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23/05


2019

Câmara dos Deputados homenageia Caruaru

A importância de Caruaru como polo de desenvolvimento do interior, de ensino e saúde do Agreste, será um dos temas da sessão solene que, por requerimento do deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE), a Câmara dos Deputados promove amanhã, a partir das 15h, uma homenagem aos 162 anos do município. É a primeira vez que Caruaru é homenageada pela Câmara Federal, com direito ao Hino Nacional executado pela Banda de Pífanos do município, um ícone da cultura brasileira.

Participarão da mesa da sessão solene, que será presidida por Rodolfo, a prefeita Raquel Lira (PSDB); seu pai, João Lyra Neto (prefeito por dois mandatos e ex-governador); os presidentes do Sindloja (Sindicato dos Lojistas do Comércio), Manoel Santos, e da Câmara Municipal, Lula Tôrres; o Bispo de Caruaru, Dom Bernardino Marchió, e o empresário e ex-senador Douglas Cintra.

Foram convidados, além dos vereadores caruaruenses e de outras autoridades locais, todos os deputados estaduais e federais de Pernambuco. “A justa e oportuna homenagem a Caruaru transcende toda e qualquer divergência ideológica, partidária e política”, ressalta Fernando Rodolfo. “Na defesa dos interesses do município, estamos todos unidos”, completou. Segundo ele, já não era sem tempo o reconhecimento nacional, por meio de sessão solene da Câmara dos Deputados, com transmissão ao vivo da TV Câmara para todo o país, da importância econômica, social e cultural do município.


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14/10


2019

Equador: decreto dos combustíveis é revogado

Clima no Equador vai de tensão e protestos a alívio e comemoração. Após negociação com indígenas, o presidente revogou o decreto que retirava o subsídio aos combustíveis.

Indígenas comemoram fim do decreto dos combustíveis, em Quito - Martin Bernetti/AFP

Folha de S. Paulo  - Sylvia Colombo

Quando Lenín Moreno, presidente do Equador, e Jaime Vargas, líder indígena, terminaram de falar, na primeira parte do diálogo iniciado às 17h30 (19h30 em Brasília) deste domingo (13), os equatorianos estavam desconsolados. Ouviam-se algumas panelas batendo nos edifícios, e as fogueiras do acampamento de El Arbolito, epicentro dos protestos em Quito, se faziam notar por sua usual fumaça negra.

Durante a primeira rodada de intervenções, os dois líderes pareciam muito longe de chegar a um acordo sobre o decreto do governo que retirava o subsídio aos combustíveis, motivo que ocasionou a onda de protestos. O presidente equatoriano dizia que o decreto era necessário porque quem lucrava com ele eram “os contrabandistas, os narcotraficantes, gente que já tem muito dinheiro”. Estava tenso e com tom desafiador.

Já o presidente da Conaie, que congrega as principais agremiações indígenas, foi também duro em suas respostas. Com a cara pintada e as roupas típicas, afirmava encarando Moreno que não haveria negociação de paz possível se o decreto não fosse derrogado na mesma noite.
Enquanto isso ocorria, o assunto nas ruas de Quito era como iria ser uma nova semana com distúrbios, as aulas estavam suspensas há onze dias, boa parte do comércio fechado, e a cifra de mortos vinha aumentando. O cheiro de fumaça e de gás lacrimogêneo impedia o trânsito dos pedestres na região central, e as dificuldades para locomoção deixou negócios e turistas parados.

A demora de ambos em voltar para finalizar a negociação não parecia bom agouro. Os indígenas retornaram antes à mesa, enquanto Lenín Moreno demorava. Depois de mais de uma hora de espera, o mandatário retornou com outro aspecto. Estava com olhar mais brando, a fala mais pausada. Por fim, anunciou a derrogação do decreto.

As ruas de Quito foram tomadas pela festa. Por volta das 23h (13h de Brasília), indígenas estavam correndo desde o parque El Ejido e pela avenida 6 de Dezembro, gritando “ganhamos, ganhamos!”. Outros subiam em caminhonetes e rodavam pelo local. 

Nos bairros de classe média, pessoas que haviam ficado o dia inteiro em casa desciam, conversavam em grupos. O toque de recolher ficou para trás. Ainda que governo e indígenas tenham a obrigação de conversar e chegar a um acordo sobre o novo decreto, e a rivalidade de Moreno com Rafael Correa continue a nublar o cenário, a segunda-feira começou no Equador com um alívio generalizado e uma esperança de um retorno ao cotidiano.


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13° Bolsa Familia

14/10


2019

Ato por "Lula livre" toma Avenida Paulista em São Paulo

Manifestantes pedem "Lula livre" em protesto em São Paulo. As principais lideranças do PT, como Gleisi Hoffmann e Fernando Haddad, participaram do ato na avenida Paulista.

Manifestantes em ato pró-Lula na avenida Paulista, em São Paulo (13/10/2019) (Rahel Patrasso/Reuters)

Da Veja - Por Estadão Conteúdo

 

Apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniram na avenida Paulista, em São Paulo, desde o início da tarde deste domingo, 13, para protestar contra a condenação do ex-presidente. Lula responde pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e está preso em Curitiba desde 7 abril de 2018.

A manifestação foi convocada pelo Comitê Nacional Lula Livre e tem como objetivo denunciar falhas no processo que levou à prisão do ex-presidente, após condenação em segunda instância no caso do triplex do Guarujá.

Participaram do ato lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT) como a presidente e deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), o candidato derrotado à Presidência pelo partido em 2018, Fernando Haddad, e o vereador Eduardo Suplicy. A deputada Luiza Erundina (PSOL-SP) e Guilherme Boulos também estiveram lá. Os manifestantes levaram um grande boneco com os dizeres “Lula livre” e se concentraram em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp).

No final de setembro, procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato entregaram à juíza Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena do petista, uma manifestação pedindo a transferência de Lula para o regime semiaberto. Como resposta, ele escreveu uma carta respondendo que não aceita “barganhar” seus direitos e sua liberdade.


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Prefeitura de Limoeiro

13/10


2019

Bolsonaro: mestre em desperdiçar oportunidades

Foto: Osid e AFP/Arquivo/fonte:Correio

O Estado é laico

 

Presidente, que não foi à canonização de Irmã Dulce, é mestre em desperdiçar oportunidades

O Globo - Por Ascânio Seleme

 

O presidente Jair Bolsonaro tem razão. O estado é laico e ele não precisava mesmo ter ido a Roma para a cerimônia de santificação da irmã Dulce, a primeira brasileira a virar santa da Igreja Católica. Não importa se o Estado mandou o vice e três aviões da FAB repletos de autoridades, o presidente se deu o direito de não prestigiar a consagração. Não se pode criticá-lo por esta razão. A menos que se considere que há um mês ele foi ao maior templo da Igreja Universal, em São Paulo, ajoelhou-se aos pés do bispo Macedo para ser abençoado por um dos mais notórios charlatões do Brasil. E ainda rezou e chorou.

Francamente , Bolsonaro é mestre em desperdiçar oportunidades. Pode não ser praticante, pode não ser fiel, pode ser apenas da boca para fora, mas o seu currículo informa que ele é católico romano. Mesmo tendo cara e jeito de evangélico, o que não é nenhum demérito, o pai de Flávio, Carlos e Eduardo é católico. Não se conseguiria reunir argumento melhor para participar da cerimônia no Vaticano. Seria um ganho enorme sob qualquer ângulo que se observe, até pelo respeito e pela circunspecção que o ato envolve.

Mas, não , Jair Bolsonaro preferiu ficar no Brasil, batendo boca com o major Olímpio e com o Luciano Bivar. Aliás, nem sei. Talvez até o major tenha ido na comitiva do Hamilton Mourão a Roma. O fato é que a maior autoridade brasileira deu uma banana ao Papa Francisco e a Santa Dulce dos Pobres. Para um governante que baseia todo o seu discurso em Deus e na família, sua ausência na festa desta manhã parece um descarrilamento de trem de alta velocidade.

Mas como tudo em Bolsonaro tem razões explícitas, fica fácil explicar sua desfeita. Da mesma forma que ele atacou Raoni pelo fato de o cacique ter se encontrado com o presidente da França, Emmanuel Macron, que o capitão julga ser seu desafeto, agora ele esnoba a santa porque o Papa resolveu fazer um sínodo sobre a Amazônia. Imagine, deve ter pensado Jair, não vou colocar azeitona na empada do Papa. Parece um raciocínio ridículo, não vou me ofender se você disser isso, mas será que ele está muito distante das cavernas vazias que ocupam a cabeça do presidente?


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13/10


2019

Barris no litoral do NE: governo pede explicações a Shell

Derramamento de petróleo

Governo quer que a Shell explique aparecimento de barris no litoral nordestino. Empresa diz que barris são de lubrificante, e não de óleo, e nega que tenham relação com as manchas do Nordeste.

Foto/fonte: Brasil247

Folha de S. Paulo - Thiago Resende

 

O governo quer que a Shell explique o aparecimento de barris ligados à empresa no litoral do Nordeste.

Os barris, que têm a inscrição de um lubrificante fabricado pela empresa, foram encontrados na praia da Formosa, em Sergipe. O esclarecimento sobre o achado foi requisito pelo Ibama, a pedido do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente).

A Shell Brasil esclarece que o conteúdo original dos tambores não tem relação com o óleo cru encontrado em diferentes praias da costa brasileira. "São tambores de lubrificante para embarcações, produzido fora do país. Ibama está ciente do caso", disse a empresa em nota.

A equipe do presidente Jair Bolsonaro ainda busca repostas a respeito das manchas de óleo em praias do Nordeste brasileiro. O número de pontos atingidos pelo derramamento de petróleo tem aumentado nos últimos 30 dias, mas ainda não se sabe a origem do vazamento.

Análises do Ibama e da UFBA (Universidade Federal da Bahia) apontaram que o óleo é venezuelano, o que o governo do país nega. Em comunicado conjunto, o Ministério do Petróleo e a empresa estatal de petróleo PDVSA disseram que não receberam nenhum relato de clientes ou subsidiárias sobre vazamentos de petróleo perto do Brasil.

Simulações de computador feitas por pesquisadores indicam que a origem das manchas de óleo nas praias do Nordeste está no alto-mar, a pelo menos 400 km da costa.


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Magno coloca pimenta folha

13/10


2019

BNDES: banco gasta milhões com ex-executivos

Os milhões gastos pelo BNDES com seus ex-executivos

Lucas Tavares | Agência O Globo
O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
PoR Gabriel Mascarenhas

 

As trocas de comando em órgãos públicos têm um preço, quase sempre, superlativo. O BNDES gastou entre janeiro e agosto de 2019 — ano de estreia de governo e, portanto, recheado de substituições — R$ 3,9 milhões com ex-integrantes da sua diretoria: quase R$ 500 mil por mês.

Nessa fatura entram quarentenas, distribuições de lucros e outros benefícios previstos nos contratos dos executivos, pagos retroativamente.

Só para acertar as contas com o passado recente, entre janeiro e agosto, o BNDES desembolsou cerca de R$ 750 mil aos seus últimos três ex-presidentes.

Joaquim Levy já levou R$ 150,8 mil depois de ter sido demitido por Bolsonaro, em junho. Dyogo Oliveira, desligado ao fim do governo Michel Temer, em dezembro, recebeu R$ 546,1 mil neste ano. O antecessor dele, Paulo Rabello de Castro, exonerado em março do ano passado, levou R$ 58,3 mil em retroativos ao longo de 2019.


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Banner de Arcoverde

13/10


2019

Rede de academias: oito clientes presos na Lava Jato

Rede de academias já conta oito clientes presos na Lava Jato. Alunos tiveram que cancelar matrícula na Bodytech de Brasília.

Foto: Emily Almeida / Agência O Globo                                                            Foto/fonte: terça livre
Época - Guilherme Amado

 

As quatro filiais da Bodytech de Brasília já contabiliza oito alunos que tiveram que cancelar suas matrículas por terem sido presos na Lava Jato.

O curioso é que um dos donos do empreendimento, Alexandre Acioly, também foi citado na Lava Jato, em meio às investigações contra Aécio Neves.


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13/10


2019

Governador do Rio pode parar no PSL

Witzel pode parar no PSL

Daniel Marenco | Agência O Globo
O Globo por Gabriel Mascarenhas

 

Se o clã Bolsonaro abandonar o PSL, corre o risco de deixar o partido de mão beijada para um adversário declarado: Wilson Witzel.

O governador do Rio de Janeiro não descarta sair do PSC para disputar a presidência em 2022 e enxerga PSL, PP e Solidariedade como destinos viáveis.

Bolsonaro não esconde mais o que sente por Witzel


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13/10


2019

Brasil se distancia de consensos dos direitos humanos

Sem fazer lições de casa, Brasil se distancia de consensos dos direitos humanos. O levante contra a candidatura brasileira na ONU e a publicação do ministro da Educação contra uma jornalista podem ser lidos, no contexto político, como sintoma e causa.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, em café da manhã com jornalistas Foto: Jorge William / Agência O Globo

Época - Por Giulliana Bianconi

 

Na mesma semana em que quase 200 organizações da sociedade civil se reuniram para lançar manifesto contra a reeleição do Brasil no Conselho de Direitos Humanos da ONU para o período de 2020-2022, mais uma jornalista foi atacada nas redes sociais com discursos violentos e misóginos após uma voz do governo Bolsonaro, a do ministro Abraham Weintraub (da Educação), expor o nome da profissional na rede social Twitter e desqualificá-la. A mensagem que alavancou os ataques contra ela foi publicada após a insatisfação do ministro com uma reportagem veiculada no Estado de S. Paulo.

Ao colocar a repórter no centro da mensagem (ou seria fogueira?), Weintraub protagonizou um ataque à pessoa física, e não ao veículo ou mesmo à reportagem. Se o levante contra a candidatura brasileira na ONU e a publicação do ministro contra a jornalista são dois fatos que parecem distantes e não-relacionados, podem ser lidos, no contexto político, como sintoma e causa. São atitudes como essa de Weintraub que reforçam a leitura de que o Brasil está na contramão de sua tradição universalista que reconhece os direitos humanos como proteção para todos. 

A liberdade de expressão é um direito consagrado como essencial à realização e proteção de todos os direitos humanos, e no dia a dia do trabalho de cada jornalista é fundamental que não haja intimidação por quaisquer partes, principalmente pelo governo - que deveria resguardar tais direitos - no sentido de não tolher essa liberdade. É isso que garante que a informação de interesse público chegue ao público e que o jornalismo cumpra a sua função social. Mas o que se vê no momento é bem diferente: há um sinal verde para o ataque direto a jornalistas, que inevitavelmente aciona o ativismo conservador, esse que tem sua vertente mais odiosa nas milícias digitais. Quando se trata de um “alvo” mulher, os ataques vêm carregados de xingamentos e ameaças que denotam desprezo pela condição de mulher, o que é caracterizado como misoginia.

Jornalistas têm sido tratados como inimigos, adversários, independentemente do gênero, quando não seguem a narrativa “oficial”. A intimidação vale também para pesquisadoras, educadoras, ativistas. Uma das principais referências da pesquisa em direitos reprodutivos e humanos no Brasil, a cientista Débora Diniz, se sentiu em risco real e, mesmo tendo denunciado os ataques à polícia, decidiu sair do país para não lidar diariamente os ataques das milícias virtuais e seguir trabalhando e produzindo conhecimento à distância. 

Confira a íntegra aqui:  Sem fazer lições de casa, Brasil se distancia de consensos ...


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Comentários

Wellington Antunes

Vergonha para o mundo



13/10


2019

Brasil e OCDE: vale o escrito, não o que Trump fala

Foto/fonte: Brazilian Voice

Por Calos Brickmann

 

Muy amigo

Bolsonaro acreditou que, fazendo uma série de concessões a seu ídolo Donald Trump, conquistaria o status de aliado preferencial dos americanos. O Brasil foi duríssimo na ONU ao apoiar a posição dos EUA com relação à Venezuela, o filho do presidente se fez fotografar com o boné de propaganda de Trump, e Trump, em troca, prometeu apoio à pretensão brasileira de entrar na OCDE, Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Mas, em carta à OCDE, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, só citou Argentina e Romênia entre os candidatos à OCDE. Brasil, nem sonhar..

Trump garantiu a Bolsonaro que sua promessa continua valendo e disse que a carta de seu secretário de Estado era fake news. Só que é uma carta, escrita, assinada pelo Governo americano, e a promessa de Trump é verbal. Mas o problema não é só esse: a Europa quer expandir rapidamente a OCDE, para garantir maioria de votos, e os EUA querem um avanço mais lento. Por isso propuseram só dois candidatos, Argentina e Romênia. o que a Europa não pode aceitar: por vários motivos, precisa colocar também a Bulgária. Se o Brasil for proposto, abre-se espaço para a Bulgária, o que Trump não quer.

Logo, vale o que Pompeo escreveu, não o que Trump falou. Simples assim.

E faz falta

Para o Brasil, entrar na OCDE seria excelente: as normas do grupo exigem estatísticas precisas, normas rígidas de combate à corrupção, padrões iguais de legislação. Para os investidores (especialmente fundos), estar na OCDE dá a um país um selo de boas práticas comerciais e segurança jurídica. Quem sabe um dia o presidente Trump, nosso muy amigo, muda de ideia?


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13/10


2019

Caiado deixa hospital em SP após angioplastia

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado passou por angioplastia e colocou um stent para desobstruir um vaso sanguíneo.

Ronaldo Caiado — Foto: GloboNews

Do G1

 

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), recebeu alta no começo da tarde deste domingo (13) e deixou o Hospital Sírio-Libanês, no Centro de São Paulo, após passar por procedimentos cirúrgicos no coração na última quinta-feira (10).

Caiado passou por um cateterismo, uma angioplastia e teve um stent colocado para desobstruir um vaso sanguíneo, segundo o Sírio.

De acordo com a assessoria do governador, "todos os exames realizados atestaram o restabelecimento completo da saúde do governador, que ficará na casa das filhas em São Paulo".

Ele deve retomar a agenda institucional em Goiás na terça-feira (15).

Após sentir dor no peito e ser internado no Hospital do Coração, em Goiânia, Caiado, de 70 anos, foi transferido na última quarta-feira (9) para o Hospital Sírio-Libanês.

Ele havia sido internado no Hospital do Coração no início da tarde de quarta-feira. Segundo a assessoria de imprensa do político, ele passou por uma avaliação médica e exames, que descartaram infarto.

Segundo a assessoria, Caiado estava trabalhando quando sentiu a dor. Ele passou mal no Palácio das Esmeraldas, sede oficial do governo.


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