Paixão de Cristo

29/03


2015

Operação Zelotes: Por que este nome?

 Intrigante o nome Zelotes dado pela Polícia Federal à operação na Receita. Os zelotes eram um grupo de judeus cujo objetivo era "zelar pelas Leis de Deus". Lideraram a rebelião judaica contra Roma entre os anos 66 e 70 depois de Cristo, por rejeitar um imperador pagão. Tito, filho do imperador Vespasiano, comandou as tropas romanas, que derrotaram os judeus, exilaram-nos, proibiram sua permanência na Judéia, destruíram o Segundo Templo de Jerusalém, arrasaram a cidade e mudaram seu nome para Aelia Capitolina. Um grupo de zelotes continuou a resistir na montanha fortificada de Massadá. Derrotados, os 960 sobreviventes preferiram o suicídio coletivo à rendição. Essa é a História, como narrada em A Guerra Judaica por Flávio Josefo, duro crítico dos zelotes, a quem responsabilizava pela deflagração de uma guerra que não podiam ganhar.

E que é que isso tem a ver com a ação da Polícia Federal na Receita? Estarão os federais considerando-se os verdadeiros, únicos e rígidos zeladores da Lei? (Carlos Brickmann)


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29/03


2015

Mata Norte: Paulo entrega abastecimento de água

Intervenção, cuja segunda etapa foi inaugurada no distrito de Siriji, em São Vicente Férrer, vai tirar oito municípios do racionamento

O Governo do Estado levou, de uma só vez, ações de segurança hídrica e infraestrutura para a Mata Norte pernambucana. Durante agenda administrativa em São Vicente Férrer e Machados, nesse sábado (28), o governador Paulo Câmara entregou a segunda etapa do Sistema de Abastecimento de Água do Siriji, responsável por tirar oito municípios da região do racionamento de água. O chefe do Executivo pernambucano também vistoriou e inaugurou obras que receberam recursos do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM).

O empreendimento inaugurado em Siriji, distrito de São Vicente Férrer, beneficiará mais de 100 mil pessoas. Com investimento total de R$ 72 milhões (nas duas etapas), a obra vai produzir 300 litros por segundo a mais de água para a população, um acréscimo de 100% na produção. Nesta segunda etapa, foram beneficiadas as cidades de Macaparana, Machados e São Vicente Férrer. Em abril de 2014, o ex-governador Eduardo Campos entregou a primeira fase do sistema, que contemplou Buenos Aires, Vicência, Aliança, Condado e Itaquitinga.

Paulo Câmara defendeu a priorização dos recursos. “Toda a equipe tem a minha determinação de entregar obras que envolvam resoluções de médio e longo prazos, mas também de curto. Temos que fazer mais sistemas simplificados de abastecimento e poços, além de viabilizar dessalinizadores para algumas áreas e cisternas. Dar condições para que as pessoas tenham o mínimo para conviver com esse período de estiagem”, argumentou.

O presidente da Compesa, Roberto Tavares, ressaltou que o sistema tem um “símbolo especial” e vai atender a quem mais precisa. “Siriji não é a sede da cidade; aqui moram 3.700 pernambucanos que viviam em uma situação de racionamento muito dura. Nós vamos mais do que dobrar a oferta de água, vamos sair de 22 metros cúbicos por hora para 50 metros cúbicos por hora. Isso vai acontecer em todas as cidades que são abastecidas por esse sistema”, explicou. 

Ainda em São Vicente Férrer, o governador inaugurou obras de pavimentação, drenagem e sinalização no loteamento Limeira, com aportes de R$ 471,2 mil do FEM. De lá, o chefe do Executivo pernambucano seguiu para a cidade de Machados. Festejado pela população, Paulo Câmara entregou a Praça São Sebastião, projeto que também foi executado com recursos do fundo, no valor de R$ 112 mil. O gestor  ainda prestigiou a inauguração do Mercado Multicultural da cidade, erguido pela prefeitura.


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29/03


2015

PT e PMDB: fim de caso

 Os líderes do PMDB farão um esforço para consertar a relação com a presidente Dilma. O partido vai tocar o governo para não deixar na mão o vice Michel Temer.

Mas a aliança com o PT está comprometida. Para eles, o aliado tentou trucidar o PMDB. Por isso, quer construir um novo caminho para 2018. E, para tanto, vai apostar numa ação autônoma no Congresso. Um ex-líder de governo diz que a relação com o PT será entre tapas e beijos. (O Globo – Ilimar Franco) 


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29/03


2015

"Governo pune trabalhador e não a corrupção"

Senador gaúcho afirma que a população foi 'enganada" e ameaça deixar o PT se o Congresso aprovar as propostas para mudar benefícios trabalhistas

Petista histórico, o ex-deputado constituinte e senador Paulo Paim (RS) está prestes a deixar o partido a que se filiou há 30 anos. Ele intergra a lista de pelo menos 16 senadores que apresentaram recentemente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consultas sobre regras de migração partidária. Mas, ao contrário das motivações político-eleitorais que regem os interesses, por exemplo, da senadora Marta Suplicy (PT), que pretende disputar a prefeitura de São Paulo, Paim admite se filiar ao PMDB, PDT ou PSB e até mesmo fundar uma nova sigla se o governo insistir em aprovar, no Congresso Nacional, medidas que endurecem as regras para concessão de benefícios trabalhistas - como seguro-desemprego, pensão por morte e seguro-defeso. Para o senador, a população se sente "enganada" pelo governo, que nas eleições de outubro prometera manter intactas as conquistas previstas em lei. "Em vez de aumentar a fiscalização contra a corrupção, o trabalhador é mais uma vez chamado para pagar a conta", diz. Leia a entrevista ao site de VEJA.

Como o senhor pretende atuar nas duas medidas provisórias que afetam os direitos dos trabalhadores?

Eu fiquei constrangido e perplexo com as duas medidas provisórias que tiram direito dos trabalhadores. E essa não é uma reação só minha, é de todas as centrais, de todas as confederações, sindicatos, associações de trabalhadores, que não concordam com o que o governo fez. Sou o último dos parlamentares do PT que participou da Constituinte e hoje ainda está em atividade, sempre em uma linha de coerência. Como é que a essa altura do campeonato eu vou votar contra pescador, contra a viúva, contra o trabalhador desempregado? Não tem sentido. Não tem como mexermos nesses direitos trabalhistas. Leia mais clicando aí:  'Governo pune trabalhador mas não cuida da corrupção'  (VEJA.com - Laryssa Borges)


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Comentários

José Cláudio Soares de Oliveira

Esse já deveria saído do PT à muito tempo. Outro que não deveria está mais no PT é o Fernando Ferro. Cai fora enquanto é tempo rapaz.


Onodera Estética

29/03


2015

Ministro: “Há muita gente torcendo pelo Brasil”

 O novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, escolhido na sexta-feira para ocupar o cargo pela presidente Dilma Rousseff disse neste sábado, em sua página no Facebook, que, desde que foi convidado para o posto, recebeu muitas mensagens e que está impressionado com o tanto de gente torcendo pelo Brasil.

Janine Ribeiro, que tomará posse no próximo dia 6 de abril, afirmou que recebeu uma ligação na quinta-feira do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, o chamando para vir a Brasília conversar sobre a possibilidade de assumir o Ministério da Educação (MEC). O filósofo contou que teve que cancelar alguns compromissos, para estar no Palácio do Planalto em uma "longa conversa" com Dilma e Mercadante. Ele disse que depois da reunião, foi para o MEC, onde o secretário-executivo da Pasta, Luiz Cláudio Costa, fez um briefing sobre o ministério.

No seu post, Ribeiro se mostra animado para comandar a área que conta com 50 milhões de alunos e 2 milhões de professores. "É o Brasil que está lá, subindo a ladeira", escreve. O futuro ministro agradece as mensagens que recebeu e diz esperar que a "educação constitua um destes pontos que permitam unir o país, gente de um lado ou de outro, mas que sabe que sem educar não se avança". Ele também aproveitou para pedir a compreensão de jornalistas, que já começaram a pedir entrevistas, dizendo que só falará após a assumir oficialmente o cargo. Segundo Janine, ele tomará posse e estudará bastante, pois ninguém pode assumir a Educação sem começar a missão estudando.

O ministro assumirá o MEC no lugar de Cid Gomes, que se demitiu na semana passada depois de bater boca no plenário da Câmara, onde foi chamado para falar sobre sua declaração de que há "400 achacadores" na Câmara. Leia mais aqui: Novo ministro da Educação diz que há muita gente torcendo pelo Brasil (O Globo)


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Naipes Consultoria

29/03


2015

Relação dívida bruta e PIB: é alta ou não é?

Em reunião, com governadores, Levy e Dilma discordam sobre economia. Mas, no final, prevaleceu o bom humor.

 Não tem sido fácil para Joaquim Levy explicar a necessidade do ajuste fiscal sem ferir as suscetibilidades de Dilma Rousseff. Na reunião de quarta-feira passada entre Dilma, Levy e os nove governadores do Nordeste, novamente o passado de erros da política econômica do primeiro mandato assombrou a fala do ministro da Fazenda.

Lá pelas tantas, Levy disse que a relação entre dívida bruta e PIB estava alta – está próxima dos 70%. Dilma o interrompeu, embora não em seu tom de bronca costumeiro: “Não é alta, não, Levy”. O ministro não discutiu, e nem cabia.

Mais à frente, ao esbarrar no assunto novamente, porém, Levy não resistiu: “(…) relação entre dívida bruta e PIB, que não está alta…” Todos riram. Dilma inclusive. (Veja – Radar On-line – Lauro Jardim)


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Nehemias Fernandes Jaques

Escândalo das privatizações | Sobre o Escândalo governo FHC - Os dois principais processos de privatização conduzidos no governo Fernando Henrique Cardoso – a venda da Companhia Vale do Rio Doce e do sistema Telebrás – envolveram cifras gigantescas e resultaram em graves acusações contra muitos de seus protagonistas. Com a venda da Vale, em 1997, o governo conseguiu 3,3 bilhões de reais. No ano seguinte, o leilão da Telebrás gerou para o Tesouro a quantia de 22 bilhões de reais. Em 2001, o ex-senador Antonio Carlos Magalhães fez uma acusação pesada a respeito da privatização das teles. Segundo ele, o consórcio Telemar teria feito um acerto para pagamento de 90 milhões de reais a Ricardo Sérgio de Oliveira, então maestro de coxia dos negócios da Previ, o poderoso fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, para levar o negócio. A acusação nunca foi comprovada. Na ocasião, o processo de venda da estatal já fora sacudido pela revelação, em 1998, do áudio de grampos telefônicos em que o ex-ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros, e o então presidente do BNDES, André Lara Resende, discutiam formas de interferir no leilão. No ano seguinte, foi colocada em xeque a lisura do processo de privatização da Vale: Ricardo Sérgio foi acusado de receber propina para montar em torno do empresário Benjamin Steinbruch o consórcio que venceu o leilão da Vale do Rio Doce. As duas operações têm pontos de semelhança. Os dois consórcios foram criados por desejo do governo. Ambos foram formados na última hora - e a base financeira dos grupos é o dinheiro dos fundos das estatais.

marcos

Do presidente nacional do PT, Rui Falcão, na última terça-feira, em reunião com sindicalistas ligados ao partido, referindo-se à administração da presidente Dilma Rousseff: \"É um Governo de merda, mas é o meu Governo\". Rui Falcão não está sozinho. Lula lhe atribuiu a seguinte frase: \"O PT é uma merda mas é o meu partido. Ele não presta mas é meu\". Logo é unanimi, O GOVERNO DILMA E O PT, MERDA PURA. A professora estava presente ao encontro. Nada desmentiu.



29/03


2015

Petistas vão a Lula se queixar de Dilma

Dirigentes do PT preparam um pacote de reclamações contra a atuação do governo federal para apresentar a Lula em reunião do partido nesta segunda-feira, em São Paulo, informa Vera Magalhães, hoje, na Folha de S.Paulo.

O ex-presidente tem dito que separa os problemas do PT dos de Dilma --e a sigla deveria resolver suas questões "por si só".

Petistas vão dizer que Dilma não faz acenos à base e Lula deveria ponderar que ela precisa do partido para reconquistar a juventude e os movimentos sociais.


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Stampa Midia

29/03


2015

Por que não te calas?

Ficou para a História a indagação do rei Juan Carlos, da Espanha, ao presidente da Venezuela, Hugo Chaves: “por que não se cala?”

A pergunta precisa ser feita ao ex-presidente Fernando Henrique, que todos os dias dá os mais desbaratados palpites sobre a realidade nacional. Deveria lembrar-se de sua responsabilidade na crise que nos envolve.

O novo ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, acaba de dar a tônica de sua atuação: distribuirá as verbas de publicidade sem ater-se às exigências de audiência e circulação dos veículos. Beneficiará os pequenos.Da mesma forma, lutará para  reviver a proposta de  regulamentação da mídia, com ênfase para  impedir que grupos familiares dirijam aos mesmo tempo jornais, revistas, emissoras de televisão e rádio.  Vai enfrentar forte reação.    (Carlos Chagas)


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Nehemias Fernandes Jaques

chicão, pega o pego, tu é um ventriloco...rs

Chicão

Não entendo o motivo dessa comparação idiota ? Passaram mais de uma década falando mal do Fernando Henrique e ele calado ? Agora vem com essa hipocrisia? Manda brasa Fernando Henrique você foi muito massacrado por essa corja. E nós Brasileiros pra essas coisas temos uma memória muito curta. Vá em frente que agora é a sua vez de dá o troco .


Biologicus

29/03


2015

A madrasta da crise

Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo

Alguém se lembra do PAC? Somadas, essas três letrinhas formavam o Programa de Aceleração do Crescimento. Turbinaram o segundo mandato de Lula e o ajudaram a vestir a faixa presidencial na pupila Dilma Rousseff.

Há sete anos, em março de 2008, Lula chamou sua então ministra de "mãe do PAC". "É ela que cuida, acompanha, que vai cobrar junto com o Márcio Fortes [então ministro das Cidades] se as obras estão andando ou não estão", disse, em visita a uma favela do Rio.

Dilma seguiu o script à risca. Para aparecer nas ruas, viajou o país e tirou fotos com chapéu de operário. Para aparecer nos jornais, apagou as luzes do palácio e pilotou sonolentas apresentações de PowerPoint, cheias de tabelas com números e cronogramas de obras.

A oposição dizia que o PAC era um slogan eleitoreiro e que a ministra fazia campanha antes da hora. A imprensa mostrava que as obras estouravam prazos e orçamentos. Não tinha importância. A economia estava crescendo. Os empreiteiros estavam felizes ""naquele tempo, lava jato era só o lugar onde alguém lavava seus carros. A mãe do PAC, que nunca havia disputado uma eleição, virou presidente da República.

Desde que Dilma assumiu, a economia patina. Os números divulgados na sexta-feira mostram que o PIB médio de seu primeiro mandato foi o menor desde a catástrofe do governo Collor. O ano passado, com crescimento de 0,1%, foi o pior de todos. O ministro Joaquim Levy avisou que 2015 será ainda pior. Nas palavras dele, o país deu uma "desacelerada forte". Se o trem estava parado, isso significa que começou a andar de marcha a ré.

O arrocho não poupa nem o programa-símbolo de Dilma, que teve suas verbas cortadas em fevereiro. A mãe do PAC virou madrasta da crise. A sorte dela é saber que não será mais candidata em 2018. O azar pode ter passado para Lula, que contava os dias até a próxima eleição.


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Everaldo Aleixo

PIB: só 0,1%, mas positivo. O Brasil é “duro de matar”, mas continuam tentando


Santana e Plácido

29/03


2015

Mais desemprego, renda menor, inflação sobe

Ricardo Kotscho (Blog)

As más notícias na economia não param de chegar. Nada é surpreendente, mas o quadro negativo torna-se assustador. E os números são oficiais , divulgados pelo IBGE e pelo Banco Central.

Pelos indicadores desta quinta-feira, temos:

* a taxa de desemprego subiu pelo segundo mês consecutivo, chegando a 5,9% em fevereiro;

* pela primeira vez desde 2011, a renda média dos trabalhadores caiu 0,5%, baixando para R$ 2.163;

* as previsões para a inflação deste ano apontam para 7,9%, bem acima do teto da meta, que é de 6,5%;

* a última estimativa para o PIB em 2015, segundo os números do Banco Central, indica uma queda de 0,5%.

Precisa mais? Com tudo isso acontecendo ao mesmo tempo, o governo Dilma-2 ainda se dá ao luxo de brigar com o PMDB só porque o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, quer porque quer criar mais um novo partido para desidratar os outros.

Depois alguns leitores do Balaio ainda reclamam que estou muito pessimista e crítico demais com a presidente.

Alguém tem um bom argumento a me oferecer para mudar de ideia sobre o atual momento que estamos vivendo?

Quem tem alguma notícia boa?


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29/03


2015

O PT dá o troco em Eduardo Cunha

Carlos Chagas

Por certo que nenhuma instrução saiu do palácio do Planalto, mas ninguém duvida de que tenha sido engendrada nos arraiais do PT a vaia promovida  contra o presidente da Câmara,  sexta-feira, no plenário da Assembléia Legislativa de São Paulo. Durou pouco aquela balbúrdia, já que a segurança  esvaziou as galerias, mas fica evidente não acontecerem espontaneamente tais manifestações,  tanto que o demais oradores não foram incomodados.    Os companheiros, jovens em  maioria, integrantes de movimentos sociais,  receberam instruções para perturbar  o discurso de Eduardo Cunha. É preciso saber quem  os mobilizou.  Quanto às intenções, parecem claras: o deputado fluminense vem sendo  considerado o maior e mais perigoso adversário do governo. Para os detentores do poder, torna-se necessário agredi-lo.

O episódio, em si desimportante, dá a medida da alta temperatura registrada nas relações entre o PT  e o PMDB. Se quiserem, entre Executivo e Legislativo. Se a presidente Dilma vem sendo vaiada por onde passa, por que não fazer o mesmo com o maior  de seus desafetos?

Do jeito que as coisas andam, logo ficará impossível o diálogo entre governo e  Congresso.  A mais nova provocação que seus singulares aliados preparam para Dilma  parece a votação de emenda constitucional reduzindo para vinte o número de ministérios do Executivo. Claro que 39 é um exagero, mas não seria a causa da multiplicação a necessidade de agradar os partidos da base oficial? O vice-presidente Michel Temer já declarou que seu partido  não faz questão de manter ministérios.  Falou a sério?

Cada vez mais surgem sinais do  desembarque do PMDB do barco do governo, certamente uma preparação a longo prazo da sucessão presidencial de 2018.  Houve tempo em que sobravam candidatos na legenda, de Ulysses Guimarães a Tancredo Neves, Teotônio Vilela e outros.   Hoje, fala-se  nos dois Eduardos, o Cunha e o Paes...


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Congresso da Amupe

29/03


2015

Salário de R$ 35 mil a defensores na segunda

Marcelo Sperandio - Época

O projeto de lei que estipula em R$ 35.919 o salário de defensor público-geral federal foi pautado para entrar em votação na segunda-feira (30). Hoje, o salário pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal é de R$ 29.462, valor que serve como teto de remuneração aos funcionários públicos de todo o país.

A autoria do projeto de lei é da Defensoria Pública da União. A articulação para ser colocado em pauta se deu entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e a líder do PCdoB na Casa, Jandira Feghali (RJ)


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