Governo de PE

07/01


2018

Patrimônio de Bolsonaro e filhos se multiplica na política

Folha de S.Paulo – Ranier Bragon, Camila Mattoso e Italo Nogueira

O deputado e presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e seus três filhos que exercem mandato são donos de 13 imóveis com preço de mercado de pelo menos R$ 15 milhões, a maioria em pontos altamente valorizados do Rio de Janeiro, como Copacabana, Barra da Tijuca e Urca.

Levantamento feito pela Folha em cartórios identificou que os principais apartamentos e casas, comprados nos últimos dez anos, registram preço de aquisição bem abaixo da avaliação da Prefeitura do Rio à época.

Em um dos casos, a ex-proprietária vendeu uma casa em condomínio à beira-mar na Barra a Bolsonaro com prejuízo –pelo menos no papel– de R$ 180 mil em relação ao que havia pago quatro meses antes.

O filho mais velho do presidenciável, Flávio, deputado estadual no Rio de Janeiro, negociou 19 imóveis nos últimos 13 anos.

Os bens dos Bolsonaro incluem ainda carros que vão de R$ 45 mil a R$ 105 mil, um jet-ski e aplicações financeiras, em um total de R$ 1,7 milhão, como consta na Justiça Eleitoral e em cartórios.

Quando entrou na política, em 1988, Bolsonaro declarava ter apenas um Fiat Panorama, uma moto e dois lotes de pequeno valor em Resende, no interior no Rio –valendo pouco mais de R$ 10 mil em dinheiro atual. Desde então, sua única profissão é a política. Já são sete mandatos como deputado federal.

Bolsonaro, 62, tem duas ex-mulheres (está no terceiro casamento) e cinco filhos. Três são políticos: além de Flávio, Carlos (vereador no Rio desde 2001) e Eduardo (deputado federal desde 2015). Ao todo, os quatro disputaram 19 eleições.

Eles apresentam, como o pai, evolução patrimonial acelerada. Com exceção de uma recente sociedade de Flávio em um loja de chocolates, todos se dedicam agora só à atividade política.

Até 2008, a família declarava à Justiça Eleitoral bens em torno de R$ 1 milhão, o que incluía apenas 3 dos atuais 13 imóveis. As principais aquisições ocorreram nos últimos dez anos.

As duas principais casas do patrimônio de Bolsonaro ficam em um condomínio à beira-mar na Barra, na avenida Lúcio Costa, um dos pontos mais valorizados do Rio.

Segundo documentos oficiais, ele adquiriu uma por R$ 400 mil em 2009 e outra por R$ 500 mil em 2012.

Hoje o preço de mercado das duas juntas é de pelo menos R$ 5 milhões, de acordo com cinco escritórios imobiliários da região consultados pela Folha. Ou seja, teriam tido valorização de pelo menos 450% no período.

À época, a prefeitura já avaliava o preço das casas muito acima, no cálculo para o imposto de transmissão de bem. Para a de R$ 400 mil, R$ 1,06 milhão. Para a de R$ 500 mil, R$ 2,23 milhões.

Sem ser informado do caso específico, o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio, Manoel Maia, afirmou que conhece o condomínio de Bolsonaro e que o preço das casas no local não teve variação significativa nos últimos oito anos. "Talvez não tenha valorizado quase nada."

Já levantamento do Secovi-RJ (sindicato das empresas do ramo imobiliário) aponta que houve valorização, mas muito abaixo de 450% –alta de 63% de 2011 até agora.

     
 
 

SUSPEITA

As transações que resultaram na compra da casa em que Bolsonaro vive, na Barra, têm, em tese, indícios de uma operação suspeita de lavagem de dinheiro, segundo os critérios do Coaf (Ministério da Fazenda) e do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci).

A Comunicativa-2003 Eventos, Promoções e Participações adquiriu a casa em setembro de 2008 por R$ 580 mil. A responsável pela empresa, Marta Xavier Maia, disse à Folha que comprou o imóvel num estado ruim, reformou-o e vendeu-o para o deputado quatro meses depois, com redução de 31%.

Ela afirmou que decidiu ter prejuízo porque precisava dos recursos para adquirir outro imóvel.

O Cofeci aponta que configura ter "sérios indícios" de lavagem de dinheiro operação na qual há "aparente aumento ou diminuição injustificada do valor do imóvel" e "cujo valor em contrato se mostre divergente da base de cálculo do ITBI", o imposto cobrado pelas prefeituras. Desde 2014, operações do tipo devem ser comunicadas ao Coaf –a unidade que detecta operações irregulares no sistema financeiro.

No mercado, é comum a prática irregular de colocar na escritura valor abaixo do real, com o objetivo de driblar o imposto de lucro imobiliário. Desta forma, registra-se um valor de aquisição menor, com pagamento por fora. Outra intenção da fraude é fazer com que o comprador não oficialize um aumento patrimonial incompatível com seus vencimentos. O Coaf não se pronuncia sobre comunicações recebidas, por questões de sigilo legal.

O presidenciável recebe hoje salário bruto de R$ 33,7 mil como parlamentar (líquido de R$ 24 mil), além de soldo –segundo o Exército, um capitão da reserva na situação de Bolsonaro recebe cerca de R$ 5.600 brutos.

O valor real dos imóveis de toda a família –cinco em nome de Jair Bolsonaro, três de Carlos, dois de Eduardo e três de Flávio –representa cerca do triplo do que a família declarou à Justiça. Não há ilegalidade. A lei exige apenas o informe de bens.

OUTRO LADO

A Folha procurou Bolsonaro e seus três filhos desde a tarde de quinta-feira (4) e encaminhou 32 perguntas para as assessorias dos quatro.

Apenas as de Flávio e Carlos responderam, mas de forma genérica.

Flávio afirmou que estava em viagem ao exterior e que ficaria à disposição quando retornar ao Rio, dia 17.

A assessoria de Carlos disse que seu patrimônio é modesto e igual há vários anos.

A Folha enviou 13 questionamentos a Jair Bolsonaro, entre os quais se ele considera o patrimônio de sua família compatível com os ganhos de quem se dedica exclusivamente à política. O deputado não respondeu.

Em 2015, a Procuradoria-Geral da República recebeu uma denúncia questionando os valores informados por Bolsonaro em relação às suas duas casas da Barra.

Apenas tendo ouvido a defesa do presidenciável, o então procurador-geral, Rodrigo Janot, mandou arquivar o expediente dizendo que valores eram os mesmos do Imposto de Renda. Janot alegou se tratar de denúncia anônima sem "elementos indiciários mínimos" de ilícito.

A advogada Marta Maia, dona da empresa que vendeu com deságio a casa de Bolsonaro, negou irregularidades.

"Foi tudo feito com depósito em conta", disse. Ela afirmou que revendeu o imóvel com prejuízo de R$ 180 mil porque tinha interesse em outro. "Meu negócio é esse. Pegar uma casa em condições ruins, reformar e revender."


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Comentários

Fernandes

A classe mádia vai percebendo que não escapará. Vai descobrindo duramente que não é elite. O governo vetou totalmente o REFIS para pequenas e microempresas. As grandes podem parcelar as dívidas e quando não pagam são perdoadas. As pequenas e micro, não poderão.

Fernandes

AÉCIO NEVES já foi citado em mais de 10 DELAÇÕES, foi pego em GRAVAÇÕES e comandou o esquema em FURNAS. O que falta p prendê-lo ??

Fernandes

Já pensou se fosse Lula ? Essa alma estava criticando. O que seria da direita sem seus asnos? kkkk.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

A imprensa defensora dos petralhas já começou da difamar o Bolsonaro. Vamos ver a Receita Federal para que ela esclareça essas denúncias. A Folha, quer por que que um candidato da \"esquerda caviar\" seja o eleito para continuar mamando nas propagandas governamentais e nos empréstimos subsidiados do BNDES. Não somente a Folha, a grande imprensa como um todo. Bolsonaro neles. Acabar de vez dom essa corja de comunistas aproveitadores do dinheiro público.

P Guerra

Bolsonaro vai ver com quantos paus se faz uma canoa. Achava que tomaria o lugar dos queridinhos da mídia e ficaria com sua vida pregressa ( que currículo ) escondida. Este é o verdadeiro político profissional que tanto se quer ver banido.


Governo de PE

Confira os últimos posts



19/05


2019

Bolsonaro: relação com Congresso, flerte com reeleição

A promessa de Bolsonaro para o Congresso se renova. Já o presidente começa a flertar com a reeleição.

Foto: Adriano Machado | Reuters                                                                            Foto: Mauro Pimentel | AFP

O Globo Por Lauro Jardim e Gabriel Mascarenhas

 

O jornalista Lauro Jardim, titular da coluna, chama atenção para uma constatação: desde que o governo se iniciou, não se passa uma semana sem que Jair Bolsonaro fale em estreitar suas relações com o Congresso, uma intenção que nunca se concretiza. 

Enquanto isso, seu colega de coluna, o também jornalista Gabriel Mascarenhas informa que Jair Bolsonaro, aquele que praguejava contra a reeleição durante a campanha, admite abertamente entre aliados que, se a economia reagir e o Brasil voltar aos trilhos, vai disputar mais um mandato em 2022. O resto é conversa.

 


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Comentários

gilson

Nunca tinha visto tanta merda num único lugar. O bolso não sustenta ate o final do ano.


Congresso Nordestino de Educação Médica

19/05


2019

Após derrotas, Moro tenta salvar a principal bandeira

Após derrotas e pé no STF, o ministro da justiça, Sérgio Moro tenta salvar sua principal bandeira.

Do Jornal do Brasil

 

Após sucessivas derrotas, a mais recente envolvendo o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), o ministro Sergio Moro (Justiça) intensificou a agenda política para tentar acelerar a tramitação no Congresso daquela que é considerada sua principal iniciativa, o pacote anticrime.

Na manhã de quinta-feira (16), Moro foi à residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para pedir o apoio do parlamentar ao avanço do projeto na Casa.

Alvo da resistência de vários políticos por personificar a Lava Jato, a operação que dizimou integrantes de diversas legendas nos últimos anos, o ex-juiz federal tem buscado auxílio de Maia para tentar vencer esses obstáculos. [...] Confira a íntegra aqui: Após derrotas e pé no STFMoro tenta salvar sua principal band


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19/05


2019

Whatsapp continua sendo usado por Bolsonaro

Responsáveis até por demissão de ministro, áudios de Whatsapp continuam sendo usados por Bolsonaro.
Ailton de Freitas | Agência O Globo

O Globo - Por Gabriel Mascarenhas

 

O episódio Gustavo Bebianno, em que a lavagem de roupa suja entre presidente e ministro foi exposta em rede nacional, não ensinou nada a quem deveria.

Jair Bolsonaro continua usando os áudios de WhastApp como ferramenta de comunicação.

Cabe de tudo nas gravações: de orientações sigilosas a ministros a promessas e recados poucos educados a congressistas. Tudo pelo aplicativo, armazenado no celular alheio, pronto para ser usado como e quando o interlocutor presidencial decidir.

 


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19/05


2019

Mercado atento ao impeachment; Maia elogia Mourão

Mercado financeiro atento às regras da constituição sobre Impeachment. Enquato isso, Rodrigo Maria é só elogios para Hamilton Mourão. 

Presidente da República Jair Bolsonaro Foto: Agência O Globo                                Foto: Presidência / Divulgação

Época - Por Guilherme Amado

 

Na sexta-feira, depois do texto do "ingovernável sem conchavos" disparado por Jair Bolsonaro via WhatsApp, consultorias de mercado financeiro, em São Paulo, dispararam para seus clientes relatórios sobre as regras da Constituição para a substituição do presidente da República quando a saída se dá na primeira metade do mandato.

Enquanto isso, Rodrigo Maia é só elogios para Hamilton Mourão. Costuma dizer a aliados que o vice tem postura de diálogo e entende o momento importante por que passa o país.


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ArcoVerde

19/05


2019

Ninguém se engane: Moro articulado como político

Em menos de cinco meses de governo, o ministro Sérgio Moro já se reuniu com 106 parlamentares, segundo levantamento do Estado com base apenas em sua agenda oficial. O ministro teve encontros com mais de um sexto do Congresso e rivaliza no governo com o ministro Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, responsável pela articulação política do Palácio do Planalto. Onyx, deputado federal licenciado, esteve com 125 deputados e senadores.

Nesses quatro meses e meio de governo, o ministro reservou mais espaço em sua agenda para reuniões com integrantes da chamada “bancada da bala”, como é conhecida a Frente Parlamentar da Segurança Pública. Foram 44 encontros com deputados ligados à frente, que tem algumas reivindicações abarcadas no pacote anticrime.

O presidente do grupo, deputado Capitão Augusto (PR-SP), foi quem mais visitou o gabinete de Moro no período: quatro vezes, empatado com o líder do PSL no Senado, Major Olímpio(SP). Entre parte dos parlamentares, no entanto, persiste a resistência à figura de Moro. Deputados mais experientes costumam dizer que o ministro da Justiça ainda não abandonou o estilo de juiz, que o faz querer impor ao Parlamento, sem muita paciência para o processo de tramitação, suas ideias para o combate à criminalidade.  (Estadão - BR 18)


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Asfaltos

19/05


2019

FHC : povo quer “paz e emprego, sem impeachments”

Elogiado pelo ex-presidente José Sarney em entrevista ao Correio Braziliense, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse neste domingo, 19, concordar com o maranhense quando alerta sobre “os riscos que corremos” com a postura do presidente Jair Bolsonaro, segundo Sarney, de “apostar todas as cartas na ameaça do caos”. Para o tucano, “anunciar o caos pelas redes sociais recae na própria cabeça”. Ele conclui que “o povo quer paz, emprego e compostura, sem impeachments”.

"Vale ler a entrevista do pres. Sarney. Ele alerta sem alarmismo sobre os riscos que corremos. O atual Pr deve aprender que o país precisa de coesão e rumos. Aununciar o caos pelas redes sociais recae na própria cabeça. O povo quer paz, emprego e compostura, sem impeachments."

Sarney: ‘Bolsonaro está colocando todas as cartas na ameaça ao caos’

Com 52 anos de experiência no Legislativo, o ex-presidente José Sarney, de 88 anos, abriu sua entrevista ao jornal Correio Braziliense dizendo que não faria comentários sobre seus sucessores, mas a resistência durou pouco. O inquilino do Palácio do Planalto da transição democrática afirmou que o presidente Jair Bolsonaro “está colocando todas as cartas na ameaça do caos”, destruindo as utopias.   (Estadão- BR18)


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19/05


2019

Com ele ou sem: substitutivo balizará rumos do governo

Coluna do Estadão – Álvaro Bombig

Se for mantida e, ao fim e ao cabo, obtiver sucesso, a proposta de reforma da Previdência a ser apresentada pelos deputados em forma de substitutivo reforçará a percepção de que a agenda necessária para o País, a econômica, pode avançar sem Jair Bolsonaro e a despeito dele.

Não é pouco quando a instabilidade cresce e um déjà vu coletivo de 1992 e 2016 começa se instalar no País.

Por isso, o meio político aguarda apreensivo os próximos dias para analisar a reação do presidente à tacada da Câmara: aceitará passivamente ou reagirá à moda dos Bolsonaros?

Os deputados da Comissão Especial acham que, se conseguirem atrair PSB e PDT para o texto substitutivo, a aprovação em plenário estará praticamente assegurada.O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não descarta fazer ajustes nas regras de transição da reforma.


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Bm4 Marketing 7

19/05


2019

Medo de ser pego com a mão na botija?

Ascânio Seleme – O Globo

Bolsonaro está com medo de ser pego com a mão na botija? Não. Até porque não dá para afirmar isso por ora. É muito cedo.

Mas ele está tremendo de pavor de ver um filho seu, ou quem sabe dois deles, acertando contas com a Justiça.

A saída possível para o Zero Um fica cada dia mais difícil. O Ministério Público já chama de “organização criminosa” o grupo que o filho do presidente montou na Assembleia Legislativa do Rio.

Ele, sua mãe, o seu irmão mais novo (o que não está na política), a ex-mulher do seu pai, primos, amigos e funcionários do seu gabinete terão suas contas bancárias e suas declarações de renda escarafunchadas pelo MP e pela Polícia Federal.


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19/05


2019

Marina passa o chapéu para manter sua Rede ativa

Depois de ver a Rede minguar sem recursos do fundo partidário (não atingiu a cláusula de barreira), Marina Silva tem passado o chapéu entre amigos mais abastados.

 Ela já teria conseguido garantir o próximo ano de funcionamento do partido.

 Na Rede, há quem defenda que Marina se lance à Prefeitura de São Paulo ano que vem ou a deputada federal em 2022 para ajudar o partido. A ex-ministra teve cerca de 1 milhão de votos ano passado.

Já 0residente Bolsonaro e o ministro Fernando e Silva receberão na próxima terça-feira os atletas militares campeões mundiais de Revezamento 4×4.(Coluna do Estadão – Álvaro Bombig)


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19/05


2019

Um homem acuado, com medo

Ascânio Seleme – O Globo

presidente Jair Bolsonaro está na defensiva antes mesmo de completar seis meses de governo. Ao atacar mais uma vez as investigações sobre as falcatruas do filho Zero Um no exercício de seu mandato de deputado estadual, Bolsonaro afirmou que elas não o alcançarão. “Não vão me pegar”, disse o presidente.

Para se mostrar inocente, ele chegou a oferecer a abertura de seus sigilos bancário e fiscal. Foi da boca para fora, evidentemente.

O curioso foi ter usado uma desculpa adotada por dez entre dez pessoas acusadas de malfeitos. Não precisava, o presidente não é acusado deste crime.

Mas a declaração serviu para revelar um homem acuado, com medo.


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19/05


2019

Esse santo quer reza

Luciano Huck esteve por quase seis horas no TCU, no último dia 9, para conversas com ministros e técnicos sobre as funções do tribunal na administração federal. Ele foi ao local a convite do presidente da corte, José Múcio Monteiro.

Huck levou seu time. O ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung e o fundador do RenovaBR, Eduardo Mufarej. A formação de novas lideranças e políticas públicas contemporâneas também foram debatidas.

Segundo pessoas próximas a Múcio, ele pretende convidar também o ministro Sergio Moro (Justiça) para uma imersão na corte. Antes, porém, chamará Fernando Henrique Cardoso.  (FSP - Painel


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19/05


2019

Não está morta: Raquel Dodge pelas beiradas

Aliados de Raquel Dodge, a atual procuradora-geral, dizem que, embora fora da disputa promovida pela ANPR, ela segue no páreo pelo apoio que tem no Congresso e entre integrantes do STF e até do Planalto.

Bolsonaro, recentemente, referiu-se a ela como “séria”.

Bolsonaro disse a aliados que vai decidir “pessoalmente” o nome do próximo procurador-geral, o que alimentou a sensação de que conselhos que vierem de gente de fora de sua família terão pouco peso na escolha.

O ex-presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República José Robalinho Cavalcanti iniciou um giro pelo Congresso em busca de apoio.

Ele se inscreveu na disputa que levará a uma lista tríplice de nomes. (Daniela Lima – FSP)


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19/05


2019

Subiu o tom: vai faltar dinheiro para o Bolsa Família

O ministro Paulo Guedes subiu o tom na última semana, dizendo inclusive que pode faltar dinheiro para programas como o Bolsa Família.A fala foi considerada “alarmista” por deputados.

Aliados rebatem.

Dizem que Guedes tenta compartilhar responsabilidades por crer que ninguém vai ganhar “brincando com o caos”. (Painel)


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19/05


2019

Sobreviver a classe política: recuperando a economia

Antes da turbulência política escalar, Paulo Guedes (Economia) trabalhava para se distanciar dos focos de divergência dentro do governo. O ministro vinha afirmando que não queria mais se ligar às disputas intestinas.

“Só quero saber do que pode dar certo”, dizia, segundo aliados, como um mantra.

A pessoas próximas, Guedes havia manifestado intenção de falar com Bolsonaro sobre a necessidade de centrar esforços no que considera a chave para a sobrevivência da classe política: a recuperação da economia.


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19/05


2019

Morre mãe de Lula Cabral

Faleceu, ontem, no Real Hospital Português, aos 85 anos, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), a senhora Edite Maria de Oliveira, mãe do prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral e do ex-deputado estadual Everaldo Cabral, e também avó da deputada estadual, Fabíola Cabral. 

O corpo está sendo velado no velório do Plano Safpe, e será sepultado às 17 horas deste domingo, no Cemitério do Cabo de Santo Agostinho. Dona Edite Cabral deixa 10 filhos.


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19/05


2019

General bolsonarista quer atos grandes e pacíficos

O general da reserva Paulo Chagas, apoiador de Bolsonaro, prega uma terceira via. Diz que fará o possível para que os próximos atos sejam grandes e pacíficos.

“Vou me empenhar para que vá o máximo de pessoas para, ordeira e veementemente, dizer que é preciso romper a inércia e que o Brasil precisa andar.”

Chagas endossa uma parte das queixas embutidas no polêmico texto compartilhado por Bolsonaro na sexta (17) e diz que “o Congresso precisa parar de fazer oposição por oposição”, mas prega entendimento.

“Tem que ter um processo de cooptação das pessoas da melhor forma, no sentido da conscientização de que tem um programa que foi aprovado pela maioria e precisa ser executado.”  (Painel – FSP)


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