Lavareda

29/11


2020

O voto cidadão

Acabei de fazer o exercício da democracia: votar. É pelo voto que se transforma, se muda o que está errado, que se dá um basta ao que não anda em sintonia com os mais altos interesses da coletividade.

Fico chocado quando vejo gente esclarecida e formadora de opinião pregando e cravando na urna o voto branco e nulo. Covardia maior é defender a tese da abstenção. Em política, como dizia Agamenon Magalhães, só existem dois lados: os que estão no poder e os fora dele.


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Carlos

O cidadão não é obrigado a votar em bandido, quem vota em criminoso é cúmplice do crime. Se só existem dois lixos como candidatos quem tem vergonha na cara vota NULO, BRANCO ou se ABSTÉM.


ALEPE

29/11


2020

Ibope Fortaleza: Sarto 61% e Capitão Wagner 39%

Pesquisa Ibope encomendada pela TV Verdes Mares e divulgada ontem aponta os seguintes percentuais de votos válidos para o segundo turno das Eleições 2020 para a Prefeitura de Fortaleza:

Sarto (PDT): 61%

Capitão Wagner (Pros): 39%

O percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos.

Evolução

Em relação aos votos válidos do levantamento anterior do Ibope, de 23 de novembro:

Sarto foi de 60% para 61%

Capitão Wagner foi de 40% para 39%

Votosa totais

Sarto: 54%

Capitão Wagner: 35%

Branco/nulo: 7%

Não sabe/prefere não opinar: 4%

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

Quem foi ouvido: 805 eleitores da cidade de Fortaleza

Quando a pesquisa foi feita: 26 e 27 de novembro

A pesquisa foi encomendada pela TV Verdes Mares

Número de identificação na Justiça Eleitoral: CE 06026/2020

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.


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Wellington Antunes

OS SETE GOLS CONTRA DO BOZO: No primeiro tempo, os preferidos de Bolsonaro naufragaram em cinco municípios: São Paulo (Celso Russomanno), Belo Horizonte (Bruno Engler), Manaus (Coronel Menezes), Santos (Ivan Sartori), Recife (Delegada Patrícia). Neste segundo turno, o presidente deve amargar as duas derrotas que faltavam para que o seu desaproveitamento fosse de 100%. No Rio de Janeiro, Bolsonaro afunda abraçado a Marcelo Crivella (Republicanos). Em Fortaleza, naufraga junto com o Capitão Wagner (Pros).... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/josias-de-souza/2020/11/29/bolsonaro-faz-sete-gols-nas-urnas-todos-contra.htm?uol_app=uolnoticias&cmpid=copiaecola

Wellington Antunes

Bolsonaro faz sete gols nas urnas, todos contra - 29/11/2020 - UOL Notícias. Veja mais no UOL. Acesse: https://noticias.uol.com.br/colunas/josias-de-souza/2020/11/29/bolsonaro-faz-sete-gols-nas-urnas-todos-contra.htm

Wellington Antunes

Bozolóide jumentóide vai dizer que essa pesquisa foi comprada


O Jornal do Poder

29/11


2020

Ibope Teresina: Dr. Pessoa 68% e Montezuma 32%

Pesquisa Ibope encomendada pela TV Clube e divulgada ontem aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos para o segundo turno das Eleições 2020 para a Prefeitura de Teresina:

Dr. Pessoa (MDB): 68%

Kleber Montezuma (PSDB): 32%

O percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos.

Evolução

Em relação aos votos válidos do levantamento anterior do Ibope, de 23 de novembro:

Dr. Pessoa (MDB): foi de 65% para 68%

Kleber Montezuma (PSDB): foi de 35% para 32%.

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 4 pontos percentuais para mais ou para menos

Quem foi ouvido: 602 eleitores da cidade de Teresina

Quando a pesquisa foi feita: 26 a 28 de novembro

A pesquisa foi encomendada pela TV Clube

Número de identificação no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí: PI 08340/2020.


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Abreu no Zap

29/11


2020

114 candidatos disputam o segundo turno no País

Cerca de 38 milhões de eleitores estão aptos a participar, hoje, do segundo turno das eleições municipais em 57 cidades, entre as quais 18 capitais. Os eleitos, dentre 114 candidatos, tomarão posse em 1º de janeiro de 2021.

As eleições deste ano foram adiadas de outubro para novembro em razão da pandemia da Covid-19. Em Macapá (AP), as eleições serão realizadas somente em dezembro, por causa do apagão de 22 dias que atingiu o Amapá.

O segundo turno acontece nos municípios com mais de 200 mil eleitores em que nenhum dos candidatos conseguiu alcançar maioria absoluta (metade mais um) dos votos válidos no primeiro turno.

Disputam o segundo turno os dois candidatos mais votados no primeiro. Portanto, estão na disputa 114 candidatos a prefeito e igual número de candidatos a vice-prefeito – um candidato a prefeito em Piracicaba (SP) teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Ele poderá concorrer, mas a situação terá de ser analisada posteriormente pelo TSE.


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29/11


2020

A pedra e o abuso do poder econômico

Recife vai às urnas, hoje, rachada, literalmente, ao meio, segundo Ibope, Datafolha, Ipespe e Big Data. Com exceção da disputa Roberto Magalhães X João Paulo em 2000, com bastidores inéditos no meu livro A derrota não anunciada, nunca se viu isso na capital pernambucana.

Desde 2006, com a chegada do PSB ao poder, Eduardo Campos, timoneiro do partido, que aprendeu a fazer o jogo eleitoral com Miguel Arraes, não sabe o que é enfrentar adversários que ameaçam tirar-lhe o poder das mãos. Desde que foi impedida de disputar as eleições para governadora em 2018, Marília Arraes tem sido a pedra no caminho do PSB. 

Uma pedra que levou João Campos a fazer uma das campanhas mais sujas e agressivas da história do Recife. Mais do que isso, marcadas fortemente pelo poder econômico, o uso escancarado de duas máquinas em favor do candidato, a do Governo do Estado e a da Prefeitura do Recife. Prefeito, secretários estaduais e municipais, diretores de estatais, comissionados, enfim, só faltou o governador Paulo Câmara nas ruas dando uma de militante.

Uma vergonha. Ao longo da campanha surgiu de tudo. Ontem mesmo, véspera da eleição, a população tomou conhecimento de um áudio vazado pelas redes sociais do chefe de gabinete do prefeito, Rodrigo Farias, cobrando a devolução de dinheiro dado a uma candidata a vereadora no Recife. A forma desrespeitosa como ele trata a candidata chocou o Recife e deu o tom exato dos atos de milícia da tropa que quer eleger João Campos a todo custo.

Ao longo do dia e da noite chegaram ao blog informações as mais absurdas possíveis de agentes milicianos amarelos entrando em casas de bairros periféricos onde eram encontradas bandeiras, adesivos ou cartazes de Marília. Além de retirar a propaganda da petista à força, denúncias de oferta de dinheiro, elevadas quantias, para reverter o voto dessa gente para João. Cadê a justiça eleitoral e a Polícia Federal? Não fizeram um só flagrante ontem desse abuso do poder econômico.

Também há informações de que hoje pela madrugada chegaram várias caravanas do PSB do Interior, em ônibus fretados pelo partido e prefeitos aliados para fazer presença nas ruas. A estratégia é impressionar. Mostrar que, com muita gente de amarelo pelas ruas, João ganhará a eleição.


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Comentários

arnaldo luciano da luz alencar ferreira

Hoje é o grande começo, se faz uma limpeza na PREFEITURA DO RECIFE e daqui Aldous anos faz uma nova LIMPEZA NO GOVERNO DO ESTADO.

Carlos

Tirar a gangue do PSB e colocar a gangue do PT, grande escolha, é como escolher entre levar um tiro na mão ou no pé. VOTO NULO.

Sergio Murilo Pereira Araujo

Recife tem a chance de se livrar dessa gangue do PSB hoje.


Banco de Alimentos

28/11


2020

Diretores da Compesa fazem campanha para João durante expediente

Assessores e diretores da Companhia Pernambucana de Saneamento, órgão subordinado ao Governo do Estado, foram flagrados fazendo campanha durante o horário de expediente para o candidato a prefeito do Recife João Campos (PSB). O blog obteve imagens que mostram a participação da diretora de Desenvolvimento e Sustentabilidade, Camilla Godoy, do diretor de Negócios e Eficiência, Flávio Coutinho, e do diretor de Técnica e de Engenharia da Compesa, Flávio Figueiredo.

Este é um novo caso de uso da máquina pública a favor do prefeiturável socialista, apoiado pelo governador Paulo Câmara, seu correligionário.


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28/11


2020

A história da escória: do maneco ao xaveco

Por Weiller Diniz*

A conjugação de uma economia desmoronando, denúncias de corrupção, inflação e desemprego foi decisiva para desestabilizar dois presidentes da República desde o início dos anos 1950. Nos dois casos anteriores, e no atual, as denúncias de corrupção sempre tiveram a digital de parentes diretos. Na queda de Fernando Collor de Mello o irmão, Pedro, abriu uma guerra fratricida acusando o então presidente muito além de 3 vezes. Ele foi o autor das denúncias contra PC Farias que expeliram Collor do Planalto. Anos antes, em 1951, quando Getúlio Vargas voltava ao poder, o filho emporcalhou o Palácio do Catete, então sede do governo. Manuel Vargas, Maneco como era conhecido o quarto filho do ex-presidente, estava no epicentro de traficâncias determinantes para o colapso do governo, o suicídio do pai e uma guinada trágica na história brasileira.

Maneco, embora pouco mencionado como um dos principais responsáveis pela crise que levou o pai ao suicídio em 1954, teve um papel crucial no desfecho trágico do dia 24 de agosto daquele ano. A expressão “mar de lama”, cunhada por Vargas e massificada pela UDN e Carlos Lacerda para trucidar Getúlio, é originada dos negócios escusos de Maneco com Gregório Fortunato, chefe da guarda pessoal de Vargas, motorista e mentor do atentado da rua Tonelero, que feriu Lacerda, vitimou o Major Rubens Tolentino Vaz e mudou a história do Brasil. Os estampidos em frente ao número 180 da Tonelero, em Copacabana, dispararam a contagem regressiva para o ocaso da Era Getúlio Vargas.

O segundo governo do “pai dos pobres” estava paralisado em uma crise política sem fim. A economia estagnada, inflação em disparada, queda do poder aquisitivo e denúncias diárias de corrupção espancavam Vargas. O cerco se fechou após a morte do Major, investigada em um inquérito da Aeronáutica. A conhecida República do Galeão tornou o governo insustentável. O aprofundamento das apurações revelou que Gregório Fortunato enriquecera ilicitamente na penumbra do governo e adquiriu fazendas de Manuel Antônio Vargas – o Maneco – sem renda que lastreasse o negócio sujo. Para agravar a situação, Fortunato fizera um empréstimo em um banco público com o aval de João Goulart. Fortunato era visto, na época, como símbolo da corrupção. As trapaças de Maneco serviram para quitar dívidas pessoais e abreviar o governo Vargas, que, encurralado pelas velhacarias do filho, optou por sair da vida para entrar na história.

Pedro Collor de Mello foi outro parente responsável pela queda do irmão da presidência, só que na condição de acusador. Ele foi autor de uma caudalosa denúncia de corrupção contra o então presidente da República. Por conta dela, Fernando Collor foi cassado por corrupção no desfecho do processo de impeachment instaurado pelo Legislativo. Collor tentou tardiamente renunciar para preservar os direitos políticos, mas não colou. Pedro fuzilou o tesoureiro da campanha, Paulo Cesar Farias, o PC Farias, acusando-o de usar a amizade com Collor para enriquecer. Também entregou um dossiê e apontou falcatruas que envolviam o irmão e PC Farias, outro Gregório Fortunato da história nacional, menos truculento, mas igualmente voraz. Collor caiu por pouco. Uma Fiat Elba, a partir da denúncia de outro motorista, Eriberto França, uma espécie de faz tudo da ex-secretária de Collor, Ana Acioli. PC Farias, assassinado em 1996, se eternizou na memória brasileira, exatamente como Gregório Fortunato, como um ícone da corrupção. PC Farias saiu da vida para a escória da história.

O mesmo ambiente de trapaças ameaça o senador Flávio Bolsonaro, o filho encrencado chamado de zero um, o Maneco repaginado. O senador foi eviscerado pelas investigações do Ministério Público e denunciado por crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele é apontado pelo MP como líder de um esquema de corrupção que consistia em receber de volta boa parte dos salários de 23 ex-assessores entre os anos de 2007 e 2018, período em que foi deputado estadual. Também há suspeitas de uso eleitoral do dinheiro e investigações sobre uso da máquina pública para blindar Flávio Bolsonaro.

O ex-PM Fabricio Queiroz, espécie de capanga e também motorista do clã – o Gregório Fortunato dos Bolsonaros – foi apontado como operador da quadrilha. Foi denunciado, junto com outros 15 ex-assessores, pelos mesmos crimes que o ex-chefe. As investigações, que começaram em meados de 2018 após Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificar movimentações atípicas nas contas de Queiroz, concluíram que R$ 6 milhões de dinheiro público, subtraídos do pagamento de funcionários que, em sua maioria fantasmas, viraram patrimônio privado de Flávio Bolsonaro. As conclusões são do MP.

Do total movimentado, pouco mais de R$ 2 milhões vieram de centenas de transferências bancárias e depósitos em espécie feitos por assessores com quem o ex-policial tinha relações. Segundo as investigações, o dinheiro era repassado para Flávio Bolsonaro através de outros depósitos ou pagamento de despesas pessoais. Muitos em dinheiro vivo. Foram mais de 100 boletos de escola e planos de saúde honrados em espécie, além de um depósito de R$ 25 mil, ainda sem explicação, na conta bancária da esposa de Flávio Bolsonaro.

A ocultação do dinheiro se deu em transações imobiliárias, muitas com dinheiro em espécie, oriundo de pagamentos na loja de chocolates da qual Flávio Bolsonaro era sócio. O Senador e a esposa receberam 146 depósitos, no total de R$ 295 mil, utilizados para pagar parcelas de um apartamento. O inquérito reforçou ainda mais o elo de Queiroz e da família Bolsonaro com Adriano Magalhães da Nóbrega, miliciano que comandava no Escritório do Crime, envolvido na execução da vereadora Marielle Franco. Adriano virou arquivo morto em uma operação policial em fevereiro de 2020 no interior da Bahia. A ex-mulher e mãe de Adriano, também foram empregadas no gabinete de Flávio. A dupla repassou para Queiroz R$ 200 mil. As pizzarias da família teriam repassado ainda outros R$ 200 mil.

A ciranda criminosa arrastou Queiroz para o centro dos holofotes da corrupção, a exemplo de Fortunato, há 66 anos. Após uma cirurgia, paga em dinheiro, para a retirada de um câncer no hospital Albert Einstein, em São Paulo, o homem-chave da investigação evaporou, apesar de agendar depoimentos ao MP do Rio aos quais não comparecia. No período da submersão, o ex-policial seguiu agindo para embaçar as investigações e, por essa razão, foi preso. Ele estava homiziado na casa do advogado Frederick Wassef, advogado de Flávio e do presidente da República, chamado de “anjo”. Gregório Fortunato também era conhecido pelo apelido de “anjo negro” de Vargas.

No baculejo foi rastreada uma dinheirama de Queiroz para Michelle Bolsonaro. Foram 27 depósitos em cheque que totalizam R$ 89 mil. Questionado, o capitão Bolsonaro, adepto da selvageria, ameaçou dar “porrada” em um repórter, mas não explicou a generosidade do ex-assessor até hoje. No rastro do dinheiro, escrituras de cartório foram publicadas por diversos órgãos de imprensa. O vereador Carlos Bolsonaro, o filho zero dois do presidente, pagou R$ 150 mil em dinheiro vivo por um apartamento. Já o deputado federal Eduardo Bolsonaro, o filho zero três, usou R$ 150 mil em grana para pagar parte de dois apartamentos. A aquisição de bens com dinheiro em espécie gera suspeitas de lavagem de dinheiro.

Na era conflagrada de Carlos Lacerda, notório pela retórica agressiva e inflamada, a compra das fazendas gerou o fulminante bordão do “mar de lama” que emporcalhava os subterrâneos do Catete, Getúlio Vargas, sua família e Gregório Fortunato. Os valores de aquisição das fazendas por Gregório Fortunato, corrigidos, equivalem hoje a R$ 3,8 milhões. Getúlio se matou 19 dias após o atentado, inaugurando uma triste maldição familiar. Fortunato foi preso, admitiu ser mandante do ataque a Lacerda, isentou Vargas e purgou 8 anos de cadeia até ser assassinado, em 1962, na penitenciária. A suspeita foi queima de arquivo, como Adriano da Nóbrega e PC Farias. Queiroz, o Fortunato dos Bolsonaros, parece ignorar a história ao sustentar a inverossímil inocência do ex-chefe, deixando sem explicação os depósitos nas contas de Michelle Bolsonaro e da esposa do próprio Flávio e a centena de boletos que pagou.

Os cerca de R$ 6 milhões movimentados por Flávio Bolsonaro, sua mulher, Queiroz, Michelle Bolsonaro, os saques em espécie, imóveis adquiridos com grana viva, atualmente são eufemizados pela indulgente ‘rachadinha’. A testemunha Luiza Sousa Paes, uma das ex-fantasmas, confirmou que devolvia 90% do salário e até a restituição do imposto de renda. É dela a expressão “deu ruim” que sintetiza a indigência moral do que se passou ali. Do Maneco ao xaveco navegamos na nossa melancólica trajetória da história à escória.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no site Os divergentes.


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28/11


2020

Polícia barra carreatas pró-Padilha em Paulista

Em Paulista, a Polícia impediu, hoje, carreatas em prol do candidato a prefeito Francisco Padilha (PSB). O blog obteve alguns vídeos que mostram a ação policial, que contou com a presença de fiscais do Tribunal Regional Eleitoral, conforme relatado por uma fonte.

Ainda de acordo com informações repassadas ao blog, houve apreensão de veículos em Maranguape 2. Ontem, na mesma localidade, um outro ato de campanha a favor do prefeiturável socialista causou aglomerações e terminou com a chegada da Polícia Militar. Na ocasião, Padilha estava presente, conforme atestam vídeos obtidos por nossa equipe.


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28/11


2020

Frente Popular lança manifesto em defesa de João

A coligação Frente Popular publicou uma carta aberta, hoje, em defesa do candidato do PSB a prefeito do Recife, João Campos. O manifesto reforça que o postulante da legenda apresentou projetos para a cidade e que obteve mais de 100 vitórias na Justiça Eleitoral. O documento também afirma que o prefeiturável foi alvo de fake news e parabeniza João.


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