Dilma ainda refém do fisiologismo do PMDB por cargos

 Não há sintonia entre o PMDB e a presidente. Enquanto Dilma cumpre a obrigação de engolir as indicações do tipo Pedro Novais, lembrando-se também do episódio Wagner Rossi, de semanas atrás, o PMDB fornece evidências de importar-se muito pouco com as qualidades de probidade e competência que deveriam embasar suas indicações.   Não apenas na Agricultura,  antes, e no Turismo, hoje, fica clara a preocupação maior do partido  de ocupar fatias da administração federal para satisfazer seus caciques regionais, interessando-se menos pela performance de seus ministros.
                                                       
Não chegará a bom resultado esse distanciamento entre as metas da presidente, de eficiência no governo,  e os objetivos do PMDB, de tirar vantagem do  respaldo dado ao Executivo no Congresso. Um dia a corda arrebenta.  (Carlos Chagas)

Publicado em: 16/09/2011