Faculdade de Medicina de Olinda

30/11


2018

Pezão durante três horas à PF nega propina

Em depoimento de três horas, Pezão nega propina e cita nome de Cabral

Governador disse que conta apresentada pela PF está desativada

Chico Otavio - O Globo

No primeiro depoimento que deu após ser preso, o governador Luiz Fernando Pezão negou que tenha recebido propina e usado dinheiro ilícito para pagar despesas pessoais. Ele afirmou que movimenta uma conta pessoal, mantida com seus próprios proventos, e não a que foi apresentada pela Polícia Federal, que está desativada e zerada.

‘Nada a esconder’

Pezão também disse à Polícia Federal que não se envolveu com a arrecadação de dinheiro para a sua campanha a governador em 2014. Segundo ele, a tarefa teria ficado por conta de Cabral e do ex-secretário de Obras Hudson Braga. Na delação do doleiro Álvaro Novis, é citada também uma suposta propina paga como caixa dois pela Odebrecht naquele ano. Em troca, a companhia teria conquistado contratos importantes no governo.

O depoimento, acompanhado pelo advogado do governador, Flávio Mirza, na sede da PF na Praça Mauá, durou cerca de três horas. Mirza disse que Pezão, se quisesse, tinha o direito constitucional de permanecer calado. Mas optou por falar, de acordo com o advogado, por entender que “nada tem a esconder”.

Um dos pontos principais da defesa de Pezão é demonstrar, com a entrega de extratos, que o governador usava contas pessoais e dinheiro do seus proventos para pagar suas próprias despesas.


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Fernandes

Passando só pra lembrar que em 2014 BolsonaroJumento, apoiou Pezão para governador do Rio


Governo de PE

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18/09


2019

O preço dos palanques políticos

Por Nayara Sousa*
 
É notório que, há um tempo, os palanques começaram a ser montados para as eleições municipais em nossa região (Caruaru). Como um efeito “milagroso”, sujeitos outrora apáticos, começam a surgir, como protagonistas da construção social. Quem nem saia às ruas, agora sai. É bem verdade que, os indivíduos que compõe nossa sociedade, estão enfastiados dessa velha política assistencialista e oportunista.

O fato é que, apenas promessas não convencem mais a população, que se encontra desacreditada com a histórica politicagem ofertada. Às vezes, a impressão é que os políticos de carreira desafiam a capacidade intelectual das pessoas. Pois, mesmo que uma parcela da população opte por se abster do processo eleitoral, outra considerada almeja transformação e acompanha ativamente as possibilidades de escolha.

O cenário instável tem causado temor aos que estão habituados a fazer a “velha” política, que aparecem somente em ano eleitoreiro, a fim de arrebanhar a garantia de seus mandatos. Nem precisamos ir muito longe para observar isso.

No município de Caruaru, por exemplo, famílias alternam no poder ao longo dos anos, sob um discurso de que sabem conduzir bem a cidade. O resultado disso, basta fazer uma simples análise do andamento do município e constatar que o mesmo, não tem uma gestão eficiente e transparente há anos! Ou, acompanhar as inúmeras vezes as quais o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) ajuizou ações contra a prefeitura de Caruaru.

Difícil acreditar no que diz as peças publicitárias, enquanto mulheres continuam a peregrinar para parir seus filhos, pois uma cidade com mais de 350 mil habitantes não possui um Centro de Parto Normal ou um hospital que atenda de forma digna a demanda. Enquanto crianças passam mal pela segunda vez em um intervalo de uma semana, em uma escola pública porque a tinta utilizada no período letivo causou intoxicação, ou o teto que desabou por falta de manutenção ou se encontrou larvas na merenda.

O povo está cansado! Cansado de ser explorado, enganado e esquecido. De ser enaltecido em campanhas, e jogado ao calabouço posteriormente. O sentimento genuíno para as eleições de 2020 é de mudança.

Fica então a indagação: Qual o preço dos palanques montados? Promessas, propostas particulares, propinas? Enquanto assim o for, pereceremos.

*Enfermeira, pedagoga e professora universitária


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Governo de PE

18/09


2019

Direita pró-Bolsonaro racha no empresariado

Direita pró-Bolsonaro racha no empresarial. Presidente do Instituto Brasil 200 diz que slogan foi "Brasil acima de tudo. Não Bolsonaro acima de tudo".

Foto/fonte: site muquiranas

Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo

 

A direita pró-Bolsonaro rachou também no meio empresarial. Gabriel Kanner, presidente do Instituto Brasil 200, que reúne alguns dos mais entusiasmados apoiadores do governo, diz que o slogan da campanha presidencial foi “Brasil acima de tudo. Não Bolsonaro acima de tudo”. 

Segundo ele, parte da direita está “fazendo malabarismos intelectuais para defender posturas que não são corretas”. O bloqueio à CPI da Lava Toga, que investigaria ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), seria uma delas. 

“São grupos que vão defender [pautas] independentemente de qualquer coisa”, diz Kanner. De acordo com ele, a criação da CPI foi tema fundamental defendido na manifestação a favor do governo, em maio.

Ele critica inclusive o filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que atuou contra a CPI. O parlamentar é próximo do Instituto Brasil 200, tendo abraçado a proposta de reforma tributária da entidade.

Kanner, que é sobrinho do empresário Flavio Rocha, da Riachuelo, afirma que suas manifestações são pessoais e que o instituto segue apoiando o governo. “Parte disso é apontar erros para que se corrijam caminhos”, diz. “Vamos cobrar.


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Prefeitura do cabo

18/09


2019

Aras: dar mais poder às câmaras temáticas do MPF

Augusto Aras sinaliza que quer dar mais poder às câmaras temáticas do MPF.

Augusto Aras - Foto/fonte: Congresso em Foco

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

Indicado à Procuradoria-Geral da República, Augusto Aras tem sinalizado a parlamentares a intenção de dar mais poder às câmaras temáticas do Ministério Público, que elaboram pareceres técnicos. Há 7, incluindo as que tratam de meio ambiente, índios e corrupção. A ideia é ampliar as diretrizes desses órgãos para uniformizar a ação do MPF. O discurso gerou temor de que a autonomia de procuradores ficará em xeque. Pessoas próximas a Aras negam e dizem que ele tem apenas pregado consciência de unidade.

Em reuniões com senadores, Aras mencionou conflitos em torno de obras como a usina de Belo Monte (PA), afetada por questões judiciais. Ele tem dito que, antes de um procurador abrir uma ação para barrar uma construção, deve ir ao local e atuar junto aos órgãos envolvidos para tentar chegar a um acordo.


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18/09


2019

Pesquisa: gestores recusam pessoas com deficiência

Gestores recusam contratar pessoas com deficiência, diz pesquisa. Acessibilidade inadequada é outra dificuldade no trabalho para os profissionais.

Foto/fonte: http://www.camarasjc.sp.gov.br

Folha de S. Paulo - Painel S. A.
Por Mariana Grazini

 

A dificuldade de inclusão de pessoas com deficiência pode estar ligada à resistência de gestores. Segundo pesquisa da consultoria Santo Caos com a Catho, 40% dos profissionais de RH dizem ouvir com frequência de chefes de outras áreas que não estão abertos às contratações. 

Outro entrave é a acessibilidade inadequada no trabalho, comum para 50% das pessoas com deficiência abordadas. O levantamento também fez perguntas a gestores para cruzar respostas dos diferentes públicos. Cerca de 250 empresas foram ouvidas.


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Prefeitura de Abreu e Lima

18/09


2019

Oposição quer destravar CPI das Fake News

Oposição tenta destravar CPI das Fake News abordando assuntos além da política.

Carlos Zarattini  (Foto: Leonardo Attuch)/Fonte: Brasil247

Da Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

A oposição vai tentar destravar a CPI das Fake News oferecendo ao governo um cardápio além da política. Um exemplo é o jogo da Baleia Azul, que incentivaria suicídio de adolescentes. “A ministra Damares [Alves] é uma das que vêm combatendo a Baleia Azul. Poderia ser um bom ponto de consenso”, diz Carlos Zarattini (PT-SP)

O PT também quer levar vítimas de bullying virtual à CPI. Um dos primeiros seria o youtuber Felipe Neto, que vem sendo perseguido por conservadores.


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Magno coloca pimenta folha

18/09


2019

Leo Pinheiro quer trabalha como home office

Empreiteiro quer fazer home office após deixar a prisãom. Ex-presidente da OAS Léo Pinheiro deixou a prisão nesta terça.

Leo Pinheiro durante depoimento - Reprodução

Da Folha de S. Paulo - Painel
Por Mônica Bergamo

 

O ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, que deixou a prisão nesta terça (17), pretende trabalhar no esquema home office, em sua casa em São Paulo. Ele ainda não tem um projeto formulado —vai se dedicar a isso nos próximos dias. 

O ex-executivo vai cumprir pena em regime de prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica. 


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marcos

Leo Pinheiro quer trabalhaR. Magno!


Prefeitura de Limoeiro

18/09


2019

Acordo: petroleiros descrentes com mediação no TST

Petroleiros veem pouca chance de acordo no TST e ameaçam greve. Petrobras diz estar aberta ao diálogo com a categoria.

(Foto: Leonardo Lucena)

Folha de S. Pasulo - Por Painel S.A.
Por Filipe Oliveira

 

Petroleiros se dizem pessimistas com a mediação no TST para renovar o acordo coletivo da categoria com a Petrobras.

Para José Maria Rangel, da federação dos petroleiros, a empresa resistirá a manter as cláusulas firmadas no passado. Uma greve não está descartada.

A Petrobras diz que está aberta ao diálogo e que participou de cerca de 20 reuniões com petroleiros. Afirma buscar sustentabilidade financeira e reduzir dívidas O TST deve apresentar uma proposta de acordo no dia 19.


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Banner de Arcoverde

18/09


2019

Podemos mira parlamentares defensores da Lava Jato

Além da Juíza Selma, Podemos mira outros parlamentares defensores da Lava Jato.

(Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

Com o PSL em conflito, o Podemos vê a chance de reforçar sua marca lavajatista. Além da filiação da senadora Juíza Selma (MT), está na mira Major Olímpio (SP), também defensor da CPI da Lava Toga. “Queremos parlamentares que tenham atuação independente e de combate à corrupção”, diz a presidente do partido, deputada Renata Abreu (SP).

O Podemos sonha ainda em filiar o ex-juiz Sergio Moro caso ele saia do Ministério da Justiça, oferecendo legenda para que ele concorra à Presidência em 2022. “Moro representa muito para o Brasil. Se ele viesse para o Podemos, seria uma honra”, afirma Abreu.


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18/09


2019

Maria da Penha: agressor terá que ressarcir SUS

Bolsonaro muda Maria da Penha para que agressor tenha que ressarcir o SUS. Condenados por violência doméstica também terão que ressarcir o uso de abrigo por vítimas e dispositivos de monitoramento em casos de medidas protetivas.

Lei Maria da Penha protege mulheres contra crimes de violência doméstica e familiar (iStock/Getty Images)

Veja - Por redação da Veja

 

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira, 17, uma alteração na Lei Maria da Penha para que agressores sejam obrigados a ressarcir custos relacionados aos serviços de saúde prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) às vítimas de violência doméstica e familiar. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira 18.

O primeiro projeto havia sido aprovado em 21 de agosto pela Câmara dos Deputados, prevendo “que o agressor que, por ação ou omissão, causar lesão, violência física, sexual ou psicológica e dano moral ou patrimonial à mulher, será obrigado a ressarcir todos os danos causados, inclusive os custos do SUS envolvidos com os serviços de saúde prestados para o total tratamento das vítimas em situação de violência doméstica e familiar”, de acordo com o que descreveu a Agência Câmara Notícias.

O dinheiro deverá, então, ir para o fundo de saúde do ente federado responsável pelas unidades de saúde que prestarem os serviços.

“Outras situações de ressarcimento, como as de uso do abrigo pelas vítimas de violência doméstica e dispositivos de monitoramento das vítimas de violência amparadas por medidas protetivas, também terão seus custos ressarcidos pelo agressor”, informou a Câmara na oportunidade da aprovação do projeto.

Recentemente, o Senado aprovou outras medidas para endurecer a Lei Maria da Penha, como a apreensão imediata de arma de fogo em posse de agressores. Os senadores aprovaram também projeto de lei da Câmara (PL 510/2019) que assegura prioridade nos processos judiciais de separação ou divórcio à mulher vítima de violência doméstica. 

(Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)


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18/09


2019

Guedes: “Morreu em combate nosso valente Cintra”

Ministro elogiou secretário da Receita demitido por criação da 'nova CPMF' e afirmou que imposto reduziria bastante alíquotas de contribuição sobre salários.

O ministro da Economia, Paulo Guedes (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Da redação da Veja

 

Em evento no Distrito Federal, na noite desta terça-feira 17, o ministro da Economia, Paulo Guedes, fez menção ao ex-secretário especial da Receita Federal Marcos Cintra, que foi demitido em meio às críticas à nova CPMF e à pressão por uma reestruturação do órgão. “Morreu em combate nosso valente Cintra”, disse. A uma plateia de varejistas, Guedes afirmou ainda que “para quem paga muitos encargos trabalhistas, Cintra deve ser figura simpática”.

Em entrevista a VEJA, Cintra afirmou que Guedes “defende até hoje” a “nova CPMF”.  Depois de Bolsonaro sepultar imposto sobre transações financeiras que estava nos planos da equipe econômica para bancar a desoneração da folha, o ministro explicou que a ideia era “reduzir bastante as alíquotas” de contribuição sobre os salários. “Por isso estávamos considerando o novo imposto”, disse.

Segundo Guedes, o novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA, que vai unificar tributos sobre consumo) poderia ser de 14% ou 15% caso o imposto sobre transações fosse criado – em vez de 25%, como é a proposta da Câmara. Além disso, a contribuição sobre a folha de pagamento poderia cair a 13%, “talvez a 10%”.

O ministro declarou, ainda, que o governo tem um “enigma pela frente” porque precisa encontrar uma fonte de recursos para bancar essa desoneração, mas garantiu que o alívio às empresas (desejado para impulsionar a geração de empregos) segue nos planos. “Nós vamos atacar esse problema”, garantiu.

“Precisamos de uma base tributária diferente, e queremos reduzir encargo trabalhista”, afirmou Guedes. Segundo ele, o presidente Jair Bolsonaro está ciente dessa orientação da equipe econômica e “sabe que não podemos crescer elevando a alíquota do que está aí” para compensar a desoneração.

“Vamos pensar e fazer a coisa certa no devido tempo”, disse o ministro. Para ele, o governo precisa encontrar uma forma de tributar quem hoje não está pagando imposto. “Vamos mexer nessa coisa de contribuição sobre a folha. Nós precisamos disso”, afirmou.

(Com Estadão Conteúdo)


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