Governo de PE

28/09


2018

Desafiada a responder mazelas, elite escolhe tiro...

... porrada e bomba

É espantoso que parte considerável das elites ignore por que os pobres votam no PT

Reinaldo Azevedo - Folha de S.Paulo

Quando os liberais brasileiros foram convocados ao desafio de mobilizar as forças de mercado para responder com políticas públicas às demandas da nossa ainda formidável pobreza, parte deles não hesitou em escolher o caminho do tiro, porrada e bomba. 

Liberais nada! Trata-se de uma gente grotescamente reacionária, que tem ódio e medo de pobre e de preto. Não importa o resultado das urnas, ou se guardam as garruchas, ou vamos constatar que países não conhecem o fundo do poço. Jair Bolsonaro quer aulas de Educação Moral e Cívica para o povo. Quem educará as elites?

O petista Fernando Haddad estará no segundo turno por obra, em parte, da Lava Jato, da direita xucra e de quantos assistiram inermes, quando não com aplausos, às duas tentativas de deposição de Michel Temer. Antevi o resultado neste espaço, em fevereiro do ano passado: “Se todos são iguais, Lula é melhor”. No reverso da moeda, a resposta é outra: “Se todos são iguais, viva a pistola!”

Mas falta um dado à equação. O PT chega a essa posição também por seus méritos, não porque praticou as esbórnias do mensalão e do petrolão. Abstraindo-se o desastre do governo Dilma, os muito pobres sabem por que votam no partido. E é por bons motivos —bons para eles, os muito pobres, realidade que está distante de nós, meu querido leitor, “meu semelhante”. Os oito anos de Lula forneceram para aquela gente, tratada com desdém pelos brucutus das redes sociais, um prenúncio ao menos de distribuição de renda. É questão de número, não de gosto. E foi coisa pouca.

Não posso avançar sem que emende: os muito ricos, que hoje veem no PT o sinônimo do mal, não tinham do que reclamar nem no governo Dilma. Alguns, aliás, aproveitaram a tibieza e a irresponsabilidade da gestão da governanta para arrancar renúncias fiscais abusivas, que contribuíram para expulsá-la do poder. Sob o aplauso dos beneficiários das mamatas.

“Mudou de lado? E os textos e os livros contra os petralhas?” Eu os subscrevo a todos ainda hoje. Procurem um só artigo meu atacando medidas para minorar a pobreza —“cotismo” é outra conversa. Eu me recusei —e me recusarei sempre— a trocar inclusão social por um projeto de hegemonia política, que cometeu o erro adicional de instrumentalizar o Ministério Público e setores do Judiciário contra seus adversários. O PT alimentou o Leviatã de toga que hoje tenta destruir o espaço público. Não se deve dar nem a fardados nem a togados o gostinho da política.

Eles engolem seus patronos. Os primeiros cassaram Carlos Lacerda. Os outros meteram Lula na cadeia. O PT é o principal responsável por haver procuradores e juízes que ignoram a Constituição, não é mesmo, Roberto Barroso? Na prática, esses valentes inimputáveis criaram um novo partido. E com poder de polícia. Nem os stalinistas cometeram essa sandice. Os nazistas sim.

Vamos ver o que o futuro governante, qualquer que seja, vai fazer do mapa eleitoral que herdar. Será, por si, um grave sinal de advertência. É constrangedor ter de escrever isto em 2018, mas nós estamos ainda, em muitos aspectos, no universo de “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos. Pausa: é a hora em que certo tipo retira as duas mãos do chão, vai ao Google para saber quem é esse e corre à área de comentários: “Reinaldo está citando um comunista; coisa do Foro de São Paulo”. Há quem pense, inclusive, que o tal foro é um prédio que pode ser demolido...  De volta ao romance.

Sinhá Vitória só se dava ao direito de sonhar com uma cama de ripas quando chovia. Quando chovia, Fabiano mudava sua economia de palavras. É espantoso que parte considerável das elites brasileiras ignore as razões por que os muito pobres votam no PT, reduzindo-os à categoria dos “mortadelas” preguiçosos. A mortadela sem metáfora ainda não chegou aos grotões do Vale do Ribeira, em São Paulo, ou do Vale do Jequitinhonha, em Minas, para ficar em dois estados ricos.

Não há solidão maior no Brasil do que a de um liberal. Os esquerdistas têm, ao menos, aqueles a quem chamam “companheiros”. Já fui brasileiro como eles. “Mas há uma hora em que os bares se fecham/ e todas as virtudes se negam.”


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Comentários

Fernandes

BOLSONARO PODE RENUNCIAR SUA CANDIDATURA EM FAVOR DE ALCKIMIN.

marcos

Você quer que seu filho seja GAY? ........ /// .... O CANDIDATO DO KIT GAY. ........//////.....“Kit gay” preparado pela gestão de FERNANDO HADDAD na educação foi o primeiro a propor “transgêneras” em banheiro feminino. Esse rapaz sempre dando boas idéias… Lembram-se do material preparado pelo Ministério da Educação, sob o comando de Fernando Haddad, para ser veiculado nas escolas? Um deles fazia a apologia da bissexualidade: dizia que um bissexual tem 50% a mais de chance de ter com quem sair no fim de semana já que gosta de meninas e meninos. Por Reinaldo Azevedo

Fernandes

A advogada Ana Cristina Valle, ex-mulher do candidato do PSL ao Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro, acusou o presidenciável de furtar um cofre de um banco, de ocultar patrimônio e de receber pagamentos não declarados, segundo reportagem publicada nesta sexta-feira, 28, no site da revista Veja.

Fernandes

Delira o perrelli...Seria cauterização de fissura anal?

lino perrelli

Que pena, acabou-se o Blog do amigo Magno...


Governo de PE

Confira os últimos posts



19/05


2019

Bolsonaro: relação com Congresso, flerte com reeleição

A promessa de Bolsonaro para o Congresso se renova. Já o presidente começa a flertar com a reeleição.

Foto: Adriano Machado | Reuters                                                                            Foto: Mauro Pimentel | AFP

O Globo Por Lauro Jardim e Gabriel Mascarenhas

 

O jornalista Lauro Jardim, titular da coluna, chama atenção para uma constatação: desde que o governo se iniciou, não se passa uma semana sem que Jair Bolsonaro fale em estreitar suas relações com o Congresso, uma intenção que nunca se concretiza. 

Enquanto isso, seu colega de coluna, o também jornalista Gabriel Mascarenhas informa que Jair Bolsonaro, aquele que praguejava contra a reeleição durante a campanha, admite abertamente entre aliados que, se a economia reagir e o Brasil voltar aos trilhos, vai disputar mais um mandato em 2022. O resto é conversa.

 


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gilson

Nunca tinha visto tanta merda num único lugar. O bolso não sustenta ate o final do ano.


Congresso Nordestino de Educação Médica

19/05


2019

Após derrotas, Moro tenta salvar a principal bandeira

Após derrotas e pé no STF, o ministro da justiça, Sérgio Moro tenta salvar sua principal bandeira.

Do Jornal do Brasil

 

Após sucessivas derrotas, a mais recente envolvendo o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), o ministro Sergio Moro (Justiça) intensificou a agenda política para tentar acelerar a tramitação no Congresso daquela que é considerada sua principal iniciativa, o pacote anticrime.

Na manhã de quinta-feira (16), Moro foi à residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para pedir o apoio do parlamentar ao avanço do projeto na Casa.

Alvo da resistência de vários políticos por personificar a Lava Jato, a operação que dizimou integrantes de diversas legendas nos últimos anos, o ex-juiz federal tem buscado auxílio de Maia para tentar vencer esses obstáculos. [...] Confira a íntegra aqui: Após derrotas e pé no STFMoro tenta salvar sua principal band


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19/05


2019

Whatsapp continua sendo usado por Bolsonaro

Responsáveis até por demissão de ministro, áudios de Whatsapp continuam sendo usados por Bolsonaro.
Ailton de Freitas | Agência O Globo

O Globo - Por Gabriel Mascarenhas

 

O episódio Gustavo Bebianno, em que a lavagem de roupa suja entre presidente e ministro foi exposta em rede nacional, não ensinou nada a quem deveria.

Jair Bolsonaro continua usando os áudios de WhastApp como ferramenta de comunicação.

Cabe de tudo nas gravações: de orientações sigilosas a ministros a promessas e recados poucos educados a congressistas. Tudo pelo aplicativo, armazenado no celular alheio, pronto para ser usado como e quando o interlocutor presidencial decidir.

 


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19/05


2019

Mercado atento ao impeachment; Maia elogia Mourão

Mercado financeiro atento às regras da constituição sobre Impeachment. Enquato isso, Rodrigo Maria é só elogios para Hamilton Mourão. 

Presidente da República Jair Bolsonaro Foto: Agência O Globo                                Foto: Presidência / Divulgação

Época - Por Guilherme Amado

 

Na sexta-feira, depois do texto do "ingovernável sem conchavos" disparado por Jair Bolsonaro via WhatsApp, consultorias de mercado financeiro, em São Paulo, dispararam para seus clientes relatórios sobre as regras da Constituição para a substituição do presidente da República quando a saída se dá na primeira metade do mandato.

Enquanto isso, Rodrigo Maia é só elogios para Hamilton Mourão. Costuma dizer a aliados que o vice tem postura de diálogo e entende o momento importante por que passa o país.


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ArcoVerde

19/05


2019

Ninguém se engane: Moro articulado como político

Em menos de cinco meses de governo, o ministro Sérgio Moro já se reuniu com 106 parlamentares, segundo levantamento do Estado com base apenas em sua agenda oficial. O ministro teve encontros com mais de um sexto do Congresso e rivaliza no governo com o ministro Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, responsável pela articulação política do Palácio do Planalto. Onyx, deputado federal licenciado, esteve com 125 deputados e senadores.

Nesses quatro meses e meio de governo, o ministro reservou mais espaço em sua agenda para reuniões com integrantes da chamada “bancada da bala”, como é conhecida a Frente Parlamentar da Segurança Pública. Foram 44 encontros com deputados ligados à frente, que tem algumas reivindicações abarcadas no pacote anticrime.

O presidente do grupo, deputado Capitão Augusto (PR-SP), foi quem mais visitou o gabinete de Moro no período: quatro vezes, empatado com o líder do PSL no Senado, Major Olímpio(SP). Entre parte dos parlamentares, no entanto, persiste a resistência à figura de Moro. Deputados mais experientes costumam dizer que o ministro da Justiça ainda não abandonou o estilo de juiz, que o faz querer impor ao Parlamento, sem muita paciência para o processo de tramitação, suas ideias para o combate à criminalidade.  (Estadão - BR 18)


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Asfaltos

19/05


2019

FHC : povo quer “paz e emprego, sem impeachments”

Elogiado pelo ex-presidente José Sarney em entrevista ao Correio Braziliense, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse neste domingo, 19, concordar com o maranhense quando alerta sobre “os riscos que corremos” com a postura do presidente Jair Bolsonaro, segundo Sarney, de “apostar todas as cartas na ameaça do caos”. Para o tucano, “anunciar o caos pelas redes sociais recae na própria cabeça”. Ele conclui que “o povo quer paz, emprego e compostura, sem impeachments”.

"Vale ler a entrevista do pres. Sarney. Ele alerta sem alarmismo sobre os riscos que corremos. O atual Pr deve aprender que o país precisa de coesão e rumos. Aununciar o caos pelas redes sociais recae na própria cabeça. O povo quer paz, emprego e compostura, sem impeachments."

Sarney: ‘Bolsonaro está colocando todas as cartas na ameaça ao caos’

Com 52 anos de experiência no Legislativo, o ex-presidente José Sarney, de 88 anos, abriu sua entrevista ao jornal Correio Braziliense dizendo que não faria comentários sobre seus sucessores, mas a resistência durou pouco. O inquilino do Palácio do Planalto da transição democrática afirmou que o presidente Jair Bolsonaro “está colocando todas as cartas na ameaça do caos”, destruindo as utopias.   (Estadão- BR18)


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19/05


2019

Com ele ou sem: substitutivo balizará rumos do governo

Coluna do Estadão – Álvaro Bombig

Se for mantida e, ao fim e ao cabo, obtiver sucesso, a proposta de reforma da Previdência a ser apresentada pelos deputados em forma de substitutivo reforçará a percepção de que a agenda necessária para o País, a econômica, pode avançar sem Jair Bolsonaro e a despeito dele.

Não é pouco quando a instabilidade cresce e um déjà vu coletivo de 1992 e 2016 começa se instalar no País.

Por isso, o meio político aguarda apreensivo os próximos dias para analisar a reação do presidente à tacada da Câmara: aceitará passivamente ou reagirá à moda dos Bolsonaros?

Os deputados da Comissão Especial acham que, se conseguirem atrair PSB e PDT para o texto substitutivo, a aprovação em plenário estará praticamente assegurada.O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não descarta fazer ajustes nas regras de transição da reforma.


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BM4 Marketing

19/05


2019

Medo de ser pego com a mão na botija?

Ascânio Seleme – O Globo

Bolsonaro está com medo de ser pego com a mão na botija? Não. Até porque não dá para afirmar isso por ora. É muito cedo.

Mas ele está tremendo de pavor de ver um filho seu, ou quem sabe dois deles, acertando contas com a Justiça.

A saída possível para o Zero Um fica cada dia mais difícil. O Ministério Público já chama de “organização criminosa” o grupo que o filho do presidente montou na Assembleia Legislativa do Rio.

Ele, sua mãe, o seu irmão mais novo (o que não está na política), a ex-mulher do seu pai, primos, amigos e funcionários do seu gabinete terão suas contas bancárias e suas declarações de renda escarafunchadas pelo MP e pela Polícia Federal.


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19/05


2019

Marina passa o chapéu para manter sua Rede ativa

Depois de ver a Rede minguar sem recursos do fundo partidário (não atingiu a cláusula de barreira), Marina Silva tem passado o chapéu entre amigos mais abastados.

 Ela já teria conseguido garantir o próximo ano de funcionamento do partido.

 Na Rede, há quem defenda que Marina se lance à Prefeitura de São Paulo ano que vem ou a deputada federal em 2022 para ajudar o partido. A ex-ministra teve cerca de 1 milhão de votos ano passado.

Já 0residente Bolsonaro e o ministro Fernando e Silva receberão na próxima terça-feira os atletas militares campeões mundiais de Revezamento 4×4.(Coluna do Estadão – Álvaro Bombig)


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19/05


2019

Um homem acuado, com medo

Ascânio Seleme – O Globo

presidente Jair Bolsonaro está na defensiva antes mesmo de completar seis meses de governo. Ao atacar mais uma vez as investigações sobre as falcatruas do filho Zero Um no exercício de seu mandato de deputado estadual, Bolsonaro afirmou que elas não o alcançarão. “Não vão me pegar”, disse o presidente.

Para se mostrar inocente, ele chegou a oferecer a abertura de seus sigilos bancário e fiscal. Foi da boca para fora, evidentemente.

O curioso foi ter usado uma desculpa adotada por dez entre dez pessoas acusadas de malfeitos. Não precisava, o presidente não é acusado deste crime.

Mas a declaração serviu para revelar um homem acuado, com medo.


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19/05


2019

Esse santo quer reza

Luciano Huck esteve por quase seis horas no TCU, no último dia 9, para conversas com ministros e técnicos sobre as funções do tribunal na administração federal. Ele foi ao local a convite do presidente da corte, José Múcio Monteiro.

Huck levou seu time. O ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung e o fundador do RenovaBR, Eduardo Mufarej. A formação de novas lideranças e políticas públicas contemporâneas também foram debatidas.

Segundo pessoas próximas a Múcio, ele pretende convidar também o ministro Sergio Moro (Justiça) para uma imersão na corte. Antes, porém, chamará Fernando Henrique Cardoso.  (FSP - Painel


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19/05


2019

Não está morta: Raquel Dodge pelas beiradas

Aliados de Raquel Dodge, a atual procuradora-geral, dizem que, embora fora da disputa promovida pela ANPR, ela segue no páreo pelo apoio que tem no Congresso e entre integrantes do STF e até do Planalto.

Bolsonaro, recentemente, referiu-se a ela como “séria”.

Bolsonaro disse a aliados que vai decidir “pessoalmente” o nome do próximo procurador-geral, o que alimentou a sensação de que conselhos que vierem de gente de fora de sua família terão pouco peso na escolha.

O ex-presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República José Robalinho Cavalcanti iniciou um giro pelo Congresso em busca de apoio.

Ele se inscreveu na disputa que levará a uma lista tríplice de nomes. (Daniela Lima – FSP)


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19/05


2019

Subiu o tom: vai faltar dinheiro para o Bolsa Família

O ministro Paulo Guedes subiu o tom na última semana, dizendo inclusive que pode faltar dinheiro para programas como o Bolsa Família.A fala foi considerada “alarmista” por deputados.

Aliados rebatem.

Dizem que Guedes tenta compartilhar responsabilidades por crer que ninguém vai ganhar “brincando com o caos”. (Painel)


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19/05


2019

Sobreviver a classe política: recuperando a economia

Antes da turbulência política escalar, Paulo Guedes (Economia) trabalhava para se distanciar dos focos de divergência dentro do governo. O ministro vinha afirmando que não queria mais se ligar às disputas intestinas.

“Só quero saber do que pode dar certo”, dizia, segundo aliados, como um mantra.

A pessoas próximas, Guedes havia manifestado intenção de falar com Bolsonaro sobre a necessidade de centrar esforços no que considera a chave para a sobrevivência da classe política: a recuperação da economia.


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19/05


2019

Morre mãe de Lula Cabral

Faleceu, ontem, no Real Hospital Português, aos 85 anos, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), a senhora Edite Maria de Oliveira, mãe do prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral e do ex-deputado estadual Everaldo Cabral, e também avó da deputada estadual, Fabíola Cabral. 

O corpo está sendo velado no velório do Plano Safpe, e será sepultado às 17 horas deste domingo, no Cemitério do Cabo de Santo Agostinho. Dona Edite Cabral deixa 10 filhos.


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19/05


2019

General bolsonarista quer atos grandes e pacíficos

O general da reserva Paulo Chagas, apoiador de Bolsonaro, prega uma terceira via. Diz que fará o possível para que os próximos atos sejam grandes e pacíficos.

“Vou me empenhar para que vá o máximo de pessoas para, ordeira e veementemente, dizer que é preciso romper a inércia e que o Brasil precisa andar.”

Chagas endossa uma parte das queixas embutidas no polêmico texto compartilhado por Bolsonaro na sexta (17) e diz que “o Congresso precisa parar de fazer oposição por oposição”, mas prega entendimento.

“Tem que ter um processo de cooptação das pessoas da melhor forma, no sentido da conscientização de que tem um programa que foi aprovado pela maioria e precisa ser executado.”  (Painel – FSP)


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