FMO janeiro 2020

29/10


2018

Haddad pode liderar frente de oposição a Bolsonaro, mas enfrentará Ciro e PT

Blog da Andréia Sadi

Para fazer oposição a Jair Bolsonaro (PSL), Fernando Haddad (PT) saiu das urnas, ontem, convencido de que existe espaço para se consolidar na esquerda como líder com base em dois discursos usados na campanha: de que o Brasil é maior do que o PT. E que se o partido o levou ao segundo turno, ele acrescentou muito.

Quando saiu derrotado das urnas em 2016, na prefeitura de São Paulo, Haddad já admitia que o antipetismo havia prejudicado seu desempenho na cidade e que a chance de o PT manter a hegemonia na esquerda seria difícil, embora maior do que outros partidos. Na época, Haddad diagnosticou que a esquerda nunca havia vivido situação tão adversa – e que a tendência de poder no Brasil seria de direita ou extrema direita.

Dois anos depois, agora com Bolsonaro eleito, Haddad quer convencer o PT e aliados de que é ele o nome para liderar uma frente ampla de oposição ao presidente eleito no campo da esquerda. Um dos momentos mais comemorados pela campanha do ex-prefeito de São Paulo foi quando ele recebeu apoios "a despeito do PT".

O comitê se surpreendeu com o fato de ele ter conseguido aglutinar entorno de sua candidatura apoios de intelectuais, artistas e políticos que não votam no PT, além de nomes como os do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, relator do mensalão na corte, e do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot.

Em seu discurso ontem, Haddad reconheceu que, entre os 45 milhões de eleitores que votaram nele, muitos não são de partido político e saíram às ruas para pedir voto em sua candidatura.

O plano do petista de se firmar como líder da oposição, no entanto, esbarra em dois pontos. Um deles é Ciro Gome (PDT) – candidato derrotado no primeiro turno – que também vai brigar pelo espólio da esquerda, de olho em 2022. Outro ponto, é o próprio comando do PT, que trabalhou contra a candidatura de Haddad, na visão dos seus aliados mais próximos.

Na véspera da votação do segundo turno, por exemplo, Gleisi Hoffmann, presidente do PT, irritou apoiadores de Haddad ao dar uma entrevista dizendo que o presente do PT, por ocasião do aniversário de Lula, seria ganhar a eleição e tirá-lo da cadeia – exatamente o discurso que Haddad havia trabalhado para se distanciar no segundo turno, para ampliar seus apoios.

Amanhã, a Executiva do PT vai se reunir para discutir o futuro do partido. Uma ala defende até que Haddad assuma o partido – o que seus assessores mais próximos rechaçam. Inclusive, se fosse por eles, o ex-prefeito sairia do PT e migraria para outro partido, como o PSB – o que chegou a ser cogitado no começo de 2018.

Haddad, por ora, deve procurar setores do PSDB que ficaram desconfortáveis com a eleição de João Doria para o governo de São Paulo. A aposta do grupo de Haddad e de que o alinhamento com Bolsonaro fará com que tucanos de "plumagem respeitável" saiam do partido. O petista também pretende, junto com Márcio França (PSB) – candidato derrotado ao governo de SP – retomar a conversa com Paulo Câmara e setores do PSB, como Joaquim Barbosa, por exemplo. Haddad também vai manter os laços com o PCdoB de Manuela D' Ávila, sua vice na chapa à Presidência.

Ontem, Haddad voltou à retórica de que Lula está preso injustamente – discurso que agrada a esquerda. Como primeira agenda de campanha no segundo turno, na segunda-feira do dia 8 de outubro, Haddad visitou Lula na cadeia – o que foi duramente criticado por setores da campanha que defendiam o afastamento do candidato da imagem do ex-presidente.

Naturalmente, os planos de Haddad para comandar uma frente de esquerda, além de enfrentar os obstáculos dentro do partido e com Ciro, precisarão ter a benção do ex-presidente Lula, preso em Curitiba. Mas a conversa ficará para outro dia. Hoje, Haddad não vai visitar o padrinho político em Curitiba.


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Fernandes

Vai ser pau nesse fascista no congresso.

marcos

O Choro é Livre, Lula não.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Andréia, acabou. A eleição acabou.

Fernandes

EQUIPE DE BOLSONARO JÁ BATE CABEÇA. Dois dos três ministros já anunciados por Jair Bolsonaro já começaram a disputar para ver quem manda mais no novo governo que assumirá a Presidência da República em janeiro do próximo ano. O economista Paulo Guedes, anunciado como ministro da Fazenda, afirmou a aliados que não irá submeter as decisões da sua pasta ao deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que irá assumir a Casa Civil, como havia sido dito por Bolsonaro. Saco de gatos.


Detra maio 2020 CNH

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03/06


2020

Deputados querem comissão para acompanhar volta às aulas

A retomada das aulas nas escolas públicas brasileiras será acompanhada por uma comissão nacional de parlamentares. O requerimento para a criação da comissão temporária externa foi protocolado hoje na Câmara dos Deputados, com a participação de 12 deputados. A ideia é promover uma arena pública de acompanhamento, discussão e deliberação, que pode contribuir para orientar boas decisões, autônomas e articuladas, pelos entes federativos.

O deputado Danilo Cabral, um dos integrantes do colegiado, afirma que a volta às aulas deve ocorrer de forma planejada, seguindo as orientações das autoridades sanitárias e visando a preservação da saúde dos estudantes, professores e trabalhadores da educação. “Por imposição da pandemia, tivemos que interromper o ano escolar bruscamente, o retorno das atividades deve assegurar direito à aprendizagem dos alunos, buscando oferecer igualdade de condições e equidade para prioridades na alocação de recursos e ações”, destaca.

Para a deputada Professora Rosa Neide (PT-MT), o Poder Público deve envidar esforços para construir uma efetiva, dialogada e pactuada estratégia para o Retorno às Aulas no âmbito do enfrentamento da Covid-19, envolvendo a participação da União, estados, o Distrito Federal e os municípios. “Soluções improvisadas e limitadas não são capazes de garantir o direito de aprendizagem, ao contrário, podem aprofundar uma oferta desigual e limitar, ainda mais, oportunidades educativas”, afirma.

A comissão pretende promover debates envolvendo especialistas, entidades de representação das categorias da educação, movimento estudantil e governos para a definição do retorno das atividades escolares. “Dessa forma, poderemos contribuir para a elaboração de uma estratégia para essa retomada”, explica Danilo Cabral. Segundo o deputado, a estratégia deve conter a política e as diretrizes para a reorganização dos calendários, dos processos de reposição e de recuperação das aprendizagens.

Além de Danilo Cabral e da Professora Rosa Neide, assinam o requerimento os deputados Waldenor Pereira (PT-BA), Idilvan Alencar (PDT-CE), Maria do Rosario (PT-RS), Margarida Salomão (PT-MG), Zeca Dirceu (PT-PR), Alice Portugal (PCdoB-BA), Rejane Dias (PT-PI), Alencar Santana Braga (PT-SP), Pedro Uczai (PT-SC) e Rogério Correia (PT-MG).


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Abreu e Lima - Maio

03/06


2020

Editorial analisa a possível candidatura de Múcio em 2022

No Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, o meu editorial foi sobre a possível volta do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múcio Monteiro, para vida política e partidária do Brasil. Vale a pena conferir!

O Frente a Frente tem como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, em Jaboatão dos Guararapes.


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Prefeitura do Ipojuca

03/06


2020

TCE expede medida cautelar contra Secretaria de Saúde

O conselheiro Carlos Porto, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), expediu medida cautelar monocrática pela suposta falta de transparência e publicidade nas dispensas emergenciais 80, 95, 134, 144, 147 e 148 da Secretaria Estadual de Saúde, para contratação de leitos de enfermaria em hospitais privados para a covid-19. A decisão do TCE está publicada no Diário Oficial de hoje.

Carlos Porto concedeu prazo, até a sexta-feira (5), para o secretário André Longo prestar os "esclarecimentos faltantes dos motivos de dispensas de licitações 80, 95, 134, 144, 147 e 148 (COVID) terem sido publicadas intempestivamente, superando em muito o prazo legal para publicação, esclarecimento que não foi oferecido ao Relator, mesmo havendo sido concedido dois prazos de resposta".

A cautelar foi expedida após representação do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO). "No primeiro procedimento, de R$ 25 milhões para o IMIP, a dispensa foi ratificada pelo Secretário Estadual em 22 de março de 2020, mas só foi publicada no Diário Oficial do Estado de 23 de maio de 2020, portanto, mais de dois meses depois de sua assinatura", disse Carlos Porto, no texto da decisão.

O relator informou que, caso não seja explicados os motivos da falta de publicação, poderá haver a suspensão dos pagamentos das dispensas. "Sob pena, desta vez, de aplicação de multa em caso de nova falta de resposta e suspensão dos pagamentos das despesas decorrentes das citadas dispensas de licitação, até análise e deliberação do Tribunal de Contas", decidiu Carlos Porto.

Após dois prazos para resposta ao Relator, que enviou um ofício de "alerta", a Secretaria Estadual de Saúde informou, na sexta-feira (29), que não precisava publicar as dispensas no Diário Oficial, com base na Lei Complementar Estadual 425.

A Secretaria disse que estava com vários servidores afastados, devido à Covid-19. Carlos Porto considerou estas respostas insuficientes.


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03/06


2020

Mendonça: Reabertura econômica em PE é desastrosa

O ex-ministro Mendonça Filho cobrou do Governo Paulo Câmara um plano estratégico de reabertura da economia com transparência, diálogo com os segmentos produtivos e garantia de atendimento aos pacientes da Covid-19. "Do mesmo jeito que o lockdown foi um fracasso, a reabertura anunciada deixa a desejar até como plano de convivência. A gestão da pandemia em Pernambuco e no Recife é um constante bate cabeça. Na economia as medidas são atabalhoadas, sem planejamento e sem diálogo com os setores produtivos. Na saúde os números não batem. A propaganda diz uma coisa, a realidade mostra mais de 200 leitos de UTI fechados só no Recife por falta de equipamentos", criticou.

Mendonça diz que a insatisfação geral com a reabertura, mostra que o Governo do Estado continua sem olhar para o setor produtivo com a importância que deve ter quem gera emprego, renda e arrecadação para o setor público. "A gestão da pandemia colocou mais luz sobre a visão antiempresarial do governo socialista, que dificulta o tempo todo a vida de quem empreende. A crise é gravíssima com o comércio quebrado, a construção civil e as atividades de serviço paradas. Ao invés de apresentar um plano estratégico para voltarmos a gerar emprego e renda, o Governo lança medidas para inglês ver, totalmente desconectada da realidade de cada setor" afirmou.

O ex-ministro alertou que se o Governo Paulo Câmara continuar sem dialogar com os setores produtivos, com os prefeitos e com a sociedade para uma reabertura que atenda a peculiaridade de cada atividade, Pernambuco e o Recife continuarão liderando o ranking do desemprego no Brasil. "As medidas de reabertura para setores como construção civil e shopping center, que empregam milhares de pessoas, demonstram claramente que o Governo não está preocupado com a  retomada da economia e sim em criar uma cortina de fumaça para tirar o foco da gestão desastrosa na saúde e das inúmeras denúncias investigadas por órgãos de controle e fiscalização", afirmou, ressaltando que a Prefeitura do Recife e do Governo precisam admitir que o colapso do sistema de saúde para atender pacientes da covid_19 é causado pela má gestão. "Inauguraram hospitais de campanha que continuam com leitos e UTIs fechadas", lembrou.

A reabertura da economia será tema da live que Mendonça Filho faz hoje, às 19h, no seu Instagran com o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. O prefeito tem defendido um plano de reabertura econômica regionalizado para atender as peculiares da economia de cada região. "Miguel Coelho é um exemplo de gestão na pandemia. Planejou e está executando seu plano de reabertura. Petrolina está fazendo bem feito. Por que Recife e Pernambuco não podem fazer? Falta gestão, visão estratégica e compromisso com o nosso desenvolvimento econômico", disse. Segundo Mendonça, a situação não é mais dramática por causa do apoio dado pelo Governo Federal com medidas como o auxílio emergencial e o suporte para pagamento de salários dos empregados.


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marcos

Quantas pessoas precisam morrer mais, quantas empresas precisam quebrar mais, quantos empregos precisam acabar mais, para Paulo Câmara assumir a merda que fez? Basta Paulo, Pernambuco não aguenta mais.

Fernandes

Esse rapaz é chato, ele tá! Com esse blá blá blá todo porque tem eleições esse ano, mais é chato!


Banco de Alimentos

03/06


2020

“É ofensivo dizer que vai haver golpe”, diz general

O general Luiz Eduardo Ramos, em entrevista à rádio Band, repetiu que os militares jamais apoiariam um golpe bolsonarista.

“É ofensivo às Forças Armadas, em particular ao Exército Brasileiro, alguém dizer que vai haver ruptura e que vai haver golpe. Isso é ofensivo, não é aceitável. A minha geração é radicalmente democrática. Estou no governo como um cidadão brasileiro convocado pelo presidente. Eu não tenho tropa, não participo de atividades do Alto Comando do Exército. Não tenho influência, eu tenho é relação de amizade. A minha responsabilidade de estar no governo é de não fazer feio, de corresponder à confiança e história que eu tenho no Exército. Agora, eu realmente não estou ali representando as Forças Armadas”, disse.


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Prefeitura de Serra Talhada

03/06


2020

Fernando Filho nega indicação para Banco do Nordeste

Filho do líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB), o deputado federal Fernando Filho (DEM) negou, há pouco, que o pai tenha bancado a indicação do presidente do Banco do Nordeste que só conseguiu ficar 24 horas no cargo, Alexandre Borges Cabral. “Nunca ouvimos falar nesse senhor”, disse o parlamentar. A informação foi postada pelo site Poder360, do jornalista Fernando Rodrigues, de Brasília. Borges caiu por causa de um “papagaio” na justiça de mais de R$ 2 bilhões.


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O Jornal do Poder

03/06


2020

FBC bancou indicação do presidente vapt-vupt do BNB

Está no site Poder360º a planilha dos últimos cargos de indicação do Governo Bolsonaro feitos por aliados do presidente. O ex-presidente do Banco do Nordeste, Alexandre Borges Cabral, que só conseguiu ficar 24h no cargo, conforme noticiamos há pouco, foi uma indicação, segundo o site, do líder do Governo no Senado, o pernambucano Fernando Bezerra Coelho (MDB).


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Shopping Aragão

03/06


2020

Presidente do BNB cai 24 horas após ser nomeado

Indicado pelo Centrão, o novo presidente do Banco do Nordeste, Alexandre Borges Cabral, deve ser exonerado do cargo, segundo fontes do governo. Como mostrou reportagem do Estadão, Cabral é alvo de uma apuração conduzida pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sobre suspeitas de irregularidades em contratações feitas pela Casa da Moeda durante sua gestão à frente da estatal, em 2018. O prejuízo é estimado em R$ 2,2 bilhões.

Foi mais uma indicação política do Centrão depois da aliança dos partidos que formam o bloco com o governo Bolsonaro – a primeira na equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes. Cabral tomou posse ontem, após ser eleito pelo Conselho de Administração. Procurado pelo Estadão, Cabral negou qualquer ilegalidade e disse esperar que o TCU reconheça isso.

Na cerimônia de posse, afirmou que sua indicação é “técnica” e se deu por causa da sua “experiência exitosa” à frente da Casa da Moeda. Cabral foi indicado para o cargo pelo PL, de Valdemar Costa Neto, em troca de apoio do partido ao governo no Congresso.

Auditores atribuem ao executivo “possível ato de gestão temerária” na presidência da estatal e o descrevem como um dos “potenciais responsáveis” por prejuízos em contratos firmados durante sua gestão.

As supostas irregularidades estão relacionadas à fraude e direcionamento de licitações para as empresas Sicpa e Ceptis, que resultaram em contratos destinados à operação do Sistema de Controle de Bebidas (Sicobe) e do Sistema de Controle e Rastreamento da Produção de Cigarros (Scorpios). Os valores dos pagamentos, somados, superam R$ 11 bilhões.


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03/06


2020

Fiepe rejeita plano de reabertura da economia

Em entrevista ao Frente a Frente, o presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco, Ricardo Essinger, disse que ninguém da produção industrial no Estado recebeu de bom grado o plano do Governo do Estado de retomada das atividades econômicas depois da fase radical do processo de isolamento social provocado pela pandemia do coronavírus.

“Ninguém conseguiu entender esse plano, que não atende às nossas necessidades, principalmente da construção civil. Está cheio de falhas e pode prejudicar mais do que ajudar”, afirmou. A entrevista vai ao ar ao longo do programa, que começa às 18 horas pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, no Grande Recife, com mais 35 emissoras.

Se você deseja ouvir pela internet, basta acessar o botão Rádio na página do blog acima ou baixar o aplicativo do programa, basta ir à Play Store e procurar para baixar o acesso pela Rede Nordeste de Rádio. E bom programa!


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marcos

Quantas pessoas precisam morrer mais, quantas empresas precisam quebrar mais, quantos empregos precisam acabar mais, para Paulo Câmara assumir a merda que fez? Basta Paulo, Pernambuco não aguenta mais.

Fernandes

Não há esperança fora da ciência, afirma viúva de Carl Sagan. A pandemia do coronavírus confirma que não há esperança em discurso que não seja o científico. A afirmação é de Ann Druyan, 70, viúva do divulgador científico Carl Sagan (1934-1996), produtor e roteirista da primeira série do documentário Cosmos.

Luciano Oliveira

Estão Fazendo de forma Oportunista o Uso Da Pseudo Ciência Pra Enganar Os Inocentes Funcionais. O Cenário Estatístico Midiático Tem Sido Amplamente Explorado Pela Classe Política Com Essa Finalidade. Taí Um Descarado Exemplo



03/06


2020

Bolsonaro apenas luta para sobreviver no cargo

O vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril escancarou um fato que está ficando cada vez mais claro desde o mês anterior. As energias do presidente Jair Bolsonaro não estão concentradas em procurar soluções para os problemas nacionais e, sim, para superar a atual crise política – em grande medida criada por ele próprio – e para sobreviver no cargo.

Na reunião ministerial, Bolsonaro estava preocupado com o fato de que nem todos os ministros (foco em Sergio Moro) se empenhavam em defendê-lo ou em alinhar-se com seu discurso contra as medidas de distanciamento social impostas por governadores e prefeitos. Poucas palavras gastou com o assunto que motivou a reunião, o PAC do general Braga Netto para estimular a economia e gerar empregos nos anos que se seguirão à pandemia de covid-19.

Bolsonaro não assumiu o governo da crise de saúde pública que já matou mais de 30.000 brasileiros pela doença causada pelo novo coronavírus. Deixou o ônus dessa luta nas costas dos estados e municípios. Quando agiu, foi para se opor às medidas de saúde pública nos entes subfederativos. Sua tentativa de boicotar o governo dos outros foi contida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que assegurou a autonomia de estados e municípios na execução de políticas de saúde pública

Sem apetite para governar a não ser por ações negativas, tratou de boicotar até mesmo seus ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Envio de recursos e equipamentos médicos para estados e municípios continuam, na nova gestão ministerial, por inércia e por pressão de governadores e prefeitos. Para Bolsonaro, o mais próximo que se pode chegar da palavra "governar" é distribuir hidroxicloroquina. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.


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marcos

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos.

marcos

Volta Dilma!

Fernandes

Corretíssimo, incompetente.

MARCOS MORAIS

Esse presidente na verdade não tem competência para governar e para lidar com uma crise de saúde como esta, e devido a sua incompetência milhares de brasileiros estão pagando com as suas próprias vidas.



03/06


2020

PL vai regulamentar pedidos de impeachment

Projeto de Lei apresentado pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), ontem, vai propor uma alteração na Lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950, para regulamentar o recebimento, pela Câmara dos Deputados, de denúncia contra o presidente da República, por crime de responsabilidade. A matéria vai estabelecer normas e prazos para que os pedidos sejam recebidos, analisados e aceitos ou não, considerando que, atualmente, não há uma regulamentação definida.

Pelo projeto de Veneziano, compete ao presidente da Câmara receber ou indeferir o recebimento da denúncia, no prazo de dez dias, a contar da data do protocolo, cabendo recurso ao Plenário no caso de indeferimento, interposto por um décimo dos membros da Câmara dos Deputados, no prazo de dez sessões.

Se o presidente da Câmara não decidir sobre a matéria no prazo estabelecido no projeto, o Plenário passa a ser competente para receber ou indeferir o recebimento da denúncia. Neste caso, serão necessários três quintos dos votos favoráveis da composição da Câmara ao seu recebimento.

Veneziano lembrou que, pelo regramento normativo atual, que é uma lei de 1950, cabe ao Presidente da Câmara decidir sobre o recebimento de denúncia apresentada contra o presidente da República por crime de responsabilidade. Mas se ele não decide sobre a matéria, nada ocorre, ficando a denúncia paralisada, sem andamento na Casa.

“A opção pela não decisão é totalmente inadequada e vem sendo, com justiça, objeto de críticas por parte da sociedade. Se é razoável atribuir ao presidente, num momento inicial, a decisão sobre o recebimento ou não da denúncia (...), não podemos aceitar que ele tenha a prerrogativa ilimitada de não decidir sobre a matéria, ou de apenas decidir à sua vontade, sem qualquer prazo definido”, justificou o senador paraibano.

Veneziano alertou para o fato de que a não decisão pode servir de arma política por parte do Presidente da Câmara, “o que não é republicano, nem democrático”. Assim, uma vez apresentada a denúncia, o presidente da Câmara terá dez dias para decidir sobre o recebimento ou não. Se indeferir o pedido, cabe recurso ao plenário. Todavia, se em dez dias o presidente não decidir, o plenário passa a ser competente para receber ou indeferir o recebimento da denúncia, com a necessidade de um quórum qualificado.

Recebida a denúncia, ela será encaminhada à comissão especial eleita para emitir parecer pelo deferimento ou indeferimento, conforme também já previsto na Lei hoje existente. “Segundo a Constituição, o Parlamento detém a prerrogativa exclusiva de autorizar que o presidente da República seja ou não processado. Porém, não é legítimo que a Casa do Povo se esquive de decidir tal matéria, se omitindo de exercer o seu poder, que é também dever”, disse Veneziano


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marcos

Ô Veneziano junte ao seu protejo também prazos para os impeachements dos ministros do STF. Isonomia Já!



03/06


2020

Ponto a Ponto discute a crise nas instituições

Os problemas atuais na economia e na política têm sido gatilhos para vários protestos no país. E para discutir a crise nas instituições brasileiras, a jornalista Mônica Bergamo e o cientista político Antonio Lavareda conversam com o ex-Ministro da Defesa e Segurança Pública, Raul Jungmann, no Programa Ponto a Ponto de hoje, às 21h30, na Bandnews.

Dados da última pesquisa da CNT-MDA (7-10 de maio 2020) sobre as recentes manifestações contra o Congresso Nacional e o STF mostraram que 51,8% dos brasileiros são contra os protestos, enquanto 28,8% disseram ser favoráveis. Outros 10,8% responderam que não são nem a favor nem contra as manifestações.

Na pesquisa realizada pelo Datafolha a respeito da opinião do desempenho das instituições, publicada na semana passada, apontou que 43% dos entrevistados avaliam o Governo Bolsonaro como ruim/péssimo. O Congresso Nacional ficou com uma avaliação negativa de 32%, enquanto o STF, 26%.


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03/06


2020

País vive escalada autoritária com ataques à imprensa

O Brasil vive uma escalada autoritária com os frequentes ataques à imprensa ao longo do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), afirmaram, hoje, líderes da oposição no Congresso Nacional.

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) promoveram um ato virtual em defesa da democracia e da imprensa livre.

No encontro, parlamentares e jornalistas ressaltaram a importância do trabalho da imprensa sem ameaças ou incentivos a ofensas por parte do governo e de seus apoiadores para o reforço permanente da democracia em um país. Dentre os partidos, participaram representantes do PSB, PDT, PT, PSOL, Rede, Cidadania e PCdoB.

O líder da minoria no Senado, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que um dos indicativos mais fortes da instalação de um regime autoritário é a violência contra a liberdade de imprensa. "Não se tem conhecimento, a não ser nos períodos de ascensão [autoritária] de nossa história, que a imprensa tenha sido tão ofendida e agredida", falou. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.


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03/06


2020

Vereadores defendem ações da Prefeitura de Gravatá

Nove vereadores da Câmara Municipal de Gravatá, no Agreste, que apoiam o prefeito Joaquim Neto (PSDB), enviaram, há pouco, ao blog, uma resposta aos parlamentares de oposição. Confira abaixo.

“Temos acompanhado, diariamente, o esforço da Prefeitura e toda a sua equipe para combater o coronavírus em nossa cidade. Acompanhamos de perto o trabalho do Comitê de Crise, composto por representantes da Prefeitura, Ministério Público, Polícias e Guardas Municipais, e as ações que estão sendo feitas para minimizar os impactos causados pela Covid-19.

Na verdade, Gravatá não está em segundo lugar como um dos municípios com maior número de casos do Agreste de Pernambuco, e sim é um dos menores, como bem pode ser provado nos boletins emitidos na cidade e pela Secretaria Estadual de Saúde.

 Afirmam que a atual gestão ignora a crise causada pela Covid-19, fato que não condiz com a realidade. Toda a população vem acompanhando, através de campanhas diárias, as medidas anunciadas pela Prefeitura, desde a limpeza semanal de vias públicas, distribuição de kit medicamentos, distribuição de máscaras, álcool em gel, interdição de praças, contratação de profissionais da saúde, aquisição de novos veículos para a saúde, redução dos dias de feira, redução de salário do prefeito, secretário e funcionários públicos, campanhas educativas, barreiras educativas sanitárias, fiscalização em hotéis e condomínios e outras importantes ações que vem ganhando destaque na mídia estadual.

 Ainda é importante registrar que, Gravatá continua recebendo, semanalmente, sua população flutuante, em função da rigidez do isolamento da Capital e região metropolitana. A população vem rejeitando o comportamento da oposição em geral de quanto pior melhor, pois, demonstra a falta de preocupação com as pessoas e evidencia os interesses pessoais dos que agem dessa forma.

Por fim, somos representantes dos gravataenses e temos o dever, de forma imparcial, de apresentarmos a verdade sobre os fatos.”

Vereadores

Leonardo José da Silva

Severino de Farias e Silva

Antônio Manoel dos Santos

Valeriano Bezerra da Silva

José Sivaldo Ferreira

Reginaldo Pereira da Silva

Leonardo Cottard Giestosa

Josenildo Pereira da Silva Quirino

Rafael Leôncio da Silva


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03/06


2020

Falta de liderança

Um grupo de 20 representantes de diversos setores econômicos resolveu reagir ao plano maluco de reabertura da economia do governador Paulo Câmara e do prefeito do Recife, Geraldo Julio. São empreendedores da indústria, do comércio, de bares, shoppings, hotéis e serviços.

Eles classificam o plano do Governo de lento e confuso. Prometem dar uma lição de gestão aos herdeiros de Eduardo Campos apresentando um planejamento viável. As prefeituras de Jaboatão, Cabo e Petrolina também resolveram não entrar nessa barca furada, adotando medidas próprias e mais seguras de abertura do comércio.

Isto mostra que, além de não saber liderar, Paulo e Geraldo não têm humildade para escutar.


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Comentários

arnaldo luciano da luz alencar ferreira

Esse time aí só está faltando Bolsonaro para acabar de vez com Pernambuco, esses dois aí vive batendo continência para RENATA CAMPOS, que na verdade é quem manda é desmanda no Governo do Estado.