O Jornal do Poder


14/09


2020

O flagelo Gengis Khan

Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O Imperador mongol Gengis Khan, que se autoproclamava “um flagelo de Deus” e veio às trevas em nosso planeta no século 12, é considerado o patrono da guerra bacteriológica. O divertimento preferido dele era usar uma catapulta para lançar cadáveres nas muralhas do inimigo. Reza a lenda que ele avançou até na muralha da China e foi o maior conquistador de territórios da história. Também conquistou o coração de 500 esposas e concubinas. Em sendo boiola, conquistou o amor de muitos mancebos.

Alma penada, o espírito de Gengis Kahn foi perpetuado como memória do mal. Onde houver surtos, epidemias e pandemias, ele estará presente. Na Peste Negra, ocorrida século 15, quando foram dizimadas cerca de 150 milhões de almas, ele ficou felicíssimo.o bicho era amigo do peito da terrível bactéria Yersinia pestis, transmissora da doença. Ainda hoje essa miséria transmite a peste bubônica.

Discípulos de Gengis circulam livremente nos tempos de hoje. Nascem por geração espontânea nos estrumes da vida. Há indícios de que o “flagelo de Deus” era uma bactéria gigante em forma de gente. A saber. Qual a diferença entre um protozoário e um ser humano? Primeiro, tamanho não é documento. Bactérias microscópicas medem milionésimos de milímetros e são apenas visíveis em microscópios eletrônicos. Bactérias humanoides pesam arrobas e medem até 1 metro e 80 de altura.    

A política, a mídia, as artes, as universidades estão infestadas de bactérias e micróbios de vários gêneros sob a forma de humanoides. De humanos possuem apenas a carcaça e o esqueleto.

A saber, existem bactérias do bem. O corpo humano é um depósito de bactérias na pele, nos cabelos, nas tripas, nas mucosas, elas sempre trabalhando para fazer a digestão, proteger o corpo contra micróbios invasores, fortalecer o sistema imunológico.     

Até hoje nem 1 cientista conseguiu provar que uma excrescência comunista chamado Nicolas Maduro seja gente. Tudo indica tratar-se de um big coliforme com talvez 10 arrobas de peso. A bactéria Persinia pestis matou milhões na Eur-Asia, a bactéria Nicolas Maduro martiriza milhões na Venezuela.

O bode rouco corrupto é um vírus terrível que ainda hoje paralisa o cérebro dos devotos. A maioria dos devotos são anencéfalos, possuem apenas minhocas no cérebro.          

Noutros tempos, quando ainda não havia a Covid19 e mesmo sem conhecer esta terra dos arrecifes lendários, George Orwell apitou em tom profético na Revolução dos Bichos: “Doze vozes gritavam, cheias de ódio, e eram todas iguais. Não havia dúvida, agora, quanto ao que sucedera à fisionomia dos porcos. As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco”.

Nesta terrinha dos altos coqueiros e dos altos chiqueiros os porcos hoje respiram com ajuda de aparelhos superfaturados.  

*Jornalista. E-mail: joseadalbertoribeiro@gmail.com.


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Potencial Pesquisa & Informação


07/09


2020

A Revolta da Vacina

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Alvíssaras! Anunciada uma vacina para estancar o flagelo de doenças infectocontagiosas no Distrito Federal e em todo o País. Foi decretado o estado de sítio, medida autoritária considerada inevitável para o bom êxito da campanha de vacinação. As ruas pestilentas da cidade afugentavam os estrangeiros e mortificavam os nativos. Além das doenças foram constatados focos de inflamações políticas entre os micróbios.  

O pau cantou por conta da obrigatoriedade da vacina. A mundiça montou barricadas no Distrito Federal. O noticiário informa sobre centenas de prisões de desordeiros na Ilha das Cobras (RJ), dezenas de mortes, centenas de feridos e deportação de radicais para o território do Acre. Os desordeiros protestam contra a aplicação obrigatória da vacina.  Desde sempre os micróbios políticos causam discursos inflamados. Depois do quebra-quebra o estado de sítio foi suspenso e a obrigatoriedade revogada.   

 Túnel do tempo: Refiro-me à momentosa Revolta da Vacina, tempos da epidemia de febre amarela, surtos da peste bubônica e varíola, no inicio do século passado, no então Distrito Federal, Rio de Janeiro. Além das doenças, havia surtos de resistência política contra a ainda adolescente República, casos de amores mal resolvidos vindos da Monarquia extinta no final do século passado.

Nomeado pelo presidente da República, Rodrigues Alves, chefe da Diretoria de Saúde Pública, cargo equivalente hoje ao de ministro da Saúde, o médico sanitarista e cientista Oswaldo Cruz assume a missão heroica de erradicar as doenças.  O doutor Oswaldo pairava acima das mesquinharias políticas e inumanidades.

O Distrito Federal era uma cidade infectocontagiosa. As ruas viviam povoadas por ratos, mosquitos, piolhos, e também por  politiqueiros. A opinião pública, como sempre, era apenas massa de manobra, bovinos e equinos.   

Republicanos acusavam a vacina de ser monarquista. Os monarquistas rebatiam: é golpe. Havia borbulhas de amor pelo saudoso Imperador Dom Pedro 2º. Os oposicionistas propagavam: mais uma pessoa foi contaminada pelo mosquito republicano Aedes aegypti e a culpa é do presidente Artur Bernardes. Força, Aedes! Diziam os locutores.

Dia seguinte os republicanos rebatiam através das redes sociais nas rádios difusoras: o mosquito Aedes aegypti é militante das hostes monarquistas e divulga fake news. Em nome das true news informamos que a vacina contra a varíola, descoberta pelo Lorde inglês Edward Jenner em 1796, é uma conquista da humanidade e deve ser aplicada para erradicação de tal flagelo. Graças aos céus e ao cientista inglês a varíola foi erradicada do planeta em 1980.     

Vitória! O infeliz mosquito Aedes aegypti, transmissor da febre amarela, foi exterminado na época graças ao trabalho sanitário do doutor Oswaldo Cruz, benemérito da humanidade. Mas as autoridades sanitárias deram bobeira e o bicho ressuscitou nos tempos recentes, vindo a propagar a dengue. 

*Jornalista. E-mail: joseadalbertoribeiro@gmail.com.


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Banco de Alimentos


31/08


2020

Inseto comunista chinês provocou o dilúvio

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Assim se passaram seis meses desde o anúncio em março do dilúvio universal do Corona. O planeta se tornou pecaminoso e Noé decretou o dilúvio. Os supremos sacerdotes decidiram que as criaturas humanas e as criaturas desumanas estavam proibidas de sair de casa, de trabalhar, de namorar, estavam proibidas até de respirar, para a salvação do planeta.

Depois de mim, o dilúvio, disse o inseto comunista chinês. Noé enviou a pomba da paz para saber se o inseto comunista chinês havia morrido afogado. A pomba gira nas montanhas de Ararate do horizonte e até hoje não voltou.     

As águas rolaram e os senhores reis governadores e prefeitos haviam dito que quem estivesse na rua seria preso, quem estivesse na cadeia seria solto. Assim seria instalada a ditadura Covidão. Se alguém ousasse duvidar das verdades universais seria estraçalhado pelos patrulheiros do ódio do amor. Se você criticar a ditadura do Covidão será censurado em nome da liberdade de expressão.

Nesse tempo paralítico o mosquito da dengue foi revogado por falta de ibope. Não existe um só mosquito nos ares, nem para fazer remédio. Também foram revogados os mosquitos transmissores de enfarte cardíaco, transmissores de câncer, os mosquitos transmissores da Aids e da conjuntivite na vista. Somente restaram os malditos besouro chineses transmissores da Covid-19.

Saudades do mosquito Aedes aegypti, bastava um simples repelente. Zeus nos livre de ter saudades dos bichos responsáveis pela Aids, mas a doença causava menos pânico na população. Atualmente até as antenas de televisão transmitem, no horário nobre, o micróbio. Especialistas recomendam o uso de máscaras e camisetas de Vênus na hora de assistir televisão.

Os leitões, bacorinhos, barrões, porcos-espinhos, suínos em geral ficaram muito felizes com a compra milionária de respiradores, e sem licitação. As pocilgas estão em festa. Oinc, oinc!

Ditadura Never More, dizem os corifeus do Covidão. Referem-se à qual regime autoritário: a ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas de 1937 a 1945; à ditabranda civil-militar de 1964; ou ao Ato Institucional 5 de 1968?

Ditaduras e vírus são mutantes, “nada do que foi será do jeito que já foi um dia”, a nova onda agora é a “ditadura democrática” do Covidão, como uma onda no mar. Tanques de guerra do passado são brinquedos obsoletos. A ditadura democrática é na canetada.

Governadores e prefeitos oposicionistas agem de má fé, deliberadamente, para sabotar as atividades econômicas, prejudicar a população e jogar a culpa no governo federal. Usam o nome da ciência em vão. Mesmo sem ser uma brastemp, o governo do capitão se dá ao luxo de a cada dia hostilizar e preterir aliados, na crença soberba de que ele será reeleito no piloto automático. Oh, ilusão!

Somos cobaias de experimentalismos científicos e aventuras de poder. Usam o nome da ciência em vão. Mais fácil é exercer o autoritarismo e decretar o isolamento radical. Mas, o isolamento também mata. A mídia dos grandes veículos exerce o ministério das verdades absolutas. As estatísticas são manipuladas nos laboratórios dos poderes da mídia e dos diários oficiais.

*Jornalista


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24/08


2020

Ano 2022 já começou

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O tempo voa e o ano 2022 já começou. A ambição pelo poder atropelou o tempo. O capitão já está em campanha para a reeleição. Aliás, sempre esteve em campanha, desde quando tomou posse no cargo.

O ano 2022 começou antes de 2020 ter acabado. Este ano já dura uma eternidade e ninguém sabe quando vai acabar. O Natal e o Réveillon estão suspensos no ar.

A reeleição cavalga a bordo do voucher-600, o 6centão. As oposições decretaram o terceiro turno, o quarto turno. Mais ainda haverá prorrogação e cobrança de pênaltis. Prá cima do pescoço e prá baixo do pescoço, inclusive na região dos países baixos, tudo é canela.

A delicadeza em pessoa, o capitão adora pisar na bola. Mais adora pronunciar palavras do baixo escalão, dos escalões punk, funk e fuck. E lança beijos para os bovinos da sua torcida. Quem é bovino não raciocina, apenas rumina. São as manadas de bovinos furta-cores e os zumbis da seita vermelha corrupta. Ambos são criaturas anencéfalas.   

O voucher600 é passaporte para a reeleição. Na seita corrupta do cordão encarnado e no cordão furta-cores, este é o reinado das bolsas e dos bolsos furados. Os corruptos furam os bolsos de todos os brasileiros e os planos de saúde furam os bolsos da classe média.  

O esquadrão Covidão dos prefeitos e governadores mamadores quer prorrogar o ano 2020 até a eternidade, ou até a última gota de recursos do governo federal. Se o vírus existe, todas as patifarias são permitidas, com respiradores, sem licitação e sem vaselina, do jeito que o diabo gosta.

Dá licença, Seu Vírus! Este ano haverá eleição municipal. Os candidatos bolsonaristas ainda não pontuam nas pesquisas. São apenas uma vírgula. A ideia é esquentar o nome de olho nas futuras eleições estaduais. Existem batalhões de candidatos a suplente de vereador.

Entidade intermediária entre o céu e a terra, os demiurgos que habitam as torres de marfim, eles apresentaram cartão vermelho e impediram o capitão de atuar nos lances do Covidão em que prefeitos e governadores fabricam estatísticas de óbitos para abocanhar os milhões de denários do governo. O time dos 11 demiurgos é onipotente e onipotente reina inconteste nesta República monarquista.

Maia é matador. Mata a medida provisória no peito, beija a pelota, dribla um, dribla dois, dá um banho de cuia. O capitão não vê  nem o azul das medidas provisórias enviadas ao Congresso.

No gramado paralelo os demiurgos e os potentados beijam-se e abraçam-se e confraternizam no objetivo de desmoralizar e destruir a operação LavaJato, que enfrentou a hecatombe de corrupção do Petrolão. O que fazer com os bilhões de denários roubados e recuperados? Devolver aos corruptos? Punir o juiz Sérgio Moro a pretexto de formalismo, mais que um escárnio, é surrealismo.

Petrolão de ontem e Covidão de hoje exibem os tentáculos das tenebrosas transações de todos os matizes ideológicos.

*Jornalista


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17/08


2020

A soberba é má conselheira

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Tempos idos aconteceu a onda vermelha. O Titanic vermelho naufragou, deixou uma tragédia de 12 milhões de desempregados, recessão feroz e degradação em todos os cantos onde canta o carcará e onde cantava o sabiá. Alvíssaras! O capitão havia sido aclamado para fazer a travessia do mar vermelho. Como uma onda no mar, azuis, brancas, multicores, furta-cores, sucedem-se novas ondas a cada temporada.

Todo poder é efêmero, ensina a proverbial sabedoria. E a soberba é má conselheira.

O capitão foi eleito para evitar que a seita vermelha criptocomunista levasse o Brazil a mergulhar nas trevas de um regime tipo a Venezuela ou Cuba, o que já estava a caminho, um perigo real e não apenas imaginário, e para fazer a travessia do mar vermelho. Sempre convém lembrar que o comunismo é um vírus mutante e continua vivo.

Não se vislumbra no messias a essência das virtudes humanas.

A popularidade de hoje é nuvem passageiro por conta dos 600 papagaios. Amanhã a conta vai chegar. A sangria no orçamento da União é imprevisível.

Desde quando aconteceu com o presidente do PSL, deputado Luciano Bivar, e outros mais ou menos votados, sucedem-se as marolas de hostilidades e desagregações nas hostes governistas. Que onda é essa? São as ondas da soberba. Alguns tripulantes das caravelas esquecem, ou fingem esquecer, a sentença proverbial de que todo poder é efêmero.

Bolsonaristas-raiz e bolsonaristas-nutela farão o teste da boca das urnas nas eleições deste ano. Vejamos se irão testar positivo ou testar negativo. Até agora o partido Aliança testou ausente na Justiça Eleitoral. Certamente é inédito na história da República o presidente não ter um partido para chamar de seu. Significa também nota zero em termos de eficiência e articulação política.

Decorridos 1 ano e oito meses de governo, até agora os aliados das bases municipais contam com zero deferência das esferas federais. A nova desculpa é a pandemia.

Os bolsonaristas-raiz beijam as quatro estrelas do vice-presidente general Hamilton Mourão. Os bolsonaristas-nutela tocam os acordes do sanfoneiro da Embratur, Gilson Neto. Os deputados Marco Aurelio e Alberto Feitosa estão na área e se digladiam para conduzir a tocha olímpica do bolsonarismo.

A turma da sanfona declara, alto e bom som, que o comandante em chefe da Embratur não tem tempo para atender os aliados porque está compondo uma partitura para ser ministro do Turismo, quem manda no governo são os caras do Centrão e a caneta do próprio sanfoneiro está sem tinta. E mais, quem continua mandando na  comunicação do governo são as esquerdas, e o capitão sabe disto, priu.

De um lado prefeitos e governadores corruptos do Covidão torturam os cofres públicos através de contratos milionários com e sem licitação. Do lado direito o governo revela-se capaz de empenhar a última joia da coroa em favor do Centrão para tentar a reeleição. Em matéria de barganhas espúrias muda tudo para continuar como antes. Assim não dá para ser feliz.


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10/08


2020

Televisão transmite vírus, cobras e lagartos

José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Sinto-me um felizardo por não dispor de aparelho sanitário de televisão em minha choupana. Verdade, não sinto nenhuma falta, nem falta de ar. Incrível, o sinhozinho apresentador da televisão dos glóbulos vermelhos exibe os 100 mil óbitos da Covid como se fossem troféus da copa do mundo de futebol.

Os raios emitidos pelos aparelhos de TV, especialmente através do canal 13, transmitem micróbios, venenos, toxinas, cobras e lagartos. Aquele “Boa noite” do apresentador Zé do Bonner contém uma carga viral descomunal. Se os brasileiros deixassem de assistir televisão durante uma semana o vírus seria revogado por falta de ibope.   

Foi proclamado em editorial que a tragédia poderia ter sido evitada. Como?! Seja dito. Quando o vírus já circulava, em fevereiro deste ano e desde dezembro 2019, as multidões foram convocadas pelo império global para se esbaldar na gandaia do carnaval.

As surubas do programa big coliforme Br rolaram a torto e a direito no final de fevereiro. Apologia da vagabundagem explícita, o programa dissemina também o vírus da imbecilização coletiva. Essa gente testou negativo para dar lições de moralidade ao Brazil.

Monarca da República dos bandeirantes, o poderoso Dória teria comandado os vírus para causar o maior número de mortes na Pauliceia Desvairada? Recordista em superfaturamentos cariocas, o governador Witzel pode ser acusado pela tragédia no Rio de Janeiro?

Herdeiros desta Capitania hereditária, Paulo Camarada e Geraudo Covid Julho seriam responsáveis pelo grande número de óbitos na Nova Lusitânia e nesta terra dos altos coqueiros?

Zeus nos livre de chamar estes governantes de genocidas, porque seria uma infâmia e uma falsidade intelectual. Isto, mesmo sabendo que por decisão supremacista da justiça os governadores e prefeitos foram incumbidos de implantar as medidas de prevenção e de combate contra a pandemia. Ao menos no capítulo dos contratos milionários sem licitação os grandes goelas, tamanho GG, deitaram e rolaram, e não estão sendo chamados de genocidas.

O parto eleitoral de 2018 livrou o Brazil da ameaça mais terrível, de se tornar uma dinastia vermelha sob o comando da cleptocracia, à moda de Cuba e da Venezuela. Ainda assim as instituições continuam infestadas pelos vírus criptcomunistas, na mídia, nas universidades, nas artes, no judiciário, em todos os cantos onde cantão carcará. A esperança, ou expectativa, é de que o novo governo seja maior que as infestações milicianas da periferia. Ou do contrário, será a ascensão e decadência da república verde-amarela.

Em meio às controvérsias, personagens das guerrilhas municipais em Recife assanham-se para compartilhar o legado político do capitão. O deputado Marco Aurélio é amigo de fé, escudeiro do vice-presidente General Hamilton Mourão e aliado leal, de primeira hora, do capitão.  Marco vem de uma trajetória ascendente na política e possui a marca de ser agregador.

*Jornalista


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Comentários

Fernandes

Quantas vidas seu voto no Bozo vai continuar a matar ?




03/08


2020

Efeito Orloff: hoje é o dia seguinte

Por José Adalbertovsky Ribeiro

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Hoje é amanhã. Hoje é o dia seguinte. Eis o efeito Orloff da pandemia. Haverá o legado da ditadura AI-Covid19.  A pandemia nacional de corrupção é um dado de realidade. Os cofres públicos foram torturados em progressão ampla, geral e irrestrita. E ainda estão sendo torturados, amplamente, irrestritamente, disfarçadamente.

Se Deus não existe, tudo é permitido. Se o vírus existe, tudo é permitido. O vírus é herege. A corrupção é uma heresia.

O efeito Covid-19 é o amanhã das falências, fechamento de empresas e desemprego. O efeito Orloff, o efeito Pitu, o efeito carraspana, o efeito ressaca moral está na terra e está na atmosfera.   

A culpa é do vírus, dirão. O micróbio é pretexto. O bicho deu uma mãozinha e a pandemia de corrupção, incompetências no meio, dobrou a meta da bagaceira. Uma mão lava a outra. Uma mão suja a outra, do jeito que o diabo gosta e Zeus consente.  O diabo também usa máscaras para disfarçar.

Liberem-se as drogas, as marijuanas, os alcaloides, as cocaínas, anfetaminas, estricninas, heroínas, as propinas. Somente não pode ser liberada, segundo os vermelhos, a cloroquina, por ser uma droga conservadora, tem efeito colateral, bilateral, multilateral, pode até curar. Os curativos da direita, politicamente incorretos, são proibidos, causam efeitos colaterais conservadores. Os devotos da seita vermelha vivem sob efeitos delirantes, acreditam nas próprias mentiras.

O coração do Brazil está divido entre a cloroquina e a OMS, e não haverá trégua. Os radicais vermelhos impõem seus sofismas e os conservadores baixam a crista.

Isto é incrível, dois potentados da República se deixam arrebatar por um maloqueiro chamado de influenciador digital, semianalfabeto de nascença. Não por acaso os estudantes brasileiros ocupam posição abaixo da camada de pré-sal do intelecto, no exame aplicado pela OCDE – Organização para a Cooperação de Desenvolvimento Econômico, órgão da ONU. São esses indigentes intelectuais que elaboram e aplicam as leis que nos governam.        

Em nome da memória e da verdade histórica deve ser sempre e sempre lembrado que a dinastia da seita vermelha deixou uma herança nefasta de 12 milhões de desempregados e degradações culturais em todos os cantos onde canta o carcará. Convém exercitar nossa memória de elefante para avisar: seita vermelha, never, jamais.  

Ó complacente democracia, quantas patifarias são cometidas em teu nome! Os energúmenos e corruptos de todos os naipes hoje adoram a nova versão da democracia, qual seja a ditadura do AI-Covid19. Dá para desconfiar. Eu não beijo as flores desses falsos democratas.


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27/07


2020

Cidadão maloqueiro foi preso em primeira instância

Por José Adalbertovsky Ribeiro

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Cena urbana, ou rurbana: um cidadão maloqueiro, idade presumível 17 anos, velocidade de atleta queniano, dá um bote na cintura de um cidadão ordeiro e pacífico proprietário de um lindo Smartphone, comprado em 10 módicas prestações pelo crediário tentação e cuja operadora oferece 10 Giga free de Internet porque adora os clientes. Depois de expropriar o celular, o cidadão meliante saiu correndo em disparada na avenida como se estivesse participando de uma  corrida da São Silvestre.

Representantes da sociedade civil montaram uma força-tarefa para recuperar o Smartphone inteligente e prender o cidadão maloqueiro em primeira instância. A força-tarefa foi formada por um comendador, um cidadão gerente, um cidadão maconheiro, um cidadão grevista, um cidadão ginecologista e um cidadão do sexo triplex. Pega-mata, esfola, o cidadão maloqueiro perdeu a corrida de São Silvestre e foi imobilizado.

“Teje preso, cidadão meliante”, declarou um guarda cidadão.. Além de preso, o cidadão maloqueiro levou uma camada de pau em primeiríssima instância.

A linda avenida havia sido reurbanizada a um custo de pechincha de 15 milhões de denários, cash, para comemorar os contratos milionários sem licitação por conta da Covid e recepcionar os cidadãos pagadores de impostos e multas de trânsito desta Nova Lusitânia.

Ao iniciar sua delação premiada na delegação, o cidadão maloqueiro falou: “Todos são iguais perante a lei”. O cidadão delegado quase morreu de rir. Inspirado na cartilha dos garantistas, o cidadão maloqueiro jurou ser inocente até o trânsito em julgado na nonagésima instância e disse que estava sendo privado dos direitos e liberdades fundamentais preconizados como cláusulas pétreas na Constituição Cidadã de 1988. Conta outra piada, disse o cidadão escrivão.

Flash para São Paulo. Sua alteza um juiz  maloqueiro deu uma carteirada num cidadão guarda de trânsito numa praia no litoral de São Paulo. E mais, deu um esculacho no guarda. Chamou de analfabeto de nascença, burro, ignorante, recolha-se à sua insignificância! Bobagem. A carteirada é o de menos.

Todo mês sua alteza dá uma carteirada na cara da sociedade, de 40 mil, 50 mil, 60 mil, de tempos em tempos uma carteirada acumulada de 300 mil, 400 mil, férias acumuladas, auxilio paletó, auxilio moradia, auxilio caneta, auxílio cueca, auxilio barba, cabelo e bigode.

O juiz maloqueiro que dá um esculacho no cidadão guarda de trânsito e o cidadão meliante que dá um bote no celular dos transeuntes são faces cruéis da moeda Brazil. O juiz maloqueiro dá carteiradas no atacado. O cidadão maloqueiro dá botes no varejo.

Se der bobeira, o cidadão maloqueiro será preso. Se o juiz maloqueiro der bobeira, será aposentado compulsoriamente, com salário milionário e todos os louvores.


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20/07


2020

Prefeitozinho dá carteirada no presidente da República

Por José Adalbertovsky Ribeiro

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Reza um primado das civilizações: as nações se unem diante das guerras e das ameaças externas. Assim acontece desde os tempos dos gregos e dos troianos. Falso. O Brazil está em guerra consigo mesmo. Os radicais vermelhos dizem: Força, vírus!

Rogaram praga de urubu para o presidente adoecer. Quando ele contou que foi pego pelo vírus, falaram “ai que mentira que lorota boa”, que era propaganda da Cloroquina.

Surgiu uma bendita curva, ou malsinada curva. Se a curva esmorece, o mérito é dos governadores e prefeitos. Se a curva arremete, a culpa é do capitão. E toca a guitarra das compras milionárias sem licitação, pois se a epidemia existe tudo é permitido.

Governadores e prefeitos municipais mandam mais que o presidente da República em matéria de epidemia, por decisão da Justiça. Um prefeitozinho pode dar uma carteirada, tipo: “Presidentezinho da República, você sabe com quem está falando?! Recolha-se à sua insignificância! Se reclamar eu mando um guarda municipal enquadrar você”.  E o capitão terá que baixar a crista.

Alvíssaras! Nesta Nova Lusitânia o governador e o prefeito entenderam, depois de cinco meses de sofrimento, desde março, que o Oceano Atlântico é pacífico e resolveram liberar as praias e os parques. Os banhistas agora estão livres para serem devorados pelos tubarões, menos mal que serem devorados pelo vírus.

A palavra genocida é uma das mais infamantes da língua portuguesa. Refere-se a criminosos de guerra, a quem promove o extermínio de povos e nações. Está sendo usada pela esquerda ortodoxa e seus devotos contra o presidente de modo leviano e banal.

Não se trata apenas de banalizar as palavras, é desonestidade intelectual de caso pensado. Recomendar o remédio Cloroquina em busca da cura seria crime contra a humanidade?

Se o colunista Hélio da Foice de S. Paulo tem o direito de proclamar a morte do presidente da República em nome do “ódio do bem”, significa que liberou geral, tudo é permitido. Adelio Bispo adorou o artigo de Hélio e tudo indica que será contratado como articulista da Foice, quiçá da Globonews. Vai dar o maior ibope. 

Uma colunista pig de O Globo todo dia demite os ministros da Saúde e do Meio Ambiente. Falta apenas publicar no Diário Oficial. Isto é incrível, assim entende a mídia tendenciosa, o presidente da República continuar com a prerrogativa de nomear e demitir ministros, ao invés de ser esta uma atribuição do apresentador do Jornal Nacional e do editor da Folha de S. Paulo.    

A inversão de valores faz parte da onda do “duplipensar” politicamente correto.


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13/07


2020

Geraudo Covid proíbe o Oceano Atlântico

Por José Adalbertovsky Ribeiro

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Na lógica de um energúmeno vermelho ao proclamar, em nome da liberdade de maldição, “Por que torço para que Bolsonaro morra”, liberou geral, tudo é permitido. Em nome do duplipensar de George Orwell, está lançado o “ódio do bem” para desejar a morte do presidente. A seita vermelha hoje é uma realidade no Brazil e os seus devotos morrem de amor febril em louvor do guru bode rouco.

O AI-Covid19 provou que é fácil implantar uma ditadura nesta pinóia. Basta uma canetada de prefeitos e governadores. Os bovinos equinos obedecem. A mundiça da seita vermelha continua ditando o catecismo politicamente correto. As nações se unem diante das guerras e ameaças externas, reza uma sentença clássica. Errado. O Brazil entrou em guerra consigo mesmo diante da ameaça da pandemia.

Se você mergulhar no Oceano Atlântico em Boa Viagem em direção à África, será preso em primeiríssima instância por sua excelência um guarda geraudinho. Se mergulhar na avenida a uma velocidade de 40 km/h será esfolado por um ditador do Bptran. É proibido mergulhar no Oceano Atlântico, mas não é proibido mergulhar nos formigueiros humanos do metrô e dos ônibus.

Também é proibido navegar na pista dos parques, onde o oxigênio circula livremente sem pedir licença ao prefeito Geraudo Covid ou ao secretário João Epaminondas Braga. O pagador do IPTU-2021  está liberado apenas para consumir os odores, as catingas e os cheiros da freguesia na super lojas tipo Atacadão e Ferreira Costa. Impossível entender a lógica de Geraudo Covid de liberar o mega comércio de lojas e proibir o micro comércio de restaurantes e lanchonetes. 

Recife, capital do Nordeste, zil-zil! Isto é passado. O novo lema: cidade lendária, capital das operações da Polícia Federal.      

“O amor nos tempos do cólera”, do genial Gabriel Garcia Marques, o Coronel Buendia lançava tiros de canhão nos ares para exterminar o vibrião colérico. O prefeito Geraudo Covid proíbe o Oceano Atlântico com medo do Coronavirus. Geraudo Covid é o novo Coronel Buendia.

Um passarinho me contou que neste tempo de conchamblanças e respiradores, Joãozinho da madeira e Geraudo Covid estão se estranhando. Joãozinho é genista e Geraudo é mandão. Noutros tempos João do bigode elegeu João sem bigode e quis fazer dele uma marionete. Os dois emendaram os bigodes e ainda hoje estão intrigados. O infante de Casa Forte não quer ser feito de marionete.  

A mando de governadores e prefeitos arbitrários, micros ditadores de quarteirão agem de modo deliberado para aterrorizar pequenos e médios empresários e torturar a economia. DNM – ditadura nunca mais, é slogan politicamente correto, a menos que seja a ditadura do AI-Covid19.


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Comentários

adalberto ribeiro

Os caras estão dizendo que sou Analfa porque escrevo GERAUDO com U. Desculpa, eu não sei ler




06/07


2020

2020, o ano que não quer acabar

José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – 1968, o ano que não terminou, dizia a crônica política da época por conta do famigerado Ato Institucional 5. Oficialmente, o ano de 1968 acabou em 1979 na onda da anistia e da reabertura democrática ampla, geral e irrestrita. Ainda hoje as esquerdas empedernidas dizem que 1968 não acabou e querem reescrever a história. Aliás, no Brazil a história é sempre escrita e reescrita pelos perdedores.

Na verdade, o ano 1968 acabou em meados dos anos 1970, quando o regime militar autoritário começou a se desmilinguir. A guerrilha do Araguaia, as guerrilhas urbanas e os focos de luta armada realimentaram a repressão e a longevidade do AI-5 e do ano 1968.

Imaginem quanto tempo vai durar este ano 2020 da ditadura AI-Covid19! Já está durando uma eternidade. Os dias não passam. As noites não passam, a quarentena não passa. A quarentena de 40 dias já está durando três meses, quatro meses, cinco meses.

Os cofres públicos estão sendo torturados e respiram com ajuda de aparelhos superfaturados. São centenas de milhares de denários dependurados nos pau-de-arara dos contratos sem licitações.  Existem cofres públicos mortos e desaparecidos pelos efeitos da ditadura do AI-Covid19.

A ditadura do AI-Covid19 promete se prolongar no espaço. O tempo parou no tempo. A curva do decesso das mortes parou na linha do horizonte, enquanto houver verbas federais. O estrago é grande e o ano 2020 vai demorar para acabar.

Haverá castigo para os torturadores dos cofres públicos? Em sendo politicamente corretos de esquerda, reivindicam anistia ampla, geral e irrestrita para seus pecados capitais. Se o vírus existe, tudo é permitido. Não existe pecado abaixo da linha do Equador do Covid.

Disse e repito mil vezes se necessário: o desmantelo das ditaduras, além do ditador-raiz, são os inspetores de quarteirão. Exemplos: as barracas da orla de Boa Viagem estão abandonadas e depredadas. Mesmo assim suas excelências os fiscais geraudinos da ameaçam os barraqueiros que comparecem ao local e tentam sobreviver.

Cena da vida real, sexta-feira pela manhã: fiscais da Secretaria de Mobilidade(Paralisia) Urbana da PCR ameaçaram multar e recolher mercadorias (frutas e legumes) de feirantes/barraqueiros no entorno do Parque da Jaqueira. Disseram que estavam cumprindo ordens do prefeito Geraudo Covid Julho e do secretário João Epaminondas Braga. As pessoas que assistiram à cena ficaram revoltadas e dirigiram impropérios ao prefeito Geraudo Covid, inclusive eu, modéstia à parte. O nome disto é mandonismo, autoritarismo, ditadura de quarteirão.  

Mas, o tempo também voa para quem entrou na casa dos enta... 40, 50, 60. Quanto menos a gente espera, chegou o fim do mês, o fim do ano. O tempo voa. O tempo é um passarinho. O tempo é um sabia, ou é um carcará, depende do freguês. A velocidade do tempo depende da lubrificação do eixo do sol em nossas vidas. Quando a gente é menino, o tempo anda devagar.

*Jornalista


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29/06


2020

O vírus testa positivo para conchamblanças

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Em tempos de ditadura e de opressão, afloram os sentimentos perversos das criaturas humanas e das criaturas desumanas. Olhai os lírios dos campos e das princesas, olhai os governadores, prefeitos, secretários e empresários do mal! Eles estão torturando os cofres públicos no pau-de-arara dos contratos milionários abusivos, sem licitação, ou mesmo com licitação.

Os contratos são interrogados sob tortura para confessar que as contas públicas devem ficar presas nas mãos dos caboclos mamadores. São obrigados a confessar que respiradores para porcos funcionam maravilhosamente bem nas pocilgas oficiais. Dirão que os recursos de centenas de milhões de denários destinados aos goelas para fazer a manutenção de hospitais de campanha... cala-te boca!

Quanto custa uma sinfonia do compositor Amadeus Môzart em tempos do AI-Covid--19? ! A bagatela de 6 milhões de denários. A sinfonia testou positivo para as conchamblanças.

Dirão que os torturadores dos cofres públicos serão punidos conforme os rigores da lei. Bobagem. Isto vareia. Os rigores da lei são macios. A lei para enquadrar os goelas é um hímen complacente.  A indústria da impunidade funciona para os grandes goelas, os GGs. A lei somente não é mansa para os ladrões de penosas. Saudades dos ladrões de penosas de antigamente!

Os grandes goelas, tamanho GG, só poderão ser presos na nonagésima nona instância. E nunca serão algemados, nem mortos e sepultados.  Você que não é GG, Zeus o livre de desafiar a ordem de um guarda municipal e tomar banho na praia de Boa Viagem. Poderá receber a sentença do “Teje preso”, em primeiríssima instância, ser algemado, humilhado e colocado num camburão com destino à delegacia, em nome da lei e da ordem.

Se der bobeira e exceder a velocidade de 30/40 km/hora, será multado pelos guardas onipotentes e onipresentes do trânsito nas ruas esburacadas de nossa cidade lendária. O ideal seria que os proprietários de automóveis adquirissem carroças de tração animal, movidas por bucéfalos e pangarés. O ainda prefeito adora bucéfalos.

As carroças, símbolo da administração municipal, trafegam a uma velocidade máxima de 10 km/hora e por enquanto ainda não estão sendo multadas. A prefeitura adota a política do chamado “trânsito calmo”, considerado mais seguro.  Se eu fosse prefeito compraria um jegue para ir ao trabalho. O jumento é nosso irmão, assim cantou o magistral Luís Gonzaga.

As ditaduras degringolam nas mãos dos inspetores de quarteirão. Se a ditadura do AI-Covid19 existe, tudo é permitido. Os GG – grandes goelas e os goelas em geral, de todas as esferas, sentem orgasmos múltiplos por terem contribuído para levar milhares de empresas à falência e aterrorizar a população.

*Jornalista


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22/06


2020

Oh gente despudorada!

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Esta Capitania hereditária da Nova Lusitânia de Pernambuco dos bravos guerreiros vem de ser comandada pelo socialismo de pés de barro. Blitzes, operações policiais, buscas e apreensões deveriam envergonhar governantes e não apenas produzir alegações de cinismo. Esses hereges políticos que se apropriarem da bandeiras do socialismo com fins lucrativos  ofendem a memória do bravo guerreiro Miguel Arraes.

Nestes tempos de pandemia caem as máscaras da moralidade na administração pública. Olhai os lírios dos campos das Princesas, olhai os contratos milionários e graciosos sem licitação! Pior, os resultados são os mais trágicos no combate à epidemia. Estão sendo utilizados para a adoção de medidas arbitrárias e investimentos suspeitos. 

As estatísticas do Governo, com margem de erro alarmante, não inspiram nenhuma credibilidade. Os recursos comprometidos sem licitação, ou mesmo com licitação, são escandalosos. As redes sociais hoje escancaram esta realidade. Até onde a vista alcança dá para imaginar que esses manipuladores do poder estão com os dias ou os meses contados. Oh gente despudorada!

No momento em que as classes médias e trabalhadores enfrentam a recessão e desemprego, revoltante saber que malfeitores tripudiam sobre defuntos para malbaratar recursos públicos.

Governantes apáticos e ambicioso, ambos medíocres, apostam todas as fichas na manutenção do poder. O governador Eduardo Campos era verdadeiramente um líder e criou essas marionetes. Essas marionetes hoje não se sustentam por si mesmas.

Em havendo eleições municipais este ano os atuais governantes apostam em vencer pela inércia, numa disputa sem campanha. A estrutura de pode lhes permitir cooptar aliados e enganar a opinião pública. 

Além das pandemias heterodoxas, o governante da Nova Lusitânia dos altos coqueiros e o prefeito da cidade lendária incrementaram bastante a mega indústria de multas de trânsito, das taxas e impostos do Detran e da CTTU. O símbolo de dinamismo da gestão municipal é o transporte de tração animal, as carroças puxadas por bucéfalos e pangarés.

Carroceiros malvados maltratam os bucéfalos e pangarés com chicotadas, ao invés de trata-los com amor e carinho.

Depois do domínio holandês de Maurício de Nassau, a capitania hereditária de Pernambuco vive sob o domínio da caterva vermelha dos discípulos de Cuba e da Coreia do Norte. O comissário Che foi autoproclamado vice-prefeito perpétuo da Freguesia de Santo Antonio do Recife. Quem governa a Nova Lusitânia e a cidade lendária de Recife é a caterva vermelha do B.

Os novos herdeiros da Capitania cuidam mais de administrar os contratos milionários sem licitação, as indústria de multas do Detran e da CTTU. Oh bravos guerreiros, os altos coqueiros estão contaminados pelos fungos parasitários do poder!

*Jornalista


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15/06


2020

A democracia guenta o rojão

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Falam em manifestações democráticas e antidemocráticas. São bandeiras verde-amarelas, vermelhas, infravermelhas, ultravermelhas, policromáticas, escarlates, furta-cores, cor de chumbo.

Golpe? Ameaças às instituições? A democracia guenta o rojão. Ofensas se dissolvem no ar. Efeitos pirotécnicos saem na urina, sem risco de ruptura institucional. É o efeito diurético da democracia. Existem ferramentas legais para enquadrar malfeitores. Compete às autoridades impor limites aos radicais de todas as colorações, noves fora os provocadores. Convém não superestimar.

Que golpe? O ministro do STF, Luis Roberto Barroso, decifrou a charada: “Eu me espanto às vezes com algumas manifestações, mas não vejo ator institucional com cacife para dar um golpe”.

A guerra da comunicação é feroz e os inquilinos do Planalto estão perdendo as batalhas. Vem por conta da dominação esquerdófila plantada há décadas na mídia, nos meios acadêmicos e artísticos e culturais. 

Atualmente, em sendo um movimento chamado de politicamente correto, beleza. Mas, se uma bandeira assanhar um fio de cabelo de uma cabeça supremacista, dirão que é manifestação antidemocrática.

O capitão falou: “(....) arranja uma maneira de entrar e filmar” nos hospitais de campanha para saber se os leitos estão ocupados ou não. O sarrafo está cantando no lombo dele. Já foi comparado até com Adolfo Hitler, com licença dessa palavra diabólica.

O bode rouco falou em tom de celebração, no seu modo de ser paulista de Caetés: “(....)  ou seja, sabe, ainda bem que a natureza criou esse monstro chamado coronavírus ...”. Se fosse dito pelo capitão ele seria, no mínimo, impichado, capado e fuzilado. Ou seria decretada a 3ª Guerra Atômica Mundial. 

Os vermelhos recebem todas as indulgências, o capitão recebe todas as penitências.

A pandemia da corrupção, aí são outros quinhentos e ameaçam, sim, as instituições. A conta cai nas costas dos cofres públicos. Os cofres caem nas costas da população. A conta chega sob a forma de recessão, desemprego e violência, a bagaceira geral.

Nos tempos áureos da dinastia vermelha, havia um mantra: “Não podemos criminalizar os movimentos sociais”.

Lembro-me como se fosse anteontem, dia 5 de junho de 2006:  durante “manifestação democrática”, ativistas do Movimento de Libertação dos Sem-Terra invadiram e depredaram dependências da Câmara dos Deputados em Brasília. Mas, quem haveria de enquadrar os combatentes revolucionários?!

Golpe é a “ditadura democrática” do AI-19-Covid, o poder das autoridades supremacistas, o arbítrio dos governadores e prefeitos para editar decretos infames e torturar os cofres públicos nos porões dos contratos milionários sem licitação.

*Jornalista


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08/06


2020

Cientista maluco-beleza descobriu o Vírus do Bem

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O tempo voa. O tempo é um passarinho. Estamos no ano 2050 depois de Cristo e depois da Covid-19. Um cientista maluco-beleza morava numa ilha deserta no Oceano Transatlântico Pacífico. Em sua caverna, ao navegar a bordo da namorada, aliás, a bordo de um cérebro eletrônico, subitamente, não mais que subitamente, sentiu um estalo no cérebro, à moda do “Estalo de Vieira”.

Eureka! O bicho descobriu o vírus do Bem e da Felicidade, Paz e Amor!  Eis o novo Coronavirus-50. Com seu olhar de raio-X, o cientista maluco-beleza desvendou o código genético do micróbio. Assim decretou: Haverei de transmiti-lo aos gregos e troianos, pernambucanos, sicranos, paraibanos, baianos, beltranos, maometanos, americanos, agregados marianos, fulanos de tal.

O cientista maluco-beleza tinha uma namorada, por sinal muito popozuda e saborosa. O nome dela era Jessica, aliás era Jennifer. Ele cruzou com a namorada, cientificamente, cromossomo com cromossomo, XX mais XY, para inocular o vírus Sars-Cov-2050. Nasceram filhotinhos Paz e Amor, os Covidinhos do bem.

O bilionário George Soros mandou um Zap. Propôs que o Vírus do Bem adotasse o ideário do globalismo de esquerda, sob a bênção do Papa. Os conservadores capitalistas seriam excluídos da contaminação. A fabricação do Vírus da Felicidade, segundo Soros, dependeria da aprovação da Organização Municipal de Saúde e apoio do Império Comunista Chinês. O cientista maluco-beleza ficou com uma pulga atrás da orelha.

Os caboclos mamadores, prefeitos, governadores e empresários vivaldinos disseram que o cientista maluco-beleza tava doidão, pois a verdadeira felicidade é respirar com ajuda de respiradores superfaturados da Covid-19 sem licitação. E haja pandemia de corrupção!

A Tv dos Glóbulos vermelhos terroristas anunciou que o Vírus do Bem Coronavirus-50 será transmitido nas ondas politicamente corretas através das surubas, orgias e aulas de patifarias das novelas e do programa Big Coliforme Brasil. Plim!  O cientista maluco-beleza decretou que a transmissão do Vírus do Bem seria feita através de beijos e abraços e confraternizações.

Um juiz supremacista havia decidido, monocraticamente, que todos os habitantes do planeta seriam proibidos de compartilhar o Vírus da Felicidade, porque o Caput do Inciso do artigo da lei prevê que este é um privilégio exclusive dos semideuses terrestres. O bicho maluco-beleza revogou a sentença, no peito e na raça.

*Jornalista


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Comentários

SERTANEJO SIM SENHOR

Excelente texto. Esse é dos bons.