Prefeitura de Petrolina

18/04


2015

Golpe branco

André Singer – Folha de S.Paulo

Às vésperas das manifestações de 15 de março, o presidente do PSDB, Aécio Neves, tomou posição democrática. Deixou claro que o impeachment não estava na agenda do partido. Um mês depois, sem qualquer justificativa razoável, muda de posição e adere à tese golpista. O objetivo parece nítido: bloquear o governo, impedir que tenha um respiro e provocar a sua queda.

Conforme jurista de referência para o PSDB, Miguel Reale Jr., não há base jurídica para o impedimento. Eis o que escreveu em "O Estado de S. Paulo" (7/3/15): "A pena do impeachment visa a exonerar o presidente por atos praticados no decorrer do mandato. Findo o exercício da Presidência, não se pode retirar do cargo aquele cujo governo findou". Nada do que ocorreu no primeiro mandato serve para interromper o atual.

O próprio Aécio atestou a conhecida probidade de Dilma. "Acho que a presidente da República é uma mulher honesta, uma mulher de bem. Não faço nenhuma crítica a sua conduta pessoal. Acho apenas que ela está despreparada para governar um país da complexidade do Brasil." (Valor Online, 2/5/14).

Como o impeachment é aplicável apenas em caso de envolvimento direto do mandatário em crime de responsabilidade durante a gestão em curso, precisaria ter surgido um fato novo e recente para dar legitimidade à reviravolta de Aécio.

Na terça-feira (14/4), Aécio disse que haveria motivo "extremamente forte" para pedido de impeachment caso fosse comprovado que a CGU esperou o fim da eleição de 2014 para processar a empresa SBM, sediada na Holanda. No dia seguinte, o pretexto já era outro: a prisão do tesoureiro João Vaccari. "Estamos vendo o agravamento da crise política e cada vez ela chegando mais próxima do governo e da própria presidente da República", disse ao "Jornal Nacional".

Na quinta-feira (16/4), de acordo com os repórteres Dimmi Amora e Valdo Cruz, surgia um terceiro assunto para o PSDB advogar o impeachment, segundo Aécio. Se comprovada a participação da presidente em supostas manobras fiscais impugnadas pelo TCU e relativas ao exercício de 2014 o partido entraria com o pedido de abertura do processo de impeachment, que caberá a Eduardo Cunha aceitar ou não.


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18/04


2015

É preciso mudar o regime

Carlos Chagas

Quando  liderava os  metalúrgicos do ABC, promovia greves e até foi parar na cadeia, o Lula  afirmava: “não basta aumentar salários, é preciso mudar o regime”.  Referia-se, por certo, ao regime militar então no poder. O tempo passou, os generais voltaram  para o quartel, o sindicalista fundou o PT e a CUT, virou presidente da República e até elegeu a sucessora.

E o regime? Vale a lição do passado: é preciso mudá-lo. Jamais com a volta dos militares, mas os trinta anos da Nova República que agora se completam conduzem à evidência da necessidade de mudanças profundas. Em especial depois da posse do Lula e da ascensão dos companheiros,  generalizou-se a concepção de serem os governantes os  donos do  Estado. As instituições  estão   a serviço deles. Não são eles que servem.    Servem-se. Acham natural usufruir das  estruturas públicas como coisa privada.

Tome-se as mais recentes denuncias de corrupção, atingindo os fundos de pensão das empresas estatais. Para dirigi-las, primeiro o Lula, depois Madame, indicaram  representantes em grande maioria do PT. Do palácio do Planalto e dos ministérios seguiam e ainda seguem  ordens para aplicação dos bilhões  arrecadados pela contribuição dos  funcionários.  Geralmente para ajudar empresas em dificuldade ou para apoiar programas e iniciativas à beira do colapso. Péssimos investimentos,  quase sempre, mas cumpridos à risca.  Resultado é que, para evitar a falência,  os fundos de pensão  dos funcionários da  Petrobras, Banco do Brasil,  Caixa Econômica, Correios e Furnas estão aumentando a contribuição daqueles que na realidade deveriam  dirigir  os empreendimentos para  garantia de melhores aposentadorias.

A confusão é  entre o  público e o pessoal.  Botar os ladrões na cadeia torna-se  essencial, mas não basta se as coisas continuarem de acordo com teoria e prática do regime vigente. No caso específico dos fundos de pensão, os funcionários é que deveriam geri-los diretamente.      

Não se chegará ao exagero de supor a supressão do Estado, substituído pelas corporações, mas estender-lhes o controle de suas atividades pode ser um bom começo. O que tem a ver a presidência da República com a decisão de trabalhadores de uma determinada empresa de se cotizarem para auferir, na aposentadoria,  rendimentos superiores aos oferecidos pela Previdência Social?


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18/04


2015

Ideli Salvatti agora só pensa em Madri

Após desocupar a pasta dos Direitos Humanos para a entrada de Pepe Vargas (PT-RS) e não ser confirmada na direção dos Correios, a ex-ministra Ideli Salvatti (PT-SC) está no aguardo da indicação de seu nome por parte do governo brasileiro para dirigir a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). A informação é de Luciana Lima, no blog Poder Online.

De sua casa, em Santa Catarina, -- diz a colunista -- a ex-ministra já deu inicio aos contatos por telefone e pessoalmente em busca de apoio para assumir a organização com sede em Madri, na Espanha.

Ideli tem aproveitado a experiência que adquiriu na campanha do petista José Graziano que assumiu, em janeiro de 2012, a direção-geral da FAO, agência das Organizações das Nações Unidas (ONU) para a Alimentação em Agricultura.


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18/04


2015

Denunciados 12: cartel de trens no governo Serra

De O Estado de S.Paulo - Fausto Macedo e Julia Affonso

Acusação envolve 11 executivos de empresas nacionais e multinacionais e ex-presidente de licitações da CPTM; contratos foram assinados entre 2007 e 2008

O Ministério Público Estadual ofereceu denúncia (acusação formal) à Justiça contra 11 executivos de empresas do setor ferroviário e um ex-funcionário da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Segundo a Promotoria, os denunciados participaram de cartel em contratos firmados para ‘o fornecimento de trens e materiais ferroviários na execução de três projetos da estatal’. Os contratos foram firmados em 2007 e 2008 (Governo José Serra-PSDB).

A CPTM, no entanto, afirma que os contratos são de manutenção e não fornecimento de trens.

Reynaldo Rangel Dinamarco, que deixou a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em 2014, teve participação, utilizando-se à época, de sua condição de presidente da Comissão de Licitações da CPTM, segundo a denúncia.

Leia na íntegra clicando aí: Promotoria denuncia 12 por cartel de trens no governo Serra


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18/04


2015

Época denuncia nova aventura aérea de Aécio

O site da revista Época, das Organizações Globo, publica, neste sábado, uma irônica nota sobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Assinada pelo jornalista Leandro Loyola, ela informa que Aécio voou de graça, em aeronaves do governo de Minas, entre 2011 e 2012, para escapar de engarrafamentos.

Leia abaixo a nota que faz menção ao Aeroporto de Cláudio, construído pelo governo mineiro, numa área próxima a uma das fazendas do senador:

 

“Senador Aécio usou helicóptero do governo de Minas para escapar de engarrafamento

O senador tucano Aécio Neves voou em helicópteros do governo de Minas Gerais por cinco vezes para se deslocar em Belo Horizonte e pegou carona num avião - também do governo - para viajar da capital mineira até Brasília. Os passeios começaram logo após Aécio deixar o governo de Minas e se estenderam até 2012. Aécio diz que está tudo dentro da normalidade. Ao menos ele não voou até o aeroporto em Cláudio – aquele que foi desapropriado em seu governo nas terras do tio dele.”


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Naipes Consultoria

18/04


2015

O fim dos grandes jornais no Nordeste

Companheira de andanças na Jaqueira, a jornalista Ângela Lacerda me contou, hoje, que foi incluída na leva dos mais de 40 jornalistas demitidos pelo jornal O Estado de São Paulo, há quatro dias. Ela estava no jornal há 33 anos, remanescente da sucursal do Estadão, que há havia fechado há mais de 10 anos.

Ângela era a última referência dos grandes jornais no Estado. No ano passado, O Globo demitiu Letícia Lins, que já atuava como correspondente do jornal há mais de 20 anos. Entre os anos de 80 e 90, Pernambuco contava com sucursais do Estadão, Jornal do Brasil e O Globo.

Lembro que na sucursal de O Globo trabalhava uma super equipe de craques no Jornalismo, comandada por Ronildo Maia Leite. Era um grupo de feras, como Fernando Castilho, Lula Farias e Inaldo Sampaio.

No JB, lembro de Terezinha Nunes e Divane Carvalho e no Estadão de Carlos Garcia, Evaldo Costa e Cirano. Tempos bons que não voltam mais! Com a chegada do jornalismo online, as sucursais já estavam fechando e a net acabou sendo o estopim.

Segundo Ângela, o Estadão, como o Globo, demitiu o correspondente também de Salvador, acabando assim o elo com o Nordeste, que, apesar de avançar economicamente, regride na área de comunicação.


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18/04


2015

Depoentes: PT forçou PF para serem ouvidos logo

De O Globo – Vinicius Sassine

Possível existência de perguntas e respostas prontas numa dessas oitivas também contribuiu para adiamento

Dois episódios estão entre os motivos para a decisão da Procuradoria Geral da República (PGR) de pedir a suspensão de investigações envolvendo políticos na Operação Lava-Jato: a pressão de assessores parlamentares junto à Polícia Federal (PF) para agilizar os depoimentos de pelo menos dois investigados e a existência de perguntas e respostas prontas numa dessas oitivas, antes mesmo da chegada de um procurador da República para participar do depoimento. O GLOBO apurou que a pressão partiu de assessores dos senadores Humberto Costa (PT-PE), líder do partido no Senado, e Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Os dois são suspeitos de receber recursos desviados da Petrobras para suas campanhas eleitorais. Os inquéritos abertos no Supremo Tribunal Federal (STF) investigam os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Humberto e Gleisi já teriam sido ouvidos pela PF, após a pressão dos assessores. O caso envolvendo a existência prévia de perguntas e respostas é o de Gleisi. Não é usual um depoimento começar com uma transcrição pré-existente do material. Quando a senadora chegou para depor, o delegado da PF já detinha os papéis. Não está claro quem produziu o material. Todo depoimento conta com a participação de um delegado e de um procurador da República.

Ao pedir a suspensão das diligências ao ministro do STF Teori Zavascki, relator dos processos da Lava-Jato, a PGR levou em conta que os depoimentos colhidos até então não obedeciam a uma coordenação lógica, com investigados sendo ouvidos antes de testemunhas. Teori concordou com a suspensão. A ideia da PGR é restabelecer uma coordenação mais produtiva dessas diligências. A previsão é que os depoimentos sejam retomados já na próxima semana, após o Feriado de Tiradentes, em 21 de abril, terça-feira. A ordem das oitivas já seria a nova a ser estabelecida pelos investigadores.


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Stampa Midia

18/04


2015

O governo pisca

Igor Gielow – Folha de S.Paulo

Depois de uma semana em que más notícias turvaram algumas boas novas para o Planalto, o governo Dilma Rousseff exerceu com galhardia sua vocação para o tiro no pé nesta sexta (17).

Em vez de responder tranquilamente à condenação do TCU (Tribunal de Contas da União) às pedaladas fiscais de 2014, Dilma mandou nada menos do que dois ministros fazerem uma defesa exaltada e politizada, avocando novamente a palavra impeachment para si.

E não são titulares quaisquer. São o ministro da Justiça, supostamente o baluarte do republicanismo, e o advogado-geral da União, teoricamente estandarte da boa governança.

Ocorre que José Eduardo Cardozo e Luís Inácio Adams se apresentaram como militantes partidários de um governo acossado. Adams foi explícito, aliás, ao falar em um "ambiente de estresse econômico, fiscal e político". Desceram ao nível de um Sibá Machado, o líder cuja envergadura tem servido de epitáfio para o partido que o PT já foi no Congresso.

Cardozo, por sua vez, repetiu um papel recorrente, o de porta-voz do contraditório à oposição. Reclamou de quem pede o impeachment por causa do "casus belli" encarnado no desrespeito às regras do jogo.

A questão das pedaladas é séria e passível de punição, mas só ultrapassa o nível do Ministério da Fazenda em direção ao campo político se realmente houver um clamor pelo impedimento de Dilma.

Os mais de 60% de brasileiros que hoje defendem a medida são uma régua, e as ruas, menos estridentes mas presentes, outra. O PMDB mandando de fato no governo está, por sua vez, avaliando essas variáveis enquanto a banda toca.

Isso dito, por ora temos um acirramento natural da oposição querendo inflamar uma bandeira --como o PT já fez no seu tempo de militância.

Ao piscar tão nervosamente, o governo dá a exata medida do temor que se encerra em seu coração.


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Biologicus

18/04


2015

Coluna do sabadão

    Confiante na reversão

É dada como certa no Tribunal de Justiça a reviravolta da decisão judicial, patrocinada pela OAB-PE, que afastou o presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Uchoa (PDT), do comando da mesa diretora. O que diz nos bastidores é que “o direito do contestado é bom” e que a maioria dos desembargadores derruba a liminar.

Por isso mesmo, Uchoa se recolheu, não dando entrevistas. Foi aconselhado a alimentar um silêncio estratégico. O pedido de cassação foi apresentado pela Procuradoria da Assembleia Legislativa do Estado, sendo também assinado pelo procurador-geral do Estado, Antônio César Caula Reis.

Alguém pode até estranhar a participação da PGE, mas na prática ela defende em juízo os três poderes. O recurso é uma alternativa legal excepcional, segundo a assessoria da Alepe, podendo defender-se por conta própria, mas isto demandaria mais tempo, com o cumprimento de prazos legais.

A principal vantagem, entretanto, entre uma e outra, é não passar pelo processo de distribuição eletrônica, indo parar nas mãos de um desembargador, nomeado relator da matéria. A juíza Mariza Borges, da 3ª Vara Civil da capital, responsável pela cassação do direito de Uchoa ter um quarto mandato, afastou também o quarto secretário, Eriberto Medeiros.

Os demais cargos da mesa não foram atingidos porque, diferente de Uchoa e Eriberto, não estavam pleiteando um quarto mandato. Até que o TJP julgue o recurso de Uchoa, a presidência da Casa será ocupada pelo vice-presidente Augusto César (PTB), ligado ao ministro Armando Monteiro e com base no Sertão, especialmente Serra Talhada, terra natal.

CARGOS– Goiás, Piauí e Sergipe foram os três primeiros Estados em que os cargos de natureza estadual foram resolvidos, ontem, pela coordenação política do Governo, liderada pelo vice-presidente Michel Temer. A divisão dos cargos e a lista de nomes foi acertada entre os partidos que integram a base em Goiás, Sergipe e Piauí. No caso de Pernambuco, a expectativa é de que seja definido o destino dos ex-deputados João Paulo e Fernando Ferro, ambos do PT.

Cachê milionário– Lula fugiu da Imprensa como o diabo da cruz, ontem, na sua passagem pelo Estado, onde prestigiou a inauguração da fábrica de cerveja Itaipava. Restrita aos convidados, o ex-presidente fez uma palestra de uma hora, embolsando um cachê de R$ 300 mil.

 

 

Pé na estrada– Aliados que acompanharam Lula, ontem, por Pernambuco, informaram que o ex-presidente vai retomar uma agenda de viagens pelo País. A maratona, sem data ainda para o start, não será batizada, como em 2002, de “caravanas”, mas essa é a ideia. Seu objetivo é resgatar a imagem do PT para as eleições municipais e defender o Governo Dilma.

Distrital misto – O PSDB anunciou ontem seu projeto de reforma política. Seu item principal é o voto distrital misto alemão. Mas o líder do DEM, Mendonça Filho, revelou simpatia pelo distritão. Antes disso, na terça-feira, após a reunião da bancada tucana, o presidente Aécio Neves ouviu o senador Antônio Anastasia dizer que apoia o distritão.

João na Sudene– Dos ex-parlamentares aliados do Governo que ficaram sem mandato, o primeiro a garantir espaço foi Paulo Rubem (PDT), que disputou a vaga de vice-governador na chapa de Armando Monteiro e emplacou a presidência da Fundação Joaquim Nabuco. O próximo a ser nomeado, segundo uma fonte palaciana, será o ex-deputado João Paulo para a superintendência da Sudene.

 

CURTAS

ESTRADA– Filho do ex-deputado Ribeiro Godoy, um dos mais atuantes parlamentares representantes do Agreste na Alepe, Afrânio Godoy revela a alegria da família pela recuperação da Rodovia Deputado Ribeiro Godoy, ligando Bezerros a Bonito. É por essas e outras que o secretário de Transportes, Sebastião Oliveira, foi apontado como o auxiliar que pauta a agenda positiva do Governo.

BATENDO ASAS– O ministro Armando Monteiro já admite que está deixando o PTB com a fusão do DEM ao partido. Ressalta que namora com o PDT, mas admite que já lhe ofereceram outra legenda, a qual faz o maior mistério. “Não posso antecipar agora”, alega.

Perguntar não ofende: Por que Lula evitou a Imprensa, ontem, na sua passagem por Pernambuco?


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Nehemias Fernandes Jaques

Aloysio Nunes e Serra se afastam. Os senadores Aloysio Nunes Ferreira e José Serra, velhos e bons amigos, se afastaram. Os tucanos paulistas dizem que esse é o primeiro sinal de uma disputa interna para concorrer ao governo de São Paulo em 2018. Uma do PSDB quer ver Ferreira no Palácio dos Bandeirantes. A outra defende a candidatura de Serra. Aloysio foi guerrilheiro durante a ditadura, guarda-costas de Marighella e representante da guerrilha de esquerda no exterior. Serra, presidente da UNE, subiu com Jango no palanque do discurso da Central do Brasil. Depois convocou o povo pelas rádios a resistir ao golpe militar no dia em que as tropas entravam no Rio, enquanto Jango fugia, e acabou prisioneiro de Pinochet. Hoje, ambos são classificados pelos analfabetos políticos como representantes daquela direita que esteve no poder durante 500 anos. José Serra, com três meses no mandato de senador, (são oito anos), já está articulando deixar o cargo, esse cara não tem respeito com o eleitor dele, PSDB apregoa tanto a alternância no poder, mas aqui no estado de São Paulo não entra no mesmo discurso Tucano!, realmente não temos mais para onde correr!

Nehemias Fernandes Jaques

Aecim. Farra com o dinheiro público...depois se faz de santo. E E ainda assim tem gente defendendo esse asqueroso.Como pode ?

Nehemias Fernandes Jaques

PERTO DOS TESOUREIROS TUCANOS, VACCARI É SANTO. No momento em que o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, está preso em Curitiba, depois de ter sido acusado por delatores, o jornalista Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília, lembra dados biográficos de quatro ex-tesoureiros do PSDB: (1) Ricardo Sérgio de Oliveira, que dizia agir \"no limite da irresponsabilidade\" foi acusado por ninguém menos do que Antonio Carlos Magalhães de receber propina de R$ 90 milhões na venda da Telemar; (2) Andrea Matarazzo, apresentado nesta semana por FHC como seu candidato à prefeitura de São Paulo, arrecadou junto à Alstom para o caixa 2 da campanha tucana em 1998; (3) Marcio Fortes está na lista do HSBC, com contas que somavam US$ 2,4 milhões, em 1997; (4) Sergio Motta, o pai de todos, foi o mentor da reeleição, que teria custado US$ 200 mil por deputado; o que espanta, diz PML, é o silêncio do PT diante da desigualdade jurídica que impera no País

José Pereira da Silva

O grande (estrategista) Luladrão, veio a Pernambuco para tomar cachaça ficar bêbado e conversar merda, rebeber a propina de 300 mil por ter arrumado milhões e milhões a fundo pedidos para construir uma fábrica de cerveja, e fez questão de não falar nem receber os vagabundos baba ovos do PT em Pernambuco, essa foto do Luladrão com uma caneca de chopp é ele brindando a vitória do PT em Pernambuco. hahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha

Nehemias Fernandes Jaques

ALCKMIN BANCA BLOGUEIRO ANTI-PT Governo Alckimin gasta cerca de R$ 70 mil por mês há quase dois anos com empresa que pertence ao responsável pelo site Implicante, que difunde notícias, artigos, vídeos e memes com ataques ao PT, à presidente Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula; o advogado Fernando Gouveia, que já trabalhou para Marta Suplicy e Soninha Francine, usa o pseudônimo Gravataí Merengue nas redes sociais e também se diz responsável pelo site Reaçonaria; Gouveia é dono da Appendix Consultoria, empresa criada em janeiro de 2013 e que recebe pagamentos oriundos do governo estadual por meio da agência de publicidade Propeg, uma das três que cuidam da propaganda do governo estadual


Santana e Plácido

18/04


2015

Uma atrevida repórter

O ex-governador Joaquim Francisco, de quem fui secretário de Imprensa por apenas um ano, em 1991, tinha mania de usar helicóptero para vistoriar obras, cumprir curtas etapas pelo Interior e recorrer a emergências. Uma certa vez, procurando uma pista para pousar na Região Metropolitana do Recife, por pouco o equipamento não bate num fio de alta tensão.

Quem viu o inimigo à vista e gritou alertando o piloto foi o então secretário de Governo, Augusto Costa, que estava conosco no helicóptero. O susto nos causou um grande pânico! Mas a maior ousadia de Joaquim foi descer em Cabrobó, naquela época um dos maiores produtores de maconha do País, usando um helicóptero.

Lembro que foi uma viagem extremamente cansativa. Sem autonomia de voo, a aeronave teve que ser reabastecida em Paulo Afonso, já na Bahia, de onde partimos, depois de um cafezinho para estirar as pernas, em direção ao local onde o cenário já estava armado para incineração de não sei quantas toneladas de maconha – não recordo a quantidade.

Joaquim cumpriu o script: desceu no local, onde um batalhão de jornalistas o esperava, deu o início a queimação da droga e reafirmou o seu desejo de fazer uma grande campanha no País para livrar o Estado do estigma de um dos maiores centros de produção e tráfico de maconha da região nordestina.

Dia seguinte, ele foi ao ministro da Justiça falar das suas intenções e narrar a grande operação realizada em Cabrobó, que havia, claro, gerado uma matéria no Jornal Nacional com grande repercussão nacional.

Na saída do gabinete do ministro Bernardo Cabral, que já havia se encantado pela ministra Zélia Cardoso de Mello, revelada no bolero Bejame Mucho, dançado de rosto colado numa festinha na Academia de Tênis de Brasília, Joaquim deu uma entrevista coletiva.

Com sotaque nordestino bem carregado, o então governador caprichou no número de plantações de maconha incinerado, repetindo as tantas toneladas por diversas vezes. Foi aí que uma repórter bem mocinha, adepta de um baseado, fez o seu protesto:

“Mas que desperdício, governador!

Ai, nem o sisudo governador escondeu o riso.


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18/04


2015

Lula e Câmara brindam por cervejaria no Estado

Celebrando a consolidação de mais um importante investimento para o Estado, o governador Paulo Câmara (PSB) participou, ontem, da inauguração de uma fábrica da Itaipava, em Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife.

Ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ministrou palestra durante a cerimônia, Câmara visitou a planta da unidade, a segunda do Grupo Petrópolis no Nordeste. Foram investidos R$ 600 milhões na fábrica, gerando 1.000 empregos diretos.

O governador enalteceu a decisão do Grupo Petrópolis de instalar uma unidade em Pernambuco. "Essa fábrica consolida nosso Estado como um polo do segmento. Com a estrutura que construímos, a qualificação da nossa gente e com a política tributária desenvolvida no Governo Eduardo, eu tenho certeza que faremos ainda muitas parcerias. Temos uma refinaria sendo implantada, um polo automotivo da Jeep e um estaleiro, além de um polo de alimentos. Pernambuco está se desenvolvendo por inteiro. Isso só se faz com muito trabalho, união, humildade e determinação", assinalou.

A cerimônia foi marcada por uma homenagem a Eduardo Campos, representado pelos filhos João Henrique e Maria Eduarda. Em uma iniciativa do presidente do Grupo Petrópolis, Walter Faria, uma placa foi afixada na sala de filtração, espaço visitado por Eduardo no dia 2 de abril de 2014, pouco antes dele deixar o Governo. Em 17 de abril do mesmo ano, o também ex-governador João Lyra Neto acompanhou o primeiro envase da cerveja Itaipava.

?Eu tive a sorte de estar junto com Eduardo nos últimos anos, ajudando no desenvolvimento do nosso Estado. Pernambuco se transformou com a ajuda de muita gente; sobretudo do seu povo guerreiro", afirmou Câmara, ao agradecer a Walter Faria por acreditar no Estado e no potencial dos pernambucanos.

A planta de Itapissuma tem uma área de 185 mil metros quadrados e uma capacidade produtiva de 600 milhões de litros por ano. A empresa, que tem sua sede no Rio de Janeiro, detém 19,6% do mercado de cerveja do Estado e 13,2% do mercado nacional; reforçando sua posição de segunda maior do Brasil. Com sete fábricas no país, o Grupo Petrópolis também é dono de outras cinco marca de cerveja, além de energéticos, isotônicos e outras bebidas, como vodka.

INCENTIVO - O protocolo de intenções para a implantação da cervejaria foi assinado em 2012, ainda na gestão Eduardo Campos. Desde a assinatura, a equipe do governo trabalhou para articular incentivos fiscais e ratificar a permanência da empresa no Estado. Um dos mecanismos utilizados foi a inclusão da planta de Itapissuma do Grupo Petrópolis no Programa para o Desenvolvimento de Pernambuco (Prodepe). O mecanismo é destinado à captação de novos empreendimentos e também à manutenção dos projetos em funcionamento no Estado.


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Comentários

José Pereira da Silva

Dê uma olhada na foto, observe a cara do pinguço Luladrão olhando para caneca de chopp, triste país que tem uma merda dessa como ex-presidente

LUIZ MAIA

Lula, na inauguração de uma fábrica de cervejas em PE: ‘Se tem corrupção na Petrobras, prendam’.. Se o País fosse sério, com homens e leis que merecessem respeito, este cara sairia da fábrica de bebidas direto para a cadeia.


Onodera Estética

18/04


2015

O 127º cozido

Deu hoje na coluna de Marisa Gibson, no DIARIO:

Em março de 2013, Fernando Bezerra Coelho (PSB) não foi convidado para o cozido que Jarbas ofereceu a Eduardo, porque sua presença não era bem-vinda. Fernando estava “namorando” com o PT para ser candidato a governador do estado em 2014, caso o PSB escolhesse outro.

Foi nesse almoço que Jarbas  lançou a candidatura de Eduardo a presidente da República. Um ano depois, em janeiro 2014, Eduardo, já candidatíssimo a presidente, voltaria a provar do cozido de Jarbas, para prestigiar o peemedebista que fora persuadido a desistir da reeleição ao Senado - a vaga seria concedida a Fernando, que já desistira de concorrer ao governo.

Hoje, o cozido que Jarbas oferece, na casa do Janga, é em homenagem ao  governador Paulo Câmara (PSB), que ficou com o posto que Fernando tanto cobiçou. Como se vê, esses cozidos são quase uma crônica da política estadual. Segundo um amigo, esse é o 127º cozido que Jarbas oferece.


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