FMO janeiro 2020

28/02


2020

Bolsonaro nomeia novo secretário do Esporte

O “Diário Oficial da União” de hoje publicou a nomeação de Marcelo Reis Magalhães como novo secretário especial do Esporte do governo federal. Vinculada ao Ministério da Cidadania, a secretaria herdou a estrutura do antigo ministério do Esporte, extinto pelo presidente Jair Bolsonaro.

O novo secretário assume o posto no lugar do general Décio Brasil, cuja exoneração foi publicada na mesma edição do “Diário Oficial”. A nomeação e a exoneração foram assinadas por Bolsonaro e pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

Com a troca, a Secretaria Especial do Esporte terá seu terceiro titular em pouco mais de um ano. Antes do general Décio Brasil, a estrutura foi comandada pelo também general Marco Aurélio Costa Vieira.

A troca no comando da secretaria faz parte das mudanças promovidas por Onyx no ministério. Ex-chefe da Casa Civil, ele foi nomeado há duas semanas para comandar a Cidadania, no lugar do deputado Osmar Terra (MDB-RS), demitido por Bolsonaro.

Marcelo Magalhães já tinha um cargo no governo federal. Em fevereiro, ele foi nomeado para exercer o cargo em comissão de diretor do Escritório de Governança do Legado Olímpico, também vinculado ao Ministério da Cidadania.


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Fernandes

Globo Anuncia O Funeral Político De Bolsonaro. Editorial dos Marinho desta sexta-feira, é emblemático. Com o dólar acordando já enfezado, a R$ 4,50, com sinal de que, novamente, a receita econômica do bolo dos neoliberais, solou, pelo menos para o setor produtivo e 99% dos brasileiros, o Globo, pombo-correio do mercado, culpa Bolsonaro por mais um fracasso do neoliberalismo. FODA-SE!


Abreu e Lima

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28/03


2020

Quarentena: Ernesto publica fatos distorcidos no twitter

Época - Coluna do Guilherme Amado

Um tuíte de Ernesto Araújo para defender o fim do isolamento forçou a barra a ponto de incluir a Espanha no G-20, o grupo de maiores 20 economias do mundo. Mas não foi só. Vamos lá.

Primeiro, eis o tuíte de Araújo.

"Só 6 países do G20 têm hoje confinamento compulsório (quarentena horizontal): África do Sul, Argentina, Espanha, França, Índia, Itália. EUA e Alemanha têm quarentena em certos estados. China suspendeu. Assim, 11 países do grupo não têm ou tiveram quarentena compulsória horizontal".

Fora a inclusão da Espanha, Araújo excluiu a Itália, hoje o país que mais sofre com a pandemia — justamente porque não fez o isolamento na hora certa.

Esqueceu-se do Canadá, em que até o Parlamento foi fechado.

Do Reino Unido, onde o primeiro-ministro está infectado e regulou até que só se pode sair de casa uma vez por dia.

O Japão, um exemplo para todo o mundo no quesito controle do coronavírus, fechou todas as escolas duas semanas antes dos feriados da primavera, no fim de março e cancelou todos os eventos públicos. Por isso, está agora com um isolamento parcial, com restaurantes e lojas abertas. 

A Indonésia tem uma situação semelhante.

A Alemanha desistiu de pedir um isolamento nacional, optando por medidas estritas de distanciamento social, incluindo a proibição de reuniões de mais de duas pessoas, porque a curva de crescimento da doença naquele país de fato estava baixa. Cientistas (lembra deles, ministro?) ainda não sabem com exatidão por que isso está acontecendo.

E a China só evoluiu no controle da pandemia porque isolou a população.


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28/03


2020

CNI propõe isolamento vertical na indústria

Por Agência Brasil

Na sexta-feira (27), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) encaminhou ao presidente Jair Bolsonaro e aos presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, do Senado Federal, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, uma carta em que propõe isolamento vertical na indústria. Dessa maneira, apenas os grupos considerados de risco ficariam isolados para evitar a covid-19.

Segundo a proposta, cerca de 9,4 milhões de trabalhadores industriais deverão fazer exames rápidos a cada 15 dias. “A evolução de casos da covid-19 na Coreia do Sul e na Alemanha demonstra que, se bem executada, essa é uma estratégia eficiente para promover o achatamento da curva de propagação do vírus, preservar vidas e reduzir a pressão sobre o sistema de saúde”, justifica o presidente da entidade Robson Andrade.  “Ao mesmo tempo, facilita a retomada, ainda que gradual das atividades produtivas”, acrescenta.


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Prefeitura de Serra Talhada

28/03


2020

Covid-19: quase 50% dos casos graves estão abaixo dos 60

Por UOL

A campanha do governo federal chama de "raros" os casos fatais do novo coronavírus. Segundo o último levantamento por faixas etárias da população, disponibilizado pelo Ministério da Saúde, mortes de menores de 60 anos representam 10% do total no Brasil. Entretanto, quando se trata de casos graves, jovens e adultos representam quase a metade. 

De acordo com essa análise oficial por faixas etárias, no momento em que o país registrava 59 óbitos, seis vítimas tinham menos de 60 anos — cerca de 10% do total. Dos 391 casos graves, 188 (ou 48%) eram de jovens e adultos. Ontem, o número de óbitos subiu para 92 (2,7% do total de 3.417 casos), mas a pasta do governo não divulgou a divisão por faixas etárias.

"Não é nada raro. Essa coisa de que jovem não vai ter problema [com o vírus] é uma ilusão, não representa a realidade dos nossos hospitais", afirma a infectologista Naihma Fontana, que cuida de uma UTI (unidade de tratamento intensivo) em Sorocaba, no interior paulista. 

Para ela, ao estimular isolamento só de idosos, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) despreza a taxa de mortes e ignora as sequelas deixadas em quem sobrevive a casos graves de coronavírus.

"Nós temos pacientes em estado grave de todas as idades. Tem de 46, 48, 33 anos. Todos entubados, com ventilação mecânica. O vírus não escolhe faixa etária. Claro que morrem mais idosos por causa das complicações, mas os jovens morrem, sim. Ficam em estado grave, sim", afirma Fontana. 

A infectologista entende que o Estado e parte da população têm de parar de tratar o assunto como se fossem números. Diz ainda que não faz sentido o governo desprezar as taxas de mortalidade das vítimas abaixo de 60 anos.

"Falam que 2% é letalidade baixa, mas e se for seu pai, sua mãe, seu filho? Aí não representa 2%, representa 100%! As pessoas têm de ter consciência", avalia a médica.

A médica sanitarista Sylvana Medeiros também diz não entender o objetivo da campanha. Para ela, focar apenas em idosos não faz sentido, quando se trata de controlar uma epidemia. 

"As crianças adoecem menos, mas adoecem também. O que fazer com as crianças que têm problemas crônicos? Isolá-las? E os jovens? Se a gente não quer dispor a nossa população ao risco, tem de pensar em várias frentes, de forma ampla — não falar em isolar só idoso, porque jovem, teoricamente, morre pouco", afirma Medeiros.

Confira a íntegra aqui: Coronavírus: Quase 50% dos casos graves no ... - UOL Notícias


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28/03


2020

Fim da feira livre e ajuda a feirantes

Após suspensão da Feira Livre em cumprimento ao decreto do Governo do Estado que proíbe aglomeração a partir de 10 pessoas, o prefeito de Ipubi, Chico Siqueira, anunciou uma ajuda de custo no valor de R$ 200,00 para todos os feirantes que comercializem alimentos perecíveis e hortifrutigranjeiros. 

Várias cidades do Sertão do Araripe já suspenderam as feiras livres, com objetivo de conter à propagação do coronavírus, mas Ipubi é o único município da região a ofertar o benefício para minimizar o impacto econômico causado pela crise. 

Já na próxima segunda-feira,  15 mil máscaras serão distribuídas com a população de risco. Outra medida importante foi a aquisição de 30 testes para os pacientes que estivem com os sintomas do coronavírus. Uma ação conjunta entre Secretarias de Saúde e Desenvolvimento Social. 

As medidas têm como principal foco a prevenção da saúde de todos os ipubienses. Chico acredita que, em poucos dias,  com a população tendo consciência das medidas de proteção e com a redução dos casos suspeitos, o comércio local reabrirá as portas.


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O Jornal do Poder

28/03


2020

O discurso é um, a prática é outra

O prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), enche o peito para propagar a tese do isolamento na pandemia do coronavirus, mas entre o que diz e que faz na cidade que administra vai uma distância muito grande. Confira nos dois vídeos


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Banner de Arcoverde

28/03


2020

Deputado-pastor Eurico está com corona

O deputado federal e presidente estadual do Patriota em Pernambuco, Pastor Eurico, confirmou ao Blog do radialista Alberes Xavier, de Santa Cruz do Capibaribe, que testou positivo para o COVID-19, o vírus disseminador da enfermidade coronavirus, que ameaça o mundo de morte.

Ele é pastor da Assembleia de Deus de Pernambuco, exerce o seu terceiro mandato na Câmara Federal. Tem 57 anos e apresenta sintomas como febre, calafrios e  tosse. Não é caso de internação. 

Encontra-se em quarentena em casa. Sua esposa Irmã Lígia também aguarda resultados de exames para confirmar se foi infectada com o vírus.


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Prefeitura de Limoeiro

28/03


2020

TRF2 derruba decisão de prisão domiciliar para doleiro

Por Agência Brasil

O desembargador federal Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal – 2ª Região (TRF2), determinou ontem o retorno do doleiro Dario Messer para a prisão. A decisão é liminar e foi proferida em mandado de segurança apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF) contra decisão da primeira instância que havia concedido prisão domiciliar ao chamado “doleiro dos doleiros”. O mérito do mandado de segurança ainda deverá ser julgado pela Primeira Turma Especializada do TRF2, em data a ser definida.

Messer permanecia custodiado no Complexo Penitenciário de Bangu 8, na zona oeste do Rio, acusado de evasão de divisas e lavagem de dinheiro que somariam cerca de R$ 1,6 bilhão e US$ 30 milhões. Ele teve a prisão decretada em maio de 2018, juntamente com outros investigados na Operação Câmbio, Desligo – desdobramento da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, mas permaneceu foragido até ser capturado em julho de 2019, em São Paulo.

O doleiro também é réu no processo da Operação Patrón, que igualmente apura crimes de lavagem de dinheiro.

Na quinta-feira, (26), a primeira instância da Justiça Federal do Rio concedeu a prisão domiciliar para Messer por “questão humanitária e de saúde pública”, já que ele é idoso e hipertenso, estando no grupo de risco para infecção pelo vírus covid-19. A decisão de primeiro grau foi tomada depois que o relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedido de habeas corpus e determinou que o juízo reavaliasse a situação carcerária do réu, diante da pandemia do novo coronavírus.

Na  decisão, Abel Gomes entendeu que “não há absolutamente nenhuma dúvida acerca da presença dos pressupostos autorizadores da prisão preventiva em face de Dario Messer, tanto no que toca aos fatos deduzidos nos autos relativos à Operação Câmbio, Desligo quanto à Operação Patrón”.

O desembargador escreveu na decisão, que  “o risco de fuga do acusado, que tem capacidade logística e financeira para isso, e que  para se manter foragido, ele teria utilizado vários expedientes como identidade falsa e mudanças na aparência, mais magro, de barba e com cabelo pintado”. Ele lembrou ainda na decisão lembrou “quanto ao perigo, quase certeza de fuga, fala o fato de Dario Messer possuir cidadania paraguaia, onde também logrou  manter-se  foragido por considerável período, sendo certo que não há ainda notícia de endereço fixo no Brasil”, avaliou o magistrado.

Abel Gomes também destacou os documentos juntados pelo MPF, dando conta de que em Bangu 8 não há superlotação, que o presídio tem capacidade de realizar  isolamento de internos e que resolução conjunta das Secretarias de Saúde e do Sistema Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro prevê plano de contingência, incluindo medidas de separação em casos suspeitos para covid-19, controle higiênico e sanitário e previsão de transferência de presos: “Emblemático, nos documentos juntados pelo MPF, que há no local 70 presos, sendo que lá existe capacidade para comportar 146  internos em custódia”, esclareceu o desembargador.


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Shopping Aragão

28/03


2020

Estados e municípios cobram da Saúde respiradores

Por Estadão Conteúdo

Com dificuldade para encontrar respiradores, Estados e municípios pedem para o governo federal ir ao mercado e centralizar a aquisição do produto essencial para o tratamento de casos graves da covid-19.

A pasta abriu na quinta-feira, 26, edital para compra dos primeiros 15 mil produtos deste tipo, mas fornecedores já avisaram que não têm estoque para entrega imediata.

A ideia dos gestores do SUS é evitar um leilão entre Estados e municípios pelas compras de respiradores, o que só beneficiaria empresas fornecedoras. O governo federal quer ainda ter o controle das vendas para impedir que os equipamentos sejam distribuídos de forma desigual.

Secretários estaduais e municipais cobraram o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM) pela distribuição dos produtos. Em reunião realizada na quinta-feira, 26, eles argumentam que o Ministério da Saúde tem maior poder de compra e deve aproveitar para tentar baixar preços no mercado.

A ideia dos gestores do SUS não é proibir que um Estado busque os próprios produtos, segundo pessoas presentes na reunião. O governo federal tem dito que exige ser informado sobre as aquisições, para evitar que um Estado acumule equipamentos, enquanto outro local, com mais casos, está desassistido.

Segundo dados do governo, há cerca de 65 mil respiradores no País. Estão fora de uso 5,6% do total. O Sudeste concentra 33 mil unidades.

Em edital lançado na quinta, o governo busca 15 mil ventiladores pulmonares microprocessados com capacidade de ventilar pacientes adultos. A pasta chegou a elaborar uma versão prévia da licitação prevendo a compra de outros 15 mil respiradores do tipo “eletrônico portátil”, mas a versão final foi modificada.

A corrida para aquisição de respiradores, essenciais para o tratamento de casos graves da covid-19, criou uma disputa entre o governo federal, Estados e municípios. Hospitais da rede privada também reclamam que ordens desencontradas para recolhimento de produtos ameaçam inviabilizar o atendimento de pacientes, além de expor equipes de saúde à contaminação por falta de insumos.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também reclama sobre o confisco de respiradores. Em videoconferência com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na quarta, Doria prometeu ir à Justiça para evitar bloqueio de produtos. “Não faz nenhum sentido confiscar equipamentos e insumos. Se essa questão for mantida, tomaremos medidas necessárias no ramo judicial.”

Em resposta a Doria, o ministro Mandetta defendeu compras centralizadas pelo governo federal. “No momento que temos um encurtamento de respiradores, fizemos o movimento para centralizar e para poder descentralizar de acordo com a epidemia”, disse. Segundo o ministro, além de importações, a ideia é que quatro fábricas no Brasil produzam até 400 respiradores por semana. “Vamos conseguir assim abastecer todos os Estados. Não adianta cada local querer montar todos os aparelhos esperando casos. A gente vai mandando de acordo com a realidade de cada caso.”


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28/03


2020

Um alerta a Bolsonaro

 

 

Opinião
Beto Rabello
Advogado, secretário de Relações Internacionais da Prefeitura do Recife

Conforme noticiários do governo federal, diários na imprensa escrita, televisionada e nas redes sociais, estão sendo liberados bilhões de reais, através do banco BNDES, que serão destinados para “ajudar “ as pessoas físicas e pessoas jurídicas de pequeno porte, MEI, empresa individual, microempresas, entre outras.
Os bancos que serão intermediários desses volumosos valores são exatamente aqueles que se negam a “emprestar “ aos pequenos empresários, ou seja, Itaú, Bradesco e o Santander. Todos bancos privados e que abocanham mais de 80% do mercado financeiro nacional. São exatamente eles que continuam cobrando 14% de juros (mora), no cheque especial e nos financiamentos de capital de giro, de veículos e habitacional. Extorquindo aqueles que mais precisam. Debitam taxas exorbitantes em conta corrente, sem autorização do correntista e para fazer qualquer operação bancária, (empréstimos) “obrigam” diretamente o cliente a aceitar venda casada de seguros ou consórcios. Se o cliente não “ajudar” seu gerente a bater cotas, simplesmente tem seus pleitos negados.

A liberação desses bilhões de reais, através do BNDES, são para salvar empregos, e os pequenos empresários, que não têm capital financeiro para honrar seus compromissos, como salários, aluguéis, energia, impostos e outros. Porém, esses bancos, Itaú, Bradesco e Santander, vêm se negando a emprestar ou refinanciar valores a quem tem limite de cheque especial em mora, prestação de financiamento de veículos, cartão de crédito ou imóveis atrasados. Basta apenas uma parcela! Se você procurar seu gerente para conseguir um empréstimo para pagar seus débitos, eles não aceitam afirmando que você está no Serasa. Porém, foi o banco mesmo que te colocou lá. Condicionando os empréstimos a quem estiver em dia. Como esses bancos vão receber  essa linha de crédito do governo federal através do BNDES e repassar para esses microempresários  que têm restrição em bancos de informação de proteção ao crédito? Basta apenas ter uma conta de telefone atrasada e constar no SPC que seu crédito será negado.

Sr. Presidente, estamos passando por uma calamidade pública, as empresas estão fechadas e os pequenos empresários não têm dinheiro guardado, trabalham diuturnamente para pagar seus funcionários e suas despesas pessoais, a maioria endividados no setor financeiro.

Esses bancos vão pegar bilhões de reais do BNDES com juros baixos e repassar para os grandes empresários que já movimentam milhões nestas instituições privadas.

São justamente os grandes empresários ou conglomerados que são os maiores beneficiados com milhões em capital de giro dessas instituições.

Nenhum dos maiores empresários deste país vai vender qualquer bem móvel ou imóvel de sua propriedade para pagar seus funcionários. Aproveitam a situação de pânico daqueles que estão vulneráveis, usando desse ardil para pegar mais milhões e milhões dos bancos públicos. Ao contrário dos pequenos empreendedores, que fecharão suas portas e ficarão desempregados, aumentando o caos social!

É preciso que V.Exa. interfira junto a essas instituições privadas, para que elas atendam os pequenos empreendedores, não vinculando obrigações passadas. Trata-se de uma calamidade pública e as famílias estão necessitando, mais do que nunca, da intervenção do estado! Os bancos exigem que o pequeno empresário tenha no mínimo um ano de conta corrente para ter direito a crédito. O CNPJ desses pequenos empreendedores tem que ter no mínimo dois anos, ou seja, se você tiver uma empresa há exatamente um ano e onze meses trabalhando honestamente, não é digno de crédito! Presidente, interfira e acabe com essa metodologia criada pelos bancos para tomar dos pequenos e dar para os grandes. Robin Hood fazia ao contrário!

Diario de Pernambuco

 

 


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28/03


2020

Forças armadas venezuelanas ratificam apoio a Maduro

Por AFP

As forças armadas da Venezuelana reiteraram seu apoio ao presidente Nicolás Maduro ontem depois que os Estados Unidos o acusaram de crimes de narcotráfico e ofereceram 15 milhões de dólares por sua captura.

“A Força Armada Nacional Bolivariana rejeita categoricamente as acusações extravagantes e extremas” contra Maduro, segundo comunicado lido pelo almirante Remigio Ceballos, chefe do comando operacional estratégico militar.

A nota vincula o processo aberto no sistema de justiça americano a um suposto plano para assassinar Maduro e várias figuras de poder na Venezuela e que, segundo o governo do país sul-americano, foi orquestrado da Colômbia com o apoio da Casa Branca.

“Este ataque surge logo após a revelação de um plano de ações violentas a partir do território colombiano, cujos objetivos seriam autoridades reconhecidas em nosso país”, indicou o comunicado.

Os militares estão entre os pilares mais poderosos que mantêm Maduro no poder, que lhes concedeu ampla participação em áreas estratégicas do país, como o setor de petróleo.

O presidente e várias figuras do governo, como o ministro da Defesa, general Vladimir Padrino, são acusados por Washington de “inundar” os Estados Unidos com cocaína colombiana.


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28/03


2020

Quase 50% dos casos graves no Brasil estão abaixo dos 60 anos

A campanha do governo federal chama de "raros" os casos fatais do novo coronavírus. Segundo o último levantamento por faixas etárias da população, disponibilizado pelo Ministério da Saúde, mortes de menores de 60 anos representam 10% do total no Brasil. Entretanto, quando se trata de casos graves, jovens e adultos representam quase a metade. De acordo com essa análise oficial por faixas etárias, no momento em que o país registrava 59 óbitos, seis vítimas tinham menos de 60 anos — cerca de 10% do total. Dos 391 casos graves, 188 (ou 48%) eram de jovens e adultos. Ontem, o número de óbitos subiu para 92 (2,7% do total de 3.417 casos), mas a pasta do governo não divulgoua divisão por faixas etárias.

"Não é nada raro. Essa coisa de que jovem não vai ter problema [com o vírus] é uma ilusão, não representa a realidade dos nossos hospitais", afirma a infectologista Naihma Fontana, que cuida de uma UTI (unidade de tratamento intensivo) em Sorocaba, no interior paulista. Para ela, ao estimular isolamento só de idosos, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) despreza a taxa de mortes e ignora as sequelas deixadas em quem sobrevive a casos graves de coronavírus.

"Nós temos pacientes em estado grave de todas as idades. Tem de 46, 48, 33 anos. Todos entubados, com ventilação mecânica. O vírus não escolhe faixa etária. Claro que morrem mais idosos por causa das complicações, mas os jovens morrem, sim. Ficam em estado grave, sim", afirma Fontana. A infectologista entende que o Estado e parte da população têm de parar de tratar o assunto como se fossem números. Diz ainda que não faz sentido o governo desprezar as taxas de mortalidade das vítimas abaixo de 60 anos. "Falam que 2% é letalidade baixa, mas e se for seu pai, sua mãe, seu filho? Aí não representa 2%, representa 100%! As pessoas têm de ter consciência", avalia a médica.

UOL


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28/03


2020

Justiça ordena suspensão campanha de Bolsonaro contra isolamento

A juíza Laura Bastos Carvalho, da Justiça Federal do Rio, concedeu hoje pela manhã liminar para que a "União se abstenha de veicular, por rádio, televisão, jornais, revistas, sites ou qualquer outro meio, físico ou digital, peças publicitárias relativas à campanha "O Brasil não pode parar"". O pedido foi feito pelo MPF do Rio na noite de ontem. Caso descumpra a ordem, foi estimada multa de R$ 100 mil por infração. Cabe recurso.
Como se sabe, o governo federal contratou em caráter de urgência, sem licitação, uma agência publicitária para incentivar a população a ignorar as recomendações de isolamento social como forma de combater o coronavírus. A divulgação das peças publicitárias está prevista para hoje. A campanha foi estimada em R$ 4,8 milhões.

O Ministério Público Federal no Rio apresentou Ação Civil Pública para impedir que o governo federal veicule "por rádio, televisão, jornais, revistas, sites ou qualquer outro meio, físico ou digital, peças publicitárias relativas à campanha "O Brasil não pode parar"". Outra das medidas acatadas na liminar obriga que a União não faça nenhuma outra campanha que "sugira à população brasileira comportamentos que não estejam estritamente embasados em diretrizes técnicas, emitidas pelo Ministério da Saúde, com fundamento em documentos públicos, de entidades científicas de notório reconhecimento". O documento foi assinado por 12 procuradores da República. O caso corre na 10ª Vara Federal do Rio.
O MPF do Rio cita que, "desde a emergência da crise sanitária decorrente da pandemia causada pelo novo coronavírus, o Presidente Jair Messias Bolsonaro tem sistematicamente negado a gravidade da Covid-1910, a despeito dos conhecimentos científicos até agora angariados sobre o vírus e o estado de pandemia mundial".

O Globo

 


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28/03


2020

Ação do MP barra carreata em Petrolina

Cidades vizinhas, irmãs, separadas apenas por uma ponte sobre o Rio São Francisco, Petrolina e Juazeiro, a primeira em Pernambuco e a segunda em solo baiano, foram impedidas de promover uma carreata com buzinaço, hoje,  em protesto contra as medidas restritivas na economia impostas para prevenção da população frente ao coronavirus.

As duas carreatas estavam previstas pela manhã, em torno das áreas centrais das duas cidades, com concentração às margens do Rio São Francisco. Mas o Ministério Público agiu com rigor, acionando a Polícia com a ordem de apreender os carros dos manifestantes. 

Diante disso, os organizadores foram obrigados a cancelar o protesto. Na próxima segunda-feira, manifestação semelhante está programada para Recife, mas o MP também já avisou que vai coibir.


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Comentários

Wellington Matos

Precisa coibir mesmo, tanto na capital como em Caruaru, pois apesar de termos perdas significativas na economia sempe é menos danovo do que aumentarmos o montante de vidas perdidas.

Fernandes

Ninguém tá pedindo pra pagar salário de trabalhadores de forma vitalícia, como fazem com filhas de militares. É só uma quarentena.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

A hipocrisia dos que ganham polpudos salários e vantagens maravilhosas defendendo seu patrão de plantão. Essa instituição que se diz defensora da sociedade. Uma vergonha. Acontece que mais cedo ou mais tarde a conta vai chegar para todos e não somente para os mais pobres que trabalham para sustentar essa casta.



28/03


2020

Não se faz guerras sem vítimas

Por Aldo Paes Barreto 

Bolsonaro acerta no grosso, mas erra no varejo. O país não pode parar, é claro. Mas, qual a melhor forma de dizer isso? Nessa quarentena, conhecemos um pouco do adversário. Deve ter servido para alguma coisa positiva.

Estamos numa guerra sem máscaras fronteiras, diante de um inimigo invisível. Mantemos as frentes de batalha, com médicos, enfermeiros, hospitais, leitos, ambulâncias etc. E o suprimento? A área médica já está saturada, extenuada.

Quem vai repor essas peças? Quem vai alimentá-las? Quem vai cuidar da retaguarda? É essencial um retorno ao trabalho. Cauteloso, pé ante pé.  Produzir agora é imprescindível. 

Infelizmente, não se faz guerra sem vitimas. Não se pode é ficar de braços cruzados. Caso contrário, vamos perder de muito mais do que 7 a 1. E olhem que tínhamos um Júlio César, no gol, defendendo nossas cores.

Jornalista


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28/03


2020

Briga de Bolsonaro com governadores incomoda militares

Por Estadão Conteúso

A tática de confronto estabelecida pelo presidente Jair Bolsonaro com os governadores causou incômodo nas Forças Armadas. Embora considerem correta a preocupação de Bolsonaro com os efeitos da quarentena estabelecida para combater o coronavírus na economia, os militares discordam e até condenam a guerra travada por ele com os chefes dos Executivos estaduais.

O principal argumento de oficiais generais ouvidos pelo Estado é o de que turbulência política misturada com crise sanitária tem potencial para causar ainda mais problemas ao País. Até mesmo na ala militar do governo há críticas a atitudes tomadas por Bolsonaro, que vem subindo o tom no embate com governadores, especialmente com João Doria (São Paulo) e Wilson Witzel (Rio). "Essa atitude só serve para enfraquecê-lo e isolá-lo", disse um general, sob a condição de anonimato.

Militares da ativa são proibidos de dar declarações políticas pelo Regimento Disciplinar das suas respectivas forças. Mas as conversas sobre o comportamento do presidente no cruzamento da crise política com a sanitária têm sido frequentes nos grupos de WhatsApp integrados pela cúpula militar. O assunto também faz parte de reuniões que os Altos Comandos das Forças Armadas realizam informal e virtualmente.

De acordo com militares consultados pelo Estado, a briga política que tomou conta do País, aliada a uma tentativa de diversos segmentos de enfraquecer o presidente, são ingredientes considerados perigosos. Para eles, não é o momento para se discutir esse tipo de assunto porque é necessário deixar as diferenças políticas de lado e trabalhar na busca de soluções para a pandemia e as suas consequências.

Nos bastidores, todos avaliam, porém, que o comportamento do presidente e a insistência dele em manter a tensão política, além da introdução de seu filho 02, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC), em reuniões importantes, não passam uma boa mensagem. Foi como se o governo tivesse criado uma autoridade "não institucional" que participa de decisões governamentais. Carlos comanda o chamado "gabinete do ódio" na avaliação de diversos interlocutores do presidente, e tem ajudado a manter o estilo beligerante do presidente.

Os militares querem que Bolsonaro retome a liderança do processo de condução do combate ao covid-19. "A liderança tem de ser do governo, que tem de ter recursos financeiros para ajudar os estados e a população e a comunicação tem estar afinada entre todos os segmentos, para que não se passe insegurança à população", disse ao Estado o ex-ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ao resumir um sentimento existente na Forças Armadas.

Santos Cruz elogiou a atuação dos ministros e apelou para que os discursos sejam "mais equilibrados", referindo-se indiretamente a Bolsonaro. Para o general, reunião entre governadores e presidentes não podem ser abertas para que não se transformem em palcos de divergências política. Para o general, o momento é de agir em conjunto com os governadores.

Outros militares ouvidos pelo Estado temem o "isolamento federativo" do presidente, que consideram negativo neste momento em que a população quer ver uma soma de esforços para sair da crise e não troca de acusações que têm como pano de fundo uma antecipação da discussão da disputa eleitoral de 2022.

Por isso, recomendam que Bolsonaro promova um diálogo franco com os governadores. Na avaliação desses militares, a população não gosta do confronto e quer ver o seu chefe maior assumir as rédeas do comando do País. Dizem, ainda, que, querendo o governo ou não, a conta da crise do coronavírus cairá no colo de Bolsonaro e ele pagará o preço de suas atitudes nas eleições de 2022.

Entre as ações de liderança pregadas por militares que conversaram com a reportagem está a necessidade de medidas efetivas em favor da população mais carente, que mais vai sofrer com a pandemia.


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Fernandes

Ninguém tá pedindo pra pagar salário de trabalhadores de forma vitalícia, como fazem com filhas de militares. É só uma quarentena.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

kkkkkkk. Tem de ri. A fonte do Estadão qual é? Essa imprensa comprada pela esquerda caviar e totalmente desacreditada querendo fomentar intrigas, chega a ser cômico.


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