FMO

01/10


2016

Parnamirim: Candidato a vice-prefeito sofre atentado

Blog do Carlos Britto

O candidato a vice-prefeito Nivaldo Mendes (PSD), do município de Parnamirim (PE), no Sertão do Araripe, sofreu um atentado, na última quarta-feira, quando participava de mais um ato de sua campanha eleitoral.

Ele estava visitando um bairro da cidade ao lado do candidato a prefeito, Tácio Pontes (PSB). Após a visita, ele foi até o Residencial Angico, zona rural de Parnamirim, local onde teria acontecido uma emboscada a bala contra o candidato.

Nininho estava num veículo na companhia do médico Franklin Carvalho, que é irmão do vice e tio de Tácio. Na entrada do residencial, eles foram recebidos a bala, mas felizmente saíram ilesos. O autor dos disparos ainda não foi identificado, nem há detalhes sobre a motivação do atentado. Os candidatos prestaram queixa na Delegacia de Polícia Civil (DPC) local.


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Agência Comunicação

01/10


2016

Polícia investiga suposta compra de votos em PE

Do G1

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Justiça Eleitoral e Ministério Público Eleitoral, apreendeu quase R$ 30 mil em espécie e uma lista com indicações de benefícios em Camutanga, na Zona da Mata de Pernambuco. A apreensão aconteceu em cumprimento de três mandados de busca e apreensão em imóveis pertencentes a candidatos a prefeito e vice-prefeito do munícipio.

Os nomes dos candidatos não foram divulgados oficialmente. Os mandados foram expedidos pela Juíza da 27ª Zona Eleitoral de Itambé, responsável também pelo município. A operação, que contou com apoio das polícias Civil e Militar, aconteceu na sexta-feira (30) e foi divulgada somente neste sábado (1º). Os candidatos não estavam no local no momento da apreensão.

As listas encontradas tinham relação de eleitores e benefícios como material de construção, próteses, valores em espécie, passagens aéreas, combustível, custeio de exames e medicamentos. Uma delas, segundo a PF, somaria valores em torno de R$ 1 milhão, caso fosse cumprida.

Um inquérito vai ser instaurado pela Polícia Federal para investigar o caso e indiciar os possíveis responsáveis, caso fique caracterizado crime eleitoral. O crime de compra de votos está previsto no artigo 299 do Código Eleitoral, com pena de até quatro anos de reclusão e pagamento de multa.

Outro caso

Na última quinta-feira (29), também em Camutanga, a casa do prefeito foi alvo de tiros. De acordo com o 2º Batalhão da Polícia Militar, os disparos foram efetuados por dois motoqueiros. Ninguém ficou ferido e também não ocorreram prisões. O caso está sob a responsabilidade do delegado Pablo de Carvalho, titular da delegacia de Goiana, também na Zona da Mata Norte do estado.


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Sopranor 1

01/10


2016

Eleição: o que abre e o que fecha no Grande Recife

Do G1 PE - Comércio do centro do Recife funciona normalmente no domingo (2)  (Foto: Reprodução/TV Globo)
 

 

 

No próximo domingo (2), comércio e shoppings funcionam normalmente. 
Museus, jardim botânico, zoológico e Centro de Artesanato estão fechados.

Com a realização das eleições para prefeito e vereador no próximo domingo (2), alguns locais de lazer do Recife, como museus, zoológico e o Jjardim Botânico, não devem abrir as portas. Os shoppings e o comércio na capital e na Região Metropolitana (RMR), no entanto, abrem normalmente. Confira o que abre e fecha:

Comércio e shoppings
De acordo com a Confederação dos Dirigentes Lojistas (CDL), o comércio no centro do Recife funciona normalmente. Os shoppings da capital e da RMR também funcionam nos horários normais, a partir das 12h.

Centro de Artesanato de Pernambuco
As duas lojas do Centro de Artesanato de Pernambuco, no Recife e em Bezerros, no Agreste, estarão fechadas no domingo. As duas lojas voltam a abrir na segunda (3). Na capital, o horário de funcionamento vai das 8h às 18h e, no interior, a loja funciona das 8h às 17h.

 

Museus
Localizados no Recife Antigo, os museus Cais do Sertão e Paço do Frevo estarão fechados no dia da eleição. Os equipamentos voltam a funcionar na terça (4). Os funcionamentos vão das 9h às 17h e das 10h às 17h, respectivamente.

Jardim Botânico
O equipamento, localizado no bairro do Curado estará fechado durante as eleições, assim como o Econúcleo no Parque da Jaqueira, na Zona Norte do Recife. Na segunda (3), o Jardim Botânico volta às atividades e fica aberto das 9h às 15h30. O Econúcleo, no entanto, só reabre na quinta (6), das 9h às 17h.

Parque Estadual Dois Irmãos
O zoológico estará fechado para o público no domingo (2), mantendo apenas o expediente interno de biólogos, veterinários e tratadores para a manutenção e cuidados com os animais. O equipamento reabre para o público a partir da terça (4), das 9h às 16h.

Ciclofaixa de Turismo e Lazer
A pedido do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), a Prefeitura do Recife não irá disponibilizar a ciclofaixa no domingo (2). De acordo com o órgão, o equipamento poderia comprometer a mobilidade dos eleitores nas zonas eleitorais. O projeto volta a funcionar normalmente a partir do domingo seguinte (9).


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Banner - Hapvida

01/10


2016

Dilma furou fila do INSS para se aposentar

 

Documentos obtidos por ÉPOCA mostram que cadastro da petista foi alterado 16 vezes dentro da sede do INSS

Época

Às 15h05 do dia 31 de agosto, Dilma Rousseff assinou o documento que a notificava que o Senado havia aprovado sua destituição da Presidência da República. Terminavam ali, oficialmente, seus cinco anos e oito meses de gestão e pouco mais de 13 anos em cargos no governo federal. Menos de 24 horas depois do impeachment, um de seus aliados mais próximos, o petista Carlos Eduardo Gabas, entrou pelos fundos da Agência da Previdência Social do Plano Piloto, na Quadra 502 da Asa Sul de Brasília. Acompanhado de uma mulher munida de uma procuração em nome de Dilma, Gabas passou por uma porta de vidro em que um adesivo azul-real estampava uma mão espalmada com o aviso: “Acesso apenas para servidores”.

Mas Gabas podia passar. Não estava ali apenas como funcionário de carreira da Previdência, mas como ex-secretário executivo e ex-ministro da Previdência do recém-encerrado governo Dilma, como homem influente na burocracia dos benefícios e aposentadorias entre 2008 e 2015. No papel agora de pistolão, Gabas subiu um lance de escadas até uma sala reservada, longe do balcão de atendimento ao público, onde o esperava o chefe da agência, Iracemo da Costa Coelho. Com a anuência de outras autoridades do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o trio deu entrada no requerimento de aposentadoria da trabalhadora Dilma Vana Rousseff. Foi contabilizado um tempo de contribuição previdenciária de 40 anos, nove meses e dez dias. Quando Gabas saiu da sala, Dilma estava aposentada, com renda mensal de R$ 5.189,82, teto do regime previdenciário.

Saiba mais: Dilma furou fila do INSS para se aposentar um dia depois do impeachment


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Comentários

azevedo

40 anos de contribuição e quase 70 de idade. Qual o crime? Quanta implicância idiota...

joao carlos da silva

Por que essa escrota não foi enquadrada no FATOR PREVIDENCIÁRIO?



01/10


2016

Cidades que desafiam pesquisas

* Por Marcelo Teixeira

Acompanho as pesquisas eleitorais desde 1968. Existem no Brasil diversas cidades que zombam das pesquisas, como exemplo posso citar Brasília, Caruaru e São Paulo. Brasília já chegou a um ponto em que o diretor do Ibope, Montenegro, fez uma entrevista coletiva para dizer que se a pesquisa não estivesse correta ele nunca mais faria levantamentos em Brasília. O resultado da boca de urna foi o contrário do dado por ele.

Aqui em Recife também, a pesquisa boca de urna divulgada pelo Ibope informava que Roberto Magalhães ganhava a eleição e, no final das contas, quem ganhou foi João Paulo. Em Caruaru, nunca o percentual da pesquisa bate com a realidade. As disputas entre João Lyra e Tony Gel não retrataram nem de longe os levantamentos.

Em São Paulo vimos Maluf dormir prefeito com folga e perder nas urnas para Erundina. Em eleição para governador, a disputa se dava em todas as pesquisas entre Francisco Rossi e Maluf, lá em baixo, sem chance, Covas e Marta. As urnas se abriram com o Rossi em quarto lugar e Marta travando a maior disputa eleitoral de São Paulo com Mário Covas que venceu por apenas 30.000 votos.

Portanto, minha experiência faz com que eu, escaldado, desconfie dos resultados divulgados até agora. Meu sentimento é que em São Paulo Haddad disputará com Dória o segundo turno. Aqui no Recife, não tenho dúvidas de que teremos segundo turno. E na minha Caruaru as pesquisas também não conseguem mostrar a realidade e teremos um pleito divergente das pesquisas

Publicitário e marqueteiro 


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01/10


2016

Coluna do sabadão

       Perdeu-se a luz

       Gabriel Garcia, direto de Brasília 

No auge da sua popularidade, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sacou da cartola nova modalidade de político, o poste. É aquele que nunca disputou uma eleição, mas foi bancado por capricho ou vaidade de quem o inventou. O maior triunfo aconteceu com a ex-presidente Dilma Rousseff, em 2010. Dilma, que nunca havia concorrido nem a grêmio estudantil, derrubou o atual ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB). Por capricho do destino, ela se tornou, em período de 25 anos, o segundo presidente a sofrer processo de impeachment.

Inebriado pelo sucesso de Dilma, Lula saiu acendendo vários postes nos estados e nos municípios. Nas cidades, ele conseguiu eleger Fernando Haddad (PT) prefeito de São Paulo, em 2012. Naquele ano, o partido venceu ainda em Rio Branco, Goiânia, João Pessoa e São Paulo, a maior do país. Na eleição de 2014, para governadores dos estados e do Distrito Federal, Lula se empenhou para eleger o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT) governador de São Paulo. Perdeu.

No Rio de Janeiro, o senador Lindbergh Farias (PT) nem passou para o segundo turno. Em Pernambuco, estado onde nasceu o ex-presidente, Lula se envolveu na campanha de Armando Monteiro para o governo. Venceu o poste do ex-governador Eduardo Campos, o ex-secretário Paulo Câmara (PSB). No Paraná, Lula foi o fiador da campanha da ex-ministra Gleisi Hoffman. Nova derrota. No Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) caiu no primeiro turno.

A força de Lula só prevaleceu com Fernando Pimentel (PT), eleito em primeiro turno governador de Minas Gerais, reduto eleitoral de Aécio Neves (PSDB), e com Rui Costa (PT), na Bahia. Na eleição deste domingo, confirmadas as pesquisas, os candidatos de Lula em Fortaleza, Recife, Natal, Porto Velho e Porto Alegre sairão derrotados das urnas. Rio Branco será a única capital onde o PT pode ganhar, mas a fatura não pode ser colocada na conta de Lula. Ele sequer pisou na capital do Acre. Lula perdeu o brilho e seus postes estão apagados.

Forças eleitorais - A eleição municipal que será realizada neste domingo (2) em todo território brasileiro, exceto no Distrito Federal, tende elevar o PSDB à condição de preferido da população. Em número de habitantes, o partido governará a maior parcela do eleitorado se confirmadas as vitórias de João Doria, em São Paulo, e João Leite, em Belo Horizonte, dois dos três maiores colégios do Brasil. Além dos tucanos, o PMDB deve sair fortalecido das eleições. A exemplo de disputas anteriores, os peemedebistas devem manter a posição de partido com o maior número de prefeituras no país. Sua força reside, exatamente, em cidades pequenas e médias.

Tom arrogante reprovado – Nas rodas políticas ontem no Recife, quando o assunto debate na TV-Globo entrava na pauta, o que mais se comentava era a avaliação, unânime, de que o candidato do PSDB, Daniel Coelho, além de não esconder o nervosismo, expôs uma postura arrogante diante dos concorrentes, especialmente em relação ao prefeito Geraldo Júlio, do qual levou um nocaute quando o socialista revelou que fora autor de uma proposta na Câmara dos Deputados indo de encontro ao que agora prega em relação ao sistema de taxi alternativo Uber.

 

Fragmentação da esquerda - Com a crise política e ética que tomou de assalto o PT, a esquerda passa por um processo de fragmentação que acaba fortalecendo os partidos antes apêndices dos petistas. Nascido à esquerda do PT, o PSOL poderá se beneficiar da crise vivida pelos petistas nos grandes centros urbanos. Além de ter chances de sucesso em Belém e Cuiabá, o partido pode chegar ao segundo turno no Rio de Janeiro e em Porto Alegre.

Menina levada - O Itamaraty investiga as investidas de uma nora do ex-presidente Lula em viagens internacionais. Marlene Araújo costuma levar dos hotéis, em missões oficiais lençóis e toalhas, deixando a conta para os diplomatas, que só descobriam as peripécias depois da partida da mulher do ex-presidente. O Ministério Público de São Paulo investiga a nora de Lula, que recebia R$ 13 mil do Sesi, mas não trabalhava.

Gosto pelo luxo - Durante visita oficial do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, a países da Ásia, embaixadores criticaram a agressividade e a ostentação da ex-presidente Dilma Rousseff. Em certa viagem oficial, no segundo mandato, Dilma berrava com os funcionários do hotel e ordenou a troca total das mobílias do quarto. Já quando esteve em Cuba, vale lembrar, Dilma fez um “pit stop” em Lisboa. Durante estadia em terras patrícias, hospedou-se em uma suíte presidencial do luxuoso hotel Ritz, ao custo a R$ 26,2 mil.

CURTAS

Novos pombinhos - Na véspera das eleições municipais deste ano, os empresários Flávio Martins Vieira e Melissa Garcia resolveram dar uma pausa da política. Apaixonados, os pombinhos se casam neste sábado (1) na Oficina Francisco Brennand, no Recife. Daí a razão de vir ao Recife, onde aproveito para reforçar a equipe de Magno Martins na cobertura das eleições de amanhã.

Onde está o dinheiro? - A falta de dinheiro para arcar as campanhas eleitorais começa a incomodar os deputados. “Não dá para ficar desse jeito. Não conseguimos fazer campanha. Imagine como vai fazer campanha um candidato a presidente, a governador, a senador?”, questiona Vanderlei Macris (PSDB-SP).

Perguntar não ofende - Por que o presidente Michel Temer não demite os petistas que tomaram conta do seu governo?


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Comentários

Nehemias Fernandes Jaques

Dilma é a Joana d\'Arc brasileira: impressionante como ela cresceu diante da adversidade.

Nehemias Fernandes Jaques

Quem apoiou o impeachment, apoiou a corrupção.

Nehemias Fernandes Jaques

Pois é, Lula e Dilma … Quem mandou misturar pobres e negros com brancos e ricos em universidades públicas? Quem mandou tratar as empregadas domésticas como cidadãs de direitos? Quem mandou lotar os saguões dos aeroportos de chinelos, bermudas e óculos made in china? Quem mandou ajudar favelas inteiras a comprar telelevisores de 50 polegadas? Quem mandou deixar tantos peões frequentarem auto escolas? Quem mandou tornar as estradas intrafegáveis em feriados prolongados? Quem mandou forçar as patricinhas a dividirem os corredores e lojas de shoppings com piriguetes mascando chicletes? Quem mandou custear – de graça – universidades privadas para balconistas, borracheiros e pedreiros? Quem mandou fazer sorrir que não tinha dentes? Quem mandou facilitar o acesso de tanta gente aos balcões das farmácias? Quem mandou sair por aí construindo casas para quem pagava aluguel ou vivia debaixo de viadutos? Quem mandou retirar 30 milhões de brasileiros da linha da pobreza? Quem mandou querer governar um país em que pobres são como podres? Quem mandou insistir? Quem mandou querer ir até o fim? Quem mandou firmar um pacto com as elites para assumirem suas responsabilidades por mais de quinhentos anos de miséria? As elites não querem mais sustentar esse acordo. Consideram o ônus pesado demais. Para as elites, o que não tem remédio, remediado está. Querem o poder de volta para si. Querem de volta toda a ostentação como meio de contenção de suas culpas depressivas. Agora, Lula e Dilma você espera algum reconhecimento? De quem? Dos alunos das cotas? Do alunos prouni? Das domésticas cidadãs? Dos tantos milhões que ascenderam? As elites não vão permitir. No jogo das inversões midiáticas, conseguem punir a verdade dos fatos e reforçar a mentira, até que a mentira se torne verdade

Nehemias Fernandes Jaques

Pois, é! Mais de 40 milhões vivem na pobreza nos Estados Unidos, afirma censo. É o pior resultado dos últimos 52 anos e equivale a 15,1% da população. Censo considera famílias de 4 pessoas com renda equivalente a R$ 3.161.

sonia

Lula era tratado pela Odebrecht com o codinome “Amigo”.


Senai 4.0

01/10


2016

Recife: candidatos a um passo da disputa nas urnas

A um dia da eleição, o candidato a prefeito pelo PT no Recife, João Paulo, evita entrar em confronto direto com os também candidatos a prefeito na capital Priscila Krause (DEM) e Daniel Coelho (PSDB), vislumbrando apoio de simpatizantes deles num segundo turno.

Antes de participar de uma carreata no Ibura, um de seus redutos eleitorais, o petista chegou a elogiar Priscila, que, para ele, demonstrou equilíbrio no debate da Rede Globo, quinta-feira. 

Indagado porque optou polarizar com Priscila, ao invés de direcionar suas perguntas para Geraldo Julio (PSB), que está em vantagem nas pesquisas, João Paulo respondeu.

“Geraldo se dissolveu pelas próprias contradições, Daniel estava muito raivoso e Priscila estava mais equilibrada”.  (Do Diario de Pernambuco)


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Sesi 4.0

01/10


2016

Lava Jato: Odebrecht cita Lula em e-mail

Em um e-mail de janeiro de 2005 enviado por Marcelo Bahia Odebrecht - preso pela Operação Lava-Jato há 1 ano e 3 meses - para executivos do grupo, ele afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria se disponibilizado para “ajudar a destravar qualquer dificuldade para fazer acontecer”. O documento em poder da força-tarefa, em Curitiba, integra o pedido de conversão da prisão do ex-ministro Antonio Palocci, feito nesta sexta-feira, de temporária (de 5 dias) em preventiva (sem prazo).

“Lula ficou de eleger 3 projetos e conduzir o assunto através de um grupo (Palocci, Dilma e Min. Transportes) ficando disponível para ajudar a ‘destravar’ qualquer dificuldade para fazer acontecer”, escreve Odebrecht, em e-mail de 19 de janeiro de 2005, para nove executivos do grupo. O assunto tratado era da agenda que o pai, Emílio Odebrecht, teria acertado com o ex-presidente. “Segue a agenda que meu pai repassou com Lula em sua reunião de 6ª.”

Para a Lava-Jato, Palocci seria um dos canais do grupo com o governo federal na obtenção de vantagens na Petrobras - e em outras áreas de negócios -, mediante o pagamento de propinas. “Pediu para que nós liderássemos os três projetos (acertou-se que envolveríamos outras empresas junto com a ABDIB). Ele ficou de retornar via o Italiano para nós, de como conduziríamos os próximos passos”, complementa Odebrecht, na mensagem. “(Se o Italiano não retornar, eu o procuro semana que vêm).”

Lula, nem a ex-presidente Dilma Rousseff, são alvos desse inquérito. O documento, segundo o delegado, foi anexado para comprovar que Palocci era interlocutor do Grupo Odebrecht em supostos negócios escusos com o governo federal.  (Do Diario de Pernambuco)


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Odonto Personalité

01/10


2016

TRE: uso de foto adulterada na campanha de Crivella

A imagem adultera, sem a presença do ex-presidente Lula entre Pedro Paulo, atual candidato à prefeitura do Rio, e o ex-governador Sérgio Cabral (Foto: Reprodução)

O Globo - Renan Rodrigues

Líder nas pesquisas de intenção de voto para prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB) deverá dar explicações ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sobre o uso de uma imagem adulterada em uma inserção de TV veiculada pela sua campanha nesta quinta-feira. O juiz eleitoral Marcello Rubioli afirmou ao GLOBO que um procedimento para investigar se houve crime eleitoral será instaurado. O caso será encaminhado ao Ministério Público Eleitoral (MPE).

A campanha do senador Marcelo Crivella retirou a imagem do ex-presidente Lula de uma foto em que o petista e líderes do PMDB do Rio apontavam em direção a Pedro Paulo (PMDB), que, na ocasião, ainda não tinha sido confirmado como candidato a prefeito. A foto foi exibida na noite da quinta-feira, em uma inserção num dos intervalos da segunda edição do RJTV, da TV Globo, num vídeo produzido pela campanha de Crivella. O vídeo, lido em off por um locutor, fazia críticas ao PMDB.

Leia mais: TRE investigará uso de foto adulterada pela campanha de Marcelo Crivella


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Naipes

01/10


2016

O impacto das urnas para 2018

Leandro Colon - Folha de S.Paulo

Aécio Neves e Eduardo Campos celebravam há quatro anos a vitória em primeiro turno de seus candidatos nas eleições municipais de Belo Horizonte e do Recife.

Ambos saíram daquela eleição fortalecidos e praticamente definidos como os nomes de PSDB e PSB ao Palácio do Planalto para a votação que ocorreria dois anos depois.

O roteiro a seguir todos sabemos. Campos morreu tragicamente num acidente aéreo a dois meses da eleição presidencial. Aécio perdeu no segundo turno para Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT.

De lá para cá, Aécio foi chamuscado pela Lava Jato, Dilma teve seu mandato cassado num processo de impeachment e o PMDB assumiu a Presidência com Michel Temer. Muita coisa mudou em pouco tempo.

O contexto local costuma naturalmente preponderar em campanhas municipais, mas é inevitável o vínculo do resultado nos principais colégios eleitorais do país com o xadrez da disputa presidencial de 2018.

Uma vitória de João Doria na briga pela prefeitura de São Paulo, por exemplo, representa, dentro e fora do PSDB, um empurrão à candidatura de Geraldo Alckmin ao Planalto.

Um resultado que coloca o governador paulista, padrinho de Doria, casinhas à frente de Aécio no tabuleiro da corrida tucana pela chapa.

O PT, por sua vez, terá de recalcular as pretensões nacionais se for confirmada a previsão de derrota esmagadora da sigla nas capitais e em outras cidades de relevância política.

Soma-se ao mais profundo drama da história petista a falta de um plano B diante do risco de Lula virar ficha suja com uma condenação na Lava Jato em segunda instância.

O PMDB tende a manter a primazia municipal nos rincões. Legendas da base do governo Temer devem levar a melhor na maioria das capitais.

O desafio do PMDB, na verdade, é outro. Para chegar em forma a 2018, mais do que ganhar prefeituras neste domingo (2), tem de resgatar uma economia que respira por aparelhos. 


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01/10


2016

Jogando a toalha sobre chance de Marta ir ao 2º turno

Amigo de Temer e um de seus principais conselheiros, Gaudêncio Torquato enterra a possibilidade de a candidata do PMDB, Marta Suplicy, ir para o segundo turno em São Paulo. “Minha projeção é Doria e Russomano.”  A informação é Natuza Nery na Folha de S.Paulo deste sábado.

Segundo a colunista,Torquato critica a campanha da peemedebista por não ter feito o que chama de “massacre do 15” — número do partido. “Ela continua sendo aquela mulher de vermelho com o carimbo do 13 na testa”, diz Torquato.

Temer já havia ouvido o mesmo diagnóstico há dois meses, quando Chico Santa Rita, integrante do grupo de consultores de comunicação do presidente, disse que Marta teria problemas com a “falta de clareza de seu posicionamento político”.


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01/10


2016

Beltrão e Jucá: se limpar para voltar ao ministério

Marx Beltrão (PMDB-AL), indicado para o Ministério do Turismo pela bancada da Câmara com as bênçãos de Renan Calheiros, circula um parecer de um ex-figurão do Ministério Público dizendo que a ação a que responde no STF tem cenário favorável à absolvição.

Sua nomeação estava pendurada no Planalto por causa do processo, em que foi denunciado sob suspeita de falsidade ideológica.

 A indicação abre um precedente para que Romero Jucá, braço direito de Temer em diversos programas, também possa retornar ao ministério valendo-se de um parecer.

Depois do parecer favorável a Beltrão, Renan convocou sessão do Congresso para terça-feira (4), a pedido do presidente da República, para votar a liberação de R$ 1,1 bilhão para o Enem e para o Fies. O Planalto estava aflito com a demora. (As informações são da coluna Painel, da Folha de S.Paulo deste sábado)


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Bm4 Marketing 9

01/10


2016

Lava Jato intensifica ação para delação de Odebrecht

Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo

Integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato intensificaram as negociações para a finalização da delação premiada da Odebrecht. Depoimentos foram colhidos durante toda a semana passada. O ritmo deve se manter na próxima.

Há entre pessoas que participam do processo a nítida impressão de que é preciso correr contra o relógio para evitar que pressões externas e divisões internas "melem" a delação. Policiais federais, por exemplo, têm dito que ela já não seria tão necessária, pois as investigações estariam bem avançadas.

A delação da Odebrecht é considerada a delação das delações, com potencial de atingir figuras de primeiro time de todos os partidos. Na avaliação de um negociador favorável às tratativas com a empreiteira, não faltam "inimigos" para esse acordo.


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Márcio Calheiros

01/10


2016

Lava Jato contribuiu para STF avalizar impeachment

PT defende governo de esquerda que não existiu com Dilma

Blog do Kennedy

É improvável que prospere o novo recurso apresentado à Justiça pela defesa da ex-presidente Dilma Rousseff a fim de tentar anular o recente impeachment. O STF (Supremo Tribunal Federal) deverá manter a tendência de deixar a última palavra a respeito das questões de mérito desse processo a cargo do Congresso Nacional.

A queda de Dilma consagra a atual legislação sobre impedimento como um processo mais político do que jurídico. Na prática, é como se o impeachment fosse um voto de desconfiança ou uma moção de censura do sistema de governo parlamentarista. Líder que não souber lidar com o Congresso no nosso presidencialismo de coalizão correrá o risco de perder o poder.

O PT e movimentos sociais defendem um governo e uma presidente que não existiram, porque, na prática, Dilma e sua gestão jamais foram de esquerda. O temas caros aos progressistas ficaram em segundo plano. Houve, sim, um intervencionismo voluntarioso na economia e uma administração desastrosa.

Dilma quebrou o Brasil. Caiu porque fez um governo ruim, que legou desemprego elevado, juros na Lua, inflação fora de controle, política fiscal destruída e retrocessos em programas sociais implementados com a chegada do PT ao poder em 2003. Defender um governo que não existiu é um erro da esquerda, porque aprofundará a desconexão do PT e do ex-presidente Lula em relação à dura realidade que precisam enfrentar.

Além do conjunto da obra, a Lava Jato pesou muito a favor da queda de Dilma. Aliada aos erros políticos e econômicos, a descoberta de um enorme escândalo de corrupção contribuiu para que ministros do Supremo ficassem na defensiva perante a opinião pública e adotassem a linha de que caberia à corte apenas um controle externo formal do processo de impedimento.

Sem a paixão do momento e com a tradicional impiedade objetiva, a História fará um julgamento severo a respeito de todos os atores do processo de impeachment _inclusive dos 11 ministros do STF. Apesar do êxito da narrativa do golpe e da saída como vítima, tampouco Dilma ficará bem na foto. Ela facilitou o jogo dos conservadores.

A incompetência da então presidente criou as condições políticas para que seus aliados no Congresso se rebelassem e aplicassem um golpe parlamentar avalizado pelo Supremo. Formalmente, a lei foi cumprida, mas as pedaladas fiscais e os decretos de crédito suplementar se transformaram num pretexto para derrubar a petista. Tomada a decisão política, encontraram-se os motivos jurídicos na legislação do impeachment, que permitiu ampla interpretação para responsabilizar Dilma e viabilizar a saída semiparlamentarista.

Prova disso: a então presidente recebeu a pena máxima, a perda do mandato, mas o Senado manteve os seus direitos políticos. Isso reforça o argumento de que se tratou de um processo mais político do que jurídico, ilustrado nos últimos dias pelas visões antagônicas dos ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes a respeito do eventual “tropeço” da nossa democracia.


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Comentários

marcos

Dilma Jumenta, a pior Presidente do Brasil de todos os tempos.



01/10


2016

Candidatos ou eleitorado de cabeça para baixo

Carlos Chagas

São Paulo e Rio são as duas capitais mais importantes do país. Vamos ficar nas eleições de prefeito para concluir que anda tudo de cabeça para baixo, começando pelos candidatos, que sem exceção pertencem todos ao segundo time. Não sobra um com capacidade para gerir as intrincadas necessidades de paulistanos e cariocas. Tome-se, a 24 horas da votação, a falta de sintonia entre os pretendentes e seus padrinhos.

Em São Paulo, imaginou-se que o apoio do Lula serviria para alavancar Fernando Haddad. Deu o contrário, a ponto de o candidato entrar em curva descendente nas pesquisas assim que o primeiro-companheiro aventurou-se a apoiá-lo. Marta Suplici caiu quando o eleitorado percebeu que Michel Temer caracterizou-se como seu cabo eleitoral. Celso Russomano perdeu o primeiro lugar na reta de chegada pela falta de substância de seus partidários. Por último, João Doria, também perdendo pontos quando identificado com o governador Geraldo Alckmin. Quer dizer, tudo às avessas.

No Rio, Jandira Feghali ficou para trás depois de Dilma Rousseff aparecer a seu lado. Aconteceu o mesmo com Pedro Paulo diante de Fernando Henrique Cardoso e Aécio Neves. Marcelo Crivella entregou percentuais ao visitar o cardeal Orani Tempesta e Marcelo Freixo ao aproximar-se do PT.

De duas, uma: ou os padrinhos perderam força e prestígio ou os candidatos escolheram mal. Mas tem pior entre os despreparados Para as prefeituras, porque o índice de rejeição de cariocas e paulistanos superou de muito as respectivas aprovações.

Haddad emplacou 13% das preferências, contra 41% que de jeito nenhum votarão nele. Marta pontuou 13% pró e 29% contra. Celso Russomano, 22 a 24. João Doria é a exceção à regra: 24 a 22.

Em suma, se milagres não sobrevierem, os eleitores de São Paulo e do Rio demonstram estar muito mais contra do que a favor. Quem se eleger carregará muito mais  repúdio do que ovações. A tentação é de concluir que um dos dois se encontra de cabeça para baixo: o eleitorado ou os candidatos.


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