Faculdade de Medicina de Olinda 2

09/11


2018

Bolsonaro é um doce, afirma Temer a ministros

Bolsonaro é o mais calmo da equipe do futuro governo, diz Temer a magistrados

Em jantar no Jaburu, o emedebista tranquilizou ministros que não conheciam o capitão reformado

Mônica Bergamo – Da Folha de S.Paulo

O presidente Michel Temer relatou aos magistrados com quem se reuniu em jantar no Palácio do Jaburu, na quarta (7), o encontro que teve no mesmo dia com o presidente eleito Jair Bolsonaro.

Diante da curiosidade geral, Temer tranquilizou os ministros, que mal conhecem o novo presidente: ele seria o mais atinado e calmo de toda a equipe do futuro governo.

O encontro de Temer e Bolsonaro foi registrado por Elsinho Mouco, marqueteiro e amigo do atual presidente.

Ele está filmando Temer para o que pode se transformar em um documentário: já registrou o presidente no cemitério no dia de finados e gravou com ele na malfadada sala do Jaburu em que recebeu Joesley Batista, da JBS. Nela, Temer foi gravado, gerando a maior crise de seu governo.


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Comentários

Fernandes

O teu mito foi aposentado por alienação mental aos 33 anos de idade.Agora entendo o porquê de muitas coisas. Brasil à deriva.

Fernandes

Adolf Hitler - Bolsonaro com 80 anos de avanço. Foi reencarnar logo no Brasil,por essa nem Chico Xavier previu.

Fernandes

Funcionários do Ministério do Trabalho votaram no mito e ontem 08/11 estavam protestando contra o fim do órgão!

Fernandes

Com o fim do ministério do trabalho você pode procurar seus direitos trabalhistas dentro de uma igreja evangélica mais perto.


Detran

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20/10


2019

Protestos no Chile deixam três mortos

Reprodução

Da Isto É - Por Agêcia ASA

 

Pelo menos três pessoas morreram na madrugada deste domingo (20) durante os protestos violentos deflagrados nas ruas do Chile em decorrência do aumento de tarifas de metrô. As vítimas foram encontradas no interior de um supermercado que foi saqueado e incendiado em Santiago. Segundo a governadora da cidade, Karla Rubilar, duas pessoas morreram no local e a terceira chegou a ser levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Ontem (19), o presidente chileno, Sebastian Piñera, suspendeu o aumento de 30 pesos das tarifas de metrô e anunciou a criação de um plano para tentar reduzir o impacto para setores mais afetados. Apesar da decisão, os atos continuam violentos nas ruas do país.   

“Escutei com humildade a voz de meus compatriotas e não terei medo de seguir escutando esta voz. Vamos suspender o aumento nas passagens do metrô”, disse o presidente em uma transmissão. Além disso, o mandatário, que já havia decretado estado de emergência em algumas cidades, ampliou a medida para as províncias de Concepción e Valparaíso, além de outras três regiões. “O objetivo deste estado de emergência é muito simples, mas muito profundo: garantir a ordem pública, a tranquilidade dos habitantes da cidade de Santiago, proteger bens públicos e privados e, acima de tudo, garantir os direitos de todos”, disse.   

Em seu discurso, Piñera explicou ainda que sua atitude exigirá uma rápida aprovação de lei, “até que cheguemos a um acordo sobre um sistema que proteja melhor nossos compatriotas contra aumentos repentinos e inesperados nos preços do dólar e do petróleo”.   

O general Javier Iturriaga, por sua vez, decretou toque de recolher enquanto os incidentes, em diferentes partes da capital, se intensificam. A medida é válida entre as 22h (horário local) e 7h deste domingo. 

Já o ministro da Defesa do país, Alberto Espina, anunciou que 1500 militares foram enviados às ruas para controlar a situação.   

Ao todo, mais de 9 mil homens foram mobilizados. Os protestos foram ampliados para refletir o descontentamento geral com o alto custo de vida em um dos países mais estáveis da América Latina. Mais de 300 pessoas foram presas e 156 ficaram feridas, assim como 11 civis, informou a polícia. (ANSA)


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13° Bolsa Familia

20/10


2019

Brasil depende de medidas internas para driblar crise

Brasil depende de medidas internas para driblar desaceleração global. Juros baixos, reformas e estímulos podem manter crescimento em 2020.

Agência Brasil  - Por Wlton Maximo

 

A desaceleração da economia global em 2019 e em 2020 imporá desafios a todos os países. O Brasil, no entanto, pode minimizar os efeitos da retração se prosseguir com medidas internas. Segundo economistas, o país precisa executar ações que vão da continuidade das reformas estruturais a medidas de estímulo da demanda, para que a recuperação econômica não seja afetada.

Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu, de 3,2% para 3%, a previsão de crescimento da economia mundial em 2019. O fundo também revisou para baixo a estimativa de 2020: de 3,5% para 3,4%. Desde 2017, quando a economia global cresceu 3,8%, o mundo vem passando por uma desaceleração.

Para o Brasil, o FMI ajustou a previsão de crescimento econômico em 2019 de 0,8% para 0,9%. No início do ano, a estimativa estava em 2,5%. Para 2020, o cenário para a economia brasileira deve ser melhor, mas o organismo internacional reduziu a projeção de crescimento de 2,4% para 2%.
A desaceleração da economia global em 2019 e em 2020 imporá desafios a todos os países. O Brasil, no entanto, pode minimizar os efeitos da retração se prosseguir com medidas internas. Segundo economistas, o país precisa executar ações que vão da continuidade das reformas estruturais a medidas de estímulo da demanda, para que a recuperação econômica não seja afetada.

Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu, de 3,2% para 3%, a previsão de crescimento da economia mundial em 2019. O fundo também revisou para baixo a estimativa de 2020: de 3,5% para 3,4%. Desde 2017, quando a economia global cresceu 3,8%, o mundo vem passando por uma desaceleração.

Para o Brasil, o FMI ajustou a previsão de crescimento econômico em 2019 de 0,8% para 0,9%. No início do ano, a estimativa estava em 2,5%. Para 2020, o cenário para a economia brasileira deve ser melhor, mas o organismo internacional reduziu a projeção de crescimento de 2,4% para 2%.

Confira a matéria completa aqui: Brasil depende de medidas internas para driblar ...


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Prefeitura de Limoeiro

20/10


2019

Crise do PSL: submerge Flávio Bolsonaro

Zero Um só atuou nos bastidores

Tânia Rêgo/Agência Brasil

Época - Por Guilherme Amado

 

Flávio Bolsonaro foi mais do que nunca Flávio Bolsonaro nas últimas duas semanas em que o PSL pegou fogo: ao contrário de Carlos e Eduardo, o Zero Um só atuou nos bastidores.

No bolsonarismo, quem não grita paga um preço.

Mas Flávio continua dizendo a interlocutores que a contaminação de setores do governo pelo radicalismo de Carlos traz mais prejuízos do que conquistas.


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20/10


2019

A versão oficial para a debandada

Caro Magno,

Em respeito aos seus leitores venho aqui responder o que foi colocado em matéria no blog e depois em nota na coluna sobre a minha ausência no último dia de programação de visita as usinas em Angra dos Reis. 

Toda agenda prevista de visitação técnica nas usinas foi cumprida por nós. A agenda restante seria a visita a um padre e um hospital, entretanto, nós havíamos marcado reuniões no Rio de Janeiro sobre a instalação da usina com ambientalistas e especialistas que participaram da implantação do equipamento em Angra dos Reis e que possuem um posicionamento contrário as nucleares.

Além de participarmos do principal evento de sustentabilidade realizado no Brasil o “Virada Sustentável” realizado no Rio de Janeiro esse fim de semana.

Honrado em participar como debatedor, discorremos sobre o tema das usinas, alternativas de produção energética e da tragédia que acomete nosso litoral atingido pelo vazamento de óleo. Um orgulho para mim poder ser a voz dos pernambucanos em um evento tão importante como este.

Uma das pessoas com quem conversei foi o ex-conselheiro Estadual de Meio Ambiente Sérgio Ricardo, que nos historiou toda discussão e paralizações continuadas das usinas nucleares, nos mostrando que o plano de fuga é considerado falho entre diversos outros pontos. Nosso intuito foi conseguir o máximo de informação possível para enriquecer o debate na Audiência Pública que será realizada nesta segunda-feira na Assembleia Legislativa de Pernambuco, onde nós tornaremos pública tudo o que foi conversado em Angra dos Reis e no Rio de Janeiro.

Wanderson Florêncio – deputado estadual pelo PSC


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Magno coloca pimenta folha

20/10


2019

Gastos com cartão são os maiores dos últimos anos

Gatos com cartão corporativo da presidência são os maiores dos últimos anos.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
Por Gabriel Mascarenhas

 

O arrocho fiscal de Jair Bolsonaro vai da porta do gabinete dele para fora. Os gastos com os cartões corporativos da presidência são os maiores desde 2014.

Entre fevereiro e setembro deste ano — a fatura de janeiro não é contabilizada por se referir a 2018 — a Secretaria de Administração do Palácio do Planalto, responsável pelas despesas para Bolsonaro, desembolsou R$ 4,6 milhões com seus cartões.

O valor é 24% maior do que os R$ 3,7 milhões consumidos no mesmo período do ano passado; 55% a mais do que os R$ 2,9 milhões de 2017; 62% acima dos R$ 2,8 milhões de 2016 e 26% superior aos R$ 3,6 milhões de 2015. Protegidas pelo selo da segurança nacional, as compras para o capitão são sigilosas.  


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Banner de Arcoverde

20/10


2019

Presidente do PSL negocia fusão com PP

Presidente do PSL, Luciano Bivar, negocia com Ciro Nogueira

O presidente do PSL, Luciano Bivar Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Época - Por Guilherme Almeida

 

As conversas de fusão do DEM com o PSL estão perdendo força, e Luciano Bivar sentou à mesa com outro cacique da direita: Ciro Nogueira, o poderoso chefão do PP.

Os dois estão negociando uma eventual fusão entre o PP e o PSL.

Nogueira ofereceu a Bivar o domínio total da Fundação Milton Campos e o comando do diretório de Pernambuco, além de assento na Executiva nacional do PP a deputados que migrassem com ele do PSL para a nova sigla nascida da fusão.

Bivar ainda não topou porque teme perder poder demasiadamente.

Entretanto, a tese da fusão como solução para a crise é bem vista por Bivar.

Os deputados hoje no PSL e que não queiram continuar na nova sigla não perderiam o mandato, mas teriam que deixar para trás o dinheiro do fundo partidário e o tempo de TV a que tem direito.


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20/10


2019

Grupos do setor de saúde fazem parte do Novo Mercado

Marcus Vinicius Dias: Pelo novo mercado… da assistência

 

Da Isto É - Por jornal O DIA

Grandes empresas do setor de saúde, incluindo laboratórios de exames complementares e, sobretudo, grupos ligados à assistência em saúde complementar, fazem parte do Novo Mercado
 
Na década passada foi lançado no Ibovespa o Novo Mercado, uma espécie de selo de alta qualidade de governança corporativa exigida para empresários que queiram se submeter à abertura de capital de suas empresas. O Novo Mercado hoje se tornou símbolo de transparência e boa governança, e padrão-ouro para a negociação de ações de empresas. Guiadas pelo Novo Mercado, de modo espontâneo, as empresas adotaram boas práticas de governança corporativa para além daquelas exigidas pela legislação vigente.

Essa adesão a regras societárias que protegem e ampliam os direitos dos acionistas, e uma franca transparência na publicidade das políticas e planos empresariais, associam-se a uma rigorosa e robusta estrutura de fiscalização e controle. Resultado: uma maior gama de informações possibilita que o (futuro) acionista avalie de modo mais completo a saúde financeira do ativo. Com comparações e análises mais sólidas, o investidor pode decidir permanecer, ampliar ou zerar sua posição acionária na empresa.

Grandes empresas do setor de saúde, incluindo laboratórios de exames complementares e, sobretudo, grupos ligados à assistência em saúde complementar, fazem parte do Novo Mercado. Atendendo ao alto grau de exigência de governança e transparência, elas divulgam de modo periódico e costumeiro todos os dados relevantes para o acionista.

Imagine o leitor se as informações assistenciais dessas empresas fossem divulgadas com o mesmo apuro com que as informações financeiras são divulgadas aos investidores. O usuário do plano ou do seguro-saúde teria acesso periódico aos níveis de infecção hospitalar a que estão expostos os clientes desta empresa. Teria acesso às taxas de mortalidade para determinado binômio tratamento/doença; e às taxas de reinternação por uma mesma patologia num dado período. A iniciativa seria o equivalente a uma auditoria assistencial e permitiria uma melhor análise do desfecho dos eventos médicos que essas empresas se propõem a tratar.

O usuário é como o investidor: apenas deseja fazer um bom negócio. Em termos assistenciais, o melhor negócio pode ser traduzido como o melhor resultado médico possível por unidade monetária gasta. O usuário merece o seu dividendo – o retorno ao estado anterior a uma doença, por exemplo, pagando para isso o menor preço possível. A transparência assistencial das empresas criará de fato um mercado de saúde baseada em valor, em que o usuário opte em contratar àquela que mais entrega saúde como desfecho.

Comparar dados contábeis, planos de investimento e previsões de fluxo de caixa, permite ao investidor optar pela compra do ativo A, e não B. Ter acesso, de modo transparente, aos indicadores assistenciais de desfecho e qualidade, permitirá ao usuário ter um real subsídio para escolher entre o plano A ou B, e julgar se de fato sua mensalidade está no preço. O que está em jogo, afinal, é a melhor maneira possível de investir em um importantíssimo ativo real: a saúde.

Marcus Vinicius Dias é cirurgião ortopedista do Ministério da Saúde e mestre em Economia pelo IBMEC


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20/10


2019

STF avalia que Lula pode passar o Natal em casa

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Arquivo O GLOBO

Ministro do STF avaliam que Lula passará Natal em casa. Opinião é unânime.

Épcoa - Por Guilherme Almeida

 

]Ainda não há certeza sobre como nem em que semana, mas ministros do STF têm a avaliação unânime de que Lula passará o Natal de 2019 em casa — e não deve ser pelo regime semiaberto.


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20/10


2019

Governo Bolsonaro supera o “nós contra eles”

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Por Carlos Brickmann

 

O Governo Bolsonaro superou, finalmente, o “nós contra eles” em que se havia transformado a política nacional: os três zeros à esquerda, 01, 02 e 03, e seu pai, o presidente Bolsonaro, promoveram a união de todos os partidos. Brigaram com um por um – inclusive o seu, o PSL. Conseguiram ser surrados no partido que antes de sua entrada era também um zero à esquerda.

O líder do PSL de Bolsonaro, Delegado Waldir, chamou-o de vagabundo. Joice Hasselmann, a bolsonarista das bolsonaristas, foi afastada da liderança por Bolsonaro – mas diz que será candidata à Prefeitura paulistana com ou sem ele. O presidente quis afastar o Delegado Waldir e não teve força para isso. Quer se livrar de Luciano Bivar, que comanda o partido, e não sabe como. Se sair, corre o risco de sair sozinho: os parlamentares que saírem com ele sabem que, fora do PSL, não terão dinheiro para tentar a reeleição.

Alguém falou em dinheiro? Que mau gosto! Todos sabem que a briga é ideológica, uma disputa sobre posições políticas e caminhos a seguir – sendo que o melhor caminho é o que leva ao fim do arco-íris. Não que queiram dar um fim ao arco-íris, que simboliza a diversidade sexual e que um partido tão conservador rejeita; mas dizem que o arco-íris termina num pote de ouro.

Mas, nessas brigas todas, quem tem razão? O caro leitor não será ingênuo de pensar que essa questão está em pauta. Como é habitual nas discussões políticas brasileiras, ninguém tem razão, nem pai nem filhos. E não há santos.


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20/10


2019

A réplica de Gílson Neto ao deputado Romero Filho

Caro Magno,

Sobre as críticas do deputado Romero Sales Filho, que subestimou a ajuda federal na limpeza das praias em Ipojuca, informo que o Governo Federal está realizando todos os esforços possíveis para reduzir os impactos, inclusive com uso de pessoal dos diversos ministérios e instituições federais em terra, mar e água.

Existem navios realizando trabalhos de contenção e retirada do óleo nas proximidades das áreas monitoradas. Tanto que a quantidade de óleo vazado é muito menor a cada dia.

Estou em missão internacional ao lado do presidente Bolsonaro na China para buscar novos investimentos que gerem renda e emprego para nosso Brasil com olhar constante no que está acontecendo e tomando todas as medidas necessárias e possíveis.

O deputado talvez esteja desinformado e só tenha tido acesso a uma parte pequena da nossa operação, pois o nosso Governo está atento e operante muito antes de qualquer pedido de apoio.

Atenciosamente,

Gilson Machado Neto – presidente da Embratur


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20/10


2019

Após Previdência, virão medidas econômicas

Após Previdência, governo planeja enviar medidas econômicas ao Congresso. Intenção da equipe econômica do governo é aprovar reformas tributária e administrativa, fazer mudanças no pacto federativo e acelerar privatizações.

Partidos chegam a acordo para divisão de recursos de megaleilão de petróleo

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

 

A área econômica do governo Bolsonaro, chefiada pelo ministro Paulo Guedes, já tem praticamente fechado um amplo pacote de medidas para propor ao Congresso Nacional após a conclusão da reforma da Previdência. A intenção é apresentar o plano como uma agenda de "transformação" do Estado.

De acordo com interlocutores da equipe econômica, as propostas têm sido debatidas internamente nos últimos meses e só não foram apresentadas ainda para evitar ruídos no Legislativo e afastar problemas na aprovação da reforma da Previdência, considerada prioridade e cuja tramitação deve ser concluída nesta semana.

O pacote econômico vai prever ações com o objetivo de melhorar as contas do governo, dos estados e municípios, simplificar procedimentos e estimular o crescimento da economia, visando a geração de empregos. Várias das medidas já foram comentadas por autoridades do Ministério da Economia nos últimos meses.

Confira a reportagem na íntegra aqui: Após Previdência, governo planeja enviar medidas ... - G1


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20/10


2019

Financeira promove juros exorbitantes

A loucura dos juros

Foto: IBE/Getulio Vargas 

Por Carlos Brikmann

 

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a financeira Crefisa a pagar R$ 10 mil de danos morais e devolver em dobro “a quantia cobrada de forma abusiva” de um cliente – um senhor de 86 anos, pobre (“em situação de hipossuficiência social”). 
A Crefisa, patrocinadora do Jornal Nacional e do Palmeiras, cobrava juros de mais de mil por cento ao ano, informa Pedro Canário, do ótimo portal Consultor Jurídico. 

Mesmo considerando-se os imensos juros bancários no Brasil, a porcentagem chama a atenção. Os juros foram cobrados em três contratos, todos de empréstimo consignado. Nos três casos, foram superiores a mil por cento ao ano. O primeiro empréstimo, de R$ 325,00, tinha juros de 1.415% ao ano. A dívida de R$ 325,00 passou em três meses a R$ 1.900,00. O segundo, de R$ 1.500,00, com juros de 1.019% ao ano, em oito meses chegou a R$ 3.100,00. O último, de R$ 348,00, em seis parcelas, com juros de 1.032% ao ano, alcançou R$ 2 mil.

Além dos danos morais, a Crefisa tem de reajustar os contratos para cobrar os juros da média do mercado, calculados mês a mês pelo Banco Central. O que foi cobrado a mais terá de ser devolvido em dobro, por ordem da Justiça. Diz o desembargador Roberto Mac Cracken, no voto vencedor: “Os juros cobrados são de proporções inimagináveis, desafiando padrões mínimos de razoabilidade e proporcionalidade, e de difícil adimplemento em quaisquer circunstâncias”. O desembargador determinou providências ao Procon de São Paulo, à Defensoria Pública do Estado e ao Banco Central.


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20/10


2019

Morre coronel da confiança de Arraes

O coronel Luiz Pinto, 63 anos, morreu pela madrugada de hoje vitimado por um infarto. Serviu por muitos anos como ajudante de ordens do ex-governador Miguel Arraes, mas era também muito a ligado a dona Madalena, viúva de Arraes. Vivi boas aventuras com Pinto. Amanhã, conto neste espaço. O velório começa a partir do meio dia no cemitério Morada da Paz, com cremação prevista para às 16 horas.


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Comentários

Norma Soares

Muito triste essa notícia! Ele trabalhou alguns anos na Assistência Militar da ALEPE! Todos sentiremos muito! Deus o Ilumine e aos familiares! Muita Força! Fé!



20/10


2019

Eletrobras: auditoria milionária só andou após Lava Jato

Auditoria de R$ 400 milhões em obras da Eletrobras só andou após a Lava-Jato. Investigação interna na estatal identificou superfaturamento em obras, mas esquema foi revelado pela operação.

Vista aérea da usina de Belo Monte, no Pará 29/01/2016 Foto: Divulgação

O Globo - Leandro Prazeres e Vinícius Sassine

 

BRASÍLIA —  Uma investigação interna contratada pela Eletrobras constatou superfaturamentos milionários em obras da estatal, como Belo Monte e Angra 3, em diversos estados; um esquema massivo de destruição de provas por executivos; e vazamento de informações e diversos indícios de má gestão na condução da estatal.

Apesar de ter custado mais de R$ 400 milhões aos cofres da companhia e ter usado empresas especializadas em espionagem como a Kroll, a investigação comandada pelo escritório americano Hogan Lovells não conseguiu detectar sozinha esquemas de pagamento de propina e formação de cartel em obras que foram, posteriormente, revelados somente pelas investigações conduzidas pela Operação Lava-Jato.

Um exemplo é o caso das usinas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia. Nos relatórios produzidos pela Hogan Lovells, em outubro de 2016, os investigadores afirmam que não haviam conseguido encontrar evidências de que qualquer ato de corrupção relacionado aos empreendimentos. Os relatórios das investigações, que vinham sendo mantidos sob sigilo até o início deste mês, foram obtidos pelo GLOBO.

“Apesar da ampla investigação do Ministério Público Federal, dos diversos documentos públicos disponíveis até agora e da grande cobertura da mídia sobre essa investigação, o time de investigação (da Hogan Lovells) não encontrou alegações de corrupção, pagamento de propina ou formação de cartel relacionada a Jirau”, relata o documento.

A mesma conclusão foi feita em relação a Santo Antônio. Apenas seis meses depois, no entanto, a divulgação dos acordos de colaboração premiada de executivos da Odebrecht revelou o que a Hogan Lovells não conseguiu detectar: que as empreiteiras ligadas às duas hidrelétricas (Odebrecht e Andrade Gutierrez) pagaram propina relacionada a essas obras.

A investigação, que começou em 2015, só foi finalizada em 2018. No total, dez empreendimentos foram analisados, entre eles as usinas nucleares de Angra 1, 2 e 3 e uma série de usinas hidrelétricas como as de Belo Monte, no Pará, Santo Antônio e Jirau, em Rondônia. Além de buscar indícios de corrupção, os investigadores também procuraram identificar outros tipos de irregularidades.

Um dos relatórios produzidos pela Hogan Lovells é o que se debruça sobre irregularidades na usina de Belo Monte. A Eletrobras tem 15% das ações da Norte Energia, consórcio que comanda a usina.

Dados apagados

No documento, entregue à Eletrobras em outubro de 2016, os investigadores estimaram o tamanho do prejuízo causado pela corrupção à companhia nesse empreendimento. De acordo com as estimativas do escritório, a corrupção em Belo Monte tinha custado pelo menos R$ 165 milhões.

Os investigadores da empresa constataram que HDs, servidores de e-mails, computadores e dispositivos como telefones celulares tiveram dados apagados logo após os casos de corrupção na estatal virem à tona.

Apesar de ter custado mais de R$ 400 milhões aos cofres da empresa estatal, a Eletrobras tentou, a todo custo, manter os relatórios produzidos pela Hogan Lovells sob sigilo. Os documentos só vieram à tona em outubro deste ano e, depois, por força de uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU).

O ministro Bruno Dantas concedeu medida cautelar tirando o sigilo dos documentos, mas a estatal recorreu. No plenário, os ministros do TCU acataram a tese de Dantas e determinaram o fim do sigilo dos papéis.

A reportagem enviou questionamentos à Eletrobras, à Hogan Lovells e ao escritório da ex-ministra Ellen Gracie, que comanda o comitê especial de investigação montado pela estatal para apurar irregularidades na empresa. Em nota, a Eletrobras mostrou ignorar que os relatórios da Hogan Lovells já haviam sido tornado públicos. “Informamos que os relatórios produzidos no âmbito da investigação independente que teve curso na Eletrobras encontram-se classificados como confidenciais [...] neste sentido, não podemos comentar nenhum aspecto específico”, diz um trecho da nota.

Em outro trecho, a Eletrobras diz que “contribui, de forma proativa e constante, em diversas frentes, fornecendo informações irrestritas a todas as autoridades interessadas”. A Hogan Lovells e o escritório de Ellen Gracie não responderam às questões enviadas até o fechamento desta edição.


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20/10


2019

Deputado vai pedir suspensão de Eduardo do PSL

Deputado diz que pedirá ao PSL para suspender Eduardo Bolsonaro das funções partidárias

 Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Do Blog do Camarotti 

Por Gerson Camarotti e Nilson Klava

 

O deputado Junior Bozzella (PSL-SP) informou que pedirá ao PSL para suspender o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) das funções partidárias.

Eduardo Bolsonaro é filho do presidente Jair Bolsonaro e está no centro da disputa pela liderança do partido na Câmara.

Enquanto a ala bolsonarista tenta assumir o posto, o grupo ligado ao presidente do partido, Luciano Bivar, quer manter o deputado Delegado Waldir (PSL-GO) na função.

"Vou entrar com uma representação no partido pedindo a suspensão das suas funções partidárias e também encaminhar processo no nosso Conselho de Ética. Ele [Eduardo] vem agredindo deputados e o próprio partido de forma injusta e irresponsável. Quanto antes suspender, melhor", disse Bozzela.

Além da suspensão, aliados de Luciano Bivar também querem que Eduardo Bolsonaro seja retirado da presidência do partido em São Paulo, e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), da presidência da legenda no Rio de Janeiro.

“O problema não é Jair Bolsonaro, o problema são os filhos, que atrapalham ele. Nós estamos há uma semana com o país parado por causa dos caprichos de um dos filhos, que quer ser tudo e não é nada e vive atacando integrantes do partido", declarou Bozzela.

Ele se referiu à tentativa de Eduardo de assumir a liderança do PSL e ao fato de o presidente Jair Bolsonaro já ter dito que indicará o filho para a Embaixada do Brasil em Washington (EU).


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