Prefeitura do Ipojuca

17/07


2017

"Oposição quer criar factoide", diz Raimundo Pimentel

Em entrevista ao blog, há pouco, o prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel (PSL), afirmou que a mobilização dos professores da rede municipal é um ato político e fomentado pelo ex-prefeito Alexandre Arraes (PSB). Pimentel disse que uma parcela dos docentes é ligada ao ex-gestor. De acordo com ele, a cidade paga acima do piso salarial e o município está, desde o ano passado, acima do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal, por isso não pode conceder aumento. Os professores ameaçam entrar em greve a partir de hoje.

"Na verdade, a oposição quer criar o factoide. O ex-prefeito deixou uma dívida com a categoria de R$ 10 milhões, com atrasos em novembro e dezembro passados, que já pagamos. Este semestre, a nossa receita do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) foi de R$ 20.937 milhões, mas gastamos R$ 24 milhões. Tiramos mais de R$ 3 milhões dos cofres da cidade para completar a folha da educação. Infelizmente a folha da educação é a maior e mais pesada", enfatizou Pimentel.


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Prefeitura Camaragibe

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25/04


2018

As figurinhas mais procuradas

Pesquisas confirmam: todo mundo está se divertindo com o álbum das eleições 2018

Reinaldo  Figueiredo – Folha de S.Paulo

As pesquisas confirmam: 99,9% dos eleitores, ou mesmo não eleitores, jovens com menos de 16 anos e idosos com mais de 70 anos, enfim, crianças de todas as idades, todo mundo está se divertindo com o álbum de figurinhas das eleições 2018.

É verdade que o álbum foi lançado um pouco cedo demais, muitos meses antes do evento, e não sabemos bem se as figuras que estão lá vão mesmo participar da competição ou estarão enroladas em alguma treta e, portanto, inelegíveis. Mas o interessante é que assim vamos descobrindo nomes até agora desconhecidos no mundo da política, que vão disputar vagas em várias posições, desde presidente até deputado estadual.

Nas rodas que se formam para troca ou venda de figurinhas difíceis, as mais procuradas são as de Deletério Mallandrini, Roubildo Ladravázio, Maracutaysson Larapião Jr. , Fraudêncio Propinato e Ilícito Furtosa, todos do PD do B (Partido Dinheirista do Brasil).

Também são difíceis de encontrar figurinhas do Pastor Estelionelson, do PIESD (Partido da Igreja Estelionatária do Sétimo Dígito), e de Temístocles Metralha, membro de uma tradicional família de milicianos, que recentemente se filiou ao PSSED (Partido Somos Sim, E Daí?).


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Gravatá

25/04


2018

Japonês da Federal vira presidente do PEN no Paraná

Japonês da Federal vira presidente do PEN no Paraná

ISTOÉ

Após se aposentar em fevereiro deste ano, o ex-agente da Polícia Federal Newton Ishii, conhecido pelo apelido de “japonês da Federal” ingressou na política.

Segundo reportagem da Gazeta do Povo, Ishii se filiou ao Partido Ecológico Nacional (PEN) e será o presidente do partido no estado do Paraná.

Sempre de óculos escuros, Ishii ganhou fama por conduzir vários dos detidos na Operação Lava Jato à sede da Polícia Federal no Paraná. Ele virou até tema de marchinhas no carnaval de 2016.

Em junho daquele ano, porém, Ishii foi preso por crimes de corrupção e descaminho. Segundo a Justiça, ele teria participado de um esquema formado por agentes da PF para facilitar o contrabando na fronteira com o Paraguai. A pena de 4 anos foi convertida em regime semiaberto poucos meses depois e ele passou a trabalhar com tornozeleira eletrônica.


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Supranor 1

25/04


2018

STF pode livrar Lula das garras de Moro e do TRF-4

Decisão do STF pode tirar Lula das mãos de Moro e também das do TRF-4

decisão da Segunda Turma do STF que tirou das mãos de Sergio Moro os trechos da delação da Odebrecht que citam Lula tem implicações para o futuro do ex-presidente no curto e no médio prazo. Para integrantes da corte, o entendimento da maioria dos ministros abre larga avenida não só para que duas ações penais a que o petista responde perante o juiz de Curitiba migrem para a Justiça de SP, como também tira a apreciação de eventuais recursos nesses casos da alçada do TRF-4.

Ministros do Supremo que não atuam na Segunda Turma avaliam que a declaração de incompetência de Moro nas ações sobre o sítio de Atibaia e a compra de um terreno para o instituto Lula não é automática, mas agora certamente será discutida.

A Justiça paulista terá que abrir inquérito para apurar as menções a Lula na delação da Odebrecht, e a defesa do petista está pronta para argumentar que a lei veda que alguém responda por um mesmo fato em dois juízos. Está aí o caminho das pedras para tirar o ex-presidente das mãos de Moro

Em outra frente, a decisão da Segunda Turma do Supremo fortalece a alegação usada pela defesa de Lula em recursos apresentados contra o processo do tríplex, que levou o petista à prisão

Nos recursos a cortes superiores, os advogados do ex-presidente argumentam que o próprio Moro reconheceu que não havia vínculo direto entre o dinheiro gasto pela OAS na reforma do imóvel e contratos da Petrobras

Para o relator do caso, ao negar habeas corpus a Lula, os ministros do STJ apontaram como justificativa a jurisprudência estabelecida pelo STF em 2016. A decisão, portanto, não é ilegal nem abusiva Victoria Silva

A defesa de Fernando Bittar, dono de metade do sítio de Atibaia, também tem esperanças de que a decisão do Supremo leve o processo para a Justiça de SP.  (Com informações de Daniela Lima - Painel, Folha de S.Paulo)


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25/04


2018

Temer apoiando tucano? E o que ganho com isso?

A tese de que Michel Temer estaria disposto a negociar desde já uma aliança em torno da candidatura de Geraldo Alckmin ao Planalto e ainda ceder o palanque do MDB em SP para João Doria esbarra em uma questão pragmática: que vantagem o partido do presidente obteria com essa equação, na qual só o PSDB parece ganhar?

Se Temer decidir compor com Alckmin, dizem seus aliados, será uma decisão tomada às vésperas da campanha e a contragosto.

Temer tem boa relação com Doria e seus aliados no Congresso admitem que o Planalto ainda vislumbra a possibilidade de o ex-prefeito assumir a vaga de candidato à Presidência do PSDB. Nesse cenário, sim, poderia haver uma composição para fazer de Paulo Skaf candidato a governador em SP, tendo Doria no nacional com o MDB.

O ex-prefeito de SP, porém, tem dito que aprendeu a lição e que nem sequer cogita ou aceita falar sobre pretensão presidencial.  (Painel - Folha de S.Paulo)


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ArcoVerde

25/04


2018

Um vice para substituir Lula depois

Petistas querem lançar em julho vice que pode substituir Lula

Bruno Boghossian – Folha de S.Paulo

Aliados veem brechas em decisões do Supremo, mas defendem discussão sobre plano B

Ainda que enxerguem a abertura de frestas pró-Lula nas decisões tomadas pelo STF esta semana, alguns de seus principais aliados permanecem céticos. Um grupo de dirigentes petistas ainda considera que o ambiente no Judiciário é majoritariamente desfavorável ao ex-presidente e começa a formatar o modelo para a substituição de seu nome na corrida eleitoral.

Essa ala defende que, ao fazer o lançamento da candidatura de Lula em 28 de julho, o PT já anuncie também o nome de seu vice —que deverá tomar o lugar do ex-presidente no momento da provável rejeição de seu registro pela Justiça Eleitoral. Fernando Haddad e Jaques Wagner ainda são os favoritos para o posto.

Trata-se de um gesto sutil. O grupo de petistas mais resistentes ao debate sobre o plano B da sigla queria evitar qualquer sinal nesse sentido, empurrando a revelação do candidato a vice para 15 de agosto, quando a chapa será inscrita oficialmente.

A antecipação em duas semanas não é significativa em si, mas a abertura de discussões sobre essa estratégia indica o enfraquecimento do tabu que persiste no partido.

O plano, obviamente, só será colocado em prática se o ex-presidentenão obtiver nenhuma vitória jurídica que o tire da cadeia até julho —ou ainda na hipótese de liberação de sua candidatura por um tribunal.
Até lá, os petistas insistirão que Lula disputará a eleição, enquanto sua defesa tenta atravessar as brechas que passou a observar no Supremo.

Emissários do ex-presidente que mantêm contato com ministros do STF guardam poucas esperanças, mas viram com certo ânimo o envio do recurso contra a prisão de Lula à Segunda Turma (considerada menos dura) e a retirada de trechos da delação da Odebrecht que citam o petista da alçada de Sergio Moro.

As cartadas finais de Lula antes da eleição estão na corte suprema, mas os passos do tribunal permanecem incertos. Apesar do futuro nebuloso, alguns dirigentes já reconhecem derrotas em algumas batalhas e parecem, aos poucos, cair na real.


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Bm4 Marketing 2

25/04


2018

A incógnita Barbosa

Folha de S.Paulo – O QUE A FOLHA PENSA

Sabe-se pouco sobre o que o ministro aposentado pensa dos problemas que angustiam o país 

Desde que entrou no PSB e passou a ser cogitado como opção para a disputa presidencial, o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa deixou claro que não tem nenhuma pressa em definir seu futuro.

Há uma semana, quando foi a Brasília conversar com a cúpula do seu partido, ele driblou os jornalistas dizendo o óbvio —que ainda não é candidato a nada— e fugiu de quem estava em busca de uma foto ao seu lado. 

O potencial de Barbosa ficou evidente na pesquisa feita pelo Datafolha neste abril. Sem nunca ter disputado uma eleição, surgiu empatadocom políticos experientes como Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB), oscilando entre 9% e 10% das preferências.

Análises preliminares sugerem que, a esta altura, seu apelo é maior entre eleitores de mais idade e educação superior —e reduzido nos segmentos populares.

Mas o ministro parece ter boas chances de ganhar adeptos, com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) impedido de entrar no páreo, o desgaste dos políticos profissionais e a procura por nomes distantes dos extremos ideológicos. 

Muito dependerá, contudo, do que será oferecido ao público. Barbosa tornou-se conhecido pelo rigor aplicado na condução do julgamento do mensalão, processo do qual foi relator no STF. Mas sabe-se pouco sobre o que pensa dos problemas que angustiam o país.

Em conversas com líderes do PSB, ele expressou simpatia por ideias liberais na economia e preocupação com a desigualdade social. Análises de opiniões que manifestou em seus votos no Supremo apontam na mesma direção.

Esses indícios parecem insuficientes para avaliar o alcance que uma postulação de Barbosa poderia ter. Para uma visão mais nítida do que seria sua plataforma, há que aguardar a definição de sua candidatura —e dos compromissos que assumirá se der esse passo.

A campanha também constituirá boa oportunidade para examinar a capacidade de diálogo e articulação política do ministro, qualidades indispensáveis para qualquer um que pretenda governar o país.

No STF, ele exibiu com frequência um temperamento explosivo ao ver-se contrariado, reagindo com rispidez a perguntas de jornalistas e críticas dos colegas no tribunal. 

Alas expressivas do PSB têm se mostrado refratárias à sua indicação, porque já assumiram compromissos com outros partidos nos estados. O enfrentamento desses obstáculos será o primeiro teste da disposição de Barbosa para levar adiante seu projeto político.


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Asfaltos

25/04


2018

Bolsonaro não é competitivo, diz Meirelles

“Perde no  segundo turno”

Ex-ministro também critica Marina e Joaquim Barbosa

Blog do Kennedy

Presidenciável do PMDB, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles diz que Jair Bolsonaro “tem um teto” e “não é um candidato competitivo” ao Palácio do Planalto. “Tenho segurança que não”, responde, ao ser indagado se Bolsonaro poderia vencer no segundo turno.

Em entrevista ao “Jornal da CBN – 2ª Edição”, Meirelles avalia que Bolsonaro (PSL) “é um candidato radical, com posições extremadas à direita”, “um candidato de nicho de opinião pública”.

O ex-ministro da Fazenda também critica Marina Silva (Rede) e Joaquim Barbosa (PSB). Afirma que Marina estaria “tentando seguir opiniões do PT”, numa “tentativa de atrair votos do Lula”. Ele vê Marina com “posição minoritária e retrógrada” em economia, defendendo “volta atrás com o teto de gastos” e “volta a expandir despesas públicas”. Diz que as posições da pré-candidata da Rede levariam o Brasil “à crise econômica e à recessão”.

A respeito de Joaquim Barbosa, admite que o ex-ministro do STF tem “memória favorável” pela “exposição positiva na mídia” durante o julgamento do mensalão. “Agora, é uma situação interessante. Vejo jornais tentando descobrir com decisões antigas [na Justiça] o que ele pensa”. Indagado se sabia o que Barbosa pensa sobre economia, responde: “Eu, por exemplo, não tô informado”.

Meirelles acredita que Ciro Gomes (PDT) também busca “suposto legado de Lula”.

O ex-ministro da Fazenda diz que o presidente Michel Temer tem a preferência caso queira se candidatar à reeleição. Declara ter acordo com Temer nesse sentido, mas acredita que, se o presidente não for candidato, ele será escolhido pelo MDB para concorrer ao Palácio do Planalto. Meirelles rejeita ser vice de outro político. “Não considero a hipótese”.


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Versão Agreste Central

25/04


2018

Alckmin: PSDB impaciente com mau desempenho

Alckmin encontra congressistas tucanos impacientes com seu mau desempenho

Josias de Souza

Os congressistas do PSDB estão inquietos com o mau desempenho de Geraldo Alckmin. Numa tentativa de acalmá-los, o presidenciável reúne-se nesta quarta-feira, em Brasília, com as bancadas do tucanato na Câmara e no Senado. A preocupação de deputados e senadores aumentou depois da divulgação da última pesquisa do Datafolha, que atribuiu a Alckmin entre 7% e 8% das intenções de voto, dependendo do cenário. A sondagem revelou que, além de permanecer abaixo dos dois dígitos, Alckmin começa a derreter em São Paulo.

Um dos parlamentares que se encontrarão com o candidato resumiu assim o drama: “São Paulo é a largada do Alckmin. Se ele não consegue largar bem, não tem como ganhar nenhuma corrida.” Em São Paulo, informou o Datafolha, Alckmin (16%) está empatado numericamente com Jair Bolsonaro (16%) e tecnicamente com Marina Silva (13%). Algo muito ruim para alguém que acaba de deixar o governo do Estado na condição de pessoa que mais ocupou a poltrona desde que o Brasil era colônia de Portugal.

Os congressistas pretendem manter com Alckmin uma conversa franca. Dirão, por exemplo, que o presidenciável tucano precisa anestesiar o conflito entre os dois candidatos ao governo paulista que dividem sua base eleitoral: o governador Márcio França (PSB) e o ex-prefeito João Doria (PSDB). Parte da bancada avalia que Doria continua na tocaia, à espera de uma oportunidade para substituir Alckmin como postulante ao Planalto.

Não se sabe, por ora, se Aécio Neves participará da conversa desta quarta. Sem ele, ficará mais fácil discutir a encrenca de Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país depois de São Paulo. Na frigideira, o senador mineiro foi transformado em réu pelo STF na semana passada. E Alckmin elevou o fogo da fritura ao declarar que considerava evidente a falta de condições de Aécio para levar o rosto às urnas em 2018. Dois dias depois, o Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para apurar se houve improbidade nos repasses de R$ 10,3 milhões da Odebrecht para campanhas de Alckmin.


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25/04


2018

Odebrecht não paga dívida de R$ 500 milhões

Construtora negocia financiamento com os bancos e pretende efetuar pagamento em até 30 dias

Raquel Landim - Folha de S.Paulo

A Odebrecht Engenharia & Construção (OEC) informou aos seus credores que não vai pagar uma parcela de R$ 500 milhões de títulos de dívida emitidos no exterior que vence nesta quarta-feira (25).

A companhia pretende utilizar parte do período de cura de 30 dias para finalizar a negociação de um novo empréstimo com os principais bancos brasileiros, o que permitiria efetuar o pagamento.

Caso isso não ocorra, a OEC entrará oficialmente em default e ficará suscetível a solicitações de antecipação de todas as suas dívidas, o que poderia levar a empresa à recuperação judicial.

Nos últimos meses, a Odebrecht S.A, holding que controla as diversas empresas do grupo, vem negociando um novo empréstimo de R$ 2,2 bilhões a R$ 2,5 bilhões com os bancos.

O objetivo é aplicar parte desse dinheiro na construtora —não só para pagar a dívida vencida, mas também para capitalizar a empresa. Outra fatia seria utilizada para quitar outros débitos do grupo.

Segundo pessoas que acompanham o assunto de perto, as negociações estão bastante complicadas. Apenas Itaú e Bradesco toparam conceder o empréstimo, mas exigem preferência na hora de receber caso precisem acionar as garantias, que são as ações que a Odebrecht possuem na petroquímica Braskem.

Hoje os primeiros da fila são Banco do Brasil e BNDES, que resistem a abrir mão desse direito. Os dois bancos públicos também não concordaram em entrar no novo empréstimo para a Odebrecht.

A Odebrecht enfrenta uma grave crise desde que a Operação Lava Jatorevelou seu esquema de pagamento de propina a políticos para obter obras públicas em vários países da América Latina.

Por conta do escândalo, a construtora vem tendo dificuldades em conseguir novas obras, o que comprometeu o seu fluxo de caixa e dificultou o pagamento das suas dívidas.


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25/04


2018

Amigos do MDB a Temer: por favor, não seja candidato

Helena Chagas – Blog Os Divergentes

Alguns dirão que ela nunca existiu. Mas a candidatura Michel Temer à reeleição era um discurso importante para o Planalto, uma espécie de estratégia de defesa que agora cai de vez por terra. Nos últimos dias, o que mais o presidente tem ouvido de auxiliares, aliados e dirigentes do próprio MDB é o conselho para que não se exponha e não seja candidato. Nas entrelinhas, obviamente, está o apelo para que Michel não os exponha também – o que ocorrerá se forem obrigados a apoiá-lo.

A avaliação geral, dentro e fora do Planalto, é de que dificilmente a Câmara votará, até o fim do ano, uma terceira denúncia contra o presidente. A PGR pediu mais tempo para o inquérito dos Portos, ainda terá que fazer mais investigações, formular a denúncia e, mesmo que isso ocorra, é provável que, se vier a ser apresentada, venha a chegar ao plenário às vésperas das eleições.

Mesmo depois da eleição, lá para novembro, seria muito trabalho para nada o de mobilizar forças para derrubar um presidentes prestes a deixar o cargo e, provavelmente, perder o foro privilegiado. Seria um requinte de maldade contra Michel Temer, que pode estar bem mais fraquinho no Legislativo mas não é objeto de ódio ou raiva da maioria.

Ao mesmo tempo, porém, o discurso da candidatura à reeleição foi para o espaço com o agravamento das denúncias contra o presidente, investigado em dois inquéritos, e seus amigos – entre eles, o coronel João Batista Lima e José Yunes, ambos tornados réus. Quase diariamente, novos depoimentos e elementos da investigação agregam mais acusações constrangedoras contra Temer.

Se ele queria ser candidato, mesmo sem chance, para ter espaço na TV e nos debates para defender seu legado, o mais provável é que, se insistir na candidatura, gaste esse tempo rebatendo as acusações de corrupção. Pior de tudo, obrigaria os candidatos do partido a ficar a seu lado no palanque e defendê-lo também. Isso ninguém quer.

Por isso, para felicidade geral dos aliados e companheiros emedebistas, Michel Temer está jogando a toalha, embora não vá admitir ou verbalizar isso tão cedo. No seu entorno, muito suspiros de alívio e até, quem diria, defesas da candidatura de Henrique Meirelles pelo MDB.


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24/04


2018

Azeredo leva PSDB junto com ele para o xadrez

Josias de Souza

Em 2005, quando o mensalão mineiro do PSDB escalou as manchetes nas pegadas do mensalão do PT, o tucanato passou a mão na cabeça de Eduardo Azeredo, que presidia a legenda. Nessa época, como agora, os tucanos preferiam apontar os erros alheios. Criticavam a tesouraria petista de Delúbio Soares, anabolizada pelas mágicas financeiras de Marcos Valério, o mesmo operador da caixa Azeredo. A complacência tucana transformou o calvário penal de Azeredo num espetáculo de desmoralização partidária. Agora, condenado em segunda instância, Azeredo roça as grades. Irá para a cadeia com a ficha de filiação ao PSDB intacta, levando a legenda junto com ele.

Ao adular Azeredo, o tucanato não se deu conta de que, assim como o PT flertava com o risco da desmoralização ao tolerar Delúbio, o PSDB também comprometia o seu futuro ao tratar com “consideração” quem merecia punição. Ficou entendido que não havia inocentes na legenda. Condenado, na primeira instância, Azeredo continou filiado ao partido. Nenhum correligionário jamais ousou representar contra ele no conselho de ética da legenda.

O tempo passou. Gravado num diálogo vadio com Joesley Batista, delatado por Marcelo Odebrecht e Cia., investigado em nove inquéritos no Supremo, Aécio Neves também recebeu dos correligionários muita “consideração”. Na semana passada, Aécio virou réu. Na próxima semana, pode perder o foro privilegiado. Descobriu-se que há apenas dois tipos de tucanos: os culpados e os cúmplices.

Candidato à Presidência, o tucano Geraldo Alckmin esqueceu seu próprio contencioso judicial para sustentar, na semana passada, que Aécio já não exibe condições para ser candidato a qualquer cargo eletivo em 2018. Alckmin decerto pregará a expulsão de Azeredo. Contudo, chutar cahorro morto a essa altura é o pior tipo de oportunismo. O PSDB, como o PT, perdeu todas as oportunidades que a história ofereceu para demonstrar que possui uma noção qualquer de ética.


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24/04


2018

Ibope: mesmo preso, Lula lidera em São Paulo com 22%

Pesquisa do Ibope para a Band News, divulgada na noite desta terça-feira, 24, mostra que, mesmo em prisão política, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a preferência no estado de São Paulo, com 22%.  Jair Bolsonaro (PSC) aparece em segundo, com 14% e Geraldo Alckmin (PSDB), que acabou de renunciar ao governo do Estado, aparece em terceiro, com 12%. Marina tem 9%, Joaquim BArbosa, 8%, Ciro Gomes aparece com 3%, enquanto Alvaro Dias tem 2. Com 1% aparecem Flávio Rocha, Guilherme Boulos, Manuela D'Ávila, João Amoedo, Michel Temer e Rodrigo Maia.

Na corrida para o governo de São Paulo, João Doria (PSDB): 24%, tecnicamente empatado com Paulo Skaf (MDB), com 19%. Luiz Marinho (PT) tem 4%, Márcio França (PSB) aparece com 3% e Rogério Chequer (Novo): 2%.

A pesquisa foi encomendada pela Band. O Ibope ouviu 1.008 eleitores entre os dias 20 e 23 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa foi registrada com no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) sob o protocolo Nº SP-02654/2018, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo Nº BR-00314/2018.  (SP 247)


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24/04


2018

Colisão: pássaro força avião a voltar ao Recife

Avião colide com pássaro e passa mais de uma hora sobrevoando o Recife

Caso ocorreu na tarde desta terça-feira (24), durante voo que saía da capital pernambucana em direção a Brasília. Aeronave voltou ao Aeroporto do Recife.

G1 Penambuco

Um avião que saiu do Aeroporto Internacional do Recife em direção a Brasília, no Distrito Federal, colidiu com um pássaro e teve que passar uma hora e 42 minutos voando em círculos sobre a capital pernambucana na tarde desta terça-feira (24). Segundo a Latam Airlines Brasil, responsável pelo voo, a aeronave precisou retornar ao terminal aéreo por causa da colisão com o animal.

Ainda de acordo com a companhia aérea, o voo JJ3990 decolou às 15h05 e, nas proximidades do aeroporto, localizado na Zona Sul do Recife, colidiu com um pássaro. Com isso, a aeronave retornou ao terminal, onde aterrissou às 16h47.

Um dos passageiros que estavam no voo no momento da decolagem, o empresário Luis Almeida Neto viajava com a mãe para visitar uma irmã no Distrito Federal, quando foi surpreendido pela notícia de que teria que voltar ao Aeroporto do Recife. Segundo ele, tanto o voo quanto o pouso foram tranquilos.

“Logo após a decolagem, senti uma diferença no barulho, mas não dei importância. O comandante nos comunicou que o avião tinha colidido com um pássaro e teríamos que dar algumas voltas para gastar combustível e voltar ao solo. Ele acionou o trem de pouso para aumentar o consumo de combustível nas voltas e, depois de mais de uma hora voando, pousamos tranquilamente”, contou Luis.

Tensão no avião

De acordo com o empresário, ao serem informados da colisão da aeronave com o animal, alguns passageiros ficaram nervosos, mas, ao fim do pouso, o comandante foi saudado com palmas.

“Ficamos cerca de 40 minutos no avião [após a aterrissagem], enquanto a manutenção checava a aeronave, mas depois fomos avisados que tínhamos que descer, porque o avião não tinha mais condições de voo”, completou.

Respostas

Procurada pelo G1, a Infraero explicou que colisões com aves são corriqueiras em aeroportos. Em nota, a Latam informou que o voo foi reprogramado sob o número JJ9000 e está previsto para decolar às 8h30 de quarta-feira (25).

"A companhia esclarece que está prestando a assistência necessária aos passageiros. Por fim, reitera que a segurança é um valor imprescindível e, sobretudo, todas as suas decisões visam garantir uma operação segura", ressaltou a Latam na nota.


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24/04


2018

STJ suspende medidas cautelares impostas a Battisti

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu, hoje, habeas corpus apresentado pela defesa de Cesare Battisti e afastou medidas cautelares impostas anteriormente pelo Tribunal Regional da 3ª Região (TRF-3), como o uso da tornozeleira eletrônica, em ação na qual o italiano é acusado de tentativa de evasão de divisas.

Para o ministro Nefi Cordeiro, relator do caso, faltaram argumentos para justificar, neste caso, a imposição de medidas cautelares diversas da prisão.

No pedido analisado pelo STJ, a defesa de Cesare Battisti argumentou que não há necessidade de manutenção das medidas cautelares pois inexistem risco de fuga, já que o italiano tem a pretensão de permanecer no país.

A decisão da corte superior não impede, no entanto, que novas medidas sejam determinadas, caso haja fundamentação sobre sua necessidade no futuro.

Em outubro de 2017, depois de conceder habeas corpus e liberar Cesare Battisti da prisão, o TRF-3 determinou o cumprimento de medidas cautelares. Além da tornozeleira, havia a determinação para o italiano comparecer periodicamente em juízo e a proibição de ele se ausentar da comarca de residência.

Como revelou o blog do Matheus Leitão, em fevereiro, um parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) avaliou que o presidente Michel Temer pode rever a decisão que negou a extradição do ex-ativista.


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24/04


2018

2ª Turma do STF tira de Moro citações a Lula

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou, hoje, um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para retirar do juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba, trechos da delação da Odebrecht que narram fatos relativos a investigações em torno do petista. Por decisão de três dos cinco ministros da turma, os documentos serão encaminhados à Justiça Federal de São Paulo.

A Segunda Turma retirou de Moro os trechos da delação da Odebrecht que tratam sobre os temas, mas as ações penais sobre o sítio e o terreno do Instituto Lula – fundamentada em outros elementos – continuam com ele.

De acordo com o Ministério Público, essas colaborações relatam a ocorrência de reformas no sítio em Atibaia (SP), aquisição de imóveis para uso pessoal e instalação do Instituto Lula e pagamentos de palestras, condutas que poderiam funcionar como retribuição a favorecimento da companhia.

Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes concordaram com os argumentos dos advogados de Lula, de que os fatos relatados não dizem respeito a crimes relativos a Petrobras.

Ao abrir divergência do ministro relator do caso, Edson Fachin, que já havia votado para manter as colaborações com Moro, Toffoli afirmou que as narrativas dos delatores também mencionam ilícitos na obra do Porto de Mariel, em Cuba. “A investigação se encontra em fase embrionária, e não vislumbro relação com a Petrobras”, disse Toffoli.

Vencidos, os ministros Celso de Mello e Edson Fachin ressaltaram a decisão da própria Turma, que já havia entendido, em julgamento anterior, que as cópias cabiam a Moro, argumento também destacado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

“A Turma julgadora não só analisou o argumento da defesa como, também, entendeu que há relação de conexão entre os fatos narrados pelos colaboradores com os crimes que estão sendo julgados pela 13ª Vara Federal de Curitiba”, destaca a PGR em parecer enviado ao Supremo em fevereiro.

Em seu voto, o decano Celso de Mello destacou que os fatos narrados nas colaborações têm relação com ações penais em que Lula é réu e já estão em curso no Paraná. Além do caso do triplex do Guarujá, no qual Lula já foi condenado em primeiro e segundo grau, o decano citou as ações em torno do prédio do Instituto Lula e do Sítio de Atibaia.

No caso sítio, Lula é investigado por supostamente receber das empreiteiras OAS, Odebrecht e Schahin vantagens indevidas de R$ 1,1 milhão por meio de reformas no Sítio Santa Bárbara, que frequentou diversas vezes, em Atibaia. Na outra ação, o ex-presidente responde por suposta propina de R$ 12,5 milhões da Odebrecht, que seria referente a um terreno em São Paulo onde, segundo delatores, seria sediado o Instituto Lula.

Essas declarações dos executivos da Odebrecht foram encaminhadas para Curitiba por decisão de Fachin em abril do ano passado. A defesa de Lula já havia tentando, através de outro recurso, tirar os depoimentos de Moro, mas a Segunda Turma negou esse pedido. No entanto, na sessão desta terça-feira, ao julgar um novo recurso (embargos de declaração), a defesa do ex-presidente conseguiu uma vitória.

Abreu e Lima – Na mesma sessão, os ministros, por maioria, também decidiram tirar do juízo da 13° Vara as colaborações de executivos da Odebrecht que narraram crimes praticados no âmbito da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. As cópias dos termos de colaboração serão enviadas a uma das varas criminais de Recife (PE).

Nesses depoimentos, os colaboradores relataram a formação de ajuste de mercado em obras associadas à Refinaria Abreu e Lima. Os depoimentos foram enviados para Curitiba por determinação de Fachin, em abril do ano passado.

Contra essa decisão, a defesa do empresário Aldo Guedes Álvaro entrou com um recurso, então negado pela Segunda Turma. Na sessão desta terça-feira, o novo recurso (embargos de declaração) foi também rejeitado, mas a maioria dos ministros decidiu enviar as cópias dos termos de colaboração para Pernambuco através de uma decisão “de ofício”.


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