FMO janeiro 2020

29/10


2018

Bolsonaro promete fazer governo democrático

...e critica opositores e imprensa após vitória

Presidente eleito também falou em liberdade e fez aceno ao mercado com discurso liberal

Guilherme Seto e Talita Fernandes – Folha de S.Paulo 

Em dois discursos após a confirmação da vitóriana corrida presidencial, Jair Bolsonaro (PSL), 63, destacou diversas vezes que fará um governo democrático e que respeitará a Constituição Federal. A ênfase foi uma resposta às críticas que o presidente eleito vinha sofrendo devido a falas suas e de seus aliados que colocaram em questão instituições como o Supremo Tribunal Federal.

Em sua primeira fala após a vitória, uma transmissão ao vivo nas redes sociais, ele cercou-se de livros para ilustrar sua posição: a Constituição Federal, a Bíblia, um livro sobre Winston Churchill e outro de autoria do escritor conservador Olavo de Carvalho ( "O Mínimo que Você Precisa Saber para Não Ser um Idiota").

Nela, além de tratar do respeito a instituições democráticas, Bolsonaro também criticou a imprensa e os opositores —o que ele deixou de fora do discurso que fez na sequência às redes de televisão.

"Temos de conviver com a verdade. A verdade começa a valer dentro dos lares. O povo tem o direito de saber o que acontece no seu país. Graças a Deus esta verdade o povo entendeu completamente", disse o capitão reformado do Exército nas suas redes sociais, acompanhado da mulher, Michelle.

"Alguém sem um grande partido, sem fundo partidário, com grande parte da grande mídia o tempo todo criticando, colocando-me muitas vezes próximo a uma situação vexatória", disse, interrompido por falha de gravação do vídeo.

"Não poderíamos mais continuar flertando com o socialismo, com o comunismo, com o populismo e com o extremismo da esquerda", continuou.

Em seu discurso em rede nacional, mais longo (cerca de 10 minutos), elaborado e igualmente eivado de religiosidade (com agradecimentos múltiplos a Deus e àqueles que oraram por sua campanha),  Bolsonaro não tratou de opositores. Preferiu repetir o compromisso de respeitar a Constituição e de fazer um governo democrático.

"Faço de vocês minhas testemunhas de que esse governo será um defensor da Constituição, da democracia e da liberdade. Isso é uma promessa, não de um partido. Não é a palavra vã de um homem. É um juramento a Deus. A verdade vai libertar este grande país", disse, precedido pelo pastor evangélico Magno Malta, um dos maiores aliados de Bolsonaro e que não conseguiu se reeleger senador pelo Espírito Santo nesta eleição.

"Liberdade é um princípio fundamental. Liberdade de andar nas ruas. Liberdade de ir e vir em todos os lugares. Liberdade de empreender. Liberdade política e religiosa. Liberdade de informar e ter opinião. Liberdade de fazer escolhas e ser respeitado por elas. Este é um país de todos nós, brasileiros natos e de coração. Brasil de diversas opiniões, cores e orientações", afirmou Bolsonaro, em tentativa de colocar panos quentes em tensões que cultivou com representantes de minorias ao longo dos anos.

"Não existem brasileiros do Norte nem brasileiros do Sul. Somos todos uma só nação. Uma nação democrática", diria posteriormente.

Em momento mais propositivo de sua fala, enveredou pela veia libera que o economista Paulo Guedes nele despertou mais recentemente e disse que pretende reduzir o Estado, em aceno ao mercado (que o elegeu seu candidato de preferência no segundo turno).

"O governo federal dará um passo atrás e vai reduzir sua estrutura e a burocracia, cortando desperdícios e privilégios, para que as pessoas possam dar muitos passos à frente. Nosso governo vai quebrar paradigmas. Vamos confiar nas pessoas. Vamos desburocratizar e permitir que o cidadão e o empreendedor tenha mais liberdade para construir seu futuro. Vamos desamarrar o Brasil", disse.

O presidente eleito também destacou seu projeto de descentralização administrativa —"mais Brasil, menos Brasília"—, que, segundo ele, consistiria em deixar que municípios e estados tenham mais autonomia em decidir a destinação de recursos.

Ele também prometeu acabar com o "círculo vicioso de crescimento da dívida", substituindo-o por "círculo virtuoso de menores deficits, dívidas decrescentes e juros mais baixos".

"Isso estimulará os investimentos, o crescimento, e gerará mais empregos", completou, sem mais detalhes.

Bolsonaro ainda tratou de política internacional. Crítico à política Sul-Sul de administrações anteriores, que aproximou o Brasil de países na África e na América Latina como alternativas políticas e econômicas às parcerias tradicionais com EUA e Europa, o presidente eleito disse que libertará o país "e o Itamaraty de relações comerciais com viés ideológico a que foram submetidos nos últimos anos."

"Buscaremos relações bilaterais com países que possam agregar valor econômico e tecnológico aos produtos brasileiros. Recuperaremos o respeito nacional", acrescentou.

Ao ser perguntado sobre seu compromisso com o Estado democrático de Direito, Bolsonaro citou como exemplo duque de Caxias, patrono do Exército brasileiro e chefe das forças brasileiras na Guerra do Paraguai.

"Não sou Caxias, mas sigo o exemplo desse grande herói brasileiro. Vamos pacificar o Brasil e sob a Constituição e as leis vamos construir uma grande nação", concluiu.


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Fernandes

O Bozo admira torturador Ustra, e coloca Jesus atrás dele.


Prefeitura de Jaboatão

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08/08


2020

Esposa do vice de Correntes recebe auxílio emergencial

EXCLUSIVO

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Em Correntes, no Agreste pernambucano, a população de aproximadamente 18 mil habitantes assiste a um escândalo envolvendo o vice-prefeito e pré-candidato à Prefeitura pelo PSB, Hugo Cesar, o Hugo da Bahia (foto). Uma denúncia feita ao blog põe sua esposa, Cileide Gonçalves de Freitas, sob suspeita de fraudar o auxílio emergencial concedido pelo governo federal.

Ela chegou a receber R$ 3.600 do benefício, em três parcelas de R$ 1.200. O auxílio atinge essas cifras no caso de mães que são chefes da família. Nas imagens adicionadas a esta reportagem, é possível ver os recursos disponibilizados.

Diante da repercussão negativa na cidade, o valor foi devolvido, ontem, por meio de uma Guia de Recolhimento da União. O vice-prefeito Hugo da Bahia reconheceu que a esposa recebeu o dinheiro e se pronunciou por meio de nota:

“Prezados amigos e amigas, hoje fui surpreendido com a circulação de informações que eu não tinha o menor conhecimento, mas diante da minha condição de pessoa pública, se faz necessário esclarecer. Todos sabem de minha origem humilde e muitas vezes sofrida, mas também reconhecem minha conduta honesta e trabalhadora.

No dia de hoje, soube que minha esposa, mulher honrada e cumpridora de suas obrigações, havia, há muitos anos, se cadastrado em programas governamentais de transferência de renda e, certamente suas informações já constavam no banco de dados dos órgãos assistenciais, possivelmente isso fez com que, de forma automática, fosse incluída no rol de pessoas aptas a receber o auxílio emergencial do Governo Federal, contudo, identificada essa situação, ela procedeu a imediata devolução do valor aos cofres públicos, como se pode constatar nos comprovantes a seguir.”

Suspeita de propaganda eleitoral antecipada

Além disso, existe um pedido de investigação ao Ministério Público Federal (MPF) para que o órgão verifique a suspeita de propaganda eleitoral extemporânea do prefeito Edimilson da Bahia e de Hugo, na realização de uma live em 14 de julho, na qual teria anunciado o vice como candidato nestas eleições. A denúncia também fala sobre distribuição de kits de saúde e higiene e de cestas básicas feita pela dupla, que caracterizaria propaganda antecipada.


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Cabo de Santo Agostinho

08/08


2020

Sumiço de Célia cria suspense sobre CPI em Arcoverde

A presidente da Câmara Municipal de Arcoverde, Célia Galindo (PSB), se comprometeu a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar supostos desvios ocorridos na Secretaria de Assistência Social durante a gestão da prefeita Madalena Britto (PSB). Em entrevista concedida a mim, no programa Frente a Frente, afirmou que criaria a CPI, ontem, o que não ocorreu.

A líder da Câmara tem uma última chance de fazer a coisa certa nesta segunda-feira (10), prazo final para tocar a CPI, e mostrar que honra as promessas que faz. A vereadora Zirleide Monteiro (PTB) é autora do pedido de instalação da Comissão e relatou ao blog a mesma dificuldade que a nossa reportagem teve, hoje: não conseguiu contato com Célia Galindo. Não atende ao telefone nem responde mensagens.

O sumiço da vereadora que preside o parlamento arcoverdense cria um grande suspense sobre o que vai ocorrer segunda-feira. Só há duas possibilidades: ou Célia cumprirá sua palavra e implantará a CPI ou terá sua trajetória política manchada por ceder a pressões do grupo político da prefeita e mentir escancaradamente para a sociedade.


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Prefeitura de Serra Talhada

08/08


2020

Pátria Armada: sem projetos, sobram projéteis

Por Weiller Diniz*

A morte infecta a trajetória viscosa do capitão Jair Bolsonaro. Ao seu redor tudo recende a purulência e necrofilia. Seus ícones – Brilhante Ustra, Major Curió, Alfredo Strossner, Augusto Pinochet – são matadores sanguinários, alguns condenados. Seus amigos e vizinhos são homicidas da milícia carioca, rastilho da decomposição institucional, consumada na execução da vereadora Marielle Franco. A insipiência e inépcia para administrar o morticínio diante da pandemia – prescrevendo ilegalmente medicamentos ineficazes – nos humilhou mundialmente com vexaminosos índices de mortalidade e contaminações. O capitão inventou a modalidade presidencial de vadiagem inanimada.

O gesto da arminha e a simulação de fuzilar oponentes macularam a eleição presidencial. A morte é a meta e o ódio o método, desde quando pregou abertamente o extermínio de 30 mil brasileiros. São quase 100 mil óbitos em 5 meses de pandemia sob gargalhadas escarnecedoras e descaso contemplativo. O genocídio foi o estopim de representações no Tribunal Penal Internacional. Apesar disso, as rajadas reiteradas do capitão é para armar a sociedade. Foram muitos decretos com intuito de abrandar a lei e banalizar o acesso a armas e munições.

Na primeira tentativa de sacar contra o estatuto do desarmamento, Bolsonaro foi alvejado. Com poucos meses de mandato o capitão deu o primeiro tiro no pé. O Senado rejeitou por 47 votos a 28 um decreto assinado em maio de 2019 que buscava flexibilizar a posse e o porte de armas no Brasil. O plenário aprovou o projeto de decreto legislativo que encharcou a pólvora do capitão. O decreto autorizava a concessão de porte a 20 categorias profissionais e aumenta de 50 para 5 mil o número de munições disponíveis anualmente a cada proprietário de arma de fogo.

Após o tiro pela culatra e o capitão revidou multiplicando o arsenal. Muitos decretos posteriores foram judicializados. Recentemente, a justiça de São Paulo abateu um deles, o que aumentava o limite da compra de munição de 200 para 550 unidades mês. A ação popular em que Bolsonaro foi réu em São Paulo é de autoria do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP). O parlamentar argumentou que o texto do presidente autorizando o aumento da aquisição de munições pela população foi editada com base em um parecer de um militar que já deixou o governo. Desta forma, se a motivação é inválida, a portaria não pode existir.

A obsessão por armar a população tem a mira torta da psicopatia. Na rumorosa reunião ministerial de 22 de abril o capitão levou novamente a mão ao coldre: “Um puta de um recado para esses bostas: estou armando o povo porque não quero uma ditadura, não dá para segurar mais. (…). Por isso que eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme! Que é a garantia que não vai um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui!”, disse Bolsonaro a um aparvalhado Sérgio Moro, responsável pelo tiro de misericórdia contra o principal adversário do capitão quando era juiz. No mesmo encontro, Paulo Guedes plantou uma granada no bolso dos servidores.

A cruzada contra a vida não poderia redundar senão em estilhaços trágicos e mórbidos, agravando a pandemia. O número de registro de armas no Brasil explodiu. O aumento foi de 205% apenas no 1 semestre de 2020. O crescimento de homicídios no mesmo período foi de 7%. É inequívoca e histórica a curva do crescimento das mortes violentas atrelada ao aumento do número de armas em circulação. Perto de 40% das apreensões de armamentos em poder dos criminosos têm origem legal.

É pacífico que a posse de arma de fogo não protege quem a detém. Ao contrário, potencializa o risco. O cidadão de bem é sempre o surpreendido e não tem a perícia dos marginais. O próprio capitão Bolsonaro, que faz apologia do tema, foi assaltado no Rio de Janeiro. Dois ladrões roubaram uma motocicleta e uma pistola. “Mesmo armado me senti indefeso”, disse à época. Liberar o acesso às armas significa objetivamente franquear arsenais à milícia amiga, cuja legalização já foi advogada pelo capitão e o filho, Flávio Bolsonaro.

Há 15 anos, a sociedade foi consultada sobre proibir a venda de armas e munição. A tese foi rejeitada por 63, 94% dos eleitores contra 36,06% favoráveis à vedação. A campanha foi marcada pela desinformação e deturpada dolosamente como subtração de direitos. Foi também o primeiro disparo em massa de fake news. A distribuição de e-mails falsos levou pânico à sociedade. Um dos principais foi a fictícia comemoração de traficantes em um morro carioca, festejando que apenas eles teriam armas se a proibição fosse vencedora. Na contramão da morte, as pesquisas recentes continuam a calibrar a alta rejeição ao mascate das armas: Mais 70% se opõem às flexibilizações.

O método de armar a população é a artilharia característica dos regimes totalitários, que camuflam a belicosidade e o fascismo em estampidos que buscam silenciar os alicerces democráticos. Em 2006, Hugo Chávez, ex-presidente da Venezuela, falou ao povo, depois de comprar milhares de fuzis russos: “A Venezuela precisa ter 1 milhão de homens e mulheres bem equipados e bem armados. (…) Os gringos querem nos desarmar. Temos de defender nossa pátria”.

Outro ditador, executado depois de ser capturado fugindo nos últimos dias da guerra, foi o fascista Benito Mussolini, na Itália: “um povo armado é forte e livre”. A pregação foi durante um discurso para cem mil italianos feito na Sicília, segundo um jornal da época. Os franquistas também ruminavam o “viva la muerte”. Nada difere o capitão. Eis o que excreta Jair Bolsonaro: “Eu quero todo mundo armado. O povo armado jamais será escravizado”. O que ele ambiciona é um exército particular, comandado por milicianos, como Fabrício Queiroz. Tudo isso sob o silêncio pusilânime das forças armadas.

O pendor armamentista desses ditadores, antigos e recentes, todos fracassados, converge com o belicismo do capitão que ribomba discursos e éditos a fim reduzir o controle na venda e armas e cartuchos. Recentemente ele foi brindado com um souvenir que sintetiza sua índole mortuária e reúne suas predileções demoníacas: uma arma fake. Na pátria armada, em razão do absoluto vácuo programático e da completa obtusão, o capitão trocou os projetos pelos projéteis. Não descobriu a pólvora.

*Jornalista. Artigo publicado originalmente no site Os divergentes.


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Comentários

Fernandes

Aceitem dói menos. bozoloides.

Fernandes

Os direitopatas ficam arretados com a verdade. KKKKKK

Carlos

Lamentável o Blog do Magno publicar um texto como esse, uma enxurrada de informações mentirosas, isso não é opinião, são supostos fatos que na verdade não passam de fake news.

Carlos

Que texto LIXO, uma enxurrada de mentiras e agressões, só pode ser um esquerdopata para escrever tanta M.

marcos

Quanta Merda Senhor Weiller Diniz, bom era o tempo de Dilma Jumenta uma porra louca analfabeta que quebrou o pais. Agora Senhor a culpa das Cem mil mortes é da China, do STF, Governadores e Prefeitos. Essa conversinha pra idiota útil escutar, já não cola mais, vai morar na Venezuela ou em Cuba lá tem Democracia.



08/08


2020

Da Fonte mira crescimento do PP em Bom Jardim

O deputado federal e líder do Progressitas em Pernambuco, Eduardo da Fonte, está trabalhando para que a sigla aumente o número de Prefeituras que ocupa no Estado. Na sede do partido, ele recebeu o pré-candidato a prefeito de Bom Jardim Miguel Barbosa (PP), que já chegou a administrar a cidade.

Barbosa se notabilizou como "o prefeito das águas" quando comandou Bom Jardim. O pré-candidato a vereador Ricardo Aleixo também participou do encontro.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

08/08


2020

Fundaj promove a Semana da Juventude

Entre os dias 10 e 13 de agosto, a Fundação Joaquim Nabuco vai promover a Semana da Juventude, em seu canal no YouTube. Realizado de forma virtual, o evento surge buscando a reflexão e discussão das grandes agendas da sociedade, tendo o jovem como protagonista.

"Abordaremos temas atuais e de relevância, como Empreendedorismo Social, Educação, Inovação, Sustentabilidade, Tecnologia e Cultura de Paz. É fundamental a inclusão de novas vozes, novas ideias e novas perspectivas. Para tanto, traremos representantes de peso para as discussões, como o Porto Digital, Unicef, representantes de ONGs em Pernambuco, pesquisadores, estrategistas e jovens que fazem a diferença em suas comunidades", detalha o presidente da Fundaj, Antônio Campos, que será responsável pela abertura do evento, às 10h.

A programação completa pode ser conferida no site da Fundaj.


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Banco de Alimentos

08/08


2020

Advogado se indigna com situação da PE-275

O advogado e jornalista Cláudio Soares enviou ao blog um vídeo sobre a triste situação da PE-275, que liga São José do Egito a Sertânia. "O governador de Pernambuco, Paulo Buracos [um trocadilho com o nome de Paulo Câmara], abandonou as rodovias estaduais. São José do Egito a Sertânia está assim, intransitável. O povo merece respeito!", protesta.

Denuncie você também uma vergonhosa estrada aqui no blog. Mande seu vídeo pelo meu WhatsApp: (81) 9.8222-4888.


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O Jornal do Poder

08/08


2020

Patrícia Amélia reforça pré-candidatura em Goiana

A pré-candidata à Prefeitura de Goiana pelo PSD, Patrícia Amélia, segue cumprindo uma agenda que visa à corrida eleitoral em novembro. Ela se apresenta como fundadora do Movimento Esperança na cidade, uma extensão do que já é realizado desde 2013 em Igarassu, onde atua como secretária de Saúde.

É no seu trabalho como gestora no setor que se apoia para concorrer à Prefeitura de Goiana. Entre as realizações, destaca a premiação recebida na 15ª Mostra de Saúde “Aqui tem SUS”, que ocorreu no 34º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, em 2018.


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Potencial Pesquisa & Informação

08/08


2020

Prefeitura entrega novas ambulâncias em São Lourenço

O prefeito de São Lourenço da Mata, Bruno Pereira (MDB), entregou, ontem, cinco novas ambulâncias aos moradores da cidade. Os veículos serão utilizados para o serviço de transporte de urgência e emergência dos pacientes atendidos pela rede municipal de saúde.

Em fevereiro deste ano, quatro novas ambulâncias já haviam sido entregues. "Agora, com a entrega desse segundo lote, todos os pacientes que necessitam do serviço de socorro terão um atendimento ainda melhor", explica o prefeito.

A secretária de Saúde de São Lourenço, Gislaine Calado, fala sobre as ações tomadas no setor. “Na semana em que ampliamos os números de leitos no Hospital e Maternidade Petronila Campos, conseguimos avançar também com a entrega dessas ambulâncias, que são de suma importância para garantir os cuidados aos nossos pacientes. Elas também vão ajudar nossa equipe de trabalhadores a prestar uma melhor assistência”, ressalta.


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08/08


2020

Em Paulista, secretária presta BO e rebate acusações

Nota da Secretaria de Imprensa do Paulista ao blog

A assessoria de comunicação do prefeito Jorge Carreiro (PV-PE) responde à nota publicada no Blog do Magno Martins, em sua coluna do Sabadão, que a secretária de Saúde, Draª Terezinha Mousinho, uma senhora idosa, na forma da lei, foi coagida a abrir o porta-malas do seu carro em uma confusão provocada por pessoas ligadas ao prefeito afastado, Júnior Matuto, que invadiram o centro administrativo da Prefeitura do Paulista.

É oportuno, lembrar, que a decisão judicial assinada, em Brasília, pelo magistrado Dias Toffoli reconduzindo o prefeito investigado Júnior Matuto ao cargo, ainda não foi cumprida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco, ou seja, tanto o prefeito quanto todo o corpo de secretários ainda fazem parte da gestão do município.

Sendo assim, ressaltamos, por meio desta nota, que no porta malas do carro da secretária de saúde Draª Terezinha Mousinho constavam, apenas, pertences pessoais, papeis de uso pessoal, não havendo assim documentos internos algum, conforme consta no Boletim de Ocorrência de número 20E338004769 registrado na Delegacia de Polícia da 28ª Circunscrição. 


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08/08


2020

Armando define alianças do PTB em Bezerros e Itapetim

Presidente de honra do PTB em Pernambuco, o ex-senador e ex-ministro Armando Monteiro Neto anunciou, hoje, apoio às pré-candidaturas de Lucielle Laurentino (DEM) à Prefeitura de Bezerros, no Agreste, e de Anderson Lopes (PTB), prefeiturável em Itapetim, no Sertão do Pajeú.

Armando vê virtudes em Lucielle. Na sua visão, a aliada tem contribuído com a política ao propor novas práticas. “Lucielle está pronta e é um quadro forte de oposição, que veio de raízes simples e sólidas. Nós acreditamos nela e vamos ajudar construir esse projeto”, afirma.

Em Itapetim, o ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior reconhece a liderança do advogado Anderson Lopes para o município. Para Armando, o filho do ex-prefeito Zé Lopes “vem de uma tradição familiar que a cada geração só demonstra o desejo de ver Itapetim mais desenvolvida e gerando oportunidades para os seus moradores”.


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