Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

24/01


2021

Após esquerda, direita protesta contra Bolsonaro

Do UOL

Embora estivessem em lados opostos durante o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), esquerda e direita agora pedem a saída do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os grupos defendem o mesmo, mas seguem separados, pelo menos na hora de protestar. Depois da carreata de ontem da Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo —que apoiaram a petista em 2016—, hoje é a vez de o MBL (Movimento Brasil Livre) e o Vem Pra Rua organizarem suas manifestações.

O formato de protesto em carreatas foi escolhido para reduzir o risco de contágio da covid-19. Segundo o MBL, o grupo preferiu protestar no domingo porque o movimento é forte em São Paulo, com muitos comerciantes que trabalham sábado e preferem protestar aos domingos.

"Estelionato eleitoral, entregou o governo pro centrão, fez aliança com Toffoli, Aras, Kassio, abandonou pautas econômicas, abandonou o combate à corrupção e sabota o combate à pandemia", escreveu o MBL em uma rede social ao publicar um vídeo do protesto na avenida Paulista.

Em São Paulo, a concentração foi em frente ao estádio do Pacaembu, na zona oeste. O protesto também ocorre em outras cidades.

No Rio, o ato começou por volta das 10h30, na avenida as Américas e, às 10h, em frente ao Monumento Zumbi dos Palmares, no centro: os carros foram até a Praça da Bandeira antes de fazerem o caminho de volta.

Em Belo Horizonte, o ato foi marcado na Praça do Papa às 15h. Mais cedo, Poços de Caldas também protestou.

Em Cuiabá, a manifestação começou às 9h próximo à UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso). No mesmo horários, os carros saíram da avenida da Doca de Souza Franco, em Belém (PA).

No interior paulista, o ato foi convocado em São José dos Campos, no Parque Vicentina Aranha, a partir das 10h30.


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O Jornal do Poder

24/01


2021

Maia se irrita com aliada de Bolsonaro e ameaça abrir impeachment

Houldine Nascimento, da equipe do blog

A reunião da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados que ocorreu na última segunda-feira (18) foi bastante tensa. Prova disso é que o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), perdeu a calma com a primeira secretária, Soraya Santos (PL-RJ). Em dado momento, o parlamentar chegou a falar em abertura de impeachment, de acordo com as notas taquigráficas do encontro, reproduzidas por Veja.

"Se o presidente continuar apoiando vocês nesse clima pesado, ele vai levar um impeachment pela frente, hoje ou amanhã. Quem garantiu a esta Casa, neste governo Bolsonaro, a liberdade de nós atuarmos, modéstia à parte, fui eu! Fui eu, porque ele queria fechar o Parlamento, ele queria fechar o Supremo Tribunal Federal. Ele foi às ruas na manifestação contra nós. Então, ninguém tem o direito de tratar desse tema comigo", disparou.

A reunião foi realizada para definir o rito eleitoral da Presidência da Câmara, que ficou marcada para 1° de fevereiro e de forma presencial, a contragosto de Rodrigo Maia.

Aliada do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a deputada Soraya irritou o colega ao questionar a condução do encontro e falar em prática ditatorial. "Não podemos aceitar a ditadura em pleno século 21", disse.

"Deputada, nunca mais fale de ditadura comigo. Nunca mais! A senhora não sabe o que meu pai passou. Meu pai foi torturado, colocaram no ânus dele um cassetete, levou um tiro, e só não morreu porque estilhaçou na grade. Nunca mais trate desse tema comigo", reagiu Maia.

O presidente da Câmara prosseguiu: "Quem defende a ditadura é o presidente que vocês apoiam, o presidente da República. Não somos nós, que estamos defendendo esta Câmara independente. Vocês estão tentando sequestrar a Presidência da Câmara, e não vão sequestrá-la enquanto eu for Presidente!"

Rodrigo Maia concluiu a fala ao dizer que não aceitava uma declaração assim em razão de a Ditadura Militar brasileira ter perseguido seu pai, o ex-prefeito do Rio Cesar Maia, hoje vereador da capital fluminense pelo DEM. O presidente da Câmara nasceu em 1970, em Santiago, no Chile, onde o pai se exilou.


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Abreu no Zap

24/01


2021

Bolsonaro passeia de moto e ignora perguntas sobre popularidade

O presidente Jair Bolsonaro passeou de moto por Brasília, hoje, durante cerca de uma hora. Em seu trajeto, fez breves paradas, onde cumprimentou pessoas. Sem máscara, o presidente não respondeu perguntas de jornalistas.

Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada por volta de 11h. Ele fez paradas em uma barraca de venda de frutas e em dois pontos da Esplanada dos Ministérios, onde falou com pessoas em frente à Catedral de Brasília e na Praça dos Três Poderes. Ele retornou para a residência oficial por volta de 12h.

Em uma de paradas realizadas, Bolsonaro foi questionado sobre sua opinião em relação à queda de popularidade do governo e sobre os protestos favoráveis ao seu impeachment realizados ontem. Ele não respondeu. Pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira, 22, mostrou aumento na reprovação do governo, que passou de 32% para 40%. A aprovação também caiu, indo para 37% ante 31% em dezembro.

O mandatário também não comentou as expectativas para as eleições das presidências da Câmara e do Senado no dia 1º de fevereiro. O Planalto aposta na eleição do deputado Arthur Lira (PP-AL), líder do Centrão, e do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) para avançar com pautas de interesse do governo, como a regularização fundiária.

*Com informações do Estadão


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24/01


2021

Ibope Inteligência encerra atividades

O Ibope Inteligência vai fechar no fim de mês. A família Montenegro, que controla a empresa especializada em pesquisas políticas, de opinião e de mercado, decidiu sair do ramo após 79 anos. As informações são da coluna de Lauro Jardim, em O Globo.

"Em 2015, os Montenegro venderam o Ibope Mídia (que mede audiência de TV) para a inglesa Kantar. Mas preservaram o Ibope Inteligência, que faz pesquisas políticas, de opinião e de mercado. Agora, decidiram também sair deste negócio e fechar a empresa no fim deste mês — mesma data em que vence o acordo de licenciamento da marca Ibope, que passa a ser 100% da Kantar."

Aínda segundo Jardim, a CEO do Ibope, Márcia Cavallari, e alguns executivos que trabalham com ela abriram uma outra empresa de pesquisa: o Ipec (Inteligência, Pesquisa e Consultoria).
 


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Comentários

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Realmente, com a pesquisas desmoralizadas e desacreditadas, o \"grande\" negócio acabou. Ficará as pequenas empresas com estrutura minúscula, para tentar continuar enganado a população. As Redes Sociais, com respostas instantâneas, passou a comandar o mercado.



24/01


2021

O impeachment é escolha ótima?

Por Adriano Oliveira*

Não restam dúvidas de que o presidente Bolsonaro ofertou inúmeras razões para sofrer o impeachment. Jair Bolsonaro ignorou a pandemia da Covid-19. Desconsiderou a vacina. Atacou as instituições. Incentivou ataques à democracia. Entretanto, é escolha ótima para o futuro do Brasil o impeachment do presidente Bolsonaro? 

Fui contra ao impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Sou contrário, neste instante, ao impeachment de Jair Bolsonaro. A razão para o impeachment de Dilma foi irrelevante – pedalada fiscal justificável. Contudo, Rousseff estava à época inserida em um ambiente de forte turbulência política: 1) A exagerada Lava Jato; 2) Denúncias de corrupção contra o ex-presidente Lula; 3) Crise econômica; 4) Um inimigo na presidência da Câmara dos Deputados; 5) Eleitores nas ruas. 

As 5 razões elencadas explicam o impeachment de Dilma Rousseff. Porém, os defensores do impeachment esqueceram das consequências dele. Se Dilma não tivesse sido impedida de governar, Bolsonaro venceria a eleição de 2018? Indagação que não requer resposta. Mas reflexão. Quais as consequências do impeachment do presidente Bolsonaro? Antes da reflexão, ofereço possíveis respostas. 

O ambiente que o governo Bolsonaro está inserido tem as seguintes variáveis: 1) Crise econômica; 2) Forte crise sanitária; 3) Ineficácia do Plano de Vacinação contra a Covid; 4) Pessoas mortas por falta de oxigênio; 5) Ausência de diálogo com os governadores. Ambiente político perfeito para o impeachment. Mas o debate sobre o impeachment do atual presidente da República reforçará a crise que o país vive. O ambiente ficará insuportável. 

Imagina o combate à Covid-19 no decorrer do debate sobre o impeachment de Bolsonaro na Câmara dos Deputados? Imagina parcela do eleitorado nas ruas defendendo, legitimamente, o presidente da República? Qual será a posição das Forças Armadas sobre o impeachment? E os militares estaduais defenderão o presidente? Considere ainda que com o impeachment as reformas Tributária e Administrativa, essenciais a qualquer governo, não serão prioridades. E o novo Auxílio Emergencial também. 

A escolha ótima para o presidente Bolsonaro é ceder novamente, assim como fez no 1° semestre de 2020. Em 2020, Bolsonaro cedeu ao Centrão e às instituições. Isto foi bom para o Brasil. Novamente, o presidente Bolsonaro precisa recuar, ceder. O seu recuo é a melhor saída para o Brasil.

*Doutor em Ciência Política. Professor do Departamento de Ciência Política da UFPE.  


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Comentários

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Impeachment é uma decisão eminentemente política. Não existe, hoje, ambiente político para tal. Caso existisse, o péssimo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já teria iniciado um impeachment. Uma decisão desta, com o apoio da maioria da população, seria mais factível. O que vemos por parte da oposição, é jogar para a plateia. No caso, os esquerdistas caviar que perderam suas mamatas.


Banco de Alimentos

24/01


2021

Influenciadora afogadense morre após complicações em lipo

A influenciadora digital de Afogados da Ingazeira Liliane Amorim, de 26 anos, morreu na manhã de hoje. Ela estava internada na UTI de um hospital em Juazeiro do Norte (CE) desde o último dia 17 por complicações de uma cirurgia de lipoaspiração.

Em entrevista ao UOL, o ex-marido de Liliane, José Bernardino de Sousa, informou que o velório e o enterro da modelo devem acontecer em Afogados da Ingazeira. Além de influenciadora digital, Liliane era modelo e dividia uma empresa de polpa de frutas com o ex-esposo.

Ela deixa um filho de seis anos. Nas redes sociais e na cidade natal da influenciadora, muitas pessoas lamentaram sua morte.


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24/01


2021

Prefeitura de Afogados e MPPE fecham cerco contra Covid-19

O Ministério Público de Pernambuco se reuniu com o prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira (PSB), e o secretário municipal de Saúde, Artur Amorim, durante a semana para detalhar a ordem de prioridade da vacinação contra a Covid-19 com as doses disponíveis na cidade. Além disso, o encontro buscou definir o endurecimento da fiscalização dos protocolos pelos diversos segmentos, conforme solicitado pela Promotoria.

Segundo o promotor Lúcio Luiz, não haverá qualquer tolerância para "fura-fila" na aplicação da vacina, "seja por pressão política, vínculos de amizade ou pela pressão do dinheiro, do poder econômico". Já o secretário fez uma explanação das diversas situações de prioridade dos profissionais de saúde, tendo sido definido, na reunião, quais setores seriam contemplados com as dosagens e a ordem cronológica.

O prefeito Alessandro Palmeira reafirmou o compromisso com essa aplicação conforme os critérios preconizados pelo próprio Plano Nacional de Imunização (PNI). "Aqui em Afogados não teremos privilegiados", afirmou.

Aumento da fiscalização para evitar lockdown

O promotor Lúcio Luiz apresentou preocupação com a necessidade de continuar cumprindo os protocolos, mesmo com a vacinação. Ele usou como exemplo a Inglaterra, que fabrica a vacina e começou o processo de imunização há mais de 30 dias. Mesmo assim, os casos aumentaram em dezembro e teve de iniciar um novo lockdown por 30 dias, da primeira semana de janeiro até a primeira de fevereiro.

"A nossa disposição é manter as atividades funcionando, sem fechar nada, mas não de qualquer jeito e, sim, cumprindo os protocolos" defende o promotor.

Para isso, ficou definido que haverá aumento da fiscalização, inclusive com possibilidade de interdição gradativa dos locais e aplicação de multas a partir deste final de semana. "Não é isso que a Secretaria de Saúde e a Promotoria querem, mas terá de ser feito se os descumprimentos continuarem, como a falta da figura dos porteiros nos estabelecimentos", ressaltou o secretário de Saúde.

Também foram encaminhadas providências para dar maior rigor no monitoramento das quarentenas de quem chega de viagem, especialmente de São Paulo, e de quem está em investigação ou testou positivo para a Covid-19, como foi solicitado pela Promotoria de Justiça.

Medidas podem se estender a todo Pajeú

As ações implantadas em Afogados da Ingazeira podem servir de base para outras cidades do Sertão do Pajeú, segundo o promotor Lúcio Luiz. 

As medidas consistem em três frentes:

1) Garantir rígido cumprimento da vacinação para os grupos prioritários e estabelecer cronograma com as doses disponíveis, sem tolerar "fura-fila";

2) Ampliar as equipes de fiscalização (inclusive com novas contratações temporárias por excepcional interesse público) e endurecer na cobrança dos protocolos para manter o comércio e demais atividades abertas e não ter que fechar;

3) Ampliar a fiscalização, especialmente com os Agentes de Saúde (visitas domiciliares e chamadas de vídeo) para garantir o isolamento precoce e cumprimento das quarentenas por quem chega de viagem (foco em São Paulo e Manaus) e por quem está em investigação ou testou positivo para Covid-19.


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Jornao O Poder