Governo de PE

14/09


2018

A charge do dia


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marcos

Pesquisa Datafolha O Mito Jair Bolsonaro 26%, Ciro e kit gay empatados com 13%. Chupa mortadelas Corruptas. Detalhe, kit gay perde para todos no segundo turno. UiUiUi

Fernandes

Diz que é contra a política do PT, mas, na hora que alguém da família passa mal, liga logo pro SAMU. Como assim? Haddad 13 presidente.

marcos

Dilma é Haddad, , , Jair Bolsonaro é 17

Fernandes

Bolsonaro fora do 2º turno é a nova aposta do mundo político. O anúncio de Fernando Haddad como candidato de Lula teve dois efeitos imediatos: 1- disparada do candidato do PT e 2- queda acentuada de Jair Bolsonaro (PSL), então líder nas pesquisas no cenário sem o ex-presidente. A vertiginosa queda do ex-capitão do Exército levou o mundo político a fazer ontem (13) nova aposta sem Bolsonaro no 2º turno. Para piorar a situação do Pangaré Velho (by Bolsonaro) não há previsão de alta médica até o fim deste mês, o que compromete de morte o sucesso na corrida presidencial.


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21/07


2019

Feliciano chama porta-voz de "incompetente"

Feliciano agora critica porta-voz e o chama de “incompetente”. Deputado culpa o general Rêgo Barros pela realização dos cafés com jornalistas, que tem dado dor de cabeça ao governo por conta as declarações do presidente.

Otávio do Rêgo Barros, porta-voz da Presidência da República, - 19/02/2019  (Valter Campanato/Agência Brasil)

Veja - Da Coluna Radar, de Robson Bonin
Por Evandro Ébolia

 

Depois das desavenças com o general Santos Cruz, ministro que acabou deixando o governo, o deputado e pastor Marco Feliciano (Podemos-SP) resolveu agora criticar outro militar do Planalto, o general Rêgo Barros, porta-voz da Presidência da República.

O parlamentar, que é muito próximo a Bolsonaro, atribui a ele as polêmicas geradas por declarações do presidente durante os cafés com jornalistas às sextas-ferias no Palácio do Planalto.

Em postagem nas suas redes na noite deste sábado, Feliciano chamou Rêgo Barros de “mal-intencionado e incompetente”. Para ele, a ideia desses cafés, que tem dado dor de cabeça ao governo, foi do oficial.

“Porta-voz serve para proteger, não para expor. Nunca na história deste país um presidente foi tão exposto à imprensa como Jair Bolsonaro. Alguém se lembra de presidente toda sexta-feira receber jornalista para café da manhã?” – atacou Feliciano.

E o deputado não parou por aí. Chamou o porta-voz de “usurpador”, por, na opinião dele, extrapolar nas suas funções.

“Rêgo Barros é um usurpador, pois porta-voz serve apenas para externar a opinião do presidente. Quem cuida do relacionamento da imprensa é o secretário de Imprensa…Quem indicou esse cara para o presidente?”

No café de ontem, Bolsonaro fez duas afirmações que geraram muita polêmica: primeiro, chamou os nordestinos de “paraíbas”; segundo, fez ataques inverídicos contra a jornalista Míriam Leitão.


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21/07


2019

Bolsonaro tem muito tambor e pouco violino

Houve época em que era mais fácil comprar cocaína que importar computador

Elio Gaspari - Folha de S.Paulo

 Em julho de 2017 o procurador Deltan Dallagnol foi convidado para fazer uma palestra no Ceará, pediu cachê de uns R$ 30 mil, mais passagens para ele, a mulher, os filhos e estadia no Beach Park ("as crianças adoraram"). Em junho passado o ministro de Economia baixou a Portaria 309, que reduzia os impostos de importação de bens de capital, informática e tecnologia. Dezoito dias depois, suspendeu-a. Nada a ver uma coisa com a outra? Elas mostram como a mão invisível do atraso leva o leão a miar.

Quem pagou a villeggiatura do doutor Dallagnol foi a Federação da Indústrias do Ceará, uma das estrelas do Sistema S, aquele em cuja caixa de R$ 20 bilhões arrecadados compulsoriamente nas veias das empresas o doutor Paulo Guedes prometeu "meter uma faca".

Passaram-se seis meses sem que Guedes voltasse a falar no Sistema S, mas quando ele assinou a portaria 309 cumpriu uma das maiores promessas de campanha do capitão Bolsonaro. Baixando os impostos de importação de bens de capital e de equipamentos de informática, baratearia os preços de computadores, celulares e produtos eletrônicos. A alegria durou pouco pois recolheu-a prometendo revê-la.

A mão invisível de uma parte do patronato da indústria ganhou a parada mostrando ao governo que poderia bloquear seus projetos no Congresso. Ela já conseguira o arquivamento do projeto de abertura comercial deixado por Michel Temer. Esse jogo tem quase um século. Houve época em que era mais fácil comprar cocaína do que importar computador. 

Quando a economia nacional começou a se abrir, o agronegócio foi à luta, modernizou-se e hoje é internacionalmente competitivo. A indústria blindou-se atrás de federações (alimentadas pelo Sistema S), aliada a "piratas privados e criaturas do pântano político" (palavras de Guedes). Poderosa, preserva-se com leis protecionistas. Resultado: os piratas prosperaram, a indústria definhou e seus produtos custam caro. Já as federações, nadam em dinheiro, custeando palestras que poucos empresários sérios custeiam.

O capitão Bolsonaro é um mestre do ilusionismo. A cada semana agita o país com tolices ("golden shower"), impropriedades (o conforto de um trabalho infantil que não conheceu) ou mesmo irrelevâncias (a nomeação do filho para a embaixada em Washington, ganha um almoço de lagosta no Supremo Tribunal quem souber os nomes dos três últimos embaixadores nos Estados Unidos). 

Quando um assunto relevante como a abertura da economia vai para o pano verde, o leão revoga a portaria 309 no escurinho de Brasília, prometendo revisá-la em agosto. A ver, pois essa orquestra tem muitos tambores e poucos violino.


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Fernandes

Cadê Juan Guaidó? Impressionante: Depois de fracassar, o golpista escafedeu-se e a mídia esqueceu dele de vez.



21/07


2019

Novo livro conta história da carreira militar de Bolsonaro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

'O Cadete e o Capitão' relata episódio de 'rebeldia' do capitão reformado

Vem aí o livro "O Cadete e o Capitão", do repórter Luiz Maklouf Carvalho.

Elio Gaspari - Folha de S.Paulo

Ele conta a carreira militar de Jair Bolsonaro e revisita o episódio dos anos oitenta do século passado em que o jovem oficial foi submetido a um Conselho de Justificação que considerou "seu comportamento aético e incompatível com o pundonor militar.

O caso foi para o Superior Tribunal Militar e lá ele foi considerado "não culpado" das acusações do conselho. O capitão deixou o Exército e elegeu-se vereador no Rio.

Bolsonaro era um jovem ativista crítico da política salarial dos militares, havia tomado 15 dias de cadeia por indisciplina.

Ele era acusado de ter desenhado um croquis com um plano de explosão da adutora do Guandu, no Rio de Janeiro. 

Pela sua documentação, o livro de Maklouf é encrenca da boa. Assim como foi encrenca da boa sua reportagem mostrando que a presidente Dilma Rousseff nunca concluíra o doutorado pela Unicamp que enfeitava sua biografia oficial.


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Fernandes

Se as escolas militares são tão boas, por que Bolsonaro é tão Burro?

Fernandes

Cadê Juan Guaidó? Impressionante: Depois de fracassar, o golpista escafedeu-se e a mídia esqueceu dele de vez.



21/07


2019

Partido de Bolsonaro tem metas ambiciosas para subir ao céu

O PSL tem metas ambiciosas para a campanha nacional de filiação que vai colocar na rua a partir de agosto. A ideia da direção do partido, que hoje tem 270 mil associados, é chegar a 500 mil até 31 de março do ano que vem –e a 1 milhão, em outubro de 2020.

A sigla de Jair Bolsonaro elaborou um documento para explicar os objetivos do mutirão por novos adeptos. A meta, segundo o texto, é “posicionar o PSL como referência de ideias liberais na economia e valores baseados na pátria e na família”.

 O partido delineou, inclusive, palavras de ordem para atrair filiados. Elas giram em torno de motes que remetem a mudança e aos ideais econômicos de Paulo Guedes (Economia).

Exemplos: “Quer mudar o Brasil: PSL, aqui você é bem-vindo” e “Trabalho digno com mais liberdade, PSL: aqui, ideias liberais são bem-vindas”.(Painel – FSP)


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Fernandes

Cadê Juan Guaidó? Impressionante: Depois de fracassar, o golpista escafedeu-se e a mídia esqueceu dele de vez.



21/07


2019

Brasileiro acredita em imprensa sim, diz pesquisa

Essa história de que ninguém acredita em imprensa não passa de história. O Instituto Ipsos, em pesquisa internacional, concluiu que o brasileiro é um dos povos que mais confiam em veículos impressos, TV e rádio (65%).

Os sites de notícias, em geral ligados à grande imprensa, são bem aceitos por 58% do público.

Os brasileiros acreditam (70%, quase vinte pontos percentuais acima da média mundial) que jornais e revistas são relevantes.

A pesquisa inteira pode ser vista no linkhttps://bit.ly/2XIrMrq

A TV Gazeta de São Paulo acaba de retirar do ar um de seus melhores programas: Todo seu, apresentado por Ronnie Von. É pena. E assim também sai o ex-governador Geraldo Alckmin, médico, que dava dicas de saúde.


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Fernandes

Cadê Juan Guaidó? Impressionante: Depois de fracassar, o golpista escafedeu-se e a mídia esqueceu dele de vez.



21/07


2019

Pelo ralo: o seu, o meu, o nosso

Uma servidora técnica do Tribunal de Justiça da Bahia se aposentou com salário integral de R$ 49.700,00 – embora o teto salarial de servidor público seja de R$ 39.200,00, o que é pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Mas, segundo nota do Tribunal de Justiça da Bahia, não há nada de estranho: a coisa é assim mesmo. O salário da servidora é de R$ 8.526,86.

Aí se soma um abono permanente de R$ 98,91, estabilidade econômica IP-FC2 (R$ 2.058,62); vantagem pessoal eficiência (R$ 1.117,77); vantagem pessoal AFI (R$ 2.276,70); vantagem pessoal AFI Símbolo (R$ 23.709,64); vantagem do artigo 263 (R$ 9.268,25); e 31% de ATS (R$ 2.643,32).

Sopa de letrinhas? Sem dúvida – mas saber as letras dá boa aposentadoria.(Carlos Brickmann)


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21/07


2019

O que dá pra rir dá pra chorar.

Carlos Brickmann

Dsemprego, miséria? Mas a fome no Brasil “é uma grande mentira”, diz Bolsonaro. Ele, que já rodou o país, garante que não viu nas ruas “pessoas com físico esquelético”. Depois admitiu que, sim, há quem coma mal. Talvez não passe fome por causa das mangueiras, como já disse a ministra da Agricultura, Teresa Cristina: os mais pobres, acha, se alimentam de mangas.

De Bolsonaro para Rodrigo Maia, por Twitter, durante entrevista do presidente da Câmara a Heraldo Pereira, na Globonews: “Eu te amo”. Caros leitores, deixemos de lado os maus pensamentos: amor, mas no bom sentido.

Rodrigo Maia, no mesmo programa, garantiu que não nomearia um filho embaixador, mas que este é um direito que o presidente tem. O deputado, sábio, esqueceu que César Maia ajudou a Câmara a eleger como presidente, que aliás se mostrou à altura do cargo, o seu filho – Rodrigo Maia.

E como Rodrigo Maia respondeu à twitter-declaração de Bolsonaro? Enviando-lhe um emoji carinhoso, o coraçãozinho vermelho. Meiguíssimo.

O Ministério da Economia estuda como melhorar a situação daqueles que não só comem mal como passam outras necessidades. Talvez libere o Fundo de Garantia, claro que a prestações. Beleza: assim ajuda os pobres com o dinheiro deles mesmos, que o Governo remunera a juros ridículos.

O vice, general Mourão disse a Pedro Bial que sempre houve homossexualidade no Exército, mas dentro da disciplina e da hierarquia.


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20/07


2019

Esquentou: fim da trégua Bolsonaro e Globo

Acabou a frágil trégua entre os ‘inimigos’ Bolsonaro e Globo

Tentativa de boa relação termina após ataque do presidente a Miriam Leitão e nota de repúdio que o chamou de mentiroso no JN

Portal Terra - Jeff Benício

O processo de pacificação entre Jair Bolsonaro e o Grupo Globo chegou ao fim na sexta-feira (19), no café da manhã com correspondentes estrangeiros no Palácio do Planalto.

Ao afirmar que Miriam Leitão – comentarista no Bom Dia Brasil e apresentadora na GloboNews – foi presa na época da ditadura quando estava a caminho da Guerrilha do Araguaia e teria mentido sobre a tortura sofrida quando estava grávida, o presidente gerou forte reação do clã Marinho.

Na edição desta sexta-feira (19) do Jornal Nacional, nota lida por Renata Vasconcellos durante três minutos e meio foi um contra-ataque incisivo.

“Essas afirmações do presidente causam profunda indignação e merecem absoluto repúdio. Em defesa da verdade histórica e da honra da jornalista Miriam Leitão, é preciso dizer com todas as letras que não é a jornalista quem mente.”

A cúpula da Globo passou o recado, apesar do eufemismo: chamou Bolsonaro de mentiroso – e ainda o comparou a Lula e Dilma ao ressaltar a defesa que o capitão reformado do Exército sempre faz dos episódios de violência no regime militar (1964-1985).

“É importante ressaltar que Miriam Leitão, ao longo dos governos do Partido dos Trabalhadores, foi também alvo constante de ataques. Não questionaram, como agora, o sofrimento por que passou na ditadura”, disse a âncora do JN.

Em outro trecho, a emissora aproveitou para reafirmar a própria imparcialidade – tão contestada por políticos e manifestantes de quase todos os tons ideológicos.

“Esses insultos, no passado como agora, em sinais trocados, apenas demonstram a maior das virtudes de Miriam como profissional: a independência em relação a governos, sejam de esquerda ou de direita ou de qualquer tipo. A Globo aplaude essa independência, pedra de toque do jornalismo profissional, e se solidariza com Miriam Leitão.”

O texto certamente teve o aval de William Bonner, apresentador e editor-chefe do principal telejornal do canal líder em audiência. Ele está afastado da bancada para se tratar de uma gripe.

Imediatamente houve alvoroço nas redes sociais: a Globo foi bastante apoiada, e também muito criticada. Defensores e críticos de Bolsonaro se digladiaram mais uma vez.

O presidente sempre considerou a empresa de comunicação da família Marinho como seu inimigo público número 1. Disse isso, literalmente, em áudio de WhatsApp vazado pelo então ministro Gustavo Bebianno.

Em maio, Bolsonaro chegou a receber o vice-presidente de Relações Institucionais da companhia, Paulo Tonet. Ensaiaram uma relação cordial. Durou pouco.

Esse novo atrito suscitado pela declaração polêmica a respeito de Miriam Leitão ocorre logo depois que a Globo fez uma cobertura positiva da primeira etapa da Reforma da Previdência. Veículos ligados à esquerda chegaram a afirmar que a emissora saiu em defesa dos interesses do governo.

Ainda que tenham relevante apoio de numerosos sites e blogs e nas redes sociais, Jair Bolsonaro e seus ministros não podem desprezar o poder de influência da TV.

Somente o JN chega a atingir 7 milhões de telespectadores (a maior parte deles, eleitores) na Grande São Paulo. Essa plataforma de divulgação é valiosa a um governante que precisa propagar o que faz e aquilo que ainda pretende fazer pelo País.

O recente episódio pode também azedar a relação do presidente com os jornalistas em geral. No Twitter, o filho 02, vereador Carlos Bolsonaro, manifestou desaprovação sobre os eventos para a imprensa com a presença do pai.

“Por que o Presidente insiste no tal café da manhã semanal com “jornalistas”? Absolutamente tudo que diz é tirado do contexto para prejudicá-lo. Sei exatamente o que acontece e por quem, mas não posso falar nada porque senão é “fogo amigo”. Então tá, né?! O sistema não parará!”


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20/07


2019

Bolsonaro critica imprensa: distorce suas afirmações

Para Bolsonaro, imprensa distorce suas declarações e sente saudades do PT

Nesta sexta, presidente chamou governadores nordestinos de 'paraíbas' e disse que não há fome no Brasil

Gustavo Uribe – Folha de S.Paulo

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (20) que a imprensa brasileira distorce as suas declarações públicas e que os veículos de comunicação "morrem de saudades do PT". Em mensagem nas redes sociais, ele reagiu às críticas aos seus recentes posicionamentos. Nesta sexta-feira (19) o presidente disse que não há fome no Brasil, chamou os governadores nordestinos de "paraíbas"e atacou a jornalista Miriam Leitão.

"Não adianta a imprensa me pintar como seu inimigo. Nenhum presidente recebeu tanto jornalista no Palácio do Planalto quanto eu, mesmo que só tenham usado dessa boa vontade para distorcer minhas palavras, mudar e agir de má-fé ao invés de reproduzir a realidade dos fatos", disse, referindo-se a um café com correspondentes estrangeiros nesta sexta-feira.

Ele afirmou ainda que sempre defendeu a liberdade de imprensa, "mesmo consciente do papel político-ideológico atual de sua maior parte, contrário aos interesses dos brasileiros, que contamina a informação e gera desinformação. No fundo, morrem de saudades do PT".

Bolsonaro depois acrescentou, também em redes sociais: "Vou falar do PT sempre. Não adianta chorar. Não é porque perderam a eleição que seus crimes devem ser ignorados. Os efeitos devastadores do desgoverno da quadrilha ainda podem ser sentidos e é papel de todo aquele que que ama o Brasil lembrar quem foram os culpados".


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Fernandes

É um quadrúpede.



20/07


2019

Sobe número de brasileiros que não têm o que comer

"Quem tem fome tem pressa"

Fome no Brasil: cresce a taxa de brasileiros que não têm dinheiro para comprar comida.

Foto: Tiago Rogero

O Globo - Por Ancelmo Gois

No mesmo dia em que Bolsonaro afirmou que “falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira”, a FGV Social concluiu que, no ano passado, 30% dos brasileiros diziam que não tinham dinheiro para comprar alimentos necessários para eles e a família deles. Em 2014, antes do início da recessão, eram 20%.

Ou seja: segundo Marcelo Neri, não só o problema existe como, na visão dos brasileiros, ele cresceu com o tempo.

Diga-se a favor do argumento de Bolsonaro que, nas últimas décadas, o Brasil deu avanços importantes no combate à fome. Nos anos 1990, quando Betinho (1935-1997) lançou a Campanha da Cidadania, eram 32 milhões de famélicos. 

De lá para cá melhorou, em parte, graças a FH e Lula (dois personagens que o presidente gostaria de banir da vida pública).

O primeiro derrotou a hiperinflação, cuja vítimas maiores eram os pobres, e o segundo avançou em politicas sociais.

 


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