Faculdade de Medicina de Olinda 2

06/02


2019

Novo presidente do Senado quer derrubar o poder do MDB na casa

Davi Alcolumbre (DEM-AP) pediu um estudo dos cargos comissionados do Senado.

Sob o argumento de enxugar a estrutura, começará a reduzir o poder do MDB, uma espécie de máquina de fazer nomeações, na Casa.

O Senado tem quase 3.000 cargos comissionados, mas Alcolumbre, o presidente, só tem controle direto sobre cerca de 200 deles, diz um técnico.

Renan Calheiros (MDB-AL) terá as duas denúncias apresentadas pela PGR contra ele por corrupção passiva e lavagem de dinheiro analisadas pela Segunda Turma do STF. Caberá ao colegiado decidir se coloca o emedebista no banco dos réus.   (Coluna do Estadão)


Email

Detran

Confira os últimos posts

20/10


2019

Brasil depende de medidas internas para driblar crise

Brasil depende de medidas internas para driblar desaceleração global. Juros baixos, reformas e estímulos podem manter crescimento em 2020.

Agência Brasil  - Por Wlton Maximo

 

A desaceleração da economia global em 2019 e em 2020 imporá desafios a todos os países. O Brasil, no entanto, pode minimizar os efeitos da retração se prosseguir com medidas internas. Segundo economistas, o país precisa executar ações que vão da continuidade das reformas estruturais a medidas de estímulo da demanda, para que a recuperação econômica não seja afetada.

Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu, de 3,2% para 3%, a previsão de crescimento da economia mundial em 2019. O fundo também revisou para baixo a estimativa de 2020: de 3,5% para 3,4%. Desde 2017, quando a economia global cresceu 3,8%, o mundo vem passando por uma desaceleração.

Para o Brasil, o FMI ajustou a previsão de crescimento econômico em 2019 de 0,8% para 0,9%. No início do ano, a estimativa estava em 2,5%. Para 2020, o cenário para a economia brasileira deve ser melhor, mas o organismo internacional reduziu a projeção de crescimento de 2,4% para 2%.
A desaceleração da economia global em 2019 e em 2020 imporá desafios a todos os países. O Brasil, no entanto, pode minimizar os efeitos da retração se prosseguir com medidas internas. Segundo economistas, o país precisa executar ações que vão da continuidade das reformas estruturais a medidas de estímulo da demanda, para que a recuperação econômica não seja afetada.

Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu, de 3,2% para 3%, a previsão de crescimento da economia mundial em 2019. O fundo também revisou para baixo a estimativa de 2020: de 3,5% para 3,4%. Desde 2017, quando a economia global cresceu 3,8%, o mundo vem passando por uma desaceleração.

Para o Brasil, o FMI ajustou a previsão de crescimento econômico em 2019 de 0,8% para 0,9%. No início do ano, a estimativa estava em 2,5%. Para 2020, o cenário para a economia brasileira deve ser melhor, mas o organismo internacional reduziu a projeção de crescimento de 2,4% para 2%.

Confira a matéria completa aqui: Brasil depende de medidas internas para driblar ...


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se

13° Bolsa Familia

20/10


2019

Crise do PSL: submerge Flávio Bolsonaro

Zero Um só atuou nos bastidores

Tânia Rêgo/Agência Brasil

Época - Por Guilherme Amado

 

Flávio Bolsonaro foi mais do que nunca Flávio Bolsonaro nas últimas duas semanas em que o PSL pegou fogo: ao contrário de Carlos e Eduardo, o Zero Um só atuou nos bastidores.

No bolsonarismo, quem não grita paga um preço.

Mas Flávio continua dizendo a interlocutores que a contaminação de setores do governo pelo radicalismo de Carlos traz mais prejuízos do que conquistas.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se

Prefeitura de Limoeiro

20/10


2019

A versão oficial para a debandada

Caro Magno,

Em respeito aos seus leitores venho aqui responder o que foi colocado em matéria no blog e depois em nota na coluna sobre a minha ausência no último dia de programação de visita as usinas em Angra dos Reis. 

Toda agenda prevista de visitação técnica nas usinas foi cumprida por nós. A agenda restante seria a visita a um padre e um hospital, entretanto, nós havíamos marcado reuniões no Rio de Janeiro sobre a instalação da usina com ambientalistas e especialistas que participaram da implantação do equipamento em Angra dos Reis e que possuem um posicionamento contrário as nucleares.

Além de participarmos do principal evento de sustentabilidade realizado no Brasil o “Virada Sustentável” realizado no Rio de Janeiro esse fim de semana.

Honrado em participar como debatedor, discorremos sobre o tema das usinas, alternativas de produção energética e da tragédia que acomete nosso litoral atingido pelo vazamento de óleo. Um orgulho para mim poder ser a voz dos pernambucanos em um evento tão importante como este.

Uma das pessoas com quem conversei foi o ex-conselheiro Estadual de Meio Ambiente Sérgio Ricardo, que nos historiou toda discussão e paralizações continuadas das usinas nucleares, nos mostrando que o plano de fuga é considerado falho entre diversos outros pontos. Nosso intuito foi conseguir o máximo de informação possível para enriquecer o debate na Audiência Pública que será realizada nesta segunda-feira na Assembleia Legislativa de Pernambuco, onde nós tornaremos pública tudo o que foi conversado em Angra dos Reis e no Rio de Janeiro.

Wanderson Florêncio – deputado estadual pelo PSC


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se


20/10


2019

Gastos com cartão são os maiores dos últimos anos

Gatos com cartão corporativo da presidência são os maiores dos últimos anos.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
Por Gabriel Mascarenhas

 

O arrocho fiscal de Jair Bolsonaro vai da porta do gabinete dele para fora. Os gastos com os cartões corporativos da presidência são os maiores desde 2014.

Entre fevereiro e setembro deste ano — a fatura de janeiro não é contabilizada por se referir a 2018 — a Secretaria de Administração do Palácio do Planalto, responsável pelas despesas para Bolsonaro, desembolsou R$ 4,6 milhões com seus cartões.

O valor é 24% maior do que os R$ 3,7 milhões consumidos no mesmo período do ano passado; 55% a mais do que os R$ 2,9 milhões de 2017; 62% acima dos R$ 2,8 milhões de 2016 e 26% superior aos R$ 3,6 milhões de 2015. Protegidas pelo selo da segurança nacional, as compras para o capitão são sigilosas.  


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se

Magno coloca pimenta folha

20/10


2019

Presidente do PSL negocia fusão com PP

Presidente do PSL, Luciano Bivar, negocia com Ciro Nogueira

O presidente do PSL, Luciano Bivar Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Época - Por Guilherme Almeida

 

As conversas de fusão do DEM com o PSL estão perdendo força, e Luciano Bivar sentou à mesa com outro cacique da direita: Ciro Nogueira, o poderoso chefão do PP.

Os dois estão negociando uma eventual fusão entre o PP e o PSL.

Nogueira ofereceu a Bivar o domínio total da Fundação Milton Campos e o comando do diretório de Pernambuco, além de assento na Executiva nacional do PP a deputados que migrassem com ele do PSL para a nova sigla nascida da fusão.

Bivar ainda não topou porque teme perder poder demasiadamente.

Entretanto, a tese da fusão como solução para a crise é bem vista por Bivar.

Os deputados hoje no PSL e que não queiram continuar na nova sigla não perderiam o mandato, mas teriam que deixar para trás o dinheiro do fundo partidário e o tempo de TV a que tem direito.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se

Banner de Arcoverde

20/10


2019

Grupos do setor de saúde fazem parte do Novo Mercado

Marcus Vinicius Dias: Pelo novo mercado… da assistência

 

Da Isto É - Por jornal O DIA

Grandes empresas do setor de saúde, incluindo laboratórios de exames complementares e, sobretudo, grupos ligados à assistência em saúde complementar, fazem parte do Novo Mercado
 
Na década passada foi lançado no Ibovespa o Novo Mercado, uma espécie de selo de alta qualidade de governança corporativa exigida para empresários que queiram se submeter à abertura de capital de suas empresas. O Novo Mercado hoje se tornou símbolo de transparência e boa governança, e padrão-ouro para a negociação de ações de empresas. Guiadas pelo Novo Mercado, de modo espontâneo, as empresas adotaram boas práticas de governança corporativa para além daquelas exigidas pela legislação vigente.

Essa adesão a regras societárias que protegem e ampliam os direitos dos acionistas, e uma franca transparência na publicidade das políticas e planos empresariais, associam-se a uma rigorosa e robusta estrutura de fiscalização e controle. Resultado: uma maior gama de informações possibilita que o (futuro) acionista avalie de modo mais completo a saúde financeira do ativo. Com comparações e análises mais sólidas, o investidor pode decidir permanecer, ampliar ou zerar sua posição acionária na empresa.

Grandes empresas do setor de saúde, incluindo laboratórios de exames complementares e, sobretudo, grupos ligados à assistência em saúde complementar, fazem parte do Novo Mercado. Atendendo ao alto grau de exigência de governança e transparência, elas divulgam de modo periódico e costumeiro todos os dados relevantes para o acionista.

Imagine o leitor se as informações assistenciais dessas empresas fossem divulgadas com o mesmo apuro com que as informações financeiras são divulgadas aos investidores. O usuário do plano ou do seguro-saúde teria acesso periódico aos níveis de infecção hospitalar a que estão expostos os clientes desta empresa. Teria acesso às taxas de mortalidade para determinado binômio tratamento/doença; e às taxas de reinternação por uma mesma patologia num dado período. A iniciativa seria o equivalente a uma auditoria assistencial e permitiria uma melhor análise do desfecho dos eventos médicos que essas empresas se propõem a tratar.

O usuário é como o investidor: apenas deseja fazer um bom negócio. Em termos assistenciais, o melhor negócio pode ser traduzido como o melhor resultado médico possível por unidade monetária gasta. O usuário merece o seu dividendo – o retorno ao estado anterior a uma doença, por exemplo, pagando para isso o menor preço possível. A transparência assistencial das empresas criará de fato um mercado de saúde baseada em valor, em que o usuário opte em contratar àquela que mais entrega saúde como desfecho.

Comparar dados contábeis, planos de investimento e previsões de fluxo de caixa, permite ao investidor optar pela compra do ativo A, e não B. Ter acesso, de modo transparente, aos indicadores assistenciais de desfecho e qualidade, permitirá ao usuário ter um real subsídio para escolher entre o plano A ou B, e julgar se de fato sua mensalidade está no preço. O que está em jogo, afinal, é a melhor maneira possível de investir em um importantíssimo ativo real: a saúde.

Marcus Vinicius Dias é cirurgião ortopedista do Ministério da Saúde e mestre em Economia pelo IBMEC


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se


20/10


2019

STF avalia que Lula pode passar o Natal em casa

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Arquivo O GLOBO

Ministro do STF avaliam que Lula passará Natal em casa. Opinião é unânime.

Épcoa - Por Guilherme Almeida

 

]Ainda não há certeza sobre como nem em que semana, mas ministros do STF têm a avaliação unânime de que Lula passará o Natal de 2019 em casa — e não deve ser pelo regime semiaberto.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se


20/10


2019

Governo Bolsonaro supera o “nós contra eles”

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Por Carlos Brickmann

 

O Governo Bolsonaro superou, finalmente, o “nós contra eles” em que se havia transformado a política nacional: os três zeros à esquerda, 01, 02 e 03, e seu pai, o presidente Bolsonaro, promoveram a união de todos os partidos. Brigaram com um por um – inclusive o seu, o PSL. Conseguiram ser surrados no partido que antes de sua entrada era também um zero à esquerda.

O líder do PSL de Bolsonaro, Delegado Waldir, chamou-o de vagabundo. Joice Hasselmann, a bolsonarista das bolsonaristas, foi afastada da liderança por Bolsonaro – mas diz que será candidata à Prefeitura paulistana com ou sem ele. O presidente quis afastar o Delegado Waldir e não teve força para isso. Quer se livrar de Luciano Bivar, que comanda o partido, e não sabe como. Se sair, corre o risco de sair sozinho: os parlamentares que saírem com ele sabem que, fora do PSL, não terão dinheiro para tentar a reeleição.

Alguém falou em dinheiro? Que mau gosto! Todos sabem que a briga é ideológica, uma disputa sobre posições políticas e caminhos a seguir – sendo que o melhor caminho é o que leva ao fim do arco-íris. Não que queiram dar um fim ao arco-íris, que simboliza a diversidade sexual e que um partido tão conservador rejeita; mas dizem que o arco-íris termina num pote de ouro.

Mas, nessas brigas todas, quem tem razão? O caro leitor não será ingênuo de pensar que essa questão está em pauta. Como é habitual nas discussões políticas brasileiras, ninguém tem razão, nem pai nem filhos. E não há santos.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se


20/10


2019

A réplica de Gílson Neto ao deputado Romero Filho

Caro Magno,

Sobre as críticas do deputado Romero Sales Filho, que subestimou a ajuda federal na limpeza das praias em Ipojuca, informo que o Governo Federal está realizando todos os esforços possíveis para reduzir os impactos, inclusive com uso de pessoal dos diversos ministérios e instituições federais em terra, mar e água.

Existem navios realizando trabalhos de contenção e retirada do óleo nas proximidades das áreas monitoradas. Tanto que a quantidade de óleo vazado é muito menor a cada dia.

Estou em missão internacional ao lado do presidente Bolsonaro na China para buscar novos investimentos que gerem renda e emprego para nosso Brasil com olhar constante no que está acontecendo e tomando todas as medidas necessárias e possíveis.

O deputado talvez esteja desinformado e só tenha tido acesso a uma parte pequena da nossa operação, pois o nosso Governo está atento e operante muito antes de qualquer pedido de apoio.

Atenciosamente,

Gilson Machado Neto – presidente da Embratur


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se


20/10


2019

Após Previdência, virão medidas econômicas

Após Previdência, governo planeja enviar medidas econômicas ao Congresso. Intenção da equipe econômica do governo é aprovar reformas tributária e administrativa, fazer mudanças no pacto federativo e acelerar privatizações.

Partidos chegam a acordo para divisão de recursos de megaleilão de petróleo

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

 

A área econômica do governo Bolsonaro, chefiada pelo ministro Paulo Guedes, já tem praticamente fechado um amplo pacote de medidas para propor ao Congresso Nacional após a conclusão da reforma da Previdência. A intenção é apresentar o plano como uma agenda de "transformação" do Estado.

De acordo com interlocutores da equipe econômica, as propostas têm sido debatidas internamente nos últimos meses e só não foram apresentadas ainda para evitar ruídos no Legislativo e afastar problemas na aprovação da reforma da Previdência, considerada prioridade e cuja tramitação deve ser concluída nesta semana.

O pacote econômico vai prever ações com o objetivo de melhorar as contas do governo, dos estados e municípios, simplificar procedimentos e estimular o crescimento da economia, visando a geração de empregos. Várias das medidas já foram comentadas por autoridades do Ministério da Economia nos últimos meses.

Confira a reportagem na íntegra aqui: Após Previdência, governo planeja enviar medidas ... - G1


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se