Governo de PE

30/11


2018

Apressado: Senado corre e aumenta seus servidores

Senado já incorpora reajuste do STF aos salários de seus servidores que ultrapassam o teto

Daniela Lima – Painel - Folha de S.Paulo

Uma pequena parcela do impacto que o aumento nos salários dos ministros do STF terá nos cofres públicos já pode ser contemplada. O Senado incorporou o reajuste nas folhas de pagamento do 13º de servidores que estão no topo da carreira e batiam no teto da remuneração, que agora subiu para R$ 39,2 mil. A Casa também rodou uma folha suplementar para incluir a diferença nos ordenados já pagos em 21 de novembro –a complementação dos valores será quitada em dezembro.

Com a sanção do reajuste, a lei que estabelece o novo salário dos ministros do Supremo entrou em vigor imediatamente, abrindo espaço para esse tipo de medida. Em alguns órgãos, como no Ministério Público Federal, o reajuste só será pago a partir de 2019 porque não está previsto no Orçamento.

Procurada, a assessoria do Senado confirmou a implementação da diferença e informou que o “pagamento da segunda parcela do 13º ocorrerá no dia 3 de dezembro”. A compensação pelos salários de novembro que já foram pagos virá no dia 5 de dezembro.


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Prefeitura do cabo

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25/08


2019

Papa Francisco na luta pela Amazônia

Papa Francisco vai engrossar a luta pela Amazônia.

Foto de 23 de agosto de 2019 | Carl DE SOUZA/AFP

O Globo - Por Ancelmo Gois

Pelo menos até outubro, a política ambiental de Jair Bolsonaro estará sob pesada artilharia, e não só porque o período de queimadas da Amazônia vai até esse mês.

Além disso, entre 6 e 27 de outubro será realizado o chamado “Sínodo da Amazônia”, convocado pelo Papa Francisco, que, dia desses, fez um apelo a líderes mundiais para “salvar a floresta amazônica”.

Mas, até lá, o papa deve ouvir a opinião de alguns prelados brasileiros. Certamente será um dos temas da conversa, por exemplo, com o cardeal-arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, que viaja quarta ao Vaticano e que conhece bem o Norte do Brasil — entre 2004 e 2009, ele foi arcebispo metropolitano de Belém do Pará.

 


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Detran

25/08


2019

Presidente da AEB: "Comunicação do governo falhou"

"A comunicação do governo falhou", diz presidente eda AEB. Segundo dirigente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, país irá sofrer comercialmente por conta das queimadas.

 Foto: JOSÉ PATRÍCIO / ESTADÃO CONTEÚDO

Época - Por Nathalia Passarinho

 

Canadá, França, Alemanha, Finlândia... Diversos países se manifestaram de maneira contundente sobre incêndios na Amazônia. Alguns chegaram a defender boicotes a produtos agrícolas brasileiros e a derrubada do acordo comercial firmado entre o Mercosul e a União Europeia (UE).

Para o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, a "comunicação falha" do governo serviu de combustível para que países concorrentes do Brasil no setor agrícola utilizassem as queimadas para atacar as exportações brasileiras.

Inicialmente, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, minimizou os incêndios dizendo que eram consequência do período de seca. Depois, o presidente Jair Bolsonaro sugeriu que organizações internacionais estariam por trás do aumento das queimadas, atuando em retaliação à redução de verbas repassadas pelo governo.

Somente na noite de quinta-feira, 22 de agosto, três dias após a imprensa divulgar o aumento de 84% nos incêndios, Bolsonaro fez uma reunião de emergência para discutir a criação de uma força-tarefa e o envio de tropas do Exército para controlar o fogo no Centro-Oeste e Norte do país.

"A gente vê que a comunicação do governo brasileiro nesse caso não foi das melhores. Se tivesse tomado medidas anteriormente, não estaríamos na situação de hoje. A gente tem que admitir que a comunicação falhou", disse Castro em entrevista à BBC News Brasil.

[...] Confira a íntegra da reportagem com a entrevista aqui: "A comunicação do governo falhou", diz presidente da AEB


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Magno coloca pimenta folha

25/08


2019

PT: o futuro do partido, apesar de Lula

O futuro do PT, apesar de Lula

Lula e Gleisi Hoffmann na sede do Instituto Lula, ontem à tarde | Edilson Dantas/Agência Globo

O Globo - Por Lauro Jardim 

 

Lula acabou de enfiar goela abaixo do PT Gleisi Hoffmann na presidência do partido por mais quatro anos. Os companheiros tiveram que engolir.

De qualquer forma, será quase impossível o partido sair das eleições municipais de 2020 pior do que se encontra: hoje, o PT só comanda duas cidades acima de 200 mil eleitores — São Leopoldo (RS) e Araraquara (SP)


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25/08


2019

Lula não quer ir para regime semiaberto

Nem casamento anima LUla a ir para regime semiaberto.  Petista quer a absolvição ou a anulação da sentença.
O ex-presidente Lula Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
Época - Guilherme Amado

 

Enquanto aguarda a definição do julgamento dos embargos de declaração no caso do tríplex no STJ, Lula segue dizendo que não quer sair da cela para ficar em regime semiaberto.

O petista quer a absolvição ou a anulação da sentença.

Segundo seus interlocutores, seria o primeiro caso de condução coercitiva para progressão de regime.

Os que o visitam na carceragem da PF dizem que nem a possibilidade de casar com a socióloga Rosângela da Silva o faz mudar de ideia — plano que segue apesar da mudança dela de Curitiba para Foz do Iguaçu.

Janja, como é conhecida, é servidora da Itaipu Binacional. Morando a 635 km de Lula, a namorada o visita ao menos uma vez por mês desde que deixou a capital do Paraná.

Segundo parecer do MPF, Lula já teria direito direito ao regime semiaberto. A defesa ainda aguarda definição do dia do julgamento.

Nesse processo, ele foi condenado a 8 anos, 10 meses e 20 dias. A expectativa é que esse ocorra em setembro. Na próxima semana, o STF deve avaliar a suspensão do processo sobre o Instituto Lula


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Prefeitura de Limoeiro

25/08


2019

Brasil na fogueira: índios podem gerar outra crise

O Brasil na fogueira

Bolsonaro jogou o Brasil na fogueira.

Queimada em Novo Progresso (PA), na Amazônia | Victor Moriyama/AFP/Greenpeace/23.08.2019

O Globo - Por Bernanrdo Mello Franco

 

As imagens da Amazônia em chamas estão queimando o filme do Brasil no exterior. Com palavras e ações, o governo de Jair Bolsonaro estimulou o avanço dos desmatadores sobre a floresta. Agora o país inteiro está na fogueira, sob risco de sofrer um boicote internacional.

A semana terminou com protestos em embaixadas, críticas de líderes do G7 e manchetes negativas nos principais jornais do mundo. Nossa reputação sofre o maior desastre em 50 anos, definiu o embaixador Rubens Ricupero, ministro do Meio Ambiente no governo Itamar.

É um caso único de haraquiri diplomático. Em menos de oito meses, Bolsonaro conseguiu unir a comunidade científica, os ambientalistas e a opinião pública internacional contra o governo que dirige.

Depois de hostilizar doadores do Fundo Amazônia e tentar culpar as ONGs pelos incêndios, o presidente se refugiou no patriotismo para rebater líderes estrangeiros. Na quinta-feira, ele acusou o francês Emmanuel Macron de expressar uma “mentalidade colonialista” ao condenar a devastação da floresta.

O tom conspiratório foi endossado pela ala militar do governo. O general Villas Bôas falou em “ataque à soberania brasileira”, e o general Augusto Heleno reciclou a tese de que haveria um “movimento mundial” para “frear nosso inevitável crescimento”. Esta é uma conversa antiga, usada pela ditadura para justificar a ocupação predatória da Amazônia.

Além de soar antiquado, o discurso nacionalista não combina com as ações do Planalto. Há menos de um mês, Bolsonaro disse que deseja abrir as terras indígenas para mineradoras americanas. “Por isso eu quero uma pessoa de confiança minha na embaixada”, acrescentou, referindo-se à indicação do filho Eduardo.

Em outro sincericídio, o Zero Três passou um atestado de inadequação à diplomacia ao divulgar um vídeo que chama o presidente da França de “idiota”. Seria melhor entregar a embaixada a Neymar, que tuitou um anúncio de relógio enquanto jogadores europeus se mobilizavam contra as queimadas.

A ofensiva do bolsonarismo contra as terras indígenas pode provocar a próxima crise na reputação do país. Aos 89 anos, o cacique Raoni tem rodado a Europa para denunciar a pressão de garimpeiros e desmatadores sobre os povos tradicionais. Na sexta-feira, ele acusou o presidente de incentivar a destruição da floresta.

“É por isso que os garimpeiros e madeireiros estão colocando fogo”, disse. Raoni se reuniu até com o Papa, mas Bolsonaro se recusa a recebê-lo, alegando que ele “não representa o Brasil”.

Por aqui, o líder indígena Davi Kopenawa tem alertado para o aumento das invasões em território ianomâmi. “O garimpeiro continua porque o Bolsonaro está apoiando ele. Todo mundo sabe”, disse, na sexta-feira. “O garimpo não vai trazer benefício ao povo ianomâmi. Vai trazer doença, cachaça, pistola para matar”, afirmou.

Em debate no Instituto Moreira Salles, o xamã se disse “revoltado” com o presidente. “Ele só sabe mentir, enganar. Está dizendo que a terra é grande, é rica e tem pouco índio. Ele não me engana, não”, avisou.


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Banner de Arcoverde

25/08


2019

Nas reuniões, Maia não consegue desgrudar do celular

Rodrigo Maia abaixa a cabeça e irrita interlocutores.

29/06/2017 | Dida Sampaio / Estadão

O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
Por Gabriel Mascarenhas 


Rodrigo Maia, sempre que pode, marca as reuniões mais importantes na sua residência oficial, longe dos gabinetes da Câmara. Nada contra as dependências do prédio projetado por Oscar Niemeyer. A razão é personalíssima: em casa, Maia não precisa usar terno e gravata, acessório que ele detesta.

Mas é um outro hábito de Maia que costuma irritar deputados e empresários: a enorme dificuldade para desgrudar os olhos do celular enquanto conversa. O grau de atenção à tela varia, obviamente, de acordo com a importância de quem está à sua frente.


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25/08


2019

ONU: Amazônia pode influenciar discurso de Bolsonaro

Foto/fonte: Renova midia

Folha de S. Paulo - Painel 
Por Daniela Lima

 

A crise na região amazônica aumentou a expectativa interna em relação ao discurso de Jair Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, no mês que vem.

Enquanto isso, espera-se que o presidente inicie um período de “panos frios” na política externa para não melar a assinatura do acordo com a União Europeia, prevista para abril de 2020.


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25/08


2019

As crises que ameaçam Ricardo Salles

Além das labaredas amazônicas, o que ameaça Ricardo Salles.

O Globo - Coluna de Lauro Jardim

Por Gabriel Mascarenhas


Ricardo Salles | Jorge William

A situação de Ricardo Salles no Novo caminha para a insustentabilidade.

Dois de seus correligionários, o deputado estadual do Rio de Janeiro Chicão Bulhões e o candidato ao governo fluminense pelo partido no ano passado, Marcelo Trindade, estão entrando com pedido de expulsão de Salles da legenda.

O motivo? Seus meses como ministro falam por si.

 


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25/08


2019

Atentado político em Gravatá

O juiz aposentado Clóvis Corrêa, ex-vereador do Recife, que perdeu o encanto pela política na capital, mas no passado foi ardoroso cabo eleitoral de Bolsonaro, amanheceu muito triste hoje.

O muro da sua fazenda entre Gravatá e Bezerros, verdadeiro outdoor do presidente da República, amanheceu ao chão, virou pó. É não foi derrubado por um tsunami. Ele desconfia que foi proeza dos petistas, que já haviam antes cravado o 13 no tom vermelho em toda extensão da parede.

Pelo visto, a radicalização entre petistas e bolsonaristas está transpondo o território das redes sociais para atentados de tamanha violência material.


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25/08


2019

Restrição das prisões preventivas deve ser aprovada

(Foto: Luis Câmara - Câmara dos Deputados)

Folha de S. Paulo - Painel 
Por Daniela Lima

 

O grupo de trabalho que analisa o pacote anticrime de Sergio Moro deve aprovar proposta que restringe as prisões preventivas. Emenda ao texto do deputado Capitão Augusto (PL-SP) diz que a medida só deve ser aplicada em último caso.

Enquanto isso, Comissão de Constituição e Justiça da Câmara debate na terça (27) projeto que criminaliza o ativismo judicial, definido no texto como a tentativa do Judiciário de usurpar as competências do Legislativo. A proposta será votada pouco mais adiante.


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25/08


2019

Manifestações serão um teste para Moro

Manifestações deste domingo (25) serão um teste para Moro

Folha de S. Paulo - Painel 
Por Daniela Lima

 

As manifestações convocadas por grupos de direita para este domingo (25) serão um teste para Sergio Moro (Justiça).

Como o Planalto decidiu não mergulhar na articulação dos atos ao perceber que eram direcionados ao STF, sobrou a base mais ligada à Lava Jato do que ao bolsonarismo para fazer volume.

O mote do protesto mudou após a repercussão negativa dos chamados com ofensas a ministros do STF. O foco agora é o projeto de lei que pune o abuso de autoridade. Procuradores defendem vetos ao texto.


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25/08


2019

Embaixada de Eduardo: aliados esperam bons ventos

 (Foto: Alex Ferreira - Câmara dos Deputados)

Folha de S. Paulo - Painel 
Por Daniela Lima

 

Senadores que trabalham pela aprovação do nome de Eduardo Bolsonaro para a embaixada do Brasil nos EUA esperam que o clima melhore nas próximas duas semanas para o filho 03 do presidente.

Há promessa de que o Planalto vai dar tração à liberação de emendas e cargos para garantir a votação da reforma da Previdência, o que poderia amolecer também as resistências à indicação de Eduardo.

Apesar da expectativa, dirigentes de partidos dizem duvidar que o governo consiga, com uma negociação, liquidar duas faturas. Esse grupo reitera que a votação de Eduardo vai demandar “esforço à parte do Planalto”.


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25/08


2019

FPA estuda estratégia a ser adotada contra embargos

Foto/fonte: https://fpagropecuaria.org.br/

Folha de S. Paulo - Painel

Por Daniela Lima

 

No grupo de Whatsapp da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) houve intensa discussão sobre a melhor estratégia a ser adotada diante da escalada de ameaças de embargo a produtos brasileiros.

O grupo majoritário avaliou que reclamar abertamente de potenciais prejuízos ao agronegócio daria munição aos estrangeiros contra a produção brasileira.


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25/08


2019

Governo tenta diminuir pressão sobre Salles

(Foto: REUTERS/Adriano Machado)

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

Colegas do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) na Esplanada viram na escolha do general Fernando Azevedo e Silva (Defesa) como porta-voz das ações na Amazônia um sinal de que o governo tenta diminuir a pressão sobre o nome que, até aqui, divide com o presidente “a cara da crise“.

Escolta Salles tem recebido apoio público dos filhos do presidente. Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) defendeu o ministro em suas redes sociais.


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25/08


2019

Partido do presidente estuda criar CPI das ONGs

Foto/fonte Brasil247

Folha de S. Paulo - Por Painel

Por Daniela Lima

 

Com os sinais de que a oposição tenta articular uma CPI para investigar a atuação do governo na crise de queimadas na Amazônia, o PSL, partido de Jair Bolsonaro, discute propor uma Comissão Parlamentar de Inquérito que apure a atuação de ONGs no Brasil. 

A bancada da sigla na Câmara já prepara os termos de um requerimento para pedir assinaturas. Os governistas, com isso, tentam dar fôlego à narrativa do presidente de que organizações não governamentais agem para macular sua gestão.

 


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