinete que ocupava na Assembleia Legislativa (Alerj) daquele Estado. Na ordem natural das coisas, presumíveis inocentes prefeririam ser investigados, inocentados e autorizados a cantar de galo no cafezinho do Senado por terem paralisado a investigação pela porta certa, a do arquivamento. Mas ele, não. Perdeu em todas as vezes que tentou, menos no último recurso de sua defesa, deferido em plantão pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

A benemerência é a prova mais contundente, capaz de calar, mas nunca convencer, os pios devotos da nova seita evangélica, o bolsonarismo militante, cujo teólogo-mor, Olavo de Carvalho, tornou o “mito” um deus, ao pregar o culto à imagem do papai presidente. O permanente advogado do PT incluiu na recepção do pedido esdrúxulo a decisão ainda mais inusitada de proibir o compartilhamento de informações do citado Coaf, da Receita Federal e do Banco Central com o Ministério Público e a Polícia Federal (PF). E anistiou na prática todos os investigados por crimes similares no País, incluindo a própria mulher, Roberta Rangel, e a do coleguinha Gilmar, Guiomar Mendes.

De repente, não mais que de repente, o pai de Flávio tirou do bolso do colete o nome do advogado-geral da União, André Mendonça, promovido na carreira inteira pela proteção de Toffoli, para o mui cobiçado posto do decano dodói do STF, Celso de Mello, a ser aposentado em novembro de 2020. Daqui a 14 meses. Muitas qualidades do dr. Mendonça, pastor presbiteriano, ainda desfilarão nos pronunciamentos do capitão, além dos já usados “terrivelmente evangélico” e “mais supremável do que Moro”. São prestações a serem honradas para garantir a troca.

Enquanto isso, o próprio beneficiário tem feito o que pode para evitar que o protetor ceda à pressão do plenário para convocar uma sessão que possa revalidar ou invalidar a mais do que infame decisão monocrática de Toffoli. O colega de plenário Alessandro de Oliveira (Cid-SE) tentou atravessar o samba do filhote aflito. E o primogênito do capitão não se fez de rogado: negou-se a assinar o pedido da instalação da CPI da Lava Toga. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), lançado e ungido pelo chefe da Casa Civil de papi, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), jogou a requisição no bueiro do inferno.

De olho na impopularidade crescente do STF, contudo, três dos quatro senadores do PSL, legenda pela qual se elegeu papai capitão, ajudaram a completar o número mínimo exigido para a instalação da incômoda comissão de inquérito. Flavinho teve de jogar fora a fama de bom menino e resolveu falar grosso com a parte que ele considera mais frágil, como machista de berço: a senadora Juíza Selma, que é do PSL de Mato Grosso, mas já anunciou em entrevista ao repórter Luiz Maklouf de Carvalho, do Estado, que, enquanto este texto circula no Blog do Nêumanne, ela já estará filiada ao Podemos.

A Juíza Selma não quis entrar em detalhes na entrevista publicada no Estado de domingo, mas até os patos que nadam no lago que circunda o palácio onde papai Jair trabalha já estão sabendo que Sua Excelência não usou com a nobre colega parlamentar palavras compatíveis com o bom trato social. O nada nobre colega acusou-a pelo telefone de, digamos, atrapalhar (o verbo usado é impublicável neste blog familiar) o governo. Esta acusação contra a CPI ainda não havia sido usada antes para justificar a decisão do senador Bolsonaro de se opor a ela. Trata-se, por isso, de uma indiscrição imperdoável. Mas antes da intervenção do padrinho Toffoli, por exemplo, ele costumava associar as peraltices contábeis de seu ex-assessor Queiroz às tais tentativas de prejudicar o governo do papai.

A criação de ruídos e tumultos na relação entre os Poderes foi usada pelo líder do Senado no governo (é isso mesmo que quis escrever), senador Fernando Bezerra Coelho, para votar contra a PEC do senador Oriovisto Guimarães (Pod-PR), que impunha limites a decisões monocráticas e prazos de vista para supremos mandatários do mandarinato absoluto do STF. Outra, que também foi usada, seria sua natureza inconstitucional. A deputada estadual paulista Janaina Paschoal, professora da Faculdade de Direito, e do PSL como Flavinho, já deu seu parecer contrário. Com a autoridade no assunto que nem Coelho nem o “01” do capitão têm.

Por falar em Oriovisto Guimarães, convém acrescentar que na entrevista desta semana a este Blog do Nêumanne ele narrou, sem os pruridos que a senadora teve na entrevista impressa, que o pacto Alcolumbre-Maia-Toffoli-Bolsonaro é moeda corrente nas reuniões do Congresso. Flavinho, encarregado de cuidar da justiça entre partes, negocia seus termos na calada da noite em residências oficiais de pactuários. Nessas ocasiões, pratica a postura educada dos meninos de boa família, instruídos pelos pais comme il faut: em volume baixo, prefere o linguajar escorreito das piadas de caserna aos palavrões desferidos contra inimigos em reuniões de milicianos e seus parentes.

No universo ecumênico da política brasileira, não é incomum que problemas comuns ocorram com militantes de tendências opostas. O nome de André Ceciliano, petista que preside a Alerj, era o mais citado por quem acusava a “extrema imprensa” de proteger a esquerda, pois este não tinha o mesmo destaque do filhote do presidente. Agora, contudo, sobe às highlights da mídia o deputado David Miranda (PSOL-RJ), flagrado por movimentações financeiras de R$ 2,5 milhões, o dobro do flagrado com Queiroz/Bolsonaro. Primeira explicação: “só” teria sido R$ 1,75 milhão. Já tinha visto isso em algum lugar, leitor amável?

Pois então. E mais: Glenn Greenwald, o mais novo herói do ministro do STF Gilmar Mendes, chamou de “corruptos” e “propagandistas” da Lava Jato os repórteres do Globo Juliana Dal Piva e João Paulo Saconi, que publicaram a notícia. Como é público e notório, a operação de agentes da lei investiga em nome do Estado casos de corrupção. E os repórteres publicaram o que poderia ter sido feito por qualquer um. O Ministério Público do Rio esclareceu a quem interessar possa, o casal Miranda Greenwald inclusive, que a investigação é de 2014 (mesma data da Lava Jato) e os dados sobre o parlamentar se tornaram públicos em agosto.

Ao contrário do que seus parceiros repetem, Greenwald não é jornalista. De suas origens se sabe que trabalhou na indústria da pornografia em Nova York, de cuja prefeitura sonegou impostos. No caso famoso de seu site IntercePT Brasil, há indícios de que estaria divulgando mensagens obtidas ilicitamente pelos “arararraquers”. E, assim, como esclareceu na semana passada o presidente do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, em Porto Alegre, desembargador Victor Laus: “Diuturnamente, no tribunal, anulamos várias investigações derivadas de prova ilícita. Nesse caso, nós não podemos sequer começar uma investigação porque tudo se origina de uma prova ilícita, uma invasão de privacidade daqueles usuários do aplicativo Telegram”. Deu para entender?

*Jornalista, poeta e escritor


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Magno coloca pimenta folha

17/09


2019

Orquestra Criança Cidadã do Ipojuca completa 5 anos

Para comemorar os cinco anos do projeto Orquestra Criança Cidadã no município de Ipojuca, núcleo de Camela, a Prefeitura do Ipojuca, através da Secretaria municipal de Juventude, em convênio com Associação Beneficente Criança Cidadã, lança uma série de apresentações começando hoje, às 19h30, no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, no Recife. Em seguida, os Meninos do Ipojuca contemplam o público do município de origem: Porto de Galinhas (21/09), Nossa Senhora do Ó (24/09) e Camela (27/09). Todos os concertos serão gratuitos. 

A extensão do projeto Orquestra Criança Cidadã, para além do Recife, surgiu em 2014, na cidade do Ipojuca e, desde então, mais de 100 alunos do distrito de Camela entraram para o universo da música clássica e foram, através dos seus dons e talentos, conquistando também cidadania. A apresentação de estreia dos cinco anos de existência terá um repertório diversificado, com enfoque em obras barrocas, clássicas e românticas. Mas peças armoriais também serão ouvidas, pela familiaridade com os ouvidos do público pernambucano, e canções populares de sucesso, com participação do tenor Jefferson Bento e da soprano Kellyta Martins. Entre os compositores cujas obras serão executadas pelos músicos, estão Bach, Mozart, Schubert e Clóvis Pereira.

No sábado (21), os músicos passarão por Porto de Galinhas, levando uma apresentação predominantemente regional para turistas e espectadores locais, no palco do Porto Cult, às 20h. Em Nossa Senhora do Ó, na terça-feira da semana seguinte (24), às 19h, a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Ó será o ponto de encontro, com um repertório mesclado entre clássico e religioso. Já as peças sacras foram as escolhidas pelo maestro Márcio Pereira para encerrarem a turnê, na Igreja Pentecostal da Assembleia de Deus de Camela, na sexta-feira (27), às 19h.


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Prefeitura de Limoeiro

17/09


2019

Compesa leva água para Custódia

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) realiza as últimas intervenções para concluir a construção de uma travessia com estrutura metálica sobre Canal do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, nas imediações do povoado de Waldemar Siqueira, Zona Rural de Sertânia. A travessia integra as obras de implantação da Adutora de Custódia, que possibilitará interligar o Canal da Transposição à Estação de Tratamento de Água da cidade, no Sertão do Moxotó, para melhorar, de forma definitiva, o abastecimento de água para 35 mil moradores da cidade, que sofre com ciclos de seca extrema. O novo sistema está previsto para ser concluído no primeiro semestre de 2020.

Cerca de 14 quilômetros de tubulações (com 400 milímetros de diâmetro) já foram implantados às margens da BR 232. “A travessia possui um vão de 33 metros e permitirá que a tubulação da adutora atravesse o Canal da Transposição do Rio São Francisco para levar o incremento de 82 litros de água, por segundo, para o abastecimento da cidade de Custódia", informa o diretor Técnico e de Engenharia da Compesa, Rômulo Aurélio Souza, que considera essa etapa a mais importante do empreendimento. No total, a Adutora de Custódia terá 23 quilômetros de extensão e recebe o investimento do Governo do Estado no valor de R$ 30 milhões, recursos FGTS/Caixa.

Outra frente de trabalho está atuando na área da Estação de Tratamento de Água de Custódia. Além da ampliação da unidade, que vai dobrar a capacidade de tratamento, será construída uma estação elevatória (bombeamento) no distrito de Rio da Barra, no município de Sertânia, para aproveitar a captação existente no canal de aproximação na saída da Barragem do Moxotó - mesmo local onde já existe a estrutura da Estação Elevatória (EB-1) pertencente ao Sistema Adutor do Moxotó. Para completar o novo sistema adutor, a Compesa também está construindo um reservatório com capacidade de armazenar mil metros cúbicos de água e fará a instalação de cinco mil hidrômetros. "Recebemos a demanda do governador Paulo Câmara para viabilizar o abastecimento de Custódia com as águas do Rio São Francisco. A nossa equipe técnica desenvolveu o projeto e fomos em busca dos recursos para tirar a obra do papel", pontua Rômulo Aurélio Souza.


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