Faculdade de Medicina de Olinda 2

18/07


2018

Executiva do PTB aprova coligação com PSDB e apoio a Alckmin

Do G1

A Comissão Executiva do PTB aprovou, por unanimidade, hoje, a indicação de uma coligação com o PSDB em apoio ao pré-candidato tucano à Presidência da República, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

Agora, a indicação da Executiva terá de ser submetida à deliberação da convenção nacional do PTB, marcada para o próximo dia 28, em Brasília. A convenção do PSDB destinada a sacramentar Alckmin como candidato está prevista para 4 de agosto.

No documento resultante da reunião da executiva, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, afirma que o Brasil vive uma "grave crise" política, econômica e institucional prestes a se tornar uma "bomba-relógio". Para ele, o atual cenário, "caótico" e "monstruoso", impede o país de trilhar o "caminho da prosperidade, da modernidade e da competitividade".

Ao declarar apoio a Alckmin, a legenda afirma que o tucano é capaz de lidar com essas situações.

"Precisamos apoiar alguém que defenda menos impostos, menos gastos públicos, gestão eficiente, combata privilégios, respeite os municípios e, sobretudo, foque na geração de emprego e renda e melhore a qualidade da educação", diz trecho do documento.

Para a executiva do partido, o momento é de "construir pontes", não construir "barreiras". "O Brasil precisa de construtores como Geraldo Alckmin, e não de gladiadores", diz o presidente do PTB.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Marcia

Esse apoio do PTB vai fortalecer Geraldo Alckmin e acredito que na hora certa a candidatura dele vai decolar. Ele é o candidato mais viável atualmente.


Detran

Confira os últimos posts



21/10


2019

Protestos no Chile: sobe para sete o número de mortos

Mais de 1.400 pessoas foram detidas pela polícia. Manifestações já são consideradas as mais violentas desde a redemocratização.

Da Veja - Por Estadão Conteúdo 

 

Confrontos entre a polícia do Chile e manifestantes voltaram a eclodir neste domingo, 20, em diversas regiões de Santiago, em meio ao processo de convulsão social que levou o governo de Sebastián Piñera a enviar militares às ruas. O número de mortos nas manifestações subiu para sete e, segundo as autoridades, 1.462 pessoas foram presas no país.

O governo decretou toque de recolher pelo segundo dia, adiantando o início da medida para 19h (18h em Brasília), em meio ao “estado de emergência” vigente em cinco regiões do país. Os protestos já são considerados os mais violentos desde o retorno da democracia após o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

Neste domingo, um novo “panelaço” se transformou em enfrentamentos com forças especiais da polícia e militares, que repeliram os ataques com bombas de gás lacrimogêneo e jatos d’água.

O país amanheceu com praticamente todo o comércio fechado, voos cancelados no aeroporto e ruas vazias, após os protestos iniciados na sexta-feira, 18, em razão do aumento do preço da passagem do metrô. O centro de Santiago virou um cenário de destruição: semáforos no chão, ônibus queimados, lojas saqueadas e milhares de destroços nas ruas.

Apesar do toque de recolher e da mobilização de quase 10 mil militares nas ruas, distúrbios prosseguiram durante a madrugada em Santiago e outras cidades, como Valparaíso e Concepción, que também foram afetadas pela medida que restringe a movimentação.

Cinco pessoas morreram após um incêndio em uma fábrica de roupas na comuna de Renca, no norte de Santiago, que foi incendiada após ser saqueada em meio aos protestos, segundo fontes oficiais.

Também na capital do país, duas pessoas morreram em outro incêndio, desta vez em um supermercado, um dos muitos alvos de ataques dos manifestantes. Uma pessoa que foi encontrada ao lado dos corpos teve 75% do corpo queimado e está internada em estado grave.

O ministro do Interior e Segurança, Andrés Chadwick, informou que durante a madrugada duas pessoas foram feridas a tiros após um incidente com uma patrulha policial entre Puente Alto e La Pintana.

Destruição

Os manifestantes também atacaram ônibus e estações do metrô. De acordo com o governo, 78 estações foram atingidas e algumas ficaram completamente destruídas.

O prejuízo ao metrô de Santiago supera 300 milhões de dólares, e algumas estações e linhas demorarão meses para voltar a funcionar, afirmou o presidente da companhia estatal, Louis de Grange.

Eixo do transporte público da capital chilena, com quase três milhões de passageiros por dia, o metrô sofreu uma “destruição brutal”, afirmou Grange.

Descontentamento social

Aos gritos de “basta de abusos” e com o lema que dominou as redes sociais “#ChileAcordou”, o país enfrenta críticas a um modelo econômico em que o acesso à saúde e à educação é praticamente privado, com elevada desigualdade social, valores de pensões reduzidos e alta do preço dos serviços básicos.

As manifestações não têm um líder definido ou uma lista precisa de demandas. Até o momento aparece como uma crítica generalizada ao sistema econômico neoliberal que, por trás do êxito aparente dos índices macroeconômicos, esconde um profundo descontentamento social.

O presidente Sebastián Piñera – que suspendeu no sábado o aumento do preço das passagens do metrô – se reuniu com os ministros para abordar a situação. Universidades e escolas suspenderam as aulas na segunda-feira, 21, e os estudantes convocaram um novo dia de protestos.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

13° Bolsa Familia

21/10


2019

Justiça manda Planalto e Ibama adotarem medidas em PE

Óleo nas praias

Justiça determina que governo federal e Ibama adotem medidas sobre óleo em praias de PE, sob pena de multa. Liminar foi concedida neste domingo (20) e dá 24 horas para que as medidas comecem a ser implementadas.

Do G1 - PE

 

A decisão, assinada pelo juiz substituto Augusto Cesar de Carvalho Leal, obriga o governo a implementar barreiras de proteção com equipamentos adequados, além do monitoramento nos ecossistemas mais sensíveis da costa pernambucana, como manguezais, áreas de estuário e recifes de coral. O descumprimento pode acarretar em multa diária de R$ 50 mil.

A liminar foi concedida após uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e diz respeito apenas a Pernambuco. Com a liminar, a União e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) devem cumprir as determinações em 24 horas, por causa da "grande probabilidade de agravar, de modo intenso, a já catastrófica extensão dos notórios danos socioambientais", de acordo com a decisão.

Na liminar, a Justiça obriga a União a fornecer equipamentos de proteção individual (EPIs), inclusive para voluntários, além de recipiente adequado para armazenamento do óleo recolhido, e a implementar o monitoramento contínuo ao longo de "toda a extensão da plataforma continental marítima sob risco, para localização das manchas de óleo no mar".

Ao Ibama, a Justiça determina que monitore e fiscalize a implementação das medidas pela União, garantindo contenção, recolhimento e adequada destinação do material poluente, e que se manifeste tecnicamente, em 24 horas, sobre as providências a serem adotadas sobre o atendimento, resgate e reabilitação dos animais afetados.

Confira a íntegra aqui: Justiça determina que governo federal e Ibama adotem ...


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Limoeiro

20/10


2019

Brasil depende de medidas internas para driblar crise

Brasil depende de medidas internas para driblar desaceleração global. Juros baixos, reformas e estímulos podem manter crescimento em 2020.

Agência Brasil  - Por Wlton Maximo

 

A desaceleração da economia global em 2019 e em 2020 imporá desafios a todos os países. O Brasil, no entanto, pode minimizar os efeitos da retração se prosseguir com medidas internas. Segundo economistas, o país precisa executar ações que vão da continuidade das reformas estruturais a medidas de estímulo da demanda, para que a recuperação econômica não seja afetada.

Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu, de 3,2% para 3%, a previsão de crescimento da economia mundial em 2019. O fundo também revisou para baixo a estimativa de 2020: de 3,5% para 3,4%. Desde 2017, quando a economia global cresceu 3,8%, o mundo vem passando por uma desaceleração.

Para o Brasil, o FMI ajustou a previsão de crescimento econômico em 2019 de 0,8% para 0,9%. No início do ano, a estimativa estava em 2,5%. Para 2020, o cenário para a economia brasileira deve ser melhor, mas o organismo internacional reduziu a projeção de crescimento de 2,4% para 2%.
A desaceleração da economia global em 2019 e em 2020 imporá desafios a todos os países. O Brasil, no entanto, pode minimizar os efeitos da retração se prosseguir com medidas internas. Segundo economistas, o país precisa executar ações que vão da continuidade das reformas estruturais a medidas de estímulo da demanda, para que a recuperação econômica não seja afetada.

Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu, de 3,2% para 3%, a previsão de crescimento da economia mundial em 2019. O fundo também revisou para baixo a estimativa de 2020: de 3,5% para 3,4%. Desde 2017, quando a economia global cresceu 3,8%, o mundo vem passando por uma desaceleração.

Para o Brasil, o FMI ajustou a previsão de crescimento econômico em 2019 de 0,8% para 0,9%. No início do ano, a estimativa estava em 2,5%. Para 2020, o cenário para a economia brasileira deve ser melhor, mas o organismo internacional reduziu a projeção de crescimento de 2,4% para 2%.

Confira a matéria completa aqui: Brasil depende de medidas internas para driblar ...


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


20/10


2019

Crise do PSL: submerge Flávio Bolsonaro

Zero Um só atuou nos bastidores

Tânia Rêgo/Agência Brasil

Época - Por Guilherme Amado

 

Flávio Bolsonaro foi mais do que nunca Flávio Bolsonaro nas últimas duas semanas em que o PSL pegou fogo: ao contrário de Carlos e Eduardo, o Zero Um só atuou nos bastidores.

No bolsonarismo, quem não grita paga um preço.

Mas Flávio continua dizendo a interlocutores que a contaminação de setores do governo pelo radicalismo de Carlos traz mais prejuízos do que conquistas.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Magno coloca pimenta folha

20/10


2019

A versão oficial para a debandada

Caro Magno,

Em respeito aos seus leitores venho aqui responder o que foi colocado em matéria no blog e depois em nota na coluna sobre a minha ausência no último dia de programação de visita as usinas em Angra dos Reis. 

Toda agenda prevista de visitação técnica nas usinas foi cumprida por nós. A agenda restante seria a visita a um padre e um hospital, entretanto, nós havíamos marcado reuniões no Rio de Janeiro sobre a instalação da usina com ambientalistas e especialistas que participaram da implantação do equipamento em Angra dos Reis e que possuem um posicionamento contrário as nucleares.

Além de participarmos do principal evento de sustentabilidade realizado no Brasil o “Virada Sustentável” realizado no Rio de Janeiro esse fim de semana.

Honrado em participar como debatedor, discorremos sobre o tema das usinas, alternativas de produção energética e da tragédia que acomete nosso litoral atingido pelo vazamento de óleo. Um orgulho para mim poder ser a voz dos pernambucanos em um evento tão importante como este.

Uma das pessoas com quem conversei foi o ex-conselheiro Estadual de Meio Ambiente Sérgio Ricardo, que nos historiou toda discussão e paralizações continuadas das usinas nucleares, nos mostrando que o plano de fuga é considerado falho entre diversos outros pontos. Nosso intuito foi conseguir o máximo de informação possível para enriquecer o debate na Audiência Pública que será realizada nesta segunda-feira na Assembleia Legislativa de Pernambuco, onde nós tornaremos pública tudo o que foi conversado em Angra dos Reis e no Rio de Janeiro.

Wanderson Florêncio – deputado estadual pelo PSC


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banner de Arcoverde

20/10


2019

Gastos com cartão são os maiores dos últimos anos

Gatos com cartão corporativo da presidência são os maiores dos últimos anos.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
Por Gabriel Mascarenhas

 

O arrocho fiscal de Jair Bolsonaro vai da porta do gabinete dele para fora. Os gastos com os cartões corporativos da presidência são os maiores desde 2014.

Entre fevereiro e setembro deste ano — a fatura de janeiro não é contabilizada por se referir a 2018 — a Secretaria de Administração do Palácio do Planalto, responsável pelas despesas para Bolsonaro, desembolsou R$ 4,6 milhões com seus cartões.

O valor é 24% maior do que os R$ 3,7 milhões consumidos no mesmo período do ano passado; 55% a mais do que os R$ 2,9 milhões de 2017; 62% acima dos R$ 2,8 milhões de 2016 e 26% superior aos R$ 3,6 milhões de 2015. Protegidas pelo selo da segurança nacional, as compras para o capitão são sigilosas.  


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


20/10


2019

Presidente do PSL negocia fusão com PP

Presidente do PSL, Luciano Bivar, negocia com Ciro Nogueira

O presidente do PSL, Luciano Bivar Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Época - Por Guilherme Almado

 

As conversas de fusão do DEM com o PSL estão perdendo força, e Luciano Bivar sentou à mesa com outro cacique da direita: Ciro Nogueira, o poderoso chefão do PP.

Os dois estão negociando uma eventual fusão entre o PP e o PSL.

Nogueira ofereceu a Bivar o domínio total da Fundação Milton Campos e o comando do diretório de Pernambuco, além de assento na Executiva nacional do PP a deputados que migrassem com ele do PSL para a nova sigla nascida da fusão.

Bivar ainda não topou porque teme perder poder demasiadamente.

Entretanto, a tese da fusão como solução para a crise é bem vista por Bivar.

Os deputados hoje no PSL e que não queiram continuar na nova sigla não perderiam o mandato, mas teriam que deixar para trás o dinheiro do fundo partidário e o tempo de TV a que tem direito.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


20/10


2019

Grupos do setor de saúde fazem parte do Novo Mercado

Marcus Vinicius Dias: Pelo novo mercado… da assistência

 

Da Isto É - Por jornal O DIA

Grandes empresas do setor de saúde, incluindo laboratórios de exames complementares e, sobretudo, grupos ligados à assistência em saúde complementar, fazem parte do Novo Mercado
 
Na década passada foi lançado no Ibovespa o Novo Mercado, uma espécie de selo de alta qualidade de governança corporativa exigida para empresários que queiram se submeter à abertura de capital de suas empresas. O Novo Mercado hoje se tornou símbolo de transparência e boa governança, e padrão-ouro para a negociação de ações de empresas. Guiadas pelo Novo Mercado, de modo espontâneo, as empresas adotaram boas práticas de governança corporativa para além daquelas exigidas pela legislação vigente.

Essa adesão a regras societárias que protegem e ampliam os direitos dos acionistas, e uma franca transparência na publicidade das políticas e planos empresariais, associam-se a uma rigorosa e robusta estrutura de fiscalização e controle. Resultado: uma maior gama de informações possibilita que o (futuro) acionista avalie de modo mais completo a saúde financeira do ativo. Com comparações e análises mais sólidas, o investidor pode decidir permanecer, ampliar ou zerar sua posição acionária na empresa.

Grandes empresas do setor de saúde, incluindo laboratórios de exames complementares e, sobretudo, grupos ligados à assistência em saúde complementar, fazem parte do Novo Mercado. Atendendo ao alto grau de exigência de governança e transparência, elas divulgam de modo periódico e costumeiro todos os dados relevantes para o acionista.

Imagine o leitor se as informações assistenciais dessas empresas fossem divulgadas com o mesmo apuro com que as informações financeiras são divulgadas aos investidores. O usuário do plano ou do seguro-saúde teria acesso periódico aos níveis de infecção hospitalar a que estão expostos os clientes desta empresa. Teria acesso às taxas de mortalidade para determinado binômio tratamento/doença; e às taxas de reinternação por uma mesma patologia num dado período. A iniciativa seria o equivalente a uma auditoria assistencial e permitiria uma melhor análise do desfecho dos eventos médicos que essas empresas se propõem a tratar.

O usuário é como o investidor: apenas deseja fazer um bom negócio. Em termos assistenciais, o melhor negócio pode ser traduzido como o melhor resultado médico possível por unidade monetária gasta. O usuário merece o seu dividendo – o retorno ao estado anterior a uma doença, por exemplo, pagando para isso o menor preço possível. A transparência assistencial das empresas criará de fato um mercado de saúde baseada em valor, em que o usuário opte em contratar àquela que mais entrega saúde como desfecho.

Comparar dados contábeis, planos de investimento e previsões de fluxo de caixa, permite ao investidor optar pela compra do ativo A, e não B. Ter acesso, de modo transparente, aos indicadores assistenciais de desfecho e qualidade, permitirá ao usuário ter um real subsídio para escolher entre o plano A ou B, e julgar se de fato sua mensalidade está no preço. O que está em jogo, afinal, é a melhor maneira possível de investir em um importantíssimo ativo real: a saúde.

Marcus Vinicius Dias é cirurgião ortopedista do Ministério da Saúde e mestre em Economia pelo IBMEC


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


20/10


2019

STF avalia que Lula pode passar o Natal em casa

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Arquivo O GLOBO

Ministro do STF avaliam que Lula passará Natal em casa. Opinião é unânime.

Épcoa - Por Guilherme Almado

 

]Ainda não há certeza sobre como nem em que semana, mas ministros do STF têm a avaliação unânime de que Lula passará o Natal de 2019 em casa — e não deve ser pelo regime semiaberto.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


20/10


2019

Governo Bolsonaro supera o “nós contra eles”

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Por Carlos Brickmann

 

O Governo Bolsonaro superou, finalmente, o “nós contra eles” em que se havia transformado a política nacional: os três zeros à esquerda, 01, 02 e 03, e seu pai, o presidente Bolsonaro, promoveram a união de todos os partidos. Brigaram com um por um – inclusive o seu, o PSL. Conseguiram ser surrados no partido que antes de sua entrada era também um zero à esquerda.

O líder do PSL de Bolsonaro, Delegado Waldir, chamou-o de vagabundo. Joice Hasselmann, a bolsonarista das bolsonaristas, foi afastada da liderança por Bolsonaro – mas diz que será candidata à Prefeitura paulistana com ou sem ele. O presidente quis afastar o Delegado Waldir e não teve força para isso. Quer se livrar de Luciano Bivar, que comanda o partido, e não sabe como. Se sair, corre o risco de sair sozinho: os parlamentares que saírem com ele sabem que, fora do PSL, não terão dinheiro para tentar a reeleição.

Alguém falou em dinheiro? Que mau gosto! Todos sabem que a briga é ideológica, uma disputa sobre posições políticas e caminhos a seguir – sendo que o melhor caminho é o que leva ao fim do arco-íris. Não que queiram dar um fim ao arco-íris, que simboliza a diversidade sexual e que um partido tão conservador rejeita; mas dizem que o arco-íris termina num pote de ouro.

Mas, nessas brigas todas, quem tem razão? O caro leitor não será ingênuo de pensar que essa questão está em pauta. Como é habitual nas discussões políticas brasileiras, ninguém tem razão, nem pai nem filhos. E não há santos.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


20/10


2019

A réplica de Gílson Neto ao deputado Romero Filho

Caro Magno,

Sobre as críticas do deputado Romero Sales Filho, que subestimou a ajuda federal na limpeza das praias em Ipojuca, informo que o Governo Federal está realizando todos os esforços possíveis para reduzir os impactos, inclusive com uso de pessoal dos diversos ministérios e instituições federais em terra, mar e água.

Existem navios realizando trabalhos de contenção e retirada do óleo nas proximidades das áreas monitoradas. Tanto que a quantidade de óleo vazado é muito menor a cada dia.

Estou em missão internacional ao lado do presidente Bolsonaro na China para buscar novos investimentos que gerem renda e emprego para nosso Brasil com olhar constante no que está acontecendo e tomando todas as medidas necessárias e possíveis.

O deputado talvez esteja desinformado e só tenha tido acesso a uma parte pequena da nossa operação, pois o nosso Governo está atento e operante muito antes de qualquer pedido de apoio.

Atenciosamente,

Gilson Machado Neto – presidente da Embratur


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


20/10


2019

Após Previdência, virão medidas econômicas

Após Previdência, governo planeja enviar medidas econômicas ao Congresso. Intenção da equipe econômica do governo é aprovar reformas tributária e administrativa, fazer mudanças no pacto federativo e acelerar privatizações.

Partidos chegam a acordo para divisão de recursos de megaleilão de petróleo

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

 

A área econômica do governo Bolsonaro, chefiada pelo ministro Paulo Guedes, já tem praticamente fechado um amplo pacote de medidas para propor ao Congresso Nacional após a conclusão da reforma da Previdência. A intenção é apresentar o plano como uma agenda de "transformação" do Estado.

De acordo com interlocutores da equipe econômica, as propostas têm sido debatidas internamente nos últimos meses e só não foram apresentadas ainda para evitar ruídos no Legislativo e afastar problemas na aprovação da reforma da Previdência, considerada prioridade e cuja tramitação deve ser concluída nesta semana.

O pacote econômico vai prever ações com o objetivo de melhorar as contas do governo, dos estados e municípios, simplificar procedimentos e estimular o crescimento da economia, visando a geração de empregos. Várias das medidas já foram comentadas por autoridades do Ministério da Economia nos últimos meses.

Confira a reportagem na íntegra aqui: Após Previdência, governo planeja enviar medidas ... - G1


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


20/10


2019

Financeira promove juros exorbitantes

A loucura dos juros

Foto: IBE/Getulio Vargas 

Por Carlos Brikmann

 

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a financeira Crefisa a pagar R$ 10 mil de danos morais e devolver em dobro “a quantia cobrada de forma abusiva” de um cliente – um senhor de 86 anos, pobre (“em situação de hipossuficiência social”). 
A Crefisa, patrocinadora do Jornal Nacional e do Palmeiras, cobrava juros de mais de mil por cento ao ano, informa Pedro Canário, do ótimo portal Consultor Jurídico. 

Mesmo considerando-se os imensos juros bancários no Brasil, a porcentagem chama a atenção. Os juros foram cobrados em três contratos, todos de empréstimo consignado. Nos três casos, foram superiores a mil por cento ao ano. O primeiro empréstimo, de R$ 325,00, tinha juros de 1.415% ao ano. A dívida de R$ 325,00 passou em três meses a R$ 1.900,00. O segundo, de R$ 1.500,00, com juros de 1.019% ao ano, em oito meses chegou a R$ 3.100,00. O último, de R$ 348,00, em seis parcelas, com juros de 1.032% ao ano, alcançou R$ 2 mil.

Além dos danos morais, a Crefisa tem de reajustar os contratos para cobrar os juros da média do mercado, calculados mês a mês pelo Banco Central. O que foi cobrado a mais terá de ser devolvido em dobro, por ordem da Justiça. Diz o desembargador Roberto Mac Cracken, no voto vencedor: “Os juros cobrados são de proporções inimagináveis, desafiando padrões mínimos de razoabilidade e proporcionalidade, e de difícil adimplemento em quaisquer circunstâncias”. O desembargador determinou providências ao Procon de São Paulo, à Defensoria Pública do Estado e ao Banco Central.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


20/10


2019

Morre coronel da confiança de Arraes

O coronel Luiz Pinto, 63 anos, morreu pela madrugada de hoje vitimado por um infarto. Serviu por muitos anos como ajudante de ordens do ex-governador Miguel Arraes, mas era também muito a ligado a dona Madalena, viúva de Arraes. Vivi boas aventuras com Pinto. Amanhã, conto neste espaço. O velório começa a partir do meio dia no cemitério Morada da Paz, com cremação prevista para às 16 horas.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Norma Soares

Muito triste essa notícia! Ele trabalhou alguns anos na Assistência Militar da ALEPE! Todos sentiremos muito! Deus o Ilumine e aos familiares! Muita Força! Fé!



20/10


2019

Eletrobras: auditoria milionária só andou após Lava Jato

Auditoria de R$ 400 milhões em obras da Eletrobras só andou após a Lava-Jato. Investigação interna na estatal identificou superfaturamento em obras, mas esquema foi revelado pela operação.

Vista aérea da usina de Belo Monte, no Pará 29/01/2016 Foto: Divulgação

O Globo - Leandro Prazeres e Vinícius Sassine

 

BRASÍLIA —  Uma investigação interna contratada pela Eletrobras constatou superfaturamentos milionários em obras da estatal, como Belo Monte e Angra 3, em diversos estados; um esquema massivo de destruição de provas por executivos; e vazamento de informações e diversos indícios de má gestão na condução da estatal.

Apesar de ter custado mais de R$ 400 milhões aos cofres da companhia e ter usado empresas especializadas em espionagem como a Kroll, a investigação comandada pelo escritório americano Hogan Lovells não conseguiu detectar sozinha esquemas de pagamento de propina e formação de cartel em obras que foram, posteriormente, revelados somente pelas investigações conduzidas pela Operação Lava-Jato.

Um exemplo é o caso das usinas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia. Nos relatórios produzidos pela Hogan Lovells, em outubro de 2016, os investigadores afirmam que não haviam conseguido encontrar evidências de que qualquer ato de corrupção relacionado aos empreendimentos. Os relatórios das investigações, que vinham sendo mantidos sob sigilo até o início deste mês, foram obtidos pelo GLOBO.

“Apesar da ampla investigação do Ministério Público Federal, dos diversos documentos públicos disponíveis até agora e da grande cobertura da mídia sobre essa investigação, o time de investigação (da Hogan Lovells) não encontrou alegações de corrupção, pagamento de propina ou formação de cartel relacionada a Jirau”, relata o documento.

A mesma conclusão foi feita em relação a Santo Antônio. Apenas seis meses depois, no entanto, a divulgação dos acordos de colaboração premiada de executivos da Odebrecht revelou o que a Hogan Lovells não conseguiu detectar: que as empreiteiras ligadas às duas hidrelétricas (Odebrecht e Andrade Gutierrez) pagaram propina relacionada a essas obras.

A investigação, que começou em 2015, só foi finalizada em 2018. No total, dez empreendimentos foram analisados, entre eles as usinas nucleares de Angra 1, 2 e 3 e uma série de usinas hidrelétricas como as de Belo Monte, no Pará, Santo Antônio e Jirau, em Rondônia. Além de buscar indícios de corrupção, os investigadores também procuraram identificar outros tipos de irregularidades.

Um dos relatórios produzidos pela Hogan Lovells é o que se debruça sobre irregularidades na usina de Belo Monte. A Eletrobras tem 15% das ações da Norte Energia, consórcio que comanda a usina.

Dados apagados

No documento, entregue à Eletrobras em outubro de 2016, os investigadores estimaram o tamanho do prejuízo causado pela corrupção à companhia nesse empreendimento. De acordo com as estimativas do escritório, a corrupção em Belo Monte tinha custado pelo menos R$ 165 milhões.

Os investigadores da empresa constataram que HDs, servidores de e-mails, computadores e dispositivos como telefones celulares tiveram dados apagados logo após os casos de corrupção na estatal virem à tona.

Apesar de ter custado mais de R$ 400 milhões aos cofres da empresa estatal, a Eletrobras tentou, a todo custo, manter os relatórios produzidos pela Hogan Lovells sob sigilo. Os documentos só vieram à tona em outubro deste ano e, depois, por força de uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU).

O ministro Bruno Dantas concedeu medida cautelar tirando o sigilo dos documentos, mas a estatal recorreu. No plenário, os ministros do TCU acataram a tese de Dantas e determinaram o fim do sigilo dos papéis.

A reportagem enviou questionamentos à Eletrobras, à Hogan Lovells e ao escritório da ex-ministra Ellen Gracie, que comanda o comitê especial de investigação montado pela estatal para apurar irregularidades na empresa. Em nota, a Eletrobras mostrou ignorar que os relatórios da Hogan Lovells já haviam sido tornado públicos. “Informamos que os relatórios produzidos no âmbito da investigação independente que teve curso na Eletrobras encontram-se classificados como confidenciais [...] neste sentido, não podemos comentar nenhum aspecto específico”, diz um trecho da nota.

Em outro trecho, a Eletrobras diz que “contribui, de forma proativa e constante, em diversas frentes, fornecendo informações irrestritas a todas as autoridades interessadas”. A Hogan Lovells e o escritório de Ellen Gracie não responderam às questões enviadas até o fechamento desta edição.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha