FMO janeiro 2020

16/09


2018

Após ataque a Bolsonaro candidatos reforçam segurança

Alguns presidenciáveis redobraram cautela nas atividades em locais públicos

Folha de S.Paulo –  Angela Boldrini , Isabel Fleck , Joana Cunha , Joelmir Tavares , Marina Dias , Thais Bilenky e Wálter Nunes

Na semana seguinte ao atentado contra o candidatodo PSL ao Planalto, Jair Bolsonaro, durante um evento de campanha em Minas Gerais, outros presidenciáveis optaram por mudar, de forma discreta, seus esquemas de segurança em agendas públicas.

Os quatro candidatos que, além de Bolsonaro, tinham solicitado proteção da Polícia Federal —Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT) e Álvaro Dias (Podemos)— tiveram o número máximo de agentes da PF disponíveis aumentado de 21 para 25 já nesta semana.

A decisão tinha sido anunciada pelo diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, em reunião no último sábado (8).

Além do maior efetivo, no entanto, algumas campanhas, como a de Marina, optaram por redobrar a cautela nas atividades de corpo a corpo em locais públicos. 

.Tanto na 25 de Março quanto na caminhada que ela fez no centro de Belo Horizonte na quarta-feira (12), os trajetos foram encurtados em relação ao previsto inicialmente. 

Como a agenda da presidenciável é cheia e ela depende de voos comerciais nos deslocamentos, atrasos podem prejudicá-la. No avião, aliás, Marina viaja com uma agente da PF.

Segundo a Folha apurou, também após o ataque, o candidato Álvaro Dias ligou para um policial federal para pedir informações sobre o preparo de agentes que faziam a sua escolta.

No caso de Fernando Haddad (PT), a mudança na segurança foi feita após a oficialização da sua candidatura, na última terça (11). Antes, ele tinha apenas um segurança em sua equipe, além dos assessores pessoais que costumavam o acompanhar em todas as agendas —então como vice na chapa do ex-presidente Lula.

Os candidatos Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), que estão embolados no segundo lugar com Marina e Haddad, dizem não ter reforçado sua segurança. 

Alckmin também afirmou que não reforçaria sua segurança para não restringir o contato com o povo. “O lado bom da política são as pessoas”, justificou na segunda enquanto tomava um café em uma padaria em Pinheiros. Um dos policiais militares que se revezam nas suas agendas públicas o observava de longe. 

Dono de uma fortuna de R$ 377 milhões, Henrique Meirelles (MDB) preferiu dispensar, durante a campanha, a oferta de escolta da PF, ficando apenas com os dois guarda-costas particulares que o acompanham há anos. Ele também optou por não contratar mais seguranças após o ataque a Bolsonaro.


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Detra maio 2020 CRLV

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01/06


2020

FBC articula R$ 49,8 mi para municípios pernambucanos

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) articulou o repasse de R$ 49,8 milhões do Ministério da Saúde para os municípios de Pernambuco fazerem frente às despesas com a pandemia do coronavírus. Os recursos extraordinários contemplam 18 municípios de todo o estado, inclusive da Região Metropolitana, onde o número de casos de Covid-19 é maior.

“Os recursos que articulamos junto ao Ministério da Saúde é um importante reforço para as prefeituras investirem em leitos e equipamentos de proteção individual e contratarem pessoal. Sabemos que a principal medida para conter o avanço do coronavírus é o distanciamento social, mas os municípios precisam estar preparados para vencer esta primeira onda da pandemia e preservar o maior número de vidas”, afirma o senador.

Fernando Bezerra Coelho lembra que o montante viabilizado junto ao Ministério da Saúde soma-se aos recursos que estão sendo disponibilizados pelo governo federal para o enfrentamento da pandemia em todo o país.

“O governo federal tem feito todo o esforço para ajudar estados e municípios neste momento de dificuldade, inclusive, liberando recursos para aliviar as finanças, que sofreram forte impacto com a perda de arrecadação. Os recursos do pacote de ajuda aprovado pelo Congresso Nacional devem chegar nos próximos dias, a tempo, portanto, do pagamento da folha e assegurando a manutenção de serviços essenciais”.


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Abreu e Lima - Maio

01/06


2020

Se o vírus Ching-Ling fosse Made in EUA

O que aconteceria se o vírus maledeto fosse imperialista americano de nascença ao invés de ser comunista chinês da gema?! Se fosse Made in USA e não um Ching-Ling?!  Eis o miolo da crônica surrealista do bicho-grilo Adalbertovsky. Lá vai ele: “Se o inseto fosse eleitor do republicano Donald Trump e não do comunista Xi Jinping?! Se falasse inglês e não o Mandarim?!’. 

“Acusado de manipular o monstro nos laboratórios da CIA, o pobrezinho Donald Trump seria denunciado como inimigo da humanidade pela intelligentsia vermelha internacional, sofreria um Impichi e nunca mais pisaria na Casa Branca, nem morto”.

“Breaking news: ao som do hino da Internacional Comunista – “De pé, ó vítimas da fome/ de pé, famélicos da terra” –  Karl Marx ressuscitaria no cemitério capitalista de Highgate em London city, para proclamar a falência do sistema capitalista e  implantar o paraíso comunista neste vale de lágrimas e de dólares, sob a bênção do Papa globalista comunizante”.  

“Acusado de ser cúmplice de Donald Trump na manipulação do vírus imperialista, o Capitão seria acusado de crime de lesa-pátria, impichado e preso em primeiríssima instância, além de pedir desculpas ao inocente Adelio por tê-lo injuriado. O bode rouco celebraria: “Ainda bem que a natureza criou esse monstro” imperialista para libertar os companheiros das garras do capitalismo reacionário e reconduzir a mundiça da seita vermelha ao poder”.

“Contemplada com o Prêmio IgNobel de Física por ser autora da teoria escalafobética de estocar ventos orgânicos, a Mulher da Mandioca Vermelha seria reconduzida ao Palácio do Planalto para completar o mandato que lhe foi usurpado pelos golpistas virulentos durante o Impichi em 2006”. A crônica surrealista do bicho-grilo Adalbertovsky está postada no Menu Opinião. Metam os peitos! 


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Prefeitura do Ipojuca

01/06


2020

67% têm orgulho de ser brasileiro e 29%, vergonha

Do G1

Pesquisa do Instituto Datafolha publicada no site do jornal “Folha de S.Paulo”, no final da noite de ontem, mostra que a maioria dos brasileiros tem "mais orgulho do que vergonha" (67%) do país. De acordo com a mesma pergunta, 29% sentem "mais vergonha do que orgulho". 3% não sabem ou deram outras respostas.

Este número de brasileiros que sentem "mais orgulho do que vergonha" mostra a primeira queda desde que este índice começou a subir, em junho de 2017. Na época, quando o país era governado por Michel Temer, 50% dos eleitores sentiam "mais orgulho do que vergonha" de serem brasileiros, enquanto 47% relataram sentir "mais vergonha do que orgulho" – outros/não sabem eram 2%.

O levantamento divulgado ontem, ouviu 2.069 pessoas nos dias 25 e 26 de maio. As entrevistas foram feitas por telefone. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

Tem mais orgulho do que vergonha ou mais vergonha do que orgulho de ser brasileiro?

Mais orgulho do que vergonha: 67%
Mais vergonha do que orgulho: 29%
Não sabe/Outras respostas: 3%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: medo ou confiança

Com medo do futuro: 57%
Com confiança no futuro: 41%
Não sabe: 2%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: esperança ou medo

Com mais esperança do que medo: 53%
Com mais medo do que esperança: 46%
Não sabe: 1%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: seguro ou inseguro

Inseguro: 69%
Seguro: 30%
Não sabe: 1%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: animado ou desanimado

Desanimado: 59%
Animado: 39%
Não sabe: 11%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: feliz ou triste

Triste: 63%
Feliz: 34%
Não sabe: 3%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: tranquilo ou com raiva

Tranquilo: 52%
Com raiva: 42%
Não sabe: 6%


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01/06


2020

Um junho mudo e de cinzas

Por Mariana Teles*

O ano é de 2020. Amanhece junho, segunda feira. No calendário é o sexto mês do ano, aquele que marca a metade da volta que damos em torno do sol a cada 365 dias.

É o tempo junino. Basta o frio começar a aparecer que a gente intuitivamente segue o caminho do interior. Caruaru já estaria em festa. Petrolina e Arcoverde iluminando o sertão de uma ponta a outra. Lá no frio da Serra Negra de Bezerros o forró já estava "comendo no centro". Do outro lado da fronteira, na minha igualmente amada Paraíba, Campina Grande já fazia a mágica de deixar o mundo dentro do Parque do Povo. Era tempo de São João. Santo Antônio. São Pedro. Para cada santo, um forró/romaria diferente. 

No nordeste, essa virada de calendário é um ritual. Com direito a cheiro, cores, sons e sabores. Zé Marcolino, compositor imortalizado na voz de Luiz Gonzaga cantou lá atrás que: "todo tempo que houver pra mim é pouco, pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco”. José Fernandes, outro compositor de pena iluminada emprestou ao velho Gonzaga aquela canção que se tornou hino do mês de junho: "olha pra o céu, meu amor, vê como ele está lindo..." 

Essa mistura de vozes e sons tornou o mês de junho um mês atípico para o povo sertanejo. Capaz de mexer com a nossa auto estima, de iluminar as vielas do interior com aquelas bandeirinhas coloridas cortadas de todo tamanho, de tirar a chita com cheiro de naftalina do armário e passar um pano no chapéu do São João do ano passado.

Além do som, que compõe a tônica das sanfonas, das zabumbas e do triângulo do mês de junho, o paladar do sertanejo parece adivinhar o tempo de comer canjica, pamonha e festejar o mês de junho com a boca e os pés, ora provando o gosto do milho assado, ora dançado dois pra lá e dois pra cá.

O São João é o Carnaval do povo do sertão. É o tempo que a gente escolhe para comprar aquelas "mudinhas" de roupa que passa o ano inteiro esperando. Que o parente que foi trabalhar no sudeste chega falando chiando e perguntando onde é o primeiro forró de pé de balcão para ir tomar uma pinga...

Esse ano, com a coronacrise que nos impõe a prisão domiciliar moderna, a saúde é o refrão da quadrilha que a gente precisa puxar. Mas dá um desgosto danado começar o mês de junho sem sentir o cheiro do povo na rua, das cidadelas do interior vivendo a ansiedade de saber qual o sanfoneiro e banda iam tocar no dia festejo.

Eu nunca vivi um ano sem São João. Não sei como o povo da minha terra vai viver esse mês de junho sem chegar nem perto de um forró pé de serra. Esse negócio de Live pra cá, live pra lá, pode prestar para um bocado de coisa, mas fica faltando a energia do povo misturado, o calor da fogueira e o trinado da sanfona. A gente gosta mesmo é de gente e de forró no meio da rua. 

Meus amigos músicos estão com os instrumentos guardados. A moça do cachorro quente não vai salvar ninguém da fome no final da festa. A cabeleireira do bairro não renovou o estoque de tinta para cabelo. A costureira não vai colocar o bico no vestido da menina que ia dançar quadrilha. O homem do som e do palco, não mandou tirar a poeira dos equipamentos. Uma indústria inteira, para além do entretenimento, mas responsável por mais de 5 milhões de emprego no país de mãos cruzadas e boca fechada. É um ano atípico. Nem as cinzas da fogueira de São João conseguem ser mais triste do que o mês de junho que amanhece hoje.

Um pedaço da identidade do nosso povo é cerceado. A gente tem que cuidar da saúde, pois muitos outros meses juninos virão, mas por enquanto, a gente também precisa cuidar daquela fogueira que aquece a alma, enche o coração, os ouvidos e deixa a gente dançando no imaginário de um São João colorido, alegre e com sanfona de verdade. E eu, sentindo a tristeza coletiva de todo nordestino, me recorro aos "meninos de Zé Marcolino", meus queridos Bira e Fatinha, e mando o mesmo bilhete para Siá Filiça. 

Cadê a lenha da fogueira 
Siá Filiça 
Cadê o milho pra assar 
Cadê aquele teu vestidinho de chita 
Que tu vestia pra dançar 
Cadê aquele sanfoneiro 
Que eu pedia pra tocar 
A canção da minha terra 
Um forró de pé-de-serra 
Que eu ajudava a cantar 
Quando me lembro disso tudo 
Siá Filiça 
Me dá vontade de chorar 
Cadê aquele balãozinho 
Siá Filiça 
Que coloria o meu lugar 
Minha esperança ainda dorme 
Siá FiIiça 
E eu com pena de acordar 
Quebrar panela no terreiro 
E a fogueira pra pula 
Uma quadrilha bem marcada 
E um belo São João de latada 
Que era bom pra namorar 
Quando me lembro disso tudo 
Siá Filiça 
Me dá vontade de chorar. 

Fico esperando a resposta, Siá Filiça em 2021. De preferência, com o São João começando logo em março, pra gente tirar o atraso de 2020.

*Advogada, poetisa e sertaneja


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Banco de Alimentos

01/06


2020

Eleitor atrevido da moléstia

Por sugestão de leitores matutos como eu, criado no mato (meu pai Gastão Cerquinha nos levava todo fim de semana para o sítio em Afogados da Ingazeira), inspirado entre a sonoridade triste e agourenta do acauã e o canto belo do sabiá, tenho contado muitas histórias que vivi entre a infância, a adolescência e já com cabelo na venta também.

Elas envolvem muito meu pai, seu legado de sertanejo afoito e apaixonado por cheiro de terra, romântico, daqueles que ainda mandam flores, que olham para a lua e da sua luminosidade extraem um poema. Mas a minha mãe, a flor Margarida, também é estuário dos bons, de onde é possível regar uma boa prosa. Mamãe morreu aos 86 anos, infarto fulminante. Foi uma guerreira. Pariu nove filhos, matou a fome de todos com tareco e mariola, como canta Petrúcio Amorim.

De personalidade dura como as pedras sertanejas, nunca levou desaforo para casa. Papai, político, mais conciliador e diplomático, reclamava que de vez em quando ela afugentava eleitores pelo temperamento meio a seu Lunga. Era o traço da sua honestidade. Dizia o que vinha na cabeça e ponto final.

Quando comecei a namorar Aline Mariano, hoje vereadora no Recife, mãe dos meus filhos Magno Filho e João Pedro, ela foi logo dizendo: "Mariano, aqui nesta casa não bota os pés".  Aline é filha do ex-deputado Antônio Mariano, já falecido, adversário político da minha família desde que me entendi de gente. Daí, a ira e decepção de mamãe. Foi um golpe na vida dela, mas o tempo se encarregou de deixá-la apaixonada por Aline, para quem depois não tinha defeitos, só virtudes.

Num dia de eleição na qual papai disputava mais um mandato de vereador, um cabra atrevido chegou lá em casa justamente na hora em que ela matava a sede das suas plantinhas nos jardins, ao lado da garagem. Dizendo ser eleitor fiel de papai, o cabra inventou de pedir a ela para lavar seus pés.

O sangue dos Martins da paraibana Monteiro fez ela dá um bote de cobra no cidadão. 

"Tenha vergonha na cara! Tais pensando que sou mulher largada? Olhe a mangueira aqui, pegue e lave".

Papai perdeu o voto, mas esse atrevimento ela não engoliu


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Prefeitura de Serra Talhada

01/06


2020

A República independente das Carrancas

Junho mostra a sua cara, hoje, sem os tradicionais festejos da sua época junina por causa da pandemia do coronavirus, mas com uma rebeldia no campo político e administrativo em Pernambuco: o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (MDB), dá seu grito de independência e proclama a República das Carrancas ao desobedecer ao decreto do governador Paulo Câmara (PSB), do outro lado do seu balcão da política, que manda prorrogar o fechamento do comércio, enquanto o prefeito determina a abertura em seu município. 

O que o governador fará? É a pergunta do dia.


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O Jornal do Poder

31/05


2020

O mundo encantado de Paulo Câmara

Por meio de uma publicação no Instagram, o governador Paulo Câmara comemorou dados estatísticos de Londres sobre Pernambuco em relação ao coronavírus. Contudo, os números locais (e reais) mostram outra realidade. 

Só hoje foram 1.023 novos infectados e 67 mortes. Ao todo já são 34.450 contaminados e 2.807 óbitos. Ele deve estar mesmo no mundo da lua ou em Londres. 

Parabéns, governador!


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Shopping Aragão

31/05


2020

Justiça veta hospital em imóvel de prefeita de Glória

Houldine Nascimento, da equipe do blog

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) atendeu, ontem, uma ação popular impetrada por vereadores oposicionistas para suspender a instalação de um hospital de campanha em Glória do Goitá, na Zona da Mata Norte. A unidade funcionaria na Fazenda Boa Esperança, de que a prefeita Adriana Paes (PSD) é herdeira.

O imóvel pertence ao espólio de Fernanda Paes, falecida mãe da prefeita. O município chegou a fechar um contrato para que o hospital permanecesse instalado por seis meses na fazenda.

Na decisão, o juiz Gabriel Araújo Pimentel considerou que o contrato “afronta os princípios norteadores da lei” pelo “fato de o imóvel pertencer à família da Excelentíssima Prefeita”. Nas palavras do magistrado, isso “impede a realização de qualquer tipo de investimento com a utilização de verba pública, por mais ínfima que seja”.

Caso descumpra a medida, a prefeita terá de pagar multa diária de R$ 5 mil. Os vereadores Leonildo Caboclo, Marcos José, Monalysa Amorim e Sebastião Silva, todos do Podemos, são responsáveis pela ação popular.

“Tomamos conhecimento no dia 1º de maio, através da publicidade que a prefeita fez nas redes sociais, ‘cedendo’ a sede da Fazenda Boa Esperança. Havia um impedimento legal e alertamos a gestão municipal sobre isso. Chegamos a sugerir outros locais para o hospital de campanha, mas, ainda assim, o comodato foi celebrado, contrariando a lei”, detalha Monalysa Amorim.

A vereadora informa que continuará acompanhando o desdobramento do caso. “Aguardamos agora os recursos e desdobramentos da ação, serenos e confiantes na justiça”, explica.

Na última sexta-feira (29), a prefeita Adriana Dias esteve na Fazenda Boa Esperança e vistoriou as obras.


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31/05


2020

Governo de PE diz que curva da Covid estacionou

O governador Paulo Câmara promoveu, hoje, uma reunião para avaliar os resultados do lockdown nas cidades do Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe e São Lourenço da Mata. Após o encontro, o Governo divulgou que a disseminação do novo coronavírus estabilizou em Pernambuco, com uma tendência de redução neste cinco municípios que entraram no isolamento mais rígido.

Para anunciar a estabilização da doença, o Gabinete de Enfrentamento ao Coronavírus trouxe dados do Instituto para Redução de Riscos e Desastres de Pernambuco (IRRD), da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e pela Escola de Higiene e Medicina Tropical da Universidade de Londres.

Segundo o grupo, houve uma diminuição na fila de espera por leitos de UTI. A expectativa é de apresentar, amanhã, um plano de retomada das atividades econômicas. 

O Governo do Estado também não descarta alterações no cronograma de abertura e até mesmo a possibilidade do retorno de medidas mais duras de isolamento.


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marcos

Se não me engano o decreto estadual obriga a todos usarem máscaras, por que o governador não quer usar? Olhem a foto acima. Qual é mesmo a pena pra quem descumpre o Decreto?



31/05


2020

72% dos brasileiros são contra armas, diz pesquisa

Folha de São Paulo

A população brasileira rejeita de forma inquestionável o argumento do presidente Jair Bolsonaro de que é preciso armar as pessoas para que não sejam escravizadas por governantes.

Segundo pesquisa Datafolha, 72% dos entrevistados discordam do que disse Bolsonaro em reunião ministerial do dia 22 de abril, cuja gravação em vídeo foi divulgada por ordem do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal.

“Eu quero todo mundo armado. Que povo armado jamais será escravizado”, afirmou o presidente na ocasião.

Apenas 24% dos pesquisados estão de acordo com a declaração, enquanto 2% não concordam nem discordam e outros 2% não souberam responder. A margem de erro da pesquisa, feita com 2.069 entrevistados nos dias 25 e 26 de maio, é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Em razão da pandemia do novo coronavírus, o levantamento foi realizado por meio de telefone celular, e não presencialmente, como costuma ser a prática do instituto.


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Comentários

marcos

Isso é Fake.


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