Faculdade de Medicina de Olinda 2

12/06


2019

Julio Cavalcanti pede desfiliação do PTB

Em carta endereçada ao presidente estadual do PTB, José Humberto Cavalcanti, o ex-deputado estadual Julio Cavalcanti pediu, hoje, desfiliação do partido. De acordo com o ex-parlamentar, que agradeceu a estadia na legenda, o motivo para o desligamento é por não estar exercendo nenhum cargo público e para que possa se dedicar integralmente a novos projetos pessoais. Confira abaixo o documento na íntegra:

Ao Ilustríssimo José Humberto Cavalcanti

Presidente do Diretório Estadual do Partido Trabalhista Brasileiro

Sr. presidente,

Atendendo a um convite de lideranças do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), no ano de 2010, alistei-me no quadro de filiados do partido, onde fui muito bem recebido e exerci dois mandatos de deputado estadual, onde executei com entrega e empenho máximos as missões que me foram confiadas.

Contudo, nesse momento em que, por opção pessoal, não ocupo mais nenhum cargo público, venho solicitar oficialmente à direção estadual do PTB a minha desfiliação dos quadros do partido, para que possa me dedicar integralmente a novos projetos pessoais.

E, nesta despedida, gostaria de manifestar que considero a minha estadia nos quadros do partido rica e produtiva, e reiterar que parto para novos caminhos agradecido a todos os que fazem o PTB, sobretudo a Vossa Excelência, pela convivência republicana e pelo respeito às posições por mim manifestadas.

Seguimos adiante, partilhando o sonho de dias melhores para Pernambuco e o País. Agradeço o apoio, as parcerias e boa convivência.

Um grande abraço,

Julio Cavalcanti

Recife, 12 de junho de 2019


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14/10


2019

Brasi fora da OCDE: mais que derrota

Foto: Reuters | Reprodução

O Globo  

Por Ascânio Seleme

 

Perder é ruim, perder para a Argentina é pior . A máxima do narrador e “filósofo” Galvão Bueno serve muito bem agora para explicar o vexame do governo Bolsonaro ao ser ignorado pelos Estados Unidos na carta de indicações para a OCDE.

O presidente e seus assessores explicaram que foi uma simples questão de “ timing ” e que a indicação do Brasil virá em um ano, um ano e meio. 

Pode ser, mas diante da instabilidade retórica e emocional de sua excelência, vai ser difícil ver seu pleito aprovado pela França de Macron ou a Alemanha de Merkel. Enquanto isso, a Argentina segue mesmo caindo aos pedaços.


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13° Bolsa Familia

14/10


2019

Equador: decreto da alta dos combustíveis é revogado

Clima no Equador vai de tensão e protestos a alívio e comemoração. Após negociação com indígenas, o presidente revogou o decreto que retirava o subsídio aos combustíveis.

Indígenas comemoram fim do decreto dos combustíveis, em Quito - Martin Bernetti/AFP

Folha de S. Paulo  - Sylvia Colombo

Quando Lenín Moreno, presidente do Equador, e Jaime Vargas, líder indígena, terminaram de falar, na primeira parte do diálogo iniciado às 17h30 (19h30 em Brasília) deste domingo (13), os equatorianos estavam desconsolados. Ouviam-se algumas panelas batendo nos edifícios, e as fogueiras do acampamento de El Arbolito, epicentro dos protestos em Quito, se faziam notar por sua usual fumaça negra.

Durante a primeira rodada de intervenções, os dois líderes pareciam muito longe de chegar a um acordo sobre o decreto do governo que retirava o subsídio aos combustíveis, motivo que ocasionou a onda de protestos. O presidente equatoriano dizia que o decreto era necessário porque quem lucrava com ele eram “os contrabandistas, os narcotraficantes, gente que já tem muito dinheiro”. Estava tenso e com tom desafiador.

Já o presidente da Conaie, que congrega as principais agremiações indígenas, foi também duro em suas respostas. Com a cara pintada e as roupas típicas, afirmava encarando Moreno que não haveria negociação de paz possível se o decreto não fosse derrogado na mesma noite.
Enquanto isso ocorria, o assunto nas ruas de Quito era como iria ser uma nova semana com distúrbios, as aulas estavam suspensas há onze dias, boa parte do comércio fechado, e a cifra de mortos vinha aumentando. O cheiro de fumaça e de gás lacrimogêneo impedia o trânsito dos pedestres na região central, e as dificuldades para locomoção deixou negócios e turistas parados.

A demora de ambos em voltar para finalizar a negociação não parecia bom agouro. Os indígenas retornaram antes à mesa, enquanto Lenín Moreno demorava. Depois de mais de uma hora de espera, o mandatário retornou com outro aspecto. Estava com olhar mais brando, a fala mais pausada. Por fim, anunciou a derrogação do decreto.

As ruas de Quito foram tomadas pela festa. Por volta das 23h (13h de Brasília), indígenas estavam correndo desde o parque El Ejido e pela avenida 6 de Dezembro, gritando “ganhamos, ganhamos!”. Outros subiam em caminhonetes e rodavam pelo local. 

Nos bairros de classe média, pessoas que haviam ficado o dia inteiro em casa desciam, conversavam em grupos. O toque de recolher ficou para trás. Ainda que governo e indígenas tenham a obrigação de conversar e chegar a um acordo sobre o novo decreto, e a rivalidade de Moreno com Rafael Correa continue a nublar o cenário, a segunda-feira começou no Equador com um alívio generalizado e uma esperança de um retorno ao cotidiano.


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Prefeitura de Limoeiro

14/10


2019

Ato por "Lula livre" toma Avenida Paulista em São Paulo

Manifestantes pedem "Lula livre" em protesto em São Paulo. As principais lideranças do PT, como Gleisi Hoffmann e Fernando Haddad, participaram do ato na avenida Paulista.

Manifestantes em ato pró-Lula na avenida Paulista, em São Paulo (13/10/2019) (Rahel Patrasso/Reuters)

Da Veja - Por Estadão Conteúdo

 

Apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniram na avenida Paulista, em São Paulo, desde o início da tarde deste domingo, 13, para protestar contra a condenação do ex-presidente. Lula responde pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e está preso em Curitiba desde 7 abril de 2018.

A manifestação foi convocada pelo Comitê Nacional Lula Livre e tem como objetivo denunciar falhas no processo que levou à prisão do ex-presidente, após condenação em segunda instância no caso do triplex do Guarujá.

Participaram do ato lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT) como a presidente e deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), o candidato derrotado à Presidência pelo partido em 2018, Fernando Haddad, e o vereador Eduardo Suplicy. A deputada Luiza Erundina (PSOL-SP) e Guilherme Boulos também estiveram lá. Os manifestantes levaram um grande boneco com os dizeres “Lula livre” e se concentraram em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp).

No final de setembro, procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato entregaram à juíza Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena do petista, uma manifestação pedindo a transferência de Lula para o regime semiaberto. Como resposta, ele escreveu uma carta respondendo que não aceita “barganhar” seus direitos e sua liberdade.


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13/10


2019

Bolsonaro: mestre em desperdiçar oportunidades

Foto: Osid e AFP/Arquivo/fonte:Correio

O Estado é laico

 

Presidente, que não foi à canonização de Irmã Dulce, é mestre em desperdiçar oportunidades

O Globo - Por Ascânio Seleme

 

O presidente Jair Bolsonaro tem razão. O estado é laico e ele não precisava mesmo ter ido a Roma para a cerimônia de santificação da irmã Dulce, a primeira brasileira a virar santa da Igreja Católica. Não importa se o Estado mandou o vice e três aviões da FAB repletos de autoridades, o presidente se deu o direito de não prestigiar a consagração. Não se pode criticá-lo por esta razão. A menos que se considere que há um mês ele foi ao maior templo da Igreja Universal, em São Paulo, ajoelhou-se aos pés do bispo Macedo para ser abençoado por um dos mais notórios charlatões do Brasil. E ainda rezou e chorou.

Francamente , Bolsonaro é mestre em desperdiçar oportunidades. Pode não ser praticante, pode não ser fiel, pode ser apenas da boca para fora, mas o seu currículo informa que ele é católico romano. Mesmo tendo cara e jeito de evangélico, o que não é nenhum demérito, o pai de Flávio, Carlos e Eduardo é católico. Não se conseguiria reunir argumento melhor para participar da cerimônia no Vaticano. Seria um ganho enorme sob qualquer ângulo que se observe, até pelo respeito e pela circunspecção que o ato envolve.

Mas, não , Jair Bolsonaro preferiu ficar no Brasil, batendo boca com o major Olímpio e com o Luciano Bivar. Aliás, nem sei. Talvez até o major tenha ido na comitiva do Hamilton Mourão a Roma. O fato é que a maior autoridade brasileira deu uma banana ao Papa Francisco e a Santa Dulce dos Pobres. Para um governante que baseia todo o seu discurso em Deus e na família, sua ausência na festa desta manhã parece um descarrilamento de trem de alta velocidade.

Mas como tudo em Bolsonaro tem razões explícitas, fica fácil explicar sua desfeita. Da mesma forma que ele atacou Raoni pelo fato de o cacique ter se encontrado com o presidente da França, Emmanuel Macron, que o capitão julga ser seu desafeto, agora ele esnoba a santa porque o Papa resolveu fazer um sínodo sobre a Amazônia. Imagine, deve ter pensado Jair, não vou colocar azeitona na empada do Papa. Parece um raciocínio ridículo, não vou me ofender se você disser isso, mas será que ele está muito distante das cavernas vazias que ocupam a cabeça do presidente?


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Magno coloca pimenta folha

13/10


2019

Barris no litoral do NE: governo pede explicações a Shell

Derramamento de petróleo

Governo quer que a Shell explique aparecimento de barris no litoral nordestino. Empresa diz que barris são de lubrificante, e não de óleo, e nega que tenham relação com as manchas do Nordeste.

Foto/fonte: Brasil247

Folha de S. Paulo - Thiago Resende

 

O governo quer que a Shell explique o aparecimento de barris ligados à empresa no litoral do Nordeste.

Os barris, que têm a inscrição de um lubrificante fabricado pela empresa, foram encontrados na praia da Formosa, em Sergipe. O esclarecimento sobre o achado foi requisito pelo Ibama, a pedido do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente).

A Shell Brasil esclarece que o conteúdo original dos tambores não tem relação com o óleo cru encontrado em diferentes praias da costa brasileira. "São tambores de lubrificante para embarcações, produzido fora do país. Ibama está ciente do caso", disse a empresa em nota.

A equipe do presidente Jair Bolsonaro ainda busca repostas a respeito das manchas de óleo em praias do Nordeste brasileiro. O número de pontos atingidos pelo derramamento de petróleo tem aumentado nos últimos 30 dias, mas ainda não se sabe a origem do vazamento.

Análises do Ibama e da UFBA (Universidade Federal da Bahia) apontaram que o óleo é venezuelano, o que o governo do país nega. Em comunicado conjunto, o Ministério do Petróleo e a empresa estatal de petróleo PDVSA disseram que não receberam nenhum relato de clientes ou subsidiárias sobre vazamentos de petróleo perto do Brasil.

Simulações de computador feitas por pesquisadores indicam que a origem das manchas de óleo nas praias do Nordeste está no alto-mar, a pelo menos 400 km da costa.


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Banner de Arcoverde

13/10


2019

BNDES: banco gasta milhões com ex-executivos

Os milhões gastos pelo BNDES com seus ex-executivos

Lucas Tavares | Agência O Globo
O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
PoR Gabriel Mascarenhas

 

As trocas de comando em órgãos públicos têm um preço, quase sempre, superlativo. O BNDES gastou entre janeiro e agosto de 2019 — ano de estreia de governo e, portanto, recheado de substituições — R$ 3,9 milhões com ex-integrantes da sua diretoria: quase R$ 500 mil por mês.

Nessa fatura entram quarentenas, distribuições de lucros e outros benefícios previstos nos contratos dos executivos, pagos retroativamente.

Só para acertar as contas com o passado recente, entre janeiro e agosto, o BNDES desembolsou cerca de R$ 750 mil aos seus últimos três ex-presidentes.

Joaquim Levy já levou R$ 150,8 mil depois de ter sido demitido por Bolsonaro, em junho. Dyogo Oliveira, desligado ao fim do governo Michel Temer, em dezembro, recebeu R$ 546,1 mil neste ano. O antecessor dele, Paulo Rabello de Castro, exonerado em março do ano passado, levou R$ 58,3 mil em retroativos ao longo de 2019.


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13/10


2019

Rede de academias: oito clientes presos na Lava Jato

Rede de academias já conta oito clientes presos na Lava Jato. Alunos tiveram que cancelar matrícula na Bodytech de Brasília.

Foto: Emily Almeida / Agência O Globo                                                            Foto/fonte: terça livre
Época - Guilherme Amado

 

As quatro filiais da Bodytech de Brasília já contabiliza oito alunos que tiveram que cancelar suas matrículas por terem sido presos na Lava Jato.

O curioso é que um dos donos do empreendimento, Alexandre Acioly, também foi citado na Lava Jato, em meio às investigações contra Aécio Neves.


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13/10


2019

Governador do Rio pode parar no PSL

Witzel pode parar no PSL

Daniel Marenco | Agência O Globo
O Globo por Gabriel Mascarenhas

 

Se o clã Bolsonaro abandonar o PSL, corre o risco de deixar o partido de mão beijada para um adversário declarado: Wilson Witzel.

O governador do Rio de Janeiro não descarta sair do PSC para disputar a presidência em 2022 e enxerga PSL, PP e Solidariedade como destinos viáveis.

Bolsonaro não esconde mais o que sente por Witzel


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13/10


2019

Brasil se distancia de consensos dos direitos humanos

Sem fazer lições de casa, Brasil se distancia de consensos dos direitos humanos. O levante contra a candidatura brasileira na ONU e a publicação do ministro da Educação contra uma jornalista podem ser lidos, no contexto político, como sintoma e causa.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, em café da manhã com jornalistas Foto: Jorge William / Agência O Globo

Época - Por Giulliana Bianconi

 

Na mesma semana em que quase 200 organizações da sociedade civil se reuniram para lançar manifesto contra a reeleição do Brasil no Conselho de Direitos Humanos da ONU para o período de 2020-2022, mais uma jornalista foi atacada nas redes sociais com discursos violentos e misóginos após uma voz do governo Bolsonaro, a do ministro Abraham Weintraub (da Educação), expor o nome da profissional na rede social Twitter e desqualificá-la. A mensagem que alavancou os ataques contra ela foi publicada após a insatisfação do ministro com uma reportagem veiculada no Estado de S. Paulo.

Ao colocar a repórter no centro da mensagem (ou seria fogueira?), Weintraub protagonizou um ataque à pessoa física, e não ao veículo ou mesmo à reportagem. Se o levante contra a candidatura brasileira na ONU e a publicação do ministro contra a jornalista são dois fatos que parecem distantes e não-relacionados, podem ser lidos, no contexto político, como sintoma e causa. São atitudes como essa de Weintraub que reforçam a leitura de que o Brasil está na contramão de sua tradição universalista que reconhece os direitos humanos como proteção para todos. 

A liberdade de expressão é um direito consagrado como essencial à realização e proteção de todos os direitos humanos, e no dia a dia do trabalho de cada jornalista é fundamental que não haja intimidação por quaisquer partes, principalmente pelo governo - que deveria resguardar tais direitos - no sentido de não tolher essa liberdade. É isso que garante que a informação de interesse público chegue ao público e que o jornalismo cumpra a sua função social. Mas o que se vê no momento é bem diferente: há um sinal verde para o ataque direto a jornalistas, que inevitavelmente aciona o ativismo conservador, esse que tem sua vertente mais odiosa nas milícias digitais. Quando se trata de um “alvo” mulher, os ataques vêm carregados de xingamentos e ameaças que denotam desprezo pela condição de mulher, o que é caracterizado como misoginia.

Jornalistas têm sido tratados como inimigos, adversários, independentemente do gênero, quando não seguem a narrativa “oficial”. A intimidação vale também para pesquisadoras, educadoras, ativistas. Uma das principais referências da pesquisa em direitos reprodutivos e humanos no Brasil, a cientista Débora Diniz, se sentiu em risco real e, mesmo tendo denunciado os ataques à polícia, decidiu sair do país para não lidar diariamente os ataques das milícias virtuais e seguir trabalhando e produzindo conhecimento à distância. 

Confira a íntegra aqui:  Sem fazer lições de casa, Brasil se distancia de consensos ...


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Comentários

Wellington Antunes

Vergonha para o mundo



13/10


2019

Brasil e OCDE: vale o escrito, não o que Trump fala

Foto/fonte: Brazilian Voice

Por Calos Brickmann

 

Muy amigo

Bolsonaro acreditou que, fazendo uma série de concessões a seu ídolo Donald Trump, conquistaria o status de aliado preferencial dos americanos. O Brasil foi duríssimo na ONU ao apoiar a posição dos EUA com relação à Venezuela, o filho do presidente se fez fotografar com o boné de propaganda de Trump, e Trump, em troca, prometeu apoio à pretensão brasileira de entrar na OCDE, Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Mas, em carta à OCDE, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, só citou Argentina e Romênia entre os candidatos à OCDE. Brasil, nem sonhar..

Trump garantiu a Bolsonaro que sua promessa continua valendo e disse que a carta de seu secretário de Estado era fake news. Só que é uma carta, escrita, assinada pelo Governo americano, e a promessa de Trump é verbal. Mas o problema não é só esse: a Europa quer expandir rapidamente a OCDE, para garantir maioria de votos, e os EUA querem um avanço mais lento. Por isso propuseram só dois candidatos, Argentina e Romênia. o que a Europa não pode aceitar: por vários motivos, precisa colocar também a Bulgária. Se o Brasil for proposto, abre-se espaço para a Bulgária, o que Trump não quer.

Logo, vale o que Pompeo escreveu, não o que Trump falou. Simples assim.

E faz falta

Para o Brasil, entrar na OCDE seria excelente: as normas do grupo exigem estatísticas precisas, normas rígidas de combate à corrupção, padrões iguais de legislação. Para os investidores (especialmente fundos), estar na OCDE dá a um país um selo de boas práticas comerciais e segurança jurídica. Quem sabe um dia o presidente Trump, nosso muy amigo, muda de ideia?


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13/10


2019

Caiado deixa hospital em SP após angioplastia

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado passou por angioplastia e colocou um stent para desobstruir um vaso sanguíneo.

Ronaldo Caiado — Foto: GloboNews

Do G1

 

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), recebeu alta no começo da tarde deste domingo (13) e deixou o Hospital Sírio-Libanês, no Centro de São Paulo, após passar por procedimentos cirúrgicos no coração na última quinta-feira (10).

Caiado passou por um cateterismo, uma angioplastia e teve um stent colocado para desobstruir um vaso sanguíneo, segundo o Sírio.

De acordo com a assessoria do governador, "todos os exames realizados atestaram o restabelecimento completo da saúde do governador, que ficará na casa das filhas em São Paulo".

Ele deve retomar a agenda institucional em Goiás na terça-feira (15).

Após sentir dor no peito e ser internado no Hospital do Coração, em Goiânia, Caiado, de 70 anos, foi transferido na última quarta-feira (9) para o Hospital Sírio-Libanês.

Ele havia sido internado no Hospital do Coração no início da tarde de quarta-feira. Segundo a assessoria de imprensa do político, ele passou por uma avaliação médica e exames, que descartaram infarto.

Segundo a assessoria, Caiado estava trabalhando quando sentiu a dor. Ele passou mal no Palácio das Esmeraldas, sede oficial do governo.


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13/10


2019

Em evento, Damares compara esquerda ao diabo

Em evento conservador, Damares compara esquerda ao diabo e atribui eleição de Bolsonaro a "Tupã". Ministra levou público à euforia e rebateu declaração de arcebispo em Aparecida sobre direita ser "violenta e injusta"
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos, Damares Alves, em evento em Brasília Foto: Jorge William / 16-08-2019

O Globo - Por Guilherme Caetano

 

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves , conseguiu uma façanha neste sábado. Apesar da enorme concorrência com celebridades da direita na conferência conservadora CPAC Brasil, foi seu fervoroso discurso que levou o já empolgado público à euforia.

Entre aplausos frequentes, Damares comparou a esquerda ao diabo, rebateu a fala de um arcebispo em sermão na missa de Aparecida neste sábado e insuflou a direita a se organizar contra o "mal". Mesmo com a presença do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Damares foi a conferencista mais aplaudida e ouviu coro de "fica! Fica!" antes de deixar o palco.

A ministra abriu o discurso citando a declaração dada pelo arcebispo Dom Orlando Brandes, horas mais cedo, em missa no Santuário Nacional de Aparecida. O religioso criticou "o dragão do tradicionalismo" e afirmou que a direita é "violenta e injusta" .

Damares disse que o arcebispo deve "estar com medo de nós, que somos terrivelmente cristãos".

— O conservadorismo vai dar certo. O povo de bem se levantou e agora está governando esta nação — declarou ela, sendo aclamada pelo público.

Ela rasgou elogios ao CPAC Brasil, que definiu como um divisor de águas na história do conservadorismo no Brasil, e não poupou disparos contra a esquerda.

— Para a tristeza da esquerda nunca se defendeu tanto direitos humanos como hoje no Brasil. O presidente machista só neste ano já sancionou seis leis de proteção à mulher. Chora, esquerda! Aceita que dói menos.

Ataques à esquerda

Em seguida, Damares alertou o público sobre as estratégias da esquerda para voltar ao poder e pediu organização à direita para impedir esse movimento. Damares comparou a esquerda ao diabo.

— Não podemos subestimar o outro lado. Eles estão à espera para poder usurpar o poder novamente. Nós não podemos subestimar o Cão. Não podemos subestimar o mal. Vamos ter que começar a ocupar as câmaras de vereadores e prefeituras, ouviram? Precisamos sair daqui com isso em mente — disse.

O restante do discurso foi repleto de críticas a deputados de esquerda, como Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Jean Wyllys (PSOL-RJ) e ao PT, além de referências ao seu famoso bordão "meninos vestem azul, meninas vestem rosa".

A ministra recebeu aplausos a cada frase de efeito. O público pedia que ela ficasse mais sempre que mencionava o tempo curto para falar. Na reta final, Damares ainda teve tempo de atribuir a eleição de Jair Bolsonaro a uma vontade divina. Falando sobre o que afirmou ser um domínio da esquerda sobre a vontade dos povos indígenas, ela arrancou gritos de "Fora, Raoni".

— Tupã ouviu o choro dos curumins e disse: chega! E então elegemos Jair Bolsonaro. A eleição dele interrompeu um ciclo de sofrimento e dor. Este país não vai mais suportar ser governado por sanguinários da esquerda — declarou — Pode bater, esquerda. Quanto mais bate, mais esse governo cresce.

Em seguida, foi encoberta pelos aplausos e por um coro decorado. "Homem nasce homem, mulher nasce mulher, na nossa família você não vai poder mexer".


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13/10


2019

Defesa de Lula avalia usar decisão do STF

Motivo é para impedir ida ao semiaberto.

Foto: Felipe Gonçalves/247

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

A defesa de Lula começou a alinhavar teses que podem ser usadas para impedir a Justiça do Paraná de decretar a progressão para o semiaberto. Entre as opções que serão levadas ao petista está a que prega o uso de decisão na qual o Supremo, em agosto, vetou transferência do ex-presidente para Tremembé (SP) sob o argumento de que ele aguarda a conclusão do julgamento de um habeas corpus na corte. Uma ideia é sustentar que qualquer mudança antes deste veredito do STF seria precipitada.

Esse habeas corpus que está no Supremo e pode ser usado pela defesa de Lula é o que questiona a imparcialidade do ex-juiz Sergio Moro. O julgamento do caso foi iniciado, mas o ministro Gilmar Mendes pediu vista.

Outra linha que será apresentada pelos advogados como opção ao ex-presidente é a que aponta a solicitação dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato para que Lula migre para o regime semiaberto como ilegítima, já que a suspeição deles também é questionada na Justiça pelo petista em um outro habeas corpus.

Por fim, se ainda assim a juíza Carolina Lebbos decidir autorizar a migração de Lula para o regime semiaberto, a defesa do petista entende que ele não está obrigado a cumprir qualquer condição legal.

Tal concepção estaria amparada no artigo 113 da Lei de Execuções Penais, que diz que “o ingresso do condenado em regime aberto supõe a aceitação de seu programa e das condições impostas pelo juiz”. O advogado Cristiano Zanin visita Lula nesta segunda (14) e só deve finalizar a resposta à Justiça na sexta (18). 


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13/10


2019

Grupo armamentista realiza eventos pelo país

O grupo também faz lobby em Brasília, mas se diz "traído" por Bosonaro. Instituto defende a comercialização de armas de fogo sem barreiras impostas pelo Estado e tem canal no YouTube para falar de armas e políticas.

Produtos personalizados do grupo armamentista Instituto DEFESA Foto: Instituto DEFESA
Época - Por Victor Calcagno

 

Ser uma espécie de National Rifle Association (ou NRA, na sigla em inglês), maior grupo armamentista dos Estados Unidos com forte lobby na política pró-armas e que clama ter mais de 5 milhões de membros, talvez seja o sonho dos cerca de 2 mil integrantes parceiros do brasileiro Instituto DEFESA. A organização, com representantes em todo o país, defende desde 2011 a comercialização de armas de fogo sem barreiras impostas pelo Estado, tem interlocução com alguns parlamentares em Brasília, organiza eventos de introdução e conscientização sobre defesa pessoal e se diz desiludida – e até “traída” - com o resultado prático das políticas do governo atual sobre armamento.

Fundado pelo atual presidente Lucas Silveira no Paraná como resposta à campanha do desarmamento praticada pelo governo federal, a organização tem, segundo ele, 200 mil inscritos no site, de forma gratuita. Menos de 1% deles é membro premium, e pagam mensalidades de R$ 15.

A carteirinha dá direito a descontos em lojas de armamento e clubes de tiro associados, além de cursos táticos em instituições parceiras (a organização não possui oficialmente estandes de tiro ou comercializa armamentos, por se reservar ao ativismo). O dinheiro vai para a confecção de faixas, panfletos, materiais de divulgação e eventuais viagens a Brasília para sessões de interesse no Congresso, além de eventos que pretendem criam a tão sonhada “cultura de armas” que esperavam ver defendida com mais ímpeto pelo presidente Jair Bolsonaro.
Nessas ocasiões, tanto aficionados por pólvora quanto novatos no manejo de pistolas se reúnem com curiosidade para ouvir palestras e ter contato com esse tipo de armamento, como no caso do “Estande Rosa”, reunião dedicada às mulheres que aconteceu em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em agosto.

Mesmo com chuva, ventania, céu escuro e algumas das temperaturas mais baixas em todo o ano no Rio, um grupo de 40 pessoas composto por jovens, casais, adolescentes, idosos e famílias com bebê se reuniu às 9h de um domingo para ouvir mensagens sobre proteção, autoestima e integridade. Com instrutores de pistola na cintura, conversas sobre “fazer um desenho na minha Glock” e vestimentas táticas, de roupas camufladas a botas bordadas com fuzis AR-15, o evento era o sexto organizado na cidade pelo Instituto DEFESA e o primeiro dedicado às mulheres.

Confira a íntegra da reportagem aquiGrupo armamentista faz eventos pelo país e lobby em Brasília ..


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13/10


2019

Lobão dedica música a Olavo de Carvalho

Rompido com Bolsonaro, Lobão faz música para Olavo de Carvalho: "Todo tolo não entende o horizonte"

Foto/fonte: Folha Centro Sul

O Globo - Coluna de Ancelmo Gois 
Por Ana Cláudia Guimarães

 

Lobão, que rompeu com os bolsonaristas, escreve uma música dedicada a Olavo de Carvalho, o guru dos toscos. Uns versos: “Todo tolo não entende o horizonte/ nem os mistérios do céu/ Satisfaz-se feliz com blefe/ De qualquer fariseu/ E o dia amanhece tranquilo/Com a graça de Deus/ E os segredos do homem sozinho/Ele chama de eu...”.

Para o polêmico músico, o governo “é bem pior do que eu pensava. Esperava que a parte mais liberal, moderna e elegante da direita desse o ar da sua graça. O Sergio Moro é fraquinho. O Paulo Guedes é uma decepção”.

"60 anos a mil"

Aliás, Bolsonaro será um dos personagens da biografia de Lobão. É que o livro “50 anos a mil”, que fez o maior sucesso quando foi lançado, será atualizado. Na nova versão, o presidente entra nos capítulos que o cantor acabou de escrever sobre os últimos dez anos.


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