FMO janeiro 2020

09/11


2019

Juiz barra liberdade de Renato Duque

Juiz pede parecer da Lava Jato e barra liberdade de Renato Duque.

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Da Isto É - Por Estadão Conteúdo

 

Na contra-mão de Lula e José Dirceu, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque vai esperar um pouco mais na fila de libertação. Em decisão sobre o pedido de soltura protocolado pela defesa do empresário, o juiz federal Danilo Pereira Júnior, da 12ª Vara Federal de Curitiba, destacou uma ordem de prisão preventiva ainda em vigor contra Duque.

Os advogados de Duque apresentaram pedido de soltura na manhã desta sexta-feira, 8, ressaltando que era “inquestionável” o fato da prisão do ex-diretor ser decorrente de condenação em segunda instância e não por força de uma ordem de prisão preventiva, como é o caso do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e o ex-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão.

A defesa pedia liberdade com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal que decretou o fim da prisão após condenação em segunda instância.

O juiz Daniel Júnior, no entanto, relembrou que Duque teve uma prisão preventiva decretada em março de 2015 pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da Lava Jato. A medida cautelar foi mantida em todas as instâncias do Poder Judiciário, inclusive pelo próprio Supremo Tribunal Federal (STF) em habeas corpus apresentado pela defesa.

“Não há notícia que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por ocasião do julgamento dos recursos interpostos, tenha revogado expressamente a prisão cautelar decretada em face do executado provisório”, ressalta o juiz.

Segundo o magistrado, a revogação de uma ordem de prisão preventiva feita pela 13ª Vara de Curitiba não é relativa ao processo em que Duque foi condenado em segunda instância.


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Detra maio 2020 CRLV

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30/05


2020

Carta aberta de médicos ao Governo de PE

Soubemos através da imprensa e da mídia em Pernambuco que o lockdown iniciado no Recife e em cinco municípios do Grande Recife não vai ser prorrogado, segundo o secretário de Saúde do Recife. Concordamos com o fim do lockdown e nós, o grupo MÉDICOS PELA VIDA, queremos colaborar com nossos conhecimentos e dedicação à luta contra a COVID-19, no planejamento das medidas necessárias para essa mudança de estratégia.

No início da pandemia, a COVID-19 foi considerada uma pneumonia viral e para a qual seriam necessárias as mesmas medidas adotadas em outros surtos anteriores, tais como o de H1N1, SARS ou MERS. Com o avanço no conhecimento fisiopatológico da COVID-19, aprendemos que essa é uma doença generalizada infecciosa-imunológica-inflamatória-hematológica, de alta letalidade principalmente para grupos de risco, embora também letal não raramente para pessoas mais jovens e sem fatores de risco. Pode evoluir rapidamente para um estado de gravidade obrigando o internamento em leitos hospitalares ou de terapia intensiva, onerando os sistemas de saúde públicos e privados, com ameaça de colapso nos picos do surto, como aconteceu em Belém do Pará. Por isso, insistimos no atendimento precoce nas fases inicias da doença, quando os tratamentos indicados no nosso protocolo e em outros protocolos brasileiros e mundiais nessa fase mostram a cura e a diminuição de evolução para casos grave e para a morte. 

Medidas de afastamento e de isolamento foram adotadas no mundo inteiro para diminuir a taxa de infecção que é muita alta nessa doença.  Há uma confusão enorme sobre o que representam essas medidas, que são restritivas em escala crescente:

1. Distanciamento social – diminuição de interação entre as pessoas de uma comunidade para diminuir a velocidade de transmissão do vírus. Importante dizer que a maior parte da transmissão ocorre a partir de pessoas que são assintomáticas e portanto, livres para sua vida social e profissional. É a medida para ser implementada quando a transmissão é comunitária, como no Brasil, onde a ligação entre os casos não pode ser mais rastreada. Esse distanciamento social pode ser seletivo (para grupos de maior risco, como idosos, imunossuprimidos ou portadores de doenças crônicas) ou ampliado (inclui toda a população).
2. Isolamento – essa medida visa separar as pessoas infectadas das não infectadas, para evitar a propagação do vírus, em domicílio ou em ambiente hospitalar, por pelo menos 14 dias a partir dos sintomas.  
3. Quarentena – é a restrição de atividades ou separação de pessoas que foram presumivelmente expostas a uma doença contagiosa, mas que não estão doentes e que pode ser aplicada individualmente para uma pessoa que volta de viagem internacional, para contatos domiciliares de caso suspeito ou confirmado de Coronavírus. Coletivamente pode ser aplicada para a quarentena de um navio, um bairro ou uma cidade de forma voluntária ou mandatória. 

Quando as medidas de distanciamento social, isolamento e quarentena individual forem insuficientes, pode ser necessário o bloqueio total (também chamado de contenção comunitária, quarentena comunitária ou lockdown, em inglês). Esta medida imposta a uma comunidade, a uma cidade ou a uma região interrompe qualquer atividade por um determinado período de tempo, com exceção de saídas para atividades básicas como comprar mantimentos ou remédios. Em sua vigência ninguém tem permissão para entrar ou sair do perímetro isolado. No Recife, esse lockdown ou bloqueio total começou no dia 16 de maio, devendo terminar no dia 31 próximo.

A mídia mundial mostra repetidamente os efeitos nefastos do Coronavírus, mas também do lockdown indiscriminado, sendo esta uma preocupação inclusive da UNICEF nos cuidados com a população infantil. Um estudo em Nova York , onde foi feito um confinamento horizontal, mostrou que, 84% dos casos da COVID-19 ocorreram entre pessoas perfeitamente isoladas. Uma surpresa enorme para o governador Andrew Cuomo, quando percebeu que as pessoas internadas com sintomas da COVID-19 ou estavam confinadas em casa (66%) ou em lares de idosos (18%). Esse estudo foi amplamente divulgado no dia 06 de maio, dez dias antes da medida adotada em Recife. 

Quando uma pessoa com sintomas da COVID-19 comparece a uma unidade de saúde e recebe em resposta a ordem de voltar para casa com alguma medicação sintomática, concluímos que nenhuma dessas medidas restritivas está sendo respeitada. Se a família dessa pessoa tem poder aquisitivo, poderão, todos, permanecer em isolamento domiciliar sob tetos diferentes. Mas, nas comunidades pobres, todos convivem aglomerados na mesma moradia, esta pessoa, involuntariamente, contagiará seus familiares e vizinhos, sendo um importante vetor de propagação do vírus. Para os cidadãos de todas as classes sociais, as regras estão extremamente rígidas e a circulação ao ar livre apenas permitida se guardado o distanciamento social. Paradoxalmente, as aglomerações sem distanciamento continuam sendo observadas nas filas das unidades de saúde, nos hospitais, nas agências bancárias e na periferia; e principalmente nos transportes públicos.

Não bastasse o bloqueio total, veio também a ordem do rodízio de carros, uma medida completamente contrária às regras do distanciamento social, do isolamento ou do lockdown. O meio de transporte mais seguro é o automóvel onde só circulam pessoas da mesma família ou da mesma residência. Quando esse meio de transporte seguro é restringido, as pessoas que trabalham para manter em funcionamento as atividades essenciais e de sobrevivência da sociedade, são jogadas em transportes públicos superlotados, onde o vírus se regozija na quantidade de pessoas que pode infectar: as pessoas estão presas; o vírus está solto. Verdadeira arapuca.

O lockdown leva à depressão, à angústia, ao aumento de suicídios, à piora dos quadros clínicos em pacientes crônicos e à demora no atendimento de casos novos de doenças cardiovasculares, renais e dos novos casos de câncer. Em 13 de maio último, a UNICEF alertou, num artigo de Sarah Newey publicado no Global Health Security Report, que o lockdown indiscriminado, além de ser ineficaz para combater a pandemia atual, pode contribuir para um aumento de 45% na mortalidade infantil, especialmente nos países em desenvolvimento, por pneumonia, diarreia e malária, em números muito mais expressivos do que as mortes pelo novo Coronavírus. Os adultos também sofrem, e em Nova York, houve um aumento de 800% de paradas cardiorrespiratórias em domicílio durante o lockdown. Oitocentos por cento! Os efeitos nocivos nas semanas após o lockdown também foram observados em Recife, onde aumentaram drasticamente as mortes domiciliares por COVID-19, confirmadas ou suspeitas, como está demonstrado nos relatórios do SVO do recife.

A taxa de transmissão de vírus ao ar livre é 19 vezes menor que essa taxa em pessoas confinadas em ambientes salubres ou não. Os ambientes insalubres infelizmente incluem uma grande parte da população brasileira mais pobre, em casas sem higiene, sem saneamento básico e muitas vezes sem ar puro, sem ventilação e sem água.

Insistimos nas nossas posições sobre o tratamento pré-hospitalar da COVID-19 nos moldes do protocolo do Ministério da Saúde, do nosso protocolo e de diversos outros usados por vários municípios e serviços de saúde  nacionais.  Recomendamos que esse lockdown não deve ser prorrogado e que medidas de identificação e isolamento seletivo dos infectados, especialmente dos que não devem voltar para suas comunidades aglomeradas, sejam instituídas imediatamente.

Estamos à disposição das autoridades para colaborar num modelo de projeto objetivo e exequível, para a saída dessa crise, nos moldes recomendados por outros países do mundo que o fizeram de forma coordenada.

Recife, 28 de maio de 2020.

MÉDICOS PELA VIDA.


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Abreu e Lima - Maio

30/05


2020

Sede da PGR é pichada em Brasília

A sede da Procuradoria-Geral da República (PGR), em Brasília, amanheceu pichada, hoje. Funcionários detectaram a ação numa placa de metal que identifica o órgão. Nela, era possível ler a inscrição "Procuradoria-Geral do Bolsonaro".

O sobrenome do presidente Jair Bolsonaro estava escrito em cima da palavra "República". Ainda pela manhã, a mensagem havia sido apagada.


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Prefeitura do Ipojuca

30/05


2020

Meus pêsames, senhor Argumento!

Por Heron Cid*

Esse senhor aí já foi um dia indispensável. Hoje, está assim como vês; em estágio de agonia profunda.

Argumento é o seu nome. Tão velho quanto os conceitos gregos, foi abandonado e ninguém mais quer saber dele.

Ultrapassado, entrou em desuso e, tristemente, em profunda doença degenerativa nessa chamada terra brasilis.

Quem desavidamente ainda o invoca, é logo trucidado pelo grito, pela desqualificação pessoal, deboche ou agressão mesmo.

Poucos são os que chamam o seu concorrente homônimo para enfrentá-lo em paridade de armas.

A arma agora é outra. É um palavrão. Não, não é palavra grande.

Com palavrão mesmo, um cala o outro. Porque nada resta mais para o diálogo depois de fascista, bolsominion, esquerdopata, comunista, lixo, filho da p…Arrombado!

Um dia já foi sinônimo de razão, raciocínio que conduz à indução ou dedução de algo. Nos tempos áureos, acredite, era a prova que servia para afirmar ou negar um fato.

Coisa do passado.  Seu Argumento está aí prostrado neste leito de morte. Sem sinal de melhora.

Raramente abre os olhos. Quando aperto sua mão para identificar alguma reação, ele esboça pequeno movimento. Mas, logo é vencido pelo cansaço. Alguém vem e grita, xinga, desconjura. Ele, coitado, se recolhe de novo.

Até a família já não o compreende e se apartou dele. Desconfio que se envergonham e fazem pouco caso. Esqueceram quão importante já foi nas grandes conquistas, memoráveis descobertas e tantos aprendizados.

O vírus do radicalismo ideológico depauperou essa criatura. Mesmo doente assim, na madrugada ele delira sonhando que ainda voltará à vitalidade de novo.

E balbucia bem baixinho em som quase ininteligível: “Eu ainda estou aqui”. É um teimoso! Ainda resiste a aceitar os pêsames.

*Jornalista


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30/05


2020

TCU investiga financiadores do gabinete do ódio

O Tribunal de Contas da União está fechando o cerco contra o que se convencionou chamar "gabinete do ódio" e está investigando as fontes de financiamento do grupo comandado pelo vereador do Rio Carlos Bolsonaro.

A informação está no site O Antagonista. Segundo o procurador Lucas Furtado, a atuação se dá como em uma Parceria Público-Privada, mesclando recursos públicos e de empresários.

Na representação, Furtado “pede que sejam identificados os integrantes do governo que compõem o ‘gabinete do ódio’ e, comprovadas as ilegalidades, que sejam punidos administrativamente e devolvam aos cofres públicos recursos usados para disseminar notícias falsas”.


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Banco de Alimentos

30/05


2020

João e Mendonça batem boca pelas redes

Um bate-boca envolvendo dois postulantes à Prefeitura do Recife tomou conta do Twitter, ontem, e se estendeu hoje. O deputado federal e pré-candidato pelo PSB, João Campos, e o pré-candidato a prefeito pelo DEM, Mendonça Filho, trocaram farpas. 

Tudo começou a partir de uma cobrança pública que Mendonça fez a João Campos, pedindo para se solidarizasse com as vítimas da doença e mencionando as diversas denúncias de corrupção que pairam sobre a compra de respiradores no Recife, que é administrado por Geraldo Julio, aliado do deputado.

"Após um longo e vergonhoso silêncio e omissão diante da falta de leitos, de mortes e das denúncias de desvio com recurso da pandemia, era de se esperar que o deputado João Campos viesse à público se solidarizar com as famílias que perderam parentes por falta de leito de UTI", escreveu o ex-ministro.

Mendonça Filho foi além: "Ao invés disso, João Campos divulgou nota em solidariedade ao prefeito do Recife, Geraldo Júlio, após a Polícia Federal fazer busca e apreensão na Prefeitura. A Operação Apneia investiga a compra de 500 respiradores só testados em porcos e a uma empresa fantasma."

João Campos, por sua vez, reagiu: "Depois de ter sido ministro de Temer e defensor de Bolsonaro, vejo pouca propriedade em Mendonça Filho para atacar quem defende os que lutam de verdade para cuidar do povo do Recife."

O deputado federal prosseguiu. "Estranho a cobrança vindo de quem silenciou diante dos desmandos de um presidente da República na Educação, no Meio Ambiente, nos direitos dos trabalhadores e, principalmente, na condução desastrosa da crise do Coronavírus", disparou.


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Prefeitura de Serra Talhada

30/05


2020

O pito nacional em Paulo Câmara

Apresentador do programa Alerta Nacional, da RedeTV!, Sikêra Júnior se direcionou ao governador Paulo Câmara, pedindo para que haja a reabertura gradual do comércio.

O comunicador citou o aumento do desemprego causado após a suspensão de vários serviços no Estado. "Governador, eu sou pernambucano. Sou de Palmares, cidade pequenininha e esquecida pelas autoridades. Governador Paulo Câmara, o que o senhor está fazendo é triste. Não faça isso, o povo está desesperado", bradou.

 Sikêra Júnior chegou a ser infectado pelo novo coronavírus e ficou internado em estado grave. A volta ao programa ocorreu na última segunda-feira (25). Confira o vídeo ao lado.


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O Jornal do Poder

30/05


2020

Podem ser incompetentes, ladrões não creio

Por Edson Barbosa*

Acredito que moral, posição, responsabilidade política, são valores pessoais e coletivos inalienáveis. Escolhas que fazemos na vida. Tenho profundas divergências e tristeza com a condução que se dá ao legado político/administrativo de Eduardo Campos em Pernambuco. Mas, hoje quero escrever sobre o assunto da pauta. Não acredito que Paulo Câmara, Geraldo Júlio e os seus secretários de Saúde  sejam ladrões. Menos ainda, ladrões da saúde do povo. 

Podem ser incompetentes na política, e são. Mas foram bons gestores, quando bem dirigidos, quando suas opiniões políticas eram secundárias, insignificantes até, e seus comportamentos éticos eram vigiados firmemente por Eduardo. Bem sei. Mas, roubar, ou ser incapaz por dolo, com a relação necessidade/custo/legalidade num momento de mortes aos milhares, não acredito que faça parte dos defeitos que têm. É preciso fiscalizar, sim. É possível que haja erro na operação de compras emergenciais sem licitação no pico de uma catástrofe. É possível. 

Mas embarcar numa onda de criminalização prévia me parece precipitado e até pactuado com interesses outros. É hora de salvar vidas e fiscalizar os suprimentos. Embarcar no denuncismo politiqueiro, por um lado fortalece burramente aquilo que se pretende combater. E, por outro, revela o oportunismo de alguns, mostra como se juntam no mesmo objetivo.

O povo que não está morrendo, está vendo. Mas, para que as coisas sejam claras, fossem hoje as eleições em Pernambuco, eu votaria na oposição. Para ser mais preciso, votaria nas mulheres da oposição ao Governo Federal, o maior responsável pela catástrofe, pelo descontrole, pela desumanidade, pelo modo extermínio de gente, como se comporta. 

Votaria em Marília, Priscilla, Luciana, Raquel, Débora, Maria do Céu, Tânia Bacelar - sempre, e tantas mulheres com moral, e competência, para falar das que conheço, entre tantas pernambucanas que nos ensinam a ser cidadãos melhores. Que têm tradição, pluralidade e comando, para esse momento de tanta dor.

Já que estão misturando  pandemia, política e eleições, penso que a hora possivel, em Pernambuco, seja das mulheres no comando, nas câmaras de vereadores e nas prefeituras. Onde não for possível, que prosperem os homens de bem.

*Jornalista e publicitário


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Comentários

marcos

Tem Roubo não Edson Barbosa é tudo mentira do MP e da PF. Kkkkkk

marcos

Qual partido rouba mais o PT de Marília ou o PSB de João?

Fernandes

Marília será eleita prefeita.


Shopping Aragão

30/05


2020

Outra forma de ajudar Marina

Mais cedo, publicamos uma matéria sobre uma ação solidária em prol da pequena Marina, com dois meses de vida. Em maio, ela foi diagnosticada com plagiocefalia, um achatamento craniano, e necessita de cirurgia. O valor total que a família recifense precisa arrecadar é de R$ 85 mil.

Além da campanha de financiamento coletivo no site Vakinha, existe a possibilidade de doação direta em contas bancárias:

Banco do Brasil
Agência: 0697
Conta corrente: 54258-0
Regiane de Lima Rodrigues

Banco Bradesco
Agência: 1055-3
Conta corrente: 0013556-9
Regiane de Lima Rodrigues Borba

Banco Bradesco
Agência: 1783-3               
Conta poupança: 1005605-5                      
Marina de Lima Rodrigues Borba

A mãe de Marina, Regiane de Lima, falou ao Blog sobre o apoio recebido desde então: "Nunca imaginei que iria ter tanta repercussão. Estamos gratos a Deus por tanta solidariedade". 

O Blog faz parte desta rede solidária em prol de Marina e pede que você também ajude.


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30/05


2020

Exu segue livre da Covid-19

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Com uma distância de 618 km do Recife, Exu é a única cidade do Sertão do Araripe e uma das poucas de Pernambuco sem nenhum caso de Covid-19. Para evitar entrar na triste estatística, o município, berço de Luiz Gonzaga e de famosas disputas políticas entre as famílias Alencar, Sampaio e Peixoto, segue com medidas para o combate ao novo coronavírus

Em entrevista ao Blog, o prefeito Raimundo Saraiva (PSB) falou sobre as ações tomadas por sua administração."Nós formamos desde cedo um comitê de enfrentamento ao novo coronavírus, formamos barreiras sanitárias na entrada e saída de Exu. Além disso, a população tem denunciado as pessoas que insistem em entrar clandestinamente. Quem não é exuense só ingressa na cidade para serviços essenciais, como entrega de mercadorias ou consultas e exames", detalha.

Raimundo Saraiva confirmou que há dois casos em investigação, um deles continua sendo observado no Hospital Municipal José Pinto Saraiva, onde espera pelo resultado do teste. Até o momento, 15 casos suspeitos foram descartados.

Quase 32 mil pessoas vivem em Exu, que recebeu R$ 64 mil do Governo do Estado e R$ 169 mil de verbas da União para a prevenção e combate à Covid-19, totalizando R$ 233 mil. O valor é considerado baixo. "São dois reais para cada habitante. Esses valores não dão conta da necessidade. Estávamos à frente na região porque nós já tínhamos respiradores e leitos prontos no hospital da cidade. Ontem, recebemos um respirador portátil e estamos negociando outro", explica o prefeito. 

A taxa de isolamento em Exu segue variando entre 41% e 45%, bem abaixo do número mínimo recomendado (70%). Houve registro de grande movimentação na feira livre, ontem. Cercada por cidades com doentes de Covid-19, esses dados causam preocupação. "Ontem, foi um caso específico e decidimos fechar a feira livre. Vamos estudar com o comitê o que será feito", esclarece. 

Sobre uma eventual reabertura do comércio, o prefeito Raimundo Saraiva explicou que não há previsão e que a medida só será tomada com base em definições técnicas, com respeito à ciência.

Ontem, Santa Filomena, que integra o cinturão do Araripe, teve o primeiro caso confirmado.


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30/05


2020

Músico Evaldo Gouveia é nova vítima da Covid-19

G1 CE

O músico compositor, cantor e violonista cearense Evaldo Gouveia morreu aos 91 anos, ontem, em Fortaleza, em decorrência da Covid-19. A informação foi confirmada pelo biógrafo do artista, Ulysses Gaspar. Autor de "Sentimental Demais" e do samba-enredo "O Mundo Melhor de Pixinguinha", entre outras canções, Gouveia teve sua obra bastante interpretada e revisitada.

O repertório de Evaldo Gouveia foi impulsionado pelas vozes de cantores consagrados como Altemar Dutra, Nelson Gonçalves, Alaíde Costa e Maysa Monjardim. O cearense fez parte do lendário Trio Nagô, ao lado de Mário Alves e Epaminondas Souza.

O ápice da carreira do cantor veio da relação com Altemar Dutra (1940-1983). O cearense levou Dutra às boates de Copacabana, no Rio de Janeiro, e o sucesso do cantor mineiro, interpretando as composições de Evaldo, levou ambos ao auge.


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30/05


2020

Quem está na chuva...

Diz um ditado popular que quem está na chuva é para se molhar. Na vida pública, qualquer semelhança não será mera coincidência. E com o advento da internet, que democratizou o acesso à informação, quebrando o monopólio do poder da notícia nas mãos de restritos grupos, que se cuide o político que cometer deslizes ou pisar em casca de banana. Seus dias certamente serão de infortúnios.

Que o diga o prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), protagonista de um baita escândalo nacional no qual, coitado, quem está pagando o pato é o boi de piranha Jailson Correia, secretário de Saúde, que recebeu ordens superiores para comprar respiradores apropriados e testados em porcos e não nos recifenses que padecem nos hospitais sem respiradores suficientes para escapar da morte e do horror da pandemia do coronavírus.

Os tais respiradores de porcos custariam a bagatela de R$ 11,5 milhões não fossem a denúncia neste blog e a imediata ação do Ministério Público. O resto da história todo mundo já sabe, porque ganhou a mídia nacional colocando a capital pernambucana nas páginas policiais quando, historicamente, seus gestores sempre apareciam na liderança do ranking nacional como exemplos de boa fé e administração.

Nos últimos dias, a internet tem sido campo fértil para memes que retratam a indignação da população do Recife.


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Comentários

marcos

Ainda bem que Paulo Pimenta líder do PT, chamou os nordestinos de Porcos .Geraldo já comprou respiradores para eles. Kkkkkk

Fernandes

Marília será prefeita.

marcos

Coisa Linda, pense num prefeito ladrão.



30/05


2020

Ajude a pequena Marina

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Dias atrás, a pequena Marina foi diagnosticada com plagiocefalia, um tipo de achatamento craniano. Ela nasceu há pouco mais de dois meses, no Recife, e seu caso só se resolve com uma cirurgia. Seus pais, Regiane e Gustavo, iniciaram, ontem, uma campanha de financiamento coletivo para que Marina possa fazer o procedimento cirúrgico, que custa R$ 85 mil.

A campanha de ajuda ganhou um título: #TodosPorMama. Até o momento, arrecadou mais de R$ 13 mil. Regiane e Gustavo têm o prazo de quatro meses para obter o que falta. "A cirurgia corretiva será feita em São Paulo com um especialista em cranioestenose, assim, diminuiremos a chance de uma nova cirurgia no futuro", escreveu a dupla no site de financiamento coletivo Vakinha.

Ao Blog do Magno, Regiane de Lima falou sobre o apoio recebido desde então: "Nunca imaginei que iria ter tanta repercussão. Estamos gratos a Deus por tanta solidariedade". O Blog encampa esta rede de solidariedade em prol de Marina e pede que você também ajude. A campanha de financiamento coletivo ocorre no Vakinha: http://vaka.me/1078712.

Você também pode fazer doações nestas contas:

Banco do Brasil
Agência: 0697
Conta corrente: 54258-0
Regiane de Lima Rodrigues

Banco Bradesco
Agência: 1055-3
Conta corrente 0013556-9
Regiane de Lima Rodrigues Borba

Banco Bradesco
Agência: 1783-3               
Conta poupança 1005605-5                      
Marina de Lima Rodrigues Borba


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30/05


2020

Recife virou capital dos escândalos, diz Patricia

A delegada e pré-candidata à Prefeitura do Recife pelo Podemos, Patrícia Domingos, tem feito várias críticas a Geraldo Julio. Por meio de uma rede social, ontem, ela chegou a dizer que o prefeito aparenta querer transformar a cidade na "capital dos escândalos".

Nas últimas semanas, a Prefeitura do Recife tem estado no centro de um escândalo nacional, com uma série de denúncias que apontam irregularidades na compra de respiradores por dispensa de licitação. Isso resultou em uma operação da Polícia Federal.

Confira a nota abaixo:

"O prefeito parece empenhado em transformar a nossa capital do nordeste na capital dos escândalos. Dia após dia a população assiste atônita às infindáveis denúncias sobre as contratações irresponsáveis efetuadas pela Prefeitura do Recife, que vão de respiradores comprados em loja de produtos veterinários e testados apenas em porcos a contratações com empresas suspeitas de serem fantasmas.

Tenho realizado intenso trabalho de fiscalização e denúncia dessas atrocidades e hoje recebi com grande entusiasmo a notícia da operação da Polícia Federal sobre um dos fatos que denunciei.

Torço para que essa investigação seja concluída e os culpados sejam severamente punidos pelos seus atos, os quais demonstram total desprezo pela população recifense, que ainda hoje chora pelas tantas vidas perdidas enquanto o dinheiro público era utilizado de forma indevida."


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Fernandes

Marília será prefeita.

marcos

Bora Delegada., derruba esses Corruptos.

Fernandes

É fraca vai levar lapada, não tem densidade eleitoral.

Vladimir Lacerda Melquíades

Como opinar a consistência de votos se esta será a primeira disputa de Patrícia? Pesquisa divulgada pela mídia antes da pandemia dizia o contrário. Depois do pleito é que se pode opinar com fundamento.

Fernandes

Ela é muito fraca, é só blá blá blá. Não tem densidade eleitoral.



30/05


2020

A burocracia que mata

Por Efraim Filho*

No Brasil, pouco do que foi tentado, em termos de crédito para impedir o fechamento de empresas, funcionou. Dos R$ 40 bilhões previstos na MP 944, apenas 4% encontraram destino

O mundo inteiro tem usado a ferramenta do crédito rápido e barato para impedir o fechamento das empresas e, assim, minimizar ao máximo o problema da perda de emprego e renda durante a crise do Covid-19. No Brasil, apesar de iniciativas do Poder Executivo e do Congresso, essa questão ainda está mal resolvida, pendente de aperfeiçoamentos. Há necessidade de desburocratizar e simplificar a concessão dos empréstimos, vencendo o desafio de transformar linha de crédito em dinheiro efetivamente aplicado na vida real das empresas.

A solução é aperfeiçoar os nossos programas de crédito e inserir pelo Legislativo a previsão de 100% de garantia pelo Tesouro. Com detalhe importante, sem significar “dinheiro novo” ou aumento do déficit.

Pouco do que foi tentado até o momento funcionou, seja a Medida Provisória 944 ou a votação do Pronampe. A modelagem 85/15 – 85% do risco para o Tesouro e 15 % para os bancos – gerou resultados pífios e soluções quase residuais diante da crise instalada. O que vemos no atual cenário são bancos seletivos em disponibilizar vantajosas linhas de crédito a quem menos precisaria: as grandes empresas com amplo patrimônio e capazes de apresentar garantias sólidas. Por outro lado, há histórica resistência das instituições financeiras em conceder crédito para as micro, pequenas e médias empresas, motor da nossa economia e da geração de empregos.

Para aquelas de menor porte, sobra um alto spread bancário potencializado pelo aumento do risco de inadimplência que a própria crise representa. A operação então não se realiza, seja pela burocracia impeditiva ou pelas extorsivas taxas de juros. Ao empreendedor resta a desistência, ficando o crédito empoçado por quem deveria se esforçar em fazê-lo fluir. Dos R$ 40 bilhões previstos na MP 944, apenas 4% encontraram destino.

Mas o que pode ser feito para que o crédito chegue na ponta com a rapidez que o momento exige?

A garantia de 100% do risco das operações pela União, com o montante a ser emprestado limitado a 33% do faturamento das empresas no período pré-crise. É agilidade com um critério mínimo de responsabilidade, aspecto determinante para superar a burocracia impeditiva do nosso sistema financeiro e evitar o empoçamento das linhas de crédito. Com 100% de garantia do Tesouro e risco inexistente, as instituições financeiras, especialmente os bancos públicos, poderiam repassar o dinheiro com praticamente a mesma taxa Selic, atualmente em 3% ao ano, sem burocracia, acrescido de algum custo operacional residual, um verdadeiro sonho aos olhos do empreendedor nacional.

E atenção, não há flerte com a irresponsabilidade fiscal. Não se trata de “dinheiro novo” mas utilização das linhas de crédito já disponibilizadas pelo governo para fins similares, num total de cerca de 50 Bilhões previstos na MP 944 e no Pronampe, porém intocados devido a ineficácia do modelo adotado. Portanto, ao contrário do que os mais fiscalistas possam alardear num primeiro impacto, essa cobertura total será menos onerosa ao governo do que toda a procura por novos benefícios e transferências de renda que surgirão do desaparecimento em massa das empresas e perda de empregos e renda. O Governo não pode ser refém dessa visão de curto alcance, uma miopia financeira que o impeça de perceber que se perder o timing e deixar a economia sucumbir em um cenário de terra arrasada, o custo de reerguê-la será potencialmente maior.

Ao governo duas opções de futuro: a primeira, assumir o risco do financiamento da sobrevivência das empresas e eventualmente arcar com perda fruto da inadimplência, porém recuperar a maior parte do recurso emprestado; ou a segunda, mais adiante ter de realizar, a fundo perdido, socorro emergencial e resgate das empresas de pequeno porte tão essenciais ao ecossistema economicamente ativo. Essa decisão jamais pode se restringir a números de uma mera equação financeira. Ela tem contornos socioeconômicos, também é decisão política e requer o exercício da liderança de quem comanda os destinos de uma nação e tem o dever de apontar uma rota de saída para a crise: governo, Congresso e sociedade juntos.

O sacrificado empreendedor brasileiro fica a vislumbrar, tal qual o menor carente diante da vitrine do shopping, as linhas de crédito: tão perto, mas tão longe… nesse caso empoçadas nos bancos. Com o crédito garantido, a imensa maioria dos empreendedores irá sim se esforçar para se manter ativos, fazer a travessia dessa crise, cumprir seus compromissos, pagar o que deve e de forma honesta manter seu nome limpo. Partir do pressuposto que as empresas irão optar pela fraude, é igualmente negar a essência do empreendedorismo.

Aos criminosos, as sanções. Outro argumento crucial é de que a garantia de 100% das operações pelo Tesouro vai premiar o verdadeiro esforço de quem trabalha para produzir. Evitará a migração do resultado do setor produtivo para alavancar os lucrativos balancetes recheados do sistema financeiro, quiçá um os raros a apresentar resultados portentosos ao fim do ano.

Diante do exposto, a minha iniciativa e da FCS – frente parlamentar do Comércio e Serviço – será em trazer para o mundo real medidas como os 100 % de garantia pelo Tesouro, através da ação legislativa. Em tempos de Covid19, as regras atuais inibem o acesso das empresas de menor porte ao fôlego financeiro que poderia tirá-las da UTI e salvar o seu CNPJ. As empresas que felizmente ainda sobrevivem não podem mais esperar.

*Advogado e deputado federal eleito pela Paraíba. Lidera a bancada do Democratas na Câmara dos Deputados e preside a Frente parlamentar do Comércio e Serviços.


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30/05


2020

Celso quer apuração de denúncia contra Eduardo

G1

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou na noite desta sexta-feira (29) ao procurador-geral da República, Augusto Aras, os autos de comunicação de crime formulada contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, por suposta prática de crime contra a Segurança Nacional.

No despacho, Celso, que é relator da suposta interferência do presidente na Polícia Federal (PF), após denúncia do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, afirmou ser "imprescindível, em regra, a apuração dos fatos delatados, quaisquer que possam ser as pessoas alegadamente envolvidas, ainda que se trate de alguém investido de autoridade na hierarquia da República, independentemente do Poder (Legislativo, Executivo ou Judiciário) a que tal agente se ache vinculado".

Celso de Mello também escreveu que "cabe ter presente, neste ponto, por oportuno, que o Ministério Público e a Polícia Judiciária, sendo destinatários de comunicações ou de revelações de práticas criminosas, não podem eximir-se de apurar a efetiva ocorrência dos ilícitos penais noticiados".

A medida é uma praxe, uma vez que o tribunal, ao receber uma notícia-crime, deve reportá-la às autoridades de investigação. A notícia-crime foi apresentada na quinta (28) pelo advogado Antonio Carlos Fernandes, do Ceará, e cita as declarações de Eduardo na live.


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