Sindifisco

13/09


2017

Janot denuncia Agripino Maia, presidente do DEM

Folha de S.Paulo - Reynaldo Turollo JR

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou nesta quarta-feira (13) o senador José Agripino Maia (DEM-RN) ao STF (Supremo Tribunal Federal).

A investigação que culminou na denúncia foi aberta a partir da Operação Lava Jato e está sob sigilo. O teor da denúncia não foi divulgado, tampouco os crimes de que Maia é acusado.

O relator do caso no Supremo é o ministro Luís Roberto Barroso. Agora, caberá ao tribunal acatar ou não a acusação. Se a denúncia for aceita, Maia vira réu e pode ser absolvido ou condenado.

OUTRO LADO

O senador disse, em nota, que os fatos e que "em todos os depoimentos tomados e registrados ao longo do referido inquérito não consta sequer uma referência de pedido ou recebimento de valores em troca de qualquer tipo de retribuição ou vantagem", o que caracterizaria corrupção passiva.

"Registre-se que, até as últimas eleições [2014], contribuições de pessoas jurídicas eram legalmente permitidas", diz a nota.

"Apesar de defender o combate à corrupção mediante a eficiência na apuração de todos fatos, o senador José Agripino não aceita ações que generalizam e maculam a dignidade, a imagem e o capital político de homens públicos", conclui o texto 


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Versão Sertão Central

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17/02


2018

Arthur Virgílio chama prévias do PSDB de farsa

Josias de Souza

O prefeito de Manaus Athur Virgílio chamou de “farsa” as prévias que disputaria com o governador de São Paulo Geraldo Alckmin, para definir quem representará o PSDB na sucessão presidencial. Em áudio enviado a um grupo de WhatsApp integrado por ex-presidentes da legenda, Virgílio acusou Alckmin de protelar o embate interno por “medo”. Declarou: “Essa postergação foi ficando tão grosseira a ponto de significar a inviabilização de qualquer prévia decente. E eu não me submeterei a pantomima. Não me submeterei a nada que signifique uma farsa.”

O áudio foi encaminhado nesta sexta-feira. Os destinatários estavam incumbidos pelo PSDB de arrematar as regras e o calendário para a realização da eleição interna e do debate que a precederia. O blog obteve cópia da gravação. Logo na abertura, Virgílio avisa aos grão-tucanos: “Meus amigos e companheiros, eu vou abrir meu coração para vocês.” Tomado pelas palavras que soaram a seguir, o rival de Alckmin chutou o balde, como se costuma dizer no português das ruas. Ouça abaixo:

A certa altura, Virgílio referiu-se aos queixumes que ouviu de um dos ex-presidentes do PSDB, Pimenta da Veiga, por ter criticado FHC publicamente. “Não tenho que dar satisfações para ninguém sobre eu criticar ou não o Fernando Henrique. Critico o Fernando Henrique quando eu quiser. Ele não é um ancião que precisa ser protegido nem é uma pessoa que esteja fora das suas faculdades mentais.”


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Versão Mata Norte

17/02


2018

"Algum desconforto vai existir", diz porta-voz do Exército

Jornal do Brasil

O coronel Carlos Cinelli, chefe da comunicação do Comando Militar do Leste (CML), avaliou que a presença de militares do Exército em algumas regiões do Rio de Janeiro poderá gerar incômodo, o que seria natural. Para ele, será necessária a compreensão da população.

"Algum desconforto vai existir. Uma revista, por exemplo, poderá gerar algum transtorno a moradores. O que, eventualmente, já ocorria antes", disse. Segundo o coronel, a presença dos militares será notada de fato após a anuência do Congresso, o que não impede que ações pontuais já aconteçam.

A presença de um blindado neste sábado (17), próximo ao Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, onde o presidente Michel Temer esteve reunido com o governador Luiz Fernando Pezão e outras autoridades, chamou a atenção de quem passava pelo local.

Eles discutiram o planejamento para a intervenção militar, que foi determinada em decreto presidencial assinado na sexta-feira (16) e que ainda vai ser votado pelo Congresso Nacional na próxima semana.

O secretário de estado de segurança Roberto Sá foi afastado do cargo e o general Walter Braga Netto, que comanda o CML, foi nomeado interventor. Na prática, ele será o responsável pela segurança pública no estado enquanto durar a intervenção que, de acordo com o decreto, está prevista até o fim deste ano.

Ainda segundo Carlos Cinelli, operações que forem realizadas no curto prazo estavam planejadas antes da decisão. De acordo com o porta-voz do CML, o decreto assinado pelo presidente da República não elimina outro que estava em vigor desde junho do ano passado, quando foi implantada uma missão de Garantia da Lei e da Ordem (Glo). "Eu diria que um decreto dá maior sustentabilidade ao outro", disse. Para ele, o que irá ocorrer é uma ampliação da atividade dos militares.


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Versão Agreste Central

17/02


2018

Governo faz propaganda em redes da intervenção no Rio

Peça mostra militares nas ruas e diz que medida vai 'levar segurança' ao estado

Ranier Bragon – Folha de S.Paulo

Apesar de haver ainda poucas informações sobre o planejamento e as consequências práticas da intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, o governo federal já começou a fazer propaganda da medida em suas redes sociais.

No final da tarde deste sábado (17) o Palácio do Planalto divulgou vídeo em tom publicitário afirmando que "a intervenção vai levar segurança ao Rio de Janeiro" e que a medida, extrema, visa "devolver a tranquilidade ao cidadão". 

A propaganda é formada pelas imagens de militares das Forças Armadas nas ruas do Rio e afirma que o objetivo é proporcionar ao cidadão "esperança, confiança e segurança".

"O Brasil não pode mais aceitar a morte de pessoas inocentes. Para isso, o governo do Brasil decretou a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. É hora de trazer tranquilidade para os brasileiros", diz texto do Twitter do Planalto.

Neste sábado, Temer anunciou no Rio de Janeiro a criação do Ministério da Segurança Pública, mas também não deu informações sobre como ele funcionará na prática. 

A criação da pasta e a intervenção no Rio fazem parte de estratégia do presidente de criar uma marca para seu governo na área de segurança pública. 

A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto afirmou que não se trata de campanha publicitária. "É apenas uma peça, uma ação pontual nas redes. Faz parte da cobertura da agenda do presidente, que realizou reunião sobre o tema neste sábado no Rio de Janeiro."


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17/02


2018

Barbárie do Rio dá meia-sola no governo Temer

Josias de Souza

A barbárie do Rio de Janeiro revelou-se muito oportuna para Michel Temer. Potencializada pelo Carnaval, a barbárie estimulou o presidente. Ele andava meio desanimado com a perspectiva de ser empurrado para o rodapé de um noticiário monopolizado pelas eleições. A barbárie deu a Temer uma sensação de utilidade.

A barbárie permitiu que o chefe da nação fizesse rostos graves. Em menos de 24 horas, Temer perfilou-se diante das câmeras três vezes —em solenidade no Planalto, em rede nacional, em visita ao Rio. A barbárie aguçou a inteligência do presidente. As ideias agora brotam-lhe aos pares. Sob atmosfera sombria, vieram à luz duas providências.

Uma medida é inédita em tempos redemocratizados: o setor de segurança encontra-se sob intervenção federal no Rio. A outra iniciativa é recorrente: vem aí o Ministério Extraordinário da Segurança Pública.

A intervenção no Rio é prima-irmã da operação de garantia da lei e da ordem que transferiu os militares dos quarteis para o sopé das favelas cariocas. Mas a barbárie trouxe o comando unificado do general-interventor Walter Souza Braga Neto.

O novo ministério apenas absorverá pedaços do organograma da velha pasta da Justiça que, aliás, já trazia a Segurança Pública enganchada no nome desde o ano passado. A diferença é que a barbárie exigiu um ministro que lhe dedicasse atenção exclusiva.

A barbárie roçou no nariz de Temer as pesquisas encomendadas pelo PMDB, que guindavam a segurança pública ao topo das inquietações do brasileiro. Súbito, a reforma da Previdência, uma derrota esperando para acontecer na Câmara, foi substituída pela guerra contra a bandidagem, cujo objetivo é a restauração da paz.

Graças à barbárie, Temer se deu conta de que o futuro é um espaço bem mais seguro do que o passado que lhe rendeu duas denúncias criminais e uma equipe ministerial moralmente decomposta. O futuro permite a qualquer governante vender para seus governados mais crédulos uma felicidade jamais vista.

A barbárie mostrou ao presidente que no futuro cabe tudo, pois, sendo futuro, não pode ser apalpado nem conferido. O futuro que inclui um Rio pacificado talvez não chegue nunca. Mas a barbárie já terá sido de imensa serventia para Temer se o crime organizado perceber que pode ser ótimo para os negócios deixar Ipanema em paz durante os dez meses de intervenção federal.

A barbárie revelou ao país que Temer é capaz de quase tudo, menos de informar o montante de dinheiro que a União está disposta a jogar no buraco negro em que se converteu a segurança pública. Sem dinheiro, o discurso do novo Temer é uma espécie de inócuo com mesóclises.

Para sorte de Temer, a barbárie ofusca o senso crítico dos barbarizados. A cegueira coletiva facilita muito as coisas, pois o PMDB sujo de Brasília pode intervir na administração do PMDB mal lavado do Rio como se a facção de Temer não tivesse nada a ver com a quadrilha de Sérgio Cabral.

A barbárie dá ao país a sensação de que Temer está fazendo muito. É como se tudo estivesse em movimento sem que nada precisasse mudar de lugar. Reprovado por 70% dos brasileiros, Temer enxerga na barbárie a renascença de uma reeleição. Talvez não obtenha tudo o que imagina. Mas a barbárie do Rio de Janeiro deu meia-sola no governo de Michel Temer.


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marcos

Chama Lula e Sérgio Cabral que eles resolvem.


Jaboatão

17/02


2018

Delatores citam propina para o PSDB em obras de SP

Ex-executivos da OAS e da Andrade Gutierrez contaram à Polícia Federal que, em troca de contratos, fizeram repasses para a campanha de José Serra em 2006. O tucano nega qualquer irregularidade.

Por TV Globo, Brasília

Novos depoimentos à Polícia Federal de ex-executivos de empreiteiras citam o pagamento de propina para o PSDB em contratos de obras do Rodoanel em São Paulo.

Reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo” deste sábado (17) mostra que ex-funcionários da OAS e da Andrade Gutierrez contaram que, em troca de contratos, fizeram repasses para a campanha do tucano José Serra para o governo do estado de São Paulo em 2006. Ele nega qualquer irregularidade (leia mais ao final desta reportagem).

A TV Globo também teve acesso aos novos depoimentos que chegaram em janeiro ao inquérito contra o atual senador que está no Supremo Tribunal Federal (STF). O relator é o ministro Gilmar Mendes.

O ex-diretor da OAS Carlos Henrique Barbosa Lemos e o ex-presidente da Andrade Gutierrez Engenharia Flávio David Barra disseram que as empreiteiras criaram um “grupo de trabalho” que ajudou a elaborar o edital do Rodoanel Sul.

As obras foram divididas em cinco lotes liderados por consórcios de empreiteiras: Andrade Gutierrez, OAS, Odebrecht, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa.

No depoimento que prestou em agosto de 2017 à Polícia Federal, Lemos declarou que os representantes das empresas foram informados pelos representantes da Andrade Gutierrez que seria necessário realizar o pagamento de aproximadamente R$ 30 milhões para o então secretário de Transportes do estado, Dario Rais Lopes.

Esses R$ 30 milhões teriam por objetivo colaborar com o caixa de campanha eleitoral do PSDB. Ele contou que o consórcio OAS/Mendes Junior, detentor do lote cinco, pagou R$ 5,4 milhões.

O ex-executivo disse que a OAS fez o repasse de R$ 2,3 milhões para Mário Rodrigues Júnior, diretor de engenharia da Dersa, empresa controlada pelo governo paulista responsável por grandes obras, como o Rodoanel.

Lemos afirmou que se recorda que parte do dinheiro foi transferida na forma de doações eleitorais ao PSDB devidamente registradas na Justiça Eleitoral, sendo que outra parte dos pagamentos foi feita em espécie.

Diretoria do Metrô

Já o ex-executivo da Andrade Gutierrez, Flávio David Barra, citou o pagamento de propina para a diretoria do Metrô de São Paulo.

Em depoimento recente, dado em 25 de janeiro, ele relatou ter sido procurado pelo então presidente do Metrô, Luiz Carlos Frayse David, para tratar de pagamentos que seriam destinados aos diretores do Metrô paulista.

Segundo Barra, Frayse David disse que, como as nomeações da diretoria do Metrô precisavam de suporte político, seria necessária a arrecadação de recursos na ordem de R$ 2 milhões.

Barra contou à PF que combinou com o ex-presidente do Metrô que efetuaria o pagamento desse valor na medida em que as obras do primeiro lote da expansão da linha 2 do Metrô fossem faturadas.

Ele revelou que a Andrade Gutierrez pagou R$ 2 milhões que seriam destinados a Eduardo Bittencourt, então conselheiro do Tribunal de Contas de São Paulo.

De acordo com o depoimento, Bittencourt pediu R$ 10 milhões para cuidar da fusão dos consórcios das empreiteiras em obras do Metrô.

Delação da Odebrecht

Os depoimentos dos ex-executivos da OAS e da Andrade Gutierrez confirmam outros pontos da investigação que teve início a partir da delação da Odebrecht.

Eles contaram que, em 2007, ao assumir o governo do estado de São Paulo, José Serra determinou uma redução de 4% nos contratos, o que foi feito.

O ex-diretor da OAS, Carlos Henrique Barbosa Lemos disse que Paulo Vieira Sousa, conhecido como “Paulo Preto” e apontado no inquérito como “pessoa próxima ao então governador José Serra”, na época diretor de engenharia da Dersa, também exigiu que as empresas efetuassem o pagamento a título de formação de caixa de campanha no valor de 0,75% sobre cada faturamento recebimento da Dersa.

O que dizem os citados

O senador José Serra disse que todas as campanhas eleitorais dele foram conduzidas dentro da lei sob a responsabilidade do PSDB.

O ex-secretário de Transportes e atual secretário nacional de Aviação Civil, Dario Lopes, negou que tenha pedido recursos ilícitos.

A Dersa disse que o governo do estado e a estatal são os grandes interessados na conclusão das investigações e no ressarcimento dos danos que venham a ser apurados.

A Secretaria de Transportes de São Paulo afirmou que acompanha com atenção os desdobramentos das investigações da Lava Jato.

A Odebrecht declarou que está colaborando com a Justiça.

A Andrade Gutierrez disse que apoia toda a iniciativa de combate à corrupção.

A OAS não se manifestou.

A reportagem também entrou em contato com os demais citados e ainda aguarda resposta.


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marcos

PSDB E PT TUDO LADRÃO. Viva JAIR.


Prefeitura do Ipojuca

17/02


2018

Intervenção de Temer abre incerto capítulo

Intervenção federal no Rio decretada por Temer abre inédito e incerto capítulo. General Braga Netto passa a ter poderes de governador na segurança pública a partir desta sexta.

Foto/site do Elpais Brasil

Do El Pais - Por Felipe Betim

Há muito a palavra crise deixou de ser forte o suficiente para descrever a atual situação do Rio de Janeiro, de colapso financeiro do Estado, escalada da violência e decadência e prisões de nomes de sua classe política. Nesta sexta-feira, 16 de fevereiro, o panorama ganhou um capítulo dramático e inédito na nova democracia brasileira : a partir de agora, o terceiro Estado em população do Brasil passa a ter dois governadores em exercício em pleno ano eleitoral. Um deles continua sendo Luiz Fernando Pezão (MDB), que ficará responsável por todas as áreas da gestão estadual exceto a mais importante e espinhosa: a de segurança pública. O sucessor e pupilo do ex-governador Sérgio Cabral, preso e condenado, já havia admitido ter perdido o controle sobre essa área. Foi a pedido dele que o presidente Michel Temer, seu correligionário de partido, decretou nesta sexta a intervenção federalno Rio que, de acordo com o ministro da Defesa Raul Jungmann (PPS), confere plenos poderes de governador na área de segurança para o chamado "interventor federal". Seu nome é Walter Souza Braga Netto, general do Exército e chefe do Comando Militar do Leste e, agora, chefe máximo das polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros e da Administração Penitenciária fluminenses.

 

Muitos pontos do plano ainda seguem nebulosos e foi o próprio Braga Netto que deixou isso claro. Cabe ao general tomar todas as medidas que achar necessárias para conter o crime no Rio, incluindo o domínio das facções criminosas de alcance nacional. No entanto, em sua primeira coletiva de imprensa como interventor, ele limitou-se a dizer: "Recebi a missão agora, vamos entrar numa fase de planejamento. Não tem nada que eu possa adiantar, vamos fazer um estudo, fortalecer a segurança no Estado do Rio de Janeiro, somente isso". Em momento posterior, disse que a situação do Rio não estava tão ruim e afirmou que o problema é que havia "muita mídia". Coube ao general linha-dura e ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, falar sobre a intervenção federal e pedir apoio da população, inclusive nos momentos mais duros. Antes dele, Temer havia dito que "o crime organizado quase tomou conta do Estado do Rio de Janeiro. É uma metástase que se espalha pelo país e ameaça a tranquilidade do nosso povo".

Confira na íntegra a reportagem aqui: Intervenção federal no Rio decretada por Temer abre inédito e ...


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Versão Sertão do Moxotó

17/02


2018

PT deve ir de Haddad; Bolsonaro anunciará ministério

 

Haddad (PT), no ato pró-Lula - S P (Heitor Feitosa/VEJA.com)                     Bolsonaro (PSC-RJ), (Antonio Milena/VEJA)
 
Sem Lula, PT deve lançar candidatura de Haddad. Enquanto isso, Bolsonaro promete começar campanha com ministério anunciado.

Veja - Coluna Radar
Por Maurício Lima

Caso Lula não concorra, o PT deve ir mesmo de Fernando Haddad. A um amigo muito próximo, Jacques Wagner disse que não vai para o sacrifício. Prefere o Senado pela Bahia.

Já, para diminuir resistências e mostrar que não entra em barganha política, Bolsonaro vai começar a campanha com 90% do seu ministério anunciado.


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marcos

Alguém aqui conhece um político Petista que Não seja Ladrão?

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

É, acabou a era da ladroagem dos petralhas. Agora, ´vamos fazer o rescaldo, botando pra fora das instituições o que restou dessa corja.

Quentura

Alguém aqui conhece um direitista que Não seja bolsoamebas?

marcos

Gleisi divulga fotomontagem de Moro como se fosse real, para atingir reputação do juiz....////.....Um cidadão então divulgou a foto original do juiz no evento em questão, com o crédito do fotógrafo Fabio Rodrigues Pozzebom, da Agência Brasil, na qual o quadro de patrocinadores não existe, como qualquer um pode comprovar em uma pesquisa rápida nos sites de busca. “Eu conto, vocês contam ou ela já sabe?”, ironizou Thiago, o cidadão que denunciou a farsa.. A senadora Bandida apagou o tuíte logo após a publicação desta nota. Mas todo mundo viu. E o juiz avisou que vem mais um processo contra a Amante.

marcos

Para variar o Petista Fernando haddad como todos os outros Ladrões do PT está cheio de Processos. Oh partido pra ter Ladrão.


Supranor 1

17/02


2018

FHC inseguro com Alckmin; políticos querem Meirelles

Com Alckmin candidato, FH tem medo que PSDB perca eleições. Enquanto isso, para políticos, Henrique Meirelles seria o melhor presidente.

Ministro da Fazenda Henrique Meirelles        Governador de SP Geraldo Alckimin

Veja - Coluna Radar

Por Mauricio Lima 


Questionado por um interlocutor por que razão deu declarações de apoio a Huck, Fernando Henrique abriu o jogo: “Porque estou inseguro com as chances de Geraldo Alckmin”.

Enquanto isso, O MDB fez uma enquete informal para saber de deputados estaduais, federais e prefeitos, qual seria o melhor candidato a presidente. Henrique Meirelles, hoje no PSD, ficou em primeiro, seguido por Temer e Paulo Skaf.


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Camaragibe Carnaval 1

17/02


2018

Temer e os encontros secretos com Segovia

Temer usa encontros secretos para se informar sobre investigações.

O delegado, Segóvia e o presidente Michel Temer (Adriano Machado/Reuters)

Veja - Coluna Radar 

Por Gabriel Mascarenha

 

O prestígio de Fernando Segovia com Michel Temer segue em alta. Está em gestação no Planalto uma MP para dar um mandato de três anos para os diretores-gerais da PF.
 
Aliás, os encontros fora da agenda entre os dois são frequentes — e Temer simplesmente ignora quem o aconselha a divulgar as reuniões. Por quê? Nessas conversas, ele se informa sobre os inquéritos em que é investigado.


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Mobi Brasil 4

17/02


2018

FBC cumpre agendas em Ipojuca e Cortês

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) visitou nesta sexta-feira (16/02) as cidades de Ipojuca (Região Metropolitana) e Cortês (Mata Sul). Durante as agendas, ele conversou com lideranças políticas municipais e discutiu projetos de infraestrutura.

Em Ipojuca o senador foi recebido pela prefeita Célia Sales (PTB) e pelo secretário de Governo Romero Sales. Na pauta, demandas nas áreas de saúde, habitação, turismo e desenvolvimento social. Outro tema presente no debate foi a construção de moradias populares. Fernando colocou o gabinete de Brasília à disposição da prefeitura, para apoiar em ações que tenham interface com o Governo Federal.

Em seguida o senador foi a Cortês, onde foi recebido pelo ex-prefeito Ernane Borba (PSDB) e pela vereadora Fátima Borba (MDB). Fernando concedeu uma entrevista à Rádio Nova Cortês FM, respondendo a perguntas de ouvintes e radialistas locais. “Por onde tenho andado em Pernambuco, vejo que as pessoas querem a mudança. O atual governo do Estado frustrou as expectativas das pessoas e não conseguiu dar sequencia às boas administrações de Eduardo Campos. Pernambuco é o campeão nacional do desemprego e tem índices de criminalidade jamais vistos em nossa história”, afirmou. 


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marcos

Alguém aqui conhece um político do PT que Não seja Ladrão?

Quentura

Alguém aqui conhece um direitista que Não seja bolsoameba?

marcos

Pense numa Prefeita Fraca, quem governa é o cagão do marido. O povo de Ipojuca só vota em almas. Carlos Satana, Pedro Seráofim, Célia Sailes e por aí vai. Xô


Asfaltos

17/02


2018

Combate à corrupção: governantes derrubados

Ex-presidente Jacob Zuma/tirado do Brasil247                                   Ex-presidente Álvaro Colom/tirado da Exame/Fabricio Alonzo Reuters

O Globo - Poder em Jogo

Por Lydia Medeiros

 

Está ficando cada vez mais difícil corromper e ser corrompido. Que o diga o sul-africano Jacob Zuma,  obrigado a renunciar à presidência sob inúmeras acusações.

Na mesma semana, o ex-presidente da Guatemala Álvaro Colom e nove dos seus antigos ministros foram encarcerados. Mais de duas centenas de servidores públicos gualtemaltecos, empresários locais e executivos de multinacionais estão sob investigação por causa de propinas estimadas em US$ 35 milhões - quase nada em comparação, por exemplo, com o que já foi comprovado em corrupção só na Petrobras. 


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Bm4 Marketing 2

17/02


2018

Intervenção e eleição: o jogo está na mesa

Helena Chagas – Blog Os Divergentes

Uma curiosa coincidência reuniu no mesmo dia dois fatos importantes para a definição do quadro eleitoral de outubro: 1) a decisão do presidente Michel Temer de decretar intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro; 2) o recuo do recuo do recuo de Luciano Huck, que anunciou que está mesmo fora da corrida presidencial. O que tem uma coisa a ver com a outra? Tudo.

Não há como reduzir a necessidade de se combater a insegurança e os desmandos no conflagrado Rio de Janeiro a uma mera questão eleitoreira. Alguma coisa precisava ser feita. Mas é óbvio que a súbita decisão de força do Planalto – por que só agora? -, mudando o foco do governo para esse tema, tem viés político e eleitoral.

Além de livrar o governo de uma derrota mais do que anunciada na reforma da Previdência – a Constituição proíbe o Congresso de votar emendas a seu texto em períodos de intervenção nos estados -, a jogada é a última tentativa de Temer de mudar o humor da população em relação a seu governo. Michel Temer não quer morrer de véspera. Mais do que isso, alimenta esperanças de, na reta final do ano eleitoral, recuperar um pouco de popularidade – se não a ponto de se cacifar como candidato, pelo menos para influir no jogo.

A hipótese é muito remota, mas existe: e se a intervenção na segurança do Rio, ao lado da melhoria nos números da economia, melhorar a popularidade do presidente? Como diz um líder governista (a respeito da natimorta Previdência), a esperança é a última que morre. E quem chegar vivo até outubro poderá ver.

Ao lado disso, a volta do que nunca foi, Luciano Huck, acabou com as esperanças de vastos setores da centro-direita de entrar na campanha com uma novidade capaz de fazer face a Lula ou seu eventual herdeiro e a Jair Bolsonaro. Ao que parece, não haverá novidade nem outsiders em 2008. O jogo é esse que está aí.

Que jogo? A centro-direita pulverizada entre diversas candidaturazinhas, mas Geraldo Alckmin, com mais estrutura partidária e com as credenciais e a caneta de governador de São Paulo, com mais chances do que os demais. Ao menos vai sobreviver ao processo de “cristianização” que havia sido iniciado pelos próprios tucanos defensores da opção Huck.

A tendência agora é que Rodrigo Maia, Henrique Meirelles e até Michel Temer continuem com suas postulações mais um pouco, mas sobretudo para se cacifarem na negociação para acabar numa aliança com o tucano. O DEM de Maia quer a vice e a garantia de que ele será presidente da Câmara em 2019. O governo quer ser defendido na campanha e negociar postos no futuro governo que assegurem o foro privilegiados aos palacianos enrolados na Justiça – caso do próprio presidente da República.

É isso que indica a lógica. A não ser que a intervenção no Rio produza tanto resultado que jogue um enxame de moscas azuis sobre Temer…


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ArcoVerde

17/02


2018

Cúpula da segurança está em São José da Coroa Grande

Cúpula da segurança pública de Pernambuco está em São José da Coroa Grande.

O secretário-executivo de Defesa Social de Pernambuco, Humberto Freire, acompanhado do comandante-geral da Polícia Militar de Pernambuco, coronel Vanildo Maranhão, e do chefe da Polícia Civil, delegado Joselito Kehrle, estão reunidos, neste momento, com o prefeito de São José da Coroa Grande, Jaziel Gonsalves Lages (Pel), na prefeitura da cidade, localizada no Litoral Sul do Estado. Em despacho com a cúpula de segurança, na manhã de hoje (17/02), o governador Paulo Câmara determinou empenho total das polícias na elucidação e prisão dos suspeitos da prática de um quíntuplo homicídio na manhã deste sábado, além da garantia da tranquilidade e ordem para a população local.

“As equipes das polícias Civil, Militar e Científica já estão em campo, reforçadas, e trabalhando de forma intensa e integrada na identificação e, posteriormente, captura dos suspeitos. Estão incluídas equipes do Bepi, Bope (ambos da PM), Core e DHPP ( da PCPE). O trabalho só acabará com a prisão dos envolvidos. Informações iniciais são de que os homicídios estão interligados com outros dos últimos dias e são decorrentes do envolvimento das vítimas com o tráfico de drogas em decorrência do enfrentamento de dois grupos de traficantes”, diz o secretário-executivo.


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17/02


2018

Temer decide criar Ministério da Segurança Pública

Reunião de Temer e autoridades sobre a intervenção federal no Rio de Janeiro (Foto: Reprodução/Twitter)

Do G1 - Por Gerson Camarotti

 

Duante a reunião no Rio de Janeiro neste sábado (17) com autoridades para tratar da intervenção federal no estado, o presidente Michel Temer anunciou pela primeira vez sua decisão de criar o Ministério da Segurança Pública.

Até então Temer só tinha tratado do tema em consultas com integrantes da equipe. Mesmo assim, ele não anunciou nenhum nome para a futura pasta.

A criação do Ministério da Segurança Pública vinha sendo debatida dentro do governo como uma medida para auxiliar no combate à violência no país.

Após a reunião, em uma fala à imprensa, Temer disse que pretende criar a nova pasta nas próximas semanas. Ele disse que o ministério vai coordenar as ações de segurança pública no país, "sem invadir as competências dos estados". O presidente não deu mais detalhes.

De acordo com o que já vinha sendo elaborado no governo, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Departamento Penitenciário Nacional e a Secretaria de Segurança Pública sairiam da alçada do Ministério da Justiça e ficariam sob o comando da nova pasta.

O Ministério da Justiça seguiria desenvolvendo políticas preventivas de combate às drogas e programas de recuperação de ativos no exterior, além de ficar responsável pelos temas relacionados a estrangeiros e refugiados, pelo combate a carteis econômicos e pela defesa do consumidor.


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Lupércio Andrade Figueiroa

A criação desse Ministério objetivo não o bem estar do Povo Brasileiro e sim o controle ainda mais efetivo daqueles setores que estão ligados diretamente a Lava-jato. É como disse o quadrilheiro Romero Jucá:\"temos que estancar essa sangria\". Um Ministério que quase a metade dos seus componentes está envolvida em todo sorte de roubalheira, o que pode esperar dele? em abril próximo quando grande parte deixa os cargos, vai ser necessário ir para a porta da Papuda para recrutar os seus substitutos.



17/02


2018

Brasil também quer Maduro e Venezuela fora

Ricardo Boechat - ISTOÉ

O Brasil vai se alinhar ao grupo de países que não querem a Venezuela na VIII Cimeira das Américas, de 13 a 14 de abril, em Lima, no Peru. O isolamento de Nicolas Maduro é assim cada vez maior nas Américas. Ele chegou a ser chamado para o evento. Ao nosso lado estão Argentina, Canadá, Costa Rica, Colômbia, Guatemala, Panamá, Peru, Paraguai, entre outros. Uma das decisões da reunião deve ser condenar as eleições que Maduro convocou para 22 de abril. É certo que alguns destes países que formam o Grupo de Lima não reconhecerão os resultados das urnas na Venezuela.

Agora é o auxílio-educação

Relator de duas ações no STF que envolve o pagamento do benefício, o ministro Celso de Mello já recebeu os argumentos da Advocacia Geral da União contra a concessão de auxílio-educação a juízes e servidores do Poder Judiciário do Rio de Janeiro. No valor de R$ 1 mil por cabeça é dado a quem tem até três filhos. O argumento para brecar o pagamento é tão claro como a luz do sol: flagrante desrespeito à política de responsabilidade fiscal.


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marcos

Alguém aqui conhece um político do PT que Não seja Ladrão?

Quentura

Alguém aqui conhece um direitista que Não seja bolsoameba?

marcos

Alguém aqui conhece um político do PT que Não seja Ladrão?

Quentura

Não esquecer que a Venezuela tem apoio da China e Rússia. O Brasil precisa de Nicolás Maduro pra mandar prender juizes e ministros.


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