Versão Agreste Central

19/06


2017

Servidores protestam contra extinção de zonas eleitorais

Blog da Folha

Os servidores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) protestam, na tarde de hoje, contra a extinção de zonas eleitorais em todo País. Segundo a servidora Ana Karolina de Farias, das 151 zonas eleitorais em Pernambuco, 80 seriam extintas. "Nossa proposta é que se extingam 37", comentou. Os servidores aproveitam a presença do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, ao Recife.

De acordo com Karolina, os servidores saíram em cortejo ao memorial do TRE, localizado na Avenida Rui Barbosa, nas Graças. Lá abordaram o ministro Gilmar Mendes. Durante o protesto, entoaram gritos de “nenhuma zona a menos”.

“Isso irá dificultar o acesso aos serviços prestados pela Justiça Eleitoral. Eleitores da zona rural irão sofrer, pois precisarão se deslocar mais de 50 quilômetros. Isso sem falar que ficará prejudicado em ano eleitoral com relação a fiscalização das eleições”, disse.

Ao lado do presidente do TRE-PE, Antônio Carlos Alves, o ministro recebeu uma comissão formada por quatro servidores da casa e pelo presidente do Sintrajuf-PE, Euler Pimentel.

No encontro, Mendes disse que estava aberto ao diálogo, segundo Pimentel. No entanto, o dirigente afirma que vai continuar pressionando o ministro, pois, de acordo com o presidente do Sintrajuf-PE, Gilmar Mendes é o responsável pela ofensiva para o desmonte da Justiça Eleitoral. Na saída do tribunal, dentro do carro, o ministro foi vaiado pelos manifestantes. 


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Versão Sertão do Araripe

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24/06


2017

Fundo de Jucá: financiaria 60% da base aliada

Dos R$ 3,5 bi em recursos públicos previstos para custear as eleições de 2018, nove siglas com assento na Esplanada ficariam com R$ 2,15 bi
O Estado de S.Paulo - Thiago Faria

 

A proposta apresentada pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de criar um fundo eleitoral com dinheiro público para financiar as campanhas de 2018 vai reservar mais de 60% da verba para os partidos que atualmente integram a base aliada do presidente Michel Temer.

Dos R$ 3,5 bilhões previstos para custear candidaturas, R$ 2,15 bilhões ficariam com as nove legendas que hoje têm assento na Esplanada dos Ministérios. O dinheiro viria de recurso previsto no Orçamento, 10% de emendas parlamentares em ano eleitoral e da redução de gastos com programas partidários, que seriam suspensos no primeiro semestre do ano da disputa.

Com o valor seria possível, por exemplo, construir quase 12 quilômetros de linhas de metrô, 17,5 mil casas populares ou pagar um mês e meio do Bolsa Família. Segundo Jucá, o montante ainda poderá ser corrigido a cada eleição com base na inflação.

A criação de um fundo eleitoral abastecido com dinheiro público está sendo articulada por dirigentes partidários como alternativa à proibição do financiamento empresarial das campanhas. Pelas regras atuais, apenas pessoas físicas podem doar a candidatos e partidos. A ideia é que a proposta de Jucá seja incorporada na proposta de emenda à Constituição do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) que trata da reforma política. O texto, já aprovado no Senado, está em discussão na Câmara.

De acordo com a fórmula apresentada para dividir os R$ 3,5 bilhões do novo fundo, 70% seriam partilhados de acordo com a bancada de cada partido na Câmara, 25% considerando as bancadas no Senado e 5% igualmente entre todos os partidos, que hoje são 35.

Diferentemente da divisão do Fundo Partidário, a regra considera a bancada no fim do ano anterior ao pleito e, para 2018, a bancada na data da promulgação de lei.

O acordo por um novo fundo ganhou fôlego após reunião na quinta-feira entre Jucá e presidentes de outros partidos, entre eles o ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, presidente licenciado do PSD, Tasso Jereissati (CE), presidente interino do PSDB, e José Agripino Maia (RN), presidente do DEM.

Críticas. Com base nas bancadas atuais, a proposta de Jucá faria com que seu partido recebesse a maior fatia do bolo – cerca de R$ 550 milhões – dos R$ 3,5 bilhões previstos para o fundo eleitoral.

Esse é um dos motivos pelos quais a proposta tem recebido críticas, em especial do PT. O partido da oposição, no entanto, de acordo com a proposta, teria mais recursos do fundo do que o PSDB, aliado do governo Michel Temer. Seriam quase R$ 380 milhões para os petistas, ante cerca de R$ 343 milhões para tucanos.

O líder do PT na Câmara, deputado Carlos Zarattini (SP), criticou a divisão. “A proposta do Jucá quer favorecer o PMDB. O ideal é ter como base o número de votos nas últimas eleições. Do jeito que está, a eleição de um deputado no Acre terá o mesmo peso de um eleito em São Paulo, que precisa de muito mais votos para se eleger”, afirmou o petista.

Zarattini criticou o teto de gasto proposto, de 70% da campanha mais cara na disputa de 2014, quando ainda era permitido o financiamento empresarial. Naquele ano, foram gastos R$ 5,36 bilhões nas campanhas em todo o País, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O valor, porém, pode ser menor, pois considera recursos doados entre candidatos que são computados como despesa duas vezes. “É um absurdo você querer financiamento público e colocar limites tão altos como o que se está querendo, com base no financiamento privado. O financiamento público é para igualar gastos”, disse o petista.

Reforma. Para o cientista político e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Marco Antônio Carvalho Teixeira, apesar de ser necessária uma alternativa à regra atual, que ele trata como “paliativa”, é preciso antes rediscutir o modelo político do País. “Sem mexer na atual estrutura não há como discutir fundo. Antes, é preciso repensar este universo em que há 35 partidos”, afirmou. “A coisa mais difícil é se fazer reforma em meio à crise. É feito de afogadilho, sem um debate”, disse.

O professor da Escola de Ciência Política da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) José Paulo Martins Junior afirmou que o problema é o fato de políticos serem responsáveis por definir as “regras do jogo”. “O ideal é que houvesse a participação de grupos da sociedade, que possam debater, discutir de forma aberta as regras do jogo.”


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Versão Agreste Central

24/06


2017

Datafolha: Forças Armadas lideram confiança

Folha de S. Paulo - Thais Bilenky

 

As Forças Armadas são a instituição em que a população deposita mais confiança no país hoje, enquanto o Congresso, a Presidência e os partidos políticos caíram em descrédito. 

Pesquisa Datafolha aponta que 40% da população diz confiar muito nas Forças Armadas e 43% confiam um pouco. Outros 15% não confiam e 2% não souberam responder. 

Essa opinião ecoa mais entre os homens (49%) do que entre as mulheres (31%), entre os mais ricos (47%) e entre os eleitores do deputado Jair Bolsonaro (58%). 

O possível candidato a presidente homenageou torturador da ditadura militar e já afirmou à Folha que metade de seu ministério, se eleito, seria composto por pessoas da carreira. 

O discurso favorável à intervenção militar foi ouvido nas ruas do país ao longo do ano passado e deste em manifestações pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e contra a corrupção. 

O instituto ouviu 2.771 pessoas de 21 a 23 de junho para realizar o levantamento, cuja margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 

A Presidência da República viu a sua credibilidade despencar desde 2012. Em agosto daquele ano, 33% disseram confiar muito, 52% um pouco e 15% nem um pouco. Hoje, 3% disseram confiar muito na instituição, 31% um pouco e 65% não confiam. 

O quadro espelha a impopularidade do ocupante da cadeira, Michel Temer (PMDB), cuja aprovação atingiu o menor nível em 28 anos, 7%, como mostrou pesquisa publicada neste sábado (24). 

O Congresso, que já não usufruía de tanta credibilidade, viu sua imagem se deteriorar ainda mais em meio à crise econômica e política instalada no país. 

Hoje os índices de confiança são os mesmos da Presidência (65% não confiam, 31% confiam um pouco e 3% confiam muito). Em agosto de 2012, 8% confiavam muito, 40% um pouco e 52% não confiavam. 

Os partidos políticos têm hoje muita confiança de apenas 2% da população; 28% confiam um pouco e 69% não confiam neles enquanto instituição. 

Na comparação com cinco anos atrás, antes de a Operação Lava Jato revelar a corrupção sistêmica em partidos de diferentes matizes ideológicos, a imagem era um pouco melhor: 7% confiavam muito, 41% um pouco e 52% não confiavam. 

A imprensa é a instituição de segunda maior confiança dos brasileiros, segundo o Datafolha: 22% disseram confiar muito nela, 49% um pouco e 28%, não, absolutamente. 

Entre os mais novos, contudo, a desconfiança é maior. Dos entrevistados de 16 a 24 anos, 10% confiam muito na imprensa, 48% um pouco e 41% não confiam.


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Versão Sertão do Moxotó

24/06


2017

Reforma para os mais ricos pode sair primeiro

Previdência - PEC 287

Parlamentares da base aliada estudam excluir da proposta alterações que afetam a vida dos mais pobres para facilitar a aprovação da PEC 287

 Do Diario de Pernambuco
 

Embora o governo ainda não admita a possibilidade de alterar mais pontos da reforma da Previdência, visto que já precisou aceitar dezenas de mudanças em questões antes ditas intocáveis, é praticamente consenso entre especialistas e parlamentares que novos remendos precisarão ser feitos para que as novas regras de aposentadoria e pensão sejam aprovadas este ano. Uma das opções estudadas, atualmente, pela base governista para conseguir a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 287 no plenário da Câmara dos Deputados — onde está parada há mais de um mês — é abrir mão de mexer em pontos que penalizam os mais pobres, como aposentadoria rural e Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Ambos os benefícios têm valores equivalentes a um salário mínimo, hoje R$ 937, e foram alvos de várias emendas ao longo da tramitação da matéria por atacarem justamente os menos favorecidos. Recuando nesses pontos, deputados imaginam que será possível conseguir convencer boa parte dos 100 deputados que ainda estão indecisos quanto aos votos.

Líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB) acredita que suavizar para os mais pobres “tem lógica” e que as concessões podem, de fato, caminhar nesse sentido. Mas ele reforça que qualquer decisão só será tomada depois que a reforma trabalhista for aprovada no Senado Federal. “Por enquanto, as estratégias estão sendo tratadas em conversas preliminares. Um desafio de cada vez”, declarou.

“Temos que avançar para aprovar. Se tivermos que fazer alterações, temos que ir no sentido do menor impacto fiscal. Se for tirando aposentadoria rural ou BPC, pode ser feito isso”, concordou um deputado governista que tem se engajado na busca por votos. “O que fizermos agora tem que se somar com compromisso de voto favorável”, disse.

Outra alternativa discutida pela base é reverter as mudanças propostas no parecer do relator Arthur Maia (PPS-BA) para servidores públicos, mantendo a integralidade e a paridade — ou seja, a possibilidade de que eles se aposentem com o salário integral, geralmente o mais alto, e que os inativos tenham os reajustes nas mesmas condições dos ativos — sem estipular idade mínima. Ciente da força do lobby do funcionalismo público no Congresso Nacional, boa parte da base aliada tem focado em reverter essa questão e voltar à possibilitar paridade e integralidade mesmo antes que o servidor complete 62 anos, no caso de mulheres, e 65, para homens. Recentemente, Arthur Maia afirmou que esse é o único ponto que a Câmara ainda cogita mudar.

Essas alterações, no entanto, são muito mais rejeitadas pelos especialistas do que deixar os mais pobres de fora, opção menos prejudicial do ponto de vista eleitoral, por exemplo. Essa alternativa fica mais forte conforme se chega mais perto das eleições de 2018, já que o custo político de se aprovar mudanças para os mais pobres é maior que o de melhorar a situação para os servidores públicos, que já são vistos como privilegiados. “É o mais justo. É muito difícil a opinião pública apoiar mudanças que afetem os mais pobres com o noticiário de corrupção. Ainda que o problema da corrupção e da Previdência tenham ordens de grandeza completamente diferentes, os escândalos abalam a coesão social que esse tipo de reforma precisa”, analisou o consultor do Senado Pedro Nery, especialista em Previdência.

O deputado Carlos Marun (PMDB-MS), que presidiu a comissão especial da reforma da Previdência na Câmara, afirmou que, antes de tomar essa decisão, é importante avaliar o impacto fiscal que as mudanças trariam. “Tem que ver se diminui o ganho que teríamos. Eu defendo que mude aposentadoria rural e BPC, como foi proposto pelo relator, mas, se isso não gerar o melhor ganho, nada impede que as mudanças sejam feitas nesses pontos”, ponderou. “São questões que não têm tanto impacto nas contas quanto a dos servidores”, garantiu um consultor legislativo da Câmara.

Na opinião de Paulo Tafner, pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe/USP), recuar na paridade e na integralidade é muito mais “grave moralmente”, além de representar um “custo enorme para continuar mantendo privilégios de quem já é superprotegido”.

Além disso, como a mudança proposta para o BPC é gradual, não faria tanta diferença no curto prazo, ressaltou outro especialista em Previdência. “Isso pode ser deixado para o próximo governo sem grandes perdas”, pontuou. Manter a paridade e a integralidade, vistos por ele como privilégios dos “mais ricos”, tem impacto fiscal muito pior, já que os efeitos são imediatos. “Se deixar de exigir idade mínima para esses benefícios, muita gente que só conseguiria se aposentar daqui a muitos anos vai pedir desde já. Sem contar que os valores são mais altos do que BPC e aposentadoria rural”, explicou.

Embate político

Se essa estratégia for colocada em prática no Congresso, caberá ao próximo governo trazer os pontos que forem excluídos novamente à tona. “É importante que se faça as duas reformas, tanto a dos ‘mais ricos’ quanto a dos ‘mais pobres’. Mas, se tiver que fazer escolha, que deixe para depois a dos mais pobres”, defendeu Paulo Tafner. Ele lembrou que um governo recém-eleito costuma ter muito apoio e, por isso, aprovaria com mais facilidade questões mais sensíveis. “Não vejo grandes problemas em deixar esses dois itens para uma nova rodada. Um novo governo vem cheio de votos, com apoio de pelo menos 55 milhões de brasileiros. Tem condições de retomar os pontos que ficarem para trás. Diante da conjuntura atual, qualquer governo que entrar vai ter que fazer alguma coisa”, disse o especialista.


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24/06


2017

Apesar de Joesley, diminui nas redes o Diretas Já

O Globo- Ancelmo Gois

 

O movimento pela antecipação das eleições não empolgou até agora. As pessoas estão apáticas.
 
Apesar de Joesley Batista ter dito que Michel Temer é o chefe “da maior e mais perigosa organização criminosa”, não aumentou, nas redes sociais, o engajamento na campanha por eleições diretas.
 
Em mais de 790 mil tuítes sobre a crise política, desde sábado passado, o movimento “#DiretasJá”, segundo a FGV/DAPP, teve menos de 30 mil menções. Para se ter uma ideia, quando a primeira gravação de Joesley vazou, foram mais de 190 mil pedidos por “diretas” em só três dias.
 
Para o sociólogo Marco Ruediger, diretor da FGV/DAPP, isso indica certo desalento da sociedade em relação à não resolução da crise.
 
— A questão é: por quanto tempo essa frustração ficará contida?


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Petrolina | Sao Joao

24/06


2017

Situação de Aécio: tucanos sem rumo

O Globo - Coluna Poder em Jogo

Por Amanda Almeida

 

Lideranças tucanas tentam encontrar a saída para a crise enfrentada pelo partido depois das denúncias contra seu presidente afastado, Aécio Neves. Políticos experientes, marqueteiros e consultores estão sendo ouvidos por caciques da legenda. A preocupação é também com a chuva de ataques que parlamentares do PSDB estão sofrendo nas redes sociais pela manutenção do apoio ao governo Temer.

Especialistas consultados por líderes tucanos insistem que a sigla tem de se preocupar prioritariamente em blindar seus presidenciáveis do desgaste. Hoje, os nomes mais fortes são o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, João Doria. A recomendação é que os dois se mantenham distantes das reuniões dos tucanos sobre a permanência ou não no governo.


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Flamac - 1

24/06


2017

Brasil: o descrédito das CPIs

Foto: João Quesada | Agência O Globo

O Globo - Coluna de Lauro Jardim

Por Guilherme Amado

 

Em 2015, o deputado Bebeto, do PSB da Bahia, apresentou um requerimento na CPI do BNDES com o seguinte teor:

"Requer seja submetido à deliberação do Plenário desta Comissão Parlamentar de Inquérito o pedido ora formulado de CONVOCAÇÃO, para prestarem depoimento a esta Comissão, na condição de testemunhas, dos Srs. Wesley Batista e Joesley Batista, principais acionistas da JBS."

O texto foi sumariamente arquivado, sem passar pela apreciação da comissão.

Só agora, depois que os donos da JBS delataram Michel Temer e meio Congresso, os deputados, muitos dos que se calaram em 2015 na CPI do BNDES, querem investigar a JBS. Depois se perguntam por que a CPI como mecanismo de investigação caiu no descrédito.


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Banner - Hapvida

24/06


2017

Governo Temer: tucanos no limite

Folha de S. Paulo - Por Painel

 

Mesmo os tucanos que trabalharam pela permanência do PSDB no governo Temer já admitem que não dá mais para segurar os dissidentes. A expectativa é que logo depois da votação da reforma trabalhista no plenário do Senado, o partido desembarque de vez.
 
Bumerangue A pressão das siglas da base para que Temer se antecipe e desaloje os tucanos irritou ainda mais a ala que defende a ruptura. Hoje, 15 dos 46 deputados não votam com o governo.
 
Não mexa aí Senadores do partido afirmam que uma eventual retaliação do governo a Eduardo Amorim (PSDB-SE), que votou contra a reforma trabalhista em comissão do Senado, soaria como um ultimato pelo rompimento.
 
E não é? O PSDB diz que a exoneração de indicados pelo senador a cargos no governo poderia passar a impressão de que a sigla é fisiológica.


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ArcoVerde

24/06


2017

Dezessete presos fogem da cadeia em Agrestina

Policial Militar que fazia a guarda da unidade prisional foi agredido e levado ao Hospital Regional do Agreste. Nenhum preso foi recapturado até o momento.

Agrestina - Foto: site da prefeitura de Agrestina - http://www.agrestina.pe.gov.br/

Do G1 Caruaru

 

Dezessete presos fugiram na noite de sexta-feira (23) da cadeia de Agrestina, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Militar, os detentos renderam um PM, que fazia a guarda da unidade prisional, e depois saíram.
Ainda segundo informações da Polícia Militar, o policial foi agredido e encaminhado ao Hospital Regional do Agreste, mas passa bem. Nenhum preso foi recapturado até a publicação desta matéria.


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Supranor 1

24/06


2017

Festa de São João anima Noronha

Do G1 – Por Ana Clara Marinho

 

O forró foi o ritmo que comandou a animação nessa sexta-feira (23), véspera de São João, emFernando deNoronha.  O arraial foi montado no Porto de Santo Antônio. No palco se apresentam Felipe França e o grupo Noronha na Roça, Pau no Xote e Nádia Maia.

O Porto ganhou novas barraquinhas padronizadas para o comércio de comidas típicas e bebidas. “Ficou mais organizado, maravilhoso, facilitou muito meu trabalho”, disse Francisca da Silva”. “A barraca é bonita, está muito boa, gostaria de trabalhar com essa barraca em frente ao fórum”, falou Ednaldo Santos. “As barracas ficaram lindas, a feirinha ficou melhor”, avaliou Rosângela Nascimento.

A quadrilha Noronha Matuta também era uma atração esperada (fotos abaixo). O enredo falava da traição da noiva, a tentação do diabo e o perdão do noivo. “Não é por conta de uma gaia que a gente vai deixar a nossa mulher”, contou o noivo Ronny Santos. “Eu me arrependi, eu quero meu noivo, seremos felizes para sempre”, disse a noiva Sandra Santos. “Nós falamos sobre o bem e o mal,  contamos a história de um cordel”, afirmou o diabo Alexandre Henrique.

Os moradores e turistas aprovaram a festa junina. “Eu sou do Recife, vim passar o final de semana em Noronha, gostei muito da festa”, falou a turista Luciana Santos. “A festa está ótima, gostei das atrações e mais ainda da quadrilha”, disse a moradora Angélica Lima.

Na noite deste sábado (24), tem mais. A feste se repete no Porto de Santo Antônio, a partir das oito da noite,  com apresenções de quadrilhas, Márcio Moreno e Daniel, Pau no Xote e Dudu do Acordeon.  A programação está sendo promovida pelo Governo do Estado.


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Garanhuns 14/06/17

24/06


2017

Agentes encontram revólver com detento no Cotel

Arma foi encontrada na manhã da sexta-feira (23), no Centro de Observação e Triagem Professor Everaldo Luna, em Abreu e Lima.

Revólver calibre 38, além de cinco munições, foi encontrado dentro do Cotel (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Do G1 – PE

 

Uma arma foi encontrada dentro do Centro de Observação e Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife, na manhã da sexta-feira (23). De acordo com o Sindicato dos Agentes Penitenciários de

Pernambuco (Sindasp-PE), o revólver calibre 38, além de cinco munições, foi encontrado com um detento em um dos pavilhões do local.

Procurada pelo G1, a Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) informou que a arma foi encontrada após um trabalho de inteligência. O detento e o revólver foram encaminhados a uma delegacia não informada pela pasta na sexta (23).

Ainda de acordo com a Seres, vem sendo apurada de que maneira a arma entrou no Cotel. Por questões de segurança, o órgão não pode informar quando serão realizadas novas revistas no local.

Reincidência

Em setembro de 2015, outro revólver calibre 38 com cinco munições intactas foi encontrado no Cotel. Na época, a arma foi localizada por agentes de segurança penitenciária escondida em um saco preto, na área externa dos pavilhões.


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Mobi Brasil 4

24/06


2017

Ministro chama de pós-verdade saída de Daiello da PF

Segundo jornal, Torquato Jardim disse a sindicalistas que trocará diretor-geral. Notícia 'não corresponde à realidade', afirmou ministro. Mesmo assim, à imprensa, não assegurou permanência.

Torquato Jardim (de preto) durante pronunciamento ao lado do diretor-geral da PF, Leandro Daiello (Foto: Fernanda Calgaro / G1)

Do G1

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, fez neste sábado (24), na sede do ministério, um rápido pronunciamento sobre a eventual saída do delegado Leandro Daiello da direção-geral da Polícia Federal.

Na edição deste sábado, o jornal "Folha de S.Paulo" informou que, em reunião com sindicalistas na quinta-feira (22), Torquato Jardim disse que pretendia fazer mudanças na Polícia Federal, entre as quais a troca do diretor-geral. Na instituição, segundo a reportagem, a eventual substituição de Daiello é interpretada como uma tentativa de interferência na Operação Lava Jato.

Sem se referir à reportagem do jornal, Torquato, no pronunciamento, chamou de "pós-verdade" o "noticiário que está aí", mas não fez nenhuma afirmação assegurando que o delegado permanecerá no cargo.

Antes do pronunciamento, ao blog de Andreia Sadi, o ministro disse, por meio da assessoria, que Daiello fica. Ao blog, a assessoria informou que o motivo da convocação da imprensa para o pronunciamento do ministro era o anúncio da permanência de Daiello.

Durante a fala de Torquato, Daiello permaneceu sentado ao lado do ministro. Imediatamente após o pronunciamento, Torquato levantou e saiu, sem responder a perguntas sobre a permanência do diretor da PF, deixando Daiello sozinho diante dos jornalistas. Indagado se permanecerá, o delegado não respondeu.

'Absoluta harmonia'

"O Ministério da Justiça e a Polícia Federal fazem questão de expressar à sociedade brasileira a sua absoluta harmonia na condução das duas instituições. O noticiário que está aí é, para usar um termo moderno, a pós-verdade. Não corresponde à realidade, não constrói afabilidade e não ajuda a boa condução dos interesses públicos", disse Torquato Jardim.

Torquato Jardim destacou a "mais absoluta harmonia e camaradagem" entre ele e o delegado Leandro Daiello.

"O dr Daiello e eu temos trabalhado desde que aqui cheguei na mais absoluta harmonia e camaradagem, ambos igualmente comprometidos com a instituição Polícia Federal", declarou o ministro, que acrescentou na mesma fala: "Não estamos preocupados com personalidades. Estamos comprometidos com a instituição".


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Asfaltos

24/06


2017

Gravatá bate Caruaru em público mais uma vez

O São João de Gravatá bateu ontem, véspera de São João, mais uma vez, o público de Caruaru. Segundo a Polícia Militar, a capital do forró atraiu 38 mil pessoas, enquanto Gravatá, tendo como Leonardo como principal atração, arrastou 45 mil pessoas. Mesmo debaixo de chuva, a multidão não arredou o pé do Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar. A primeira banda a se apresentar foi Brasas do Forró que fez o público dançar para se esquentar no friozinho de Gravatá. Em seguida, subiu ao palco do São João bom de Gravatá a banda Forró Pegado, com seu repertório cheio de energia e descontração.

Um dos momentos mais esperados do show de Leonardo foi a homenagem ao seu irmão Leandro, que completou ontem 19 anos do seu falecimento. O prefeito de Gravatá, Joaquim Neto (PSDB), entregou no palco ao cantor Leonardo um quadro pintando pelo artista da terra, Cleuton Azevedo, que retratou uma das maiores paixões do cantor e tem um grande significado do município que possui um dos maiores criatórios de cavalo do Brasil.

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, prestigiou o evento ao lado do prefeito e elogiou a organização da festa."Gravatá volta a realizar grandes eventos e explorar o potencial turístico do município. Todo o estado de Pernambuco e do Nordeste só tem a ganhar com eventos deste porte, o prefeito Joaquim Neto está de parabéns por resgatar a economia do município e muito desenvolvimento ainda vem por aí. "A festa continua neste sábado (24) com apresentações a partir das 18h no Polo da Sanfona e no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar às 20h com apresentações da cantora Nanara Belo e Forró Santa Dose, Helder e Rodrigo e Mano Walter.


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Comentários

LUIZ MAIA

É PRECISO ACABAR DE UMA VEZ COM ESSES SHOWS DESCARACTERIZADOS DA REALIDADE CULTURAL DE NOSSA GENTE... POR TRÁS DESSA POUCA VERGONHA TEM MUITOS INTERESSES POLÍTICOS EM JOGO... PRECISA DAR UM BASTA SIM!


BM4 Marketing

24/06


2017

Ministro da Justiça diz que vai trocar o diretor da PF

O ministro, Torquato Jardim disse também que pretende reorganizar a instituição. Um dos nomes cotados para assumir o cargo ocupa o segundo posto na hierarquia da PF, o delegado Rogério Galloro, apontado por seus pares como um policial de perfil mais político

Folha de S. Paulo – Wálter Nunes e Mário Cesar Cavalho

 

Em reunião de 15 minutos com sindicalistas nesta quinta (22), o ministro da Justiça, Torquato Jardim, anunciou que fazem parte de seus planos promover duas mudanças na Polícia Federal: trocar o diretor-geral, que é uma espécie de fiador da Lava Jato, e colocar em outro órgão os funcionários que cuidam de funções que não têm relação com a atividade policial, como emissão de passaportes e controle de estrangeiros.

A saída do diretor geral, Leandro Daiello, é vista por seus pares como uma tentativa de interferir na investigação, o que o ministro nega.

Um dos nomes cotados para assumir o cargo ocupa o segundo posto na hierarquia da PF, o delegado Rogério Galloro, apontado por seus pares como um policial de perfil mais político.

A indicação de Galloro para o cargo foi feita pelo general Sérgio Etchegoyen, chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República), segundo a Folha apurou.

O general foi o responsável pela indicação do ministro da Justiça e do diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).

Etchegoyen e o ministro Eliseu Padilha, chefe da Casa Civil de Temer, são apontados como os principais articuladores da mudança na direção da PF.

Galloro assumiu a segunda posição na hierarquia da PF em junho de 2013 e tem pouca experiência com investigações. Antes foi adido da PF nos Estados Unidos, chefiou a diretoria de logística (2009-2011) e foi superintendente em Goiás (2007-2009).

MUDANÇAS

O anúncio das possíveis mudanças na PF foi feito em encontro realizado entre o ministro da Justiça e o presidente da Fenadepol (Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal), Sandro Avelar, além de outros três sindicalistas da federação e o diretor regional da ADPF (Associação dos Delegados da Polícia Federal) em Brasília, Luciano Leiro.

A reunião havia sido marcada para discutir a reforma da Previdência.

A manifestação do ministro sobre mudanças na PF causou surpresa nos sindicalistas. Ele disse que não estava preocupado com a troca do diretor-geral.

"Ao invés de aumentar os quadros, que estão aquém do ideal, o ministro quer tirar atribuições da Polícia Federal. Isso num momento como esse é complicado", diz o delegado Sandro Avelar, presidente da Fenadepol.

Hoje a PF tem cerca de 11 mil funcionários, entre delegados, agentes e escrivães. Os sindicatos calculam que seria necessário um quadro de 15 mil servidores para dar conta das atribuições da PF.

A separação das atividades de polícia administrativa é criticada por sindicatos porque eles consideram que essas áreas controlam informações estratégicas.

Desde o governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), ministros tentam retirar funções da PF, sem sucesso.

CONVERSA INFORMAL

À Folha, a assessoria do ministro disse que tem ótima relação com o diretor-geral da PF, mas não sabe se irá substituí-lo. Ele negou que haja planos de reestruturar a PF. Segundo Jardim, o tema foi tratado de maneira informal na conversa.

O general Etchgoyen nega que tenha feito indicações para substituir o diretor da PF.

O diretor-geral da PF disse em nota de sua assessoria que "é favorável a todo projeto que tenha como objetivo especializar o trabalho de inteligência e investigação já desenvolvido pelo órgão, e que representa a sua principal atribuição constitucional de polícia judiciária da União". 


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24/06


2017

Arcoverde: ator Fábio Assunção é preso por desacato

Em festa de São João, no Sertão de PE

Assessoria e advogado do ator não foram localizados para comentar o caso; ele ainda presta depoimento em delegacia de Arcoverde.

Do G1 Caruaru

O ator Fábio Assunção foi detido na madrugada deste sábado (24) em uma festa de São João em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. Segundo Wanderley de Carvalho, comandante do 3º Batalhão da Polícia Militar, o ator agrediu pessoas e desacatou policiais. Ele também teria quebrado um dos vidros da viatura em que foi levado.

Em nota, a Polícia Civil informou que Fábio está sendo autuado por dano qualificado ao patrimônio público, desacato a autoridade, desobediência e resistência à prisão. Ele será encaminhado para exames no Instituto de Medicina Legal e depois apresentado em audiência de custódia (veja íntegra da nota ao final do texto). Nessa audiência, um juiz avalia a necessidade de manter o preso atrás das grades durante o processo judicial.

De acordo com a PM, após se envolver em uma briga em uma festa de São João, no Pátio de Eventos da cidade, o ator foi levado para o Hospital Memorial de Arcoverde com ferimentos leves.

Na unidade de saúde, o ator apresentava sinais de embriaguez e teria discutido com funcionários do hospital. De lá, o ator voltou para o Pátio de Eventos.

Na festa, os policiais foram chamados por duas jovens, que disseram estar sendo ameaçadas por Fábio Assunção. Agentes tentaram levar todos para a delegacia, mas o ator ficou agressivo e se negou a entrar na viatura, de acordo com a PM. Ele precisou, então, ser algemado. "Ao ser colocado no xadrez da viatura, ele ficou ainda mais violento e quebrou o vidro traseiro do veículo", diz nota conjunta das polícias.

Segundo informações da Polícia Civil, o ator chegou à delegacia Regional de Arcoverde às 6h deste sábado. Por volta das 12h, ele ainda prestava depoimento à delegada Cristina Gomes. Também são ouvidas testemunhas.

Fábio Assunção estava na cidade para o lançamento do documentário "Eu sonho para você ver", produção realizada em parceria com a cineasta Pally Siqueira.

O Portal G1 procurou a empresa no Rio de Janeiro que assessora o ator, mas não obteve nenhuma resposta até a última atualização deste texto. Em Pernambuco, a reportagem também tentou localizar algum assessor de imprensa ou advogado de Fábio Assunção, mas não conseguiu. A família da namorada do ator, que é de Arcoverde, também não foi encontrada para comentar o caso.

Nota conjunta das polícias Civil e Militar

"A Polícia Militar informa que, na madrugada de hoje (24/06), foi acionada para mandar uma viatura para o Hospital Memorial Arcoverde. Lá, o ator Fábio Assunção, levado para a unidade por ter se envolvido em uma briga no Pátio de Eventos da cidade, teria ficado agressivo com as pessoas. Por isso, os funcionários da unidade chamaram a polícia. Ao chegar ao local, porém, a viatura não encontrou mais o ator e retornou ao Pátio de Eventos.

No caminho, os policiais foram acionados por duas jovens, que alegaram estar sendo ameaçadas pelo ator. Ao tentar levar as partes para esclarecer os fatos na delegacia, Fábio Assunção ficou agressivo e se negou a entrar na viatura, sendo necessário o uso de algemas para levá-lo. Ao ser colocado no xadrez da viatura ele ficou ainda mais violento, e quebrou o vidro traseiro do veículo.

Diante do exposto, a ocorrência foi encaminhada para a Delegacia Seccional. A delegada Cristina Gomes, que estava de plantão, fez a escuta de testemunhas. As ouvidas continuam até o momento. Fábio Assunção está sendo autuado por dano qualificado ao patrimônio público, desacato a autoridade, desobediência e resistência à prisão. Como o total das penas soma mais que três anos de reclusão, não cabe, no caso, o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Por isso, o ator será encaminhado para exames clínicos no IML e, posteriormente, apresentado na audiência de custódia."


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24/06


2017

Irregularidades em obras no DF e em 11 estados

Delações da Odebrecht

Em depoimentos, ex-diretores da empreiteira falam de pagamentos de propina, fraudes em licitação, formação de cartel e superfaturamento

Obra da Arena da Amazônia, em Manaus, foi superfaturada, segundo delatores (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Do  Portal G1

Os delatores da Odebrecht contaram ao Ministério Público Federal detalhes de um esquema que movimentou bilhões em propinas em grandes obras pelo país. Os depoimentos foram divulgados em abril; veja as íntegras. Segundo levantamento do G1, as irregularidades atingem projetos importantes no Distrito Federal e em pelo menos outros 11 estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia e São Paulo.

Ex-executivos da empreiteira revelaram pagamentos de propina a políticos e funcionários públicos, formação de cartéis para conseguir obras, fraudes em licitações, como a combinação de preços, e superfaturamento. Um dos instrumentos mais usados para elevar o valor das obras era a criação de aditivos no contrato, que faziam seu valor original multiplicar.

Encaminhados pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), os casos agora serão investigados pelo Ministério Público Federal dos respectivos estados.

Mesmo tendo consumido muito dinheiro dos cofres públicos, algumas obras ainda estão inacabadas. É o caso da usina nuclear Angra 3, no Rio de Janeiro, e a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco.

Em nota, a Odebrecht informou ser de responsabilidade da Justiça a avaliação de relatos específicos feitos pelos seus executivos e ex-executivos. "A empresa colaborou com a Justiça, reconheceu os seus erros, pediu desculpas públicas, assinou um Acordo de Leniência com as autoridades brasileiras e da Suíça e com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, e está comprometida a combater e não tolerar a corrupção em quaisquer de suas formas", diz nota da empresa.

Leia a reportagem completa na íntegra: Delações da Odebrecht citam irregularidades em grandes obras do


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