FMO janeiro 2020

16/06


2019

Joaquim Levy pede demissão da presidência do BNDES

Saída de Levy do banco de fomento é mais uma crise do governo Bolsonaro

Folha de S.Paulo - Alexa Salomão, William Castanho e Bernardo Caram

O economistaJoaquim Levy renunciou à presidência do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) neste domingo (16).

“Solicitei ao ministro da Economia, Paulo Guedes, meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele aceda”, disse Levy, em mensagem enviada a Guedes.

O economista afirmou que agradece a lealdade, dedicação e determinação de sua diretoria. “Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas.”

No sábado (15), o presidente disse estar “por aqui” com o economista. Ele afirmou que Levy estava “com a cabeça a prêmio” havia algum tempo.

O estopim, segundo Bolsonaro, foi a indicação de Marcos Barbosa Pintopara a diretoria de Mercado de Capitais do banco. Ele integrou o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Levy chegou ao comando do banco a convite de Guedes. Assim como o ministro, ele fez doutorado na Universidade de Chicago —reduto do pensamento econômico liberal.

Ele trabalhou em dois governos petistas. Primeiro foi secretário do Tesouro Nacional de Lula.Depois, como ministro da Fazenda de Dilma Rousseff (PT), no primeiro ano do segundo mandato, enfrentou obstáculos para ajustar as contas públicas e saiu do governo.

resistência de Bolsonaro a Levy vem desde o governo de transição. Presidente eleito, em novembro de 2018, ele disse que, ao aceitar a indicação, precisava “acreditar em Guedes”.

Na ocasião, Bolsonaro afirmou que “houve reação” ao nome de Levy por ele ter “servido à Dilma e ao [ex-governador do Rio do Janeiro Sérgio] Cabral”. Ele foi secretário de Finanças.

Antes de assumir o cargo de presidente do BNDES, Levy foi diretor financeiro do Banco Mundial, em Washington. Também trabalhou como técnico do FMI (Fundo Monetário Internacional).

No setor privado, o economista foi diretor do Bradesco.

Barbosa Pinto, neste sábado, enviou uma carta a Levy, à qual a Folha teve acesso, para renunciar ao cargo.

Bolsonaro havia dito pouco antes que o presidente do BNDES tinha de demitir o advogado ou seria demitido até esta segunda-feira (17).

O advogado, que foi assessor e chefe de gabinete da presidência do BNDES em 2005 e 2006, afirmou ter “muito orgulho” da própria carreira.

Ele, informalmente, ajudou o governo petista na elaboração de projetos de PPPs (parcerias público-privadas).

Em entrevista à revista Capital Aberto, Barbosa Pinto disse que colaborou na criação do Prouni, programa que concede bolsas a alunos carentes, com então ministro da Educação, Fernando Haddad (PT), em 2008. Bolsonaro venceu Haddad no ano passado.

Barbosa Pinto atuou ainda na CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

No setor privado, de 2011 a 2018, foi sócio de Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central, na Gávea Investimentos. Integrou conselhos de administração de diversas empresas.

O advogado recebe elogios de economistas. A decisão de enviar a carta, mesmo sem ter conseguido conversar com Levy, foi para demonstrar que não tem engajamento partidário.

A intenção de não ser usado como pivô de disputa política na aérea econômica do governo pesou na decisão. Ele tomou posse na quarta-feira (12) e começaria a trabalhar na segunda.

Guedes indicou insatisfação com o trabalho de Levy à frente do BNDES em entrevista a Gerson Camarotti, do G1, neste sábado.

“O grande problema é que Levy não resolveu o passado nem encaminhou solução para o futuro”, afirmou o ministro.

Guedes referia-se a investigações de possíveis responsáveis por empréstimos concedidos pelo banco a empreiteiras, nos governos do PT, para obras no exterior. Em troca, elas pagariam propina.

Até o momento, nenhum funcionário do banco foi apontado como participante do esquema, mas Bolsonaro e Guedes insistem no discurso de abrir a caixa-preta do BNDES.

Outro motivo de descontentamento do ministro com Levy é a resistência do economista em devolver o dinheiro injetado no BNDES no passado.

Guedes já disse que espera receber R$ 126 bilhões neste ano, mas Levy não se comprometeu com a cifra. Os recursos são tratados como necessários para ajudar no ajuste fiscal do governo.

Na quinta-feira (13), o governo anunciou a saída do general Carlos Alberto dos Santos Cruz, após seguidas crises com os filhos do presidente.

Em encontro com jornalistas, Bolsonaro disse na sexta (14) que demitiria também o general Juarez Aparecido de Paulo Cunha da presidência dos Correios por ter comportamento sindicalista.

Nesse mesmo dia, após críticas de Guedes ao relatório apresentado pelo deputado federal Samuel Moreira (PSDB-SP), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o governo é uma “usina de crise”.

No sábado, foi a vez de Bolsonaro ameaçar Levy.

O general do Exército da reserva Franklimberg Ribeiro de Freitas deixou a Funai (Fundação Nacional do Índio) na terça (11).

Desde o começo do ano, o governo registra quedas de nomes ligados à ala ideológica e militar.

Já deixaram o governo, além de Santos Cruz, Ricardo Vélez Rodríguez (ex-ministro da Educação) e Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral).

A Apex (Agência de Promoção de Exportações do Brasil) já foi comandada por Alecxandro Carreiro e Mario Vilalva.

Três já foram demitidos da presidência do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas), do MEC.


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Prefeitura de Jaboatão

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08/08


2020

Esposa do vice de Correntes recebe auxílio emergencial

EXCLUSIVO

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Em Correntes, no Agreste pernambucano, a população de aproximadamente 18 mil habitantes assiste a um escândalo envolvendo o vice-prefeito e pré-candidato à Prefeitura pelo PSB, Hugo Cesar, o Hugo da Bahia (foto). Uma denúncia feita ao blog põe sua esposa, Cileide Gonçalves de Freitas, sob suspeita de fraudar o auxílio emergencial concedido pelo governo federal.

Ela chegou a receber R$ 3.600 do benefício, em três parcelas de R$ 1.200. O auxílio atinge essas cifras no caso de mães que são chefes da família. Nas imagens adicionadas a esta reportagem, é possível ver os recursos disponibilizados.

Diante da repercussão negativa na cidade, o valor foi devolvido, ontem, por meio de uma Guia de Recolhimento da União. O vice-prefeito Hugo da Bahia reconheceu que a esposa recebeu o dinheiro e se pronunciou por meio de nota:

“Prezados amigos e amigas, hoje fui surpreendido com a circulação de informações que eu não tinha o menor conhecimento, mas diante da minha condição de pessoa pública, se faz necessário esclarecer. Todos sabem de minha origem humilde e muitas vezes sofrida, mas também reconhecem minha conduta honesta e trabalhadora.

No dia de hoje, soube que minha esposa, mulher honrada e cumpridora de suas obrigações, havia, há muitos anos, se cadastrado em programas governamentais de transferência de renda e, certamente suas informações já constavam no banco de dados dos órgãos assistenciais, possivelmente isso fez com que, de forma automática, fosse incluída no rol de pessoas aptas a receber o auxílio emergencial do Governo Federal, contudo, identificada essa situação, ela procedeu a imediata devolução do valor aos cofres públicos, como se pode constatar nos comprovantes a seguir.”

Suspeita de propaganda eleitoral antecipada

Além disso, existe um pedido de investigação ao Ministério Público Federal (MPF) para que o órgão verifique a suspeita de propaganda eleitoral extemporânea do prefeito Edimilson da Bahia e de Hugo, na realização de uma live em 14 de julho, na qual teria anunciado o vice como candidato nestas eleições. A denúncia também fala sobre distribuição de kits de saúde e higiene e de cestas básicas feita pela dupla, que caracterizaria propaganda antecipada.


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Cabo de Santo Agostinho

08/08


2020

Sumiço de Célia cria suspense sobre CPI em Arcoverde

A presidente da Câmara Municipal de Arcoverde, Célia Galindo (PSB), se comprometeu a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar supostos desvios ocorridos na Secretaria de Assistência Social durante a gestão da prefeita Madalena Britto (PSB). Em entrevista concedida a mim, no programa Frente a Frente, afirmou que criaria a CPI, ontem, o que não ocorreu.

A líder da Câmara tem uma última chance de fazer a coisa certa nesta segunda-feira (10), prazo final para tocar a CPI, e mostrar que honra as promessas que faz. A vereadora Zirleide Monteiro (PTB) é autora do pedido de instalação da Comissão e relatou ao blog a mesma dificuldade que a nossa reportagem teve, hoje: não conseguiu contato com Célia Galindo. Não atende ao telefone nem responde mensagens.

O sumiço da vereadora que preside o parlamento arcoverdense cria um grande suspense sobre o que vai ocorrer segunda-feira. Só há duas possibilidades: ou Célia cumprirá sua palavra e implantará a CPI ou terá sua trajetória política manchada por ceder a pressões do grupo político da prefeita e mentir escancaradamente para a sociedade.


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Prefeitura de Serra Talhada

08/08


2020

Pátria Armada: sem projetos, sobram projéteis

Por Weiller Diniz*

A morte infecta a trajetória viscosa do capitão Jair Bolsonaro. Ao seu redor tudo recende a purulência e necrofilia. Seus ícones – Brilhante Ustra, Major Curió, Alfredo Strossner, Augusto Pinochet – são matadores sanguinários, alguns condenados. Seus amigos e vizinhos são homicidas da milícia carioca, rastilho da decomposição institucional, consumada na execução da vereadora Marielle Franco. A insipiência e inépcia para administrar o morticínio diante da pandemia – prescrevendo ilegalmente medicamentos ineficazes – nos humilhou mundialmente com vexaminosos índices de mortalidade e contaminações. O capitão inventou a modalidade presidencial de vadiagem inanimada.

O gesto da arminha e a simulação de fuzilar oponentes macularam a eleição presidencial. A morte é a meta e o ódio o método, desde quando pregou abertamente o extermínio de 30 mil brasileiros. São quase 100 mil óbitos em 5 meses de pandemia sob gargalhadas escarnecedoras e descaso contemplativo. O genocídio foi o estopim de representações no Tribunal Penal Internacional. Apesar disso, as rajadas reiteradas do capitão é para armar a sociedade. Foram muitos decretos com intuito de abrandar a lei e banalizar o acesso a armas e munições.

Na primeira tentativa de sacar contra o estatuto do desarmamento, Bolsonaro foi alvejado. Com poucos meses de mandato o capitão deu o primeiro tiro no pé. O Senado rejeitou por 47 votos a 28 um decreto assinado em maio de 2019 que buscava flexibilizar a posse e o porte de armas no Brasil. O plenário aprovou o projeto de decreto legislativo que encharcou a pólvora do capitão. O decreto autorizava a concessão de porte a 20 categorias profissionais e aumenta de 50 para 5 mil o número de munições disponíveis anualmente a cada proprietário de arma de fogo.

Após o tiro pela culatra e o capitão revidou multiplicando o arsenal. Muitos decretos posteriores foram judicializados. Recentemente, a justiça de São Paulo abateu um deles, o que aumentava o limite da compra de munição de 200 para 550 unidades mês. A ação popular em que Bolsonaro foi réu em São Paulo é de autoria do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP). O parlamentar argumentou que o texto do presidente autorizando o aumento da aquisição de munições pela população foi editada com base em um parecer de um militar que já deixou o governo. Desta forma, se a motivação é inválida, a portaria não pode existir.

A obsessão por armar a população tem a mira torta da psicopatia. Na rumorosa reunião ministerial de 22 de abril o capitão levou novamente a mão ao coldre: “Um puta de um recado para esses bostas: estou armando o povo porque não quero uma ditadura, não dá para segurar mais. (…). Por isso que eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme! Que é a garantia que não vai um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui!”, disse Bolsonaro a um aparvalhado Sérgio Moro, responsável pelo tiro de misericórdia contra o principal adversário do capitão quando era juiz. No mesmo encontro, Paulo Guedes plantou uma granada no bolso dos servidores.

A cruzada contra a vida não poderia redundar senão em estilhaços trágicos e mórbidos, agravando a pandemia. O número de registro de armas no Brasil explodiu. O aumento foi de 205% apenas no 1 semestre de 2020. O crescimento de homicídios no mesmo período foi de 7%. É inequívoca e histórica a curva do crescimento das mortes violentas atrelada ao aumento do número de armas em circulação. Perto de 40% das apreensões de armamentos em poder dos criminosos têm origem legal.

É pacífico que a posse de arma de fogo não protege quem a detém. Ao contrário, potencializa o risco. O cidadão de bem é sempre o surpreendido e não tem a perícia dos marginais. O próprio capitão Bolsonaro, que faz apologia do tema, foi assaltado no Rio de Janeiro. Dois ladrões roubaram uma motocicleta e uma pistola. “Mesmo armado me senti indefeso”, disse à época. Liberar o acesso às armas significa objetivamente franquear arsenais à milícia amiga, cuja legalização já foi advogada pelo capitão e o filho, Flávio Bolsonaro.

Há 15 anos, a sociedade foi consultada sobre proibir a venda de armas e munição. A tese foi rejeitada por 63, 94% dos eleitores contra 36,06% favoráveis à vedação. A campanha foi marcada pela desinformação e deturpada dolosamente como subtração de direitos. Foi também o primeiro disparo em massa de fake news. A distribuição de e-mails falsos levou pânico à sociedade. Um dos principais foi a fictícia comemoração de traficantes em um morro carioca, festejando que apenas eles teriam armas se a proibição fosse vencedora. Na contramão da morte, as pesquisas recentes continuam a calibrar a alta rejeição ao mascate das armas: Mais 70% se opõem às flexibilizações.

O método de armar a população é a artilharia característica dos regimes totalitários, que camuflam a belicosidade e o fascismo em estampidos que buscam silenciar os alicerces democráticos. Em 2006, Hugo Chávez, ex-presidente da Venezuela, falou ao povo, depois de comprar milhares de fuzis russos: “A Venezuela precisa ter 1 milhão de homens e mulheres bem equipados e bem armados. (…) Os gringos querem nos desarmar. Temos de defender nossa pátria”.

Outro ditador, executado depois de ser capturado fugindo nos últimos dias da guerra, foi o fascista Benito Mussolini, na Itália: “um povo armado é forte e livre”. A pregação foi durante um discurso para cem mil italianos feito na Sicília, segundo um jornal da época. Os franquistas também ruminavam o “viva la muerte”. Nada difere o capitão. Eis o que excreta Jair Bolsonaro: “Eu quero todo mundo armado. O povo armado jamais será escravizado”. O que ele ambiciona é um exército particular, comandado por milicianos, como Fabrício Queiroz. Tudo isso sob o silêncio pusilânime das forças armadas.

O pendor armamentista desses ditadores, antigos e recentes, todos fracassados, converge com o belicismo do capitão que ribomba discursos e éditos a fim reduzir o controle na venda e armas e cartuchos. Recentemente ele foi brindado com um souvenir que sintetiza sua índole mortuária e reúne suas predileções demoníacas: uma arma fake. Na pátria armada, em razão do absoluto vácuo programático e da completa obtusão, o capitão trocou os projetos pelos projéteis. Não descobriu a pólvora.

*Jornalista. Artigo publicado originalmente no site Os divergentes.


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Comentários

Fernandes

Aceitem dói menos. bozoloides.

Fernandes

Os direitopatas ficam arretados com a verdade. KKKKKK

Carlos

Lamentável o Blog do Magno publicar um texto como esse, uma enxurrada de informações mentirosas, isso não é opinião, são supostos fatos que na verdade não passam de fake news.

Carlos

Que texto LIXO, uma enxurrada de mentiras e agressões, só pode ser um esquerdopata para escrever tanta M.

marcos

Quanta Merda Senhor Weiller Diniz, bom era o tempo de Dilma Jumenta uma porra louca analfabeta que quebrou o pais. Agora Senhor a culpa das Cem mil mortes é da China, do STF, Governadores e Prefeitos. Essa conversinha pra idiota útil escutar, já não cola mais, vai morar na Venezuela ou em Cuba lá tem Democracia.



08/08


2020

Da Fonte mira crescimento do PP em Bom Jardim

O deputado federal e líder do Progressitas em Pernambuco, Eduardo da Fonte, está trabalhando para que a sigla aumente o número de Prefeituras que ocupa no Estado. Na sede do partido, ele recebeu o pré-candidato a prefeito de Bom Jardim Miguel Barbosa (PP), que já chegou a administrar a cidade.

Barbosa se notabilizou como "o prefeito das águas" quando comandou Bom Jardim. O pré-candidato a vereador Ricardo Aleixo também participou do encontro.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

08/08


2020

Fundaj promove a Semana da Juventude

Entre os dias 10 e 13 de agosto, a Fundação Joaquim Nabuco vai promover a Semana da Juventude, em seu canal no YouTube. Realizado de forma virtual, o evento surge buscando a reflexão e discussão das grandes agendas da sociedade, tendo o jovem como protagonista.

"Abordaremos temas atuais e de relevância, como Empreendedorismo Social, Educação, Inovação, Sustentabilidade, Tecnologia e Cultura de Paz. É fundamental a inclusão de novas vozes, novas ideias e novas perspectivas. Para tanto, traremos representantes de peso para as discussões, como o Porto Digital, Unicef, representantes de ONGs em Pernambuco, pesquisadores, estrategistas e jovens que fazem a diferença em suas comunidades", detalha o presidente da Fundaj, Antônio Campos, que será responsável pela abertura do evento, às 10h.

A programação completa pode ser conferida no site da Fundaj.


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Banco de Alimentos

08/08


2020

Advogado se indigna com situação da PE-275

O advogado e jornalista Cláudio Soares enviou ao blog um vídeo sobre a triste situação da PE-275, que liga São José do Egito a Sertânia. "O governador de Pernambuco, Paulo Buracos [um trocadilho com o nome de Paulo Câmara], abandonou as rodovias estaduais. São José do Egito a Sertânia está assim, intransitável. O povo merece respeito!", protesta.

Denuncie você também uma vergonhosa estrada aqui no blog. Mande seu vídeo pelo meu WhatsApp: (81) 9.8222-4888.


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O Jornal do Poder

08/08


2020

Patrícia Amélia reforça pré-candidatura em Goiana

A pré-candidata à Prefeitura de Goiana pelo PSD, Patrícia Amélia, segue cumprindo uma agenda que visa à corrida eleitoral em novembro. Ela se apresenta como fundadora do Movimento Esperança na cidade, uma extensão do que já é realizado desde 2013 em Igarassu, onde atua como secretária de Saúde.

É no seu trabalho como gestora no setor que se apoia para concorrer à Prefeitura de Goiana. Entre as realizações, destaca a premiação recebida na 15ª Mostra de Saúde “Aqui tem SUS”, que ocorreu no 34º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, em 2018.


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Potencial Pesquisa & Informação

08/08


2020

Prefeitura entrega novas ambulâncias em São Lourenço

O prefeito de São Lourenço da Mata, Bruno Pereira (MDB), entregou, ontem, cinco novas ambulâncias aos moradores da cidade. Os veículos serão utilizados para o serviço de transporte de urgência e emergência dos pacientes atendidos pela rede municipal de saúde.

Em fevereiro deste ano, quatro novas ambulâncias já haviam sido entregues. "Agora, com a entrega desse segundo lote, todos os pacientes que necessitam do serviço de socorro terão um atendimento ainda melhor", explica o prefeito.

A secretária de Saúde de São Lourenço, Gislaine Calado, fala sobre as ações tomadas no setor. “Na semana em que ampliamos os números de leitos no Hospital e Maternidade Petronila Campos, conseguimos avançar também com a entrega dessas ambulâncias, que são de suma importância para garantir os cuidados aos nossos pacientes. Elas também vão ajudar nossa equipe de trabalhadores a prestar uma melhor assistência”, ressalta.


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08/08


2020

Em Paulista, secretária presta BO e rebate acusações

Nota da Secretaria de Imprensa do Paulista ao blog

A assessoria de comunicação do prefeito Jorge Carreiro (PV-PE) responde à nota publicada no Blog do Magno Martins, em sua coluna do Sabadão, que a secretária de Saúde, Draª Terezinha Mousinho, uma senhora idosa, na forma da lei, foi coagida a abrir o porta-malas do seu carro em uma confusão provocada por pessoas ligadas ao prefeito afastado, Júnior Matuto, que invadiram o centro administrativo da Prefeitura do Paulista.

É oportuno, lembrar, que a decisão judicial assinada, em Brasília, pelo magistrado Dias Toffoli reconduzindo o prefeito investigado Júnior Matuto ao cargo, ainda não foi cumprida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco, ou seja, tanto o prefeito quanto todo o corpo de secretários ainda fazem parte da gestão do município.

Sendo assim, ressaltamos, por meio desta nota, que no porta malas do carro da secretária de saúde Draª Terezinha Mousinho constavam, apenas, pertences pessoais, papeis de uso pessoal, não havendo assim documentos internos algum, conforme consta no Boletim de Ocorrência de número 20E338004769 registrado na Delegacia de Polícia da 28ª Circunscrição. 


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08/08


2020

Armando define alianças do PTB em Bezerros e Itapetim

Presidente de honra do PTB em Pernambuco, o ex-senador e ex-ministro Armando Monteiro Neto anunciou, hoje, apoio às pré-candidaturas de Lucielle Laurentino (DEM) à Prefeitura de Bezerros, no Agreste, e de Anderson Lopes (PTB), prefeiturável em Itapetim, no Sertão do Pajeú.

Armando vê virtudes em Lucielle. Na sua visão, a aliada tem contribuído com a política ao propor novas práticas. “Lucielle está pronta e é um quadro forte de oposição, que veio de raízes simples e sólidas. Nós acreditamos nela e vamos ajudar construir esse projeto”, afirma.

Em Itapetim, o ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior reconhece a liderança do advogado Anderson Lopes para o município. Para Armando, o filho do ex-prefeito Zé Lopes “vem de uma tradição familiar que a cada geração só demonstra o desejo de ver Itapetim mais desenvolvida e gerando oportunidades para os seus moradores”.


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