Faculdade de Medicina de Olinda 2

23/08


2019

Curso sobre Eleições Municipais chega ao Sertão do Araripe

A terceira edição do curso “Eleições Municipais 2020 | Novas Regras” chega ao município de Ouricuri, na próxima quinta-feira feira (29).  A ação que já ocorreu nas Regiões do São Francisco e do Agreste Central é resultado da parceria entre a Assembleia Legislativa (Alepe), Tribunal Regional Eleitora (TRE/PE) e a União dos Vereadores de Pernambuco (UVP).

Revisar as principais alterações das regras eleitorais aplicáveis às eleições de 2020 é o principal objetivo. Prestação de Contas, Extinção de Coligações e Propaganda Eleitoral, estão entre os temas que mais provocam dúvidas nos pré-candidatos. Quem quiser participar pode se inscrever pelo telefone (81) 3183.2469 ou pelo e-mail [email protected]

De acordo com o superintendente da Escola do Legislativo José Humberto Cavalcanti, o curso irá percorrer por todas as Regiões de Desenvolvimento do Estado. “Queremos orientar da melhor forma os cidadãos sobre a reforma eleitoral de 2017 que trouxe várias mudanças que afetarão diretamente  os candidatos aos cargos de prefeito e vereador, em 2020. Em grande medida, o exercício da cidadania está diretamente relacionado ao grau de conhecimento que os políticos e eleitores venham a ter com a legislação eleitoral do seu país”, ressaltou José Humberto.

Este encontro beneficiará os dez municípios do Sertão do Araripe: Araripina, Bodocó, Exu, Granito, Ibubi, Moreilândia, Ouricuri, Santa Cruz, Santa Filomena e Trindade. As palestras ficarão a cargo do chefe de Seção de Auditoria de Contas Eleitorais Partidárias do TRE/PE, Marcos Andrade, e do chefe do Cartório Eleitoral do TRE/PE em Ouricuri, James Lopes.


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20/10


2019

Governo Bolsonaro supera o “nós contra eles”

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Por Carlos Brickmann

 

O Governo Bolsonaro superou, finalmente, o “nós contra eles” em que se havia transformado a política nacional: os três zeros à esquerda, 01, 02 e 03, e seu pai, o presidente Bolsonaro, promoveram a união de todos os partidos. Brigaram com um por um – inclusive o seu, o PSL. Conseguiram ser surrados no partido que antes de sua entrada era também um zero à esquerda.

O líder do PSL de Bolsonaro, Delegado Waldir, chamou-o de vagabundo. Joice Hasselmann, a bolsonarista das bolsonaristas, foi afastada da liderança por Bolsonaro – mas diz que será candidata à Prefeitura paulistana com ou sem ele. O presidente quis afastar o Delegado Waldir e não teve força para isso. Quer se livrar de Luciano Bivar, que comanda o partido, e não sabe como. Se sair, corre o risco de sair sozinho: os parlamentares que saírem com ele sabem que, fora do PSL, não terão dinheiro para tentar a reeleição.

Alguém falou em dinheiro? Que mau gosto! Todos sabem que a briga é ideológica, uma disputa sobre posições políticas e caminhos a seguir – sendo que o melhor caminho é o que leva ao fim do arco-íris. Não que queiram dar um fim ao arco-íris, que simboliza a diversidade sexual e que um partido tão conservador rejeita; mas dizem que o arco-íris termina num pote de ouro.

Mas, nessas brigas todas, quem tem razão? O caro leitor não será ingênuo de pensar que essa questão está em pauta. Como é habitual nas discussões políticas brasileiras, ninguém tem razão, nem pai nem filhos. E não há santos.


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13° Bolsa Familia

20/10


2019

A réplica de Gílson Neto ao deputado Romero Filho

Caro Magno,

Sobre as críticas do deputado Romero Sales Filho, que subestimou a ajuda federal na limpeza das praias em Ipojuca, informo que o Governo Federal está realizando todos os esforços possíveis para reduzir os impactos, inclusive com uso de pessoal dos diversos ministérios e instituições federais em terra, mar e água.

Existem navios realizando trabalhos de contenção e retirada do óleo nas proximidades das áreas monitoradas. Tanto que a quantidade de óleo vazado é muito menor a cada dia.

Estou em missão internacional ao lado do presidente Bolsonaro na China para buscar novos investimentos que gerem renda e emprego para nosso Brasil com olhar constante no que está acontecendo e tomando todas as medidas necessárias e possíveis.

O deputado talvez esteja desinformado e só tenha tido acesso a uma parte pequena da nossa operação, pois o nosso Governo está atento e operante muito antes de qualquer pedido de apoio.

Atenciosamente,

Gilson Machado Neto – presidente da Embratur


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Prefeitura de Limoeiro

20/10


2019

Após Previdência, virão medidas econômicas

Após Previdência, governo planeja enviar medidas econômicas ao Congresso. Intenção da equipe econômica do governo é aprovar reformas tributária e administrativa, fazer mudanças no pacto federativo e acelerar privatizações.

Partidos chegam a acordo para divisão de recursos de megaleilão de petróleo

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

 

A área econômica do governo Bolsonaro, chefiada pelo ministro Paulo Guedes, já tem praticamente fechado um amplo pacote de medidas para propor ao Congresso Nacional após a conclusão da reforma da Previdência. A intenção é apresentar o plano como uma agenda de "transformação" do Estado.

De acordo com interlocutores da equipe econômica, as propostas têm sido debatidas internamente nos últimos meses e só não foram apresentadas ainda para evitar ruídos no Legislativo e afastar problemas na aprovação da reforma da Previdência, considerada prioridade e cuja tramitação deve ser concluída nesta semana.

O pacote econômico vai prever ações com o objetivo de melhorar as contas do governo, dos estados e municípios, simplificar procedimentos e estimular o crescimento da economia, visando a geração de empregos. Várias das medidas já foram comentadas por autoridades do Ministério da Economia nos últimos meses.

Confira a reportagem na íntegra aqui: Após Previdência, governo planeja enviar medidas ... - G1


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20/10


2019

Financeira promove juros exorbitantes

A loucura dos juros

Foto: IBE/Getulio Vargas 

Por Carlos Brikmann

 

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a financeira Crefisa a pagar R$ 10 mil de danos morais e devolver em dobro “a quantia cobrada de forma abusiva” de um cliente – um senhor de 86 anos, pobre (“em situação de hipossuficiência social”). 
A Crefisa, patrocinadora do Jornal Nacional e do Palmeiras, cobrava juros de mais de mil por cento ao ano, informa Pedro Canário, do ótimo portal Consultor Jurídico. 

Mesmo considerando-se os imensos juros bancários no Brasil, a porcentagem chama a atenção. Os juros foram cobrados em três contratos, todos de empréstimo consignado. Nos três casos, foram superiores a mil por cento ao ano. O primeiro empréstimo, de R$ 325,00, tinha juros de 1.415% ao ano. A dívida de R$ 325,00 passou em três meses a R$ 1.900,00. O segundo, de R$ 1.500,00, com juros de 1.019% ao ano, em oito meses chegou a R$ 3.100,00. O último, de R$ 348,00, em seis parcelas, com juros de 1.032% ao ano, alcançou R$ 2 mil.

Além dos danos morais, a Crefisa tem de reajustar os contratos para cobrar os juros da média do mercado, calculados mês a mês pelo Banco Central. O que foi cobrado a mais terá de ser devolvido em dobro, por ordem da Justiça. Diz o desembargador Roberto Mac Cracken, no voto vencedor: “Os juros cobrados são de proporções inimagináveis, desafiando padrões mínimos de razoabilidade e proporcionalidade, e de difícil adimplemento em quaisquer circunstâncias”. O desembargador determinou providências ao Procon de São Paulo, à Defensoria Pública do Estado e ao Banco Central.


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Magno coloca pimenta folha

20/10


2019

Morre coronel da confiança de Arraes

O coronel Luiz Pinto, 63 anos, morreu pela madrugada de hoje vitimado por um infarto. Serviu por muitos anos como ajudante de ordens do ex-governador Miguel Arraes, mas era também muito a ligado a dona Madalena, viúva de Arraes. Vivi boas aventuras com Pinto. Amanhã, conto neste espaço. O velório começa a partir do meio dia no cemitério Morada da Paz, com cremação prevista para às 16 horas.


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Comentários

Norma Soares

Muito triste essa notícia! Ele trabalhou alguns anos na Assistência Militar da ALEPE! Todos sentiremos muito! Deus o Ilumine e aos familiares! Muita Força! Fé!


Banner de Arcoverde

20/10


2019

Eletrobras: auditoria milionária só andou após Lava Jato

Auditoria de R$ 400 milhões em obras da Eletrobras só andou após a Lava-Jato. Investigação interna na estatal identificou superfaturamento em obras, mas esquema foi revelado pela operação.

Vista aérea da usina de Belo Monte, no Pará 29/01/2016 Foto: Divulgação

O Globo - Leandro Prazeres e Vinícius Sassine

 

BRASÍLIA —  Uma investigação interna contratada pela Eletrobras constatou superfaturamentos milionários em obras da estatal, como Belo Monte e Angra 3, em diversos estados; um esquema massivo de destruição de provas por executivos; e vazamento de informações e diversos indícios de má gestão na condução da estatal.

Apesar de ter custado mais de R$ 400 milhões aos cofres da companhia e ter usado empresas especializadas em espionagem como a Kroll, a investigação comandada pelo escritório americano Hogan Lovells não conseguiu detectar sozinha esquemas de pagamento de propina e formação de cartel em obras que foram, posteriormente, revelados somente pelas investigações conduzidas pela Operação Lava-Jato.

Um exemplo é o caso das usinas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia. Nos relatórios produzidos pela Hogan Lovells, em outubro de 2016, os investigadores afirmam que não haviam conseguido encontrar evidências de que qualquer ato de corrupção relacionado aos empreendimentos. Os relatórios das investigações, que vinham sendo mantidos sob sigilo até o início deste mês, foram obtidos pelo GLOBO.

“Apesar da ampla investigação do Ministério Público Federal, dos diversos documentos públicos disponíveis até agora e da grande cobertura da mídia sobre essa investigação, o time de investigação (da Hogan Lovells) não encontrou alegações de corrupção, pagamento de propina ou formação de cartel relacionada a Jirau”, relata o documento.

A mesma conclusão foi feita em relação a Santo Antônio. Apenas seis meses depois, no entanto, a divulgação dos acordos de colaboração premiada de executivos da Odebrecht revelou o que a Hogan Lovells não conseguiu detectar: que as empreiteiras ligadas às duas hidrelétricas (Odebrecht e Andrade Gutierrez) pagaram propina relacionada a essas obras.

A investigação, que começou em 2015, só foi finalizada em 2018. No total, dez empreendimentos foram analisados, entre eles as usinas nucleares de Angra 1, 2 e 3 e uma série de usinas hidrelétricas como as de Belo Monte, no Pará, Santo Antônio e Jirau, em Rondônia. Além de buscar indícios de corrupção, os investigadores também procuraram identificar outros tipos de irregularidades.

Um dos relatórios produzidos pela Hogan Lovells é o que se debruça sobre irregularidades na usina de Belo Monte. A Eletrobras tem 15% das ações da Norte Energia, consórcio que comanda a usina.

Dados apagados

No documento, entregue à Eletrobras em outubro de 2016, os investigadores estimaram o tamanho do prejuízo causado pela corrupção à companhia nesse empreendimento. De acordo com as estimativas do escritório, a corrupção em Belo Monte tinha custado pelo menos R$ 165 milhões.

Os investigadores da empresa constataram que HDs, servidores de e-mails, computadores e dispositivos como telefones celulares tiveram dados apagados logo após os casos de corrupção na estatal virem à tona.

Apesar de ter custado mais de R$ 400 milhões aos cofres da empresa estatal, a Eletrobras tentou, a todo custo, manter os relatórios produzidos pela Hogan Lovells sob sigilo. Os documentos só vieram à tona em outubro deste ano e, depois, por força de uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU).

O ministro Bruno Dantas concedeu medida cautelar tirando o sigilo dos documentos, mas a estatal recorreu. No plenário, os ministros do TCU acataram a tese de Dantas e determinaram o fim do sigilo dos papéis.

A reportagem enviou questionamentos à Eletrobras, à Hogan Lovells e ao escritório da ex-ministra Ellen Gracie, que comanda o comitê especial de investigação montado pela estatal para apurar irregularidades na empresa. Em nota, a Eletrobras mostrou ignorar que os relatórios da Hogan Lovells já haviam sido tornado públicos. “Informamos que os relatórios produzidos no âmbito da investigação independente que teve curso na Eletrobras encontram-se classificados como confidenciais [...] neste sentido, não podemos comentar nenhum aspecto específico”, diz um trecho da nota.

Em outro trecho, a Eletrobras diz que “contribui, de forma proativa e constante, em diversas frentes, fornecendo informações irrestritas a todas as autoridades interessadas”. A Hogan Lovells e o escritório de Ellen Gracie não responderam às questões enviadas até o fechamento desta edição.


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20/10


2019

Deputado vai pedir suspensão de Eduardo do PSL

Deputado diz que pedirá ao PSL para suspender Eduardo Bolsonaro das funções partidárias

 Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Do Blog do Camarotti 

Por Gerson Camarotti e Nilson Klava

 

O deputado Junior Bozzella (PSL-SP) informou que pedirá ao PSL para suspender o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) das funções partidárias.

Eduardo Bolsonaro é filho do presidente Jair Bolsonaro e está no centro da disputa pela liderança do partido na Câmara.

Enquanto a ala bolsonarista tenta assumir o posto, o grupo ligado ao presidente do partido, Luciano Bivar, quer manter o deputado Delegado Waldir (PSL-GO) na função.

"Vou entrar com uma representação no partido pedindo a suspensão das suas funções partidárias e também encaminhar processo no nosso Conselho de Ética. Ele [Eduardo] vem agredindo deputados e o próprio partido de forma injusta e irresponsável. Quanto antes suspender, melhor", disse Bozzela.

Além da suspensão, aliados de Luciano Bivar também querem que Eduardo Bolsonaro seja retirado da presidência do partido em São Paulo, e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), da presidência da legenda no Rio de Janeiro.

“O problema não é Jair Bolsonaro, o problema são os filhos, que atrapalham ele. Nós estamos há uma semana com o país parado por causa dos caprichos de um dos filhos, que quer ser tudo e não é nada e vive atacando integrantes do partido", declarou Bozzela.

Ele se referiu à tentativa de Eduardo de assumir a liderança do PSL e ao fato de o presidente Jair Bolsonaro já ter dito que indicará o filho para a Embaixada do Brasil em Washington (EU).


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20/10


2019

2022 chegando: até lá tudo pode acontecer

Foto: Agência Brasil                                     Foto: /wikipedia                        Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil     Foto: Agência Brasil

Por Carlos Brickmann

 

E chega de brigas entre pai, filhos e nada de santos. Já se pensa em 2022. É cedo; até lá, tudo pode ocorrer. Se o julgamento de Lula for anulado e ele percorrer o Brasil em campanha, as condições mudam, para melhor ou pior. Mas o que temos hoje é uma surpresa: Luciano Huck, que nem partido tem, está forte na pesquisa, no segundo turno. 

Bolsonaro, líder da pesquisa no primeiro turno, tem empate técnico com Huck, no limite, no segundo turno: 38 a 34%. Contra Moro, também haveria empate técnico, mas ao contrário: 38 a 34% contra Bolsonaro. Moro bateria Lula por 50 a 37%. 

Outros cenários: Huck perde para Moro, tem empate técnico com Bolsonaro (com vantagem numérica para Bolsonaro), bate Lula, Haddad, Amoedo, Dória – todos. Moro tem empate técnico com Bolsonaro (mas com vantagem numérica) e derrota os demais candidatos no segundo turno. Se houver crescimento da economia e do emprego, muda tudo. Por enquanto, a pesquisa é apenas um retrato a ser pendurado na parede, esperando os novos fatos


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20/10


2019

Pacto federativo: o que dizem os especialistas

Pacto federativo: saiba o que é, conheça propostas e o que especialistas dizem sobre o tema. Defensores de uma revisão nas regras de divisão de recursos e deveres entre União, estados e municípios dizem que medida pode reequilibrar contas públicas.

Governadores e senadores debatem proposta de pacto federativo/Foto: G1

Por Vitor Matos, Guilherme Mazui e Gustavo Garcia, G1 — Brasília

 

Nestes últimos meses de 2019, governo e Congresso intensificaram as discussões em torno do chamado pacto federativo.

Defensores da proposta argumentam que vai ajudar no reequilíbrio das contas públicas, principalmente dos estados.

O tema já aparecia durante a campanha eleitoral do ano passado, mas ainda está nas fases iniciais de tramitação na Câmara e no Senado.

A fala recorrente dos últimos meses, de revisão ou mudanças no pacto federativo, não se refere a um projeto específico, mas sim a uma série de medidas previstas em lei que dividem receitas e deveres entre União, estados e municípios.

O atual pacto federativo foi estabelecido pela Constituição de 1988 e vem sendo modificado desde então por meio de emendas.

Confira a reportatagem na íntegra aqui: Pacto federativo: saiba o que é, conheça propostas e o que ...


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20/10


2019

Bolívia: Evo Morales disputa reeleição neste domingo

Com vantagem menor nas pesquisas eleitorais, líder boliviano pode ter de enfrentar um segundo turno em dezembro contra Carlos Mesa.

 (Pedro Ugarte/AFP)

Da Veja - Por Vinícios Noveli

 

Os bolivianos vão às urnas neste domingo, 20, para decidir se o comandante do partido Movimento para o Socialismo (MAS), Evo Morales, continuará na Presidência do país até 2025. O presidente da etnia uru-aimará, um ex-líder cocaleiro, concorre ao seu quarto mandato como líder da nação com amplas chances de ser reeleito. Sua candidatura somente foi possível graças à “sensibilidade” do Tribunal Constitucional da Bolívia ante as pressões de políticos aliados a Morales, que passou por cima do referendo de 2016, que o proibia de entrar na disputa.

Morales conseguiu reorientar a economia da Bolívia para uma mudança estrutural, a ponto de o país tornar-se exemplo mencionado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). O Produto Interno Bruto (PIB) cresce a taxas superiores a 4,0% ao ano desde pelo menos 2010. A dívida pública líquida equivale a 45,6% do PIB. A taxa de inflação, que chegou a 9,9%, em 2011 em um país com experiência de hiperinflação no passado, despencou para 4,5% no ano seguinte e fechará 2019 a 2,3%. O desemprego abarca 4,0% da população ativa desde 2016.  Guardadas as diferenças, trata-se de um quadro de dar inveja ao Brasil e à Argentina, as maiores economias da América do Sul. 

As pesquisas mais recentes apontam a vantagem de Morales nestas eleições, mas aquém das margens registradas em eleições anteriores, especialmente por causa de episódios nos quais exibiu um claro traço de autoritarismo.

Uma sondagem do instituto Ciesmori, na semana passada, mostrou o presidente com 36,2% e seu principal concorrente, o ex-presidente Carlos Mesa (2004-2005), do partido Comunidade Cidadã, com 26,9%. Se mantida essa diferença, o pleito seguirá para o segundo turno, em dezembro. A consultoria Ipsos Bolívia, porém, prevê uma decisão já neste domingo ao registrar Morales com  40% das intenções de votos, contra 22% de Mesa.

As regras eleitorais na Bolívia são parecidas com as da Argentina, onde haverá eleições presidenciais em 27 de outubro. Para levar a Presidência logo no primeiro turno, Morales teria que ganhar com 50% mais um dos votos ou obter 40%, mas com uma diferença de dez pontos percentuais para o segundo colocado.

Confira a reportagem completa aqui: Com traço autoritárioEvo Morales disputa reeleição neste ...


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