FMO janeiro 2020

21/07


2019

Pelo ralo: o seu, o meu, o nosso

Uma servidora técnica do Tribunal de Justiça da Bahia se aposentou com salário integral de R$ 49.700,00 – embora o teto salarial de servidor público seja de R$ 39.200,00, o que é pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Mas, segundo nota do Tribunal de Justiça da Bahia, não há nada de estranho: a coisa é assim mesmo. O salário da servidora é de R$ 8.526,86.

Aí se soma um abono permanente de R$ 98,91, estabilidade econômica IP-FC2 (R$ 2.058,62); vantagem pessoal eficiência (R$ 1.117,77); vantagem pessoal AFI (R$ 2.276,70); vantagem pessoal AFI Símbolo (R$ 23.709,64); vantagem do artigo 263 (R$ 9.268,25); e 31% de ATS (R$ 2.643,32).

Sopa de letrinhas? Sem dúvida – mas saber as letras dá boa aposentadoria.(Carlos Brickmann)


Email

IPTU Cabo

Confira os últimos posts

28/02


2020

Congresso quer votar já vetos ao Orçamento; governo tenta adiar

Por O Globo

No cabo de guerra travado entre Congresso e o Planalto pelo controle de R$ 46 bilhões em emendas ao Orçamento de 2020, parlamentares trabalham para votar, já na próxima semana, os vetos do presidente Jair Bolsonaro ao texto. O relator do Orçamento, Domingos Neto (PSD-CE), se reunirá no domingo com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na expectativa de pautar a votação já para a próxima terça-feira — ainda não há sessão do Congresso convocada.

Depois de fracassado um primeiro acordo entre Legislativo e Executivo, há uma nova costura em curso, mas o Planalto trabalha para adiar a votação dos vetos, que serão analisados por deputados e senadores. O governo gostaria que os vetos fossem apreciados pelos parlamentares apenas após manifestações convocadas contra o Congresso — e que foram pivô de uma crise entre o Planalto e o Parlamento, diante de um controverso apoio de Bolsonaro às manifestações, do qual o presidente tenta recuar. No governo, não está descartada a ideia inclusive de se judicializar o tema do Orçamento, caso o Congresso derrube os vetos sem entendimento com o Planalto.

Bolsonaro avisou que não concorda com o pacto anunciado há duas semanas que permitiria ao Congresso indicar a prioridade de execução de todos os R$ 16 bilhões de emendas parlamentares e de R$ 15 bilhões dos R$ 30 bilhões aprovados no Orçamento como “emenda de relator”, cuja ordem de execução será indicada por Domingos Neto (PSD). Em troca, por esse acordo, ficaria afastada a possibilidade de punição ao gestor do Executivo que não cumprisse a execução no prazo de 90 dias. Os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, participaram das negociações.

Com esse pacto descartado, há interesse no Congresso de acelerar a análise dos vetos para poder começar a controlar a execução das emendas, ainda mais importantes em ano de eleições municipais. À cúpula do Congresso, o relator Domingos Neto tem usado como argumento um vídeo em que Paulo Guedes aparece dizendo querer descentralizar os recursos da União “de Brasília para o Brasil”.

O governo, por seu lado, estuda outras armas. Numa judicialização do tema, o argumento para ir ao STF contra eventuais derrubadas de vetos seria que a Constituição garante ao Poder Executivo a prerrogativa de executar o Orçamento, e a alteração legislativa está sendo feita por meio de lei ordinária.

Confira a íntegra aqui: Cabo de guerraCongresso quer votar já vetos ao Orçamento ...


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se

Governo de PE - Decimo Terceiro

28/02


2020

Equipe de Guedes segura projetos por causa da tensão política

Por O Globo

A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, decidiu segurar o andamento dos projetos de seu interesse no Congresso, segundo fontes que acompanham de perto as negociações. Diante de um clima político incerto, com a tensão entre o presidente Jair Bolsonaro e o Legislativo nesta semana, a decisão dos articuladores da área econômica foi esperar.

O risco, dizem interlocutores de Guedes, é criar uma insatisfação com as propostas do Ministério da Economia a ponto de inviabilizar de vez sua aprovação. Os técnicos também temem que projetos que aumentam gastos públicos ganhem força no Congresso, nesse contexto de disputa entre Executivo e Legislativo.

Por isso, o entendimento predominante na Economia, no momento, é que é melhor esperar e medir a temperatura exata da Câmara e do Senado na volta do carnaval, na semana que vem. E também aguardar a votação dos vetos presidenciais a trechos do Orçamento que desencadearam a crise.

Guedes e equipe têm ajudado o Palácio do Planalto a fechar um acordo com os parlamentares nesse tema.

Enquanto isso, a reforma administrativa - que altera regras sobre os novos servidores públicos -, pronta e assinada por Bolsonaro, permanece sem data para ser enviada ao Congresso. A apresentação do texto aos parlamentares vem sendo postergada desde novembro, em meio a resistências de assessores presidenciais e de situações políticas que foram consideradas desfavoráveis para o avanço da proposta.

As demais reformas, que já tramitam na Câmara e no Senado, também tendem a atrasar. São os casos da Proposta de Emenda à Constituição chamada de PEC Emergencial, a que extingue fundos públicos, e a chamada PEC do novo Pacto Federativo.

Confira a íntegra da reportagem aqui: Equipe de Guedes decide segurar projetos por causa da ...


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se

acolher

28/02


2020

"Não há motivo para pânico", diz chefe da OMS no Brasil

Por TV Globo

A chefe da Organização Mundial de Saúde (OMS) no Brasil, Socorro Gross, afirmou em entrevista à GloboNews nesta quinta-feira (27) que "não há motivo para pânico" em relação ao novo coronavírus.

Socorro Gross tem participado das reuniões no Ministério da Saúde e da elaboração de medidas de monitoramento da disseminação da Covid-19, a doença provocada pelo vírus.

Mais cedo, nesta quinta, o ministério informou que o Brasil tem 132 casos suspeitos de coronavírus. Um caso foi confirmado nesta quarta (26), em São Paulo.

"Não há motivo para pânico. As pessoas ficam ansiosas e é normal. É normal que nós, como seres humanos, quando acontece algo novo, fiquemos com dúvidas e, ficando com dúvidas, podemos ter pânico. Mas esse vírus, que é novo, nós conhecemos mais que outros vírus, conhecemos mais informação, temos mais pesquisa, temos mais informação da transmissão, do tratamento, de quantos casos podem ser severos, de quais são as populações que são mais afetadas", afirmou Socorro Gross.

De acordo com a chefe da OMS no Brasil, a organização declarou alerta máximo, de emergência de saúde pública de interesse internacional, mas ainda não há uma pandemia declarada mesmo que a Covid-19 tenha sido registrada em vários continentes.

"Para uma pandemia, o comitê de emergência, que são comitês de 'experts', que analisam os fatos, vai recomendar ao diretor-geral, que é a pessoa que pode declarar uma pandemia, se é ou não necessário declarar ou não uma pandemia. Agora, neste momento, não há uma pandemia declarada", afirmou.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se


28/02


2020

PRF registra redução de mortes nas estradas federais em Pernambuco

Do G1 - PE

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou, ontem, que houve redução de 33% no número de mortes nas estradas federais que cortam Pernambuco, durante o carnaval 2020. De acordo com o balanço, este ano, foram registrados quatro óbitos, contra seis, em 2019.

A operação do Carnaval 2020 aconteceu entre os dias 21 e 26 de fevereiro. Neste período, ocorreram 69 acidentes, um a menos do que o notificado entre 1º e 6 de março do ano passado.

Ainda segundo a PRF, foram registrados 47 casos de pessoas feridas, este ano, Em 2019, os acidentes deixaram 38 com lesões.

A PRF informou também que, dos quatro acidentes com morte, três envolveram motocicletas. Um deles ocorreu no domingo (23), no quilômetro 178,5 da BR-101, em Joaquim Nabuco, na Mata Sul de Pernambuco.

O condutor de uma moto, de 21 anos, morreu após colidir na traseira de um veículo não identificado, que saiu do local do acidente.

Na sexta-feira (21), no quilômetro 96,4 da BR-423, em Garanhuns, no Agreste, o motorista de um caminhão colidiu na traseira de outro veículo de carga que estava fora da rodovia. A suspeita é de que o condutor, de 30 anos, tenha apresentado um mal súbito na direção do veículo.

Notificações

Em seis dias, foram fiscalizados 7.891 veículos e 8.202 pessoas, sendo emitidas 3.592 autuações por diversas irregularidades. Entre elas, destacam-se 391 por ultrapassagens em local proibido, 203 pelo não uso do cinto de segurança, 87 pela falta do capacete e 38 pela ausência da cadeirinha.

Com o apoio de equipes da Operação Lei Seca, foram realizados 3.960 testes com o bafômetro, que resultaram em 97 autuações e duas prisões de motoristas sob efeito de álcool. Do total de autuações, 86 foram por recusa e 11 por constatação de embriaguez.

Ao todo, oito pessoas foram detidas por vários crimes. Entre eles, estão receptação de veículo roubado, com mandado de prisão em aberto, e dirigir pondo em perigo a segurança alheia.

Foram recolhidos 33 animais que estavam soltos às margens da rodovia e retiradas de circulação 6,2 toneladas de mercadorias com excesso de peso.

Durante a operação também foram recolhidos 261 veículos irregulares, 223 Certificados de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLVs) e 45 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs).


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se

Cúpula Hemisférica

28/02


2020

Bolsonaro ataca jornalista e nega ter compartilhado vídeo

Por Estadão Conteúdo

O presidente Jair Bolsonaro atacou ontem, a jornalista Vera Magalhães, editora do BRPolítico e colunista do Estadão, que noticiou que ele enviou a seus contatos no WhatsApp vídeo convocando para manifestações marcadas para o dia 15 de março. Os protestos, em defesa do governo e contra o Congresso, têm sido convocados por grupos ligados ao bolsonarismo desde a semana passada. Em entrevista na porta do Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que Vera "mentiu". Depois, em transmissão pelo Facebook, voltou a atingir a jornalista.

"A Vera mentiu. Eu quero que a Vera mostre o vídeo em que eu estou convocando as pessoas para isso", afirmou o presidente, ao ser questionado se busca refazer uma parceria com o Legislativo.

Bolsonaro disse que o vídeo divulgado pela jornalista teria sido gravado em 2015. Há, na gravação, porém, imagens que foram feitas depois disso. Um dos vídeos mostra imagens da facada sofrida por Bolsonaro, em setembro de 2018, durante a campanha presidencial. Há imagens dele no hospital e portando a faixa presidencial. "Tem um (vídeo) de 2015, que, por coincidência, no 15 de março houve um movimento, que foi num domingo", afirmou o presidente. Em 2015, contudo, Bolsonaro ainda era deputado federal e a facada que ele sofreu foi em setembro de 2018.

Questionado se a polêmica pode atrapalhar votações de interesse do governo no Congresso, repetiu: "Estou aguardando a Vera mostrar o vídeo dela. E não vai mostrar, né? O caráter dela...", nesse momento o presidente é interrompido por outra pergunta e não completa o raciocínio.

O BRPolítico revelou que Bolsonaro compartilhou com seus contatos do WhatsApp dois vídeos convocando para os protestos. O site divulgou também o print da tela do celular que mostra o presidente como autor dos disparos e os vídeos.

Nesta quarta-feira, Bolsonaro já havia comentado sobre o assunto nas suas redes sociais. Pelo Twitter, afirmou que envia mensagens de "cunho pessoal" a dezenas de amigos pelo WhatsApp. Na ocasião, ele não negou ter compartilhado o vídeo que chama para os atos.

Em entrevista ao Estadão, o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, afirmou que Bolsonaro repassou a peça com a justificativa de que ela faz a defesa do presidente. O ex-deputado federal e amigo de Bolsonaro, Alberto Fraga (DEM-DF), também confirmou à reportagem ter recebido um outro vídeo, com mesmo teor, do telefone pessoal do presidente.

A reportagem provocou uma onda de ofensas à Vera por parte de apoiadores do presidente nas redes sociais. A hashstag #VeraFakeNews chegou a ficar nos trending topics do Twitter, mesmo argumento usado hoje por Bolsonaro.

O vídeo divulgado pelo presidente, no entanto, faz uma clara menção às manifestações do dia 15. "Ele foi chamado a lutar por nós. Ele comprou a briga por nós. Ele desafiou os poderosos por nós. Ele quase morreu por nós. Ele está enfrentando a esquerda corrupta e sanguinária por nós. Ele sofre calúnias e mentiras por fazer o melhor para nós. Ele é a nossa única esperança de dias cada vez melhores. Ele precisa de nosso apoio nas ruas. Dia 15.3 vamos mostrar a força da família brasileira. Vamos mostrar que apoiamos Bolsonaro e rejeitamos os inimigos do Brasil. Somos sim capazes, e temos um presidente trabalhador, incansável, cristão, patriota, capaz, justo, incorruptível. Dia 15/03, todos nas ruas apoiando Bolsonaro", diz o texto que aparece na tela, entremeado por imagens de Bolsonaro sendo esfaqueado, no hospital e depois em aparições públicas.

Pouco depois de falar na porta do Alvorada, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo pelo Facebook em que repetiu a versão de que o vídeo divulgado pelo WhatsApp é em apoio a manifestações em 2015. "Eu disparei trilhões de 'zap' pedindo o apoio de todos na manifestação de 15 de março. O que eu mandei para poucas pessoas, eu mando sem filtro, são ministros, algumas personalidades, talvez não passe de 50, de 60. A Vera Magalhães teria recebido um vídeo meu pedindo, sim, o apoio para a manifestação de 15/03/2015. Então esse vídeo deve estar rodando por aí, vou botar no Facebook daqui a pouco. É um vídeo em que eu peço o comparecimento do pessoal num dia pelo que parece", afirmou.

"Vera Magalhães, eu não sou da tua laia, em cima disso você fez a matéria de que eu teria feito isso. E depois, como ela viu que tinha feito besteira, porque o vídeo é de 5 anos atrás, começou a ligar para algumas pessoas para saber e eu tinha mandado o 'zap' ou não e uma pessoa teria confirmado que eu mandei um 'zap'", completou o presidente na sua 'live' semanal.

"Agora, o vídeo ela não mostra. Veja lá se eu estou atacando o parlamento brasileiro, atacando o Poder Judiciário, atacando quem quer que seja. Ela não divulga isso daí. Ela printou o vídeo e mostrou o print, não mostrou o vídeo. Até o vídeo que está no print dela não tem nada ver, é um vídeo que fala da minha vida, da facada, da campanha, não é nada mais além disso. Mas não posso afirmar, com toda a certeza...ela queria dar um furo de reportagem com aquele meu vídeo convocando o pessoal para 15 de março, domingo, mas no seu afã de dar o furo rapidamente, ela foi e esqueceu de ver a data que era 2015. Se bem que dá para ver, perceber um pouquinho no meu semblante, que eu estou um pouco mais jovem. Mais um trabalho porco que a mídia toda repercutiu isso daí", disse o presidente na transmissão ao vivo.

A divulgação do vídeo tem sido tratada como um endosso, por parte de Bolsonaro, às manifestações e gerou reações no mundo político e nas redes sociais.

Veja abaixo o posicionamento da Diretoria de Jornalismo do Grupo Estado sobre as declarações do presidente:

"O Estado de São Paulo lamenta que o Presidente da República ataque a jornalista Vera Magalhães acusando-a de mentir por ter revelado que ele divulgou via WhatsApp dois vídeos conclamando a participação nas manifestações previstas para o próximo dia 15 de março. Ao agir assim, ignorando os fatos, endossa conteúdos falsos vinculados ao tema que circulam nas redes sociais, algumas com ameaças veladas ou não direcionadas à Vera Magalhães."


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se

Prefeitura de Serra Talhada

28/02


2020

Governador do Rio: "resposta jurídica" a Bolsonaro é impeachment

Por Estadão Conteúdo

O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), criticou ontem, o compartilhamento pelo presidente Jair Bolsonaro de vídeo de teor anti-Congresso e disse que "a resposta jurídica para isso é o impeachment". Segundo Witzel, "apoiar um movimento destrutivo da democracia (...) evidentemente afronta à Constituição".

A colunista do Estadão, Vera Magalhães, revelou que o presidente usou seu celular pessoal para disparar, via Whatsapp, um vídeo que convoca apoiadores a irem às ruas no dia 15. A manifestação tem sido articulada por grupos de direita em repúdio ao Congresso.

Bolsonaro não negou ter feito o compartilhamento e disse que "troca mensagens de cunho pessoal, de forma reservada". Witzel rebateu a justificativa e afirmou que "enquanto ele for presidente, todas as manifestações serão consideradas manifestações do presidente da República". a resposta do presidente.

"Quer fazer (manifestação) em caráter privado? Renuncie à Presidência da República e pode fazer em caráter privado. Enquanto ele for presidente, o que ele fala, o que ele faz, o que ele comunica, para quem quer que seja, é uma comunicação do presidente da República e nós não podemos aceitar que um presidente da República, diante de um movimento destrutivo da democracia, compartilhe esse tipo de vídeo", afirmou o governador.

O governador do Rio se elegeu em 2018 na esteira dos votos de Bolsonaro e com discurso voltado à segurança pública semelhante ao do presidente. Desde então, ele tem se distanciado politicamente do presidente e já classificou Bolsonaro como "despreparado". O presidente acusou Witzel de manipular investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e acusa o ex-aliado de usar polícia e órgãos de investigação estaduais para atingi-lo. O governador diz que irá acionar o presidente na justiça pelas acusações.

Em Washington, onde participou de evento organizado na American University, Witzel afirmou que um movimento como o convocado para o dia 15 busca "a desconstrução do País". "É uma sequência de desrespeitos em relação aos governadores, a membros do Congresso, e não é só ele, tem a declaração do general Heleno. Isso não é bom para o Brasil, não resolve o problema das pessoas que estão precisando de empregos. Estamos patinando desde o ano passado. Nada andou, nada avançou", afirmou.

A jornalistas, Witzel abriu o Whatsapp em seu celular e mostrou na tela do aparelho o vídeo no qual sua imagem aparece junto a de parlamentares e ministros do Supremo associados a doença ao som da música Pulso dos Titãs. O vídeo fora enviado ao governador por um deputado federal.

"O vídeo que eu recebi mostra ele (Bolsonaro) como um salvador, mostra o presidente como uma pessoa que foi eleita pelo povo para salvar o povo. (...) Se o presidente tem conhecimento ou não, eu não perguntei a ele, mas nós vamos fazer uma ilação de que ele tem conhecimento de que esse movimento é um movimento destrutivo, não é um movimento construtivo. Quem exerce um cargo de mandatário do povo para poder criar dias melhores para a população, um diálogo respeitando as instituições, não pode ter um comportamento como esse", afirmou o governador.

Witzel seguiu com outras críticas ao governo Bolsonaro, além do compartilhamento do vídeo, como a falta de diálogo com governadores e dificuldades na economia. Ele disse que Bolsonaro já fez "outras manifestações inadequadas" de críticas aos governadores e que o trato com o presidente "é um relacionamento muito difícil, que não agrega ao nosso País". "Os governadores têm pedido ao presidente bom senso e equilíbrio, que ele converse com a população e com os governantes, sob pena de chegarmos a uma situação de completo descontrole da sociedade porque a população espera resultados", afirmou.

"Se isso não acontecer, não gerar emprego, não resolver o problema dos Estados e municípios, a economia não avançar, ele próprio vai ser colocado para fora do poder: ou pelo voto em 2022 ou num processo de impeachment que naturalmente vai ser levado a efeito diante daquilo que ele está fazendo contra as instituições democráticas", disse Witzel.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se

Prefeitura de Limoeiro

28/02


2020

Lula participará de atos e receberá homenagens na Europa

Por ISTOÉ

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve viajar à Europa na próxima semana para atos na França, Suíça e Alemanha. Na capital francesa, Lula receberá o título de cidadão honorário da cidade. De acordo com o site oficial do ex-presidente, a homenagem será concedida pela prefeita de Paris, Anne Hidalgo, por conta do trabalho de Lula contra a fome e a miséria. Na próxima terça-feira (3), o petista vai participar do “Festival Lula Livre”, evento que vai contar com a presença da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT).

Já na sexta-feira (6) da próxima semana, o ex-presidente estará em Genebra, na Suíça, para uma reunião com representantes do Conselho Mundial das Igrejas (CMI), o qual é composto por 340 igrejas de 120 países. Além deste compromisso em território suíço, Lula também participará de encontro com representantes de sindicatos.

Por último, o ex-presidente vai à capital alemã para se reunir com líderes sindicais e políticos. No próximo dia nove de março, Lula estará no “Encontro em Defesa da Democracia no Brasil”, um ato público com representantes internacionais da campanha “Lula Livre”.

As viagens foram autorizadas pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido), o secretário-executivo do atual presidente, Antônio Carlos Paiva Futuro, deu anuência para os servidores Carlos Eduardo Rodrigues Filh e Misael Melo da Silva acompanharem o ex-presidente.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se

Banner de Arcoverde

28/02


2020

Mortes por coronavírus na China sobe para 2.788

Por Estadão Conteúdo

A Comissão Nacional de Saúde da China informou ontem, que o número de casos de coronavírus subiu para 78.824 e o total de mortes aumentou para 2.788 no país. Em relação à atualização de quarta-feira, 26, foram 327 novos infectados e 44 novos óbitos.

Em comunicado, o órgão chinês afirmou, também, que há 2.308 casos suspeitos na China e que 36.117 pessoas já foram curadas. O documento informou, ainda, que há dez casos da doença confirmados em Macau, 32 em Taiwan, com uma morte, e 93 em Hong Kong, com dois óbitos.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se


28/02


2020

Moro acompanha operação a bordo de um blindado Guarani

Por Estadão Conteúdo

O ministro Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública, postou em sua página no Twitter imagens de sua visita ao perímetro externo da Penitenciária Federal da Papuda, em Brasília, realizada na última quarta-feira, 26. A bordo de um blindado de guerra Guarani, Moro acompanhou os trabalhos da Operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), desencadeada dia 7 no local. Ele estava ao lado do ministro da Defesa, Fernando Azevedo.

“Visita com o Min da Defesa Fernando Azevedo à Penitenciária Federal de Brasília. Conta ela, preventivamente, com o apoio das Forças Armadas na segurança. Presídios federais desde 2006 sem celulares, sem rebeliões e sem fugas”, postou Moro.

A viatura tem 6,91 metros de comprimento, 2,70 metros de largura, 2,34 metros de altura, custa cerca de R$ 4 milhões e é fabricado em Minas Gerais.

Possui sistema automático de extinção e detecção de incêndio, capacidade de operação noturna, posicionamento global por satélite (GPS) e um sistema de mira laser que, quando ativo, comanda automaticamente a torre do canhão, alinhando-a na direção do inimigo.

Foram definidas três configurações possíveis para o sistema de armas: a torre para canhão automático de 30 mm, o reparo de metralhadora automatizado e a torreta para a estação de armas de acionamento manual.

Os dois primeiros são operados remotamente no interior do veículo e possuem plataforma estabilizada com sistema computadorizado de auxilio ao tiro.

O ministro incluiu em sua página vídeo da visita ao presídio federal. “Poder de defesa e de fogo impressionante em prol da Segurança Pública”, registrou.

O tempo de fabricação da VBTP-MR Guarani é de 2.500 horas, sendo 1.500 horas de soldagem.

Para efeito de comparação, um caminhão convencional consome 100 horas.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se


27/02


2020

Bolsonaro culpa o coronavírus pela alta do dólar

Por O Globo

O presidente Jair Bolsonaro lamentou nesta quinta-feira a valorização do dólar em relação ao real, que fechou no valor recorde de R$ 4,476. Segundo ele, o câmbio alto vai influenciar nas importações brasileiras e até no preço do pão.

Bolsonaro atribuiu a alta à chegada do coronavírus ao país e disse que não vai interferir na política monetária do Banco Central.

- Estamos tendo problema nesse vírus aí, o coronavírus. O mundo todo está sofrendo. As bolsas estão caindo no mundo todo, com raríssimas exceções. O dólar também está se valorizando no mundo todo, e no Brasil o dólar está R$ 4,40... [perguntando a uma pessoa fora do quadro] É isso mesmo? R$ 4,41? R$ 4,44... A gente lamenta, porque isso aí, mais cedo ou mais tarde, vai influenciar naquilo que nós importamos, até no pão, o trigo. Vai influenciar... - declarou o presidente, em transmissão ao vivo pelo Facebook.

Confira a íntegra aqui: Bolsonaro culpa o coronavírus pela valorização do dólar e diz ...


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se