A confraria das quintas em Brasília

Existem dados não oficiais que moram em Brasília cerca de 150 mil pernambucanos. Gente dos mais variados níveis da pirâmide econômica e social da corte. Já participei, na década de 90, dos alicerces da Casa de Pernambuco em Brasília, para copiar o pioneirismo dos cearenses com a Casa do Ceará, na 610 Norte.

Nunca prosperou, apesar da boa vontade de muitos pernambucanos que por aqui aportaram a partir da década de 80. Brasília é, na verdade, uma cidade cosmopolita, com sotaques arrastados de nordestinos e cantados de goianos e mineiros.

Eu vivi isso de perto quando repórter do Correio Braziliense e Jornal de Brasília. Hoje, o nosso embaixador em Brasília, Aristeu Plácido Junior, carimbou comigo e os amigos Armando Monteiro Bisneto, Alex Campos, José Meriderval e o famoso Zé da Perua, da sua nação de Limoeiro, o passaporte da criação da Confraria das Quintas-feiras.

O restaurante, escolhido pelo embaixador, não é uma Brastemp, mas já aprovamos em assembleia que a escolha do próximo restaurante caberá a Armando Bisneto, batendo continência aos seus 20 anos de alma candanga.

Em tempo: as inscrições estão abertas para a colônia pernambucana no DF. Mas copiando a Abin, a ficha passará pelo crivo do embaixador.

Publicado em: 21/11/2019