FMO janeiro 2020

10/09


2019

Compesa é convidada a se explicar na Câmara Federal

A Comissão Especial que analisa a nova legislação do saneamento aprovou, hoje, requerimento do deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE) convidando a presidente da Compesa, Manuela Marinho, a debater, em audiência pública, pesquisa que aponta toxina encontrada na água de Caruaru como uma das causas do aumento dos casos de microcefalia provocada pela zika entre 2014 e 2018.

A pesquisa, realizada pelo Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, foi revelada no último dia primeiro em reportagem do programa Fantástico, da TV Globo. Segundo a reportagem, os exames constataram que a toxina produzida por cianobactérias, um tipo de alga que prolifera em reservatórios sem saneamento adequado, agravou os casos de microcefalia em mães infectadas pelo vírus zika em Caruaru.

“É preciso esclarecer as responsabilidades da Compesa nas graves constatações da pesquisa”, justificou Rodolfo. Seu requerimento convida também para a audiência pública os realizadores da pesquisa – professores Patrícia Garcez e Stevens Rehen, da UFRJ – e Renato Molica, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, que propôs a investigação. Molica atuou no trágico caso, ocorrido em 1996, de 60 pacientes do Instituto de Doenças Renais de Caruaru mortos por toxinas das cianobactérias que contaminaram a água usada nas hemodiálises.

A pesquisa da UFRJ, mostrou o Fantástico, foi motivada pela constatação de que, embora o Nordeste não tenha sido a região que registrou o maior número de casos de infecção pela zika, concentrou 88,4% dos casos de malformação de cérebros de bebês, especialmente a microcefalia, entre 2014 e 2018. No Sudeste houve apenas 8,7% das ocorrências de microcefalia. Testes em cobaias nos laboratórios do Instituto de Ciências Biomédicas comprovaram que a água com saxitoxina, produzida por cianobactérias, resultou em casos muitos mais graves de microcefalia do que nas cobaias em que apenas foi inoculado o vírus zika. Os pesquisadores da UFRJ ainda não descobriram porque a toxina das cianobactérias facilita a chegada da zika no cérebro dos bebês.


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Detra maio 2020 CRLV

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04/06


2020

Pré-candidato acusa vereadora de plágio

Prezado Magno,

Foi com surpresa que li em seu blog, hoje, uma matéria inverídica intitulada: “Tem irmão de pré-candidato roubando projetos em Garanhuns”.

Ora, no dia 21/04, publiquei no meu perfil do Facebook (Johny Albino), uma postagem com o seguinte teor, que inclusive pode ser acessada por qualquer pessoa, e a mesma dizia:

“Queria solicitar ao Prefeito do Município de Garanhuns que envie um Projeto de Lei para Câmara Municipal de Garanhuns, no sentido de isentar a população do município incluída na tarifa social de pagar a Contribuição de Iluminação Pública (CIP).

Lembrando que o Governo do Estado já isentou os consumidores da Compesa e o Governo Federal já isentou os da Conta de energia.”

Enquanto isso, o Projeto de Lei que a vereadora Carla Patrícia apresentou à Câmara de Vereadores, reforçando a nossa pretensão, foi protocolado no dia 15/05/2020 (21 dias depois). Portanto, se o prefeito sancionou o PL da vereadora e reconheceu que estávamos certos, só temos que celebrar essa vitória, que compartilho com cada um dos garanhuenses.

Utilizando o mesmo termo que foi usado na matéria, se tem alguém que foi “roubado” nesse episódio fui eu e não a vereadora, cuja atuação tem sido bastante criticada pela população do município, em especial pela população do seu maior reduto eleitoral, o Distrito de Iratama, tendo em vista que, já em 2017, denunciamos a cobrança ilegal dessa taxa de iluminação nos distritos e entramos com ação judicial, que foi prontamente acolhida pela Justiça, ação esta que nunca recebeu dela o menor apoio.

Também ficamos felizes por ela ter acordado, pois ela é uma daquelas que se encontram em quarentena desde o início do mandato, tendo abandonado seus eleitores, junto com seu prefeito, aos danos da Covid-19.

De toda forma, ficamos agradecidos à vereadora por ter se engajado nessa nossa antiga luta. Seja bem-vinda, vereadora!

Johny Albino – pré-candidato a vereador de Garanhuns pelo PSB


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Abreu e Lima - Maio

04/06


2020

Fernando Collor na live de hoje

O ex-presidente Fernando Collor de Melo, hoje senador por Alagoas (PROS), é o convidado da live do blog de hoje, às 19 horas, pelo Instagram do blog. Em pauta, a crise nacional.

Depois de requerer licença e se ausentar da mídia, Collor voltou com todo gás, tendo sido frequente nas redes sociais com entrevistas e opiniões sobre os efeitos da pandemia na economia e na política.

Já há quem desconfie que ele, devido ao vácuo de lideranças, esteja ensaiando entrar na disputa pelo Planalto, em 2022. Para acompanhar a entrevista, siga o blog no Instagram no @blogdomagno


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Prefeitura do Ipojuca

04/06


2020

Saída com dois crimes

Afastado da Secretaria de Administração da Prefeitura de Tabira, a 400 km do Recife, para concorrer à sucessão do prefeito Sebastião Dias (sem partido, a caminho do PSB), o neopetista Flávio Marques cometeu um duplo crime: usou uma música de Alceu Valença sem autorização na produção deste vídeo e fez  sucessora na pasta a namorada Thalllyta Brito Siqueira, na foto.


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04/06


2020

Tudo a ver com a Torrentes?

A empresa Juntimed Produtos Farmaceuticos E Hospitalares Ltda, com sede em Paudalho, objeto de busca e apreensão, hoje pela operação Inópia, o Covidão estadual, por causa de aquisição por dispensa de licitação de cestas básicas pela Secretaria estadual de Desenvolvimento Social, tem como sócia a administradora Juciana Bezerra De Souza, vista constantemente na companhia do empresário Ricardo Padilha.

Padilha, aos desavisados, foi o principal personagem denunciado na Operação Torrentes, acusado de desvios nas obras e aquisições das enchentes da Mata Sul.


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Banco de Alimentos

04/06


2020

Patriota: Não é possível reabrir tudo de uma vez

O governador Paulo Câmara (PSB) se reuniu com os prefeitos de todo o estado de Pernambuco para começar a traçar um plano para a reabertura do comércio e de outras atividades. A informação foi confirmada pelo presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota, que afirmou que ainda não existe nada concreto sobre o assunto, com uma data definida para a reabertura.

O governador Paulo Câmara já disse que o plano de retomada das atividades econômicas vai ser aplicado de acordo com cada região.

"Já se começa a reabertura lenta e gradual com lojas de revenda de materiais de construção. Nós precisamos estabelecer protocolos para cada segmento, são 32. E nessa discussão nós estamos descentralizando o plano apresentado pelo governador. Ele traz diretrizes gerais, estudos que apontam a situação de contaminação e também, naturalmente, precisamos levar em conta a estrutura de saúde disponível nas regionais. Então, neste sentido, os prefeitos sugeriram ao governador para fazer planos descentralizados, macro regionais", disse José Patriota.

Na próxima semana os prefeitos vão voltar a se reunir para definir qual será a dinâmica de reabertura do comércio. Segundo Patriota, não se pode correr o risco de aglomerar muitas pessoas e, portanto, ainda não há uma data definida para o começo da reabertura.

"Na próxima semana vamos voltar a nos reunir por região. São quatro macrorregiões de saúde. Vamos retratar melhor a realidade e a dinâmica, as cadeias produtivas presentes para fazermos uma reabertura gradual, mas segura, para não ter que interromper novamente. O risco que corremos é o da população querer ir de uma só vez para as ruas", afirmou.

Segundo Patriota, algumas experiências vistas nas cidades de Petrolina, no Sertão do estado, e no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, servem de exemplos para saber que não é possível reabrir tudo de uma vez.

"Nós ponderamos a partir da experiência de Petrolina, do Cabo, e outras cidades, mas foram poucas, que não é possível fazer essa reabertura de todos os segmentos ao mesmo tempo. Isso vai pressionar o transporte público, vai aglomerar pessoas e a gente não vai ter um resultado muito positivo. Então, neste sentido, nossa recomendação é de fazer a contenção e fazer por segmento, de forma planejada, discutida inclusive com o estabelecimento do protocolo, reduzindo o número de funcionários e com as atividades bastante restritas ainda, para evitar o volume de pessoas", afirmou.


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Prefeitura de Serra Talhada

04/06


2020

Presidente do Sinpol é punido em mais um processo

O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Simpol) tomou conhecimento, ontem, que o presidente da corporação, Áureo Cisneiros, recebeu uma punição de 20 dias de suspensão em um processo administrativo totalmente ilegal, segundo eles, por ter criticado o governador, em 2018, durante um ato que reivindicava o direito à liberdade sindical. A resposta do governo foi dada com mais uma punição. Confira no vídeo.


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O Jornal do Poder

04/06


2020

Cabo suspende reabertura do comércio

Do G1/PE

O município do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, suspendeu a reabertura do comércio, que havia sido prevista para hoje. O prefeito Lula Cabral (PSB) afirmou que a cidade está pronta para reabrir, mas que recebeu uma notificação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para que seguisse o decreto estadual que trata do tema.

"Estamos preparados para a reabertura. Mas, infelizmente, na quarta-feira (3), nós fomos surpreendidos pelo Procurador-geral de Justiça do estado recomendando, determinando que não reabríssemos nosso comércio no dia 4 e sim, seguir o decreto do governador. E nós sempre escutamos as autoridades, mas estamos preparados", afirmou Cabral.

O procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, emitiu, ontem, uma recomendação em que alerta que os gestores municipais podem adotar medidas para restringir ainda mais as medidas adotadas pelo governo estadual, mas não é possível relaxá-las.

Com isso, o decreto nº 1.905 de 28 de maio de 2020, que flexibilizava com restrições, a volta de atividades econômicas no município, foi revogado. Ficou mantida a suspensão do atendimento presencial nas repartições que não se enquadram como atividades essenciais.

O plano de reabertura gradual das atividades econômicas do estado permitiu, desde segunda-feira (1º), a reabertura de lojas de material de construção. Os estabelecimentos de atividades não essenciais puderam voltar a trabalhar com delivery, mas sem receber clientes. Com restrições, o comércio atacadista e a construção civil vão poder retomar atividades no dia 8 de junho.


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Shopping Aragão

04/06


2020

PL cria Programa Renda Básica Brasileira

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) protocolou nesta semana o Projeto de Lei 3023/20 que cria um programa social de distribuição de renda. O PL prevê o pagamento mensal de R$ 600 para os inscritos no benefício e a unificação das ações de transferência de renda do Governo Federal, como Bolsa Família, Bolsa Verde, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil e Seguro Defeso.

Para ter direito ao Programa Renda Básica Brasileira, é preciso cumprir alguns requisitos, como, por exemplo, não ter emprego formal, ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou renda mensal até três salários mínimos. De acordo com o projeto, cada família pode ter até duas pessoas recebendo o benefício. Mulheres chefes de família receberão o benefício dobrado.

“É uma forma de dar mais dignidade as pessoas e uma forma eficiente de retomada da economia. O Renda Básica Brasileira vai possibilitar o aumento no consumo das famílias e, consequentemente, o nosso progresso econômico” explicou Eduardo da Fonte.


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Comentários

Fernandes

Tacla Duran vem aí.

Jovelina Maria de Brito

Só não é mais corrupto porque não tem tamanho.....



04/06


2020

Pasta de Sileno também foi alvo da Operação Inópia

Além de investigar indícios da suposta existência de organização criminosa, voltada para a prática de crimes relacionados a fraudes na pandemia, e apurar possíveis irregularidades em contratos elaborados com recursos públicos, destinados ao combate da Covid-19, a Operação Inópia, desencadeada ontem pela Polícia Civil, teve também, como um de seus alvos, a Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Adolescente de Pernambuco, comandada pelo presidente estadual do PSB, Sileno Guedes.

A Pasta firmou, sem licitação, um contrato com a empresa Juntimed Produtos Farmacêuticos e Hospitalares Ltda, para fornecimento de 200 mil cestas básicas, ao custo de R$ 2,7 milhões, a serem entregues aos 184 municípios pernambucanos.

As buscas e apreensões na Secretaria foram confirmadas em coletiva, há pouco, pela Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO).

Na coletiva, as autoridades que executaram a Operação revelaram que há suspeitas de incapacidade técnica da empresa para cumprimento do contrato. Inicialmente era uma gráfica e depois se transformou em empresa de venda de produtos medicamentosos e farmacêuticos. Os mandados foram cumpridos por determinação da Juíza da Vara de Crimes contra a Administração Pública e Ordem Tributária, da Capital.


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04/06


2020

Caso fortuito ou força maior no inadimplemento contratual

Por Caroline Rosendo*

O cenário delicado provocado pela pandemia da Covid-19 vem fazendo com que muitos intentam se ejetar de contratos anteriormente celebrados, sob alegação de caso fortuito ou força maior, cuja previsão encontra guarida no Código Civil.

Importante destacar que todo pacto deve ser cumprido. Quando dois polos se posicionam na perspectiva subjetiva de um contrato, se tem a escopo do cumprimento da avença, exatamente da forma como foi previamente ajustada. Entretanto, no cenário pandêmico atualmente enfrentado, é possível ocorrer diversos desvios que resultarão em inadimplemento.

Diante do reconhecimento da pandemia do novo coronavírus – que trouxe consequências que vão muito além da esfera de saúde – várias pessoas, físicas e jurídicas, se veem impossibilitadas de cumprir contratos firmados.

Contudo, há de se analisar que deve haver um impedimento real e comprovado que justifique a impossibilidade de cumprimento do dever contratualmente assumido e que guarde relação com a pandemia. Portanto, não é possível sua alegação de modo genérico.

Tem-se que provar a absoluta impossibilidade de cumprimento da obrigação, que deve ser visivelmente ocasionada pelo evento imprevisível e/ou inevitável (pandemia).

O obstáculo que impede o cumprimento do pacto poderá ser provocado, por exemplo, pela suspensão de determinadas atividades ou em razão das medidas adotadas pelo Poder Público no combate à pandemia.

A legislação dispõe que são consequências da caracterização do caso fortuito ou de força maior: 1 – a ausência de responsabilidade do devedor pelo inadimplemento a que tenha dado causa e 2 – a resolução dos contratos a que tenha tornado impossível o cumprimento.

Em que pese haver doutrina que diferencia o caso fortuito da força maior, ambos dizem respeito a um fato necessário, superveniente e inevitável.

Todas as qualificadoras estão previstas na atual pandemia, que de forma repentina, violenta e inevitável atingiu de frente as atividades da maioria da população.

O descumprimento não pode ser encarado como um comportamento ordinário/costumeiro, visto que deve ser reflexo de duas situações: quando o devedor não se programou previamente para suportar os custos e as exigências dela decorrentes ou quando ocorre alguma situação imprevista que extrapola o limite do razoável.

Importante destacar que aquele que se dispõe a cumprir uma obrigação deve se postar de forma diligente, buscando sempre o seu adimplemento, sob pena de recair sobre si a responsabilização contratual e suas consequências. A impontualidade do devedor poderá resultar em consequências jurídicas de caráter punitivo.

A pandemia é extraordinária, do que faz prova as medidas drásticas e inéditas a que estão submetidas as pessoas físicas e jurídicas; e imprevisível, pois, a cada dia, novas disposições, normas e regras são editadas pelo Poder Público, surpreendendo e afetando diretamente as atividades empresariais.

Portanto, neste momento inédito e crítico que atravessamos, a boa-fé consagrada na legislação brasileira, igualmente poderá ser acionada para preservar a relação contratual até a superação desta crise. A apreciação de todo contexto exige consulta à legislação, julgados, práticas de negócio e, tão importante quanto, da verdadeira intenção da parte contratante (qual o ônus que é possível suportar antes de recorrer ao descumprimento contratual?).

Por felicidade, em episódio tão trágico, a solidariedade humana tende a revelar-se e facilitar negociações, renegociações e acordos, ante as medidas impostas para o resguardo de um bem maior, a saúde pública.

*Advogada, integrante da Academia Brasileira de Direito Eleitoral, com pós graduação em Gestão Pública, membro da Comissão da Mulher Advogada da OAB-PE


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