Prefeitura de Petrolina

26/04


2015

Para 2018: a vez do "caçador de Corruptos"

Os parlamentares observam com um quê de curiosidade as ações do juiz Sérgio Moro.

Há quem diga que, no vazio político, ele pode repetir o ex-presidente Fernando Collor em 1989.

Naquela época da redemocratização, com a população saturada dos políticos tradicionais, Collor ganhou fôlego com o “caçador de marajás”.

Há quem diga que Moro pode fazer o mesmo como o “caçador de corruptos”.

Sérgio Moro tem acompanhado todos os depoimentos da CPI da Petrobras e confrontado com os que havia colhido anteriormente dentro do processo da Lava-Jato. Para quem achava que a CPI seria mais do mesmo, a atenção do juiz mostra que o colegiado tem sua utilidade.  (De Denise Rothenburg - Correio Braziliense)


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Comentários

Everaldo Aleixo

A análise pedida pelo PSDB ao jurista Miguel Reale Júnior sobre a admissibilidade de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff não atendeu às expectativas dos que sonhavam com o golpe; segundo Reale, fatos ocorridos no mandato anterior não podem servir como pretexto para a derrubada de um governo; posição é semelhante à que já foi explicitada pelo procurador-geral Rodrigo Janot e pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); bancada tucana na Câmara estuda, agora, pedir pareceres a outros juristas, mas o próprio Aécio tende a desembarcar do golpismo

Everaldo Aleixo

Com o Balanço auditado da Petrobras a oposição acaba de perder o terceiro turno, só resta a esperança de Lula nao está com saude para voltar em 2018...haja ave de mau agouro!


Seminário de Alta Performace

26/04


2015

Obras do PAC em PE com freio de mão puxado

Do Diario de Pernambuco - Thiago Neuenschwander

Balanço mostra que 74% das intervenções não foram concluídas em Pernambuco

A presidente Dilma Rousseff (PT) desembarca em Pernambuco daqui a dois dias para a inauguração da fábrica da Jeep, em Goiana, na Mata Norte. Se por um lado, há muito que se comemorar pelo início da operação de um empreendimento que deve gerar um impacto de 47 mil empregos diretos e indiretos, e um incremento de até 6,9% no PIB do estado até 2018, a situação de obras estruturadoras que podem frear esse desenvolvimento são, por outro lado, motivo de preocupação. De acordo com o último balanço regional do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), 74% das 3.145 intervenções previstas nesta segunda etapa do programa em Pernambuco não foram concluídas. 

De pequenas reformas a obras importantes, como o Arco Metropolitano, rota viária que será fundamental para o escoamento da produção da Jeep, muitas sequer saíram do papel. O problema não se resume à Mata Norte e ao Grande Recife. Projetos de grande porte, como a Transposição do São Francisco, a Transnordestina, as Adutoras do Agreste e do Pajeú, seguem travados e com previsões de conclusão cada vez mais distantes.

Fora da pompa da inauguração da Jeep, o cenário angustia. Segundo o presidente em exercício da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Ricardo Essinger, o estágio atual das obras do PAC prejudica tanto as indústrias e empresas que já estão em funcionamento quanto aquelas que têm a intenção de se instalar no estado.

 


A situação das obras também gerou preocupação na Assembleia Legislativa. Uma comissão especial foi criada para acompanhar o andamento das intervenções pelo estado. “Elencamos 180 obras do PAC, mas só teremos condições de visitar entre 10% e 20%. Vamos dar ênfase às mais relevantes, como as adutoras, a Transnordestina e a Transposição. Vamos ver o que está impedindo a conclusão”, explicou o deputado Miguel Coelho (PSB), que comandará o grupo.

 


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26/04


2015

Um bairro, um vereador

Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo

O Senado aprovou a adoção do voto distrital nas eleições para vereador. O projeto, que ainda precisa passar pela Câmara, muda a forma como os brasileiros elegem seus representantes mais locais.

O texto divide as cidades com mais de 200 mil habitantes em dezenas de redutos, que realizam eleições separadas. O princípio é que cada bairro passe a escolher um único vereador para chamar de seu.

Os defensores da mudança dizem que ela aproxima a população dos políticos e reduz o custo das campanhas, porque os candidatos passam a pedir votos em uma só região.

"Além de ser mais simples, o sistema majoritário de fato aproxima os representantes dos representados e permite que a campanha seja menos custosa e, portanto, mais democrática", sustenta o senador José Serra (PSDB-SP), autor da proposta.

Os argumentos são fortes, mas omitem muitos problemas do modelo. O voto distrital valoriza os políticos de perfil paroquial, que atuam como despachantes de pedidos, e desestimula a atuação independente em relação ao Executivo.

Se cada comunidade só eleger um vereador, suas chances de continuar no cargo dependerão diretamente da quantidade de asfalto, postes de luz ou bicas d'água que o local receber durante seu mandato.

Isso tende a tornar a adesão aos prefeitos quase obrigatória, prejudicando a sobrevivência de quem faz oposição e fiscaliza o uso do dinheiro público. Os políticos que defendem minorias ou categorias profissionais, como a dos professores, também tendem a sumir do mapa.

Outro problema é a redução das alternativas. Em 2012, os paulistanos puderam escolher entre 1.227 candidatos --mesmo assim, muita gente ficou na dúvida diante da urna.

No voto distrital, o eleitor só pode escolher entre candidatos que moram em seu reduto. E quem pensar diferente da maioria dos vizinhos verá seu voto ir para o lixo, porque só um integrante da lista será eleito.


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26/04


2015

Lá como cá

 Carlos Brickmann

 Igual que nem - Um alto dirigente político acaba de renunciar ao cargo, depois da denúncia de ter sido subornado por um empreiteiro. Valor do suborno, conforme a denúncia: pouco menos de US$ 28 mil (mil mesmo: não é milhão nem bilhão). O empresário não teve a oportunidade de livrar-se com delação premiada, nada dessas coisas: quando foi acusado por desvio de dinheiro, suicidou-se, deixando uma lista com o nome de altos dirigentes políticos, todos ligados à presidenta da República, e o valor do suborno pago a cada um. O líder renunciante negou as acusações, lembrou que foi o primeiro a propor guerra total à corrupção, garantiu que jamais recebeu suborno nem deste empreiteiro nem de ninguém, mas renunciou para que a sombra de seu alto cargo no Governo não atrapalhasse as investigações. A presidenta já teve vários auxiliares acusados de corrupção (nenhum, entretanto, tão importante quanto este); e garantiu que apoia integralmente as investigações.

História esquisita, não? Mas vamos esclarecê-la: o país não é o Brasil, claro. É a Coreia do Sul. Quem renunciou, acusado de suborno, foi o primeiro-ministro Lee Kwan-koo, ligadíssimo à presidenta da República, Park Geun-hie, que aliás se encontrou com Dilma na sexta-feira. O empreiteiro que se suicidou ao ser acusado de subornador é Sung Wang-hong. Não, ele não pagou para conseguir contratos, mas para receber apoio político à sua candidatura a deputado (e perdeu a eleição). A presidente assegura que, como nos casos anteriores de auxiliares acusados de corrupção, não sabia de nada. 

E, caro leitor, deixe a maldade de lado.


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26/04


2015

Até aonde vai poder paralelo de Cunha e Gilmar

Ricardo Kotscho

Cada vez que acompanho pela televisão entrevistas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e do ministro Gilmar Mendes, do STF, custo a acreditar no que vejo e ouço. As palavras simplesmente não combinam com a expressão dos rostos, como se eles próprios não acreditassem no que falam e pensem que do outro lado da tela só existam idiotas.

O poder paralelo que os dois criaram e ampliam a cada dia – diante do vazio político deixado pelo governo e pela oposição, pelo parlamento e pelos partidos – é tamanho que Cunha e Gilmar não se vexam de partir para o deboche. Só pode ser. Fica até difícil identificar quem é um e quem é outro que está falando, de tal forma eles estão afinados numa parceria a serviço do conservadorismo mais retrógrado e arbitrário reinante no país, com o apoio entusiasmado dos conglomerados da grande mídia reunidos no Instituto Millenium.

A dupla está solidamente unida em torno da defesa do financiamento empresarial de campanhas eleitorais, pela terceirização e precarização do mercado de trabalho, a favor da "PEC da Bengala", que prorroga a aposentadoria dos ministros do STF para 75 anos, e tudo o mais que possa impedir o avanço e promover o retrocesso institucional, político e social do país.

Mandam, simplesmente, no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal, as duas instituições que hoje decidem o destino dos brasileiros. Com o poder que acumulam, podem amanhã resolver revogar a Lei Áurea e aprovar a implantação da pena de morte.  (Ricardo Kotscho)

Leia a continuação clicando aí no Balaio do Kotscho


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Naipes Consultoria

26/04


2015

Transbaião: R$ 2 milhões para festas juninas

Da Folha de S.Paulo – João Pedro Pitombo

Uma entidade ligada ao ex-deputado federal Luiz Argôlo (SD-BA), investigado na Operação Lava Jato e preso desde o dia 10, captou R$ 2,1 milhões de estatais e empresas privadas via Lei Rouanet para promover festas juninas no interior da Bahia.

Batizado de Transbaião, o projeto aprovado no Ministério da Cultura em 2012 e 2013 envolvia viagens num trem "cultural" para 54 convidados do ex-deputado embalado por bandas de forró.

Também promoveu shows com distribuição de gratuita de ingressos, cirurgias e consultas médicas nas cidades onde o veículo passou --a maioria delas redutos eleitorais do ex-deputado, incluindo sua terra natal.

Entre as patrocinadoras do Transbaião está a Arbor Assessoria Contábil --empresa de propriedade de Meire Poza, contadora do doleiro Alberto Youssef que desde o ano passado colabora com as investigações da Lava Jato.

Também patrocinaram o Transbaião via Lei Rouanet as estatais Chesf, Caixa Econômica Federal e as empresas privadas Vale, M. Dias Branco e Grupo Petrópolis. Petrobras, Banco do Brasil, Banco do Nordeste e governo da Bahia injetaram dinheiro diretamente no projeto, sem as contrapartidas fiscais via Lei Rouanet.


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26/04


2015

Dez horas de reunião sem definir infraestrutura

Da Folha de S.Paulo – Julia Borba, Sofia Fernandes e Natuza Nery

Após mais de dez horas reunida com ministros e presidentes de instituições bancárias públicas no Palácio da Alvorada, em Brasília, a presidente Dilma Rousseff encerrou o encontro sem qualquer definição para seu novo plano de desenvolvimento da infraestrutura nacional.

De acordo com assessores da presidente, a reunião não foi conclusiva, portanto, outras reuniões ainda terão de ser agendadas. Não há previsão de quando ocorrerão esses próximos encontros.

A intenção do governo é montar um plano de ações, investimentos e de concessões prioritárias para tentar retomar o crescimento do país após concluído o ajuste fiscal. Estão nesta lista as obras em aeroportos, rodovias, portos e hidrovias.

A reunião com a presidente, que começou por volta das 9 horas deste sábado (25), teve a presença de treze ministros: Nelson Barbosa (Planejamento), Joaquim Levy (Fazenda), Aloizio Mercadante (Casa Civil), Isabella Teixeira (Meio Ambiente), Kátia Abreu (Agricultura), Edinho Silva (Comunicação Social), Eduardo Braga (Minas e Energia), Antônio Carlos Rodrigues (Transportes), Gilberto Occhi (Integração), Eliseu Padilha (Aviação), Edinho Araújo (Portos), Gilberto Kassab (Cidades) e Ricardo Berzoini (Comunicações).

Além deles, Dilma também convocou secretários de governo e os presidentes da Caixa Econômica e Banco do Brasil (Miriam Belchior e Alexandre Abreu) e o vice-presidente do BNDES, Wagner Bittencourt.

O pacote que será lançado pela presidente virá em resposta a críticas de que seu governo tem se limitado a discutir as medidas do ajuste fiscal, que ainda não foram aprovadas no Congresso, deixando de lado a agenda de investimentos do país em um momento de forte retração econômica. 


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Stampa Midia

26/04


2015

O salto alto dos doutores da Lava Jato

Elio Gaspari

O juiz Sérgio Moro esqueceu-se do versinho: "A vida é uma arte, errar faz parte". Desde novembro ele se transformou numa esperança de correção e rigor. Botou maganos na cadeia, desmontou as empulhações do governo, da Petrobras e das empreiteiras. Tomou centenas de providências, mas deu-se mal quando prorrogou a prisão de Marice Correa de Lima, cunhada do comissário João Vaccari Neto. Aceitou a prova de um vídeo obtido pela Polícia Federal, endossada pelo Ministério Público, na qual ela foi confundida com Giselda, sua irmã.

Desde o primeiro momento o advogado de Marice disse que a senhora mostrada no vídeo era Giselda. A própria Giselda informou que era ela quem aparecia no vídeo. Depois de manter a cidadã presa por vários dias, Moro mandou soltá-la dizendo que "neste momento processual, porém, não tem mais este Juízo certeza da correção da premissa utilizada". Caso típico para uma bolsa de Madame Natasha. Não se tratava de ter ou não certeza, mas de admitir que houve um erro. O Ministério Público não comentou a trapalhada e todos esperam por uma perícia da Polícia Federal.

Juízes, procuradores e policiais engrandecidos pela opinião pública tendem a confiar na própria infalibilidade e acham que admitir erro é vergonha. É o contrário. Não custa repetir a explicação do juiz David Souter num voto dado na Corte Suprema, ao admitir que contrariava o que dissera noutro julgamento: "Ignorância, meus senhores, ignorância".


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Biologicus

26/04


2015

Trapalhão: PT quer Sibá fora da liderança

Do Diario do Poder

Correntes internas do PT, ainda minoritárias, se uniram para articular a queda de Sibá Machado (AC) da liderança petista na Câmara. É considerado primário, ingênuo, desinformado, de inteligência limitada e sem a dimensão do cargo que ocupa. Além disso, o deputado tem feito declarações que envergonham os liderados, e não conseguiu se articular para evitar as várias derrotas do governo Dilma na Câmara.

A queixa é que Sibá, como o líder do PT, não tem envergadura nem inteligência política para ajudar o PT a sair do impasse institucional.

A defesa que Sibá fez do ex-tesoureiro João Vaccari, após sua prisão, contribuiu para aumentar o desgaste do PT, segundo seus colegas.

As facções Democracia Socialista e Movimento PT querem outro líder, assim como antes da prisão defendiam Vaccari fora da tesouraria.

Sibá Machado pertence à facção petista “Construindo um Novo Brasil”, liderada por Lula, que é seu fiador, assim como protege João Vaccari.


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Santana e Plácido

26/04


2015

Os gênios da política

Carlos Brickmann

O Tribunal de Contas da União considerou "crimes de responsabilidade" as pedaladas fiscais do fim do ano passado - o Tesouro deixou de repassar recursos a bancos oficiais, que tiveram de cobrir compromissos do Governo com seus próprios fundos, emprestando o que legalmente não podia ser pedido emprestado. 

A defesa do Governo é fantástica: o ministro da Justiça, o advogado-geral da União e o presidente do Banco Central deram entrevista dizendo que isso se faz desde 2001. Como argumento jurídico, é fraco: Caim matou Abel há alguns milhares de anos, os homicídios nunca deixaram de acontecer e nem por isso o assassínio deixou de ser crime. Como política, o argumento é desastroso: se isso se faz desde 2001, o ex-presidente Lula foi apontado por seus aliados como praticante de algo que o Tribunal de Contas da União caracteriza como crime.

Quem tem José Eduardo Cardozo no Ministério não precisa de oposição. 


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25/04


2015

PMDB quer empregar ex-deputados no ministério

A bancada do PMDB na Câmara tem feito pressão sobre Henrique Alves para que ex-deputados do partido que não se reelegeram sejam nomeados em secretarias do Ministério do Turismo.

Júnior Coimbra saiu na frente e recolheu 60 assinaturas de deputados da bancada, para mostrar que tem apoio ir para a Secretaria de Infraestrutura Turística.

Ontem, Leonardo Picciani e Henrique Alves se reuniram e falaram nisso. Henrique inicialmente estava reticente, mas decidiu abrir pelo menos uma secretaria para Coimbra.

Outros sem emprego e por quem o PMDB trabalha são Fátima Pelaes, Professor Sétimo e Gastão Vieira.

Deputados lembram que a promessa de Eduardo Cunha após vencer a presidência era emplacar Henrique na Integração Nacional, um ministério bem mais generoso em cargos do que o Turismo. Cunha dizia em conversas com a bancada que, na Integração, “haveria cargos para todos os companheiros”.

A propósito, Cunha é o autor da PEC que reduz para 20 o número de ministérios.  (Lauro Jardim -Veja)


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Onodera Estética

25/04


2015

Impeachment: Aécio tenta segurar tucanos

De Ilimar Franco - O Globo

O PSDB da Câmara decidiu peitar a cúpula do partido e diz que fará pedido de impeachment na próxima semana. Um dos seus, explicou que o objetivo é constranger a bancada do PMDB. Por isso, falaram em apresentar recurso ao plenário. Atropelado pela bancada na Câmara, que decidiu entrar com um pedido de impeachment na quarta-feira, o presidente da sigla, senador Aécio Neves, vai se reunir com o líder, deputado Carlos Sampaio , no dia anteriior.

Para Aécio , essa não pode ser uma  decisão isolada da bancada, ela tem que ser uma resolução do partido. Aécio vai tentar demover Sampaio demonstrando que isso revelaria falta de sintonia partidária. A cúpula decide uma coisa e a bancada outra.

Os aecistas alegam que esse não é o momento de pedir o impeachment, pois   além de apoio social e ter fundamento jurídico, ele precisa de  apoio político. Os tucanos afinados com Aécio dizem que a tese não tem apoio político e que isso depende do PMDB. (Ilimar Franco - O Globo)


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