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PE retoma seu espaço


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Na Petrobras, propina só em espécie, banco nunca
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Opinião
Escrito por Magno Martins, às 19h00
























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11/14
Desde os idos de FHC: US$ 100 milhões para um só
 O ex-gerente da diretoria de Serviços da Petrobras Pedro Barusco confessou ter recebido US$ 22 milhões em propina da empresa holandesa SBM Offshore, que aluga navios-plataforma. Segundo o jornal O Globo, Barusco também admitiu, em depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, que recebeu cerca de US$ 100 milhões em propina para fechar negócios entre grandes empresas com a estatal desde 1996, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

No acordo que fez para delatar o esquema, o ex-gerente se comprometeu a entregar aos cofres públicos todo esse valor, algo em torno de R$ 253 milhões, considerado o maior volume de dinheiro a ser devolvido a partir de uma investigação criminal no país, mostra a reportagem de Jailton de Carvalho. Barusco contou que conseguiu acumular fortuna maior do que outros diretores envolvidos no esquema porque recebeu propina por quase duas décadas – mais tempo que seus colegas.

O ex-gerente se aposentou na Petrobras em 2010 e atuou, em seguida, como diretor de Operações da Sete Brasil, empresa que tem contrato de US$ 80 bilhões com a estatal. Na Petrobras, ele era o braço direito do ex-diretor de Serviços Renato Duque, apontado pelos investigadores como principal operador do PT no esquema.(Do Congresso em Foco)

Clique aí  Veja a reportagem de O Globo e leía na íntegra

  Escrito por Magno Martins, às 11h00
 
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22
11/14
Um petista realista: ‘O juiz Moro não é o nosso inimigo

 Dirigentes e militantes petistas em todo o Brasil estão excomungando o juiz Sérgio Moro(foto), que comanda as investigações da Operação Lava-Jato. Mas essa visão não é compartilhada por importantes dirigentes do partido e do governo, que têm acesso direto à presidente Dilma. Nesses dias, em reunião, um petista graúdo foi taxativo: “Quem fez m... tem que pagar. O juiz está indo muito bem. Viram sua atitude no caso do Cosenza”.

Sobre o caso Cosenza, ação de delegados da Polícia Federal que tentaram incriminar o diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza, durante interrogatório de executivos de empresas da construção civil detidos pela Operação Lava-Jato, um integrante do Gabinete de Crise da presidente Dilma bateu duro na Polícia Federal que incriminou Cosenza: ‘’Não podemos permitir a criação de uma Gestapo’’.  (De Ilimar Franco – O Globo)

  Escrito por Magno Martins, às 10h20
 
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22
11/14
Até síndico de prédio superfatura capacho, diz Cardozo

 O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu na sexta-feira (21) a reforma política e fez críticas à 'cultura' social brasileira, na qual público e privado se misturam. Ele citou comportamentos da sociedade que estariam entre as 'causas' da corrupção.

''A classe política é um reflexo de uma sociedade que, ao não distinguir do seu meio o público e o privado, escolhe sem esse critério seus representantes e depois os reprime, legitimamente, mas sem olhar para si', afirmou Cardozo, em evento organizado pela Associação dos Magistrados Brasileiros.

Segundo o ministro da Justiça, os mesmos que criticam atos da classe política 'são aqueles que quando um guarda de trânsito para e quer multar pensam numa ''propininha'''. 'O mesmo empresário que por vezes protesta, e com razão, dos desmandos dos nossos governantes é aquele que quando chega um fiscal de rendas diz ''bem, como podemos acertar isto?''', criticou Cardozo.

  Escrito por Magno Martins, às 09h40
 
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22
11/14
Todos juntos: no Congresso previsão é tempo muito ruim

 Os articuladores políticos do governo Dilma estão prevendo grande instabilidade no Congresso na retomada dos trabalhos legislativos em 2015, avalia Ilimar Franco, na sua coluna do jornal O Globo. Prevê o colunista que a base aliada terá ampla maioria na Câmara e no Senado, mas isso não garante tranquilidade.

A expectativa é de que entre 70 a 80 parlamentares serão incriminados na Operação Lava-Jato pelas delações premiadas de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef.

''As denúncias e os processos devem consumir tempo e energia na Câmara e no Senado. A inquietação de deputados e senadores é flagrante. Eles não sabem quem serão os acusados nem que tipo de prova Costa e  Youssef estão oferecendo à Polícia Federal e à Justiça.''

  Escrito por Magno Martins, às 09h00
 
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22
11/14
Coluna do sabadão

     PE retoma seu espaço

A escolha do senador Armando Monteiro Neto para o Ministério do Desenvolvimento, antecipada ontem por este blogueiro, devolve a Pernambuco um status diferenciado no Governo Federal.

Na era petista, o Estado contou, inicialmente, com o Ministério da Saúde (Humberto Costa), depois Ciência e Tecnologia (Eduardo Campos), Relações Institucionais (José Múcio Monteiro) e, recentemente, Integração Nacional (Fernando Bezerra Coelho).

Político de envergadura nacional, tendo se projetado depois de presidir por dois mandatos a poderosa CNI (Confederação Nacional da Indústria), Armando tem tudo para fazer um excelente trabalho. A pasta se encaixa ao seu perfil.

Sua atuação no Congresso, na passagem pela Câmara dos Deputados e depois no Senado, foi concentrada essencialmente na área econômica, sendo uma voz combativa e respeitada na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos do Senado), por onde deriva a pauta da conjuntura econômica do País.

Com trânsito no empresariado nacional, Armando alia ao perfil econômico a sua experiência no campo da política. Conhece os meandros do Congresso, tem trânsito e respeitabilidade em todos as correntes partidárias, ajudando a presidente Dilma, consequentemente, na interlocução com a base governista no Congresso.

Quanto a Pernambuco, o fato de ter perdido a eleição para governador não pode ser interpretado o convite de Dilma como uma provocação à coligação vencedora, encabeçada pelo governador socialista Paulo Câmara. Armando está acima disso.

Se Dilma recorreu a ele para tocar uma área tão estratégia sabe que dará certo, porque, além de preparado, o senador é competente. E deu demonstrações disso por onde passou, principalmente no comando da CNI.

FAMÍLIA MONTEIRO Para o marqueteiro Marcelo Teixeira, da Makplan, é enaltecedor para a família Monteiro, com a ida de Armando para o Desenvolvimento, entrar para a história do Brasil de ter servido a três Governos: Armando Monteiro, o pai, Agricultura de Jango; José Múcio Monteiro, de Lula, Relações Institucionais; e agora o senador no Governo Dilma. “Nenhuma família política conseguiu igual marca no País”, afirmou.

Caruaru no poder Com a ascensão de Armando Monteiro Neto para o primeiro escalão federal, Caruaru ganha um senador: o empresário Douglas Cintra, suplente, que assumiu o mandato durante a campanha do trabalhista para o Governo de Pernambuco.

 

O latifúndio de Armando– Na estrutura do Ministério do Desenvolvimento Econômico, que Armando passa a pilotar a partir de janeiro no segundo mandato de Dilma, tem como destaque o BNDES. Mas ele passa a gerir também a Zona Franca de Manaus, o Inmetro e a Apex, além da ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial.

O chamado– Armando estava no Recife, na última quinta-feira, quando recebeu um telefonema da presidente Dilma para voltar a Brasília, de onde havia chegado no dia anterior. Pegou um voo na mesma noite e ontem pela manhã, numa conversa com a presidente e o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, bateu o martelo para a pasta de Desenvolvimento.

Bom exemplo O prefeito de Petrolândia, Lourival Simões (PR), é uma das raras exceções no Estado de quem fez bem o dever de casa nas finanças: já pagou a segunda parcela do 13º salário e o salário de novembro, injetando na economia do município mais de R$ 2 milhões. Enquanto isso, tem prefeito por aí sem caixa para manter sequer em dia a folha de pessoal.

CURTAS

PREPARADO– Do prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), sobre as dificuldades para o ano de 2015: 'Nós estamos preparados para viver o ano novo, sabemos que ele é um ano difícil na economia, mas a Prefeitura do Recife está preparada para fazer um belo ano, fazer muitas inaugurações e muitas entregas à população'.

FICÇÃO– Do deputado Sílvio Costa Filho sobre a declaração do governador eleito Paulo Câmara, de que terá R$ 3 bilhões para investimentos. 'O Estado não tem essa capacidade de investimento, é fictícia. O Estado terá, se houver, recursos de empréstimos via BNDES”.

Perguntar não ofende: O que levou Dilma a adiar o anúncio da equipe econômica prevista ontem?

'Como o rugido do leão é o terror do rei; o que o provoca à ira peca contra a sua própria alma'. (Provérbios 20-2)

  Escrito por Magno Martins, às 06h00
 
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22
11/14
Recompensa: não pularam do barco no momento difícil

 Ao escolher Kátia Abreu para o ministério da Agricultura e Armando Monteiro Neto para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, ao mesmo tempo em que definia a equipe econômica, a presidente Dilma Rousseff deixou claro para muitos que os cargos disponíveis ao loteamento partidário serão poucos e que a lealdade é algo valorizado nessa rodada. Ambos foram fiéis escudeiros na campanha presidencial e não abandonaram Dilma nem nos momentos mais difíceis, quando muitos fizeram cara de paisagem para a disputa do Planalto. A informação é de Denise Rothenburg, na sua coluna do Correio Braziliense.

Para muita gente, -- observa a colunista --, entretanto, essa largada da equipe do segundo mandato está parecida com a venda de imóveis: as coberturas, os quatro quartos com ambientes amplos e vagas na garagem já estarão distribuídos quando ela chamar alguns partidos para conversar. Vão “sobrar” poucos apartamentos confortáveis e muita coisa na periferia. E, pelo andar da carruagem, vai ser algo como “é pegar ou largar”.

  Escrito por Magno Martins, às 05h56
 
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22
11/14
Armando: sem consulta

 Deu na coluna de Lauro Jardim, na Veja Online:

Dilma Rousseff convidou Armando Monteiro Neto para assumir o Ministério do Desenvolvimento. Beleza. Duas observações sobre a nomeação:

1) O PTB, partido de Armando Monteiro, não foi consultado por Dilma para a escolha. O partido não vai reclamar, porém. Como não tem ministério, o que vier é lucro.

2) Josué Gomes da Silva tomou um banho das urnas para nada? Era uma espécie de pule de dez para o ministério, mas apesar de serem 39 pastas, deve ficar fora da Esplanada.

  Escrito por Magno Martins, às 05h50
 
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11/14
Mais um Andrade na roda

 Além da citação ao nome de Otavio Azevedo, a Andrade Gutierrez tem mais um executivo citado na operação Lava-Jato, lembra Lauro Jardim, na Veja Online. No depoimento de Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, da Toyo Setal, Elton Negrão é citado como o contato da empresa que participava do tal “clube” do cartel. Disse Augusto:

- … (o clube) era formado pelas mesmas empresas, isto é Odebrecht, representada por Marcio Faria (…), a Andrade Gutierrez, representada por Elton Negrão…

A Andrade, no entanto, não teve que enfrentar na semana passada prisões de executivos ou pedidos de busca e apreensão. Já a Odebrecht teve o escritório como alvo na Zona Sul do Rio de Janeiro e um executivo chegou a ter a prisão pedida pelo Ministério Público – porém, negada pelo juiz Sergio Moro.

  Escrito por Magno Martins, às 05h30
 
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22
11/14
Baiano fora do mar azul de Angra e da mansão em Miami

 Fernando Baiano é um feliz proprietário de uma super lancha de 54 pés, com a qual ele singra o mar azul de Angra dos Reis. Baiano a comprou de Otavio Azevedo, presidente do conselho de administração da Andrade Gutierrez. Além de seu apartamento na Barra da Tijuca e de uma casa de praia em Trancoso (BA), Baiano está deixando de frequentar, nestes dias em que passa uma temporada em Curitiba, sua mansão em Miami, mais precisamente em Coral Gables.

Alguns deputados da bancada do PMDB na Câmara têm na ponta da língua duas frases para responder a perguntas sobre eventuais ligações com o lobista Fernando Baiano.

Primeiro, dizem que não conhecem nem sabem de algum deputado que conheça. Em seguida, sugerem que, se existem laços entre Baiano e o partido, devem ser com o PMDB do Senado.(Lauro Jardim - Veja Online)

  Escrito por Magno Martins, às 05h20
 
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22
11/14
Marina vai deixar o PSB e seguir lançando sua Rede

Marina Silva disse a Beto Albuquerque que vai retomar a coleta de assinaturas para fundar a Rede. Seu tempo no PSB, disse ela, chegou ao fim. A informação é de Lauro Jardim, na Veja Online

A propósito, -- diz o colunista --, a executiva nacional do PSB se reúne na quarta-feira que vem para discutir os rumos do partido em 2015. Independência, sem fazer parte da oposição formalmente, é o que prega a cúpula do partido em São Paulo.

  Escrito por Magno Martins, às 04h40
 
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22
11/14
Dispositivo mágico salva governadores da cadeia
Leandro Mazzini - Coluna Esplanada

 Enquanto manda sem dó para a cadeia lobistas, secretários de governos, vereadores e afins, a Polícia Federal tem sido cautelosa quando as operações contra a corrupção chegam a governadores.

Eles têm sido poupados dos constrangimentos de voz de prisão e a PF tem usado o termo ‘condução coercitiva’ – quando o alvo não é detido, mas é obrigado a acompanhar os policiais para ‘prestar esclarecimentos’.

Foi assim ontem com o governador de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB), e em maio com o governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB).

A Operação Plateia, deflagrada ontem com foco em Rondônia, foi a maior da PF nos últimos anos, comemorou a corporação: 193 mandados, entre busca e prisão. Não se descarta que outras grandes autoridades – de prefeitos a governadores – sejam alvos de próximas operações.

MEMÓRIA

Silval Barbosa foi alvo da operação Ararath, em que 59 pessoas, muitas ligadas ao governo do Estado, foram alvo de investigação contra crimes financeiros e lavagem.

  Escrito por Magno Martins, às 04h00
 
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22
11/14
Baiano disse que começou com Petrobras no governo FHC

 O empresário Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema de propinas e corrupção na Petrobrás, afirmou à Polícia Federal nesta sexta feira, 21, que começou a fazer negócios com a Petrobrás ainda no governo Fernando Henrique Cardoso, em 2000. “Por volta do ano de 2000, ainda durante a gestão Fernando Henrique celebrou um contrato com uma empresa espanhola, de nome Union Fenosa, visando a gestão de manutenção de termelétricas”. Segundo ele a empresa acabou sendo contratada.

A PF suspeita que o reduto de ação de Fernando Baiano na Petrobrás era a Área Internacional, que foi comandada por Nestor Cerveró, personagem emblemático da compra da Refinaria de Pasadena, nos EUA. Fernando Baiano disse que conheceu Cerveró “ainda no governo Fernando Henrique”. Na ocasião, segundo ele, Cerveró era gerente da Petrobrás.

Ele disse que “soube recentemente” que Cerveró foi “indicação política” do PMDB, mas que achava que o ex-diretor de Internacional “sempre fosse vinculado ao PT”. Fernando Baiano disse que “soube que o diretor que assumiu o cargo no lugar de Cerveró era indicação do PMDB”.

A reportagem tentou contato com a assessoria de Fernando Henrique Cardoso e com o Instituto Fernando Henrique Cardoso, mas ninguém atendeu. (Fausto Macedo e Ricardo Brandt/AE)

  Escrito por Magno Martins, às 03h20
 
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22
11/14
Boa notícia: incentivo ao carro finalmente vai acabar

Renato Riella - (Blog)

 Um dos maiores erros do segundo governo Lula e do atual governo Dilma foi a manutenção dos incentivos à compra de carros. Agora, finalmente, é anunciando que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis será elevado a partir de 1º de janeiro, segundo o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan.

Ele esteve reunido, em Brasília, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O governo reduziu o IPI em 2008 para a ajudar a manter a economia aquecida.

Após o encontro, Moan indicou que o ministro, em nenhum momento, sinalizou prorrogar a permanência do imposto reduzido para carros. Anteriormente, outros integrantes da equipe econômica já tinham antecipado que o IPI voltaria em 2015 com as alíquotas cheias.

Com a elevação, segundo Moan, o imposto do carro popular irá subir de 3% para 7%; o carro médio de 9% para 11%, quando flex, e para 13% quando só a gasolina. A decisão de repassar ou não as alíquotas integralmente para os preços, segundo ele, dependerá de cada empresa. Moan não quis antecipar o impacto do reajuste nos preços.

  Escrito por Magno Martins, às 02h40
 
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22
11/14
A honesta desonestidade

Carlos Chagas 
 
 Um partido político não começa a morrer quando conquistado de fora, pelos adversários, mas no momento em que passa a ser destruído de dentro, por seus próprios integrantes. A regra milenar serve para civilizações, países, corporações, até clubes de futebol.
O PT encontra-se nessa situação. Pouca influência tem em sua sobrevivência os ataques do conservador PSDB ou a histeria do PSOL e penduricalhos, do outro lado. Os companheiros estão entrando em colapso por conta de suas atividades. Uma vez conquistadas as primeiras vitórias, mesmo aquelas menores, como as prefeituras do interior de São Paulo, o partido chegou ao poder maior, com a vitória do Lula. Aí se intensificaram as atividades agora responsáveis pela deturpação, a desmoralização e agonia da legenda. O capítulo dos escândalos na Petrobras é apenas mais um, envolvendo outros anteriores.

Encontra-se o PT em pleno conflito entre a honesta desonestidade ou, se quiserem, entre a desonestidade honesta. Fora aquela parcela de aproveitadores existentes em toda comunidade, sempre interessados em aumentar suas contas bancárias, a grande maioria do partido justifica o assalto à coisa pública como decorrência natural da luta para reformar e até revolucionar costumes e instituições. Trata-se, para eles, de um confronto ideológico, necessário para a concretização de suas propostas.

Se é para promover a justiça social, a igualdade e as mudanças imprescindíveis à construção de uma nova sociedade – tudo será válido. Até superfaturar preços, cobrar propinas, fraudar contratos e comprar opiniões. Imaginam que o objetivo final justifica todos os instrumentos utilizados.

O problema, para os companheiros, é que ao construir uma nova ordem, geraram a desordem. Pergunte-se a seus líderes se estão arrependidos e eles ficarão surpresos e irritados. Para eles, tudo é permitido no rumo do final projetado. Apenas, esqueceram-se dos valores fundamentais que deveriam pautar a vida em sociedade. Não há, para o PT, uma ética universal e permanente, mas diversas éticas capazes de anular-se.

  Escrito por Magno Martins, às 02h00
 
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21
11/14
Rejeitados 12 pedidos de impeachment de Dilma neste ano

Todos os requerimentos foram rejeitados por inconsistência jurídica

Maioria dos pedidos de impeachmentde Dilma Rousseff arquivada por não comprovar tipicidade e/ou indícios mínimos de autoria e materialidade

Desde o início deste ano, a Câmara dos Deputados já rejeitou 12 pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff, de acordo com o site Congresso em Foco. Todos os pedidos foram rejeitados pelo mesmo motivo: inconsistência jurídica. No período eleitoral, três solicitações foram apresentadas.

Segundo a Secretaria Geral da Câmara, a maioria dos pedidos foi arquivada por não comprovar “tipicidade e/ou indícios mínimos de autoria e materialidade”. Alguns requerimentos foram rejeitados porque a denúncia formulada foi “formalmente inepta”, ou seja, não atendeu às exigências protocolares.

Na quinta-feira, a consultoria jurídica da Casa encaminhou ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), parecer contra o pedido de impeachment de Dilma feito por um presidiário. O requerimento deve ser arquivado na próxima semana, segundo a Secretária Geral.  (Do Portal Terra)

  Escrito por Magno Martins, às 23h20
 
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21
11/14
Barbaridade:inocentados e soltos após 39 anos de cadeia

Wiley Bridgeman e Ricky Jackson foram presos após falso testemunho.
Pena de morte tinha sido transformada em condenação à prisão perpétua.

Da AP

Wiley Bridgeman (esquerda) é observado pelo irmão Kwame Ajamu ao falar com repórteres depois de ser considerado inocente nesta sexta (21), após 39 anos na prisão  (Foto: AP Photo/Phil Long)
Wiley Bridgeman (esquerda) é observado pelo irmão Kwame Ajamu ao falar com repórteres depois de ser considerado inocente nesta sexta (21), após 39 anos na prisão (Foto: AP Photo/Phil Long)

Dois homens que ficaram presos por quase quatro décadas foram liberados nesta sexta (21), após serem inocentados de um assassinato em 1975 por que a testemunha chave contra eles – um garoto que tinha 13 anos na época – retratou seu testemunho.

Um juiz de apelação civil do condado de Cyyahoga retirou as acusações contra Ricky Jackson, de 57 anos, e Wiley Bridgeman, de 60. A testemunha recuou no ano passado e disse que investigadores da polícia de Cleveland o forçaram a testemunhar que os dois, juntamente com o irmão de Bridgeman, tinham matado o empresário Harry Franks em 19 de maio de 1975.

Promotores do Condado de Cuyahoga apresentaram na quinta uma petição para retirar todas as acusações contra os três homens, que inicialmente foram sentenciados à morte. Ronnie Bridgeman, de 57 anos, e que agora se chama Kwame Ajamu, foi solto da prisão em janeiro de 2003. Ele compareceu à audiência dos outros dois homens na sexta.

Quando cancelou o caso contra Jackson, o juiz Richard McMonagle disse, “a vida é cheia de pequenas vitórias e esta é uma das grandes”.

“A língua inglesa nem serve para descrever o que estou sentindo”, disse Jackson ao sair do prédio na sexta. “Estou eufórico. Você se senta na prisão por tanto tempo e pensa nesse dia, mas quando ele realmente chega você não sabe o que vai fazer, você apenas quer fazer alguma coisa”.

Bridgeman, de 60 anos, disse que nunca perdeu a esperança de que seria libertado definitivamente. “Você continua lutando, continua tentando”, disse.

  Escrito por Magno Martins, às 22h40
 
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21
11/14
Janot rechaça alegações de envoldos na Lava Jato

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que contestará a tese segundo a qual executivos que admitiram ter pago propina foram forçados a participar do esquema investigado na Operação Lava Jato de Polícia Federal. 

'Vamos combinar que nessa situação não existem néscios e nem papalvos', afirmou Janot. 'É muito difícil acreditar', continuou.

'Ninguém é obrigado a ganhar dinheiro e a lucrar com uma atividade ilícita. É uma tese que contestaremos.'

  Escrito por Magno Martins, às 22h00
 
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21
11/14
Lava Jato não paralisa o país, dizem especialistas

É exagerada a tese de que o país ficaria paralisado caso as grandes empreiteiras, investigadas na operação “lava jato”, sejam declaradas inidôneas, segundo especialistas ouvidos pelo jornal Valor Econômico.

Mesmo nesta hipótese, governo e empresas não precisariam interromper as obras que já estão em andamento.

Segundo Bruno Werneck, sócio de infraestrutura do escritório Mattos Filho, os contratos suspeitos podem ser suspensos de forma isolada pelo poder público.

Os preços podem, também, ser repactuados. O efeito da inidoneidade seria o impedimento de as empresas participarem de futuras licitações.

  Escrito por Magno Martins, às 21h20
 
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21
11/14
Superfaturamento de R$ 43 milhões na transposição

transposição

TCU (Tribunal de Contas da União) julgou nesta quarta-feira (19) um processo que aponta superfaturamento de R$ 42 milhões em trechos das obras de transposição do Rio São Francisco. O montante representa 4,7% do orçamento de R$ 895 milhões do projeto. Trata-se da construção de um canal com 112,5 quilômetros, cruzando 13 cidades da Paraíba. O empreendimento foi financiado com recursos federais do Ministério da Integração Nacional e administrados pelo governo do Estado da Paraíba.

Além das suspeitas sobre os valores, os ministros do tribunal encontraram irregularidades na licitação organizada pela Secretaria de Meio Ambiente paraibana, em 2010. A pasta, ainda segundo o TCU, também não aprovou os projetos básicos apresentados pelas empreiteiras.

A obra foi dividida em três lotes. As empresas Carioca Christiani-Nielsen Engenharia, a S/A Paulista de Construções e Comércio e a Serveng-Civilsan arremataram o primeiro trecho, apresentando uma proposta de R$ 203 milhões.  Já os outros dois ficaram com o consórcio Acauã (empresas Construtora Queiroz Galvão, Via Engenharia, Construtora Galvão Engenharia e Construtora Marquise), que ganharão cerca de R$ 690 milhões para executá-los.

O TCU constatou superfaturamento nos três lotes: R$ 4 milhões no primeiro (equivalente a 1,2% do orçamento desse trecho); R$ 27 milhões no segundo (8,5%) e, no último, de R$ 11,3 milhões (6%). (Da Folha de S.Paulo – Gabriel Mascarenhas, Rubens Valente, Aguirre Talento)

  Escrito por Magno Martins, às 20h40
 
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21
11/14
Ouça o Frente a Frente desta sexta-feira (21/11)

Se você perdeu o Frente a Frente desta sexta, 21 de novembro de 2014, programa que apresento de segunda-feira a sexta-feira, ao lado da jornalista Eduarda Feitosa, das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha FM 96,7 formada por 40 emissoras, Clique aqui  e ouça agora.

  Escrito por Magno Martins, às 20h14
 
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