FMO janeiro 2020

14/10


2019

Tensão entre Bolsonaro e Bivar linkada no Recife

Gabriel Garcia - O Globo

A queda de braço que colocou em campos opostos o presidente Jair Bolsonaro e o dirigente nacional do PSL , Luciano Bivar (PE), em meio a disputas pelo controle dos recursos milionários do fundo partidário e pelo domínio político da segunda maior bancada na Câmara, tem um ingrediente regional: a disputa pela Prefeitura do Recife. Maior colégio eleitoral de Pernambuco, com mais de um milhão de eleitores, a cidade é reduto de Bivar, ex-cartola do Sport Clube Recife, que estuda uma candidatura própria ou de um aliado. Bolsonaro, no entanto, quer emplacar o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Gilson Machado Neto, para substituir o prefeito Geraldo Júlio (PSB).

A disputa velada é mais um ponto de tensão na relação implodida que se instalou entre Bolsonaro e Bivar desde a semana passada, quando o presidente da República afirmou a um apoiador que o dirigente do PSL estava "queimado para caramba". A declaração, feita em público, despertou a ira de Bivar e escancarou a crise interna que pode levar à saída de Bolsonaro da sigla. O dirigente do PSL tem dito que considera cedo para discutir eventuais nomes de postulantes à vaga de prefeito do Recife.

Apoiado por Bolsonaro, Machado já foi orientado pelo presidente a mudar seu domicílio eleitoral de Gravatá, cidade localizada a 80 quilômetros da capital pernambucana, para o Recife. Tem até abril do próximo ano para realizar a mudança, na esteira da janela de transferência autorizada pela Justiça Eleitoral. Ele tem é formado em medicina veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), além de criador de gado em Tocantins.

Além disso, o ruralista não esconde a disposição de concorrer à prefeitura, caso convocado pelo presidente. No Recife, ele se considera como o legítimo herdeiro do bolsonarismo na eleição marcada para outubro de 2020, com discurso afinado com o do ex-capitão. Machado tem criticado a esquerda e defendido as bandeiras de Bolsonaro, considerando o Estado "ideologicamente contaminado".

Dizendo-se um homem de missão, Machado garante que está focado no objetivo de melhorar os números do turismo no Brasil, mas garante que atenderá a um pedido de Bolsonaro, caso seja feito, sobre disputar um cargo no ano que vem.

- A Prefeitura não precisa ser decidida agora. Quem tem prazo não tem pressa. Sou de missão, como sempre fui. Não é de hoje que estou ao lado do presidente, para o que der e vier - disse.

Segundo ele, o momento agora é de foco "na missão na Embratur, na recuperação econômica do país pelo turismo como política de Estado". Entre metas traçadas por Machado, que podem alavancar uma eventual candidatura, está "rapidamente duplicar o número de turistas estrangeiros". Para isso, pretende transformar a Embratur em uma estrutura de agência, isentar de vistos chineses e indianos, estimular o turismo da terceira idade, entre outras medidas.

Na eleição de 2018, Bivar foi eleito deputado federal, o sétimo mais votado em Pernambuco, surfando justamente na onda de popularidade que levou Bolsonaro a quebrar uma sequência de quatro vitórias do PT no cenário nacional, duas com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e duas com a ex-presidente Dilma Rousseff.


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Detra maio 2020 CNH

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26/05


2020

Nascidos um para o outro

Editorial do Estadão

Não há dúvidas. Jair Bolsonaro e Lula da Silva nasceram um para o outro.

Tanto o presidente da República como o chefão petista se associam na mais absoluta falta de escrúpulos, em níveis que fariam até Maquiavel corar. Pois o diplomata florentino que viveu entre os séculos 15 e 16, malgrado tenha descartado a retidão moral absoluta como fator essencial para o bom governo, formulou uma ideia de ética específica para a política, segundo a qual, entre outras regras, o governante jamais deve colocar seus interesses pessoais acima dos interesses do Estado nem agir como se seu poder fosse ilimitado: “O príncipe que pode fazer o que quiser é um louco”, escreveu em sua obra mais conhecida, O Príncipe (1532).

Jair Bolsonaro e Lula da Silva unem-se como siameses. Enxergam o mundo e seu papel nele da mesmíssima perspectiva. Tudo o que fazem diz respeito exclusivamente a seus projetos de poder, nos quais o Estado e o povo deixam de ser o fim último da atividade política e passam a ser meros veículos de suas aspirações totalitárias.

Ambos, Bolsonaro e Lula, só se importam com o sofrimento e a ansiedade da população na exata medida de seus objetivos eleitorais. O petista, por exemplo, declarou recentemente que “ainda bem que a natureza criou esse monstro chamado coronavírus para que as pessoas percebam que apenas o Estado é capaz de dar a solução, somente o Estado pode resolver isso”.

Tão certo de sua inimputabilidade, Lula da Silva nem se preocupou em ao menos aparentar retidão moral, como recomendava Maquiavel aos príncipes de seu tempo, entregando-se à mais vil exploração política do sofrimento causado pela pandemia de covid-19. Lula da Silva é, assim, o anti-Maquiavel: enquanto o florentino elogiou seus conterrâneos por preferirem salvar sua cidade em vez de salvar suas almas, Lula saúda a morte de seus compatriotas como uma espécie de sacrifício religioso em oferenda à estatolatria lulopetista.

Já Bolsonaro, bem a seu estilo, continua a menosprezar os milhares de brasileiros mortos na pandemia, agora com requintes de crueldade. Depois do infame “e daí?”, expressão que usou ao reagir à informação sobre a escalada do número de mortos no Brasil, o presidente da República não viu nenhum problema em fazer piada com a desgraça do país que ele foi eleito para governar. “Quem é de direita toma cloroquina, quem é de esquerda toma Tubaína”, brincou Bolsonaro.

Nem se deve perder tempo procurando graça onde, definitivamente, não há. Diante das dramáticas circunstâncias, só riu da blague bolsonarista quem não nutre nenhuma empatia ou respeito pelo sofrimento dos outros. Para o presidente da República, só os direitistas são dignos de salvação – por meio da cloroquina, que Bolsonaro, baseado em estudos fajutos, quer que os brasileiros tomem para que o País supere rapidamente a pandemia e “volte ao normal”. Já os “esquerdistas” – isto é, todos os que não são bolsonaristas –, que bebam refrigerante.

Bolsonaro e Lula são o resultado mais vistoso da degradação violenta da atividade política, aquela que, na concepção de Maquiavel, deveria almejar a todo custo o bem coletivo. Cada um à sua maneira, um mais truculento, o outro mais dissimulado, o presidente e o petista se consideram fora do alcance das considerações éticas que deveriam moderar o poder e que estão no coração das sociedades democráticas.

Lula trabalha desde sempre para cindir o País – e sua recente celebração do coronavírus pode ser vista como uma espécie de corolário macabro da concepção doentia segundo a qual os brasileiros recalcitrantes, que ainda não aceitam o projeto de Estado autoritário idealizado pelo lulopetismo, devem ser castigados pela natureza para que aprendam de uma vez por todas que Lula sempre tem razão. Bolsonaro faz exatamente o mesmo, e ainda enxovalha publicamente quem se recusa a aceitá-lo como salvador.

O bolsonarismo é um monstrengo antidemocrático que só ganhou vida e ribalta por obra e graça do lulopetismo. A uni-los, a sede de poder absoluto. Mas, como já ensinou Maquiavel, não há poder que dure para sempre.


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Abreu e Lima

26/05


2020

Tu vota em mim e eu voto em tu

Meu pai Gastão Cerquinha, 98 anos, era um político extremamente conciliador. Nunca entendeu minha relação profissional conflituosa com a fauna animalesca da cena política e vez por outra me dava uns cascudos quando me via envolvido em brigas. Mas era também muito sagaz e divertido.

Para divertir o noticiário de hoje e alegrar o início desta terça de mais uma semana de isolamento social me pediram para contar uma história muito engraçada dele quando emplacou o terceiro e penúltimo mandato de vereador de Afogados da Ingazeira.

Eleição apertada, com muitos candidatos em disputa, papai não teria gostado do atrevimento de um velho cabo eleitoral de ter se lançado candidato. Para transferir, era bom no exército de aliados de papai. Como candidato, não foi votado nem pela família, conforme as urnas abertas atestaram.

Ele morava num sítio, analfabeto e extremamente dependente de papai. Até as cartas que mandava para os filhos em São Paulo era papai que redigia. Papai fez de tudo para ele desistir da candidatura. Vendo que de fato não ia conseguir, papai inventou uma história malandra que ele caiu fácil. O procurou e disse: "Zé, você sabe que a lei proíbe que a pessoa vote nela própria? Então, vamos fazer o seguinte: você vota em mim e eu em você e ai a gente fica acertado".

O matuto levou a conversa a sério. Abertas as urnas, naquele tempo de contagem manual, um a um no papel, o dito cujo só teve dois votos. Chegando em casa, pediu o divórcio.

"Só tive dois votos. O meu e o do compadre Gastão, que é cumpridor de palavra. Nem você votou em mim", resmungou.

Até hoje, papai se diverte com essa história e garante que nunca foi real. Exageraram na dosagem, segundo ele.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Época do respeito, da honestidade e das brincadeiras sadia. Bons e saudosos tempos.


Prefeitura do Ipojuca

26/05


2020

Oposição desrespeita governador em Araripina

Em Araripina, a 681 km do Recife, o empresário Tião do Gesso, mais conhecido como o "Barão do Gesso", rasgou o decreto do isolamento social do Governo do Estado e promove, neste momento, uma carreata em protesto contra o fechamento do comércio. Uma vergonha, até porque ele faz para se promover politicamente. É pré-candidato a prefeito pelo SD.


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26/05


2020

Prefeitura compra 600 botijões de gás para escolas fechadas

A Câmara de Vereadores de Belo Jardim aprovou, por unanimidade, na sessão on-line da última quinta-feira (21), o pedido de informação de autoria do vereador Bruno Galvão (PT), solicitando à Secretaria de Educação, dados sobre a compra e utilização de 600 botijões de gás de cozinha, para produção de merenda da rede municipal de ensino.

Em fevereiro, março e abril deste ano, a Secretaria de Educação de Belo Jardim, gastou R$ 43 mil reais com a compra de botijões de gás de cozinha. O valor unitário de acordo com os empenhos n° 348 e 540, equivale a R$ 70,50 reais.

“Este ano, os alunos da rede municipal tiveram apenas um mês de aula, que corresponde ao período de 15 de fevereiro ao último dia 17 de março, sem mencionar os feriados do carnaval, previstos no calendário escolar. Como sabemos, as aulas foram suspensas em toda rede de ensino do país, devido à pandemia do coronavírus, o que não justifica a compra dessa quantidade de gás de cozinha sem a realização das atividades nas unidades escolares do município”, justificou o vereador Bruno Galvão.

A informação extraoficial obtida pelo mandato do vereador, atesta que em março, apenas 100 botijões de gás de cozinha, chegaram ao depósito da Secretaria de Educação de Belo Jardim.

“Desde o início dessa pandemia, encaminhamos a sugestão ao governo municipal, para que a Secretaria de Educação pudesse incrementar a disponibilização dos kits básicos de alimentação dos alunos da rede municipal em maior situação de vulnerabilidade social, o gás de cozinha. Não fomos atendidos. E a Secretaria segue sem explicar qual o destino destes botijões de gás, já que não estão sendo utilizados nas escolas”, lamentou.

O documento solicita que a Secretaria de Educação apresente a quantidade exata de botijões de gás comprados e onde foram utilizados. Em caso de suposta doação, o vereador indicou que os dados dos beneficiados sejam informados para averiguação do poder legislativo.

A Secretaria de Educação tem o prazo de 30 dias para responder o pedido de informação, contados a partir da data do recebimento do ofício, de acordo com o Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Belo Jardim.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Pelo visto vai ter aumentar o efetivo do MPE,MPF e da PF.


Banco de Alimentos

26/05


2020

Planalto esperava ação contra Witzel

Integrantes do Palácio do Planalto esperavam, nos últimos dias, uma ação que mirasse o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, por suspeita de desvios na área da saúde. Na manhã de hoje, a Polícia Federal (PF) iniciou a Operação Placebo contra o governador do RJ em investigação sobre hospitais de campanha.

O blog da Andréia Sadi recebeu relatos, nos últimos dias, da expectativa do governo de uma ação policial para aprofundar desvios na Saúde no Rio de Janeiro. Governistas lembram que “o que mais incomodava” o presidente Jair Bolsonaro na gestão Sergio Moro, ex-ministro da Justiça, era a "falta de foco" nos supostos desvios no Rio.

Por Witzel ser adversário político do presidente, parlamentares de diferentes partidos ouvidos pelo blog se surpreenderam com a operação de hoje, exatamente semanas após Bolsonaro conseguir trocar a direção da PF – e em meio ao inquérito que apura suposta interferência política dele no órgão.

Diante dessas avaliações de políticos, aliados de Bolsonaro reconhecem ao blog que o governo pode ser acusado de montar uma polícia particular de Estado, e que Bolsonaro é “atacado por todos”, mas que, se há desvios do governo fluminense, é preciso investigar.

Desde a eclosão do caso do porteiro, no âmbito das investigações do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, Bolsonaro cobrava uma atuação mais contundente de Moro e da PF para investigar eventuais desvios de Witzel – mas o presidente julgava que não era atendido.

Uma das suspeitas de investigadores nos bastidores é de que o presidente queria o controle da Polícia Federal – reclamando de falta de informações – porque queria ter poder para investigar adversários, o que o Planalto nega.

O que governistas argumentam é que Bolsonaro, quando fala em "rede de informações", refere-se a porteiros, motoristas, além de policiais, e essas pessoas o informam de "desvios pelo país".

No caso específico dos desvios da saúde, o blog apurou junto a interlocutores de Moro que as investigações começaram ainda na sua gestão. Inclusive, segundo investigadores, a prisão de Mario Peixoto, empresário suspeito do esquema de corrupção na Saúde do Rio, era para ter ocorrido em março, mas, com a pandemia causa pelo coronavírus, a PF adiou a operação. Moro ainda estava no governo, portanto, as investigações começaram ainda com o ex-juiz à frente do Ministério da Justiça.

Aliados de Moro lembram também que o grupo especial de investigação foi criado ainda na sua gestão.

Portaria da Polícia Federal, com a data do dia 15/4, mostra que foi criado o “Grupo Especial de Combate à Corrupção e ao Desvio de Recursos Públicos – GECOR/COVID-19 para atuar durante o período de vigência do estado de emergência em saúde pública decorrente da situação de pandemia decretada pelo Governo Federal por conta da propagação da COVID-19”.

Moro deixou o governo dia 24 de abril.


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O Jornal do Poder

26/05


2020

Governador do DF passa por cirurgia de emergência

Em boletim médico divulgado na manhã de hoje, a equipe do Hospital DF Star, na Asa Sul, em Brasília, afirmou que o governador Ibaneis Rocha (MDB) continua internado, após cirurgia, mas se encontra estável.

O chefe do Executivo local foi internado com dor abdominal aguda, ainda na tarde de ontem. Após avaliação médica e realização de uma tomografia, foi decidido pelo procedimento cirúrgico.

“O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, segue internado no Hospital DF Star desde o dia 25 de maio, com quadro de abdômen agudo. Foi submetido à intervenção cirúrgica por vídeo na madrugada de 26 de maio, quando foi identificada e corrigida uma perfuração em um segmento intestinal por um fragmento de osso”, diz a nota.

“O procedimento se deu sem intercorrências e o governador encontra-se estável no pós-operatório”, aponta o comunicado.


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26/05


2020

PF faz operação na casa do governador do Rio

Quatro carros da Polícia Federal estão no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador do estado do Rio de Janeiro, na Zona Sul da cidade, na manhã desta terça-feira (26). A investigação tem relação com possíveis fraudes nos hospitais de campanha do estado. Ainda não há informações sobre possível cumprimento de mandado no local. A ação é comandada por agentes da Polícia Federal de Brasília. Equipes estão em vários endereços, entre eles no Leblon, na Zona Sul, e na Rua Professor Valadares, no bairro do Grajaú, Zona Norte, onde morava o governador antes de assumir o mandato. A ação tem autorização do Supremo Tribunal Federal (STJ).


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Fernandes

Centrão já administra 73 bilhões de reais no Governo Bolsonaro.

Rafael C.Soares Quintas

A ação foiautorizada pelo STJ e não STF

Fernandes

Olavo de Carvalho já justifica corrupção bolsonarista Ao ser questionado pela BBC Brasil sobre o escândalo do caso Queiroz, o guru do bolsonarismo disse que casos pequenininhos de corrupção podem acontecer, e que um episódio de corrupção no governo Bolsonaro é menos grave do que em outros governos. Tudo bandido.

Fernandes

Coaf abriu caminho a retrocesso no combate à corrupção, dizem especialistas. Partiu do Coaf o relatório que originou a investigação sobre a evolução patrimonial do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Prefeito e Governador não tem Foro privilegiado. Vamos aguardar para ver o andamento desse imbróglio. Que tem gente sem dormir isso tem.


Shopping Aragão

25/05


2020

PL que ajuda artistas deve ser votado amanhã

A Câmara dos Deputados deve votar, amanhã, o projeto de lei 2571/2020, de autoria do deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE), que prevê ajuda ao setor cultural enquanto durarem as medidas de isolamento social. O projeto da Lei de Emergência Cultural é relatado pela deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que vai apresentar relatório pela aprovação do PL.

Eduardo da Fonte destaca que o projeto é um importante socorro para o setor da cultura e deve beneficiar espaços culturais e os trabalhadores do ramo, como produtores, artistas, maquiadores, técnicos e etc.

“Precisamos garantir o socorro para o setor e a renda de todos os 5 milhões de trabalhadores da cultura. São famílias que estão sem renda, impedidas de trabalhar por causa da pandemia do coronavírus. O socorro é para dar o mínimo de dignidade para que essas pessoas possam sobreviver”, explicou Eduardo da Fonte.


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25/05


2020

Emerson Kapaz analisa crise em live do blog

Ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, gestão Mario Covas, e ex-deputado federal por SP, fundador e dirigente do Pensamento Nacional das Bases Empresariais (PNBE), da Fundação Abrinq e do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), o empresário Emerson Kapaz é o convidado da live pelo Instagram do blog amanhã, às 19 horas. Em pauta, os perversos efeitos da pandemia do coronavírus na economia do País.

Imperdível!


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25/05


2020

Em nota, Bolsonaro diz que não interferiu na PF

O presidente Jair Bolsonaro divulgou uma nota, hoje, para dizer que não interferiu na Polícia Federal e que acredita no arquivamento do inquérito autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar o caso.

O inquérito foi aberto em abril, após Sergio Moro anunciar a demissão do Ministério da Justiça alegando que Bolsonaro interferiu na corporação ao demitir o então diretor-geral, Maurício Valeixo, e cobrar a troca na chefia da PF no Rio de Janeiro.

Na semana passada, se tornou público o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril. Conforme Moro, a gravação mostra a tentativa de interferência do presidente.

"Nunca interferi nos trabalhos da Polícia Federal. São levianas todas as afirmações em sentido contrário. Os depoimentos de inúmeros delegados federais ouvidos confirmam que nunca solicitei informações a qualquer um deles. Espero responsabilidade e serenidade no trato do assunto", afirmou o presidente em um trecho da nota.

"Por questão de Justiça, acredito no arquivamento natural do Inquérito que motivou a divulgação do vídeo. Reafirmo meu compromisso e respeito com a Democracia e membros dos Poderes Legislativo e Judiciário", acrescentou. Leia a íntegra da nota do presidente Bolsonaro:

Diante da recente divulgação do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril do corrente ano, pontuo o seguinte:

1. Mantenho-me fiel à proteção e à defesa irrestritas do povo brasileiro, especialmente os mais humildes e aos que mais precisam. Sinto-me bem ao seu lado e jamais abrirei mão disso.

2. Nunca interferi nos trabalhos da Polícia Federal. São levianas todas as afirmações em sentido contrário. Os depoimentos de inúmeros delegados federais ouvidos confirmam que nunca solicitei informações a qualquer um deles.

3. Espero responsabilidade e serenidade no trato do assunto.

4. Por questão de Justiça, acredito no arquivamento natural do Inquérito que motivou a divulgação do vídeo.

5. Reafirmo meu compromisso e respeito com a Democracia e membros dos Poderes Legislativo e Judiciário.

6. É momento de todos se unirem. Para tanto, devemos atuar para termos uma verdadeira independência e harmonia entre as instituições da República, com respeito mútuo.

7. Por fim, ao povo brasileiro, reitero minha lealdade e compromisso com os valores e ideais democráticos que me conduziram à Presidência da República. Sempre estarei ao seu lado e jamais desistirei de lutar pela liberdade e pela democracia.

Brasília, 25 de maio de 2020.

Jair Messias Bolsonaro

Presidente da República


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Fernandes

Coaf abriu caminho a retrocesso no combate à corrupção, dizem especialistas. Partiu do Coaf o relatório que originou a investigação sobre a evolução patrimonial do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Bom mesmo foi ver a imprensa perplexa sem saber o que dizer depois da divulgação do vídeo. Somente no outro dia começou a inventar, com sempre, ilações contra o Presidente. Foi a fita que vai reeleger Bolsonaro. Bem, se ainda existir candidatos da esquerda pois do jeito que vai, estarão todos na cadeia por corrupção.

Fernandes

O desespero de Bolsonaro é vê o cerco se fechando para ele e seus aliados.

Fernandes

NINGUÉM É MESMO OBRIGADO A PRODUZIR PROVA CONTRA SI.



25/05


2020

FBC sobre vídeo: “A montanha pariu um rato”

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou, hoje, que a divulgação do vídeo da reunião ministerial não confirma suposta tentativa de interferência na Polícia Federal pelo presidente Jair Bolsonaro. Para o senador, o vídeo não comprova as alegações feitas pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro de que teria sofrido constrangimento ou que o presidente teria feito pressões ilegítimas sobre os trabalhos da Polícia Federal. De acordo com o líder, o caso será arquivado.

“Ficou muito claro e evidente que, em nenhum momento, o presidente da República buscou interferir e pressionar o ex-ministro da Justiça. Isso ficou tão cristalino, que a repercussão feita por analistas e juristas é que, de fato, a montanha pariu um rato, ou seja, não se tem elementos de prova para sustentar as alegações do ex-ministro”, disse Fernando Bezerra Coelho, durante sessão remota do Senado.

Ele ressaltou ainda que, durante a reunião ministerial de 22 de abril, Sergio Moro pediu o reconhecimento dos avanços conquistados pelo governo federal no combate à corrupção e solicitou a alocação de recursos para as ações de enfrentamento à violência no Plano Pró-Brasil, que será lançado após o país atingir o pico de contágio do coronavírus.

“O que se viu na divulgação do vídeo é que, em nenhum momento, o ex-ministro da Justiça se manifestou como tendo sido atacado, pressionado ou deixado transparecer qualquer constrangimento ao estar participando daquela reunião. Ao contrário, ele pediu que fossem dados os créditos dos avanços conseguidos pelo governo nas operações de combate à corrupção e pedia, inclusive, a atenção do ministro Braga Netto, coordenador do Plano Pró-Brasil, para que alocasse recursos para o combate à violência e à corrupção”.


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25/05


2020

Editorial analisa vídeo que expõe a reunião ministerial

No Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, o meu editorial foi sobre a divulgação do vídeo da reunião entre Bolsonaro e seus ministros e os efeitos da sua exibição em meio a pandemia do novo coronavírus. Vale a pena conferir!

O Frente a Frente tem como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, em Jaboatão dos Guararapes.


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25/05


2020

Exame de Toffoli para covid-19 dá negativo

O exame do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, para covid-19, doença provocada pelo coronavírus, deu negativo, informou a assessoria da Corte, hoje.

O boletim médico da equipe que atendeu ao ministro informou que Toffoli vai fazer novos exames para descartar a hipótese de um falso negativo. Enquanto isso, ele ficará internado.

O ministro está estável, respira sem ajuda de aparelhos e, nas últimas horas, apresentou melhoras nos sintomas respiratórios.

Toffoli foi internado no sábado (23) para passar por uma cirurgia para drenagem de abscesso no sábado (23). Durante a internação, o ministro apresentou sinais que sugeriram possível infecção pelo coronavírus.


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25/05


2020

Barroso toma posse como novo presidente do TSE

Do G1

O ministro Luís Roberto Barroso tomou posse, hoje, como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na mesma cerimônia, o ministro Luiz Edson Fachin tomou posse como novo vice-presidente.

Barroso e Fachin também são ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Barroso substituirá a ministra Rosa Weber à frente da Corte e presidirá o tribunal pelos próximos dois anos.

Caberá a Barroso e a Fachin comandar o TSE durante as próximas eleições municipais. O pleito está previsto para outubro, e Barroso já disse ver "risco real" de adiamento em razão da pandemia do novo coronavírus.

A cerimônia

Em razão da pandemia, a solenidade de posse aconteceu de forma diferente. No plenário da Corte – que costuma ficar lotado de políticos e juristas em cerimônias como essa – estavam presentes somente ministros e alguns servidores do TSE. As demais autoridades participaram da cerimônia de forma virtual.

Acompanharam a posse de Barroso à distância e pela internet o presidente da República, Jair Bolsonaro, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, entre outros. A solenidade foi transmitida pela internet e pela TV Justiça.


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25/05


2020

Sancionada lei que transforma Embratur em agência

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei que transformou o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) em agência. A sanção foi publicada no "Diário Oficial da União" de hoje.

Com a lei, a Embratur passa se chamar Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, com status de serviço social autônomo.

A mudança permite que a Embratur continue vinculada ao governo, mas possa receber dinheiro privado para desenvolver ações de promoção do turismo.

Na prática, a transformação já está em vigor já que a mudança havia sido feita por medida provisória, que tem força de lei.


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