FMO

11/07


2017

Senado aprova texto-base da reforma trabalhista

Após uma sessão marcada por uma série de tumultos em plenário, o Senado aprovou, hoje, por 50 votos a 26 (e uma abstenção), o texto-base da reforma trabalhista.

Enviado pelo governo no ano passado, o projeto muda trechos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e prevê pontos que poderão ser negociados entre empregadores e empregados e, em caso de acordo coletivo, passarão a ter força de lei.

Com a aprovação do texto-base, os senadores passarão a votar, a partir de agora, três destaques, sugestões de parlamentares para alterar a redação original.
Se os destaques forem rejeitados, a reforma, já aprovada pela Câmara dos Deputados, seguirá para sanção do presidente Michel Temer.

Pela proposta, a negociação entre empresas e trabalhadores prevalecerá sobre a lei em pontos como parcelamento das férias, flexibilização da jornada, participação nos lucros e resultados, intervalo de almoço, plano de cargos e salários e banco de horas.

Outros pontos, como FGTS, salário mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade, porém, não poderão ser negociados.


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Versão Agreste Meridional

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18/11


2017

Fifagate: Globo citada 14 vezes por delator

Emissora supostamente pagou US$ 15 milhões em propinas

Jornal do Brasil

Em depoimento sobre o escândalo de corrupção envolvendo a FIFA, Alejandro Burzaco, ex-homem forte da companhia de marketing argentina Torneos y Competencias SA, menciona 14 vezes a Rede Globo, perante a juíza Pamela Chen, que comanda o caso no Tribunal do Brooklyn, em Nova York. As informações são do portal R7. De acordo com ele, a emissora foi uma das seis empresas que teriam pago propina para ganhar a concorrência dos direitos de transmissão de torneios internacionais.

Segundo Burzaco, a Globo teria pago US$ 15 milhões em propinas (cerca de R$ 50 milhões) para adquirir exclusividade na transmissão das Copas do Mundo de 2026 e 2030.

De acordo com o portal, os valores da propina teriam sido enviados por meio do ex-diretor Marcelo Campos Pinto para a T&T, braço na Holanda da empresa de Burzaco em associação com a brasileira Traffic, de J. Hawilla, e posteriormente repassado para uma conta na Suíça de Julio Gronoda, ex-presidente da Associação de Futebol Argentino e ex-vice-presidente da Fifa responsável por cuidar dos direitos de transmissão para a América Latina. O dirigente morreu em 2014.

Burzaco também revelou que o ex-presidente da CBF José Maria Marin, um dos réus do caso, teria recebido US$ 2,7 milhões (R$ 8,95 milhões). O delator ainda relatou um encontro em 2013, durante reunião do Comitê Executivo da Fifa, com Marco Polo Del Nero, Marin e J. Hawilla. Os dirigentes brasileiros teriam reclamado do atraso do pagamento de propinas relacionadas à venda dos direitos de transmissão da Libertadores e da Copa Sul-Americana, na época.

O delator apontou o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Marco Polo del Nero, como chefe do esquema de corrupção, mesmo na época em que a entidade era presidida por José Maria Marin.


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Versão Sertão do Araripe

18/11


2017

Geddel destruíu provas, aponta delator

Braço direito de Michel Temer e pivô da maior apreensão de dinheiro sujo da história do Brasil, quando foram encontrados R$ 51 milhões em seu bunker, o ex-ministro Geddel Vieira Lima também determinou a destruição de provas.

Quem afirma é o assessor parlamentar Job Vieira Brandão, homem de confiança de Geddel e de seu irmão Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), que só não foi preso no episódio do bunker por ter foro privilegiado.

Segundo Job, que negocia acordo de delação premiada, foram destruídas anotações e agendas que poderiam incriminar ainda mais os dois irmãos do PMDB baiano, assim como os beneficiários dos recursos.

A nova denúncia deve fazer com que Geddel perca qualquer esperança de deixar a Papuda e pode levá-lo a também delatar seu chefe, Michel Temer.

As informações da delação de Job Brandão são dos jornalistas Aguirre Talento e Débora Bergamasco, e foram publicadas em Época.

Leia, abaixo, um trecho:

O assessor parlamentar Job Ribeiro Brandão, funcionário de confiança do ex-ministro Geddel Vieira Lima e de seu irmão Lúcio, deputado federal, foi convocado para uma missão delicada. Graças a um habeas corpus, Geddel, um líder do PMDB, ex-ministro do governo Temer e integrante do círculo de amigos mais próximos do presidente Michel Temer, havia deixado a penitenciária da Papuda, em Brasília, na noite de 13 de julho. De volta a Salvador para cumprir prisão domiciliar, Geddel tinha pressa. Preocupado com a possibilidade de as investigações da Operação Lava Jato o devolverem ao cárcere, Geddel incumbiu Job de destruir documentos, agendas e anotações. Assim fez Job. Papéis foram picotados e jogados na privada; outros documentos foram colocados em sacos de lixo e descartados. Estava limpo o terreno caso houvesse uma nova batida da Polícia Federal.

Mas memória não vai para o lixo. A operação secreta foi revelada por Job, em um depoimento inédito ao qual ÉPOCA teve acesso com exclusividade, e constitui um grave relato de interferência nas investigações, capaz de agravar a situação de Geddel. Job contou um pouco do que sabe ao delegado Marlon Cajado na Superintendência da Polícia Federal da Bahia, em Salvador, na terça-feira, dia 14, como uma mostra de boa vontade e disposição para firmar um acordo de delação premiada com a Lava Jato. A memória de Job é perigosa para Geddel e seu irmão Lúcio. Em prisão domiciliar desde setembro, o ex-­assessor pretende tornar públicas suas lembranças para se livrar da pena.


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Versão Agreste Central

18/11


2017

Não desista do Brasil, roga líder da Lava Jato

Josias de Souza

“Não desista do Brasil”, escreveu o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa de Curitiba, em reação à decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, que tirou da cadeia três caciques da facção parlamentar do PMDB fluminense. Diante do mutismo do asfalto, o procurador acrescentou: “Nós não podemos nos anestesiar, mas sim dar vazão à nossa indignação, de modo pacífico e democrático, por meio da participação popular.”

Debruçado na janela do Facebook, Dellagnol afirmou: “Os deputados da Assembleia do Rio deveriam ser os primeiros a endossar a atuação da Justiça e apurar a responsabilidade de seus líderes, mas o comportamento foi o oposto.” Mergulhado nos processos da Lava Jato desde 2014, o procurador conhece a podridão por dentro. Num instante em que os parlamentares, com a lama pelo nariz, apelam à cumplicidade e ao compadrio dos colegas para obter blindagem, Dallagnol soa como se enxergasse as urnas como um atalho ao Judiciário.

“Se Você não se envolver, eles ocuparão o seu espaço. Se hoje os políticos mostraram do que são capazes, em 2018 a sociedade brasileira precisa mostrar do que é capaz, nas urnas, agindo de modo organizado para eleger apenas políticos com ficha limpa, que expressem compromisso com a democracia e que apoiem propostas anticorrupção, com palavras, votos e atitudes.”


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suricato

.. o procurador de frases prontas e rebuscada que é candidato a um cargo politico.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

O homem que quer ser o dono do Brasil. Não respeita a Constituição e as Leis. A Lava Jato perdeu credibilidade por ele e os que o acompanham, assim como o Janot e o Fachin que dão perdão a bandidos por delações sem provas. É aquela delação que diz: ouvir dizer que fulano me falou que sicrano disse que o Temer ou outro político qualquer recebeu propina. O pior é que a imprensa divulga como se tudo fosse verdade. Josias e a Globo deveria dá destaque a delação da propina que a Rede Globo deu para ter direito de transmissão jogos. Delação nos Estados Unidos é coisa séria. E agora Josias? E agora Camarotti? E agora os repórteres da Globo? Bando de velhacos.



18/11


2017

TV: PMDB e Temer ironizam Dilma, saudando a “mandioca”

Folha de S.Paulo – Marina Dias

Em novo filme de sua propaganda partidária, aprovado neste fim de semana pelo presidente Michel Temer, o PMDB vai ironizar a ex-presidente Dilma Rousseff em um discurso no qual a petista saúda a mandioca como "uma das maiores conquistas do Brasil".

O vídeo, ao qual a Folha teve acesso, será veiculado em rede nacional a partir de terça-feira (21). Ele é a 12ª peça da série "O Brasil segue em frente", criada pelo publicitário Elsinho Mouco.

 

Os outros filmes atacam a delação da JBS e uma suposta "trama" para "tentar derrubar" Temer, em uma referência indireta ao ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que apresentou duas denúncias contra o presidente.

Ambas, por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da Justiça, foram barradas pela Câmara.

Temer estava relutante quanto ao conteúdo do filme –que relembra um discurso de Dilma que se espalhou nas redes sociais e foi muito utilizado por seus adversários como argumento para justificar uma suposta incapacidade de articulação.

Segundo aliados, porém, o presidente foi convencido por sua equipe de comunicação de que era importante mostrar as diferenças de gestões e de que não é possível "esquecer o que foi feito com o país".

"Não dá pra esquecer: 2016, com a economia em frangalhos, Dilma Rousseff anunciava a mandioca como uma das mais importantes conquistas do país", diz a apresentadora do programa.

O discurso, porém, foi feito em junho de 2015, durante a abertura dos Jogos Indígenas.

"O PT de Dilma desenterrou a mandioca e enterrou o país. Estava mesmo na hora de tirar o país do vermelho", completa a narradora em uma analogia à cor do PT, partido de Dilma.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Bandeira do Brasil com estrela vermelha? Nunquinha.


Versão Sertão de Itaparica

18/11


2017

Temer define refoma ministerioal amanhã

Blog do Valdo Cruz

G1

O presidente Michel Temer deve definir neste domingo (19) boa parte de sua reforma ministerial para tentar garantir a aprovação das mudanças na Previdência. Além de bater o martelo na indicação do deputado Alexandre Baldy (GO) – que vai se desfiliar do Podemos – para o Ministério das Cidades, o presidente vai acertar com sua equipe o novo ministro da articulação política em substituição a Antônio Imbassahy (PSDB).

Temer se reuniu neste sábado (18) com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para avaliar tanto a reforma da Previdência como as mudanças em sua equipe ministerial.

 

Ao Blog, Maia disse que “as duas próximas semanas são decisivas” para definir o futuro da votação das alterações nas regras de aposentadoria no país e afirmou acreditar na possibilidade da aprovação.

 

“Não temos um terceiro caminho. Ou aprovamos a reforma da Previdência e resolvemos o desequilíbrio das contas públicas, ou teremos a volta da inflação. Aí, os mais prejudicados serão os mais pobres, que não conseguem se defender da inflação elevada. Os deputados precisam discutir isso”, afirmou Rodrigo Maia.

 

Depois da reunião entre Temer e Maia, assessores palacianos davam como certa a escolha de Alexandre Baldy para a pasta das Cidades. Atualmente no Podemos, o deputado de Goiás vai se filiar ao PP, partido que reivindica o Ministério das Cidades para continuar votando majoritariamente com o governo.

 

O principal padrinho de Baldy, porém, é Rodrigo Maia. No encontro com o presidente, o comandante da Câmara dos Deputados disse a Temer que consultou os demais líderes da base aliada e obteve o aval de todos para a indicação do deputado goiano. Assim, ele contaria com o apoio de PP, DEM, PR e PMDB.

 

Segundo um líder, Baldy será muito mais do que um ministro do PP, mas sim de uma coligação de partidos. Com isso, a expectativa do Palácio do Planalto é agradar sua base aliada e garantir a votação e aprovação da reforma da Previdência.

 

Além do titular do Ministério das Cidades, o presidente vai definir em reunião com sua equipe o futuro ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, que cuida da articulação política.

O nome mais forte, no momento, é o do ex-ministro dos Transportes João Henrique de Almeida Sousa. Peemedebista, ele foi deputado pelo Piauí. Entraria na vaga do tucano Antônio Imbassahy, cuja saída é reivindicada pelos partidos do antigo centrão, pedido que será atendido por Temer. A expectativa é que os novos nomes sejam divulgados oficialmente até terça-feira (21).


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Prefeitura do Ipojuca

18/11


2017

Prestígio do novo diretor da PF está em teste

Fernando Segovia convidou todos os servidores da corporação para a cerimônia de transmissão de cargo na próxima segunda-feira (20)

Marcelo Rocha – Época

O prestígio do novo diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia, será testado na próxima segunda-feira (20), data em que ocorrerá a cerimônia de transmissão de cargo no Ministério da Justiça. Segovia substitui Leandro Daiello. A lista de convidados dá para lotar um ginásio. Ele chamou todos os 15 mil servidores que compõem o quadro funcional da PF para que participem do evento. O presidente Michel Temer é aguardado na solenidade.

Fernando Segovia afirmou nesta terça-feira (14) que a corporação é “totalmente” imune a pressões políticas e que a continuidade do trabalho será prova disso. “O que vai nos blindar é o trabalho. Trabalho sério”, disse.

O novo diretor disse que a classe política, alvo de investigações conduzidas pela PF, e demais setores da sociedade podem esperar de sua gestão uma PF “republicana” e de respeito à Constituição Federal. Esse foi, segundo ele, assunto das conversas que manteve com o presidente Michel Temer e com o ministro da Justiça, Torquato Jardim.


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Banner - Hapvida

18/11


2017

Caças suecos: Lula sabia que lobista vendia influência

Provas, de acordo com procurador da República, estão em e-mails e documentos apreendidos

Época - Marcelo Rocha

Ao pedir à Justiça o bloqueio de R$ 24 milhões do ex-presidente Lula no âmbito da Operação Zelotes, o procurador da República Hebert Mesquita afirmou que o petista sabia, ao menos desde 2012, que o lobista Mauro Marcondes afirmava a representantes da sueca Saab ter prestígio em Brasília.

A Saab vendeu 36 caças para o governo brasileiro.

Mesquita afirma que as provas do tráfico de influência estão em e-mails e documentos apreendidos com os investigados.

A defesa do ex-presidente afirma que as certezas do Ministério Público sobre a influência de Lula no episódio dos caças são “delirantes”.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Sabia não. Ele não sabia nem que era presidente.


ArcoVerde

18/11


2017

Lula diz que se eleito consulta o povo sobre reformas

Folha de S.Paulo

Se eleito em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva promete fazer um referendo para consultar a população sobre reformas, como a trabalhista, aprovada por Michel Temer. A declaração foi feita em entrevista publicada pelo jornal francês "Le Monde" neste sábado (18).

"Se eu vencer as eleições, farei um referendo para perguntar a população sobre sua opinião. E o assunto será debatido no Congresso", afirmou o ex-presidente ao diário.

Questionado sobre a política de Temer, Lula diz que "isso não é política". "Ele não constrói nada. Esse governo reprisa 'O Exterminador do Futuro 1 e 2'. Ele destrói. Ele reduz o investimento em educação, aquilo que há de mais sagrado, em ciência e tecnologia, e se desfaz do patrimônio público", afirma.

O petista não confirma se sairá candidato no ano que vem. "Não é minha preocupação. A hora da verdade chegará e o PT decidirá", afirma ao jornal.

Mas criticou a preocupação do mercado financeiro com sua candidatura, vista como a de um populista na América Latina. "Essa preocupação dos mercados é ridícula e hipócrita. Os mercados não têm medo de Lula porque eles já viveram em um país governado por Lula e foi um dos melhores momentos para a economia", afirma.

"O que amedronta eles é que eu não vou deixar vender o patrimônio. Nós não vamos vender a Amazônia, não vamos vender a Petrobras, a Eletrobras ou os bancos públicos. E os mercados sabem que nós vamos privilegiar a produção à especulação", afirma o ex-presidente.

Para Lula, o Brasil não precisa de um Emmanuel Macron, presidente francês que foi eleito com discurso de mudar o sistema político. "Deixem Macron governar para ver o que acontece. É uma teoria que venceu as eleições na França. Vejamos a prática. E nos falemos novamente daqui a cinco anos."

Na entrevista, o petista diz não ser contra a Operação Lava Jato, mas sim contra os "excessos" e as "mentiras". "Toda política contra corrupção é bem-vinda. Mas o erro da operação Lava Jato foi politizar e midiatizar os debates, de se entregar à pirotecnia", afirma. 


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suricato

....este meliante mesmo pagando 30 contos para cada aloprado nas andanças que faz naõ consegue juntar 50 idiotas basta ver no youtube o que é o fiasco lula que está condenado a 9 anos e meio de cadeia.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Sabe quando o Lularápio volta a governar? Nunca. Sem ser comprovadamente corrupto e sem ter mostrado sua incompetência sempre perdeu no 1º Turno e somente foi presidente com o apoio do FHC, agora nem em outra encarnação. Tchau Lularápio, tchau PT.

Nehemias

Lula vai botar pra arrombar.

marcos

Isso é um Bosta!

Rafael C.Soares Quintas

Esse corrupto depois de ficar milionário as custas do povo que votou nele, agora quer dá uma de sério, é piada kkkkkkk


Garanhuns Natal Luz

18/11


2017

A proclamação da vadiagem

Senadores, deputados e vereadores costumam enforcar o orçamento e o cidadão comum

Ruth de Aquino – ÉPOCA

Só no Brasil um feriado na quarta-feira, a Proclamação da República, enseja o enforcamento de dois dias úteis, quinta-feira e sexta-feira, numa vadiagem emendada com o feriado de segunda-feira, o Dia da Consciência Negra, e muito sol, calor, feijoada, churrasco e caipirinha, para só voltar a trabalhar na terça-feira, como se navegássemos numa economia abundante, com alta produtividade e pleno emprego.

Temos feriados para todo gosto, de nacionais a municipais, datas comemorativas, homenagens a minorias e categorias, carnavais oficiais e facultativos, revoluções, celebrações religiosas, tudo para endeusar o ócio. Neste ano, “emendamos” nove feriados. Em 2018, serão dez. A classe que mais folga é, claro, a classe política, que também desfruta os recessos. Quando não estão em férias, os senadores, deputados e vereadores costumam enforcar o orçamento, o contribuinte e o cidadão comum.

Esta última sexta-feira viu, no entanto, um movimento inédito e espontâneo de suspensão de lazer na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj. Deputados decidiram sacrificar a folga para tentar se unir e livrar da prisão o presidente da Assembleia, Jorge Picciani, e os colegas Paulo Melo, ex-presidente da Alerj, e Edson Albertassi, todos do PMDB. 

A enorme pressão popular para que a decisão da Justiça seja respeitada não sensibiliza, porém, quem já vive em águas turvas. São aliados e afilhados da turma que asfixiou o Rio sem pena nas últimas décadas. O governador Pezão é um exemplo dessa lealdade canina: fez tudo nos últimos dias para empossar Edson Albertassi no Tribunal de Contas do Estado, até demitiu seu procurador-geral, que era contra a nomeação. E agora, Pezão?   O “trio dos corruptos” foi preso na Operação Cadeia Velha.

Os valores variam e perdemos a noção da fronteira entre realidade e ficção. Por que motivo alguém faz tudo para ganhar ilegalmente, em propina, um dinheiro que jamais conseguirá gastar, nem nas próximas gerações? Eles não perdem o sono?

Continue lendo a reortagem clicando aí ao lado: A proclamação da vadiagem - ÉPOCA | Ruth de Aquino


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18/11


2017

Um petista festeiro. Com dinheiro público

Ricardo Boechat – ISTOÉ

Camilo Santana (foto),  governador petista do Ceará, é um homem que gosta de festa. Especialmente com dinheiro público.

Só esse ano, ele já gastou mais de R$ 500 mil com bandas para acompanhá-lo em eventos públicos.

O gênero preferido de Sua Excelência é o forró.

Enquanto isso, ministros do TST não estão gostando da lavagem de roupa suja em autos de processos, entre o presidente Ives Gandra Martins Filho e o vice da Corte, Emmanuel Pereira. Ambos vêm utilizando fundamentos jurídicos bem agressivos, um contra o outro, numa contundência que lembra certos debates entre ministros do STF.

Diversas togas do tribunal trabalhista se revelaram incomodados na semana passada, pedindo moderação. Um dos argumentos foi que o conflito não melhora a imagem do TST, justo na hora em que a reforma trabalhista entrou em vigor, sob um manto de incertezas.


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Supranor 1

18/11


2017

Ministro filho de Picciani “some” após prisão do pai

Leonardo Picciani (PMDB) (Foto) cancelou ao menos dois compromissos públicas e não abriu agenda para audiências; nos bastidores, começam a circular rumores de que ele possa deixar o cargo

O Estado de S.Paulo - Felipe Frazão

O ministro do Esporte, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), deixou nesta semana a agenda de gabinete, em Brasília, para prestar apoio à família depois que o pai, Jorge, e o irmão, Felipe, foram presos – decisão posteriormente revogada pela Assembleia Legislativa.

O ministro passou a semana no Rio, acompanhando de perto a repercussão da Operação Cadeia Velha, que atingiu seu clã e a cúpula do PMDB fluminense.

Picciani nem sequer voltou a Brasília nesta semana. A última aparição foi ao lado do presidente Michel Temer, na segunda-feira passada, no lançamento de um programa emergencial de ações sociais voltadas para comunidades carentes por ocasião da intervenção das forças de segurança na cidade.

 O ministro cancelou pelo menos dois compromissos públicos e não abriu a agenda para audiências com parlamentares, prefeitos, vereadores, secretários, atletas e dirigentes de confederações na capital federal. A assessoria não divulgou nenhuma atividade do ministro.Nos corredores do Palácio do Planalto, entre representantes da base governista já começaram a circular rumores de que Picciani possa deixar o cargo, contra sua vontade, na reforma ministerial prometida pelo presidente. Ele deve concorrer à reeleição e planejava deixar o cargo apenas no ano que vem.


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Mobi Brasil 2

18/11


2017

Alckmin incensado no Recife segunda-feira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Da coluna de  Marisa Gibson DIARIO POLÍTICO deste sábado

 [...]

Um ano de sol e sereno

Nesta segunda-feira, Alckmin faz palestra no Recife, no mesmo palco onde, no início do ano, Doria foi aplaudido de pé como presidenciável. Agora, a crise que divide o PSDB,  em função do apoio ao Governo Temer, alarga os caminhos de Alckmin – tucanos de todas as plumagens o querem presidente do PSDB, por ser o único capaz de unir o partido. E, assim, seu projeto nacional começa a se consolidar a quase um ano das eleições.

Para incensá-lo, os tucanos pernambucanos prepararam uma agenda típica de candidato, começando com uma missa, no domingo, na Madre de Deus, seguindo uma visita à comunidade do Pilar.

Depois, almoça com o deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB), acompanhado por Samuel Moreira, chefe da Casa Civil do governo paulista, e do vice pernambucano Raul Henry (PMDB).

Jarbas, a quem Alckmin convida com frequência para conversar em São Paulo, vai prestigiar o tucano no café da manhã, no Paço Alfândega, promovido pelo Lide /PE e Fiepe. Agora, todo cuidado é pouco: a candidatura de Alckmin pode envelhecer antes de chegar a eleição de 2018.


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Asfaltos

18/11


2017

Maia admite apetite para Presidência da República

Maia disse que em 2018 irá buscar a reeleição como deputado e não descartou disputar a presidência da Câmara novamente

Maria Carolina Marcello e Anthony Boadle, da Reuters

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), admitiu nesta sexta-feira ter “apetite” para disputar a Presidência da República, mas afirmou quem em 2018 irá se candidatar a deputado federal. O comentário surgiu quando justificava sua postura, que considera isenta, na condução das duas denúncias contra o presidente Michel Temer.

“O presidente da Câmara anterior não trabalhou da forma como eu trabalhei. Alguns até criticaram ‘ah, o Rodrigo não mostrou apetite para ser presidente’. Eu falei ‘não, eu tenho apetite para ser candidato a presidente –na urna, não na denúncia'”, disse Maia em entrevista à Reuters nesta sexta-feira.

“Eu tenho apetite para ser candidato a presidente no futuro, mas não para tirar o presidente.” Questionado, Maia disse que em 2018 irá buscar a reeleição como deputado e não descartou disputar a presidência da Câmara novamente.

“Isso aí é uma conjuntura pós-eleição. Se eu for reeleito (deputado), primeiro, e se eu tiver um grupo de partidos que apoie essa alternativa, não tem nenhum problema… se eu puder construir, eu vou construir, mas isso depende de variáveis que eu não tenho como tratar agora.”

“Pop Star”

Ao avaliar o cenário das eleições de 2018, Maia afirmou que as chances de vitória de um “outsider” em uma eleição majoritária nacional depende da estrutura partidária que ele obtiver.

“Não existe ‘outsider’ que consiga vencer uma eleição no Brasil sem uma estrutura partidária. Não adianta você ser ‘pop star’ se você chega no Paraná, faz uma bela agenda porque todo mundo gosta de você, você é um cara conhecido, mas quando você sair de lá não vai ficar ninguém pedindo voto para você”, disse Maia.

“Por isso que eu acho que o próprio Luciano Huck… está procurado esse caminho, ele já viu que sem o mínimo de estrutura partidária ele não vai a lugar nenhum”, completou, referindo-se ao apresentador de TV que tem se movimentado nos meandros políticos.

“Só acho que o DEM erra de ficar valorizando esses nomes. Não que não sejam nomes que possam disputar com condições de vencer”, disse Maia. O deputado defende a tese que o partido precisa se fortalecer, buscar palanques nos principais Estados do país e consolidar sua mensagem à sociedade. Para ele, o DEM não deveria “gerar muita especulação” sobre nomes fora do partido.

“Você não deve fazer política projetando um cenário com variáveis que você não controla.”


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Bm4 Marketing 7

18/11


2017

Políticos fundaram o MFP, Movimento Fora Povo

Josias de Souza

Os políticos brasileiros fundaram o MFP, Movimento Fora Povo. Todas as pesquisas de opinião informam que a corrupção está na lista dos problemas que mais inquietam o brasileiro. A Lava Jato animava a plateia com a perspectiva de igualar todos os transgressores perante a lei. De repente, o vendaval que ameaçava os corruptos foi substituído pela mesma velha brisa de sempre —a brisa da impunidade.

Insatisfeitos com o foro privilegiado, os políticos agora perseguem a blindagem absoluta. O mais trágico é que eles fazem isso com a ajuda do Supremo Tribunal Federal, que, sob a presidência gelatinosa da ministra Cármen Lúcia, não só lavou as mãos no caso de Aécio Neves, como autorizou o Senado a sumir com o sabonete.

Ao permitir que Aécio recuperasse o mandato e se livrasse do recolhimento domiciliar noturno não pelo peso dos seus argumentos mas pela força do compadrio e do corporativismo, o Supremo acionou um abracadabra que fez aflorar o lado Ali-Babá das Assembleias Legislativas.

A conversão de imunidade em impunidade já livrou a cara de deputados estaduais em Mato Grosso e no Rio Grande do Norte. Vem agora o escárnio do Rio de Janeiro. A melhor arma contra o Movimento Fora Povo é o voto. O instinto de autoproteção dos corruptos transforma as urnas de 2018 numa espécie de raticida.


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Nehemias

Lula, é uma lágrima de Cristo.

Nehemias

Lula o melhor presidente do Brasil, com 55 honoris causa de universidades pelo mundo. O MITO

Nehemias

REINALDO AZEVEDO CHAMA ELEITORES DE BOLSONARO DE IGNORANTES E MANDA ELES ESTUDAREM. Ôxente! São analfas, é? KKKK

Nehemias

Geisel: O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.

sonia

Bretas: STF pode criar ‘pessoas imunes’ às leis. Isso é o Brasil atual L.A.D.R.Ã.O soltando L A D R Ã O . Lamentável Fala aí Dra. Cármen Lúcia. O que você está achando disso tudo?



18/11


2017

Campanha: Alckmin vem ao Recife e vai a Renata Campos

Geraldo Alckmin (PSDB) embarca neste fim de semana para Pernambuco com programação de candidato a presidente da República. Terá conversa com Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos.

Ciceroneado por Bruno Araújo (PSDB-PE), o paulista participará de um encontro com o PSDB local. Na segunda (20), fará palestra para empresários.

Se o governador Alckmin continuar esperando que a presidência do PSDB caia em seu colo, corre o risco de deixar de ser opção para a sigla. Como ele não se move, Tasso Jereissati (CE) e Marconi Perillo (GO) decidiram dar um gás em suas campanhas. (Painel - Daniela Lima - Folha de S.Paulo)


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sonia

Não se meta a besta venta de chu chu, não tem pra ninguém é BOLSONARO.



18/11


2017

Jair Bolsonaro: a ameaça totalitária

O candidato que reverencia torturadores, chama os direitos humanos de “esterco da vagabundagem”, diz que só quem “fraqueja” gera filha mulher e que preferiria um filho morto a ser homossexual ostenta quase 20% nas pesquisas. Agora, finge ser liberal para encantar o mercado. Ele pode ser presidente. E o perigo é exatamente esse

ISTOÉ - Octávio Costa e Tábata Viapiana

O deputado Jair Bolsonaro empreende um enorme esforço para suavizar seu perfil. Tenta vestir pele de cordeiro, mas não adianta. É um predador. Tornou-se conhecido exatamente pela truculência, pelos raivosos ataques às minorias, pelas ofensas às mulheres, aos homossexuais e pela defesa radical da tortura e dos regimes autoritários. Salta aos olhos sua verve flagrantemente totalitária – o parlamentar reage a críticas a coices de cavalo. Demonstra não admiti-las. A virulência com que contra-ataca qualquer reparo dispensado a ele é típica de quem não suporta ser fiscalizado.

Imagine no poder? Como diria o filosofo espanhol Ortega & Gasset, parece faltar a Bolsonaro aquele fundo insubornável do ser. Ou seja, o mais íntimo pensamento na hora em que o indivíduo encara o seu reflexo no espelho e tenta reconhecer a própria face. Não raro, acusa os outros do que ele mesmo faz.

Até hoje, Bolsonaro conseguiu se eleger graças aos votos de pessoas aparentemente tão preconceituosas quanto ele. As que não o são, transmitem a impressão de estarem inebriadas pelo fenômeno eleitoral – os olhos vidrados e a postura quase catatônica de seu séquito, a entoar “mito, mito, mito” a cada aparição de Bolsonaro pelas capitais do País, falam por si. Nos últimos meses, o parlamentar aproveitou a crise de segurança e a escalada da corrupção para ampliar sua faixa de simpatizantes. Mais moderado, apresenta-se como o candidato ideal à Presidência para quem perdeu a confiança na política tradicional. Com isso, já aparece em segundo lugar nas pesquisas de opinião, atrás somente do ex-presidente Lula. Porém, que ninguém se engane.

Bolsonaro significa um retrocesso para o Brasil. O pré-candidato leva Messias no nome, mas definitivamente não conduz o País para um bom caminho. Depois de um impeachment e de a Lava Jato arruinar a velha política e seus métodos condenáveis, as próximas eleições podem representar um momento de inflexão para o Brasil. Pelo menos é o que se espera. Sua candidatura, no entanto, é a antítese disso.

Comete erro grosseiro quem não dá importância à ascensão do ex-capitão do Exército. O País pode estar diante do ovo da serpente. Embora sua candidatura seja legítima, e algumas de suas ideias passíveis de estarem em debate numa campanha, uma eventual eleição de Bolsonaro representa uma grave ameaça aos preceitos republicanos e democráticos. Do ponto de vista político, será como manter o País sob um Fla-Flu constante. E, pior, debaixo de um tacape manejado por um troglodita desprovido de freios. Ele sabe que grassa no eleitorado um sentimento de desolação e, para chegar lá, joga exatamente para essa platéia. Por isso, tornou-se um fenômeno nas redes sociais, com mais de cinco milhões de seguidores, além de admiradores fieis. Trata-se, no entanto, de um mito com pés de barros.

As declarações de Bolsonaro costumam ser contraditórias e inconsistentes, um espelho de seu repertório raso. Mostram seu total despreparo para exercer altas funções no Executivo. Seu conhecimento sobre a economia brasileira é de uma superficialidade chocante para um homem com tantos anos de vida pública. Ele próprio admite que não entende nada do riscado. E diz que, se chegar à Presidência, bastará nomear um ministro da Fazenda que seja do ramo para ficar tudo certo. Quem conhece seu estilo centralizador, sabe que não é bem assim. Os próprios aliados reconhecem que delegar não é seu forte.

Em encontro com representantes do mercado financeiro, Bolsonaro deu demonstrações de sua ignorância a respeito de temas econômicos. Ao ser questionado sobre o que pretende fazer para reduzir a dívida pública, disse que chamaria todos os credores para conversar. Perpetrou um absurdo. Como se sabe, qualquer pessoa ou empresa pode comprar títulos da dívida pública. E o número de detentores de tais títulos é imenso. O deputado confundiu dívida pública com dívida externa, essa sim com número de credores palpável. Dias antes, em entrevista a Mariana Godoy, da RedeTV!, disse que os militares guindaram a economia brasileira à 8ª maior do mundo. “Dos cinco presidentes militares, nenhum era formado em economia, e ainda assim, elevaram o Brasil da 49ª para a 8ª economia mundial”. Convenientemente ou não, esqueceu-se que, na ditadura, a dívida externa explodiu e houve hiperinflação.

Diante das derrapadas em profusão na seara econômica, Bolsonaro recorreu à consultoria dos irmãos Abraham Weintraub e Arthur Weintraub. O primeiro foi diretor da corretora do Banco Votorantim e o segundo é advogado e doutor em direito previdenciário. Com o auxílio, Bolsonaro divulgou uma espécie de nova versão da lulista Carta aos Brasileiros. Nela, defendeu a independência do Banco Central, que sairia da Fazenda. “Com sua independência, tendo mandatos atrelados a metas/métricas claras e bem definidas pelo Legislativo, profissionais terão autonomia para garantir à sociedade que nunca mais presidentes populistas ou demagogos colocarão a estabilidade do país em risco para perseguir um resultado político de curto prazo”, justificou. Sua ideia, no entanto, não encontra respaldo entre economistas de mais estofo. Nem os de esquerda, nem os liberais.

As patetices de Bolsonaro chamaram a atenção de importantes veículos de comunicação internacionais. Na semana passada, edições dos conceituados “Financial Times” e “The Economist”, da Inglaterra, trouxeram pesadas críticas ao deputado. O FT comparou o deputado aos presidentes dos EUA, Donald Trump, e das Filipinas, Rodrigo Duterte: “Um demagogo de direita com pontos de vista radicais”. Para “The Economist”, Bolsonaro não é um “Messias”, como seu sobrenome do meio, mas sim um “menino muito travesso”. A revista descreve o deputado como ele é: um nacionalista religioso, anti-homossexual, favorável às armas e que faz apologia a ditadores que torturaram e mataram brasileiros entre 1964 e 1985. “Bolsonaro quer ser o Trump brasileiro”, constata “The Economist”.

Ainda não se sabe exatamente qual foi a reação de Jair Bolsonaro às críticas que recebeu do exterior. Mas uma coisa é certa: deve ter perdido totalmente 

Continue lendo areportagem clicando aí ao lado:  Jair Bolsonaro: a ameaça totalitária - ISTOÉ Independente


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Comentários

Saulo Alves

É melhor Jair se acostumando!

Cícero Ramos de Souza

Com a desordem que atinge esse país, o que o povo está querendo mesmo é ORDEM. Portanto, melhor jairseacostumando.

gilson

Os eleitores deste senhor devem ser objeto de estudo psicológico, chegamos ao fundo do poço mesmo.

sonia

Sou fã de Jair Bolsonaro É ELLLLLEEEEEEEEEE


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