Faculdade de Medicina de Olinda

29/10


2018

Secretário de Estado dos EUA conversa com Bolsonaro sobre Venezuela

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, falou, hoje, por telefone com o presidente eleito Jair Bolsonaro.

Segundo nota do Departamento de Estado americano, eles "discutiram a colaboração em questões prioritárias de política externa, incluindo a Venezuela, combate ao crime transnacional e formas de fortalecer os laços econômicos entre os Estados Unidos e o Brasil, as duas maiores economias do Hemisfério Ocidental".

Pompeo "congratulou Bolsonaro por sua vitória e reforçou a vibrante parceria entre os Estados Unidos e o Brasil com base em nosso compromisso mútuo de promover a segurança, a democracia, a prosperidade econômica e os direitos humanos", afirma ainda o comunicado.

Mais cedo, Donald Trump já havia afirmado que vai trabalhar com Bolsonaro nas áreas do comércio e das Forças Armadas.

"Tive uma ótima conversa com o recém-eleito presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, que venceu a disputa com uma diferença substancial. Concordamos que o Brasil e os Estados Unidos trabalharão juntos no comércio, Forças Armadas e tudo mais!", afirmou no Twitter.


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Fernandes

STF analisará se Bolsonaro, sendo réu, pode assumir presidência. QUERO OBEDIÊNCIA À CONSTITUIÇÃO.


Governo de PE

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19/09


2019

Danilo Cabral defende Fundeb com 40% da União

A comissão especial para tratar da PEC nº 15/15, que torna permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), apresentou, ontem, o relatório da proposta. Para o segundo vice-presidente do colegiado, deputado Danilo Cabral (PSB), o aumento da participação da União é primordial para a melhora da educação, visto que, atualmente, só há o complemento de apenas 10% do Fundo para ajudar estados que não alcançam o índice mínimo de investimento por aluno.

O relatório estipula a complementação máxima da União de até 40%, em dez anos. A relatora da PEC, deputada Professora Dorinha (DEM-TO), explica que o documento sugere que o valor cresça 2,5% ao ano até alcançar patamar ideal. O texto também estipula que os índices devem ser mantidos, mesmo se a Reforma Tributária for aprovada na Câmara.

Danilo Cabral lembra que o relatório diverge do que Ministério da Educação (MEC) sugere. "O governo defende um reforço de, no máximo, 15% em cinco anos, então ainda precisamos articular com o MEC para que haja um aumento na taxa de complementação. É necessário estabelecer um senso de urgência na tramitação, essa é uma pauta estratégica e precisamos discutir e adiantar seu trâmite. Temos condição de construir o consenso", pontua.

O parlamentar também explica que a PEC avança na questão de despesa de pessoal, ampliando de 60% para 70% do Fundo, permitindo melhorar a remuneração dos profissionais da educação. “Nos últimos 30 anos, tivemos avanços importantes na educação, desde a Constituição de 1988 que estabeleceu a vinculação de receitas para a educação. Um instrumento que está sendo questionado pelo Governo, cujo ministro da Economia já declarou o interesse em acabar com essas vinculações, que foram fundamentais para a melhoria da educação brasileira”, acrescenta.


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Governo de PE

19/09


2019

Eternamente ungidos

Por Cássio Rizzonuto

Se é verdade que de grão em grão a galinha enche o papo, também é verdade que de exclusão em exclusão dos artigos que compõem o pacote anticrime (enviado pelo ministro Sérgio Moro – Justiça -, para a Câmara), os deputados irão derrubar de vez a intenção de reduzir a violência e os níveis de criminalidade do país.

Desde que Bolsonaro assumiu a Presidência, e Moro, a Justiça, os homicídios tiveram queda de quase 25%! Mas boa parte dos deputados não quer nem saber disso. Parece que, a população, também não. Se quisesse mesmo reduzir crimes, roubos e bandalheira, não teria mandado essa gente para o Congresso Nacional, a fim de fazer leis.

Os ilustres congressistas, notadamente os do Rio de Janeiro, têm atacado Sérgio Moro com tanta virulência que fica a impressão de que a cada redução da criminalidade a violência dos representantes do povo fica mais evidente.

Quando Glauber Braga (PSOL-RJ), chamou sem provas o ministro da Justiça de “juiz corrupto” e “ladrão”, numa das audiências da Câmara, tornou-se claro para os mais atentos que o titular da Justiça tem incomodado muito com essa história de aumentar penas e punir quem comete barbaridades na convivência social.

O Brasil é o paraíso da canalhice e da nenhuma vergonha. Dia desses, a Folha de S. Paulo (que se transformou em porta-voz do PT), noticiou que o “ex-presidente Lula já leu dezenas de livros” na cadeia, para reduzir sua pena prisional. Imagine-se!

O deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ), que jura ser amante da paz e visceralmente contra qualquer arma de fogo, só circula pelo país com seguranças armados até os dentes, cada qual portando armas modernas. Mas não admite que nenhuma cidadã ou cidadão disponha de arma de fogo em casa para prover sua própria segurança.

Freixo apresentou emenda, aprovada, que “impede que condenados, por fazerem parte de organizações criminosas, tenham direito a progressão de regime de cumprimento de pena”. Quer dizer: o sujeito comete o crime, vai preso, mas tem uma série de vantagens que, no final, recompensa o roubo, o assassinato, qualquer tipo de crime cometido.

Não foi só isso: os deputados “proibiram a instalação de escuta na casa de suspeitos à noite”. Retiraram, ainda, “autorização para que câmeras de vigilância possam ser instaladas em locais públicos, sem autorização da Justiça, por agentes de uma investigação”.

A população deve concordar, pois é quem os envia para o Congresso Nacional e os perde de vista depois de eleitos. Se todos acompanhassem o “trabalho” que tais representantes realizam, certamente os eleitores cuidariam de ser mais cuidadosos nas disputas seguintes.

O pacote anticrime de Sérgio Moro é, hoje, pálido reflexo do que foi remetido ao Congresso e se mostra quase impossível de ser reconhecido. Veja-se, também, a recente lei de abuso de autoridade, em grande parte vetada por Bolsonaro: o deputado Ricardo Barros, ex-ministro da Saúde, articula abertamente a derruba dos vetos.

Barros, acusado de improbidade administrativa, é aquele que o Ministério Público Federal pediu à Justiça fossem bloqueados bens no valor de R$ 20 milhões! Mas vai eleição, vem eleição, todos esses ilustres personagens são eleitos. Até quando? Será que a população irá deixar de elegê-los um dia?


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Prefeitura do cabo

19/09


2019

Quem é o líder do governo que se tornou alvo da PF?

Por Matheus Pichonelli – Yahoo Notícias

Quando foi escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para ocupar o posto de líder do governo no Senado, em fevereiro deste ano, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) já era alvo de três inquéritos na Justiça. Um deles no bojo da Lava Jato e outros dois, como desdobramentos da operação.

A aproximação foi comandada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). A Bezerra Coelho caberia a função de articular com as bancadas aliadas de um governo sem base aliada formal a votação de projetos de interesse do Palácio do Planalto. Não era tarefa simples.

O anúncio foi feito pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e representava uma espécie de duplo twist carpado, aquela pirueta que o leva o ginasta a girar em torno de si e cair no mesmo lugar, na carreira do senador pernambucano.

Natural de Petrolina, maior cidade do sertão pernambucano, Fernando Bezerra de Souza Coelho tem 62 anos e é formado em Administração. Começou a carreira política aos 25 anos, quando foi eleito deputado estadual em Pernambuco e deu sequência a uma tradição familiar iniciada em meados do século passado.

A família Coelho é uma das mais longevas oligarquias do Nordeste. Paulo de Souza Coelho, pai do senador, dá nome ao estádio municipal de Petrolina. Seu avô era Clementino Coelho, o Coronel Quelê do livro “Adversidade e Bonança”, de José Américo de Lima – e também da tese de doutorado “As práticas do coronelismo: estudo de caso sobre o domínio político dos Coelho em Petrolina”, de José Morais de Souza, da Universidade Federal de Pernambuco.

Uma reportagem de 2012 feita pelo Estadão mostrou que a família administrava a cidade de 300 mil habitantes por quase 50 anos ininterruptos

Segundo a reportagem, o primeiro a entrar na política foi Nilo Coelho, tio do senador e ex-governador biônico de Pernambuco durante o regime militar, da qual foi notório apoiador. Outros tios de Fernando Bezerra também seguiram a carreira política.

O líder do governo Bolsonaro no Senado, no entanto não se dava com o lado da família que migrou para o PFL, hoje DEM, após a ditadura. Foi quando começou a flertar com a esquerda e a se aproximar de Miguel Arraes, que se elegeria governador de Pernambuco. Arraes é avô de Eduardo Campos, morto em 2014 em um acidente aéreo.

Quatro anos após deputar na política, Fernando Bezerra Coelho foi eleito deputado federal. Foi também prefeito de Petrolina três vezes. Entre idas e vindos no PMDB, hoje MDB, ele foi filiado ao PPS pelo PSB, o mesmo partido de Eduardo Campos, de quem foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco e presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape.

Foi graças a essa aproximação que ele se tornou, em 2011, ao Ministério da Integração Nacional de Dilma Rousseff, sendo responsável, entre outros projetos, pela Transposição do Rio São Francisco. Na época, ele chegou a ser acusado de burlar decreto antinepotismo ao manter um irmão como presidente da Codevasf, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba, por quase um ano.

Ele permanecendo no cargo até 2013 e, no ano seguinte, foi eleito senador por Pernambuco pelo PSB.

Em 2016, virou a casaca e votou pelo impeachment de sua ex-chefe. Em seu discurso, disse que “o governo se isolou, abandonou o caminho da concórdia, preferiu o caminho do enfrentamento e perdeu o apoio que precisava”. Ele via no impeachment uma “esperança” para fortalecer as instituições, ajudar a superar a crise e recuperar as condições de crescimento econômico e justiça social.

Após a queda, Bezerra Coelho seguiu como líder do governo no Senado, no lugar de Romero Jucá.

Na época, o líder do governo chegou a protestar contra a posição de seu partido, o PSB, contra as reformas trabalhistas e da Previdência do governo de Michel Temer, de quem foi aliado de primeira hora. Migrou, assim, para o MDB.

Ao fim das eleições de 2018, construiu pontes até o governo Bolsonaro. Era o encontro perfeito, e quase nunca lembrado, da dita “nova política” com o mais puro caldo da oligarquia brasileira.

Como líder do governo no Senado, Bezerra Coelho foi defensor de primeira hora da indicação do filho do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada brasileira em Washington, nos EUA. A indicação ainda será apreciada no Senado.

Em maio, o líder fez elogios ao ministro da Justiça, Sergio Moro, símbolo da Lava Jato, a quem chamou de “figura central desse governo”. “Ele é o representante de compromissos importantes do presidente da República, é uma figura importante para uma pauta importante”, disse.

Hoje, ele se tornou alvo de mandados de busca e apreensão em uma operação da Polícia Federal que investiga supostas irregularidades nas obras da transposição do Rio São Francisco quando era ministro. Autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, ação mirou também seu filho e sucessor do clã político Fernando Bezerra Filho, eleito deputado federal pelo DEM de Pernambuco.

Ele nega as suspeitas. Em nota, seu advogado, André Callegari, afirmou que as medidas se referem a “fatos pretéritos” e atribuiu a ação à “atuação política e combativa do senador”.


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19/09


2019

Uma causa muito nobre e seus infectos parasitas

Por José Nêumanne*

Quando Samuel Johnson, tido e havido como o intelectual por excelência na História do Reino Unido, cunhou sua mais famosa entre célebres sentenças definitivas, “o patriotismo é o último refúgio de um canalha”, referiu-se especificamente ao próprio partido político, o Patriotas. O sábio sentia-se incomodado com a invasão da sigla por oportunistas, que se aproveitavam para defender não a causa patriótica a que se referia a denominação, mas diversas maneiras de se aproveitarem do nacionalismo para negócios e interesses próprios. Os movimentos anticolonialistas e o espírito bélico das duas guerras mundiais no século 20 transformaram sua frase em libelo contra o nacionalismo, usado com êxito por nazistas e fascistas.

Essa discussão despertada pelo post de Carlos Bolsonaro é o momento de, sem abrir mão das conquistas civilizatórias da democracia (governo do povo), parodiar a sentença do século 18 na “pérfida Albion” no debate político aqui e agora. A primeira reação provocada pela crítica exposta em redes públicas é sobre poder, relevância e respeito que se deve, ou não, ao autor. Ao lê-la, este escriba lembrou-se de uma anedota clássica do século 20. Diz-se que Pierre Laval, primeiro-ministro da França, ansioso para evitar que os alemães invadissem seu país, sugeriu a Josef Stalin que ganhasse apoio dos católicos aproximando-se do papa Pio 12 para fazer frente a Adolf Hitler. Stalin teria respondido: “O papa?! E quantas divisões (militares) tem o papa?”. Ao ouvir a história, Eugenio Pacelli teria respondido: “Diga a meu filho Josef que ele encontrará minhas divisões no céu”. O filho “02” do presidente da República é um general sem bastão de um exército desarmado de seguidores em redes sociais. Um Aedes Aegypt tem poder mais demolidor sobre o regime do que ele.

É mais nociva para nossas instituições democráticas sua falta de representatividade do que arroubos da prole do capitão, esta ou a ameaça de fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) com cabo, soldado e jipe.

A sensação de que a democracia no Brasil é o último refúgio dos corruptos não resulta da impaciência de um vereador nota zero na Câmara do Rio, nem das grosserias do pai dele contra a alta comissária dos Direitos Humanos nas Nações Unidas e Brigitte Macron. Mas da insidiosa mistura que os pseudoarautos do chamado governo do povo, pelo povo e para o povo fazem de seus interesses pessoais e de classe com a vontade popular. A Câmara dos Deputados – composta por um sistema de proporcionalidade que faz o voto de um paulista que mora no Acre 13 vezes mais poderoso do que um acreano eleitor em São Paulo – atua como um clube fechado de líderes de partidos, e não como o poder da cidadania.

Fala-se muito em “democracia representativa” no Brasil, mas a verdade é que, da forma como ela tem funcionado na prática, está mais para uma “cleptocracia partidária”. A distorção matemática, que impede a verdadeira representação do cidadão, relegada ao Executivo de União, Estados e municípios, tem um filhote infame na instituição que exerce o poder de fato no tal “presidencialismo de coalizão”. A Câmara tem 30 bancadas, recorde na História da República. Isso provoca um distanciamento crucial das votações em relação ao cidadão. Ao talante de seu chefão, leis de importância capital para a lisura e a consequente reputação da Casa são submetidas a votações simbólicas pelos líderes das bancadas, que decidem em alinhamento com as direções partidárias, sem prévias audiências públicas.

O texto da lei contra o abuso de autoridade, por exemplo, foi aprovado no Senado e ficou dois anos na Câmara, até passar em rito sumário e votação só de líderes. Deputados presentes tentaram exigir do presidente da sessão, Rodrigo Maia, verificação de quórum para fazer votação nominal, mas ele impôs sua vontade pessoal, jogando a democracia no lixo em nome dela própria.

Outro soit-disant arauto da democracia, Davi Alcolumbre, tentou golpe similar na semana passado para aprovar no Senado projeto ainda mais infame, em teoria, de reorganização dos partidos, mas teve de adiar para esta pela insistência de testemunhas de seu cinismo. Esse projeto autoriza parlamentares acusados de corrupção a usar recursos públicos para remunerarem advogados e dispensa partidos de pagarem multas por infrações à lei eleitoral. Os deputados da esquerda e do Centrão, com ajuda de parte da base governista, lutam para aumentar o fundo eleitoral para absurdos R$ 3,7 bilhões, aprovaram a permissão para os partidos pagarem passagens aéreas para filiados ou não com dinheiro público e retiraram as contas bancárias dos partidos dos controles da Receita Federal de Pessoas Politicamente Expostas. Um execrável descalabro!

Davi Alcolumbre, que, acumpliciado com o relator Roberto Rocha (PSDB-MA), arquivou o inquérito sobre a fraude na eleição que o pôs na presidência do Senado, em que foram computados 82 votos depositados por 81 senadores, e mantém a Casa sem Comissão de Ética, fez veemente defesa da democracia. Rodrigo Maia, eleito com 70 mil votos, no fim da fila da proporcionalidade, e feito presidente da Câmara com apoio do PCdoB ao DEM, também não perdeu a oportunosa ensancha para defender a nobre causa, da qual ele é um dos mais oportunistas parasitas.

O regime dos iguais foi desagravado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que se julga preterida por Bolsonaro, apesar de não ter figurado na lista tríplice dos colegas, e pelo decano do STF, Celso de Mello, que, sem condições de saúde de dar expediente, não cede o alto posto. Na Câmara dos Deputados, Eduardo socorreu o irmão “02” com a frase célebre “a democracia é a pior forma de governo, com exceção de todas as demais”, da lavra de Winston Churchill, primeiro-ministro britânico durante a 2.ª Guerra Mundial, ou “Wilson Church”, em sua prova rara de amor e erudição.

*Jornalista, poeta e escritor


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Prefeitura de Abreu e Lima

19/09


2019

Delator de operação que investiga FBC é apontado como operador

A Operação Desintegração, que cumpriu mandados de busca no gabinete do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), hoje, é fruto da delação do empresário pernambucano João Carlos Lyra para a Operação Turbulência, deflagrada em 2016. O empresário era apontado pela PF como o dono do avião em que o ex-governador Eduardo Campos viajava quando morreu e suspeito de envolvimento em um esquema de pagamento de propina.

A Operação Turbulência foi deflagrada pela Polícia Federal em junho de 2016. A PF disse, no inquérito, que João Carlos Lyra seria o responsável por um esquema que teria abastecido a campanha de reeleição de Eduardo Campos em 2010 e que pode ter se estendido à campanha presidencial, em 2014. Lyra e outros três empresários chegaram a ser presos na época.

O inquérito do Supremo Tribunal Federal citava ainda o envolvimento de João Carlos Lyra com o senador Fernando Bezerra Coelho, que em 2010, era do PSB e secretário de Desenvolvimento Econômico no governo de Campos.

A Polícia Federal diz que João Carlos Lyra e empresários ligados a ele montaram uma rede de empresas de fachada que movimentou mais de R$ 600 milhões. Dois delatores da Lava Jato disseram que João Carlos Lyra cobrava comissão de 2% para repassar recursos de empresas.

As investigações comprovaram, segundo a PF na época, a relação entre empresas de fachada e a aquisição do avião de Eduardo Campos. João Carlos Lyra teria recebido R$ 3,6 milhões pela atuação na suposta lavagem de dinheiro na compra da aeronave.

Lyra foi denunciado pelo Ministério Público Federal em 2016 como um dos líderes do esquema criminoso, que começou a ser investigado a partir das apurações sobre a propriedade da aeronave Cessna Citation PR-AFA, cuja queda provocou a morte do ex-governador Eduardo Campos, em 2014.


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Magno coloca pimenta folha

19/09


2019

Deputados fazem piada sobre “mega-sena do PT”

Durante a votação do projeto que altera a lei dos partidos e regras eleitorais na Câmara dos Deputados, na noite de ontem, o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) pegou o microfone para parabenizar os assessores do PT que levaram o prêmio de R$ 120 milhões da Mega-Sena. Em tom de ironia, o deputado questionou se o dinheiro seria "socializado".

“Presidente, eu só gostaria de fazer um registro que se tornou público agora que os assessores da liderança do PT ganharam na Mega-Sena. E eu quero aqui parabenizá-los e agradecer pelo PT ficar um mês sem liderança, sem obstruir o plenário. Vai ser uma maravilha agora a votação. E eu quero ver se o pessoal vai socializar esse dinheiro aí, ou se vai ficar só na liderança do PT”.

Ao que o presidente da Câmara respondeu, também em tom de ironia. “Deputado Kim, você tem que ser liberal em tudo. Não pode querer o dinheiro dos outros não, meu amigo”.

Ao fundo do plenário, alguém gritou "Viva o socialismo!".


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Prefeitura de Limoeiro

19/09


2019

Fernando Bezerra cita excesso em decisão do STF

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) ressaltou, hoje, em entrevista à imprensa, o posicionamento contrário da Procuradoria Geral da República (PGR) à operação de busca e apreensão autorizada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal. “Eu acho que a PGR também entendeu [o excesso da medida]. Prefiro que vocês leiam a decisão para não parecer apenas uma opinião pessoal minha. Claramente, os meus advogados entendem que foi um excesso, uma medida muito extensa, desnecessária para os objetivos de esclarecer os fatos pertinentes à investigação. Acho que a manifestação da Procuradoria foi muito clara nesse sentido”, afirmou. “Acho que a manifestação da PGR já diz tudo, de que não havia nenhuma necessidade dessas diligências”.

Fernando Bezerra Coelho acrescentou que continua à disposição para prestar todos os esclarecimentos. “Esses são fatos que já vão completar oito anos e que estão sob investigação há muito tempo. Temos certeza que, como outros inquéritos, eles terão o mesmo destino, que será o arquivamento”.

O senador informou ainda que colocou o cargo de líder do governo à disposição do presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi comunicada ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. “Tomei a iniciativa de colocar à disposição o cargo de líder para que o governo possa, ao longo dos próximos dias, fazer uma avaliação se não seria o momento de proceder a uma nova escolha ou não. Esse é um julgamento e um juízo que serão feitos pelo presidente e pelos ministros da Casa Civil e da Secretaria de Governo”, disse.


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Banner de Arcoverde

19/09


2019

Prefeitura confirma agenda de Moro em PE

O chefe de gabinete do prefeito de Paulista, Francisco Padilha, confirmou, há pouco, ao blog, que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, estava com agenda marcada para hoje na cidade, conforme este blog antecipou.

"Sua chefe de gabinete cancelou na última terça alegando que o governador Paulo Câmara não poderia estar presente”, disse.

Moro iria num avião da FAB em companhia do líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, para vistoriar obras do plano nacional de segurança.


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19/09


2019

FBC e filho podem ter recebido R$ 5,538 mi em propina

Do G1

A Polícia Federal (PF) vê suspeitas de que o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo Bolsonaro no Senado, e o filho, o deputado Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE), receberam juntos R$ 5,538 milhões em propinas de empreiteiras.

As informações fazem parte da decisão que autorizou a operação, obtida pela TV Globo. Na manhã de hoje, a PF deflagrou operação no Congresso Nacional para investigar o senador e seu filho.

Por meio de nota, o advogado do senador Fernando Bezerra Coelho, André Callegari, afirmou que as medidas se referem a "fatos pretéritos". Segundo ele, o que motivou a ação da PF foi "a atuação política e combativa do senador" contra interesses de "órgãos de persecução penal".

A operação, chamada Desintegração, se baseia em delações premiadas da Operação Turbulência, deflagrada em junho de 2016. Um dos delatores é o empresário João Lyra, apontado em investigações como operador financeiro de supostos esquemas criminosos em Pernambuco.

As denúncias apontam irregularidades em obras no Nordeste, como a transposição do Rio São Francisco, no período em que Bezerra foi ministro da Integração Nacional, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).


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19/09


2019

FBC coloca cargo à disposição do Planalto

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), alvo de uma operação da Polícia Federal hoje, disse que colocou seu posto de líder do governo no Senado à disposição do presidente Jair Bolsonaro.

Fernando Bezerra disse que conversou por telefone com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). O Palácio do Planalto ainda não confirmou se vai trocar o líder.

"Eu já conversei pela manhã, com o presidente [do Senado] Davi Alcolumbre e conversei com o ministro da Casa Civil da Presidência da República, o ministro Onyx [Lorenzoni]. E tomei a inciativa de tomar à disposição o cargo de líder do governo, para que o governo possa, ao longo dos próximos dias, fazer uma avaliação se não seria o momento de proceder a uma nova escolha, ou não", disse Bezerra Coelho a jornalistas na porta do prédio onde mora em Brasília.

Mais cedo, agentes da PF fizeram buscas e apreensões no gabinete do senador e nas casas dele, em Brasília e no Recife. Também foi alvo de mandados o filho do parlamentar, o deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho.


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