FMO janeiro 2020

10/07


2020

O presidente, a máscara e a Covid

Por Arnaldo Santos*

Na semana que passou, o vírus transmissor da “gripezinha” fez uma visita inesperada ao Palácio do Planalto: pegou seu ocupante desprevenido, sem estar usando máscara, como de hábito, e o contaminou!

Para a comunidade medico-cientifica em todo o mundo, até que se descubra uma vacina, o uso de máscaras ainda é, e continuará sendo, o mais eficaz meio para se prevenir e evitar a transmissão da Covid19, de uma pessoa para outra, e salvar milhões de vidas, pois impede a passagem das gotículas infectadas pelo coronavírus,  que saem da boca.

A Organização Mundial da Saúde – OMS divulgou, há pouco, uma carta assinada por cerca de 200 cientistas em todo o mundo, confirmando a contaminação pela Covid19, através do ar, o que torna o uso de máscara ainda mais necessário, respeitando o princípio da precaução que todos, sem exceção, devemos obedecer.

Como é cediço, a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais públicos e privados, abertos e/ou fechados, consta de todos os protocolos sanitários da OMS, dos governos de todas as nações - inclusive pelas autoridades sanitárias do Brasil, menos pelo Governo federal, que há mais de sessenta dias, sequer nomeou, ainda, o ministro da Saúde.

Perante tais evidências, cabe perguntar – por que o Presidente Jair Bolsonaro é contra o uso de máscaras, se está provado que pode salvar milhões de vidas? Ele mesmo poderia ter evitado se infectar, não fora o mau exemplo de não respeitar os protocolos sanitários recomendados. Será superstição, medo ou narcisismo?

Como se sabe, “[…] os narcisistas são arrogantes e prepotentes, mas não por acaso. Acreditam-se únicos, especiais, donos e senhores de uma existência maravilhosa que está muito longe da que os demais poderiam se quer imaginar”. Eles possuem a mesma capacidade de ouvir que têm as pedras - assim como alcança José Elias Fernández, membro do Colégio de Psicólogos de Madrid.

Para tentar entender por que há essa rejeição, e/ou medo que o Presidente demonstra quanto ao uso da máscara, fomos buscar na história a origem e o seu significado, para ver se existe alguma explicação.

“[…] A máscara tem origem no Antigo Egito, cerca de (664-535 a.C”). Enquanto “[…] na China as máscaras eram usadas para afastar os maus espíritos, no Egito Antigo e na Grécia, elas eram colocadas sobre o rosto dos falecidos na crença da passagem para a vida eterna”.

Pela origem e seu significado, aqui pode estar uma das explicações: o Presidente, um ex-capitão do exército, com passado de atleta (não resistiu à ‘gripezinha’), de estilo tosco, machão e machista, parece ter medo de alma.

Numa perspectiva político-cidadã, o não uso da máscara é a reafirmação da desobediência ao princípio da precaução para com a saúde coletiva; e essa  constitui a posição de centenas de milhares de pessoas, nesse início de reabertura de alguns setores da economia,  notadamente naquelas atividades de convivência e maior interação social, como bares e restaurantes, que movimentam a vida noturna, nas grandes cidades. Identifica-se nessa atitude, a nefasta influência do comportamento adotado pelo Presidente, ignorando os protocolos sanitários de prevenção à pandemia, em flagrante incentivo à desobediência civil.

As pessoas precisam entender que o vírus está, e vai permanecer entre nós por longo período, o que vai nos impor uma cultura de convivência com a doença, para se evitar uma segunda onda, com números de infectados e mortos superiores aos que se tem hoje, provocando um retrocesso no processo de reabertura econômica, especialmente durante a quarta fase, onde os riscos de contaminação, serão ainda maiores. O momento exige bom senso para se encontrar o equilíbrio entre a retomada da economia com a proteção da vida.

Analisando, sociologicamente, a movimentação e o comportamento coletivo nessa fase, a regra é a inobservância dos protocolos sanitários, por parte de alguns estratos, com ênfase para aquelas pessoas de maior poder econômico - e nível de  “educação” - em adição a  um elevado grau de incivilidade para com os agentes públicos, que, no nobre cumprimento do dever de proteger a saúde coletiva, ao tentarem fazer observar o que é exigido pelo poder público, estabelecido nos decretos que normatizam a reabertura da economia, estes são humilhados, quando não agredidos fisicamente.

Está gravado na memória de todos o flagrante atentado à honra e dignidade da pessoa, além da ausência de qualquer fragmento de um padrão civilizatório, sofrido por um desses agentes, da parte de uma “cidadã”, com aquela famosa frase - “[…]cidadão não, engenheiro civil formado”; “nós é que pagamos você”, seu..” - mostrado pela televisão (até então não se  sabia que engenheiro não era cidadão). A frase pronunciada consubstancia o sentido de uma outra não menos conhecida, desprezível e arrogante que é – “[…] você sabe com quem está falando”?

O recorrente não-uso de máscaras, por significativa parcela da população em geral, com relevo para os séquitos pertencentes “ao andar de cima”, e a inconsequente atitude de centenas de milhares de pessoas, que teimam em se aglomerar nas calçadas, praças e praias, contrariando as recomendações sanitárias, como vem ocorrendo em todo o País, são emblemáticos do comportamento de uma sociedade adoecida sob o ponto de vista social, culturalmente analfabeta, politicamente ignorante e socialmente invencível, revelando, a um só tempo, incivilidade, narcisismo, menosprezo pela própria vida e pela vida do outro. São comportamentos não toleráveis em uma sociedade pretensamente moderna.

Em face dessa insensatez e vergonha, os governos devem adotar um padrão de análises com base nas ciências sociais, para observar e criar meios de ação que possam corrigir esse comportamento errático de expressivas parcelas da população, com foco nas movimentações que se dão no interior dos vários grupos, das distintas camadas sociais, objetivando fomentar o desenvolvimento de uma nova cultura comportamental ante a pandemia, que vai muito além dos atos coercitivos impostos pelos decretos que balizam a nova realidade em elaboração.

Para conformar essa pretendida realidade, impõe-se a adoção de padrões de abordagens analíticas, consoante às novas configurações exigidas para os diversos setores de atividades, tanto profissionais, quanto político-sociais, dado que já se percebe  uma tendência de influências ainda mais gravosas, tanto na saúde quanto no aspecto econômico-financeiro, de teor individual e coletivo, com danosos rebatimentos no aumento da pobreza e das desigualdades, se não houver um amplo e urgente reposicionamento comportamental no interior das várias redes, que incorpore uma rígida e efetiva observância das normas sanitárias, impondo novos hábitos, inclusive  relacionais, para evitar outra emergência.

“[…] Embora as redes sejam uma antiga forma de organização na experiência humana”, na contemporaneidade Manuel Castells, nos apresenta um novo tipo de organização, que chamou de “[…] sociedade em rede”. O que difere a experiência antiga do formato atual são as suas estruturas, fundadas na comunicação interativa e em tempo real (o que não é pouco), trazidas pelas novas tecnologias digitais, que, para o bem e para o mal, promoveram uma  revolução, na forma, nos conteúdos e na velocidade multiplicadora da informação, inimagináveis até para esses tempos.

É de aceitação geral o fato de que as novas tecnologias da informação  constituem meios imprescindíveis para conectar pessoas e nações, primordialmente para a comunidade medico-científica comunicar os avanços da ciência, por meio dos ensaios e testes clínicos, a fim de desenvolver uma vacina e/ou medicamentos para o tratamento da covid-19. No momento são as grandes aspirações da humanidade.

No universo pandêmico fluente, apenas por meio das novas tecnologias da informação, uma descoberta científica, comunicada pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, ou pela Universidade de Pequim, é passível de chegar em tempo real à comunidade científica de todo o mundo, permitindo agilizar ainda mais, os avanços científicos que serão levados ao conhecimento da humanidade.

Nessa perspectiva tão importante quanto as novas descobertas científicas, é a informação on-line, disponibilizada para toda a Terra, mobilizando global e simultaneamente a comunidade de ciência, em favor dos avanços dos saberes ordenados e da sociedade em escala mundial. Nesse contexto, confirma-se a essencialidade do bom uso que se deve fazer das novas tecnologias comunicacionais para o bem da ciência e do ser humano.

Mutatis Mutandis, assim também deveria ser o uso individual das redes sociais, pelos cidadãos, mormente nessa fase de reabertura da economia, na produção de informação para a conscientização das pessoas, no sentido de assumirem uma atitude proativa na promoção de ações de prevenção e combate ao coronavírus, e respeito ao cumprimento dos protocolos sanitários, a que todos estamos submetidos na qualidade de cidadãos. Deveria ocorrer assim, mas, quando examinamos o uso que é feito das novas tecnologias, o que se constata é apavorante, e contraria tudo o que se espera e se necessita na realidade em decurso. Criminosamente, o que vemos é a produção e distribuição massiva das fakes news, mais do que com o objetivo de desinformar e tentar confundir o cidadão consciente, buscando induzi-lo ao descumprimento do que está preconizado nos decretos de isolamento social.

Atos criminosos perpetrados com o uso das redes sociais são as mobilizações para encontros de grupos, formando aglomerações nos vários locais em funcionamento, e até incentivando a desobediência civil; e, não raro, até para  provocação de tumultos e  desafio às autoridades, com o objetivo de produzirem vídeos exibicionistas para alimentar vaidades narcísicas e outras alienações.

Umberto Eco, em seu estilo mordaz, criador de frases sarcásticas, disse que – “[…] as mídias sociais, deram o direito à fala a legiões de imbecis que, anteriormente, só falavam no bar depois de uma taça de vinho, sem causar dano à coletividade”.

A julgar pelo que observamos hoje, ele tinha razão!

*Jornalista, sociólogo e doutor em Ciências Políticas


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Prefeitura de Jaboatão

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08/08


2020

Pátria Armada: sem projetos, sobram projéteis

Por Weiller Diniz*

A morte infecta a trajetória viscosa do capitão Jair Bolsonaro. Ao seu redor tudo recende a purulência e necrofilia. Seus ícones – Brilhante Ustra, Major Curió, Alfredo Strossner, Augusto Pinochet – são matadores sanguinários, alguns condenados. Seus amigos e vizinhos são homicidas da milícia carioca, rastilho da decomposição institucional, consumada na execução da vereadora Marielle Franco. A insipiência e inépcia para administrar o morticínio diante da pandemia – prescrevendo ilegalmente medicamentos ineficazes – nos humilhou mundialmente com vexaminosos índices de mortalidade e contaminações. O capitão inventou a modalidade presidencial de vadiagem inanimada.

O gesto da arminha e a simulação de fuzilar oponentes macularam a eleição presidencial. A morte é a meta e o ódio o método, desde quando pregou abertamente o extermínio de 30 mil brasileiros. São quase 100 mil óbitos em 5 meses de pandemia sob gargalhadas escarnecedoras e descaso contemplativo. O genocídio foi o estopim de representações no Tribunal Penal Internacional. Apesar disso, as rajadas reiteradas do capitão é para armar a sociedade. Foram muitos decretos com intuito de abrandar a lei e banalizar o acesso a armas e munições.

Na primeira tentativa de sacar contra o estatuto do desarmamento, Bolsonaro foi alvejado. Com poucos meses de mandato o capitão deu o primeiro tiro no pé. O Senado rejeitou por 47 votos a 28 um decreto assinado em maio de 2019 que buscava flexibilizar a posse e o porte de armas no Brasil. O plenário aprovou o projeto de decreto legislativo que encharcou a pólvora do capitão. O decreto autorizava a concessão de porte a 20 categorias profissionais e aumenta de 50 para 5 mil o número de munições disponíveis anualmente a cada proprietário de arma de fogo.

Após o tiro pela culatra e o capitão revidou multiplicando o arsenal. Muitos decretos posteriores foram judicializados. Recentemente, a justiça de São Paulo abateu um deles, o que aumentava o limite da compra de munição de 200 para 550 unidades mês. A ação popular em que Bolsonaro foi réu em São Paulo é de autoria do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP). O parlamentar argumentou que o texto do presidente autorizando o aumento da aquisição de munições pela população foi editada com base em um parecer de um militar que já deixou o governo. Desta forma, se a motivação é inválida, a portaria não pode existir.

A obsessão por armar a população tem a mira torta da psicopatia. Na rumorosa reunião ministerial de 22 de abril o capitão levou novamente a mão ao coldre: “Um puta de um recado para esses bostas: estou armando o povo porque não quero uma ditadura, não dá para segurar mais. (…). Por isso que eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme! Que é a garantia que não vai um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui!”, disse Bolsonaro a um aparvalhado Sérgio Moro, responsável pelo tiro de misericórdia contra o principal adversário do capitão quando era juiz. No mesmo encontro, Paulo Guedes plantou uma granada no bolso dos servidores.

A cruzada contra a vida não poderia redundar senão em estilhaços trágicos e mórbidos, agravando a pandemia. O número de registro de armas no Brasil explodiu. O aumento foi de 205% apenas no 1 semestre de 2020. O crescimento de homicídios no mesmo período foi de 7%. É inequívoca e histórica a curva do crescimento das mortes violentas atrelada ao aumento do número de armas em circulação. Perto de 40% das apreensões de armamentos em poder dos criminosos têm origem legal.

É pacífico que a posse de arma de fogo não protege quem a detém. Ao contrário, potencializa o risco. O cidadão de bem é sempre o surpreendido e não tem a perícia dos marginais. O próprio capitão Bolsonaro, que faz apologia do tema, foi assaltado no Rio de Janeiro. Dois ladrões roubaram uma motocicleta e uma pistola. “Mesmo armado me senti indefeso”, disse à época. Liberar o acesso às armas significa objetivamente franquear arsenais à milícia amiga, cuja legalização já foi advogada pelo capitão e o filho, Flávio Bolsonaro.

Há 15 anos, a sociedade foi consultada sobre proibir a venda de armas e munição. A tese foi rejeitada por 63, 94% dos eleitores contra 36,06% favoráveis à vedação. A campanha foi marcada pela desinformação e deturpada dolosamente como subtração de direitos. Foi também o primeiro disparo em massa de fake news. A distribuição de e-mails falsos levou pânico à sociedade. Um dos principais foi a fictícia comemoração de traficantes em um morro carioca, festejando que apenas eles teriam armas se a proibição fosse vencedora. Na contramão da morte, as pesquisas recentes continuam a calibrar a alta rejeição ao mascate das armas: Mais 70% se opõem às flexibilizações.

O método de armar a população é a artilharia característica dos regimes totalitários, que camuflam a belicosidade e o fascismo em estampidos que buscam silenciar os alicerces democráticos. Em 2006, Hugo Chávez, ex-presidente da Venezuela, falou ao povo, depois de comprar milhares de fuzis russos: “A Venezuela precisa ter 1 milhão de homens e mulheres bem equipados e bem armados. (…) Os gringos querem nos desarmar. Temos de defender nossa pátria”.

Outro ditador, executado depois de ser capturado fugindo nos últimos dias da guerra, foi o fascista Benito Mussolini, na Itália: “um povo armado é forte e livre”. A pregação foi durante um discurso para cem mil italianos feito na Sicília, segundo um jornal da época. Os franquistas também ruminavam o “viva la muerte”. Nada difere o capitão. Eis o que excreta Jair Bolsonaro: “Eu quero todo mundo armado. O povo armado jamais será escravizado”. O que ele ambiciona é um exército particular, comandado por milicianos, como Fabrício Queiroz. Tudo isso sob o silêncio pusilânime das forças armadas.

O pendor armamentista desses ditadores, antigos e recentes, todos fracassados, converge com o belicismo do capitão que ribomba discursos e éditos a fim reduzir o controle na venda e armas e cartuchos. Recentemente ele foi brindado com um souvenir que sintetiza sua índole mortuária e reúne suas predileções demoníacas: uma arma fake. Na pátria armada, em razão do absoluto vácuo programático e da completa obtusão, o capitão trocou os projetos pelos projéteis. Não descobriu a pólvora.

*Jornalista. Artigo publicado originalmente no site Os divergentes.


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Comentários

Fernandes

A bem pouco tempo o buraco era na camada de ozônio, agora querem botar ozônio no buraco Tá ficando difícil a vida do gado. Bozonaro!


Cabo de Santo Agostinho

08/08


2020

Da Fonte mira crescimento do PP em Bom Jardim

O deputado federal e líder do Progressitas em Pernambuco, Eduardo da Fonte, está trabalhando para que a sigla aumente o número de Prefeituras que ocupa no Estado. Na sede do partido, ele recebeu o pré-candidato a prefeito de Bom Jardim Miguel Barbosa (PP), que já chegou a administrar a cidade.

Barbosa se notabilizou como "o prefeito das águas" quando comandou Bom Jardim. O pré-candidato a vereador Ricardo Aleixo também participou do encontro.


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Prefeitura de Serra Talhada

08/08


2020

Fundaj promove a Semana da Juventude

Entre os dias 10 e 13 de agosto, a Fundação Joaquim Nabuco vai promover a Semana da Juventude, em seu canal no YouTube. Realizado de forma virtual, o evento surge buscando a reflexão e discussão das grandes agendas da sociedade, tendo o jovem como protagonista.

"Abordaremos temas atuais e de relevância, como Empreendedorismo Social, Educação, Inovação, Sustentabilidade, Tecnologia e Cultura de Paz. É fundamental a inclusão de novas vozes, novas ideias e novas perspectivas. Para tanto, traremos representantes de peso para as discussões, como o Porto Digital, Unicef, representantes de ONGs em Pernambuco, pesquisadores, estrategistas e jovens que fazem a diferença em suas comunidades", detalha o presidente da Fundaj, Antônio Campos, que será responsável pela abertura do evento, às 10h.

A programação completa pode ser conferida no site da Fundaj.


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08/08


2020

Advogado se indigna com situação da PE-275

O advogado e jornalista Cláudio Soares enviou ao blog um vídeo sobre a triste situação da PE-275, que liga São José do Egito a Sertânia. "O governador de Pernambuco, Paulo Buracos [um trocadilho com o nome de Paulo Câmara], abandonou as rodovias estaduais. São José do Egito a Sertânia está assim, intransitável. O povo merece respeito!", protesta.

Denuncie você também uma vergonhosa estrada aqui no blog. Mande seu vídeo pelo meu WhatsApp: (81) 9.8222-4888.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

08/08


2020

Patrícia Amélia reforça pré-candidatura em Goiana

A pré-candidata à Prefeitura de Goiana pelo PSD, Patrícia Amélia, segue cumprindo uma agenda que visa à corrida eleitoral em novembro. Ela se apresenta como fundadora do Movimento Esperança na cidade, uma extensão do que já é realizado desde 2013 em Igarassu, onde atua como secretária de Saúde.

É no seu trabalho como gestora no setor que se apoia para concorrer à Prefeitura de Goiana. Entre as realizações, destaca a premiação recebida na 15ª Mostra de Saúde “Aqui tem SUS”, que ocorreu no 34º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, em 2018.


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Banco de Alimentos

08/08


2020

Prefeitura entrega novas ambulâncias em São Lourenço

O prefeito de São Lourenço da Mata, Bruno Pereira (MDB), entregou, ontem, cinco novas ambulâncias aos moradores da cidade. Os veículos serão utilizados para o serviço de transporte de urgência e emergência dos pacientes atendidos pela rede municipal de saúde.

Em fevereiro deste ano, quatro novas ambulâncias já haviam sido entregues. "Agora, com a entrega desse segundo lote, todos os pacientes que necessitam do serviço de socorro terão um atendimento ainda melhor", explica o prefeito.

A secretária de Saúde de São Lourenço, Gislaine Calado, fala sobre as ações tomadas no setor. “Na semana em que ampliamos os números de leitos no Hospital e Maternidade Petronila Campos, conseguimos avançar também com a entrega dessas ambulâncias, que são de suma importância para garantir os cuidados aos nossos pacientes. Elas também vão ajudar nossa equipe de trabalhadores a prestar uma melhor assistência”, ressalta.


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O Jornal do Poder

08/08


2020

Em Paulista, secretária presta BO e rebate acusações

Nota da Secretaria de Imprensa do Paulista ao blog

A assessoria de comunicação do prefeito Jorge Carreiro (PV-PE) responde à nota publicada no Blog do Magno Martins, em sua coluna do Sabadão, que a secretária de Saúde, Draª Terezinha Mousinho, uma senhora idosa, na forma da lei, foi coagida a abrir o porta-malas do seu carro em uma confusão provocada por pessoas ligadas ao prefeito afastado, Júnior Matuto, que invadiram o centro administrativo da Prefeitura do Paulista.

É oportuno, lembrar, que a decisão judicial assinada, em Brasília, pelo magistrado Dias Toffoli reconduzindo o prefeito investigado Júnior Matuto ao cargo, ainda não foi cumprida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco, ou seja, tanto o prefeito quanto todo o corpo de secretários ainda fazem parte da gestão do município.

Sendo assim, ressaltamos, por meio desta nota, que no porta malas do carro da secretária de saúde Draª Terezinha Mousinho constavam, apenas, pertences pessoais, papeis de uso pessoal, não havendo assim documentos internos algum, conforme consta no Boletim de Ocorrência de número 20E338004769 registrado na Delegacia de Polícia da 28ª Circunscrição. 


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Potencial Pesquisa & Informação

08/08


2020

Armando define alianças do PTB em Bezerros e Itapetim

Presidente de honra do PTB em Pernambuco, o ex-senador e ex-ministro Armando Monteiro Neto anunciou, hoje, apoio às pré-candidaturas de Lucielle Laurentino (DEM) à Prefeitura de Bezerros, no Agreste, e de Anderson Lopes (PTB), prefeiturável em Itapetim, no Sertão do Pajeú.

Armando vê virtudes em Lucielle. Na sua visão, a aliada tem contribuído com a política ao propor novas práticas. “Lucielle está pronta e é um quadro forte de oposição, que veio de raízes simples e sólidas. Nós acreditamos nela e vamos ajudar construir esse projeto”, afirma.

Em Itapetim, o ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior reconhece a liderança do advogado Anderson Lopes para o município. Para Armando, o filho do ex-prefeito Zé Lopes “vem de uma tradição familiar que a cada geração só demonstra o desejo de ver Itapetim mais desenvolvida e gerando oportunidades para os seus moradores”.


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08/08


2020

Jovem reinfectada por Covid relata falsa segurança

G1

Infectada duas vezes com a Covid-19, a técnica de enfermagem Gabriela Carla da Silva, de 24 anos, relata ter vivido uma falsa sensação de segurança quando voltou a apresentar sintomas da doença.

Com o segundo diagnóstico em 50 dias, entre maio e julho, a jovem que atua na rede pública de saúde de Ribeirão Preto (SP) conta que não acreditava na possibilidade de voltar a ter o novo coronavírus até fazer o teste por recomendação de colegas de trabalho.

"Eu estava com bastante dor de garganta, o nariz bem congestionado, bastante coriza, muita dor de cabeça, até mais do que a primeira vez e aí falei: 'mas não pode ser Covid, porque eu já tive Covid'. Continuei trabalhando porque eu já tinha tido, não pensava que poderia ser", diz.

A reincidência do vírus na jovem, considerada rara pelos médicos, será investigada pela USP de Ribeirão Preto (SP) e será levada à comunidade científica internacional. Segundo os pesquisadores, há registro de apenas outro caso semelhante ao de Gabriela, em Boston, nos Estados Unidos.

O médico infectologista Marcos Boulos, chefe da Superintendência de Controle de Endemias de São Paulo e ex-diretor da Faculdade de Medicina da USP, acredita ser "difícil" uma reinfecção pelo novo coronavírus em tão pouco tempo.

A matéria completa está disponível no G1.


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08/08


2020

Assista ao 1º Festival Danado de Bom

O Festival Danado de Bom é dedicado ao compositor João Silva, um dos grandes parceiros do Rei do Baião, Luiz Gonzaga. Neste momento, o blog Falando Francamente dá início ao evento, com a exibição do vídeo "O maior parceiro de Luiz Gonzaga". Para assistir ao material, é só clicar no player.

Esta é a primeira edição do Festival Danado de Bom, que vai até o dia 16 de agosto.


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08/08


2020

Descaso da Celpe prejudica mineradora em Ouricuri

Em Ouricuri, no Sertão do Araripe, a falta de energia na área em que fica a Mineração Gesso Bonito Ltda. (Minergel) tem inviabilizado a produção de mercadorias. O proprietário da empresa, Geraldo Lins, entrou em contato com o blog para registrar a situação, que está causando sérios prejuízos à companhia, com a paralisação dos serviços e consequente cancelamento de contratos.

Lins conta, ainda, que a energia está suspensa há três dias e diversas reclamações foram feitas à Celpe, mas nenhuma providência foi tomada até agora. "Há fios partidos e expostos, já pegou fogo, mas a Celpe não está dando a mínima", reclama.


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08/08


2020

Atriz Chica Xavier morre aos 88 anos

G1

A atriz Chica Xavier, conhecida por papéis marcantes em novelas como "Sinhá Moça" e "Renascer", morreu na madrugada deste sábado (8) aos 88 anos, vítima de câncer de pulmão. Ela estava internada no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Nascida em Salvador em 22 de janeiro de 1392, Francisca Xavier Queiroz de Jesus mudou-se para o Rio em 1953, aos 21 anos e se consagrou como atriz de teatro, TV e cinema, ao longo de uma carreira de mais de seis décadas. Destacou-se como uma das maiores referências da representatividade negra na arte brasileira.

Em 2010, recebeu o Troféu Palmares, entregue pelo extinto Ministério da Cultura, pelo trabalho de preservação e incentivo à cultura afro-brasileira.

"Uma precursora, símbolo de gerações de atrizes e atores negros, de representatividade, que trazia em cada cena ou fala traços latentes de baianidade. Nunca negou a origem", disse a TV Globo em comunicado.

Nos palcos, Chica Xavier esteve na montagem de 1956 de "Orfeu da Conceição", de Vinicius de Moraes. Atuou também em novelas como "Dancin' Days" (1978), "Pátria minha" (1994), "Cara & Coroa" (1995), "O rei do gado" (1996) e "Força de um desejo" (1999), além da minissérie "Tenda dos milagres" (1985). Seu último trabalho na TV foi "Cheias de charme" (2012).

"Obrigado, Dona Chica, por inspirar e se doar como se doou. Obrigado pelo amor e talento que nos ofereceu", escreveu o ator Lázaro Ramos em uma rede social. A atriz Taís Araújo comentou: "O céu recebe hoje a nobreza. Entre nós vivia uma nobre, uma rainha elegante, sábia, afetuosa, agregadora, ombro e colo para muitos. Salve a rainha Chica Xavier!".

Em 2013, Chica Xavier foi tema da biografia "Chica Xavier: Mãe do Brasil", escrita por Teresa Montero.

A atriz deixa o marido, o também ator Clementino Kelé, com quem foi casada por 64 anos. Eles tiveram três filhos, Christina, Izabela e Clementino Junior, e três netos, Ernesto Junior, Luana Xavier e Oranyan.

A matéria completa está no G1.


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08/08


2020

Brasil supera 100 mil mortos por Covid-19

O Brasil ultrapassou, hoje, a triste marca de 100 mil mortos por Covid-19. Os dados de um consórcio de veículos de imprensa registram 100.240 óbitos causados pelo novo coronavírus no país e levam em conta informações repassadas pelas secretarias de saúde estaduais.

Nas últimas 24h, houve o registro de mais 538 mortes. Até o momento, 2.998.796 de casos foram confirmados no Brasil.


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08/08


2020

Prefeitura de Olinda promete restaurar Cruzeiro da Sé

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Por meio de nota, a Prefeitura de Olinda se comprometeu a restaurar o Cruzeiro do Alto da Sé, depredado na madrugada de hoje. "Uma equipe da Secretaria de Patrimônio, Cultura, Turismo e Desenvolvimento Econômico foi até o local fazer um estudo dos danos. A Prefeitura de Olinda irá fazer um projeto de restauro, uma vez que é preciso usar materiais adequados para não prejudicar o monumento. O Crucifixo é um Patrimônio Histórico e elemento de destaque na cidade. Os blocos de pedras serão recolhidos e protegidos para fazer o restauro. Foi formalizado um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Olinda para apurar esse crime contra o patrimônio público", detalha o comunicado.

O homem apontado pela ação criminosa se acidentou e foi levado ao hospital. Ele teria fraturado a perna e dedos dos pés. Por isso, precisará passar por cirurgia.

As investigações ficam a cargo da Polícia Federal, uma vez que o Cruzeiro da Sé é tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).


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08/08


2020

Motoboys protestam contra racista que atacou entregador

Yahoo Notícias

Um grupo de motoboys protestou na manhã deste sábado (8) contra as ofensas racistas sofridas pelo entregador Matheus Pires, em Valinhos, interior de São Paulo. Dezenas de trabalhadores estacionaram em frente ao condomínio de classe média onde mora o agressor, local do crime.

“A gente merece respeito, e isso é uma manifestação nossa, ordeira, pacífica, sem palavrão, sem xingamento. Vamos fazer um buzinaço para a gente mostrar para ele e para as pessoas que pensarem como ele”, afirmou um dos organizadores da manifestação.

Os motociclistas receberam apoio de motoristas que passaram pela rua e também buzinaram contra o ato racista.

O caso ocorreu no dia 31 de julho, no entanto, o vídeo do momento do ataque passou a circular nas redes sociais na última quinta-feira (6).

O motoboy negro Matheus Pires Matheus foi hostilizado por um homem branco com ofensas racistas e classistas enquanto realizava uma entrega em um condomínio.

“Você trabalha de motoboy! Quanto você tira por mês? R$ 2 mil, R$ 3 mil? Você não tem onde morar, moleque”, disse o morador do condomínio para o entregador.

O motoboy, por sua vez, tenta se defender indagando que o homem não faz ideia do quanto ele fatura por semana como entregador de aplicativos. “Só porque você mora dentro de um condomínio? Tem vida lá fora também”.

Foi nesse momento que o homem branco começou a apontar para as casas do condomínio e para o próprio braço. “Você tem inveja disso daqui, das famílias daqui, você tem inveja disso aqui”, afirmou, evidenciando sua cor.

Além disso, o morador disse que “nada vai acontecer”. “Aqui não vai acontecer nada, com esse funcionário não vai acontecer nada, já com você lá para frente eu não sei”, sugeriu ao lado de outro homem branco, que, pelo que as imagens indicam, é funcionário do local.

Pelas imagens, é possível ouvir Matheus dizendo que acionou uma viatura da Polícia Militar. Durante conversa com o apresentador Luciano Huck, o motoboy disse ter registrado um Boletim de Ocorrência contra o agressor. O artista prometeu dar uma moto nova ao entregador, porém ele ganhou o presente do humorista Matheus Ceará, do SBT.

Matheus Pires, que já acumula mais de 1,3 milhão de seguidores no Instagram, também ganhou uma vaquinha virtual que arrecadou mais de R$ 108 mil.


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