FMO

27/11


2018

Prefeitos a Bolsonaro: mais Brasil, menos Brasília

Estadão Conteúdo

Em carta escrita ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) pede que o discurso de "mais Brasil, menos Brasília" feita por ele se transforme em execuções práticas no futuro governo. Reunidos em São Caetano do Sul (SP), prefeitos elegeram as reformas da Previdência e tributária e uma melhor distribuição de recursos aos municípios como demandas prioritárias ao governo federal. O documento foi finalizado na manhã desta terça-feira, 27, e será entregue ao presidente eleito e à sua equipe de transição na próxima semana.

Para os prefeitos, "é urgente e inescapável" um novo pacto federativo para evitar que municípios entrem em colapso financeiro. Uma das prioridades dos gestores é a reforma dos regimes próprios de Previdência. Eles sugerem no documento que as mudanças propostas por Bolsonaro contemplem as aposentadorias de servidores municipais em pontos como idade mínima e tempo de contribuição.

Na reforma tributária, a Frente Nacional de Prefeitos reivindica que o Imposto Sobre Serviços (ISS), cobrado pelas prefeituras, não seja extinto. Os gestores municipais querem que PIS e Cofins, que já estão na base das contribuições federais, sejam fundidos ao IPI e ao ICMS, sem impacto direto na tributação local. 


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Governo de PE

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07/12


2019

O velório de mãe Euza

Meu amigo e irmão Américo Lopes, diretor da Folha de Pernambuco, informa que o velório de sua mãe Maria Euza, que Deus levou, hoje, aos 93 anos, será amanhã, a partir das dez horas, no cemitério Morada da Paz, e o enterro às 16 horas.


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Prefeitura de Paulista

07/12


2019

Demissão de funcionário gera crise no BNDES

Demissão de funcionário acusado de vazar documentos abre nova crise no BNDES.
Empregado do departamento de TI foi demitido por justa causa por ter baixado uma série de apresentações internas do banco.

Foto: Arquivo Agência Brasil
O GLOBO - Por Rennan Setti

 

O BNDES demitiu por justa causa, em novembro, um funcionário de sua área de Tecnologia da Informação (TI) que, segundo sindicância interna, havia copiado vasto número de documentos do banco para seu computador. Segundo apurou O GLOBO, o estopim para a demissão foi o download de uma apresentação sobre transparência, que continha slide elencando "pontos de atenção" para a imagem do banco, entre eles sua reputação junto à mídia e o discurso político sobre ele.

O desligamento foi considerado injusto pela associação de funcionários da instituição (AFBNDES) e abre mais uma crise entre a direção e o corpo técnico do banco.

A apresentação que desencadeou a demissão havia sido mostrada a superintendentes do banco em agosto, logo no início da gestão do presidente Gustavo Montezano. Ela fazia parte de um novo plano de comunicação, que resultaria no projeto BNDES Aberto.

Mas a apresentação acabou sendo disponibilizada, erroneamente, em um diretório público que pode ser acessado por todos os empregados, o chamado diretório X.

Segundo a associação de funcionários, a apresentação circulou entre centenas de empregados depois disso. Isso teria incomodado a direção do banco, que abriu uma investigação interna para apurar o que entendeu ser um "vazamento".

Segundo uma fonte do banco, embora todos possam acessar o X, seus arquivos devem sempre ser considerados sigilosos, a não ser quando há descrição dizendo o contrário.

A apuração identificou um funcionário da TI como aquele que baixou a apresentação do X. Além disso, descobriu que ele tinha grande quantidade de documentos do diretório baixados em seu computador e que teria obtido os arquivos por meio de um software desenvolvido por ele próprio.

Os documentos não teriam a ver com as atividades do empregado no banco, o que foi entendido por superiores como mais um indício de irregularidade.   

O caso foi então analisado por uma sindicância interna, integrada por outros empregados do banco, que confirmou a irregularidade. A direção do banco entendeu que os fatos eram graves o suficiente para uma demissão por justa causa.

Funcionário se diz "injustiçado"

O funcionário demitido, Gustavo Soares, entrou no banco por meio de concurso e trabalhava no BNDES desde 2012.

Em carta aberta publicada nesta sexta-feira, sustenta que foi demitido injustamente e que teve seu direito de defesa negado. Ele negou que tenha programado qualquer tipo de software para copiar arquivos do banco, nem acessou qualquer diretório que estivesse bloqueado.

"Não quebrei senhas ou fiz qualquer esforço nesse sentido. Nunca vazei qualquer informação para fora do banco. Não tive qualquer atitude com intenção de prejudicar o BNDES ou qualquer pessoa", afirmou na carta.

Ele admitiu porém que copiou "manualmente" vários documentos do X "que despertaram minha atenção e que eu analisaria futuramente." Segundo Soares, ele acessava o X como fonte de informação, e seus superiores sabiam disso.

"Acontece que dentre os vários arquivos copiados uma ínfima parte foi considerada como sigilosa, digo considerada porque sequer tive acesso para verificar os arquivos. Eu copiava os arquivos e pastas do X e não analisei todos eles", acrescentou.

De acordo com Soares, há dois anos ele chegou a começar a desenvolver um software para fazer consultas - e não cópias - automatizadas no diretório, mas o programa não foi finalizado e nunca foi sequer executado.

"Sinto que fui utilizado como instrumento para aterrorizar os funcionários. Já ocorreram casos muito mais graves que o meu e que nunca foram tratados dessa forma. Nunca fui advertido em razão de qualquer atitude no Banco e recebi a pena máxima baseado em normas que a maioria na casa desconhece", queixou-se.

A AFBNDES considera que Soares foi demitido "para servir de exemplo" porque o slide contido na apresentação a superintendentes era considerado "comprometedor e poderia criar desagradáveis problemas para o recém-nomeado presidente do BNDES."

O GLOBO apurou que o banco não tem provas de que Soares tenha utilizado os arquivos fora do BNDES.

Procurado pelo GLOBO, o BNDES não quis se pronunciar sobre o caso.


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Prefeitura de Ipojuca

07/12


2019

Abaixo assinado contra nomeação de um olavo-bolsonarista

Biblioteca Nacioanal

O abaixo-assinado contra a nomeação de um olavo-bolsonarista na Biblioteca Nacional

O novo presidente Rafael Nogueira | Reprodução

O Globo - Por Ancelmo Gois

 

O Já contava com mais de 2,2 mil assinaturas, ontem, o abaixo-assinado criado por servidores, no site Change.org, contra a “nomeação política” do olavo-bolsonarista Rafael Nogueira para a presidência da Biblioteca Nacional.

“O cargo de presidente deve ser pautado na experiência profissional e no exigível conhecimento técnico sobre as políticas públicas bibliográficas”, escrevem no texto. “Neste sentido, indicações políticas colocam em risco a preservação da memória nacional e podem comprometer a execução das atividades desempenhadas por esta instituição”.


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07/12


2019

CIDH condena ação da policia em Paraisópolis

Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) condena ação policial que matou nove pessoas em Paraisópolis

Foto: reprodução/Agência O Globo

Agência Brasil

 

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) divulgou nesta sexta-feira (6) uma nota condenando a ação policial em um baile funk em Paraisópolis, na capital paulista, que resultou na morte de nove pessoas no último domingo (1º). A entidade convocou ainda o Estado a reformar seus protocolos de segurança. A CIDH é um órgão autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA) para a promoção e proteção dos direitos humanos no continente americano.

“A comissão condena categoricamente essa ação policial e insta o Estado a iniciar, sem demora, uma investigação séria, imparcial e eficaz dos fatos, orientada a determinar a verdade, assim como a individualização, julgamento e eventual sanção dos responsáveis por esses fatos. Além disso, a comissão lembra ao Estado o seu dever de reparar às vítimas de violência e suas famílias”, diz a nota.

Para o advogado Ariel de Castro Alves, conselheiro do Conselho Estadual de Direitos Humanos (Condepe), a manifestação da OEA é “fundamental para pressionar o governo do estado para rever a atuação da polícia de São Paulo com relação aos jovens nos bairros periféricos”.

A comissão reuniu as versões, relatando-as no documento divulgado hoje. Segundo a Secretaria da Segurança do Estado de São Paulo, a ação da polícia militar ocorreu durante uma operação em Paraisópolis, quando dois homens de motocicleta dispararam contra as tropas e fugiram para o baile funk, atirando e gerando tumulto entre os frequentadores do evento.

Ainda segundo relato da comissão, vítimas e testemunhas da tragédia disseram que os policiais teriam fechado a rua onde estava ocorrendo o baile funk, utilizando gás lacrimogêneo e balas borracha contra as pessoas presentes, sem que houvesse um confronto.

“Segundo informações públicas e vídeos disponíveis, os policiais cometeram maus tratos e abusos de maneira indiscriminada contra jovens que se dispersaram na área de atividades culturais. Da mesma forma, a CIDH tomou conhecimento de que o serviço de atendimento médico de emergência que havia sido acionado para prestar atenção imediata às vítimas teria sido cancelado em seguida a pedido dos agentes do Corpo de Bombeiros, com um forte indício de omissão que deve ser rigorosamente investigado”, relatou a comissão.

Segundo a CIDH, durante sua visita ao Brasil, em novembro de 2018, a entidade havia identificado que “em um contexto de discriminação estrutural, as forças policiais também realizam operações focadas em comunidades pobres e com alta concentração de pessoas afrodescendentes sem a observância das normas internacionais de direitos humanos e sem a existência de mandados judiciais”.

A Agência Brasil solicitou posicionamento ao governo paulista sobre a declaração da CIDH, mas o estado informou que não emitiu nota sobre o caso.


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Prefeitura de Abreu e lima

07/12


2019

Secretário de Cultura busca brecha para contratar esposa

"A lei brasileira enterra a dinâmica viva da cultura", diz Roberto Alvim.

Foto: Nelson Almeida / Agência O Glob
Época - Por Guilherme Amado

 

O secretário de Cultura, Roberto Alvim , afirmou que ainda busca uma brecha jurídica para contratar a mulher, a atriz Juliana Galdino, possivelmente por meio da Lei Rouanet.

Na última terça-feira, a coluna revelou documentos que apontam que a mulher de Alvim seria remunerada em um projeto de R$ 3,5 milhões na Funarte , onde o secretário era diretor até novembro.

“A lei brasileira é muito engessada, enterra a dinâmica viva da cultura brasileira”, afirmou, se dizendo “surpreso” com regras da gestão pública.

“Foi um esquema amador, mal assessorado, que eu fiz com a melhor das intenções, mas não que não era viável juridicamente. Estou falando a verdade. Sou cristão, não invento historinha, não sou político”, lamentou-se sobre o projeto milionário cancelado.

Leia a entrevista:

Por que o senhor diz que a contratação de sua mulher era uma tentativa, se assinou um contrato dela com a empresa intermediária, como testemunha?

Assinei na intenção de fazer. Não sabia que eu não poderia contratar minha mulher, mesmo ela tendo uma carreira consagrada sem receber salário. Isso tinha sido encaminhado para o jurídico para ser aprovado e efetivado.

O senhor não via conflito de interesse no caso?

Eu não sabia disso. Quando tudo isso foi esclarecido pelo jurídico, eu cancelei tudo e arquivei o processo. Eu estava havia um mês e meio dentro do governo. Sou um diretor de teatro há 30 anos e nunca lidei com esse tipo de questão. Eu queria revitalizar a rede federal de teatro. Eu achava que estava fazendo a coisa correta. Não houve intenção nenhuma da minha parte. O salário da minha mulher era zero.

Mas se era zero, porque o contrato dizia “valor de cachê” no contrato assinado por ela?

É o valor de cachê de todos os profissionais do projeto. Ela assinou porque seria a diretora artística.

Não poderia ser outro artista no lugar da sua mulher?

Podia, claro, mas eu a chamei. Eu escolhi porque ela é uma das maiores artistas do teatro brasileiro. Ela ia trabalhar que nem uma condenada, 24 horas por dia, com uma excelência abissal, sem receber nada. 

Mas havia um conflito de interesses.

Então, foi por isso que eu desisti, meu filho, Meu Deus do céu, não dei dinheiro para isso. Agora, você falar que eu incorri em improbidade e que eu agi com dolo com o dinheiro público, é uma mentira. A sua consciência se encontrará com Deus em algum momento e você vai ter que prestar contas disso, meu amigo. Então minta, cara, se você quiser. Estou falando a verdade. Eu sou cristão, não invento historinha. Não sou político. Pela minha ignorância jurídica, eu cometi esse erro de convidar minha esposa, sem salário e como voluntária, e depois o advogado me falou: "Mesmo assim, configura conflito de interesses".

Confira a íntegra da entrevista aqui: Secretário de Cultura diz que busca brecha para contratar a ...


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Prefeitura de Serra Talhada

07/12


2019

FGTS: Saque adicional vai beneficiar 10,1 milhões de pessoas

FGTS: saque adicional de recursos vai beneficiar 10,1 milhões de pessoas com R$ 2,6 bi até o Natal. Projeto permite retirada de todo o saldo para quem ganhava até um salário mínimo na conta em 24 de julho.

Antecipação de saque emergencial do FGTS vai impulsionar a economia Foto: Arquivo
O Globo - Geralda Doca e Jussara Soares

 

A Caixa Econômica Federal aguarda a sanção da lei que autoriza os saques do FGTS para liberar até o Natal R$ 2,6 bilhões para 10,1 milhões de trabalhadores que terão direito a um saque adicional nas suas contas do fundo. O valor complementar se deve à mudança que o Congresso fez no texto da medida provisória (MP),  que autorizou o saque.

A proposta original fixou limite de R$ 500  por conta e o  projeto aprovado pelo Congresso  permite a retirada de todo o saldo para quem tinha  até um salário mínimo na conta (R$ 998) em 24 de julho, data da edição da MP.  Segundo dados oficiais, 12,3 milhões de contas serão beneficiadas.

A Caixa já está preparada para fazer os pagamentos e aguarda a sanção do projeto pelo presidente Jair Bolsonaro. Diferentemente do cronograma de saque em andamento, as retiradas poderão ser feitas, de uma só vez, independentemente da data de nascimento do trabalhador, segundo fontes da equipe econômica. Também será possível sacar os recursos nas agências lotéricas. Quem tem conta poupança no banco terá o crédito automático.

A proposta aprovada pelo Congresso manteve o limite de R$ 500 para quem tinha saldo na conta vinculada superior a um salário mínimo. O objetivo da mudança foi beneficiar os trabalhadores mais pobres.

O projeto foi aprovado pelo Congresso em 12 de novembro, mas demorou 16 dias para ser enviado ao Palácio do Planalto. A expectativa é que o presidente sancione a MP na próxima semana

O atraso na sanção da MP  também está prejudicando a elaboração e aprovação do orçamento do FGTS  para 2020  pelos conselheiros do Fundo. A regra do Fundo determina que o orçamento seja aprovado em outubro, mas até agora isso não ocorreu. A última reunião do Conselho Curador do FGTS do ano está marcada para o dia 10 de dezembro.

O texto aprovado pelo Congresso fez várias mudanças na destinação dos recursos do Fundo, como limite para os subsídios (descontos a fundo perdido), para beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida). Também permite o uso do recursos do FGTS na compra de imóvel acima de R$ 1,5 milhão fora do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), o que pode reduzir a disponibilidade de recursos.

Além do saque emergencial, que vai injetar na economia R$ 46,6 bilhões, incluindo os valores complementares e da cota do Pis/Pasep, a MP cria uma nova modalidade de retirada: os cotistas poderão retirar todo ano um parcela do saldo  na data do aniversário.


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Prefeitura de Limoeiro

07/12


2019

Perdi minha segunda mãe

A vida tem surpresas desagradáveis: no mesmo dia que postei aqui que tinha me reencontrado com a felicidade, recebi, há pouco, a notícia da morte de uma grande amiga, figura humana exemplar, que teve, como eu, a felicidade de ser banhada pelas torrentes do Rio Pajeú, leitor voraz de tudo que escrevia: dona Maria Euza Góes, 93 anos, mãe do meu amigo Américo Lopes, diretor da Folha de Pernambuco.

Senti a mesma dor de cinco anos atrás, quando perdi minha flor Margarida. Euza, assim como exigia que a tratasse, sem a conjugação do respeito aos mais experientes na missão terrestre, era um doce exemplar de figura humana. Politizada, adorava meus torpedos nos políticos desrespeitosos dos seus mandatos. Chamava Américo de Meca e o carimbou de comunista.

Ria muito com o seu bom humor e suas tiradas políticas. Perdeu cedo o único homem que amou em vida, paixão arrebatadora tendo o mesmo Pajeú de  cupido, mas distante da Coruja, hoje Iguaracy, onde berrou ao mundo o seu Meca e mais quatro filhos. 

O maridão tinha nome fincado na nobreza realense: Walfrido Lopes. Homem fidalgo, elegante e de bem, conforme lembra Américo. Na vida, o jogo é de perdas e ganhos, de alegrias e tristezas. De amores que se vão e que ficam.

De felicidades que se vão arrastadas pelo vento, feito folha seca. Na última vez em que estive com Euza, ela abriu um enorme sorriso de felicidade, mais parecia ser filho nascido do seu ventre. Era louca, arreada os quatro pneus por mim e eu por ela, como diz o versejar matuto.

Perdi Euza, mas o céu vai ficar mais feliz e bem humorado a partir de hoje quando o tapete vermelho divino se estender à sua frente.

Te amo, mãe Euza.


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Banner de Arcoverde

07/12


2019

Senado: fissura aberta entre Alcolumbre e o tucanato

A fissura aberta entre Alcolumbre e o tucanato.
Foto: Jorge William | Agência O Globo
O Globo - Coluna de Lauro Jardim
Por Gabriel Mascarenhas

 

Davi Alcolumbre terminou a semana enfurecido com três senadores tucanos — Tasso Jereissati, Mara Gabrili e Antonio Anastasia — e fez sua insatisfação chegar a eles.

O trio votou pela manutenção do veto presidencial que impediu o retorno da propaganda partidária obrigatória. Alcolumbre sonha com a liberação da publicidade.


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07/12


2019

Bolsonaro deve sofrer novas derrotas no Congresso

Ainda neste ano

Bolsonaro deve sofrer novas derrotas no Congresso neste fim de ano. Pacote de trânsito que Bolsonaro levou pessoalmente ao Congresso deverá ser aprovado com várias mudanças opostas às intenções do Planalto.

Palácio do Planalto e Congresso Nacional Foto: Givaldo Barbosa/Agência O Globo 

O Globo

 

BRASÍLIA — A desidratação do pacote do presidente Jair Bolsonaro sobre trânsito não é o único embaraço que a Câmara dos Deputados causa ao governo.

Com uma articulação política que é constante alvo de críticas no Legislativo, o Planalto ainda deve colher outros insucessos em votações de medidas anunciadas com pompa.

Na lista de iniciativas visadas por parlamentares consta por exemplo, a medida provisória que extingue o DPVAT, seguro obrigatório para indenizar vítimas de acidentes.


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Comentários

Fernandes

França debate fim dos partidos políticos religiosos.

Fernandes

Pau nesse FDP.

marcos

Tem que acostumar com essa QUADRILHA desses Deputados e Senadores, estão acostumados com o pagamento para aprovarem as coisa, e o pior é saber que não vai mudar nada, na próxima legislatura, esses mesmo bandidos serão reeleitos, com esse monte de dinheiro que eles aprovam, com apoio de FLÁVIO RACHADINHA BOLSONARO, a tendência é piorar



07/12


2019

Mais de 6 milhões de trabalhadores ingressaram no setor público

Funcionalismo público em três décadas

Funcionalismo público ganha mais de 6 milhões de trabalhadores em três décadas. Dados do Ipea mostram que Poder Judiciário foi o que apresentou maior expansão relativa: 512%, com o total de vínculos passando de 59 mil para 363 mil.

Foto: Michel Filho / Agência O Globo

Época - Por Pedro Capetti

O funcionalismo público brasileiro, nos três entes federativos nos três poderes, ganhou mais de 6,1 milhões de trabalhadores entre 1986 e 2017. Apenas nesse último ano, os governos federal, estaduais e municipais gastaram R$ 750,9 bilhões para pagar o salário de todos os servidores ativos do país.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira no Atlas do Estado Brasileiro, estudo produzido por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo utiliza como base os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que acompanha a evolução do mercado de trabalho formal no país.

Em três décadas, o total de vínculos no Poder Executivo — somando todos os níveis federativos — passou de 5 milhões para 11,1 milhões, um aumento de 115%. No Legislativo, o crescimento foi de 436%, de 51 mil para 275 mil vínculos de trabalho. No Judiciário, houve a maior expansão relativa: 512%, com o total de vínculos passando de 59 mil para 363 mil.

A conta inclui militares e exclui servidores de empresas públicas, como Eletrobras e Petrobras, por exemplo, e não considera os funcionários terceirizados que atuam indiretamente na administração pública.

A expansão de vínculos levou a escalada dos valores gastos com pagamentos dos servidores. De 2004 a 2017, a despesa com servidores ativos federais foi de de R$ 110,8 bilhões para R$ 184,2 bilhões. No nível estadual, saltou de R$ 192,1 bilhões para R$ 298,8 bilhões. Já entre os municípios a expansão foi maior, de R$ 149 bilhões para R$ 268 bilhões.

A despeito do gasto crescente, o estudo mostra que a despesa para pagamento de servidores nas três esferas administrativas tem se mantido estável como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) desde 2004, chegando a 10,5% de tudo o que é produzido no país. Em 2006, era de 9,6%.

"Os servidores federais normalmente desempenham funções de gestão e controle, enquanto os municipais em grande maioria atuam em funções executoras, operacionais, ou de menor complexidade gerencial. No nível estadual, as remunerações têm valores mais intermediários pela natureza híbrida das atividades, que se dividem entre aquelas desempenhadas pelos municípios e pelo governo federal", explicaram os pesquisadores Felix Lopez e Erivelton Guedes.

O aumento do total de vínculos no período analisado foi concentrada na esfera municipal, que emprega quase 60% de todo o funcionalismo público brasileiro. Isso significa que de cada 10 funcionários públicos no Brasil, seis estão empregados em alguma Prefeitura ou Câmara de Vereadores.

Confira a íntegra aqui: Funcionalismo público ganha mais 6 milhões de ...


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07/12


2019

Acordo descumprido: Alcolumbre se recusa a receber ministros

Irritado com descumprimentos de acordos, Alcolumbre se recusa a receber ministros. Presidente do Senado culpa o governo por ter sido derrotado na discussão que acabou com a propaganda partidária obrigatória.
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom

O Globo - Naira Trindade

BRASÍLIA — O desalinhamento político entre governo e Congresso ficou mais evidente esta semana depois de o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ter se recusado a receber dois ministros do núcleo duro do Palácio do Planalto. Irritado com descumprimentos de acordos políticos, Alcolumbre ameaçou não pautar nenhum projeto, inclusive a proposta que reestrutura a carreira e a altera a previdência dos militares.

Para que a votação da reforma da Previdência dos militares ocorresse, na quarta-feira, o governo precisou recuar e reenviar, por meio de um projeto assinado pelo ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, um artigo que o próprio presidente Jair Bolsonaro havia vetado. Nele, o governo dá autonomia para que parlamentares escolham emendas com prioridade de investimento.

Em vez de derrubar o veto, na semana retrasada, os senadores o mantiveram e provocaram mal-estar entre Senado, Câmara e Planalto. O deputado Domingos Neto (PSD-CE) justifica que o próprio governo já havia concordado com um acordo que atendesse aos anseios dos parlamentares.

— O PLN foi feito exatamente para corrigir a confusão que eles (senadores) tinham feito nos vetos. Havia um acordo de derrubada dos vetos. Tanto o governo entendeu que houve erro que mandou o PLN para corrigir — afirma Domingos Neto.

O desconforto de Alcolumbre se intensificou depois de ele ter sido derrotado pelos próprios senadores em votação que manteve o veto de Bolsonaro à recriação da propaganda partidária semestral na televisão e no rádio.

Atuais conselheiros políticos do presidente do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) e Jader Barbalho (MDB-PA) sequer foram ao plenário. Alcolumbre também não teve votos com os quais contava, como o de Dário Berger (MDB-SC) e os de senadores do PSDB.

Traído por aliados, Alcolumbre culpou o governo e esbravejou a deputados que não atenderia a ligações de Bolsonaro, nem receberia os ministros Ramos e Onyx Lorenzoni (Casa Civil).

Segundo interlocutores, a avaliação de Alcolumbre é que os colegas lhe impuseram a derrota porque o governo não cumpriu acordos que envolvem liberação de recursos e indicações políticas.

Além de cobrar agilidade na liberação de recursos de emendas parlamentares, deputados e senadores têm pressa em indicações políticas. Vice-líder de governo, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) está incomodado com Ramos porque não consegue emplacar no governo um indicado. Ele quer a nomeação de um ex-assessor do ex-senador Gim Argello, que está envolvido na Lava-Jato.


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07/12


2019

Governo não credencia Sociedade Civil para Conferência do Clima

Pela primeira vez governo brasileiro não credencia Sociedade Civil para Conferência do Clima. Senador Randolfe Rodrigues questiona Itamaraty sobre medida inédita e compara país às piores ditaduras; secretário-executivo do Observatório do Clima disse que, apesar de negativa, atitude não surpreende.

 Foto: Divulgação Senado

Época - Rodrigo Castro

 

A medida inédita do governo brasileiro de não credenciar representantes da sociedade civil para a Conferência do Clima de Madrid, que começou na última segunda (2), "rompe mais uma tradição", para o senador Randolfe Rodrigues (Rede).

A notícia lhe causou espanto já que, desde a conferência Rio-92, havia participação popular. "Sempre temos a maior das delegações. Membros da sociedade civil sempre foram credenciados independente de posição política", disse.

O parlamentar questionou o Itamaraty sobre o motivo, mas escutou que só autoridades seriam contempladas, como informou a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Para Randolfe, a prática "assemelha o Brasil às piores ditaduras do mundo, como as do Oriente Médio e Venezuela".

Ele menciona, inclusive, os Estados Unidos por levar representantes da sociedade "mesmo com Trump".

Em nota, o Itamaraty disse que "adota o mesmo padrão da grande maioria dos países, incluindo em sua delegação oficial apenas representantes do poder público".

Acrescenta também que "a prática anterior de inclusão de representantes do setor privado, da academia e da sociedade civil fugia aos padrões da Convenção do Clima e criava inúmeros problemas organizacionais", citando como exemplo a Conferência de Paris (COP 21), na qual a delegação brasileira teve 983 integrantes - a maioria de fora do poder público.

Para o secretário-executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl, a decisão do governo, apesar de negativa, não surpreende. "Não é um governo que se caracteriza por valorizar muito o diálogo com entes diferentes. Não é um governo que está aberto a críticas e recomendações. Foi uma decisão como outras que visam restringir a opinião da sociedade civil", afirmou.

Rittl recebeu vários pedidos de apoio de diferentes organizações, já que, por ser credenciado, o Observatório do Clima pode participar das conferências sem depender da delegação. Em todos os contatos com as autoridades brasileiras, a negativa foi sistemática. 

Confira a íntegra da reportagem aqui: Pela primeira vez governo brasileiro não credencia sociedade ...


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07/12


2019

Paraisópolis: nada têm a ver com conduta dos policiais, diz advogado


Foto: Reprodução/Agência O Globo

Por Estadão Conteúdo

 

O advogado Fernando Fabiani Capano, responsável pela defesa de alguns dos policiais militares que atuaram em Paraisópolis no fim de semana passado, disse nesta sexta-feira, 6, que “o resultado trágico nada tem a ver com a conduta direta ou indireta dos policiais militares que lá estavam”. A conduta deles, diz o defensor, “serviu em grande medida para acautelar a ocorrência e evitar tragédia maior”. A ocorrência terminou com nove mortos por pisoteamento.

As declarações constam de nota pública divulgada pelo escritório de advocacia de Capano. Ele diz que o estopim do problema foi a conduta criminosa de indivíduos que atiraram contra os policiais. Os agentes sustentam desde domingo que a intervenção na região ocorreu após ocupantes de uma moto terem atirado contra eles, o que deu início a uma perseguição e levou à dispersão do Baile da DZ7.

Capano destaca ainda a necessidade de se investigar a responsabilidade da Prefeitura de São Paulo no caso, assim como o papel dos organizadores do evento. “Há de se perquirir também acerca da responsabilidade dos organizadores desse tipo de evento que, reunindo grande multidão e sem cumprir minimamente as regras e posturas municipais de ocupação do espaço público, expõe seus frequentadores a grande risco. Também causa espécie a ausência de qualquer fiscalização do Poder Público Municipal que, de modo preventivo, poderia tutelar e organizar esse tipo de evento, evitando tragédias desta natureza, causadas por grandes aglomerações desorganizadas e em local físico impróprio.”

Para ele, faltam elementos que possam apontar a responsabilidade pelas mortes para os policiais. Ele diz esperar que a investigação das autoridades demonstre plenamente o que a defesa dos policiais está sustentando. “Mais uma vez ressaltando a tristeza pelas mortes ocorridas, acredito que a verdade prevalecerá e que os responsáveis diretos pela tragédia – que não são os policiais militares – serão trazidos a juízo”, declarou Capano.

A reportagem questionou a Prefeitura sobre o assunto no início da noite, mas não obteve resposta até a publicação da matéria.


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07/12


2019

Sebá mostra força em evento gigante em Gravatá

Realizado em Gravatá, na tarde de ontem, o Encontro Estadual do Avante mobilizou centenas de pessoas de várias regiões do Estado, superando a expectativa até mesmo dos mais otimistas. A iniciativa teve a finalidade de apresentar aos filiados e pré-candidatos as diretrizes do partido relacionadas às eleições de 2020. Além disso, debateu dois temas importantes: Redes Sociais e Novas Regras Eleitorais.

Anfitriões, os irmãos Waldemar e Sebastião Oliveira, presidente estadual do Avante e deputado federal, respectivamente, mostraram que estão com o prestígio em alta, tendo em vista a quantidade e a relevância das lideranças políticas que marcaram presença, dentre elas, os deputados federais Luís Tibé (presidente nacional do Avante), André de Paula (presidente nacional do PSD) e André Janones (Avante/MG).

Da Alepe estavam os deputados estaduais Rogério Leão, Henrique Queiroz Filho, Fabrizio Ferraz e Waldemar Borges. Além deles, o Encontro recebeu dezenas de prefeitos, vereadores, ex-deputados e militantes. 

O parlamentar mineiro Luís Tibé ressaltou o trabalho que vem sendo realizado pelo Avante Pernambuco. “Estou muito feliz e entusiasmado com o crescimento, fortalecimento e a forma pela qual o nosso partido está sendo  conduzido no Estado. Em 2020, daremos todo o respaldo e apoio às candidatas e aos candidatos pernambucanos”.

“Ainda não sou deputado do Avante legalmente, mas sou de coração. Fui muito bem recebido e me sinto em casa. Começamos a construir uma nova, duradoura e vitoriosa história”, destacou Sebastião Oliveira.

Comandante da sigla no Estado, Waldemar Oliveira concluiu. “Estamos montando um time forte para 2020, principalmente no que se refere à qualidade dos nossos candidatos. O Avante é o partido que mais cresce em Pernambuco, mas estamos apenas no começo”.


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07/12


2019

Gasolina e diesel terminam a semana com preço em alta

Preço da gasolina e do diesel nas bombas termina a semana em alta, diz ANP.  O valor da gasolina para os consumidores subiu pela 6ª semana seguida, enquanto o do diesel interrompeu sequência de três quedas consecutivas.

 Foto: Marcelo Brandt/G1

Por G1

 

O preço médio da gasolina e do diesel nas bombas terminou a semana em alta, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (6) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo o levantamento, o valor médio da gasolina por litro para o consumidor subiu 1,38%, para R$ 4,489. Foi o sexto aumento semanal consecutivo.

Já o preço do diesel subiu 0,27% na semana, para R$ 3,718 por litro, em média, interrompendo uma sequência de três recuos semanais seguidos.

O preço do etanol também subiu. A elevação foi de 1,83%, para R$ 3,060 por litro. Foi a 11ª alta consecutiva.

Os valores são uma média caculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região.


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