FMO janeiro 2020

27/01


2020

Bolsonaro e Maia avaliam construir agenda conjunta

Blog da Andréia Sadi

O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, estudam a construção de uma agenda comum de projetos para 2020 no Legislativo.

Maia já informou ao Planalto que a prioridade da Casa é a reforma tributária que, segundo o presidente da Câmara, será votada no primeiro semestre. “É uma agenda do Parlamento", disse.

O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, responsável pela articulação política do governo, e Maia tem conversado sobre projetos que podem andar no Congresso além da reforma tributária.

Para o governo, o discurso é de que seria ideal a aprovação das reformas tributária e administrativa em 2020. Porém, na avaliação de congressistas, a equipe econômica atrasou a discussão da reforma administrativa ao não enviá-la ao Congresso em 2019, como estava combinado.

A discussão da reforma tributária está mais avançada e, mesmo assim, ainda não conta com a proposta do governo. Congressistas devem embutir nesse debater a fala da semana passada do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a criação de um “imposto do pecado”.

A proposta de aumentar os tributos sobre itens como cigarro, álcool e produtos com açúcar já foi rechaçada pelo presidente Bolsonaro.

No Congresso, a avaliação é de que dificilmente um imposto será criado em ano de eleição. Mesmo assim, o debate deve ser feito.


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Abreu e Lima

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03/04


2020

Quem é líder nunca perde a dianteira!

Saiu, ontem, mais um ranking dos blogs mais acessados de Pernambuco. O meu permanece no topo, nunca perdeu o posto já próximo de fechar o calendário do seu 14 ano natalício.

Liderança não cai do céu sem sem conquista do nada ou pelo acaso. É fruto de muito trabalho, dedicação e muitos furos. Mais do que isso, história. Uma trajetória curtida por muitas idas e vindas em busca da melhor informação.

Obrigado, gente!

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1º Lugar - Blog do Magno Martins: 570.670 acessos

Os dados colhidos são dos dias 01 a 31 de março de 2020

Fonte: SimiliarWeb


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03/04


2020

Cadê a vida ali na esquina?

Sextou! Como soava bem aos ouvidos feito sinfonia de Bethoven num violino o raiar da sexta-feira quando existia mundo e o mundo era colorido, uma festa. Hoje, até o sextou foi devorado pelo vírus do fim do mundo, o demônio que bateu à porta anunciando a morte. 

Eu quero minhas sextas de volta! Preciso delas para respirar, pegar as chaves da cidade e abrir todos os botecos, todos os endereços onde a vida brota melodiando alegria, grito de eu existo, logo vivo e viverei brindando todas as formas de transformar vida em arte, arte em vida!

Sextou! Quero minha boemia de volta, meu violão, meus amigos de seresta, a saideira que rompia o sábado, os amores com cheiro do pecado prazeroso do namoro. Quero o perfume da sedução de volta. Até isso o corona me roubou. 

Sextou! Quero amenizar a dor dos enfardos. Preciso dela para abraçar meus amigos no Leite. Ah quanta saudade das minhas confrarias! Afasta de mim esse cálice da Covid-19. Devolve-me meus amores, minhas manhãs ternas de poesia, meu sol que ilumina a alma, o silêncio do alvorecer que floreia minhas palavras. Que diz que mais tarde há de vir o barulho do brinde à vida ouvindo música, indo ao show, a um teatro, enfim, ao encontro da vida que falta numa casa que virou prisão domiciliar.

De todo mal arrastado pelos tempos de fim do mundo da era corona o que mais dói é constatar que todos os dias são iguais. Que todas as manhãs o sol nasce para todos, mas sempre igual, sem tom ou entonação diferenciados. Todas as tardes são modorrentas, sempre iguais. Dias siameses são terríveis. A segunda era o começo, hoje rima com meio ou fim, tanto faz, nada difere. Os dias trancafiados fugindo da morte são tão chatos quanto botequim sem saia.

Corona, devolve meu sextou!  Sou ser incluso, não excluído. Preciso de gente ao meu redor. Preciso de almas gêmeas. Sou animal sociável enjaulado por um vírus feito bicho do mato que nunca viu o sopro da vida lá fora. 

Quero vida! Alô seu botequim, avisa aí que estou chegando. Bota a cerveja no freezer, prepara o churrasco, aciona a moçada que hoje tem samba, batuque e bandolim. Manda meu amor cheirosa e radiante. Com minissaia, de preferência, para exibir os belos pares de pernas.

Sextou! Caiu a ficha. Minhas sextas como quartas ou quintas de isolamento social  são avenidas sem samba,  chopes sem colarinho, régua sem compasso, sol sem fervor, lua sem claridade, becos sem ruelas, um mundo sem cor, sem vida.

Covid, devolve meus sextous!


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Prefeitura de Serra Talhada

03/04


2020

Senador infectado na comitiva defende Mandetta no cargo

Do UOL

Infectado pelo coronavírus quando viajou com a comitiva presidencial aos Estados Unidos, o senador e médico Nelsinho Trad (PSD-MS) criticou a postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de questionar o isolamento social durante a pandemia da covid-19, doença causada pelo vírus. 

"Acho que ele, no mínimo, está cometendo um equívoco. E não sou eu que estou dizendo. Todas as recomendações de autoridades da imunologia, infectologia, do mundo, não é [só] do Brasil, falam que tem que fazer esse bloqueio", afirmou.

Considerado um aliado do Palácio do Planalto, Trad defende a permanência do primo Luiz Henrique Mandetta à frente do Ministério da Saúde, que tem tido o trabalho reconhecido pelas áreas médica e sanitária. 

A forma como Bolsonaro contradiz as medidas recomendadas pelo próprio governo, porém, vem causando desconforto na família sul-mato-grossense do parlamentar.

Um de seus irmãos, o deputado federal Fábio Trad (PSD-MS), tem exposto abertamente a insatisfação nas redes sociais e chegou a afirmar que "ser demitido por ter sido fiel à medicina será razão de orgulho" para quem ama o saber e a razão.

Nelsinho Trad não acredita que Mandetta deva pedir demissão agora por ter "uma missão muito maior que qualquer intriga" e considera que Bolsonaro está se rendendo às diretrizes do ministério, aos poucos. No entanto, admite não saber até onde vão as consequências do que classifica como "sapo que o presidente teve que engolir". 

"A sequela que isso vai gerar no futuro nunca se sabe. Se esse sapo que o presidente teve que engolir em função de toda essa batalha, se isso será digerido ou se lá na frente essa questão vai ser exaurida com a demissão dele [Mandetta]", disse.

Em parte do mandato de Nelsinho Trad como prefeito de Campo Grande, Mandetta atuou como seu secretário de saúde. Trad é urologista e Mandetta, ortopedista. Atualmente, um outro irmão seu, Marquinhos Trad (PSD), é prefeito da capital de Mato Grosso do Sul.

Recuperação e dia após dia
 O senador se recupera da infecção confirmada em 13 de março e ainda tem alguma tosse seca, tendo chegado a ficar internado em um hospital de Brasília. Segundo ele, os primeiros sintomas foram dor intensa no corpo, febre alta que não passava com remédios e dor de cabeça. 

Depois do diagnóstico do secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, Trad foi o segundo infectado da comitiva de Bolsonaro em visita ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Flórida, em março. Pelo menos outros 23 integrantes da comitiva foram infectados pelo coronavírus.

 Agora, o parlamentar retoma os trabalhos no Senado por meio das sessões virtuais e espera "virar essa página" em definitivo. "Dia após dia a gente tem que ir vencendo." Leia a seguir os principais momentos da entrevista, concedida na quarta-feira (1º), na qual o senador fala também sobre a relação difícil de governadores e prefeitos com Bolsonaro e como o Brasil precisa estar preparado para o impacto da pandemia na agropecuária. 

Como presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, ele ainda chama os ataques do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) à China como "um pouco fora de propósito", mas diz considerar o episódio superado.

Confira a entrevista aqui: Senador infectado na comitiva critica Bolsonaro e defende ...


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03/04


2020

Ministros do TSE discutem adiar eleições para dezembro

O Globo - Carolina Brígido

Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cogitam adiar as eleições municipais de outubro para dezembro, devido à pandemia do coronavírus. A decisão sobre a data das votações deve ser tomada entre fim de maio e início de junho, a depender da situação sanitária do país. Ainda que o quadro não esteja definido, os ministros descartam a possibilidade de prorrogação dos mandatos atuais. Isso aconteceria se as eleições fossem reagendadas para 2021. Ou, ainda, se houvesse unificação com as eleições gerais de 2022.

— A saúde pública, a saúde da população é o bem maior a ser preservado. Por isso, no momento certo será preciso fazer uma avaliação criteriosa acerca desse tema do adiamento das eleições. Mas nós estamos em abril. O debate ainda é precoce. Não há certeza de como a contaminação vai evoluir. Na hipótese de adiamento, ele deve ser pelo período mínimo necessário para que as eleições possam se realizar com segurança para a população. Estamos falando de semanas, talvez dezembro — disse o ministro Luís Roberto Barroso, que vai presidir o TSE a partir de maio.

O ministro afirmou que eventual prorrogação de mandatos não está sendo cogitada na Corte, porque violaria a Constituição Federal.

— A ideia de prorrogação de mandatos dos atuais prefeitos e vereadores até 2022 não me parece boa. Do ponto de vista da democracia, a prorrogação frauda o mandato dado pelo eleitor, que era de quatro anos, e priva esse mesmo eleitor do direito de votar pela renovação dos dirigentes municipais. Se for inevitável adiar as eleições, o ideal é que elas sejam ainda este ano, para que não seja necessária a prorrogação de mandatos dos atuais prefeitos e vereadores — declarou.

Barroso acrescentou que unificar as eleições municipais com a disputa nacional de 2022 seria prejudicial por outro motivo: os temas a serem tratados nas campanhas são totalmente diferentes. A disputa nos municípios é mais voltada para assuntos locais, como transportes, planejamento da cidade e limpeza urbana. Já a eleição geral trata de temas de interesse nacional, como política econômica e programas sociais. Além disso, unir eleições locais e nacionais seria inviável operacionalmente.

— As eleições municipais deverão mobilizar 750 mil candidatos, cujas candidaturas precisam ser objeto de registro e que, em caso de impugnação, precisam ser decididas pela Justiça Eleitoral. Já é um número muito expressivo. Juntar a eles os questionamentos de registros de candidaturas à Presidência da República, ao Senado Federal, à Câmara dos Deputados e às Assembleias Legislativas significa criar imensas dificuldades para a administração do pleito pela Justiça Eleitoral. Um verdadeiro inferno gerencial — afirmou.

Barroso lembrou que houve prorrogação de mandatos durante a ditadura militar, quando uma emenda constitucional estendeu até 1982 o mandato de prefeitos e vereadores eleitos em 1976, e que deveria terminar em 1980.

— Não custa lembrar que nesse meio tempo, o Congresso Nacional foi fechado, com base no AI-5, para outorga do chamado Pacote de Abril, um conjunto de medidas eleitorais igualmente casuísticas. E a campanha eleitoral se desenvolveu sob a égide da Lei Falcão, que somente permitia a exibição, na TV, da foto do candidato, sem direito a fala — observou.

Embora não esteja definido se as eleições serão mesmo adiadas, providências que precisam ser tomadas pela Justiça Eleitoral antes da votação já foram suspensas, por conta do coronavírus. A maioria dos técnicos do tribunal está trabalhando remotamente. Por isso, não foi possível realizar um teste agendado para meados de março. Há outro teste marcado para depois da Semana Santa, que também deverá ser adiado.

Os testes são de software e também do sistema operacional da urna. Além disso, há outros testes fundamentais que precisam ser realizados antes da votação, como simulações da eleição e totalização de votos. Também está suspenso o treinamento dos cerca de 2 milhões de mesários que atuarão nas votações, o que também prejudica o calendário da Justiça Eleitoral.

Técnicos do TSE ouvidos pelo GLOBO também apontam uma outra questão: ainda que a eleição seja adiada para dezembro, existe uma série de providências que precisam ser tomadas depois das votações que precisariam ser ajustadas. Antes das posses dos eleitos, em 1º de janeiro, os candidatos devem apresentar prestações de contas e essas contas precisam ser analisadas pela Justiça Eleitoral. Em seguida, vem a diplomação dos candidatos. E, por último, a posse. Para os técnicos, a definição da data da eleição é fundamental para fazer esse planejamento.

Em nota, a atual presidente do TSE, ministra Rosa Weber, declarou que não cogitava adiar as eleições de outubro por conta do coronavírus. Disse que o debate ainda era “precoce”. Barroso também tinha se pronunciado nesse sentido. Mas, diante do avanço da Covid-19 no Brasil, as conversas entre ministros tomaram outro rumo.

Por lei, as convenções partidárias estão agendadas para agosto. É o início oficial do processo eleitoral. A depender do cenário da pandemia, não teria como realizar as convenções na data prevista. Nem tampouco as campanhas, que começam depois das convenções - ao menos nos moldes conhecidos. Eleições pressupõem o contato entre as pessoas. Não seria possível substituir isso por uma videoconferência, na visão de ministros.

No TSE, também estão sendo discutidas formas de se fazer campanha sem aglomeração, caso não sejam adiadas a votação. Se essa hipótese seguir adiante, as campanhas deste ano serão as primeiras sem o chamado corpo a corpo. Os ministros também conversam sobre as zonas eleitorais. A dúvida é como realizar eleições sem fila para votar, ou com o menor número possível de pessoas reunidas.

Ministros ouvidos pelo GLOBO lembraram que a definição da data das eleições não está somente nas mãos do TSE. O Congresso Nacional poderia aprovar uma proposta de emenda constitucional para mudar o calendário eleitoral. E, se for necessário adiar a posse dos eleitos, por conta das providências a serem tomadas depois da votação, também caberá aos parlamentares aprovar nova data.

— A palavra final na matéria será do Congresso Nacional, a quem cabe aprovar emenda constitucional a respeito, se vier a ser o caso — concluiu Barroso.


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O Jornal do Poder

03/04


2020

Rombo de estados e municípios pode passar de R$ 30 bi

Por Estadão Conteúdo

O Congresso Nacional aprovou ontem, um projeto que estabelece regras para a execução do chamado Orçamento Impositivo adaptado ao contexto da crise do novo coronavírus e autorizou que Estados e municípios fechem as contas neste ano com rombo acima de R$ 30 bilhões em decorrência da crise da covid-19.

A votação, que em circunstâncias normais seria feita em sessão conjunta, foi dividida em dois momentos. Os deputados aprovaram o texto em uma sessão à tarde, e os senadores, à noite.

]Isso foi necessário porque Câmara e Senado, separadamente, já aprovaram regras para os debates e votações remotas, pela internet. A Mesa do Congresso Nacional, que comanda as sessões conjuntas, não editou regras semelhantes, o que impediu a realização de uma sessão virtual unificada.

Um ato foi publicado nesta quinta no "Diário Oficial da União" para viabilizar este tipo de deliberação. O texto agora segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

A expressão "orçamento impositivo" se refere à parte do Orçamento-geral da União definida pelos parlamentares e que é de execução obrigatória por parte do governo federal. Ou seja, o governo é obrigado a liberar os recursos para as emendas - que, geralmente, destinam dinheiro para obras e ações nos redutos eleitorais dos congressistas.

O texto aprovado nesta quinta é um dos três enviados pelo governo de Jair Bolsonaro em meio às negociações entre Executivo e Legislativo pelo controle de R$ 30 bilhões do Orçamento, que estavam sob comando do relator da matéria.

O projeto já havia sido aprovado na Comissão Mista de Orçamento (CMO) em março. No entanto, o relator, deputado Cacá Leão (PP-BA), apresentou uma nova versão do texto nesta quinta.

Ele incorporou ao projeto, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), sugestões encaminhadas pelo Ministério da Economia na última quarta-feira, 1. Segundo o documento, o objetivo das alterações é "viabilizar importantes e essenciais ações de Estado para o enfrentamento da atual deterioração do cenário econômico".

No documento, assinado pelo ministro Paulo Guedes, o governo sugeriu revisão das projeções de resultado primário para os Estados, o Distrito Federal e os municípios de zero para um déficit de R$ 30,8 bilhões; aumento do déficit primário do setor público consolidado, que engloba o governo federal, estados, municípios e empresas estatais, de R$ 127,9 bilhões para R$ 158,7 bilhões; revogação de um dispositivo que proibia entidades do setor privado ou público de conceder ou renovar empréstimos ou financiamentos pelas agências financeiras oficiais de fomento; inclusão de um dispositivo que dispensa, durante o período de calamidade pública, a apresentação de compensações a projetos e emendas que impliquem aumento de despesas.

Também por sugestão do ministério, foi revogado um artigo que determinava que o presidente da República deveria encaminhar ao Congresso neste ano um plano de revisão de benefícios tributários.

No ofício, Guedes disse que o objetivo é permitir que o plano de redução de benefícios tributários seja elaborado em cenário mais claro.

Apesar das revisões nas projeções de déficit das contas públicas, o governo não precisa cumprir a meta estabelecida neste ano, uma vez que o reconhecimento do estado de calamidade pública pelo Congresso dispensa a administração pública desta obrigação. Câmara e Senado aprovaram em março um decreto legislativo reconhecendo a situação.

A elaboração de propostas e ações que aumentam as despesas sem a indicação de uma compensação orçamentária já estava autorizada desde domingo, 29, quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, concedeu uma liminar (decisão provisória).

A liminar foi concedida, segundo o ministro, "para afastar a exigência de demonstração de adequação e compensação orçamentárias em relação à criação/expansão de programas públicos destinados ao enfrentamento do contexto de calamidade gerado pela disseminação de covid-19".


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Banner de Arcoverde

03/04


2020

Pesquisa: nas favelas mães não conseguirão comprar comida

Agência Brasil

Nove em cada dez mães moradoras de favelas terá dificuldade para comprar comida após apenas um mês sem renda, revelou a pesquisa “Coronavírus – Mães da Favela”, realizada por Data Favela e pelo Instituto Locomotiva. O levantamento foi feito em 260 favelas, em todos os estados do país. As favelas brasileiras abrigam 5,2 milhões de mães, com média de 2,7 filhos cada uma.

Sete em cada dez mães não conseguirão manter o padrão de vida por nenhum período, caso fiquem sem renda. O restante delas tem uma reserva para se manter até no máximo dois meses. A parcela de 85% dessas mulheres disse que o pagamento de suas contas será prejudicado por ter que ficar em casa sem renda e 58% afirmou que o cuidado com a sua família será prejudicado pelo mesmo motivo.

“O impacto na economia e o isolamento social cortam a renda das mulheres autônomas, como diaristas e vendedoras ambulantes, por exemplo, que dependem da circulação para ganhar dinheiro. Estamos falando de um drama que se divide entre proteger a saúde e ter o que comer em casa”, disse Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva e fundador do Data Favela.


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Prefeitura de Limoeiro

03/04


2020

Caminhoneiros incluídos na campanha de vacinação

Agência Brasil

O Ministério da Saúde anunciou ontem que incluirá na segunda fase da campanha de vacinação contra a gripe categorias que estão atuando em atividades essenciais ou em ações de prevenção e combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Foram incluídos na segunda fase trabalhadores da segurança pública, caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e trabalhadores em portos. Os professores, que seriam contemplados nessa etapa, vão participar em momento posterior, dado o fato de que as aulas estão suspensas.

A campanha foi iniciada no dia 23 de março, com foco inicial voltado a idosos. A segunda fase terá início no dia 16 de abril. A terceira fase ocorrerá entre 9 e 22 de maio, da qual participarão crianças de 6 meses a 6 anos, grávidas, mães no pós-parto, população indígena, pessoas com mais de 55 anos e pessoas com deficiência.

Segundo o Ministério da Saúde, até agora, 15,6 milhões de pessoas foram vacinadas na campanha. Essa quantidade representa 62,6% do público-alvo que se pretendia alcançar na primeira etapa.


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Shopping Aragão

03/04


2020

Bolsonaristas promovem ato contra o isolamento social

Por Revista Forum

As milícias virtuais do presidente Jair Bolsonaro mobilizaram ontem uma hashtag de um protesto previsto para o dia 5 de abril contra o isolamento social imposto por governadores estaduais.

A hashtag #NasRuas5DeAbril ocupou o primeiro lugar dos assuntos do momento do Twitter com bolsonaristas defendendo o retorno dos trabalhos mesmo diante da crise da Covid-19, que já infectou pelo menos 7,9 mil pessoas no Brasil e matou 299 pessoas.

“BuRRocracia médico-acadêmica matando milhões de fome em breve pra “tentar” salvar milhares (q infelizmente já estão condenados) hoje. Estamos todos contaminados. Isolamento não adianta. Vc, vagabundo que nunca produziu nada, pode ficar em casa. Não faz diferença”, escreveu um dos apoiadores do presidente.

O blogueiro Allan dos Santos, do Terça Livre, foi um dos que mobilizou a tag. “Eu vou pra rua. BASTA. Já marcaram até a data: #NasRuas5DeAbril”, tuitou.

Em seguida, Allan ainda compartilhou uma imagem do presidente Jair Bolsonaro carregando os governadores João Doria, de São Paulo, e Wilson Witzel, do Rio de Janeiro, como se fossem sacos de lixo.

A tag e os ataques foram disparados logo após entrevista do presidente ao programa Pingo nos Is, da Rádio Jovem Pan. Na conversa ele pediu para os estados “irem abrindo aos poucos”, atacou os governadores e criticou o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, defensor do isolamento social.

Bolsonaro disse que Doria tem um “discursinho barato ginasial” e chamou Witzel de ditador.


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Comentários

Fernandes

Imbecil.



03/04


2020

Bolsonaro: 70% da população será infectada

Estadão Conteúdo

O presidente Jair Bolsonaro disse acreditar que “o País levará no mínimo um ano para voltar “ao que era” em janeiro”. De acordo com o presidente, em entrevista à rádio Jovem Pan, 60% a 70% da população será infectada pelo novo coronavírus e só a partir de então, o País “será imunizado”.

Sobre um dos remédios candidatos ao tratamento da covid-19, Bolsonaro afirmou que tem conversado com médicos sobre a hidroxicloroquina e “todos têm dito que é 100% de sucesso”. “Estão garimpando, tem resultados promissores, hospitais de renome não divulgam porque dependem de comprovação científica”, afirmou Bolsonaro.

O presidente ainda reforçou que a partir da próxima semana será feita a liberação do auxílio emergencial a trabalhadores informais no valor de R$ 600. A lei que garante o pagamento do benefício foi publicada nesta quinta-feira, 2, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).


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03/04


2020

Congresso encaminha prorrogação da CPMI das Fake News

Estadão Conteúdo

O Congresso Nacional encaminhou ontem, a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News por mais 180 dias. A comissão, que já atingiu aliados do governo Jair Bolsonaro, deverá abrir agora uma frente de investigação sobre perfis que difundem informações falsas sobre a pandemia da covid-19.

“Esperamos abrir um foco de investigações em cima de perfis que se utilizam da pandemia para espalhar falsas informações atentando contra a vida das pessoas. São verdadeiros marginais das redes sociais”, disse o senador Angelo Coronel (PSD-BA), presidente da CPMI.

O requerimento com 40 assinaturas de senadores e cerca de 200 de deputados, todos a favor da prorrogação do prazo de funcionamento, foi lido na sessão virtual do Congresso Nacional, a primeira neste formato. A CPMI fica automaticamente renovada se não houver retirada remota de assinaturas até o fim desta quinta-feira. Os mínimos são 27 senadores e 171 deputados.
A comissão vai funcionar por mais 180, até outubro, período que abarca as eleições municipais de 2020. Antes, a previsão era que se encerrasse em 13 de abril.

O senador disse que espera após a retomada dos trabalhos no Congresso que a CPI se reúna presencialmente para votar 62 quebras de sigilo e convocações, além de realizar o interrogatório de testemunhas e investigados nos casos de ofensa à honra de adversários políticos.

Líder do governo no Congresso, o senador Eduardo Gomes (MDB-TO) chegou a fazer uma questão de ordem contra a prorrogação, alegando um questionamento formal quando o funcionamento da CPMI durante a pandemia do novo coronavírus.


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