Versão Sertão de Itaparica

19/06


2017

Ivete Sangalo realiza doações para famílias da Mata Sul

A cantora baiana Ivete Sangalo distribuiu 500 cestas de alimentos e material de limpeza para centenas de famílias em situação de risco em razão das fortes chuvas das últimas semanas. Foram entregues cestas em Aripibu, distrito de Ribeirão, e ainda em Rio Formoso, Barreiros e Catende.

A equipe que fez a entrega nos municípios relatou completa devastação, em especial nos municípios de Barreiros e em Catende. A entrega foi organizada pelos primos da cantora residentes no Recife, Emília Guimarães e Sidney Araújo.

Voluntários que fizeram as entregas das cestas básicas relataram cenário de guerra. “A situação em Barreiros, sobretudo nas áreas ribeirinhas, é de calamidade. As pessoas possuíam muito pouco, agora perderam tudo. Muitos idosos e crianças estão em situação de risco nas comunidades da beira do rio”, contou a administradora Alice Gibson, uma das voluntárias.

Outra voluntária, Izaura Santoro, citou a dramática realidade da população que residia nas margens do rio em Catende. “A situação é de total devastação. Não há mais nada que não paredes e lama, onde muitos idosos estão nos imóveis em situação de risco já que não têm outro local para viver”, lamentou. 


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Versão Sertão do São Francisco

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16/12


2017

NY Times: nova crise global se aprovima

Nova crise global como a de 2008 está próxima, alerta artigo no 'NYT'

Desmond Lachman diz que mesmo erro cometido na década passada agora se repete

Jornal do Brasil

A crise global que pegou o mundo de surpresa em 2008 está para ocorrer novamente, e talvez seja tarde demas para evitá-la, alerta Desmond Lachman, membro residente do American Enterprise Institute, ex-vice-diretor do departamento de desenvolvimento de políticas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e ex-estrategista econômico do Salomon Smith Barney, em artigo publicado no The New York Times

"No final de 2008, em um encontro com acadêmicos na London School of Economics, a rainha Elizabeth II perguntou como ninguém conseguiu antecipar a pior crise financeira mundial no período pós-Guerra. A então chamada Grande Recessão, que teve início no final de 2008 e durou até meados de 2009, foi desencadeada pelo colapso súbito de preços elevados para a habitação e outros ativos - algo que é óbvio em retrospectiva, mas que, no entanto, ninguém parecia ver que estava próximo", escreve Lachman.

"Estamos prestes a cometer o mesmo erro? Muito provavelmente, sim", pergunta e responde Lachman. Ele destaca que a economia norte-americana certamente vai bem, e que "economias emergentes" ganham impulso, mas que os preços globais de ativos estão novamente em um escalada rápida, acima do valor básico. "Em outras palavras, eles estão em uma bolha. Considerando o silêncio virtual entre os economistas sobre o perigo que representam, é preciso perguntar-se se em um ano ou dois, quando essas bolhas eventualmente irromperem, a rainha não fará o mesmo tipo de pergunta."

"Estamos prestes a cometer o mesmo erro? Muito provavelmente, sim"

Para Lachman, tal silêncio é ainda mais surpreendente se consideramos o quão penetradas estão as bolhas hoje em comparação com 10 anos atrás. "Enquanto em 2008 as bolhas estavam largamente confinadas nos mercados norte-americanos de habitação e crédito, eles agora podem ser encontrados em quase todos os cantos da economia mundial."

Uma das razões apontadas no artigo para a proximidade de uma nova crise são os problemas vistos em economias importantes. A Itália enfrenta sérios problemas de dívida pública e um sistema bancário instável. O Brasil, continua ele, "enfrenta turbulência política, enquanto suas finanças públicas estão em um caminho claramente insustentável". 

"A China tem uma bolha no mercado de habitação e de crédito que reduz a vista pelos Estados Unidos no início deste século. E tanto o Brasil quanto a Itália realizarão eleições parlamentares no próximo ano."

Lachman menciona também os efeitos que podem vir com o término do Acordo de Livre Comércio da América do Norte, e com outras tendências protecionistas que possam ser adotadas pelos Estados Unidos ou por outros país. 

Ele critica a falsa segurança trazida pela regulação implementada após o colapso da Lehman Brothers em 2008. "É tarde demais para os formuladores de políticas fazerem algo relevante para evitar a formação de bolhas. No entanto, não é cedo demais para começar a pensar em uma maneira de responder a isto, de uma forma que possa nos libertar dos ciclos de expansão-queda que temos experimentado a cada 10 anos."

Uma outra questão é se a maior economia do mundo poderia liderar uma resposta a uma crise desta vez, com Donald Trump na administração. 


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Versão Mata Norte

16/12


2017

Carlos Marun: o ministro pão com ovo

Com o estilo “simplão” e a disposição de rebolar na defesa de colegas encrencados, o deputado novato ascendeu do baixo clero ao Palácio do Planalto

ÉPOCA – Débora Bergamasco

 “Opaaaaaa, o que é isso?”, exclamou, encolhendo os glúteos e dando um pulinho para a frente o deputado federal Carlos Marun, do PMDB. Ele estava a poucos dias de tomar posse como ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República. “Acabaram de passar a mão na minha bunda”, riu, no lotado plenário da Câmara na noite da terça-feira, dia 12. Por trás do 1,90 metro de Marun, surge, lépido, o deputado Nelson Marquezelli, do PTB de São Paulo: “Deixo claro aqui que não passei a mão na bunda de qualquer um, não, mas acabo de passar a mão na bunda de um futuro ministro de Estado”, gabou-se.

 

Todos acham graça e a troça finda com um abraço e saudações de “meu ministro!”. Nos dias que antecederam a sua posse para um posto no Planalto, Marun foi tietado nos corredores do Congresso Nacional. “Se espirrar amanhã, saúde, viu?”, fez votos o deputado Benito Gama, do PTB da Bahia.

 

Alguns passos depois, o líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini, de São Paulo, topou com o futuro responsável pela articulação entre governo e Parlamento e o intimou: “Ministro Marun, agora tem de conversar com a gente da oposição, hein? Nos trate bem”, pediu. “Eu sempre tratei, vamos conversar sempre”, disse Marun.

Mesmo com o tucano Antonio Imbassahy ainda ocupando oficialmente a cadeira – ele só foi exonerado na quinta-feira, dia 14 –, Marun começou a semana despachando como se já estivesse empossado, o que só ocorreu na sexta-feira, dia 15. Considerando as demandas impreteríveis dos congressistas, ele fez da sede da Procuradoria da Câmara, para a qual foi escolhido no início do ano, um “puxadinho” da Secretaria de Governo. Carlos Bezerra, do PMDB de Mato Grosso, acomodou-se em um sofá na antessala da Procuradoria, enquanto aguardava por Marun. “O senhor precisa despachar algo da Procuradoria? Pois já posso trazer uns advogados para atendê-lo”, diz um assessor.

“Não. Meu assunto é política”, respondeu Bezerra. No dia seguinte, o deputado Júlio César, do PSD do Piauí, abriu a porta do gabinete e bradou: “Ministrooooo. Desculpe aí, não vou atrapalhar, são dois minutos, é que estamos com uma demanda, ministro...”. “Rapaaaaaz, não me chame de ministro. É de-pu-ta-do. É Ma-run. Entre, sente aí...” Entre um despacho e outro, o ministro-deputado “simplão” matou um sanduíche de pão com ovo, que chegou embrulhado num papel pardo de padaria. Para acompanhar, uma Coca-Cola. Zero.

Leia reportagem na íntegra clicando aí ao lado: Carlos Marun: o ministro pão com ovo - ÉPOCA | Política


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Versão Agreste Central

16/12


2017

Gilmar Mendes sob ataque de VEJA e ISTOÉ

Enquanto a revista Veja noticia que o instituto do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, recebeu R$ 2,1 milhões em patrocínios da JBS, a capa da revista IstoÉ aponta uma "suspeita transição de Gilmar Mendes", numa reportagem em que a revista disse ter "acesso ao inquérito que investiga a venda irregular de uma universidade que pertenceu ao ministro do STF para o governo do Mato Grosso"; segundo a IstoÉ, "o Ministério Público vê indícios de ilegalidades no negócio de R$ 7,7 milhões e está para formular a denúncia"

Alvo de denúncias das revistas Veja, da Editora Abril, e IstoÉ, da Editora Três, neste fim de semana, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes virou a bola da vez.

A Veja noticia que o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade de Gilmar, recebeu R$ 2,1 milhões em patrocínios do empresário Joesley Batista, da JBS.

Segundo a publicação, "nos últimos dois anos, Gilmar e Joesley mantiveram uma parceria comercial e uma convivência amigável, a ponto de se visitarem em Brasília e São Paulo, trocarem favores, compartilharem certezas e incertezas jurídicas e tocarem projetos comuns".

Já a IstoÉ aponta uma "suspeita transição de Gilmar Mendes", numa reportagem em que a revista disse ter "acesso ao inquérito que investiga a venda irregular de uma universidade que pertenceu ao ministro do STF para o governo do Mato Grosso".

Segundo a IstoÉ, "o Ministério Público vê indícios de ilegalidades no negócio de R$ 7,7 milhões e está para formular a denúncia".  (Por BR-247)

Leia reportagem na íntegra clicando aí ao lado: Gilmar Mendes: negócio suspeito - IstoÉ


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Prefeitura do Ipojuca

16/12


2017

Temer Papai Noel e PSB à espera de Joaquim Barbosa

Mesmo com orientação médica para diminuir o ritmo de trabalho, o presidente Michel Temer avalia ir a Maceió –a capital que receberá mais moradias–, na quarta (20), entregar 3.900 unidades do MCMV.

Às vésperas do Natal, o governo decidiu promover o “Dia Nacional do Minha Casa, Minha Vida”. Na quarta (20), vai entregar 22.500 unidades habitacionais em todo o Brasil. Ministros foram escalados para se dividir pelo país nas cerimônias de entrega das chaves.

O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, calcula que aproximadamente 100 mil pessoas vão estar em suas casas próprias na festa natalina.

Esperando Joaquim

Marina Silva (Rede) esteve nesta sexta-feira (15) com Carlos Siqueira, presidente do PSB, para tratar de 2018. Foi a primeira conversa entre os dois desde que a ex-senadora oficializou a pré-candidatura.

Siqueira avisou que o PSB tem dificuldade de antecipar decisões. A sigla espera resposta de Joaquim Barbosa, convidado para disputar o Planalto, e está na mira de outros partidos. (Informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo)


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16/12


2017

Lulismo e antilulismo

André Singer - Folha de S.Paulo

O crescimento da candidatura Lula recolocou a luta de classes, ainda que refratada pela forma "ricos versus pobres", no centro da conjuntura. Em vinte meses de acusações, denúncias e condenação –multiplicada incessantemente pela mídia–, o ex-presidente duplicou as intenções de voto. Para desespero dos que planejavam sacá-lo de cena de uma vez por todas.

Em março de 2016, no auge da campanha feita para tirar Dilma do Planalto, Lula alcançou o máximo de rejeição e o mínimo de adesão. Recusado, desde 2002, por cerca de um terço do eleitorado, o líder petista chegou, então, a ter 57% contra si. Era o momento em que as gravações divulgadas por Sergio Moro alcançavam o grande público e as manifestações pelo impeachment reuniam multidões.

De lá para cá, contudo, Lula começou, de novo, a crescer. É como se, lenta e continuamente, a insatisfação causada pelo governo Temer tivesse escoado em direção àquele que simboliza um período de melhora, sobretudo para os mais pobres. É deles que veio a ressurreição do lulismo.

No ponto álgido do antilulismo, apenas 23% dos que estavam na base da pirâmide de renda continuavam fiéis ao criador da Bolsa Família. Agora, 45% dos que recebem até dois salários mínimos familiares mensais voltaram a depositar esperanças no ex-mandatário. O índice não está longe dos 55%, nessa faixa de renda, que optavam por Lula contra Alckmin às vésperas do primeiro turno de 2006, quando o realinhamento se fixou.

Em paralelo, a rejeição a Lula, que havia atingido 49% da população mais sofrida em março de 2016, mostrando que a onda antiDilma contaminara, também ali, a figura do antecessor, refluiu, agora, para 27%. Para que se tenha uma ideia da diferença, entre os mais ricos a rejeição é hoje de 63%!

Isto é, se conversarmos com três pessoas da faixa de renda superior, duas dirão que não sufragam Lula em hipótese alguma. Se repetirmos a experiência com o escalão mais baixo, não é certo que encontremos um com a mesma certeza.

Devido à resistência lulista, Jair Bolsonaro, que se coloca como o campeão do antilulismo, tem crescido. Ao vocalizar o "Lula nunca mais", o ex-militar radical atrai, neste momento, os dois sujeitos de renda mais alta que, na conversa fictícia acima, dizem as piores coisas do antigo presidente. Não significa que votarão no parlamentar carioca em 7 de outubro de 2018, mas dado o horror ao lulismo, prestam atenção às atrocidades que ele diz a cada dia.

Rara vez o popular e o antipopular se confrontaram com tanta nitidez na história do país. A próxima batalha terá por cenário, em janeiro, o Tribunal Federal Regional da Quarta Região. Só que lá, os pobres não votam. 


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

André Singer. Economista de \"esquerda\" altamente frustrado por o Lularápio não o ter ungido ministro da fazenda ou Banco Central.

Fernandes

Pesquisa: Lula vence com folga contra qualquer candidato. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será o vencedor no 1º e no 2º turnos, revela pesquisa do DataPoder360 realizada de 8 a 11 de dezembro.


Prefeitura de Camaragibe

16/12


2017

PF quer que Aécio explique elo com Sérgio Cabral

Folha de S.Paulo – Letícia Casado, Fábio Fabrini e Camila Mattoso

A Polícia Federal quer que osenador Aécio Neves (MG) explique que tipo de relação mantém com integrantes de escritório investigado na Lava Jato por integrar o esquema do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ).

Na casa do tucano, a PF apreendeu em maio, durante a operação Patmos, documento sobre a compra e venda de um imóvel pelo advogado José Antônio Velasco Fichtner, irmão do ex-secretário da Casa Civil do Rio Régis Fichtner, preso no mês passado, suspeito de receber propinas para Cabral. Os dois são sócios no escritório Andrade & Fichtner.

Os policiais encontraram na residência do congressista, em Brasília, uma procuração dada por José Antônio a uma de suas colegas na banca para adquirir, em 2010, um apartamento em Florianópolis (SC) e fazer pagamentos aos então proprietários, dois espanhóis, no exterior. O senador e o advogado são amigos.

Conforme certidão obtida pela Folha, o imóvel foi transferido quatro anos depois por José Antônio para a mãe do senador, Inês Maria, ao custo de R$ 500 mil.

No laudo sobre a apreensão, a PF diz que "chama atenção e desperta a suspeita de eventual ilícito" o fato de a procuração para o negócio de 2010 ter sido encontrada na casa do senador. Por isso, sustenta ser "oportuno" questioná-lo sobre o documento.

O apartamento, com 117 metros quadrados, fica na Lagoa da Conceição, região nobre da capital catarinense. Consultado pela reportagem, o advogado do senador, Alberto Toron, disse que o bem comprado por Inês Maria é usado por familiares.

A Folha apurou com a PF que as investigações sobre a relação de Aécio com integrantes do escritório estão em fase inicial. O senador ainda não depôs a respeito.

Conforme o MPF (Ministério Público Federal), a banca, alvo de buscas em 22 de novembro, recebeu "vultosas quantias" de empresas que foram beneficiadas por atos da Casa Civil na gestão de Régis Fichtner.

Logo após deixar o cargo, em 2014, Fichtner atuou no escritório e recebeu R$ 16 milhões em lucros.

O ex-secretário foi solto no início deste mês. Seu irmão e sócio, José Antônio, é amigo de Aécio há décadas. O senador foi padrinho de casamento do empresário Georges Sadala, preso na mesma ocasião que Régis Fichtner e que é considerado outro elo do tucano com Cabral.

Aécio e o ex-governador fluminense são amigos desde os anos de 1980, quando Cabral passou a fazer parte da juventude peemedebista, então liderada pelo neto de Tancredo Neves.

Naquela época, Cabral se casou com uma prima do senador, Susana Neves, da qual se divorciaria mais tarde. 


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Fernandes

Pesquisa: Lula vence com folga contra qualquer candidato. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será o vencedor no 1º e no 2º turnos, revela pesquisa do DataPoder360 realizada de 8 a 11 de dezembro.

Fernandes

ARGENTINOS PROTESTAM E GRITAM: ISTO AQUI NÃO É BRASIL. O Brasil do governo de Michel Temer virou referência internacional: uma má referência, no entanto; um dos gritos de guerra dos manifestantes argentinos contra a Reforma da Previdência imposta por Macri é Isto aqui não é o Brasil!; os argentinos saíram às ruas para protestar contra mudanças nas aposentadorias e pensões de funcionários já aposentados e aumento na idade mínima de aposentadoria

Fernandes

Os brasileiros paneleiros, estão congelados calados com as panelas enfiadas no FIOFÓ, pois o fumo tá entrando e todos parecendo carneirinhos seguindo para o abate. É vergonhoso isso, essa genética brasileira, até que ponto vamos chegar?



16/12


2017

Alckmin e a cria de Lula

Entusiastas da candidatura do tucano Geraldo Alckmin  já têm um discurso pronto para minimizar a capacidade de transferência de votos de Lula.

Dirão que o petista, quando indicou alguém ao Planalto, errou: Dilma Rousseff.

Após ouvir advogados de Lula, em ato do PT, nesta sexta (15), Dilma cobrou empenho na disseminação do discurso de que o petista pode registrar candidatura mesmo condenado.

Disse que ouvir essa tese “fez o dia mais feliz”.   (Painel – FSP)


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Wellington Antunes

É Lula de novo para desespero do bicho-grilo e dos pobres metidos a ricos.

Fernandes

Cenários para Lula vão da absolvição a campanha com liminares. Vão perder de novo, direitistas.

Fernandes

Os brasileiros paneleiros, estão congelados calados com as panelas enfiadas no FIOFÓ, pois o fumo tá entrando e todos parecendo carneirinhos seguindo para o abate. É vergonhoso isso, essa genética brasileira, até que ponto vamos chegar?


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16/12


2017

Dissidentes analisam a hipótese de sair do PSDB

Josias de Souza

Um pedaço do tucanato voltou a analisar a hipótese de acordar em outra legenda até o mês de março. A revoada já tem até um destino provável: o Livres, partido que virá à luz por meio de um rebatismo do nanico PSL. Dois fatores estimulam a banda insatisfeira do PSDB a olhar para a porta de saída:

1. Ao assumir a presidência do partido, há uma semana, Geraldo Alckmin não expressou interesse por uma pauta de renovação da legenda. Passou batido pela ideia de autocrítica esboçada pelo senador Tasso Jeressati antes de ser destituído por Aécio Neves da presidência interinada da legenda. Ao discursar, Alckmin absteve-se até mesmo de citar o vocábulo “corrupção”. E ainda afagou o governo de Michel Temer.

2. Os tucanos que flertam com a dissidência farejaram no subsolo da legenda um acordo tácito entre Alckmin e o grupo de Aécio. Prevê que, ao mergulhar na campanha presidencial, Alckmin entregaria o dia a dia do partido para o governador de Goiás, Marconi Perillo. Alçado na convenção tucana ao posto de vice-presidente do PSDB, Marconi é visto como uma espécie de longa manus (mão estendida) de Aécio no comando partidário.

Suprema ironia: nascido de uma costela do PMDB, o PSDB chega às portas de 2018, ano em que fará aniversário de 30 anos, tendo que tourear sua própria dissidência. Por ora, o grupo é estimado em algo como dez parlamentares —o que equivale a 21,7% da bancada de 46 deputados federais do PSDB.

Em privado, até um tucano de alta plumagem como Tasso Jereissati declara-se de saco cheio do PSDB. Há coisa de duas semanas, Tasso disse a pelo menos um correligionário que não exclui a hipótese de bater em retirada. O interlocutor não levou Tasso a sério. Não acredita que o senador esteja de saída para outra legenda. Mas o simples desabafo de Tasso dá ideia do ponto a que chegou a deterioração do ninho.


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ArcoVerde

16/12


2017

Prefeito de Colniza (MT) é perseguido e morto a tiros

Folha de S.Paulo –Cristina Camargo

O prefeito de Colniza (MT), Esvandir Antônio Mendes (PSB), foi assassinato a tiros no final da tarde de sexta-feira (15) dentro de um carro em uma avenida da cidade. Segundo informações da Polícia Militar, os assassinos estavam em outro veículo, atiraram e fugiram em seguida.

Além do prefeito, o secretário municipal de Finanças, Admilson Santos Ferreira, a primeira-dama Rosemeire Costa e o genro de Vando –como era conhecido o prefeito– também estavam no carro. O secretário foi baleado e está internado em um hospital da cidade. A primeira-dama e o genro do prefeito não sofreram ferimentos.

A caminhonete onde estavam os quatro foi perseguida por cerca de quinze quilômetros na rodovia BR 174. O prefeito, que dirigia o veículo e estaria voltando de Cuiabá, a 1.065 km de distância, tentou escapar da perseguição e dos tiros, mas foi alcançado na entrada de Colniza, bateu o veículo e não resistiu aos ferimentos provocados pelos tiros.

O carro parou em um posto de gasolina e fotos que circulam nas redes sociais mostram o veículo com várias marcas de tiros.

Vando tinha 61 anos e, além de político, era empresário do setor de transportes. Ele era proprietário de uma empresa de ônibus. Na administração anterior, era vice, mas assumiu o cargo de prefeito em abril de 2016 após a cassação do titular, Assis Raup (PMDB). Nas eleições de outubro de 2016 foi reeleito com 51,14% dos votos.

Segundo a Secretaria de Segurança de Mato Grosso, policiais militares e civis da região noroeste do estado procuram os assassinos. Policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá vão ao município para ajudar na investigação.

O governador Pedro Taques, o secretário de Estado de Segurança Pública, Gustavo Garcia, o comandante geral da Polícia Militar, coronel Marcos Cunha, e o delegado geral da Polícia Judiciária Civil, Fernando Vasco, também vão ao município acompanhar as buscas e as investigações.

MASSACRE

Em abril deste ano, nove trabalhadores rurais foram assassinatos em uma chacina ocorrida na gleba Taquaruçu do Norte, na área rural de Colniza. Os corpos apresentavam sinais de tortura. Em maio, o Ministério Público Estadual de Mato Grosso denunciou um madeireiro e outros quatro homens por terem planejado e executado a chacina.

Eles foram acusados de formação de milícia privada e homicídio qualificado. O motivo da matança seria a disputa por terras e extração de madeira.

Na ocasião, a Prelazia de São Félix do Araguaia (MT) divulgou nota afirmando que a região sofre violência desde 2004 e que Colniza já foi considerado o município mais violento do país.

Em março, o ex-vereador Élpido da Silva Meira (PR), de 53 anos, também foi assassinado a tiros na cidade. Ele foi atingido por disparos no tórax no momento em que chegava em casa.


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Banner Arrecadação Pref. Garanhuns

16/12


2017

Candidato condenado não existiria sem o eleitor

O PT reuniu o seu diretório nacional para reafirmar que a candidatura presidencial de Lula será mantida na base do vai ou racha. Ele será candidato mesmo com a reputação rachada por uma eventual sentença condenatória emitida pela segunda instância do Judiciário brasileiro. Lula continuará no páreo ainda que a rachadura moral o leve para a cadeia. Não há Plano B, diz a ré Gleisi Hoffmann, presidente do PT.

Em discurso, Lula, com uma condenação de nove anos e meio de cadeia nas costas, reiterou que não seria candidato se fosse culpado. Em privado, ele diz ter a convicção de que será condenado em outros processos. Mas considera-se uma inocente vítima de perseguição política. Lula atingiu o ápice da perfeição. Ele mesmo comete os crimes, ele mesmo se julga e ele mesmo se absolve.

Não faz sentido pensar mal de Lula e alisar a cabeça dos eleitores. Assaltado e vilipendiado, o Brasil é presidido hoje por um denunciado criminal, cercado de ministros e aliados que não têm biografias, mas prontuários. E o primeiro colocado nas pesquisas é um condenado que flerta com a cadeia. Num cenário assim o problema não é os políticos tentarem fazer o eleitorado de idiotas. O grande problema é que eles ainda encontram material.


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16/12


2017

Alckmin: de anti-Lula a anti-Bolsonaro

Cerco a Lula faz aliados de Alckmin o aconselharem a se firmar como o anti-Bolsonaro em 2018

cerco jurídico ao ex-presidente Lula levou aliados do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) a recomendarem o redirecionar Painelmento de sua estratégia. O grupo mais próximo ao tucano diz que ele precisa se firmar, o mais rápido possível, como o anti-Bolsonaro. A tese ganhou força após o TRF-4 marcar a data do julgamento do petista na segunda instância, o que cristalizou no universo político a sensação de que Lula não conseguirá chegar até o final da eleição presidencial de 2018.

O realinhamento da estratégia de Alckmin passa pela leitura de que, sem Lula no páreo, o tucano terá que crescer no eleitorado que hoje aposta no deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ). O figurino a ser vestido é o da antítese do radicalismo.

Outro flanco que poderia ser atacado é o da experiência. Alckmin seria vendido como um gestor já testado e aprovado, enquanto Bolsonaro seria a aventura, alguém que nunca exerceu cargo executivo (As informações são Daniela Lima, na coluna Painel, da Folha de S.Paulo)


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Fernandes

Pesquisa: Lula vence com folga contra qualquer candidato. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será o vencedor no 1º e no 2º turnos, revela pesquisa do DataPoder360 realizada de 8 a 11 de dezembro.

Fernandes

ARGENTINOS PROTESTAM E GRITAM: ISTO AQUI NÃO É BRASIL. O Brasil do governo de Michel Temer virou referência internacional: uma má referência, no entanto; um dos gritos de guerra dos manifestantes argentinos contra a Reforma da Previdência imposta por Macri é Isto aqui não é o Brasil!; os argentinos saíram às ruas para protestar contra mudanças nas aposentadorias e pensões de funcionários já aposentados e aumento na idade mínima de aposentadoria

Fernandes

Cenários para Lula vão da absolvição a campanha com liminares. Vão perder de novo, direitistas.

Fernandes

Bolsonaro, o encantador de burros e analfas.

Fernandes

Os brasileiros paneleiros, estão congelados calados com as panelas enfiadas no FIOFÓ, pois o fumo tá entrando e todos parecendo carneirinhos seguindo para o abate. É vergonhoso isso, essa genética brasileira, até que ponto vamos chegar?


Supranor 1

16/12


2017

Se ceder a juíz e procurador, governo mata a reforma

Lobby por aposentadoria privilegiada é vergonhoso e injusto

Blog do Kennedy

Ao adiar a votação da reforma da Previdência para fevereiro, o governo ganha mais tempo para buscar os votos que ainda não tem. A princípio, isso parece dar uma sobrevida à reforma.

No entanto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o relator do texto, o deputado federal Arthur Maia (PPS-BA), começaram ontem a negociar uma concessão que privilegia os servidores públicos, especialmente os magistrados e integrantes do Ministério Público que ingressaram nas suas carreiras até 2003 e fazem lobby para se aposentar com o valor do último salário recebido, a chamada integralidade, e com direito aos mesmos reajustes dos servidores que continuarem na ativa, a dita paridade.

É um tremendo privilégio no Brasil. Não se conhece algo desse tipo em nenhum país civilizado que tenha um sistema de aposentadoria justo. A reforma da Previdência corre risco de se tornar mais injusta do ponto de vista social. Será, portanto, mais difícil aprová-la num ano eleitoral.

Servidores públicos que ingressaram nas carreiras até 2003 reivindicam uma regra de transição para aumentar gradativamente a idade de aposentadoria. Reivindicar é um direito democrático. Não deve ser demonizado.

Mas é preciso discutir se a reivindicação é justa. Neste caso, não é. Trabalhadores da iniciativa privada recebem uma aposentadoria muito menor do que os servidores públicos. O teto da aposentadoria na iniciativa privada é de R$ 5.531 _poucos ganham isso.

Segundo o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o gasto mensal com cada juiz no Brasil, da ativa e aposentados, é de R$ 47.703 em média _a paridade e a integralidade contribuem para esse alto valor. Logo, não dá para tratar situações diferentes com a mesma regra, sob pena de beneficiar privilegiados.

Ontem, o presidente da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), José Robalinho Calvacanti, se reuniu com o presidente da Câmara e o relator da proposta de reforma da Previdência. Segundo a coluna “Painel”, da Folha de S.Paulo, um ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Marco Aurélio Belizze, esteve no encontro em nome da Associação dos Magistrados Brasileiros. O procurador Robalinho e o ministro Belizze foram fazer lobby com os deputados Rodrigo e Arthur Maia.

Esse lobby quer uma regra de transição para aumentar progressivamente a idade mínima até que se chegue a 65 anos para homens e 62 anos para mulheres a fim de terem direito à paridade e à integralidade. Não faz sentido aplicar essa norma de transição para quem ganha muito mais do que os trabalhadores da iniciativa privada.

Os absurdos privilégios da paridade e da integralidade serão mantidos, mas haverá um caminho mais longo para obtê-los. O governo reduziu o valor do benefício proporcional dos trabalhadores da iniciativa privada e o teto demandará 40 anos de contribuição. É injusto tratar com igualdade situações tão desiguais. Se a reforma mexe com a expectativa de direito de trabalhadores da iniciativa privada, pode mexer também com a expectativa de direito dos que desejam paridade e integralidade.

Um argumento frequentemente invocado é que a contribuição previdenciária dos servidores seria suficiente para sustentar uma aposentadoria integral e paritária com os funcionários da ativa. Isso não é verdade, porque os servidores se aposentam cedo em média e passam duas ou três décadas recebendo um benefício alto. O deficit do regime previdenciário dos servidores públicos é a prova de  que a conta não fecha. No ano passado, esse buraco foi de R$ 77 bilhões, incluindo a conta das aposentadorias dos militares.

O atual lobby é vergonhoso, porque defende privilégios que transferem renda dos mais pobres para os mais ricos. A presidente do STF, Cármen Lúcia, deveria dizer se o apoia. O procurador Deltan Dallagnol e o juiz Sergio Moro também deveriam se manifestar, porque procuradores e magistrados invocam com frequência o combate à corrupção para justificar salários acima do teto constitucional e aposentadorias irrealistas para a saúde financeira do Estado brasileiro.

Os recursos do Tesouro têm origem nos impostos de um sistema tributário que penaliza mais os pobres e beneficia mais os ricos. Divulgado ontem, um estudo de um grupo liderado pelo economista francês Thomaz Piketty mostrou que o segmento de 1% dos mais ricos no Brasil fica com 27% da renda nacional.

Supersalários e superaposentadorias contribuem para essa desigualdade social. Esse lobby pelas altas aposentadorias é o mesmo que defende os supersalários e os penduricalhos usados para furar a regra do texto constitucional, como o auxílio-moradia concedido por uma liminar do ministro do STF Luiz Fux a todos os magistrados do país. O combate à corrupção deveria enfrentar também esses privilégios.

Nas últimas semanas, o esforço do governo foi vender uma reforma mais enxuta e mais justa socialmente. A nova proposta está socialmente mais justa que o texto anterior, mas essa versão é uma meia verdade. Privilégios estão sendo amenizados, porém mantidos. O lobby em curso é para aumentar os benefícios das castas mais ricas do Estado brasileiro.

Se for feita essa nova concessão, o governo jogará fora todo o avanço que obteve nas últimas semanas ao pregar que combatia privilégios, porque essa eventual mudança pioraria a reforma da Previdência do ponto de vista social. Mais uma vez, a conta ficaria mais pesada para os mais pobres e para os trabalhadores da iniciativa privada. É a receita para a proposta não passar.

Será difícil deputados e senadores aprovarem um texto desse tipo, porque manteriam privilégios e sofreriam dano eleitoral por isso. Se aceitar a concessão, o governo poderá inviabilizar a reforma, que é, em resumo, o último objetivo desse lobby vergonhoso de magistrados e integrantes do Ministério Público. Há interesse desse lobby em melar qualquer reforma e manter tudo como está.


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Mobi Brasil 1

16/12


2017

Julgamento de Lula: esquerda vai acampar no tribunal

Em apoio a Lula, movimentos de esquerda planejam acampar em frente a tribunal

Folha de S.Paulo – Catia Seabra

Os movimentos de esquerda —incluindo MTST, MST e CUT— lançaram nesta sexta-feira (15) uma campanha pelo direito à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Reunidos em um comitê intitulado "defesa da democracia", os dirigentes da Frente Brasil Popular planejam acampar em frente ao TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, em Porto Alegre, em 24 de janeiro, dia do julgamento do recurso apresentado por Lula no caso do tríplex do Guarujá.

Coordenador do MST (Movimento dos Sem Terra), João Paulo Rodrigues informou, durante reunião de lançamento, que a intenção é concentrar todos os militantes do movimento do Sul do país nos arredores do TRF. A ideia é acampar no Parque da Harmonia, vizinho ao tribunal.

Na terça (19), os movimentos de esquerda, PT e partidos que integram a frente vão inaugurar o comitê de defesa da democracia de Porto Alegre. Escalado para coordenar a campanha, o ex-ministro Alexandre Padilha, hoje na vice-presidência do PT, afirmou será apresentada uma agenda de atividades para Lula. Não está descartada a antecipação da caravana que o ex-presidente pretendia realizar no Sul apenas após o carnaval.

Estão programadas atividades no Natal e Ano Novo, além de um jogo de futebol no dia 23 na Escola Florestan Fernandes com a presença do cantor Chico Buarque.

"Vamos ocupar Porto Alegre. Mas ele [Lula] também terá uma agenda ofensiva em janeiro", disse Padilha.

Líder da Minoria na Câmara, José Guimarães (CE) disse que o partido vai instalar um "estado de mobilização geral".

"Vamos antecipar tudo", disse Guimarães, afirmando que os petistas reduzirão o tempo destinado ao descanso do fim de ano.

Apesar do tom de seus dirigentes, petistas admitiam suas incertezas acerca do futuro político do ex-presidente durante reunião do Diretório Nacional do partido, que ocorre em São Paulo.

Coube à presidente do PT, a senadora Gleisi Hoffmann (PR), a tarefa de ratificar já no início da reunião que não se admite a hipótese de discussão de um plano alternativo à candidatura de Lula.

Já na abertura do encontro, Gleisi interveio, afirmando que havia na imprensa reportagens sobre a busca de outro nome para o caso de Lula ficar impedido de concorrer. Segundo participantes da reunião, Gleisi afirmou que não sabia se era real a origem da informação. Mas advertiu: "Não existe plano B".

Embora reconheça que este é "um processo em aberto", um integrante da cúpula do PT afirmou que a busca de uma alternativa cumpriria a estratégia adversária. A ideia, afirma, é levar a candidatura adiante até chegar às instâncias superiores.


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Fernandes

Pesquisa: Lula vence com folga contra qualquer candidato. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será o vencedor no 1º e no 2º turnos, revela pesquisa do DataPoder360 realizada de 8 a 11 de dezembro.

Fernandes

ARGENTINOS PROTESTAM E GRITAM: ISTO AQUI NÃO É BRASIL. O Brasil do governo de Michel Temer virou referência internacional: uma má referência, no entanto; um dos gritos de guerra dos manifestantes argentinos contra a Reforma da Previdência imposta por Macri é Isto aqui não é o Brasil!; os argentinos saíram às ruas para protestar contra mudanças nas aposentadorias e pensões de funcionários já aposentados e aumento na idade mínima de aposentadoria

Fernandes

Cenários para Lula vão da absolvição a campanha com liminares. Vão perder de novo, direitistas.

Fernandes

Os brasileiros paneleiros, estão congelados calados com as panelas enfiadas no FIOFÓ, pois o fumo tá entrando e todos parecendo carneirinhos seguindo para o abate. É vergonhoso isso, essa genética brasileira, até que ponto vamos chegar?


Asfaltos

16/12


2017

Temer fala de Previdência sem medo do ridículo

Josias de Souza

Um presidente chamado Temer —assim, sem o acento circunflexo no primeiro ‘e’, como se fosse sinônimo de ter medo— sofre do mesmo problema de uma mulher chamada Vitória. A qualquer momento os acontecimentos podem desmentir o nome. Recém saído de sua mais recente internação hospitalar, Temer falou sobre a reforma da Previdência sem temer o ridículo.

Ao dar posse ao novo ministro Carlos Marun (Coordenação Política), Temer disse não ter “a menor dúvida” de que a reforma previdenciária será aprovada. Acha que a aprovação virá porque o governo tem o apoio dos presidentes da Câmara e do Senado. É apoiado também pelos líderes governistas. Conta até mesmo com “a compreensão oculta'' dos líderes da oposição.

Não é só. Segundo Temer, a reforma é avalizada por ''boa parte da população''. Na sua avaliação, os parlamentares que ainda resistem às mudanças vão perceber a posição favorável do eleitorado no período de recesso parlamentar. E voltarão a Brasília em fevereiro, às vésperas do Carnaval, “muito mais animados” com a perspectiva de dizer “sim” à emenda que mexe com as regras da Previdência.

Tomado pelas palavras, Temer parece acreditar que o problema da Previdência não é com ele, mas com os presidentes das Casas legislativas, com os líderes, com os parlamentares e, no limite, com a própria sociedade. Lorota. É com ele mesmo. Quem vendeu a alma para enterrar duas denúncias criminais na Câmara foi Temer.

Depois de gastar toda sua munição fisiológica para arrematar os votos que mantiveram sua cabeça sobre o pescoço, Temer converteu-se numa espécie de contador de padaria. Precisa dos votos de 308 deputados para prevalecer no plenário da Câmara, enviando a emenda da Previdência para o Senado. E tudo o que tem a dizer é o seguinte:

“Vai ficar para fevereiro? Ótimo! Para fevereiro vocês sabem por quê? Porque nós contamos votos. Enquanto não tivermos os 308 votos, não vamos constranger nenhum deputado. Nem nós queremos nem o Rodrigo [Maia] quer nem o Eunício quer. Ninguém quer isso.”

Em fevereiro, quando os deputados governistas voltarem dos seus Estados ainda mais constrangidos pela proximidade com a impopularidade radioativa do presidente, Temer talvez diga: “Vai ficar para abril, para setembro ou para as calendas? Ótimo. O importante é que eu não tenho a menor dúvida de que a reforma da Previdência será aprovada.”

O Brasil seria um país extraordinário se, de repente, por uma dádiva dos céus, baixasse no Palácio do Planalto um surto de rídículo capaz de impedir Temer de desmentir o próprio nome. Temer faria um enorme bem a si mesmo se voltasse a temer o ridículo.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

É lamentável como o Josias ficou. Frustrado por, junto com o Janot, não conseguiu tirar o Temer. Para o Josias e a maioria dos jornalistas, não importa o País, importa seu bolso e suas \"convicções\" esquerdistas. É lamentável a degradação da nossa imprensa.


bm4 Marketing 3

16/12


2017

Lula, o candidato e o eleitor

Apolo Silva – Blog Os Divergentes

Candidato ou inelegível, preso ou fora das grades, as eleições presidenciais de 2018 serão um grande desafio para o ex-presidente Lula. Em qualquer das circunstâncias, sua liderança política será comprovada, ou não, saindo vencedor ou derrotado das eleições de outubro.

A mais recente pesquisa Datafolha revela que o petista é competitivo mesmo não sendo candidato. Os eleitores estariam dispostos a votar em Lula, mesmo que ele esteja representado por outra pessoa. Foi assim duas vezes com a ex-presidente Dilma, em 2010 e 2014, porque não seria com outro em 2018?

Pelo Datafolha, publicado neste dezembro, 29% dos entrevistados disseram que votariam no candidato de Lula. Outros 21% disseram que talvez votassem. Ou seja, cerca de 50% dos pesquisados teriam disposição de votar no representante do petista. Isso indica que talvez não resolva, para seus adversários, excluir o petista da cédula eleitoral.

Há exemplo na América Latina que pode ilustrar esta possibilidade. Ele revela que mesmo quando um líder político não é candidato, pode fazer seu sucessor e, em seguida, pode até assumir o poder. Isso aconteceu na Argentina com seu grande líder político Juan Domingo Perón, na década de 70.

Proibido de disputar as eleições presidenciais pelos militares, no pleito após o fim da ditadura, Perón elegeu o seu candidato, Héctor Cámpora. O peronista recebeu 49,5% dos votos. Este tomou posse no dia 25 de maio de 1973 e renunciou ao mandato menos de dois meses depois, em 13 de julho.

No cargo, Cámpora libertou os presos políticos e aprovou lei que proibiu que os argentinos fossem processados por suas posições políticas. Perón voltou à Argentina em 20 de junho. Por fim, em 13 de julho, o presidente peronista renunciou ao mandato e convocou nova eleição, da qual Perón saiu-se vencedor com 62% dos votos.

Essa história revela que podem estar enganados aqueles que acreditam que a prisão de Lula encerra sua carreira. Ou que sua exclusão coloca representa um ponto final na crise política aberta com o impeachment da ex-presidente Dilma. Pode ser que Lula fora da eleição não resulte no PT fora da presidência da República. A radicalização, acentuada pela Lava Jato, pode adquirir contornos ainda mais agudos.

Lula poderia eleger um herdeiro. Um petista eleito por Lula poderia convocar novo pleito, no qual o principal líder petista poderia ser candidato. Fica a pergunta: Mas como? Um presidente ungido pelo líder petista poderia lhe reabrir as portas. Poderia conceder uma anistia ou um indulto para o ex-presidente. Imaginem? A prisão de Lula pode não ser o fim da história. Pode ser o começo de outra história. Serão muitas emoções!


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Fernandes

Pesquisa: Lula vence com folga contra qualquer candidato. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será o vencedor no 1º e no 2º turnos, revela pesquisa do DataPoder360 realizada de 8 a 11 de dezembro.

Fernandes

ARGENTINOS PROTESTAM E GRITAM: ISTO AQUI NÃO É BRASIL. O Brasil do governo de Michel Temer virou referência internacional: uma má referência, no entanto; um dos gritos de guerra dos manifestantes argentinos contra a Reforma da Previdência imposta por Macri é Isto aqui não é o Brasil!; os argentinos saíram às ruas para protestar contra mudanças nas aposentadorias e pensões de funcionários já aposentados e aumento na idade mínima de aposentadoria

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Cenários para Lula vão da absolvição a campanha com liminares. Vão perder de novo, direitistas.

Fernandes

Os brasileiros paneleiros, estão congelados calados com as panelas enfiadas no FIOFÓ, pois o fumo tá entrando e todos parecendo carneirinhos seguindo para o abate. É vergonhoso isso, essa genética brasileira, até que ponto vamos chegar?


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