ArcoVerde

05/11


2018

A Casa Civil de Bolsonaro

Pasta é bem maior que biografia de Onyx Lorenzoni. Deputado terá de surpreender no cargo

Leandro Colon - Folha de S.Paulo

O governo Bolsonaro começa a atuar oficialmente nesta segunda-feira (5) em Brasília com a nomeação do deputado Onyx Lorenzoni como ministro extraordinário para coordenar o processo de transição.

Filiado ao DEM do RS, o futuro chefe da Casa Civil é figura conhecida no Congresso há mais de uma década. Ganhou visibilidade inicial em 2005, logo no primeiro mandato, quando dividiu com os então deputados ACM Neto e Eduardo Paes o palanque da gritaria oposicionista da CPI dos Correios, que investigou o mensalão no governo Lula.

 “O que diferencia as pessoas é se elas são corruptas ou não são corruptas, se são éticas ou não são éticas. Se têm padrões morais sérios ou se não têm padrões morais”, disse Onyx em sessão daquela comissão.

Doze anos depois, ele admitiu ter recebido R$ 100 mil em caixa dois da JBS na campanha de 2014 (a empresa, em delação, mencionou R$ 200 mil).

Mesmo tendo liderado a bancada do partido por um período, Onyx nunca foi um personagem do primeiro escalão de comando do DEM. Alijado do pelotão de frente, construiu o próprio caminho na Câmara.

Foi até aqui um parlamentar secundário no campo de decisões do Congresso, embora sua atuação não tenha sido desprezível. Relatou, por exemplo, o projeto de medidas anticorrupção aprovado pela Câmara em 2016.

Protagonizou um embate com Renan Calheiros (PMDB-AL) sobre a proposta, parada no Senado. “Parece nome de chuveiro, mas não é nome de chuveiro”, provocou o senador alagoano ao falar do deputado.

Como futuro ministro de Bolsonaro, Onyx anunciou o corte de 25 mil cargos de confiança no primeiro dia de gestão. Voltou atrás quando revelou-se que existem 23 mil no total.

O chefe da Casa Civil costuma ser o todo poderoso de um governo ao lado de quem comanda a economia. Onyx já foi desautorizado por Paulo Guedes ao dar pitaco na área. E não tem a estatura de Sergio Moro, o superministro da Justiça. Assumirá uma pasta bem maior que a própria biografia. Terá de surpreender.


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Fernandes

Não esquecer a JBS, e a propina recebida.


Asfaltos

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14/11


2018

Petróleo despenca, afeta Petrobras e pressiona Bolsa

Preocupação com sobreoferta é alerta para estados que dependem de royalties

Nicola Pamplona e Anaïs Fernandes – Folha de S.Paulo

O preço do petróleo despencou nesta terça -feira (13) em um movimento que acende sinal de alerta para estados e municípios dependentes da receita petrolífera.

O cenário tem impacto positivo, porém, nos preços dos combustíveis.

O petróleo do tipo Brent, negociado em Londres, caiu 6,6%, para US$ 65,47 (R$ 251) por barril, diante de redução na projeção sobre o consumo em 2019.

O Brent já recuou 25% desde que tocou sua máxima em quatro anos (US$ 85,8) no início de outubro. Agora, registra o menor valor desde março.

"Não há dúvidas de que a produção precisa de cortes, já que o mercado está com excesso de oferta", diz Carsten Fritsch, analista do Commerzbank.

A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) reduziu em 70 mil barris por dia a projeção de crescimento do consumo em 2019, para 1,29 milhão de barris diários.


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14/11


2018

Reajuste do Supremo virou um balé de elefantes

Josias de Souza

A encrenca do reajuste salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal transformou-se num balé de elefantes. A coreografia estava momentaneamente paralisada. Imaginou-se que o próximo passo seria executado por Michel Temer, a quem cabe sancionar ou vetar a proposta que elevou os vencimentos das togas supremas de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. De repente, o ministro Luiz Fux, vice-presidente do Supremo, atravessou no palco declarações muito parecidas com uma chantagem.

A cúpula do Judiciário farejou na demora de Temer uma insinuação de que o reajuste não será sancionado enquanto o Supremo não extinguir o auxílio-moradia de R$ 4.377 pagos mensalmente a juízes e procuradores. Diante do cheiro de queimado, Luiz Fux cuidou de esclarecer que o julgamento das ações que questionam há cinco anos o pagamento do bolsa-moradia só o ocorrerá depois que o presidente da República liberar o reajuste dos contracheques dos magistrados.

Até a semana passada, tudo parecia simples como o ABC. A, o Supremo reivindicava um reajuste. B, o Tesouro Nacional está quebrado. C, o Senado mantinha o pedido da Suprema Corte no freezer desde 2016. De uma hora para outra, os elefantes de Brasília começaram a dançar à beira do abismo. O Supremo pressionou, os senadores cederam, Temer entrou na dança e Fux converteu uma reivindicação sindical em instrumento de desmoralização do Supremo.

O Supremo alega que não pede aumento, mas reposição da inflação. Justo, muito justo, justíssimo. O problema é que um empregado não pode exigir do empregador o que ele nãio pode pagar. E o Tesouro já está envididado até a raiz dos seus cabelos, caro contribuinte. Os juízes do Supremo, se quiserem, podem trocar a folha do Estado por uma banca privada. Sem essa alternativa, os 12,5 milhões de brasileiros desempregados preferem um Estado equilibrado, que não atrapalhe a recuperação da economia.


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13/11


2018

Bolsonaro recua e dá a Trabalho status de ministério

Jornal Nacional

O presidente eleito chegou nesta terça-feira (13) a Brasília para mais uma rodada de reuniões de preparação para o novo governo. Jair Bolsonaro anunciou o nome do sétimo ministro e também disse que a pasta do Trabalho manterá o status de ministério.

O presidente eleito saiu de casa no Rio por volta das 5h. Embarcou rumo a Brasília e, quando chegou, foi direto para a sede da transição, no CCBB. Jair Bolsonaro usou uma rede social para anunciar mais um ministro: “O general do Exército Fernando Azevedo e Silva foi indicado para assumir o Ministério da Defesa”.

É o sétimo ministro na equipe de Bolsonaro e o terceiro vindo das Forças Armadas. Azevedo e Silva estava trabalhando como auxiliar do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli.

Na mesma hora, o ministro Dias Toffoli disse, em nota, que "certamente sua larga experiência contribuirá para o fortalecimento da atuação das Forças Armadas, da segurança e da defesa no Brasil".


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13/11


2018

Brasileiros contra aumento aos ministros

Quase 90% dos brasileiros consideraram injusto reajuste salarial do STF

Agência Brasil

De acordo com pesquisa feita por questionário online e divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta terça-feira (13), 89,4% dos brasileiros consideraram injusto o reajuste salarial concedido aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Apenas 8,1% dos que responderam ao questionário acham que o aumento foi justo. 2,5% não sabem ou não responderam. Para 89%, o Brasil não tem momento para arcar com o aumento. Já 7,8% responderam que sim, o País tem condições; 3,1% não sabem ou não opinaram.

O Instituto Paraná Pesquisas entrevistou 2.008 pessoas via questionário online, em 170 municípios de 26 Estados. A pesquisa foi feita entre 9 e 11 de novembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais.

O Senado aprovou na última quarta-feira (7) projetos de lei que concedem aumento aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao procurador-geral da República. O reajuste altera o subsídio dos 11 integrantes do STF e da atual chefe do Ministério Público Federal, Raquel Dodge, de R$ 33,7 mil para R$ 39 mil e provoca um efeito cascata sobre os funcionários do Judiciário, abrindo caminho também para um possível aumento dos vencimentos dos parlamentares e do presidente da República.


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13/11


2018

Campos Neto deixa Santender e fica na Economia

Roberto Campos Neto é diretor do banco Santander

Gabriela Sá Pessoa e Laís Alegretti – Folha de S.Paulo

A equipe de transição do governo de Jair Bolsonaro (PSL) trabalha com a possibilidade de Ilan Goldfajn não permanecer à frente da presidência do Banco Central.

Segundo fontes do gabinete, Roberto Campos Neto, diretor do banco Santander, é visto pela equipe do futuro ministro da Economia Paulo Guedes como um bom nome.

Membros do time econômico do futuro governo também já avaliam a possibilidade de o atual presidente do Banco do Brasil, Marcelo Labuto, não permanecer no cargo.

Na seara econômica, as reuniões do gabinete de transição nesta terça-feira (13) discutiram a situação das estatais e perspectiva de privatização.

Os deputados federais Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente eleito, e Major Olímpio (PSL-SP), eleito senador, se reuniram com Guedes no Centro Cultural Banco do Brasil, segundo eles, para falar sobre “pautas-bomba” em tramitação no Congresso.


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13/11


2018

Parceria de Bolsonaro com DEM provoca ciúmes

A banda fisiológica do Congresso vinha suportando a abstinência de cargos imposta por Jair Bolsonaro na base do barbitúrico. Mas a proximidade do presidente eleito com os quadros do DEM desencadeou um surto de ciúmes que desafia a eficácia dos sedativos. A bancada de São Francisco, adepta do lema segundo o qual é dando que se recebe, ainda não digeriu a notícia de que Bolsonaro cogita acomodar na Esplanada um terceiro deputado do DEM.

O capitão já alistou na sua tropa os deputados Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Maria Tereza (Agricultura) —ele, filiado ao DEM do Rio Grande do Sul; ela, ao diretório do partido no Mato Grosso do Sul. Agora, Bolsonaro flerta com a ideia de incorporar o deputado Luiz Henrique Mandetta, também do DEM sul-mato-grossense. Médico pediatra, ele seria alojado no Ministério da Saúde.

A eventual indicação de Mandetta produzirá dois efeitos instantâneos. Num, os aliados de Bolsonaro que rejeitam a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara se sentirão mais à vontade para conspirar a favor de uma candidatura de outro partido.

Noutro efeito colateral, partidos ignorados pelo novo presidente adotarão uma tática batizada de “cá te espero”. Aguardarão na virada da esquina pela primeira oportunidade de condicionar o seu apoio legislativo à obtenção de vantagens.   (Josias Souza)


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13/11


2018

Bolsonaro quer veto ao reajuste ao STF

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, sinalizou, hoje, que gostaria que Michel Temer vetasse o reajuste salarial dos ministros do STF, que elevará o teto do funcionalismo público.

“Ele sabe, é uma pessoa responsável, não precisa de apelo. Sabe o que vai fazer. O que ele vai fazer compete a ele. “Isso é mais motivo de preocupação. Estamos com déficit para ano que vem. É mais um problema que vamos ter”, afirmou


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13/11


2018

Jornalista relata em livro experiência de vida

 O jornalista Alexandre Farias (TV Globo), irá publicar em breve um livro sobre a experiência dele nos últimos 14 meses. Alexandre foi vítima de uma bala perdida em setembro de 2017, no Alto do Moura, em Caruaru. Ele estava a caminho da casa dele, após apresentar o telejornal local ABTV, quando foi atingido por uma bala perdida. “No livro vou contar o que aconteceu, mas com o meu olhar. O olhar de um repórter que viveu para contar a própria história. Foi um milagre”, relatou Alexandre Farias ao blog emocionado.

Atualmente, o jornalista faz fisioterapia para conseguir andar. Porém, ele conversa normalmente, ri, leva uma vida normal, em casa, no Recife. Continua amante dos livros e fanático em telejornais. A memória dele continua impecável, mesmo com o projétil ainda alojado na cabeça. Os médicos rechaçam qualquer risco. O lançamento do livro está previsto para o ano que vem. O blog fica feliz pela sua recuperação e torce para a sua volta à TV.


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13/11


2018

"30% de cargos comissionados serão cortados"

Jair Bolsonaro planeja cortar "no mínimo" 30% dos cargos comissionados no governo federal. Ele disse concordar que há um "exagero" no número atual, de mais de 23 mil. O presidente eleito não quis cravar o número exato, mas acabou citando o percentual, em entrevista após reunião no Superior Tribunal Militar (STM), hoje.

“Não posso falar percentual, no mínimo 30% tem que cortar no mínimo. Eu fui deputado e vereador, 30 anos, com comissionados do meu lado, eles são importantes, mas concordo que há um exagero no número de comissionados. Pretendemos diminuir e botar gente comprometida com outros valores lá dentro”, disse o presidente eleito.


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13/11


2018

Presidente dos Correios contra privatização

O general Juarez de Paula Cunha ameaçou “fazer barulho”, caso o governo de Jair Bolsonaro resolva privatizar a estatal. Em auditório lotado, ele ostentou sua relação com os “generais”, mas não com Bolsonaro, diz o Antagonista. “O general Mourão é da minha turma. O Bolsonaro foi meu subordinado”, afirmou, para risos da plateia.  

“Então eu acho que eles não vão se arriscar a fazer a privatização, pois vou fazer um barulho danado. Vou empenhar todos os esforços para defender os interesses da empresa, principalmente dos funcionários.”


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13/11


2018

Maior diagnóstico sobre o Judiciário Brasileiro em estudo

Hoje, o cientista político Antônio Lavareda apresentou na Fundação Getúlio Vargas, para um público que incluía Carlos Ivan, presidente da FGV e o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, o cronograma da execução do Diagnóstico de Opinião da Sociedade sobre o Judiciário que ele coordena, encomendado pela Associação dos Magistrados Brasileiros. Com métodos qualitativos e quantitativos, incluindo população, advogados e jurisdicionado. "É o maior estudo do gênero realizado no país e será concluído em abril do próximo ano", ressalta Lavareda.


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Fernandes

MARANHÃO ESTADO COMUNISTA E NORDESTINO PAGA FUNCIONÁRIOS EM DIAS; JÁ OS GAÚCHOS PRECONCEITUOSOS NÃO ESTÃO RECEBENDO SEUS SALÁRIOS.

Fernandes

Militares, já temem o fracasso de Bolsonaro, e começaram a questionar se fizeram a coisa certa ao apoia-lo. chupa essa besteirinha.



13/11


2018

Mendonça: Paulo Câmara vendeu gato por lebre

O deputado federal, Mendonça Filho, criticou o  governador Paulo Câmara por "vender  gato por  lebre" na campanha eleitoral com a proposta de dar o 13° para os beneficiários do Bolsa Família. "Foi um estelionato eleitoral duplo: para o eleitor que não foi avisado que iria pagar mais impostos por isso, e para os beneficiários que, para receber o 13° prometido, terão de participar de um programa de acúmulo de pontos com nota fiscal de compra de itens de cesta básica, para ter direito a R$ 150,00", questionou Mendonça.

Mendonça criticou Paulo Câmara por fazer campanha baseada em mentiras, apresentando Pernambuco como um paraíso de um conto de fadas. "Infelizmente a maioria do eleitor votou acreditando e, agora, começa a sentir a realidade com aumento de impostos e o fechamento de serviços de saúde como o da Fundação Altino Ventura em Arcoverde, deixando cerca de 1300 pacientes do Sertão sem a medicação, sem atendimento e sem as cirurgias já agendadas", afirmou.  


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Fernandes

MARANHÃO ESTADO COMUNISTA E NORDESTINO PAGA FUNCIONÁRIOS EM DIAS; JÁ OS GAÚCHOS PRECONCEITUOSOS NÃO ESTÃO RECEBENDO SEUS SALÁRIOS.

Fernandes

Militares, já temem o fracasso de Bolsonaro, e começaram a questionar se fizeram a coisa certa ao apoia-lo. chupa essa besteirinha.

Fernandes

Adorei o Moro declarar que o caixa dois do Onix Lorenzoni é um erro do passado. Todo crime é um erro da passado.

Fernandes

O Brasil deixou de ser uma Democracia para virar uma Idiocracia. Seremos governados por idiotas. Idiotas eleitos por idiotas...

Fernandes

Bolsonaro fará pelo Brasil tudo o que fez pelo Rio de Janeiro.



13/11


2018

TSE pede esclarecimentos a Bolsonaro

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Roberto Barroso, deu três dias para o presidente eleito, Jair Bolsonaro, apresentar esclarecimentos sobre contas de campanha.

Técnicos do TSE disseram ter encontrado "inconsistências" na prestação de contas da campanha do presidente eleito. A defesa de Bolsonaro informou que vai esclarecer todos os pontos até a amanhã em manifestação oficial à Corte, comprovando a regularidade da arrecadação e dos gastos. “Não há preocupação em relação à prestação de contas. A gente vai justificar todos os questionamentos”, disse a advogada Karina Kufa.


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13/11


2018

Juíza nega a Lula novo depoimento

A juíza Gabriela Hardt negou novos interrogatórios ao ex-presidente Lula e ao empresário Paulo Melo na ação sobre supostas propinas da Odebrecht – que incluiriam um terreno para abrigar o Instituto Lula e uma cobertura vizinha ao imóvel do petista em São Bernardo do Campo.

Lula havia pedido um novo depoimento no processo após o juiz Sérgio Moro deixar a  Operação Lava Jato para se tornar ministro da Justiça do governo Bolsonaro. O petista é réu no caso do sítio de Atibaia, em São paulo, por corrupção e lavagem de dinheiro – segundo a força-tarefa da Lava Jato, Lula teria sido contemplado com propina de R$ 1,02 milhão, parte desse valor supostamente repassado pela Odebrecht e OAS por meio de obras de reforma e melhorias na propriedade rural.


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13/11


2018

Senado tenta alterar Lei da Ficha Limpa

O projeto já está pautado para ser analisado no plenário, hoje. No entanto, depois da repercussão negativa, aqui em Brasília, o presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB), disse aos líderes do Senado que, se eles apresentarem um novo requerimento para retirar a urgência da votação do projeto que acaba com a inelegibilidade de oito anos de condenados pela Lei da Ficha Limpa antes de 2010, ele coloca em votação. O senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) começou a colher assinaturas.


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