Versão Agreste Meridional

12/10


2017

CPMI quer quebra de sigilo do Trench, Rossi & Watanabe

CPMI da JBS 

Fabio Guimarães | Agência O Globo

O Globo 
Por Lauro Jardim

O Trench, Rossi & Watanabe, o escritório que contratou o ex-procurador Marcelo Miller, entrou na mira da CPMI da JBS.

O ataque parte de duas frentes.
 
O deputado Heuler Cruvinel (PSD/GO) está pedindo, por meio de um requerimento que será votado na semana que vem, a convocação do chefe do Trench, Maurício Novaes, para prestar depoimento à CPMI. 
 
Na CPMI há um  outrorequerimento, que será votado na terça-feira que vem, visando quebrar os sigilos fiscal, telefônico (desde janeiro deste ano até 14 de setembro)e bancário do Trench, Rossi & Watanabe.
 
No requerimento, o senador José Medeiros pede a lista dos números de todas as contas-correntes e de poupança, aplicações financeiras, extratos bancários do período entre 1º de janeiro e 14 de setembro deste ano e operações e câmbio e transferência de recursos para o exterior.


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Versão Sertão do Araripe

Confira os últimos posts

21/10


2017

Paulo Câmara 2018: tudo pela reeleição

Ricardo Boechat – ISTOÉ

Paulo Câmara (PSB) quer se reeleger governador de Pernambuco. Assim que o Ministério do Trabalho divulgou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados de setembro, na semana passada, marqueteiros a serviço do Palácio das Princesas espalhavam, dentro e fora do Estado, que Pernambuco ficou com o primeiro lugar, na geração de empregos (13.992 novos postos de trabalho). Câmara é o herdeiro político de Eduardo Campos.

Enquanto isso, não é fácil a vida de Geraldo Alckmin. Além de enfrentar as peraltices de João Dória no desejo de virar presidente e ver o encrencado Aécio Neves rachar o PSDB, o novo suspensório do governador é José Serra começando o movimento para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes pela legenda.

No ninho tucano já chocava o ovo da candidatura do cientista político Luiz d´Avila, genro de Abílio Diniz, sem esquecer o vice-governador Mário França (PSB), a quem Alckmin teria prometido apoio quando concorreu à reeleição. E a lista pode ainda crescer, já que estamos a nove meses e meio para a indicação oficial do partido.


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Comentários

arnaldo luciano da luz alencar ferreira

Desses ai não vejo nenhum com chances, a situação do Governador é muito difícil pois, seu governo esta emperrado pelo menos aqui no sertão e sua impopularidade é muito grande, onde as ações do governo não consegue levantar seu ipobe, achou eu o Governador um homem digno e honesto , mais não é politico e seus secretários estão acabando com seu governo atuando somente em suas bases como é o caso de Sebastião Oliveira onde pra ele o restante do Estado não existe.


Versão Agreste Central

21/10


2017

Fachin barra ação para impedir deputados de votar

Advogado de São Paulo argumentou que parlamentares são alvos da mesma apuração que respaldou a denúncia contra o presidente

Época – Murilo Ramos

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido apresentado por um advogado de São Paulo para barrar um grupo de deputados na apreciação que o plenário da Câmara fará da segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer.

Ricardo Luiz Ferreira, autor de pedido, afirmou que Altineu Cortês (PMDB-RJ), André Moura (PSC-SE), líder do governo na Casa, Aníbal Gomes (PMDB-CE), Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) e Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) são investigados no mesmo inquérito que originou a denúncia da Procuradoria contra Temer e, portanto, “não poderão votar na fase de admissão do processo, pois se trata de causa própria de assunto que eles têm interesse individual”.

O curioso é que o autor apresentou o pedido em benefício de Temer. De acordo com ele, a presença desse grupo de parlamentares na votação poderá maculá-la, dando margem a que seja questionada no futuro.


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Versão Sertão de Itaparica

21/10


2017

Apresentações culturais no Mercado da Encruzilhada

Ação Viva o Mercado tem início neste sábado (21), com apresentações das 14h às 18h.

G1 Pernambuco

A Prefeitura do Recife, em parceria com a Secretaria Estadual de Turismo e Lazer, dá início, neste sábado (21), ao Projeto Viva o Mercado. A ação prevê a implantação de uma agenda de eventos e shows com artistas locais nos mercados públicos da cidade. A abertura será no Mercado da Encruzilhada, com Aécio dos 8 baixos e Trio Expresso. As apresentações acontecem das 14h às 18h.

A ideia é incrementar os mercados, além da gastronomia típica e serviços divesos, para atrair os usuários e provocar uma repercussão econômica imediata para os comerciantes. A iniciativa também visa consolidar os mercados como atrações turísticas permantentes.

Feira Livre do Poço

Além do projeto Viva o Mercado, a Encruzilhada também recebe neste sábado (21) a Feira Livre do Poço, projeto de iniciativa não governamental que busca diversificar os atrativos que movimentam o lugar. A feira começa às 10h e segue até às 17h.

No espaço reservado para a montagem da feira, o público vai encontrar barracas com produtos alimentícios diversificados, que estarão disponíveis para venda e que somam as opções já existentes nos boxes do mercado. São 22 tipos de operações de alimentos com opções saudáveis e 15 bancas com artigos de moda, acessórios e artes. A Feira Livre do Poço também comercializa pequenas mudas de temperos e ervas.


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21/10


2017

“Firma de sócio de filho de Lula era fachada para Oi”

Folha de S.Paulo – Ítalo Nogueira

Marco Aurélio Vitale, (Foto) por sete anos diretor comercial do grupo empresarial de Jonas Suassuna, disse em entrevista à Folha que firmas foram usadas como fachada para receber recursos da Oi direcionados a Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, e seus sócios.

De acordo com ele, o Grupo Gol –que atua nas áreas editorial e de tecnologia e não tem relação com a companhia aérea de mesmo nome– mantinha contratos "sem lógica comercial" tendo como único objetivo injetar recursos da empresa de telefonia nas firmas de Suassuna. "A Gol conseguiu um tratamento que não existe dentro da operadora", afirma.

As empresas de Suassuna receberam R$ 66,4 milhões da Oi entre 2004 e 2016, segundo relatório da PF. O empresário é dono de metade do sítio em Atibaia (SP) atribuído a Lula. No terreno de sua propriedade não houve reformas –só a instalação de uma cerca– o que o livrou de ser denunciado pelo Ministério Público Federal.

Suassuna iniciou a relação comercial com a família de Lula em 2007, quando se tornou sócio da Gamecorp, de Lulinha, Kalil Bittar (irmão de Fernando Bittar, dono da outra metade do sítio) e da Oi.

Vitale falou à Folha após ser intimado pela Receita Federal, onde afirma ter apontado irregularidades nas empresas. Ele diz não ter participado de atos ilícitos e quer escrever um livro, cujo nome provisório é "Sócio do filho". 

Leia entrevista na íntegra clicando aí: Empresa de sócio de filho de Lula era fachada para a Oi, diz ex-diretor


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Prefeitura do Ipojuca

21/10


2017

Geddel diz que Temer o indicou para cargo na Caixa

Folha de S.Paulo - João Pedro Pitombo e Camila Mattoso

Em depoimento dado à Polícia Federal em julho deste ano, o ex-ministro Geddel Veira Lima (PMDB) afirmou que foi indicado em 2011 para o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa pelo então vice-presidente Michel Temer (PMDB).

Geddel disse que assumiu o cargo por indicação da presidência do PMDB, que na época era exercida pelo hoje presidente da República.

Ele negou qualquer participação dos então deputados federais peemedebistas Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves na indicação.

O depoimento foi concedido em 20 de julho, uma semana depois de o ex-ministro ter sido autorizado pelo Tribunal Regional Federal a deixar a Penitenciária da Papuda para cumprir prisão domiciliar.

Geddel havia sido preso no dia 3 de julho pela PF no âmbito da Operação Cui Bono?, que investiga suposto esquema de corrupção na Caixa nos anos de 2011 a 2013 –anos em que ocupou o cargo no banco.

No depoimento, ele negou ter cometido irregularidades e disse que não recebeu "nenhuma vantagem indevida" por sua atuação no cargo, tendo recebido apenas seu salário no período.

Também negou que tenha passado informações privilegiadas para interlocutores como Cunha e que as informações "eventualmente demandadas" pelo deputado "não alteravam o curso natural das operações de crédito".

"UM ABRAÇO"

Geddel confirmou que se encontrou com Lúcio Funaro no hangar da empresa Aero Star, em Salvador.

Afirmou ter recebido ligação do doleiro, que teria dito que o seu avião estava fazendo uma parada técnica e que queria dar um abraço no então vice-presidente da Caixa.

O ex-ministro saiu de sua casa na praia em Camaçari e foi até o aeroporto de Salvador para "dar um abraço" no doleiro, um trajeto de 23 km feito em cerca de 35 minutos.

Geddel diz que os dois conversaram sobre "amenidades". Em sua delação, Funaro dá outra versão: afirma que o hangar era usado para fazer repasses de dinheiro de propina ao peemedebista.

O ex-ministro afirmou que, naquela ocasião, conheceu Raquel Pitta, mulher de Funaro. Em depoimento à PF, Raquel afirmou que foi pressionada com ligações de Geddel, que a sondava sobre a possibilidade de o doleiro firmar delação premiada. O peemedebista nega pressão.

Afirmou ainda que encontrou Funaro outras vezes em São Paulo, Brasília e Salvador "circunstancialmente".

Geddel foi questionado ainda sobre a suspeita de que teria enviado seu assessor Gustavo Ferraz para se encontra em São Paulo com Altair Alves Pinto, assessor de Eduardo Cunha, para buscar remessas de dinheiro.

O peemedebista afirmou que não tinha "nenhuma recordação" de ter enviado um interlocutor de nome "Gustavo" para encontrar Altair. Preso em setembro após a descoberta de umbunker num apartamento em Salvador com R$ 51 milhões, Gustavo, um dos auxiliares mais próximos de Geddel, disse à polícia que foi a São Paulo buscar dinheiro para o chefe.


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Comentários

Pádua

A fossa agora é TEMER! PMDB e PT comem no mesmo cocho !


Flamac - 1

21/10


2017

Contra a Lava Jato: avança o grande acordo nacional

Senado revoga suspensão de Aécio, deputados absolvem Temer e Supremo se prepara para facilitar a vida dos condenados em segunda instância

VEJA - Daniel Pereira, Laryssa Borges e Marcela Mattos

Foi um protesto silencioso, anônimo e certeiro. Na segunda-feira, 16, uma placa em frente ao prédio do Congresso Nacional amanheceu coberta por um adesivo em que se lia: “Formação de quadrilha — Corrupção ativa — O grande acordo nacional”.

Era uma referência a dois dos crimes apurados pela Lava Jato e, claro, à estratégia desenhada pelos poderosos investigados para barrar a operação.

O adesivo, tão logo descoberto, foi removido. Já o acordão da vergonha que ele denunciava avançou mais uma casa, sem dificuldade alguma, nos dias seguintes.

Na terça-feira, 17, o plenário do Senado derrubou a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que afastara o senador tucano Aécio Neves (PSDB-MG) de seu mandato.

Um dia depois, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara decidiu que o melhor destino para a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer (PMDB) era a gaveta, o arquivo morto.

A balança, que vinha pendendo para o rigor contra os suspeitos de corrupção, agora está vergando para o lado de sempre: o da impunidade.

E a tendência é que esse processo se acentue ainda mais, depois que o STF presidido por Cármen Lúcia preferiu omitir-se do combate ao lavar as mãos no caso Aécio.


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Banner - Hapvida

21/10


2017

Promotoria questiona negócio de irmã de Gilmar em MT

Folha de S.Paulo – Fabiano Maisonnave  (Enviado especial a Diamantino)

Não faltam referências ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes e a sua família na Unemat (Universidade do Estado de Mato Grosso) de Diamantino, alvo de um inquérito civil do Ministério Público Estadual (MPE).

Na placa que oficializa a estatização do campus, datada de 16 de setembro 2013, lê-se que "temos de agradecer à família Mendes, em especial ao ministro do STF Gilmar Mendes, pelo esforço em construir uma sociedade mais justa e igualitária por meio da oferta do ensino superior".

Dois meses meses antes, a instituição, que oferece direito e outros três cursos, havia sido vendida por R$ 7,7 milhões ao governo estadual, comandado na época por Silval Barbosa (PMDB).

Até então, tinha o nome de Uned (União de Ensino Superior de Diamantino) e era comandada pela irmã de Gilmar Mendes, Maria Conceição Mendes França.

O ministro foi um dos sócios-fundadores, em 1999. No ano seguinte, se desligou formalmente dela, repassando sua parte à irmã. Costumava, no entanto, participar de eventos. A 180 km ao norte de Cuiabá, Diamantino, cidade natal de Gilmar, tem 21 mil habitantes e já foi administrada pelo avô, pelo irmão e pelo pai, Francisco Ferreira Mendes –este empresta o nome ao campus.

Responsável pela estatização, Barbosa está em prisão domiciliar após quase dois anos preso. Para conseguir o benefício, admitiu, em delação premiada, desvios que somam R$ 1,03 bilhão, segundo a Controladoria-Geral do Estado.

Lotado em Diamantino, o promotor Daniel Balan Zappia abriu um inquérito civil para investigar a compra, em meio a indícios de que a transação tenha ocorrido de forma apressada, sem estudo prévio.

Até hoje, por exemplo, não houve concurso público para professores e outros funcionários. Quase todos têm contrato temporário –os poucos concursados pediram transferência de outros campi a Diamantino.

Ouvidos pela reportagem, estudantes que ingressaram antes da estatização foram unânimes em afirmar que a qualidade dos professores caiu bastante. Um deles lembrou que o ex-procurador da República e atual governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), ensinou direito constitucional ali.

A acanhada biblioteca não dispõe de dinheiro para renovar o acervo. Durante um evento recente, os alunos de direito tiveram de comprar livros indicados por professores em lugar de pagar a inscrição –a fórmula encontrada para atualizar as estantes.

Recentemente, a ONG Moral, com sede em Cuiabá, entrou com uma representação no Ministério Público Federal para que o órgão investigue a compra da Uned dentro dos processos contra Barbosa e contra o então presidente da Assembleia, José Riva (PSD). O ex-deputado ganhou a alcunha de "maior ficha suja do país" por responder a mais de cem processos.

O advogado que intermediou a delação de Barbosa, Délio Lins e Silva, afirmou que a Procuradoria-Geral da República já questionou seu cliente sobre a Uned. O ex-governador teria negado qualquer irregularidade na estatização.

Gilmar, que descerrou a placa em sua homenagem durante cerimônia ao lado de Barbosa e Riva, afirma que não se envolveu mais com a administração da universidade desde que deixou a sociedade.


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ArcoVerde

21/10


2017

PT-SP: Suplicy e Haddad para o Senado

Do Painel

Líderes do PT começaram a defender que o partido lance a dupla Fernando Haddad e Eduardo Suplicy ao Senado no ano que vem. A avaliação é a de que, assim, haveria chances de o partido conquistar as duas vagas de SP.

Enquanto isso, caso o senador Aécio Neves (MG) renuncie à presidência do PSDB, o partido terá 24 horas para definir um substituto. O estatuto determina que a escolha se dê entre os vices.

Tasso Jereissati (CE), que hoje comanda a sigla interinamente, é um dos oito vices, mas a ala que apoia Aécio avisa que, se ele cair, atuará para o cearense não herdar o posto.


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Garanhuns Natal Luz

21/10


2017

Planalto estimula adversários de Temer a não irem votar

Com a perspectiva de ter, desta vez, menos do que os 263 votos que salvaram Temer da primeira denúncia, o Planalto montou uma operação para convencer os deputados contrários ao presidente a não irem votar.

O pior cenário para Temer seria um placar com mais votos contra do que a favor. Ainda que seja insuficiente para levar a denúncia adiante –o que demandaria 342 votos–, resultado tão adverso denotaria extrema fragilidade.

No minuto seguinte à votação da denúncia, dizem aliados de Temer, ele precisará reavaliar sua base e a equipe ministerial. Até para forçar o presidente a fazer uma reforma, integrantes do centrão estimulam defecções controladas.

Um resultado mais enxuto obrigaria o peemedebista a ceder espaços. É nessa seara que cresce a teoria de que, em acordo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Temer deveria optar por uma gestão compartilhada com o Congresso.   (Painel - Folha de .Paulo)


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21/10


2017

A personalidade de Temer segundo Funaro e Joesley

No dossiê que o Planalto elaborou sobre a delação de Lúcio Funaro estão destacados trechos em que o doleiro faz observações sobre a personalidade do presidente Michel Temer. Elas vão no sentido oposto à imagem que Joesley Batista traçou do peemedebista.

Funaro, que assume nunca ter sido próximo do presidente, diz que “Temer não é uma pessoa de fazer pressão”. “Ele não é um ‘player’ como era o Cunha, de pressionar e chegar e pôr na mesa”, avalia. Joesley disse mais de uma vez que o presidente “não tinha cerimônia” para pedir dinheiro.

O relatório sobre os vídeos de Funaro também destaca trecho em que ele fala do ex-ministro Geddel Vieira Lima. “O Geddel… eu acho que ele não dividia o que recebia, está errôneo”, avalia Funaro. “Não posso afirmar que, do dinheiro que eu repassei, ele deu parte para o Temer.”

Pessoas próximas ao doleiro indicam que ele pode deixar a prisão em dezembro deste ano ou, no máximo, janeiro de 2018.  (Folha de S.Paulo – Painel)


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Supranor 1

21/10


2017

Planalto estimula PMDB a punir traições a Temer

Coluna do Estadão – Andreza Matais

O Planalto e a cúpula do PMDB criaram uma força-tarefa para pressionar os deputados do partido que ameaçam votar a favor da abertura de processo contra Michel Temer. O objetivo é reduzir as defecções e aumentar o número de votos para mostrar força política.

Na primeira denúncia, sete peemedebistas apoiaram a investigação e três faltaram. Agora, estão sendo avisados de que o partido não vai mais perdoar dissidentes. “Quem votar a favor da denúncia tem que ser expulso”, diz o deputado Carlos Marun (MS), da tropa de choque de Temer.

A lei é pra todos. A pressão do Planalto também será feita sobre deputados de partidos aliados, principalmente siglas que ocupam ministérios. Quem votar contra Temer será tratado como inimigo.

Perdoa? O deputado Aluisio Mendes (Pode-MA) pediu diretamente ao presidente Temer a volta da diretoria de administração da Funasa, cargo que o partido perdeu após votar contra ele na primeira denúncia. Procurado, Aluisio não retornou às ligações.


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Mobi Brasil 2

21/10


2017

Ministro critica novela, mas no STF é muito pior

Josias de Souza

Em palestra na Escola Paulista de Magistratura, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, criticou o modo como o crime é retratado na novela ‘A Força do Querer’. Para ele, há um quê de glamour nas cenas da personagem Bibi Perigosa, interpretada por Juliana Paz.

Eis o que disse Moraes: a novela “mostra aqueles bailes funk, fuzil na mão, colarzão de ouro, mulheres fazendo fila para os líderes do tráfico, só alegria. Aí mostra a Bibi, que se regenerou, ela tentando procurar emprego e não conseguindo. Qual é a ideia que é dada? Que é melhor você não largar. Enquanto você não larga, você tá na boa. É uma valorização. Aí podem dizer que essa é a realidade. Mas tá passando isso de uma forma glamorizada.”

Ex-secretário de Segurança do governo tucano de São Paulo, ex-ministro da Justiça do governo do PMDB, Alexandre de Moraes chegou ao Supremo por indicação de Michel Temer. No julgamento sobre a limitação da abrangência do foro privilegiado, o doutor pediu vista do processo, retardando a definição —já lá se vão 142 dias. No caso das sanções cautelares contra parlamentares, Moraes votou a favor da tese que desaguou na restituição do mandato a Aécio Neses.

A sorte de Moraes é que Glória Perez é uma senhora bem-posta. Do contrário, a autora da novela 'A Força do Querer' poderia responder ao supremo crítico de sua ficção com uma observação ligeira sobre a programação da TV Justiça. Glória diria algo assim sobre a emissora oficial do Judiciário:

“Mostra aquelas sessões plenárias do Supremo, Constituição na mão, toga sobre os ombros, poderosos fazendo fila à espera de sentenças que nunca chegam, só alegria. Aí mostra o Aécio, que se safou. A Primeira Turma tentando impor sanções e o plenário impedindo. Qual é a ideia que é dada? Que é melhor você não largar o foro privilegiado. Enquanto você não larga, você tá na boa. Aí podem dizer que essa realidade precisa mudar. Mas sempre haverá um ministro no Supremo para pedir vista do processo e declarar, com glamour: 'Tem que manter isso'!”


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Asfaltos

21/10


2017

Maia e a estratégia do mimimi

Helena Chagas - Blog Os Divergentes

Políticos costumam ser sujeitos frios e calculistas, mestres na arte da indignação fabricada, das raivas oportunas, da emoção regada a lágrimas de crocodilo. Assim como ninguém acreditou muito no sentimento de abandono e na mágoa demonstrada por Michel Temer em carta dirigida a Dilma Rousseff poucos meses antes do impeachment que a fulminou, é bom não comprar pelo valor de face o aborrecimento que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, faz questão de expressar com o Planalto de Temer.

Quem com mágoas fere, com mágoas será ferido, pode ser o ditado da vez. Aparentemente, Maia – não por acaso sucessor legal de Temer – está fazendo o mesmo jogo que o presidente fez com sua antecessora quando resolveu desertar e trabalhar para derrubá-la. Nessas horas, para não ser acusado de traição, um político precisa mostrar que tem motivos para se afastar e justificar a ruptura.

Quem não se lembra o sensível e choroso Michel reclamando ser tratado como um “vice decorativo” e enumerando os eventos para os quais não fora convidado no governo? Um tremendo mimimi, muito parecido ao que Maia protagoniza.

O deputado começou reclamando do assédio do PMDB a deputados cobiçados por seu partido, o DEM; reagiu ao Planalto porque este não votou no dia em que ele queria a MP da Leniência dos bancos; criticou proposta de aumento do PIS/Cofins, que ameaçou não votar; e desmentiu a versão do Planalto sobre sua conversa com o presidente esta semana. Isso sem contar as vezes em que foi à TV se dizer alvo das fofocas dos ministros do Planalto – o que, de fato, ele é.

Mas Rodrigo Maia cumpriu seu objetivo – que, a esta altura, não é derrubar Michel Temer, apenas mantê-lo bem fraco depois de derrotar a segunda denúncia. Deixou claro ao distinto público que está distante desse impopularíssimo governo de 3%, o que é bom no ano eleitoral. E, sobretudo, aqueceu as turbinas para, no “day after”, fazer decolar seu projeto de assumir uma espécie de comando informal do último ano de governo, a partir da pauta legislativa.

Pode até ser que consiga. Mas é bom lembrar que tem mais gente de olho nessa posição. E que Michel, justiça seja feita, é um mestre na arte de dividir para reinar, mesmo que seja com mimimi.


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BM4 Marketing

21/10


2017

Lula e a falência política brasileira

Rudolfo Lago – Blog Os Divergentes

O serviço em português da BBC de Londres publica uma interessante entrevista com o escritor paquistanês Tariq Ali, considerado uma das principais referências do pensamento de esquerda no mundo. Em tempos normais, seria desnecessário dizer que uma entrevista “interessante” não é necessariamente uma entrevista com a qual se concorda inteiramente. Em tempos normais, as pessoas se alimentariam de fontes diversas de pensamento, até divergentes, para formar as suas próprias convicções.

Nos estranhos tempos de hoje, muita gente provavelmente rechaçaria o que diz Ali somente por ser ele de “esquerda” ou por elogiar os primeiros momentos de Hugo Chavez na Venezuela. Ou, em outra ponta, por Ali fazer na entrevista críticas ao atual comportamento do PT. Como, porém, por aqui somos Divergentes e não vamos jamais perder a confiança na restauração dos tempos normais, recomenda-se a entrevista. Especialmente no que ela nos diz não somente sobre o PT e a esquerda brasileiras, mas sobre toda a atual sensação de falência da nossa política de um modo geral.

Tariq diz que a insistência do PT em manter Luiz Inácio Lula da Silva como seu candidato à Presidência da República no ano que vem revela a “falência” do partido, que não se mostrou capaz de criar alternativas, de gerar uma nova geração de líderes que pudesse tomar a frente e fazer novas propostas. Na falta de opções, encontra-se limitado a repetir o “velho líder de São Paulo”.

Esse é o ponto da entrevista que a BBC destaca para construir a sua manchete. Mas há um outro ponto na sequência, porém, da avaliação do escritor paquistanês que merece igual atenção. Segundo ele, a insistência por Lula e o fato de ele liderar com folga as pesquisas apesar de todas as acusações contra ele revela igual falência também no campo que fez oposição a ele e ao PT durante todo o tempo em que o partido esteve à frente no poder. “Mesmo que Lula seja inocentado, se candidate e ganhe – e são três coisas diferentes –, ele só ganharia porque a oposição também está falida. Não há muitas pessoas nem na direita nem no centro que você pode dizer que são honestas, mesmo sem concordar com elas”, diz Tariq.

No fundo, aí se revela o grande drama. Nosso grande arranjo nacional desde a aliança formada para derrubar a ditadura militar parece ter levado todo mundo junto para o mesmo buraco. Para Tariq, talvez porque não houve coragem para fazer grandes rupturas. Porque Lula, ao chegar ao poder, para o escritor paquistanês, tenha optado por não querer “incomodar ninguém importante”. Segundo Tariq, ao fazer essa opção, a escolha foi “trabalhar com os partidos corruptos no Congresso”.

No fundo, Tariq fala do nosso modelo de presidencialismo de coalizão, que não foi Lula nem o PT que inventaram. Que se estabeleceu já desde o governo José Sarney e que se lapidou mesmo nos dois governos Fernando Henrique Cardoso. O modelo que o senador Tasso Jereissati, no já famoso programa recente do PSDB, batizou de “presidencialismo de cooptação”. Onde o apoio é obtido na base do conhecido “toma-lá-dá-cá”.

Pense-se ou não como Tariq, faça-se ou não as escolhas ideológicas dele, nosso problema a essa altura parece ser saber o que fazer para sair desse enorme rolo político em que nos metemos…


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20/10


2017

Ministra de Temer: trabalho escravo destrói Lei Áurea

A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, afirmou que a portaria do Ministério do Trabalho que altera a conceituação de trabalho escravo e muda as regras para a fiscalização da prática "fere, mata, degola e destrói a lei da abolição da escravatura", em referência à Lei Áurea, assinada em maio de 1888.

Uma das primeiras juízas negras do Brasil, Luislinda Valois é neta de uma mulher que foi escravizada, o que, segundo ela, aumenta sua responsabilidade em relação ao combate ao trabalho escravo no país. "Em meu ponto de vista, [a mudança] vai dificultar aquele infrator da legislação atual", disse a ministra à Agência Brasil.

A ministra foi cautelosa ao tratar do posicionamento do governo, por se tratar de uma medida de outro ministério, mas disse que "o presidente [Michel Temer] tem a palavra" e poderá reavaliar o assunto. "Não tenho dúvidas de que ele saberá decidir."

Críticas da ONU

A Portaria 1.129, publicada na última segunda-feira (16), tem sido criticada por diversas instituições, como o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Hoje (20), foi a vez de o Sistema ONU no Brasil divulgar posicionamento contra as mudanças propostas pelo governo.

Em nota, as agências da ONU dizem ver com profunda preocupação a possibilidade de dificultar as ações de combate a este mal e sugerem "que eventuais alterações nessa definição envolvam debates mais amplos e profundos junto a todos os segmentos interessados".

"No Brasil, muitos casos ocorrem de forma velada, como o trabalho escravo em fazendas, fábricas e domicílios. Somente com uma legislação precisa e fiscalização eficaz é possível enfrentar com determinação esta ameaça. Nas últimas décadas, o Brasil construiu essa legislação e executou políticas públicas de combate ao trabalho escravo que se tornaram referência mundial, mas que agora estão sujeitas a alterações pela nova portaria", destaca o texto.


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