FMO janeiro 2020

31/12


2018

PF investiga ameaças à posse

A Polícia Federal cumpre, hoje, sete mandados de busca e apreensão em São Paulo, Goiás e Distrito Federal relacionados às ameaças de atentados durante a posse de Jair Bolsonaro, que acontece nesta terça-feira. As ameaças partiram de um grupo que se denomina de Maldição Ancestral, que assumiu a autoria, na semana passada, da colocação de um artefato explosivo em um prédio em Brazlândia, cidade-satélite de Brasília.

“Se a facada não foi suficiente para matar Bolsonaro, talvez ele venha a ter mais surpresas em algum outro momento, já que não somos os únicos a querer a sua cabeça. (…) Dia 01 de Janeiro de 2019 haverá aqui em Brasília a posse presidencial, e estamos em Brasília e temos armas e mais explosivos estocados…”, diz uma mensagem no site do suposto grupo terrorista.


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Comentários

Fernandes

Faltam apenas poucas horas para o Brasil entrar em 1964. FELIZ ANO VELHO.

Fernandes

Se tu acha que o teu 2019 vai ser difícil. imagina o do teu presidente que tá 3ª idade e vai ter que trabalhar pela 1ª vez na vida! Bom retorno a 1964 Compas ...

marcos

Artigo, Enio Mainardi - A bússola aponta para um novo norte. Bolsonaro já está diplomado, junto com o Mourão. E empossado no primeiro dia de janeiro. - Recado ao PT: não vai adiantar vocês engendrarem outra tentativa de assassinato do Bolsonaro. Porque o Mourão pode ser ainda pior para vocês. - A massa que votou no PT, começou a ouvir o despertador tocar. E muitos acordarão, entendendo o que um novo Brasil está para acontecer. - O destronamento do Magno Malta foi um triste aviso, dramático. Ele caiu em desgraça por agir como os políticos costumavam fazer, no passado. - A pancadaria da esquerda começou: e como resposta o Coaf provocou seu próprio suicídio, ao desafiar o governo com velhas bandalheiras. - O Trump virá ao Brasil, no começo do ano. Um empréstimo já está ajustado. As engrenagens da nova relação Brasil-Estados Unidos soarão como uma marcha fúnebre para a esquerda. - Israel está junto, forma-se agora um novo eixo do poder mundial. - Cuba treme. O polo comunista que ia se formatando na América do Sul vai ter que ser duramente revisado, se eles quiserem sobreviver. - A velha classe política brasileira com seus acordos e corrupções não está conseguindo pegar uma alça de oportunidade neste novo governo. - A democracia se alimenta da educação e da renovação política, essa é a nossa verdadeira revolução. - O golpe militar no Brasil já foi dado. E as Forças Armadas revisam a situação secundária a que foram relegadas nos governos anteriores. - A Justiça fica cada vez mais forte com o Moro e seu time. - E o STF está jogando na mesa suas últimas fichas, para garantir posições cada vez mais criticadas pela sociedade: como está, não vai durar. - A burocracia comunistóide vai cair, despencando como pulgas dedetizadas dos pelos de um cachorro infestado. - O Brasil dividido em sesmarias corruptas e ONGs vendidas, serão atacadas e perderão a guerra - com ou sem o apoio de governos de esquerda. - A pobreza do povo se contrapõe aos gordos contracheques da classe política que tornou em lei os seus privilégios. Isso vai acabar. - A expulsão “diplomática”do Mais Médicos revelou mais a força corruptora dos cubanos do que mil discursos demagógicos. - Aos poucos, a força da esquerda nos meios de comunicação vai diminuir e desaparecer com os cortes nas verbas governamentais. - Novas políticas formarão novos homens, dispostos a reerguer o Brasil do pântano em que estava enterrado. Boa sorte para nós!

marcos

Nos governos do PT só os Bandidos podem ter Armas, agora o cidadão Treinado poderá Possuir sua Arma!

Fernandes

No Brasil todo mundo sabe. O Demônio chegou. 2019 ano das trevas.


Abreu e Lima

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06/04


2020

A caneta de Magno é venenosa e envenenada

Por Mariana Teles* 

Magno é sertanejo. Essa condição inicial faz dele um farejador nato. Herda, das raízes do Pajeú seco de água e inundado de talento, a coragem, ingrediente que faz do jornalista um legítimo escravo da informação. Sua caneta, apesar de eleger a política como principal alvo, não se permite se resumir a ela. Ao contrário, o veneno e a acidez do seu texto são ponderados pela poesia e a leveza das suas impressões. Mesmo na mais delicada notícia, ele consegue (como bom malabarista) equilibrar o tom cirúrgico e pouco econômico com a brandura de quem escreve contemplando a Catedral de Afogados da Ingazeira.

Seu jornalismo é um jornalismo cidadão. Feito para incomodar, para só deixar a gente sair de casa depois da primeira leitura do seu blog. Sem baixar a guarda, é um exímio criador de fatos. Perseguidor da informação e igual menino ruim, que conhece onde a mãe esconde o doce pelo faro, ele sabe acertar no alvo. 

Sua habilidade não é só de comunicar, seja na mídia impressa ou na vanguarda do blog que fez de sua história um marco temporal que divide a notícia do Nordeste na internet entre dois períodos: antes de Magno e depois de Magno. 

A escola martiniana de comunicação criou uma geração de blogueiro. Até motorista virou volante de notícia. Sua escola é para ser sim criticada, pois o jornalismo que não incomoda ou não perturba a crítica, é apenas diapasão dos que estão no poder, e o poder para Magno é a informação.

Maugno, Maligno... ou qualquer batismo feito, é simplesmente o atestado que Pernambuco (Estado que o fez campeão de títulos de cidadania em quase todos os municípios) possui nos seus quadros de talentos um amante da comunicação, um sertanejo que usa seu espaço e sua credibilidade para descortinar tantos outros sertanejos. 

Na década de 1990, quando assumiu a surcusal do Diário de Pernambuco em Brasília fez questão de levar Valdir Teles (meu pai) e João Paraibano para inauguração, prova inconteste da força do Pajeú em sua história.

Para nós, sertanejos e desbravadores do Recife, Magno funciona como uma espécie de padrinho sem conhecer ou saber quem é o afilhado: basta ser sertanejo. De conseguir cirurgia e transferência de paciente do interior para capital apenas com uma ligação, até apresentar os novos talentos. Essa gratidão é muito genuína de todos nós, seus irmãos do Pajeú. 

Nem as trevas eventuais que a vida nos impõem conseguiram retirar a singularidade de Magno em nosso Estado, apenas reforçou a lacuna de qualidade de texto, independência e informação. O espaço é seu. Nunca deixou de ser. A liderança é atemporal. Ademais, quem abre tantos caminhos entende mais de abrir janelas do que de fechar portas.

Parabéns pelos 14 anos colocando Pernambuco a frente do Nordeste, e o Pajeú falando ao País pela sua caneta, ora venenosa e envenenada, ora lírica e poética, mas sempre genial.

Parabéns meu amigo, não se pode contar a história da comunicação em Pernambuco sem passar pelo seu nome.

*Advogada e poetisa


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06/04


2020

Saúde propõe reduzir isolamento em algumas regiões

Por G1

O Ministério da Saúde propõe reduzir parcialmente o isolamento em cidades e estados com metade dos leitos e estrutura de saúde vagos. A medida, de acordo com o boletim divulgado nesta segunda-feira (6), passaria a valer na segunda-feira (13).

A partir da próxima semana, portanto, cidades com mais de 50% da capacidade de atendimento médico disponível poderiam passar do Distanciamento Social Ampliado (DSA) para uma transição ao Distanciamento Social Seletivo. Veja a diferença entre os dois tipos de isolamento e o bloqueio total (lockdown), de acordo com documento do ministério:

. Distanciamento Social Ampliado (DSA): Estratégia que não tem limitações apenas para grupos específicos - todos os setores da sociedade devem permanecer em isolamento.
. Distanciamento Social Seletivo (DSS): Apenas alguns grupos ficam isolados. Pessoas com menos de 60 anos e sem condições que elevam o risco de casos graves poderão circular livremente.
. Bloqueio total (lockdown): Nível mais alto de segurança com distanciamento de todos os cidadãos e também um bloqueio total de todas as entradas do perímetro da cidade/estado/país por profissionais de segurança. Ninguém tem permissão de entrar ou sair.

As cidades que não apresentarem mais de 50% dos leitos vagos, entre outros critérios médicos, deverão manter o Distanciamento Social Ampliado até a estabilização do sistema de saúde.

"Hoje publicamos informações sobre o Distanciamento Social Ampliado, Distanciamento Social Seletivo, e Bloqueio Total (lockdown). As medidas são temporárias, localizadas e o governo federal está fazendo de tudo para que elas sejam minimizadas ao máximo possível", disse nesta segunda-feira Wanderson Oliveira, secretário de vigilância em saúde do ministério, em entrevista a jornalistas.

A apresentação da nova estratégia ocorre após uma mudança de tom de Jair Bolsonaro a respeito do isolamento social. Na terça-feira (31), o presidente fez pronunciamento em rede nacional em que não criticou diretamente as medidas do Ministério da Saúde. No domingo (29), no entanto, passeou por Brasília e entrou em contato com cidadãos da cidade. A pasta e o presidente têm discordado sobre as medidas de isolamento no combate ao coronavírus no Brasil.

O colunista do G1 Gerson Camarotti informou nesta segunda-feira que o ministro Luiz Henrique Mandetta desabafou a interlocutores depois de tomar conhecimento de uma fala de Jair Bolsonaro.

O presidente teria dito que alguns ministros viraram "estrelas" e falam "pelos cotovelos". Bolsonaro teria afirmado também que a caneta dele funciona. Sem mencionar nomes, disse que "a hora deles [em referência a esses ministros] ainda não chegou. Vai chegar".

"Ameaça não dá. O presidente tem de tomar uma decisão", afirmou Mandetta, segundo interlocutores, em telefonemas aos ministros Braga Neto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) defende o isolamento social como uma das principais medidas para o combate ao vírus. A suspensão da medida deve, segundo o órgão internacional, respeitar uma série de fatores, com uma estratégia de transição cuidadosa e gradual. (veja reportagem acima)

A infectologista Joana D’Arc reforçou que o afrouxamento das medidas de isolamento só deve ser implementado se houver estoque suficiente de equipamentos. Ela avalia que mudar a situação atual pode colocar tudo a perder.


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Prefeitura de Serra Talhada

06/04


2020

Proposta proíbe demissão de ministro e secretários de saúde durante covid-19

Do Blog Falando Francamente

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 54/20 proíbe a demissão imotivada do ministro da Saúde e de secretários estaduais e municipais da área durante a vigência da lei que trata das ações para conter o vírus (Lei 13.979/20).

Pelo texto, os chefes das pastas de saúde só poderão sair por renúncia, condenação transitada em julgado ou descumprimento injustificado das orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), ouvidos os conselhos Nacional de Saúde, Federal de Medicina e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“A investidura a termo para o cargo de dirigente máximo da Saúde visa assegurar a continuidade de orientação e independência técnica do órgão que assume relevante papel científico e de interlocução com a comunidade científica”, afirmou o autor da proposta, deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA).

Segundo ele, o enfrentamento da pandemia passa por decisões científicas que exigem a permanência no cargo dos responsáveis pela pasta para proteger a saúde da população.

Normas gerais

O projeto estabelece normas gerais para enfrentar a calamidade pública decretada por causa da pandemia de Covid-19.

Segundo Passarinho, a insegurança jurídica sobre a aplicação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) durante a pandemia e frágil coordenação federativa no enfrentamento ao vírus são os principais motivos da proposta. “A sociedade clama por respostas urgentes, mas legitimamente pactuadas na federação em prol do efetivo enfrentamento da pandemia”, disse.

Segundo o texto, o enfrentamento da calamidade é uma responsabilidade solidária da União, estados e municípios e deve ser feito de forma transparente e proporcional ao máximo de recursos disponíveis.

O projeto dispensa União, estados e municípios de respeitarem as regras da LRF, desde que a expansão da despesa seja por causa de medidas emergenciais em razão do estado de calamidade. Assim, os entes poderão ir além dos limites da LRF para despesa com pessoal ou dívidas e não precisarão seguir as regras de contingenciamento.

A flexibilização da LRF vale, porém, somente para despesas relacionadas diretamente com medidas emergenciais para áreas como saúde, assistência social, segurança pública e seguro-desemprego. Também são vedadas despesas de caráter continuado, ou seja, que se prolonguem por mais de dois anos.

Renúncia de receita

O texto permite a renúncia de receita tributária para reduzir os efeitos econômicos da pandemia de Covid-19. Para isso, o Poder Público precisará demonstrar a necessidade de ampliar eventual benefício e divulgar o impacto fiscal e beneficiários em até 60 dias.

Os governos federal, estaduais e municipais deverão ampliar o número de pessoas atendidas em programas de transferência de renda pela flexibilização de regras cadastrais.

A comissão mista criada para seguir os gastos e as medidas tomadas pelo governo federal no enfrentamento da pandemia de Covid-19 também deverá acompanhar as ações nacionais coordenadas pelos entes.

O projeto suspende também reajuste de servidores ou criação de cargos e qualquer concurso. A exceção é para atender à necessidade temporária de interesse público, como a convocação de novos profissionais de saúde.

O grupo tripartite com representantes da saúde de União, estados e municípios – previsto na Lei Orgânica da Saúde, deve coordenar o levantamento de demandas sanitárias e as respectivas respostas.

O texto cria ainda uma central nacional de regulação de leitos públicos e privados em unidades de tratamento intensivo (UTI) sob responsabilidade do Ministério da Saúde.

Fonte: Agência Câmara de Notícias


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06/04


2020

Mandetta: governo se reposiciona para enfrentar covid-19

Por G1

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou nesta segunda-feira (6), em entrevista coletiva no ministério, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro e ministros no Palácio do Planalto, que permanecerá no cargo.

De acordo com o Blog do Camarotti, Bolsonaro havia decidido demitir o ministro, mas voltou atrás depois da reação de ministros do governo, dos presidentes de Senado e Câmara e de parlamentares.

O motivo que levou o presidente Jair Bolsonaro a cogitar a demissão de Mandetta foram as divergências públicas de ambos a respeito das estratégias para conter a velocidade do contágio pelo novo coronavírus. O presidente defende o que chama de "isolamento vertical", ou seja, isolar somente idosos e pessoas com doenças graves, que estão no grupo de risco, a fim de não paralisar a economia. O ministro é a favor do isolamento amplo, adotado por governadores, pelo qual a recomendação é que as pessoas se mantenham em casa.

Segundo Mandetta, a reunião no Planalto serviu para demonstrar que agora o governo 'se reposiciona' em relação ao enfrentamento a novo coronavírus.

"A reunião foi muito produtiva. Foi uma reunião muito boa, acho que o governo se reposiciona de ter mais união, foco. Todos unidos em direção ao problema", declarou.

O ministro chegou a afirmar que ele e auxiliares já estavam "limpando as gavetas".

"Tinha gente aqui dentro limpando gaveta, pegando as coisas. Minhas gavetas, vocês ajudaram a fazer a limpeza das minhas gavetas. Nós vamos continuar porque, continuando, a gente vai enfrentar o nosso inimigo. O nosso inimigo tem nome e sobrenome: é o covid-19", afirmou. E voltou a repetir: "Médico não abandona paciente. Eu não vou abandonar", declarou o ministro.

Na entrevista coletiva, Mandetta também afirmou que não tem receio de crítica, mas que as críticas devem ser "construtivas", sem tentativa de criar "dificuldade no ambiente de tabalho".

"Trabalhamos o tempo todo com transparência nos números, nas discussões e nas tomadas de decisão. Não temos receio de crítica. A crítica construtiva enobrece e nos faz rever e dar um passo à frente. Gostamos da crítica construtiva. O que temos diferente é quando, em determinadas situações ou determinadas impressões, as críticas não vêm no sentido de construir, mas para trazer dificuldade no ambiente de trabalho", afirmou.

Paz e imprensa

Mandetta também disse esperar ter "paz" para continuar à frente do ministério. "Infelizmente, começamos com mais um solavanco a semana de trabalho. Esperamos que a gente possa ter paz para poder conduzir", declarou.

Sem citar casos específicos, Mandetta disse ainda que a orientação no Ministério da Saúde é ter "foco", independentemente de "barulhos" que surjam no momento.

"Esses barulhos que vêm ao lado: 'Fulano falou isso, Beltrano falou aquilo'. Esquece isso. Isso está do lado. Apesar dos pesares, foco aqui. Foi o que disse para eles", afirmou.

Em outro momento, destacou o papel da imprensa na cobertura e disse que todos estão dando "dose de sacrifício".

"Agradeço à imprensa que cobra o Ministério da Saúde. Sabemos do momento que está passando o país. Sabemos da importância de permanecer, ajudar. Está todo mundo fazendo sua dose de sacrifício. Nós também daremos nosso sacrifício, nosso quinhão a mais de colaboração, até quando formos importantes, nominados ou até quando o presidente queira", afirmou.

Servidores

Pouco antes de encerrar a fala, Mandetta se dirigiu aos servidores do ministério e afirmou que eles não devem parar o trabalho enquanto ele não determinar isso.

"Não é para parar enquanto eu não falar que é para parar. Quando eu deixar o ministério, vamos colaborar com quem entrar. Mas vamos sair juntos do Ministério da Saúde", afirmou se dirigindo aos servidores que se encontravam na sala da entrevista.

Mandetta também se dirigiu aos servidores para dizer: "Vocês que saíram todos de suas salas, saíram para fazer choro, bater panela, voltem a trabalhar".

Segundo o ministro, ele seguirá no cargo "com o máximo de esforço". Ao afirmar que o dia foi "emocionalmente muito duro para todos" e que ele estava "um pouco mais apreensivo", destacou que irá "tocar em frente como o velho boiadeiro tocando a boiada".

Ao encerrar a entrevista, Mandetta disse que, se Bolsonaro quiser substituí-lo e à equipe atual do ministério, "que encontre as pessoas certas".

"A gente está aqui para ajudar. Mesmo que venha outro, a gente está aqui para ajudar", disse.


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O Jornal do Poder

06/04


2020

Confirmada barriga do Globo. Mandetta fica!

O renomado jornal O Globo entrou para história, hoje, ao ser o primeiro a noticiar a barriga (notícia falsa) de que o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, seria demitido, nesta tarde, pelo presidente Jair Bolsonaro. Pelo seu tempo no mercado e por sua credibilidade, logo após soltar a notícia, vários veículos puxaram a informação do Globo e também noticiaram a possível demissão do ministro.

O que intriga é saber que, segundo o Globo, “a informação foi confirmada ao jornal por dois auxiliares do presidente da República”. Seriam esses auxiliares desinformados ou mal-intencionados?


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Banner de Arcoverde

06/04


2020

Mourão diz que Mandetta “segue no combate”

O vice-presidente Hamilton Mourão disse, há pouco, que a reunião que contou com ministros e com o presidente Jair Bolsonaro tratou de cenários futuros para flexibilizar o isolamento, e disse que Luiz Henrique Mandetta segue no Ministério da Saúde.

“Mandetta segue no combate, ele fica. Tratamentos de cenários, como a flexibilização do isolamento, no futuro”, encerrou Mourão.


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Prefeitura de Limoeiro

06/04


2020

Não recomendo ter Magno como inimigo

Por Edinho Barbosa *

O Magno é um ser incomum. Posso falar dele, pela minha experiência no trato, que talvez não sirva de modelo pra ninguém. Nos conhecemos em 2006. Atravessamos momentos tensos, depois estabelecemos uma relação respeitosa no trabalho, entre nós, como jornalistas, profissionais de comunicação.

Até hoje, não teve uma pisada de bola comigo e espero que da mesma forma, eu com ele. Não recomendo tê-lo como inimigo. Quanto à qualidade, tem pena forte. Nenhum fica tanto tempo com tantos leitores e ouvintes se não tiver valor. 14 anos.

Parabéns, amigo Magno. A epidemia é muito grave, que a misericórdia de Omulu guarneça você e os seus leitores e ouvintes por muitos e muitos anos mais. Que a luz de Jesus, salve a humanidade.

Pelo amor de Deus, fiquem em casa.

*Jornalista e publicitário nacional


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Shopping Aragão

06/04


2020

São Paulo tem panelaço em apoio a Mandetta

São Paulo registrou, na tarde de hoje, um panelaço em apoio ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Segundo convocação que circulou por mensagens no celular, o protesto foi em apoio à permanência de Mandetta no cargo.

Mandetta e o presidente Jair Bolsonaro estão se “bicando”, nas palavras do presidente, desde o começo da pandemia do coronavírus. Mandetta defende a linha da Organização Mundial de Saúde (OMS) para combater o vírus, enquanto o presidente pede uma flexibilização do confinamento argumentando que o isolamento prejudica a economia.

Os protestos foram registrados em bairros como Pinheiros, Butantã e Vila Madalena, na Zona Oeste, e Bela Vista, Jardins e Cerqueira César, no Centro, onde as foram às janelas gritar palavras de ordem contra o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), enquanto o Ministério da Saúde anunciava os novos números contra o coronavírus no Brasil.

Mandetta não participou da coletiva porque o presidente Jair Bolsonaro convocou uma reunião ministerial com 17 ministros, às 17h desta segunda-feira, mesmo horário das coletivas que atualizam os números do avanço da infecção no País.

Com as manifestações desta segunda-feira, São Paulo chegou ao 19 º dia de panelaços. As primeiras manifestações contrárias a Bolsonaro ocorreram em 17 de março.


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Comentários

marcos

Herança maldita: Mandetta renova contratos de publicidade de R$ 1bilhão firmados no governo Dilma De forma silenciosa e sem o aval do planalto, o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta renovou contratos de publiciade que ultrapassam R$ 1 bilhão com agências de publicidade que alimentam a mídia contra o presidente Jair Bolsonaro. Não é a toa, que Mandetta virou o ministro queridinho da extrema imprensa, pois o Ministério da Saúde escoa recursos para empresas de comunicação como Globo e Band que de forma orquestrada firmaram parceria em novembro com a China Media Group, estatal de comunicação do gigante asiático - braço midiático do Partido Comunista da China. O núcleo de jornalismo investigativo do Agora Paraná teve acesso aos contratos firmados pela licitação 02/2016 sob o comando da ex-presidente Dilma Roussef realizado pelo processo número 25000089360201568. O pregão apresenta fortes indícios de fraude. O direcionamento da licitação realizado no governo Dilma é tão explícito que as quatro empresas que foram consideradas aptas a participar do certame foram vencedoras de fatias de R$ 256 mil cada, ou seja, ultrapassando a casa de R$ 1 bilhão. Diretor de Comunicação de Mandetta comandou ASCOM do goverto do PT O contrato bilionário foi renovado de forma silenciosa, sem o aval do presidente da República em uma estratégia do chefe da Comunicação do Ministério da Saúde, Ugo Braga, que foi ligado por anos aos governos lulopetistas. O Diretor de Comunicação Social de Mandetta foi Secretário de Comunicação do governo PT no DF, comandado por Agnelo Queiroz e chegou a se desentender com uma ala petista ligada e se aliou a José Roberto Arruda, pivô do mensalão do DEM. Ugo Braga é o chefe da Comunicação do Ministério da Saúde de Mandetta, mas foi nomeado para este cargo ainda no governo Michel Temer e na mudança de governo conseguiu permanecer no cargo em um acordão com o democratas e partidos de esquerda, sem o conhecimento de Jair Bolsonaro e com aval de Mandetta. O ego do Ministro da saúde inflou e ele quer enfrentar o presidente Jair Bolsonaro, se escondendo atrás das mesmas mídias bancadas por ele. Mandetta está se achando o garoto propaganda do Coronavírus e sabe que sua queda é iminente, por isso aproveita cada dia para se tornar mais midiático, sem se preocupar com os empregos e com a comida na geladeira dos brasileiros. https://www.agoraparana.com.br/noticia/heranca-maldita-mandetta-renova-contratos-de-publicidade-de-r-1bilhao-firmados-no-governo-dilma



06/04


2020

Meu editorial no Frente a Frente – 06/04/2020

Se você perdeu o Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, em Jaboatão dos Guararapes, escute agora o meu editorial.


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06/04


2020

Generais fecham posição contra demissão de Mandetta

O Antagonista

Os generais Braga Netto, Luiz Ramos, Fernando Azevedo e Silva e o almirante Flávio Rocha fecharam posição contra a demissão de Luiz Henrique Mandetta.

Eles aconselharam Jair Bolsonaro a reconsiderar sua decisão em razão de uma série de consequências negativas, dentre elas o risco de que um pedido de impeachment viesse a ser acolhido pelo Congresso Nacional.

Na reunião, que terminou há pouco, os militares deixaram Mandetta defender-se das acusações de radicalismo na defesa da tese do isolamento, contrariando posição de Bolsonaro, e minimizaram as queixas dos setores da economia que estão sofrendo mais com as restrições.


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06/04


2020

Globo pode ter dado uma grande barriga

Pelo menos até o fechamento desta edição, o jornal O Globo pode entrar para a história da maior barriga (notícia falsa) da era Bolsonaro, ao noticiar que o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, seria demitido no final da tarde. Seus repórteres chegaram a informar até o sucessor de Mandetta: o ex-ministro Osmar Terra.

O presidente está reunido, neste momento, com seu Ministério e deve confirmar que não defenestrou Mandetta. Este é um dos principais assuntos do jornal O Poder, que chega aos seus assinantes pelo celular daqui a pouco, às 19 horas. Se você ainda não é assinante de O Poder, entre agora no seu site e se cadastre: www.jornalopoder.com.br


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06/04


2020

Deputado pede volta do Programa de Aquisição de Alimentos

Hoje, o deputado estadual Fabrizio Ferraz encaminhou à Superintendência Regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) uma solicitação para a retomada do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA – Especial da Caprinovinocultura, em Pernambuco. O principal objetivo do programa é garantir a compra de alimentos da produção local, com dispensa de licitação, e destinar às pessoas que se encontram em risco de vulnerabilidade social e/ou em estado de insegurança alimentar e nutricional. De acordo com Ferraz, a iniciativa irá incentivar a produção familiar, garantindo a manutenção da comercialização, além de assegurar a todos o acesso à alimentação

“Diante da crise que estamos enfrentando devido à pandemia do novo coronavírus, é imperioso que medidas alternativas sejam adotadas, sobretudo para a manutenção do emprego e subsistência das classes mais frágeis. Neste cenário de paralisação e incertezas, somado às dificuldades projetadas pelos produtores rurais e suas famílias, não há dúvidas de que salvar a estrutura econômica é fundamental para viabilizar a travessia deste momento”, defendeu Ferraz.

O PAA é uma das ações do governo federal para a Inclusão Produtiva Rural das famílias mais desamparadas e vem sendo executado por estados e municípios em parceria com o Ministério da Cidadania e Conab. “Já obtivemos êxito com a implantação do programa em Pernambuco em 2013 e agora precisamos retomar esse projeto. Vamos enfrentar o problema juntos, pensando em quem mais precisa. Se continuarmos unidos e resolutos, muito em breve teremos superado os tempos difíceis”, concluiu Fabrizio Ferraz.


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06/04


2020

“Ameaça não dá”, desabafa Mandetta a ministros

Blog do Camarotti

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, desabafou a interlocutores depois de tomar conhecimento de uma fala do presidente Jair Bolsonaro para apoiadores, na noite de ontem, na portaria do Palácio do Alvorada.

Bolsonaro disse que alguns ministros viraram "estrelas" e falam "pelos cotovelos". O presidente afirmou também que a caneta dele funciona. Sem mencionar nomes, disse que "a hora deles [em referência a esses ministros] ainda não chegou. Vai chegar".

"Ameaça não dá. O presidente tem de tomar uma decisão", afirmou Mandetta, segundo interlocutores, em telefonemas aos ministros Braga Neto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) depois da manifestação de Bolsonaro, transmitida ao vivo por uma rede social.

Aos dois ministros, Mandetta teria afirmado que, se na entrevista coletiva diária desta segundas-feiras sobre o balanço da epidemia de coronavírus no país, fosse questionado sobre o assunto, iria responder. E de forma "dura".

O ministro, no entanto, não participou da entrevista porque, no mesmo horário, estava entre os ministros convocados para uma reunião com o presidente no Palácio do Planalto.

Bolsonaro e Mandetta tiveram divergências públicas em razão das estratégias para conter a velocidade do contágio pelo novo coronavírus. O presidente defende o que chama de "isolamento vertical", ou seja, isolar somente idosos e pessoas com doenças graves, que estão no grupo de risco, a fim de não paralisar a economia. O ministro é a favor do isolamento amplo, adotado por governadores, pelo qual a recomendação é que as pessoas se mantenham em casa.

De forma reservada, Mandetta tem se declarado "magoado" com ataques a ele e a familiares nas redes sociais bolsonaristas.

No início da tarde desta segunda-feira, segundo informou a agenda oficial, Bolsonaro se reuniu no Planalto com quatro ministros (Braga Netto, da Casa Civil; Ernesto Araújo, das Relações Exteriores; Jorge Antonio de Oliveira, da Secretaria-Geral; Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo; Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional; e com deputado Osmar Terra (MDB-RS), ex-ministro da Cidadania, que é médico e compartilha da tese de Bolsonaro, contrária ao isolamento social amplo como forma de combater o coronavírus.


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marcos

Herança maldita: Mandetta renova contratos de publicidade de R$ 1bilhão firmados no governo Dilma De forma silenciosa e sem o aval do planalto, o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta renovou contratos de publiciade que ultrapassam R$ 1 bilhão com agências de publicidade que alimentam a mídia contra o presidente Jair Bolsonaro. Não é a toa, que Mandetta virou o ministro queridinho da extrema imprensa, pois o Ministério da Saúde escoa recursos para empresas de comunicação como Globo e Band que de forma orquestrada firmaram parceria em novembro com a China Media Group, estatal de comunicação do gigante asiático - braço midiático do Partido Comunista da China. O núcleo de jornalismo investigativo do Agora Paraná teve acesso aos contratos firmados pela licitação 02/2016 sob o comando da ex-presidente Dilma Roussef realizado pelo processo número 25000089360201568. O pregão apresenta fortes indícios de fraude. O direcionamento da licitação realizado no governo Dilma é tão explícito que as quatro empresas que foram consideradas aptas a participar do certame foram vencedoras de fatias de R$ 256 mil cada, ou seja, ultrapassando a casa de R$ 1 bilhão. Diretor de Comunicação de Mandetta comandou ASCOM do goverto do PT O contrato bilionário foi renovado de forma silenciosa, sem o aval do presidente da República em uma estratégia do chefe da Comunicação do Ministério da Saúde, Ugo Braga, que foi ligado por anos aos governos lulopetistas. O Diretor de Comunicação Social de Mandetta foi Secretário de Comunicação do governo PT no DF, comandado por Agnelo Queiroz e chegou a se desentender com uma ala petista ligada e se aliou a José Roberto Arruda, pivô do mensalão do DEM. Ugo Braga é o chefe da Comunicação do Ministério da Saúde de Mandetta, mas foi nomeado para este cargo ainda no governo Michel Temer e na mudança de governo conseguiu permanecer no cargo em um acordão com o democratas e partidos de esquerda, sem o conhecimento de Jair Bolsonaro e com aval de Mandetta. O ego do Ministro da saúde inflou e ele quer enfrentar o presidente Jair Bolsonaro, se escondendo atrás das mesmas mídias bancadas por ele. Mandetta está se achando o garoto propaganda do Coronavírus e sabe que sua queda é iminente, por isso aproveita cada dia para se tornar mais midiático, sem se preocupar com os empregos e com a comida na geladeira dos brasileiros. https://www.agoraparana.com.br/noticia/heranca-maldita-mandetta-renova-contratos-de-publicidade-de-r-1bilhao-firmados-no-governo-dilma



06/04


2020

Médica pró-cloroquina no gabinete de crise

Portal CNN

O presidente Jair Bolsonaro convidou a médica Nise Yamaguchi para integrar o gabinete de crise de combate ao coronavírus. O convite foi feito durante um almoço, hoje, do qual participaram alguns ministros e o deputado federal Osmar Terra.

A missão de Nise será reunir toda a produção científica sobre a cloroquina no Brasil e no mundo e liderar um processo de flexibilização da legislação sobre cloroquina de modo que facilite sua prescrição sobre pacientes. “Meu principal objetivo é que médico e paciente possam ter liberdade de prescrever e receber o medicamento”, afirmou.

Na conversa com a CNN, Nise disse que a aposta principal é a utilização da cloroquina em pacientes novos, que estejam no início da infecção. “A cura é o uso precoce”, disse.


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06/04


2020

Barriga ou verdade?

Informações que acabo de receber de Brasília dão conta de que o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pode até cair, mas não seria hoje e que a fonte do jornal O Globo teria passado uma barriga. Vamos aguardar!

A notícia só será confirmada após a reunião ministerial que vai iniciar, daqui a pouco, no Palácio do Planalto. Inclusive, com a presença dos presidentes dos bancos estatais.


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