Sem falsidade

 No seu discurso de despedida do CNJ, conta Lauro Lauro Jardim na Veja, Eliana Calmon fez questão de citar e agradecer o apoio que recebeu de Gilmar Medes e Ayres Britto.Não falou, porém, o nome do ex-presidente que mais tempo ela teve de conviver no CNJ: seu desafeto Cezar Peluso.

Eliana foi substituida pelo pernambucano Francisco Falcão, que, para não ficar a reboque da antecessora, adotou também uma liguagem igulamente pesada, prometendo sarrafo nos ''''vagabundos'''' do judiciário, ressaltando que o estilo será outro, sem o ''bronbone'' adotado pela combativa ministra.

Publicado em: 07/09/2012