FMO janeiro 2020

25/09


2019

Discurso do presidente na ONU anima Cebrics

Discurso de Bolsonaro na ONU anima Cebrics (conselho empresarial dos Brics). Projeto de dar isenção de vistos para China e Índia chamou atenção dos membros.

(Foto: Alan Santos/PR)

Folha de S. Paulo - Painel S.A.
Por Joana Cunha

 

O discurso de Bolsonaro na ONU nesta terça (24) preocupou parte do empresariado, que acha que o país perdeu uma boa chance de melhorar sua imagem lá fora. Mas um detalhe da fala do presidente animou membros do Cebrics (Conselho Empresarial dos Brics): o projeto de dar isenção de vistos para China e Índia antecipa exatamente um ponto da agenda da próxima reunião anual das comunidades empresariais com governos dos Brics, marcada para 12 de novembro, em Brasília.

O que o Cebrics propõe sãos vistos de cinco anos com múltiplas entradas para negócios. A avaliação é que Bolsonaro foi ousado ao mencionar abertura maior, com a possibilidade de isenção de vistos de turismo. 

A seção brasileira do conselho empresarial dos Brics é presidida pela Embraer, secretariada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), e composta também por Banco do Brasil, BRF, Vale e WEG.  

Apesar das queixas de que o discurso do presidente não foi apropriado, no Brasil, o que incomodou o mercado mesmo foi o adiamento da votação do primeiro turno da reforma da Previdência.


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Prefeitura de Serra Talhada

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14/07


2020

Delegada só não é grupo de risco para entrevistas

A delegada e pré-candidata à Prefeitura do Recife, Patrícia Domingos, entrou com representação contra o Blog, mas, na verdade, apesar de se considerar grupo de risco, esteve ontem dando entrevista em emissoras de rádio. Já havia sido flagrada fazendo imagens em frente ao Geraldão. Ela não tem respeito pela corporação e pelo povo que paga seu salário de mais de R$ 27 mil. Está entre licenças prêmio, férias e “trabalhando” em casa há mais de 9 meses e ainda tem a cara de pau de defender honestidade.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

14/07


2020

Delegada entra com representação para me intimidar

Pré-candidata à prefeita do Recife pelo Podemos, a delegada carioca Patrícia Domingos encaminhou ao Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco uma representação judicial contra este blogueiro, sustentando que cometi crime contra ela, que gera ação indenizatória, previstos no Código de Ética dos Jornalistas. Reclama que a ofendi ao informar que teria recorrido judicialmente ao Estado para trabalhar em casa, no sistema de teletrabalho, por se julgar no direito na condição de portadora de hipertensão arterial.

O que estranha é não ter dado entrado no processo diretamente na justiça, mediante um oficial de justiça. Quando recorre ao Sindicato da minha categoria, na verdade, ela passa a impressão que está tentando apenas me intimidar. A delegada, segundo documento em poder deste blog, já havia gozado licença prêmio, mas queria continuar trabalhando em casa sob a alegação de que estava no grupo de risco da pandemia.

Pelo que sei, porque também sou hipertenso, a doença é controlável mediante remédio prescrito por médicos, o que já faço há mais de 10 anos, e isso nunca me impediu de trabalhar, de viajar, nem tampouco sair de casa. O engraçado é que a delegada não pode trabalhar de máscara na delegacia, mas pode fazer campanha pelas ruas, conforme este blog também constatou por meio das suas próprias postagens em redes sociais.

Ela diz, em sua representação, que a informação que postei no blog é fake. Ora, se tenho documento em meu poder da sua representação ao Estado, no qual exige até uma multa diária, caso não seja atendida, como pode ser notícia falsa? Quem está falseando a verdade é a delegada, a quem, aliás, dei todo direito de resposta quando se sentiu ofendida por nada que foi ofensivo.

Volto a reafirmar: sofro da mesma morbidade da delegada e isso não me impede de trabalhar na pandemia, usando álcool gel e máscara. O que ela queria, na verdade, era ficar mesmo de pernas para o ar, com tempo disponível para a campanha eleitoral. Na delegacia, onde deveria voltar a bater ponto depois de vencida a sua licença prêmio, a carioca não teria tempo nem, convenhamos, espaço para fazer proselitismo político.


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Banco de Alimentos

14/07


2020

Instagram e WhatsApp apresentam falhas nesta tarde

O Instagram e o WhatsApp apresentam falhas na tarde de hoje, e muitos usuários da internet reclamaram do problema no Twitter.

O site Downdectector analisou a queda no Whatsapp, e, por volta das 16h, detectou a falha, ainda não informada. O Facebook, que administra o WhatsApp e o Instagram, ainda não se pronunciou, nem apresentou falhas.


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14/07


2020

Cuidados com a nutrição durante a pandemia

A pré-candidata a vereadora de Jaboatão dos Guararapes Mila Aguiar realizará uma live, amanhã, sobre os cuidados necessários que as pessoas que fizeram cirurgia bariátrica devem ter durante a pandemia. A live contará com a presença da nutricionista Flávia Maciel.

Durante o evento online, a nutricionista vai tirar dúvidas sobre a cirurgia e dieta para emagrecimento. Para Mila, é importante alertar esta parcela da população, considerada grupo de risco, principalmente neste período de pandemia, uma vez que essas pessoas estão mais vulneráveis. A live será no Instagram da pré-candidata: o @mila_aguiarr.


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O Jornal do Poder

14/07


2020

Marília: Votação do FUNDEB não pode ser mais adiada

A deputada federal Marília Arraes disse, hoje, que o novo prazo dado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para votação do FUNDEB – a próxima segunda-feira (20) – precisa ser rigorosamente cumprido, para afastar de vez a ameaça de que milhões de estudantes brasileiros sejam prejudicados.

O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) é a principal fonte de financiamento da educação básica no Brasil e perderá a validade no dia 31 de dezembro. Caso não seja votado, deixará de existir.

A proposta aguardada para entrar em votação na próxima semana torna permanente o Fundeb e aumenta gradativamente a participação do Governo Federal no financiamento da educação básica, indo dos atuais 10% para 20% em 2026.

“Em pleno apagão educacional pelo qual o País passa, o Congresso Nacional precisa mandar uma mensagem positiva à população, votando esse instrumento que é responsável pelo financiamento de 63% da educação pública do Brasil”, afirmou.

Marília lembra que o Fundeb paga professores, funcionários e despesas de manutenção, de creches até as escolas de ensino médio. “Se hoje a educação pública não tem cumprido como deveria com o seu papel de combate às desigualdades, sem o Fundeb essa situação se agravaria ainda mais. O Congresso precisa agir rápido”, reforça.

A proposta de votação do Fundeb também prevê um aumento de 60% para 70% do percentual dos recursos para a remuneração dos professores e que sejam repassados diretamente aos municípios e não aos estados. No Nordeste, apenas 7 estados irão continuar recebendo a complementação estadual.


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14/07


2020

Técnicos do Inpe dizem há “estrutura paralela” no órgão

Técnicos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) escreveram em uma carta, no último dia 7 de julho, que existe uma "estrutura paralela" no órgão. Segundo esses técnicos, a "estrutura paralela" criada "incluiu a verticalização e unificação de comando aos moldes das estruturas militares".

O Ministério da Ciência e Tecnologia informou que comentará o assunto hoje, em uma entrevista coletiva na qual explicará a "nova estrutura do Inpe".

"Nos últimos dois meses, vivemos uma situação peculiar e única na história do Inpe. Existe uma estrutura administrativa oficial, a que está no regimento atual e válido, e uma estrutura paralela, que opera, governa e decide sobre o Inpe, mas que não existe na regulação administrativa. É importante ressaltar que essa estrutura paralela de gestão incluiu a verticalização e unificação de comando aos moldes das estruturas militares, claramente na contramão das tendências atuais de pesquisas em redes colaborativas com liberdade acadêmica e autonomia científica", escreveram os pesquisadores.

Segundo os autores da carta, o atual diretor interino do instituto, Darcton Damião, tem pedido aos servidores a apresentação de planos de trabalho para a instituição, podendo utilizar a "estrutura paralela" para "promover a construção de seu plano de trabalho, documento que precisa ser apresentado ao Comitê de Busca".

"Isso lhe proporciona clara vantagem sobre os outros postulantes [ao cargo de diretor], uma vez que utiliza informações institucionais fundamentais relativas à reestruturação da gestão técnico-científica ora em curso, que só ele possui e às quais não foi dado o direito de acesso a outros candidatos", afirmam os técnicos.


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14/07


2020

Arcoverde: Vereadores não apoiam chapa com delegado

A sucessão municipal de Arcoverde ganhou um novo capítulo, na noite de ontem, quando a vereadora e presidente da Câmara Municipal, Célia Galindo (PSB), afirmou que era sim candidata a vereadora nas eleições deste ano e que não subiria no palanque do candidato do governo, o empresário do grupo LW, Wellington Maciel, do MDB, caso a vaga de vice fosse ocupada pelo delegado Israel Rubis (PP). Os vereadores Siqueirinha e João Taxista, também do PSB, disseram que seguiriam a mesma posição da presidente.

“Sou e serei mais do que nunca candidata a vereadora em 2020. Tenho livre arbítrio. Não serei pedra no caminho de qualquer candidatura. Coloquem quem quiser porque eu não vou interferir, mas se o grupo da prefeita quiser marchar com um candidato a vice que tentou desmoralizar essa casa, pode seguir, eu não seguirei”, disse Célia.

Ela se referia a notícia que circulou durante a noite de que a chapa escolhida pela prefeita Madalena Britto, do PSB, estaria fechada com Wellington Maciel prefeito e o Delegado Israel Rubis na vice.

Os vereadores Siqueirinha e João Taxista também referendaram a decisão da presidente da Câmara de Vereadores, afirmando que não acompanhariam o candidato da prefeita nesta situação. Segundo Siqueirinha, caso se confirme essa composição (Wellington/Israel), seguirá a presidente.

“Fomos pegos de surpresa aqui, quando surgiu esse boato. Caso seja verdade, não irei acompanhar. Essa pessoa fez uma investigação que, até hoje, não teve nenhum fundamento e não levou a lugar nenhum, apenas para se promover. Não acompanharei, assim como a presidente, ficarei sem pedir voto para a chapa do governo”, afirmou.

Segundo Célia Galindo, seu compromisso é com a prefeita Madalena, porém questionou se a mesma não teria um compromisso com ela. “O meu compromisso é com a prefeita Madalena. Se ela não tiver um compromisso comigo, é diferente”, concluiu.


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14/07


2020

Fake news nas pesquisas eleitorais

Por Maurício Garcia*

Quem trabalha no mercado de pesquisas de opinião pública e política há um tempo, e eu estou perto de completar meus 30 anos nisso, lembra de um fato “curioso” com relação à pré-campanha da eleição presidencial de 2002. Ainda em 2001, logo após o então PFL usar intensivamente sua campanha partidária para apresentar ao país a então governadora do Maranhão Roseana Sarney, capitaneada pelo sociólogo Antônio Lavareda e pelo publicitário Nizan Guanaes, o instituto Sensus lançou pesquisa nacional para medir a intenção de voto dos brasileiros.

A pesquisa foi divulgada dias depois e mostrava que a então governadora havia passada o favorito Lula. Não que isso não fosse impossível de ocorrer com o passar do tempo, pois Roseana Sarney seria a grande novidade naquele momento, mas existiam uns “pecadinhos” no questionário utilizado pelo instituto. Antes da pergunta de intenção de voto, foi perguntado ao eleitor o que ele achava de greves no funcionalismo público (tema difícil ao PT de Lula na época), sua opinião sobre o racionamento de energia elétrica (calcanhar de Aquiles pós apagões para o governista José Serra) e sobre acusações de envolvimento do PT gaúcho com o jogo do bicho. Só depois disso se perguntava em quem o eleitor votaria para presidente.

Graças ao registro da pesquisa no TSE todos puderam ver esse “pequeno descuido” do instituto e a pesquisa não passou nem a constar nas listas de evolução da intenção de votos, e sim passou a fazer parte de um rol de pesquisas, no mínimo, “questionáveis”, e entrou no anedotário da política brasileira.

Nesse final de semana, consultando, como faço por ofício frequentemente no site do TSE, as pesquisas registradas, deparei-me com uma que também suscita as mesmas dúvidas dessa de 2001. Primeiro porque a pesquisa foi registrada em junho, entre os dias 21 e 27, registrada só no dia 11 de julho, para ser divulgada dia 17 de julho.

Além disso, a pesquisa é descrita como feita com uma “amostra aleatória pôs-estratificada via algoritmo iterativo”. Alguém entendeu?? Com os meus quase 30 anos de pesquisa tenho, sinceramente, dificuldades.

E olha que não falamos do questionário gigantesco, que inicia com temas nacionais, absolutamente genéricos, para finalizar nas perguntas numeradas como 30, 33 a 38 (olhem quantas foram feitas antes!) com o cenário eleitoral em Recife, que com certeza é a razão do registro da pesquisa.

Pesquisadores gostam de dizer que pesquisa é “uma fotografia do momento”, que momento representa essa pesquisa? Alguém pode garantir, com 100% de certeza, que essa pesquisa irá refletir na data da sua divulgação, 20 dias após o seu término, o “atual momento” da pré-campanha eleitoral em Recife em 2020? Fica a questão.

*Sociólogo e pesquisador de opinião pública e política


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14/07


2020

“O Poder Municípios” também denuncia buraqueira em PE

O jornal via WhatsApp “O Poder Municípios”, que circula sempre às terças e quintas-feiras, às 11h, traz, na sua edição de hoje, um reforço à denúncia feita por este blog sobre o estado em que se encontram as estradas de Pernambuco. A tiragem desta terça-feira faz questão de mostrar o descaso do Governo Paulo Câmara com a malha viária do Estado.

Para acessar o jornal “O Poder” basta acessar o link www.jornalopoder.com.br e seguir o passo a passo. Não esqueça de salvar o número nos seus contatos e fique por dentro de tudo o que interessa.


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14/07


2020

Não atingi a honra das Forças Armadas

Por Gilmar Mendes*

Ao tempo em que reafirmo o respeito às Forças Armadas brasileiras, conclamo que se faça uma interpretação cautelosa do momento atual. Vivemos um ponto de inflexão na nossa história  republicana em que, além do espírito de solidariedade, devemos nos cercar de um juízo crítico sobre o papel atribuído às instituições de Estado no enfrentamento da maior crise sanitária e social do nosso tempo.

Em manifestação recente, destaquei que as Forças Armadas estão, ainda que involuntariamente, sendo chamadas a cumprir missão avessa ao seu importante papel enquanto instituição permanente de Estado.

Nenhum analista atento da situação atual do Brasil teria como deixar de se preocupar com o rumo das nossas políticas públicas de saúde. Estamos vivendo uma crise aguda no número de mortes pela COVID-19, que já somam mais de 72 mil. Em um contexto como esse, a substituição de técnicos por militares nos postos-chave do Ministério da Saúde deixa de ser um apelo à excepcionalidade e extrapola a missão institucional das Forças Armadas.

Reforço, mais uma vez, que não atingi a honra do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica. Aliás, as duas últimas nem sequer foram por mim mencionadas. Apenas refutei e novamente refuto a decisão de se recrutarem militares para a formulação e execução de uma política de saúde que não tem se mostrado eficaz para evitar a morte de milhares de brasileiros.

*Ministro do Supremo Tribunal Federal


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